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Unidade Móvel Saúde da Mulher PR Rosa - Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder de CCNTs no Brasil 2026

  • Foto do escritor: FórumCCNTs
    FórumCCNTs
  • 1 de mar.
  • 2 min de leitura

Nome do Projeto: Unidade Móvel Saúde da Mulher PR Rosa

Temas contemplados pelo Projeto: Câncer, Outras CCNTs/DCNTs, Fatores de risco para CCNTs/DCNTs


Responsável pelo Projeto

Nome completo: Camila Mendonca Sartorato Lopes

Instituição: Instituto Colabora Saúde

Cargo/Função e formação acadêmica: Diretora Executiva de Projetos Estratégicos em Saúde, Enfermeira e Mestre em Saúde Pública

Nome, cargo e instituição dos demais membros da equipe que lidera o projeto: Iseli Reis (Instituto Colabora Saúde)


Instituições parceiras

Instituto Colabora Saúde, Volkswagen, Fleximedical/Kure e Secretarias Municipais de Saúde do Paraná


Sobre o Projeto

Implementado entre setembro e dezembro de 2025 no estado do Paraná, o projeto foi desenvolvido de forma itinerante em 12 municípios, integrado à rede pública de saúde e articulado com Secretarias Municipais. A iniciativa teve como foco mulheres na faixa etária recomendada para rastreamento de câncer de mama e do colo do útero, residentes em territórios com acesso restrito a exames especializados. A proposta emerge de um cenário de demanda reprimida e barreiras estruturais ao diagnóstico precoce, com impacto direto na morbimortalidade por câncer.


O método baseou-se na utilização de unidade móvel equipada com mamógrafo digital, ultrassonografia e sistema informatizado para gestão de exames e laudos, com agendamento prévio e integração aos fluxos do SUS. Foram realizados exames, emissão de laudos em tempo oportuno e encaminhamentos conforme necessidade clínica. O monitoramento ocorreu por meio de ferramentas de Business Intelligence, permitindo acompanhamento em tempo real de indicadores como taxa de execução superior a 80%, produtividade, cumprimento de prazos e volume de atendimentos por município. Os resultados evidenciaram elevada eficiência operacional, alcance expressivo de exames realizados e ampliação do acesso ao diagnóstico precoce.


Os objetivos foram plenamente atingidos, com redução da demanda reprimida, fortalecimento da atenção primária e organização dos fluxos assistenciais. A iniciativa contou com financiamento do setor privado e articulação com gestão pública local, possibilitando execução em curto período com alto impacto. O modelo demonstra viabilidade para expansão em novos territórios, com potencial de reduzir desigualdades no acesso, antecipar diagnósticos e contribuir para a diminuição da mortalidade por câncer, desde que assegurada continuidade por meio de novas parcerias e fontes de financiamento.


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