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Vozes na Saúde - Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder de CCNTs no Brasil 2026

  • Foto do escritor: FórumCCNTs
    FórumCCNTs
  • 1 de mar.
  • 2 min de leitura

Nome do Projeto: Vozes na Saúde

Temas contemplados pelo Projeto: Câncer


Responsável pelo Projeto

Nome completo: 

Instituição: Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE)

Cargo/Função e formação acadêmica: Médica sanitarista (CEO - ABRALE)

Nome, cargo e instituição dos demais membros da equipe que lidera o projeto: 

Luana Lima (Head de Políticas Públicas - ABRALE)


Instituições parceiras

Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE) e Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC)



Sobre o Projeto

Implementado em âmbito nacional entre janeiro de 2018 e dezembro de 2026, o projeto volta-se às pessoas com câncer, com ênfase na redução das desigualdades no acesso ao cuidado oncológico e no fortalecimento da participação social nas decisões em saúde. A iniciativa emerge em um contexto de crescente incidência da doença e de desafios estruturais na implementação de políticas públicas, buscando ampliar a representatividade dos pacientes e qualificar o diálogo com tomadores de decisão.


A proposta consiste em uma atuação integrada de advocacy, produção de evidências e articulação multissetorial, com presença ativa em conselhos e instâncias decisórias, monitoramento de políticas públicas e mobilização social. O acompanhamento ocorre de forma contínua, por meio de registros de participação, análise de engajamento em consultas públicas e sistematização de entregas e impactos. Os resultados indicam ampliação da participação social qualificada, fortalecimento do diálogo com o poder público e avanços na incorporação das demandas dos pacientes na agenda de políticas públicas em oncologia.


Os objetivos foram parcialmente alcançados, considerando o caráter estrutural das mudanças pretendidas, com avanços relevantes na incidência política e na organização de uma agenda mais equitativa. A iniciativa demonstra importância estratégica ao consolidar espaços de representação e ao produzir subsídios para decisões mais alinhadas às necessidades dos usuários. A construção ocorre em parceria com organizações da sociedade civil, associações de pacientes, sociedades médicas e atores institucionais, configurando uma rede colaborativa com potencial contínuo de impacto na formulação e qualificação das políticas públicas em saúde.


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