top of page

Resultados da busca

3780 resultados encontrados com uma busca vazia

Posts do blog (1539)

  • FórumCCNTs apoia ação global por proteção jurídica e fim do estigma em CCNTs

    Organizações acionam OMS por amparo jurídico a pessoas com diabetes No início da 79ª Assembleia Mundial da Saúde, o FórumCCNTs consolidou seu papel central na saúde pública ao mobilizar parceiros e líderes brasileiros, que contabilizaram próximo da metade de todos os endossos da carta aberta ao Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus. Esse forte engajamento reflete o histórico da organização em ações estratégicas internacionais, na priorização de condições respiratórias crônicas e no suporte técnico a políticas públicas essenciais, como a Proposta de Lei do Estatuto contra o Estigma. O documento internacional, que conta com o apoio ativo do FórumCCNTs, exige amparo jurídico imediato e o fim da discriminação que afeta a pessoa com condição de saúde crônica em todo o mundo. Imagem: Magnific Como uma das principais forças de articulação intersetorial no país, o FórumCCNTs tem desempenhado um papel central na mobilização de instituições, gestores e lideranças para transformar o cenário da saúde pública no Brasil, como na participação no Summit Global para o Fim do Estigma relacionado ao Diabetes na Índia. Desde a sua fundação, o FórumCCNTs atua como um ecossistema colaborativo, conectando o setor público, a iniciativa privada, a academia e o terceiro setor com o objetivo de formular propostas robustas e influenciar políticas que garantam dignidade e equidade para a pessoa com condição de saúde crônica. Esse histórico de engajamento e advocacy ficou evidente no apoio ao manifesto global liderado pela VIA: os parceiros e líderes brasileiros associados ao FórumCCNTs foram fundamentais na articulação do documento, contabilizando próximo da metade de todos os endossos da carta aberta enviada à OMS. Atualmente, mais de 830 milhões de indivíduos convivem com a condição em todo o mundo. A maior parte dessa população enfrenta episódios de exclusão ou preconceito em algum momento da vida, com impactos severos que se manifestam nos sistemas de atendimento, em ambientes de ensino, no mercado de trabalho e no convívio social amplo. Embora a liderança global da OMS avance por meio de iniciativas como o Pacto Global contra o Diabetes, as barreiras legais e as atitudes discriminatórias ainda carecem de amparo adequado na maioria das legislações nacionais. Desafios estruturais no cotidiano No ambiente corporativo, a discriminação se traduz na recusa de contratações, barreiras para promoções e negação de adaptações necessárias no posto de trabalho. Em locais como a França, por exemplo, indivíduos que necessitam de tratamento com insulina ainda encontram restrições legais para ingressar em setores como as forças armadas, a aviação ou a segurança pública, sendo considerados inaptos apenas com base no diagnóstico. Há também relatos de profissionais que perderam o emprego em locais onde os empregadores consideraram o custeio da saúde muito oneroso. Imagem: Divulgação O estigma também prejudica o desenvolvimento escolar de crianças e jovens. Em diversas instituições de ensino, há registros de recusa de funcionários em colaborar com a administração de insumos essenciais, como insulina ou glucagon, além de restrições ao uso de dispositivos tecnológicos de monitoramento. Em regiões com menores recursos e falta de equipes treinadas, a ausência de suporte estruturado faz com que estudantes percam aulas ou ocultem sua condição por receio de rejeição. No âmbito dos serviços financeiros, a pessoa com condição de saúde enfrenta frequentes recusas na contratação de seguros, empréstimos ou financiamentos imobiliários, ou é submetida a taxas e prêmios abusivos. Além disso, o preconceito institucionalizado na área médica, com julgamentos que atribuem a condição exclusivamente a escolhas de estilo de vida, gera desinformação e afasta as pessoas do cuidado adequado. Propostas para governança inclusiva Diante desse cenário, a coalizão internacional solicita que a OMS intensifique sua liderança técnica para orientar os países na formulação de legislações protetivas robustas. A carta propõe que os Estados-Membros assegurem o cumprimento dos compromissos internacionais já firmados para a prevenção e cuidado de condições crônicas, estabelecendo mecanismos claros de prestação de contas e monitoramento dos progressos alcançados. Dr. Mark Barone durante o evento End Diabetes Stigma Global Summit. Foto: FórumCCNTs Outro ponto central defendido pelas instituições é a garantia de participação estruturada e com poder de voz para os indivíduos que vivenciam CCNTs e condições de saúde mental na governança e na tomada de decisões em saúde pública. Defensores da causa reiteram que a inclusão direta dessa população na formulação de políticas é indispensável para construir sistemas públicos mais eficientes, reduzir complicações graves e diminuir custos futuros para os governos. A carta aberta, que conta com o endosso ativo de redes globais e do FórumCCNTs, foi disponibilizada em múltiplos idiomas para ampliar o alcance do debate e pressionar por reformas que assegurem direitos humanos fundamentais e dignidade em todos os setores da sociedade. Fonte: Voices In Action (VIA) Diabetes

  • Insuficiência Cardíaca: um risco para Diabetes, Hipertensão, DPOC e outras CCNTs - 10/6, às 15h

    Objetivos Entender como reduzir riscos e tratar adequadamente insuficiência cardíaca, especialmente em populações de risco, como pessoas com diabetes, hipertensão, DCV, DPOC, entre outras CCNTs. Identificar necessidades ainda não previstas em diretrizes e protocolos para prevenção e cuidados de qualidade da insuficiência cardíaca nos sistemas público e privado de saúde. Reunir as principais lideranças em insuficiência cardíaca dos setores público, privado e terceiro setor para avançarmos em planos com potencial para melhorar sensivelmente a atenção a essa condição no país Agenda: 15h00-15h15 – Abertura e Contextualização (Patrícia de Luca, FórumCCNTs e AHF) Ana Petry (Viatris) Ricardo Moraes (Funcional Health) 15h20-15h25 – Por que se preocupar com a insuficiência cardíaca? Qual sua prevalência e quais grupos devem ficar mais atentos? (EM BREVE) 15h30-15h35 – Por que se preocupar com a insuficiência cardíaca? Há como reduzir o risco de desenvolvê-la? Quem deve se preocupar mais? (EM BREVE) 15h40-15h45 – As pessoas precisamos se preocupar mais cedo com a insuficiência cardíaca? Quais estratégias facilitam essa consciência para engajamento em ações de prevenção e cuidado precoce? (Débora Lima, ABRAF) 15h50-16h00 – Quais inovações têm permitido melhorar os cuidados da insuficiência cardíaca? Essas inovações já fazem parte do PCDT e rol da ANS? (EM BREVE) 16h00-16h05 – Como a Atenção Primária participa dos cuidados da insuficiência cardíaca? (EM BREVE) 16h10-16h15 – Como o programa Agora Tem Especialista tem permitido avançar nos cuidados da insuficiência cardíaca? (Carmen Moura, SAES-Ministério da Saúde) 16h20-17h00 – Debate com todos os painelistas – Como podemos juntos melhorar os desfechos da insuficiência cardíaca no Brasil? (Moderação: Patrícia de Luca, FórumCCNTs e AHF) Painelistas e Moderador Ana Petry (VIATRIS) Jornalista graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com especialização em Tradução Português-Inglês pela Universidade Gama Filho e pós-graduação em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Possui mais de 20 anos de experiência nas áreas de comunicação corporativa, assuntos institucionais, acesso ao mercado e advocacy na indústria farmacêutica. Ao longo de sua trajetória, atuou na liderança de estratégias de relacionamento com stakeholders, posicionamento institucional e gestão de projetos voltados à saúde e ao fortalecimento do acesso dos pacientes. Atualmente, atua na liderança das áreas de Assuntos Corporativos e Acesso ao Mercado na Viatris Brasil. Carmen Moura (SAES - Ministério da Saúde) Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Campos de Andrade (UNIANDRADE), especialização em Gestão da Clínica pelo IEP Sírio Libanês. Ocupou vários cargos na administração pública, como Diretora da 1ª Regional de Saúde de Saúde do Paraná (SESA-PR), Secretária Municipal de Saúde de Pontal do Paraná-PR, Coordenadora da Rede de Atenção à Saúde do Paraná (SESA-PR). Foi Presidente da Associação Brasileira de Enfermagem seção Paraná, Assessora especial no Coren PR e Membro da Comissão Mista ABEn/COREN de Sistematização da Pratica de Enfermagem e membro da Comissão Permanente de Sistematização da Pratica de Enfermagem da ABEn Nacional. Atualmente é Coordenadora Geral de Atenção Especializada do Ministério da Saúde. Débora Lima (ABRAF) Administradora com trajetória profissional voltada à gestão de processos e transformação organizacional. Após o diagnóstico de Hipertensão Arterial Pulmonar, passou a direcionar sua experiência em estratégia e gestão para o fortalecimento da jornada de pessoas com doenças cardiopulmonares. Atua no desenvolvimento de comunidades de pacientes, na articulação institucional e na defesa de políticas públicas voltadas à ampliação do acesso, do cuidado integral e da promoção da qualidade de vida. Atualmente, atua como Vice-Presidente da Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF). Ricardo Moraes, MD, MBA (Funcional Health) Médico cardiologista, especialista em coronariopatias agudas pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor/HCFMUSP), com MBA em Transformação Digital e Metaverso. Possui experiência nas áreas de saúde digital, inteligência artificial e inovação aplicada à medicina, atuando também como professor da pós-graduação em Inteligência Artificial e Ciência de Dados da Faculdade Sírio-Libanês. Foi Diretor Médico da Afya e palestrante TEDx, com trajetória voltada à transformação tecnológica no setor da saúde. Atualmente, atua como Diretor Médico da Funcional Health. Patricia Vieira de Luca, MSc (AHF | FórumCCNTs) Graduada em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, Bacharel, Licenciatura e Mestrado. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo. No momento, atua principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos. Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Cofundadora do Grupo de Advocacy Cardiovascular (GAC). Cofundadora e membro da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • Complicações de Doenças Crônicas por Não Vacinação: entenda e previna! - 8/5, às 15h

    Objetivos Entender as razões para a baixa cobertura vacinal de pessoas com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs), seus riscos para o surgimento de complicações graves, e estratégias efetivas para reverter esse quadro. Conhecer novas vacinas e vacinas mais potentes, e suas vantagens para pessoas com CCNTs – incluindo diabetes, DPOC, doenças cardiovasculares e câncer – e com mais de 60 anos de idade. Unir esforços entres as instituições presentes para que a campanha vacinal de 2026 tenha sucesso em aumentar a cobertura vacinal, especialmente dos diferentes grupos de maior risco. Agenda: 15h00-15h15 – Abertura e Contextualização (Mark Barone, FórumCCNTs) (Vídeo) André Totino (Sanofi) (Vídeo) Elton Sady (ABEn-MG) (Vídeo) Glenda Cardoso (Associação Brasileira de Obesidade) (Vídeo) 15h20-15h27 – Como as novas vacinas e as vacinas de alta dose podem proteger melhor pessoas com CCNTs e prevenir complicações? (Nancy Bellei, UNIFESP) (Vídeo) 15h30-15h37 – Quais os riscos, especialmente para pessoas com CCNTs, de ações como a dos EUA, retirando vacinas da recomendação de rotina? Isso tem algo a ver com a preocupação de fadiga vacinal? (Lorena de Castro Diniz, CRIE Goiás) (Vídeo) 15h40-15h47 – Como está a cobertura vacinal de pessoas com CCNTs/DCNTs para influenza, COVID-19 e outros imunizantes? Em comparação com anos anteriores, temos avançado ou regredido? (Aline Cunha, SAPS - Ministério da Saúde) (Vídeo) 15h50-15h57 – Quais estratégias têm sido utilizadas para vacinar pessoas em grupos de risco que não buscam as UBS nem os CRIE para vacinação? (Karina Kelly de Oliveira, SMS-Uberlândia) (Vídeo) 16h00-16h07 – Quais ações estão em curso para aumentar a cobertura vacinal de pessoas com CCNTs e mais de 60 anos de idade no Brasil? Como engajar outras instituições e diferentes setores para ampliar esse alcance? (Renato Kfouri, SBIm | SBP) (Vídeo) 16h10-17h00 – Debate com todos os painelistas – Quem e como engajarmos, a fim de atingir a meta de cobertura vacinal para pessoas com CCNTs? (moderação: Mark Barone, FórumCCNTs) (Vídeo) Painelistas e Moderador Aline Cunha, MSc (Ministério da Saúde) Graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), especialista em Gestão de Redes de Atenção à Saúde e mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca/FIOCRUZ. Possui experiência em gestão de Saúde Pública, com ênfase na Atenção Primária à Saúde e Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis. Servidora Tecnologista do Ministério da Saúde, atuando como assessora da Coordenação Geral de Atenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde (Cgcoc/Depros/Saps/MS). André Totino, MBA (Sanofi) Graduado em Farmácia com especialização em Bioquímica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. MBA em Gestão Empresarial pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca e Doutorado em Farmácia pela UFRJ. Com 20 anos de experiência na indústria farmacêutica, atuou como Chefe de Assuntos Estratégicos e Chefe de Assuntos Governamentais e Políticas na The Janssen Pharmaceutical Companies of Johnson & Johnson. Também foi Gerente Sênior de Desenvolvimento de Novos Negócios e Marketing, além de Líder Comercial na área de Diagnóstico na Bio-Manguinhos/Fiocruz. Atualmente, ocupa o cargo de Diretor de Assuntos Governamentais na Sanofi Pasteur. Elton Sady (ABEn-MG) Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrando em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFMG, na linha de Saúde Coletiva. Integra os grupos de pesquisa: Observatório de Doenças e Agravos não Transmissíveis, Rede GBD Brasil e o Global Burden of Disease Collaborative Network. Foi coordenador e fundador do Comitê Estudantil da ABEn-MG e integrou o Comitê Estudantil da ABEn Nacional. Atua em pesquisas com ênfase nas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) utilizando bases nacionais de inquéritos populacionais em saúde. Atualmente é Secretário Geral da Associação Brasileira de Enfermagem. Glenda Cardoso (Associação Brasileira de Obesidade) Graduada em Marketing pela Universidade Paulista (UNIP) (2009) com especialização Gestão de Marketing e Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) (2014). Bacharel em Ciências Humanas, cursa Nutrição pela Universidade Cruzeiro do Sul e Especialização em nutrição bariátrica, ciências da nutrição pela Faculdade Cerrado - Dra. Silvia Leite. Influenciadora Digital, compartilha em seu perfil informações sobre dificuldades e direitos das pessoas com obesidade. Após emagrecer 90kg, compartilha suas experiências no perfil @baridaglenda e fala sobre as dificuldades enfrentadas e os direitos das pessoas com obesidade. Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Obesidade. Karina Kelly (SMS-Uberlândia) Enfermeira graduada pelo Centro Universitário do Triângulo, com especializações em Enfermagem em UTI, Saúde Pública com ênfase em Saúde da Família pelo Centro Universitário São Camilo e Cuidados Paliativos na Atenção Primária. Possui experiência na Estratégia Saúde da Família e na Atenção Primária à Saúde, tendo atuado como professora universitária, gerente de Unidade Básica de Saúde e Supervisora da Atenção Primária do Distrito Sanitário Oeste de Uberlândia. Atuou como tutora e consultora do PlanificaSUS, incluindo atividades no estado de Pernambuco, no âmbito do PROADI-SUS, com foco na organização da atenção ambulatorial especializada. Atualmente, atua como Diretora da Rede de Atenção à Saúde do município de Uberlândia (MG). Lorena Diniz, MD (CRIE Goiás) Graduada em medicina pela Faculdade de Medicina de Valença. Residência médica em Pediatria no HICF-SP, especialista em Alergia e Imunologia na USP-SP. Vasta experiência como Membro da Comissão Nacional de Imunização da ASBAI, medica na SES-GO, Preceptora da Residência Médica de Pediatria no H.M.I. da Secretaria do Estado de Goiás e medica do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais CRIE-GO. Membro da Comissão de imunização da ASBAI. Atualmente Conselheira de Administração na Unimed Goiânia. Nancy Bellei, MD, MSc, PhD (UNIFESP) Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Mestrado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Doutorado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Tem experiência na área de Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: viroses respiratórias, influenza, gripe, doenças respiratórias agudas e metapneumovirus. Consultora ad-hoc Ministério da Saúde-SVS para pandemia de Coronavírus, Influenza. Consultora científica OPAS/Covid-19, Influenza. WHO-Influenza. Atualmente é Consultora Voluntária do Ministério da Saúde, Voluntária da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Professora afiliada da Universidade Federal de São Paulo e Médica da Universidade Federal de São Paulo. Renato Kfouri, MD (SBP | SBIm) Graduado em medicina, especialista em pediatria e neonatologia no Hospital do Servidor Público Estadual e em infectologia pediátrica na Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vasta experiência como membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, presidente do Departamento de Imunizações da SBP, membro da Diretoria de Cursos e Eventos da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), membro da European Society of Pediatric Infectious Diseases (ESPID) e membro da Sociedad Latinoamericana de Infectologia Pediatrica (SLIPE). Atualmente é o Primeiro Secretário da SBIm. Mark Barone, PhD (FórumCCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com especialização em Educação em Diabetes e Comunicação, e fellowship no Public Health Institute. Desenvolve pesquisas e projetos de empoderamento e advocacy em saúde, liderança de (im)pacientes e saúde global. Experiente na articulação de parcerias para implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Vice-Presidente da ADJ Diabetes Brasil e da Federação Internacional de Diabetes, e membro dos Steering Committees do NCD-Lab e do Symposium on Meaningful Engagement of PLWNCDs, GCM/OMS. É fundador e Coordenador-Geral do FórumCCNTs, Membro Honorário da ADJ Diabetes Brasil e integra comitês estratégicos nas instituições: IAPO, BMJ Patients Panel, FIND e LFAC. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

Ver todos
bottom of page