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  • Prêmio José Luiz Setúbal abre inscrições até 08 de julho

    Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Prêmio de Comunicação José Luiz Setúbal, iniciativa que reconhece produções jornalísticas e conteúdos multimídia voltados à saúde de crianças e adolescentes. A ação reforça o papel estratégico da comunicação na ampliação do acesso à informação de qualidade e na redução de riscos, especialmente no contexto das condições crônicas não transmissíveis (CCNTs). Imagem: Divulgação Promovido pela Fundação José Luiz Egydio Setúbal, o prêmio busca valorizar conteúdos que traduzam evidências científicas de forma acessível e responsável, contribuindo para o debate público e para o fortalecimento do cuidado em saúde ao longo do curso de vida. Podem participar jornalistas, estudantes e produtores de conteúdo que tenham publicado ou produzido materiais entre julho de 2025 e julho de 2026. São aceitos trabalhos em diferentes formatos, incluindo texto, áudio, vídeo e mídias digitais, o que amplia o alcance e a diversidade das narrativas sobre saúde infantojuvenil. Quem pode participar e como funciona As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 08 de julho de 2026, às 17h59 (horário de Brasília). Os trabalhos serão avaliados com base em critérios como relevância, qualidade da informação, clareza na comunicação e potencial de impacto social. A premiação contempla diferentes categorias e reconhece iniciativas que contribuam para uma comunicação mais qualificada em saúde, estimulando a produção de conteúdos que dialoguem com diferentes públicos e contextos. Por que essa oportunidade importa A comunicação em saúde tem papel central na construção de respostas mais eficazes às CCNTs, especialmente quando contribui para ampliar o entendimento da população e apoiar decisões mais informadas. Iniciativas como essa fortalecem o ecossistema de informação, promovendo maior integração entre ciência, sociedade e políticas públicas. Ao incentivar conteúdos que abordem a saúde de crianças e adolescentes de forma responsável e baseada em evidências, o prêmio também contribui para agendas mais amplas de equidade, cuidado contínuo e redução de riscos, com impactos que se estendem por toda a vida. Sobre a oportunidade O que é: 6ª edição do Prêmio de Comunicação José Luiz Setúbal Para quem é: jornalistas, estudantes e produtores de conteúdo Categorias: texto, áudio, vídeo e mídias digitais Inscrições: até 08 de julho de 2026, às 17h59 (horário de Brasília) Custo: gratuito Premiação: anúncio dos vencedores em 09 de novembro de 2026 Fonte: Fundação José Luiz Setúbal

  • Relatórios dos Grupos Temáticos - 18º Encontro do FórumCCNTs

    Os Grupos Temáticos (GTs) consistem em espaços neutros nos quais os/as membros de instituições públicas, privadas, multilaterais ou da sociedade civil colaboram entre si para identificar problemas prioritários relacionados às condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) e seus fatores de risco no Brasil. Estes stakeholders delineiam ações estratégicas multi e intersetoriais com vistas a reverter ameaças à saúde pública e avançar em termos de redução de risco, assim como ampliar e melhorar o acesso e os cuidados para pessoas com CCNTs. Participação dos GTs durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Durante as reuniões, cada GT procede à revisão, ao planejamento e à avaliação das ações sob uma perspectiva intersetorial, com vistas ao avanço das atividades previstas para o período anual. A seguir, constam os primeiros relatórios semestrais (2026/1) de cada GT do FórumCCNTs. GT Alimentação Saudável 2026 - ACESSE AQUI GT Atividade Física 2026 - ACESSE AQUI GT CCNTs no Ambiente de Trabalho 2026 - ACESSE AQUI GT DCV, Infarto e AVC 2026 - ACESSE AQUI GT Diabetes 2026 - ACESSE AQUI GT Obesidade 2026 - ACESSE AQUI GT Oncologia 2026 - ACESSE AQUI GT Periodontite 2026 - ACESSE AQUI GT Saúde Digital para CCNTs 2026 - ACESSE AQUI GT Saúde Mental e Neurológica 2026 - ACESSE AQUI

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT DCV, Infarto e AVC

    Facilitadora Sheila Martins (Rede AVC Brasil) Co-facilitadora Ana Carolina Micheletti (Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG) GT DCV, Infarto e AVC durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A persistência de tempos elevados de espera na Atenção Primária compromete o rastreio e o monitoramento das CCNTs, em especial das condições/doenças cardiovasculares, reduzindo a capacidade de reduzir riscos de eventos agudos e impactando diretamente os desfechos em saúde. Em 2026, permanecem as desigualdades regionais no acesso a estratégias eficazes de redução de risco, cuidado e reabilitação de infarto e AVC, associadas ao baixo letramento da população sobre fatores de risco e sinais de alerta, sobretudo em territórios vulnerabilizados. Esse cenário impõe a necessidade de dar celeridade aos fluxos da APS para evitar a ocorrência de eventos cardiovasculares, assim como qualificar profissionais de saúde e a população para detecção precoce, manejo oportuno e redução de sequelas. A complexidade do problema requer articulação interinstitucional e multistakeholder para integrar evidências científicas, educação em saúde e organização das redes assistenciais. Atividade prevista para 2026 Ao longo de 2026, o GT realizará uma campanha integrada e contínua de conscientização sobre condições/doenças cardiovasculares, com ênfase em infarto e AVC, conduzida por seus membros e direcionada à população e a profissionais de saúde, com foco em sinais e sintomas de alerta e nos fluxos de cuidado. A iniciativa visa ampliar a redução de risco, reduzir fatores de risco, qualificar o reconhecimento precoce e difundir modelos de atenção e reabilitação já desenvolvidos pelas instituições do GT. A operacionalização compreende: produção e disseminação de conteúdos educativos baseados em evidências científicas, em formatos digitais acessíveis; mobilização coordenada das redes sociais institucionais e pessoais dos membros; promoção de evento online para ampliar o debate e a disseminação de conhecimento; acompanhamento da pauta junto ao Ministério da Saúde, visando ao aperfeiçoamento de políticas públicas sobre o tema; e articulação com datas estratégicas do calendário da saúde, com ênfase no Dia Mundial do AVC e Dia Mundial do Coração. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Estruturar e implementar a campanha “Maio Vermelho”; Organizar ações para o Setembro Vermelho e para o Dia Mundial do AVC, com destaque para as mobilizações de 29/09 e 29/10; Realizar webinário temático em data a ser definida após nova reunião do GT; Fortalecer ações junto aos Conselhos de Saúde; Fortalecer estratégias com centralidade na pessoa gestora; Intensificar articulação com influenciadores e atores estratégicos para efetivação das ações previstas; Consolidar o trabalho em rede e transformar diretrizes já existentes em ações concretas; Fortalecer a rede integrada via “Tele-AVC”, com potencial de expansão para hospitais estaduais por meio do PROADI-SUS; Utilizar experiências de referência em Joinville, Volta Redonda e Porto Alegre para compartilhamento de boas práticas; Produzir e divulgar evidências sobre custo-efetividade voltadas a consultores e gestores de saúde; Ampliar a capilaridade das ações desenvolvidas no eixo Sul-Sudeste para outras regiões do país, especialmente no fortalecimento do autocuidado; Realizar mapeamento de indicadores de saúde relacionados ao AVC. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Como desdobramentos da atividade proposta para 2026, espera-se ampliar a visibilidade institucional do problema, fortalecer a base técnico-científica sobre a organização do cuidado cardiovascular na APS e consolidar o GT como espaço qualificado de produção de conhecimento e acompanhamento crítico do diálogo institucional com o Ministério da Saúde, resultando em ampliação mensurável do conhecimento da população e de profissionais de saúde sobre sinais de alerta e resposta adequada ao infarto e ao AVC, especialmente em contextos vulneráveis, fortalecimento e maior visibilidade de propostas exitosas de reabilitação já implementadas no Brasil e em experiências internacionais pelas instituições do GT, favorecendo sua disseminação e adaptação a diferentes realidades, e contribuição para a redução do tempo entre o início dos sintomas e a busca por atendimento, com impacto potencial na mitigação das desigualdades regionais e na melhoria dos desfechos clínicos. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT DCV, Infarto e AVC durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Laís Guimarães (Boehringer Ingelheim) Cristina Simões (Avcista) Cátia Oliveira (Fiocruz) Rosane da Silva Alves Cunha (CER III SMS-Volta Redonda/RJ) Patrícia de Luca (AHF) Ana Carolina Micheletti Gomide (UFMG) Renata Cunha Carvalho (APS - São Paulo) Ana Paula Fontana (UFRJ) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Patrícia de Luca (AHF) Cristina Simões (Avcista) Renata Cunha Carvalho (APS - São Paulo) Yara Baxter (Fundação Novartis) Rosane da Silva Alves Cunha (CER III SMS-Volta Redonda/RJ) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Maria José de Oliveira Evangelista (CONASS) Thaís Gomes de Melo (Boehringer Ingelheim) Tatiana Porto (Sanofi) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Diabetes

    Facilitadora Jaqueline de Jesus Correia (Instituto Diabetes Brasil) Co-facilitadora Luane Miziara (Instituto Afya) GT Diabetes durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT O Diabetes Mellitus é uma das principais condições crônicas de saúde pública no Brasil e no mundo. Seu impacto vai além do manejo glicêmico, afetando diretamente a qualidade de vida das pessoas, a organização dos serviços de saúde e os custos sociais e econômicos relacionados às complicações evitáveis da condição de saúde. Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, ainda persistem lacunas importantes na formação continuada dos profissionais da saúde, especialmente no diagnóstico precoce, no manejo adequado, na educação em saúde e no acolhimento humanizado das pessoas que vivem com diabetes. Atividade prevista para 2026 A atividade proposta consiste no desenvolvimento de materiais educativos referente à Capacitação em Diabetes para Profissionais da Saúde, que será disseminada de forma online a partir de publicações nas redes dos membros do GT. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Reuniões online com datas a serem definidas por meio de enquete no grupo de WhatsApp (previstas para maio, agosto e outubro); Partir dos documentos oficiais do Ministério da Saúde já existentes e validados. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Pretende-se qualificar práticas assistenciais por meio de atualização técnico-científica, harmonização de condutas clínicas e educativas, fortalecimento da educação em saúde, aprimoramento da comunicação e incorporação de dimensões psicossociais no cuidado, com vistas a uma atuação ética, humanizada, multiprofissional e centrada nas necessidades das pessoas com diabetes, repercutindo na melhoria do manejo clínico, na redução de falhas assistenciais, na consolidação da educação permanente em saúde e no incremento dos desfechos em saúde, da dignidade e da qualidade de vida dessa população. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Diabetes durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Jaqueline Correia (Instituto de Diabetes Brasil) José Vanilton de Almeida (CRF-SP) Sabrina Montenegro Cruz (SMS-Miraíma) Isadora Policarpo da Silva (EERP-USP) Michely Arruda Bernardelli (Associação Doce Vida) Felipe Pereira Lima (Sanofi) Luane Miziara Vila Nova (Instituto Afya) Melyne Serralha Rocha (Missão Sal da Rocha) Clicia de Moraes Vieira Santos (Secretaria Municipal de Educação de Maricá/RJ) Juliana Maria da Silva Neves Panão (Universidade de Mogi das Cruzes) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Jaqueline de Jesus Correia (Instituto de Diabetes Brasil) Luane Miziara Vila Nova (Instituto Afya) Felipe Pereira Lima (Sanofi) Jéssica de Cássia Costa Martins (SMS - Pouso Alegre) Nádia Esteves dos Santos (UNIFESP) Lucia Helena Modesto Xavier (ADJ Diabetes Brasil) Isadora Policarpo da Silva (EERP-USP) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Maria José de Oliveira Evangelista (CONASS) Thaís Gomes de Melo (Boehringer Ingelheim) Alessandro Aldrin Pinheiro Chagas (CONASEMS) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Obesidade

    Facilitadora Aline Marcadenti de Oliveira (Hospital do Coração - HCor) Co-facilitadora Doralice Ramos (Instituto Cordial) GT Obesidade durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A obesidade é uma condição crônica, multifatorial e em crescimento no Brasil, com impactos relevantes na saúde pública, nos custos do sistema de saúde e nas desigualdades sociais. Em 2026, o manejo adequado da obesidade é estratégico diante do avanço das CCNTs e do envelhecimento populacional. Trata-se de um tema que exige coordenação interinstitucional e multistakeholder, envolvendo políticas de saúde, alimentação, educação e proteção social. Um GT dedicado é essencial para alinhar prioridades e apoiar ações baseadas em evidências. Atividade prevista para 2026 A atividade entregável do GT no ciclo de 2026 consistirá na elaboração de dois documentos de conteúdo convergente, diferenciados por público e linguagem, sendo um texto técnico dirigido ao Ministério da Saúde, focalizado na obesidade enquanto enfermidade crônica e na necessidade de oferta terapêutica adequada no SUS, e outro material de incidência pública, destinado às candidaturas à Presidência da República via ofício institucional, com ênfase na incorporação da agenda da vigilância da obesidade nas plataformas eleitorais. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Confecção de rascunho da carta aos partidos políticos; Produção de material técnico com prazo para 30/06; Encaminhamento de ofício, via Departamento de Atenção Especializada e outras Temáticas (DAET), considerando o Programa Agora Tem Especialistas, ao Ministério da Saúde, CONASEMS e Conselho Nacional de Saúde; Encaminhamento de ofício de incidência pública aos partidos políticos. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Fortalecimento da cooperação entre instituições, qualificação do debate público e disponibilização de um referencial técnico para orientar políticas, programas e ações intersetoriais no enfrentamento da obesidade. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Obesidade durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Aline Marcadenti de Oliveira (HCor) Doralice Ramos (Instituto Cordial) Luís Tonaco (Centro Universitário Uni-BH) Fernando Henrique de Paula Pugas (SMS - Balbinos) Debora Fukino (Faculdade Einstein) Camila Mazzeti (UFMS) Glenda Alcantara Torres Santiago Cardoso (ABPObesidade) Carolina Cavanha (Lilly) Silsa Heline Caldas de Oliveira (ADFAP) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Aline Marcadenti de Oliveira (HCor) Glenda Alcantara Torres Santiago Cardoso (ABPObesidade) Carolina Cavanha (Lilly) Guilherme Nafalski (Instituto Cordial) Elizabeth Feffermann (CREN) Carlos Aurelio Schiavon (Instituto Obesidade Brasil) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Danilo Campos (Ministério da Saúde) Rosana Maria Nogueira (Nutricionista inscrita no CRN3) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Periodontite

    Facilitadora Mariana Fampa Fogacci (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE) Co-facilitadora Davi da Silva Barbirato (Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - FORP-USP) GT Periodontite durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A periodontite é reconhecida como Condição Crônica Não Transmissível (CCNT) inflamatória, multifatorial e associada a biofilme disbiótico, com alta prevalência e subdiagnóstico no Brasil e globalmente, gerando impacto relevante na carga de condições de saúde, inclusive elevada morbidade associada à perda dentária evitável quando não tratada, além de associação consistente, nas três últimas décadas, a maior risco relativo, prevalência, incidência e piores desfechos de outras CCNTs, especialmente diabetes mellitus e condições cardiovasculares ateroscleróticas, conforme evidências epidemiológicas consolidadas e relatórios da Organização Mundial da Saúde e da Federação Europeia de Periodontologia, que recentemente reforçaram o reconhecimento da saúde bucal como componente indissociável das estratégias globais de enfrentamento das CCNTs. A insuficiente conscientização da população e de profissionais de saúde sobre seus impactos sistêmicos resulta na subvalorização de sinais iniciais, como o sangramento gengival, com atraso no diagnóstico, progressão da condição, agravamento de CCNTs associadas e maior utilização de serviços de saúde, evidenciando a necessidade de estratégias estruturadas de comunicação em saúde e de rastreio precoce no âmbito da Atenção Primária. No contexto de 2026, marcado pela intensificação da carga das CCNTs e pelo fortalecimento da Atenção Primária à Saúde como eixo organizador do cuidado, torna-se prioritário ampliar estratégias estruturadas de comunicação em saúde que reforcem a necessidade do rastreio precoce da condição periodontal, com vistas à redução do risco populacional e à melhoria de desfechos em saúde. Diante desse cenário epidemiológico e institucional, da magnitude do impacto e da necessidade de mudança de práticas, considerando a natureza multifatorial da periodontite, a criação do Grupo Temático "Periodontite" no âmbito do FórumCCNTs se justifica como estratégia necessária para articular atores públicos, privados, acadêmicos e da sociedade civil na formulação de agendas cooperativas alinhadas à promoção da saúde, ao rastreio precoce e à qualificação da Atenção Primária no enfrentamento das CCNTs. Atividade prevista para 2026 Em 2026, a atuação do GT será orientada à construção cooperativa de uma iniciativa institucional alinhada às prioridades do SUS, conforme o escopo definido para o ciclo anual. Atividade Única do GT em 2026: Elaboração e submissão cooperativa de proposta técnica para a inclusão do “Dia Mundial da Saúde Gengival – 12 de maio” no calendário oficial do Ministério da Saúde. A escolha da data de 12 de maio fundamenta-se em seu reconhecimento prévio como Dia Mundial da Saúde Gengival por sociedades científicas nacionais e internacionais, incluindo a Sociedade Brasileira de Periodontia e Implantodontia (SOBRAPI) e a Federação Europeia de Periodontologia, favorecendo alinhamento técnico, cooperação internacional e padronização de mensagens em saúde. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Levantamento da literatura e documentos (dados epidemiológicos e econômicos); 01/06: Reunião para compilar e discutir os trabalhos produzidos. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Espera-se fortalecer o reconhecimento institucional da periodontite como CCNT de impacto sistêmico e elevada morbidade evitável, além da ampliação da conscientização de gestores, profissionais de saúde e da sociedade sobre a relevância da saúde gengival para o enfrentamento das CCNTs, criando condições favoráveis para o estímulo a ações de comunicação em saúde e ao rastreio precoce da condição periodontal no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Adicionalmente, a iniciativa tende a contribuir para a qualificação do cuidado integral às CCNTs, ao favorecer maior integração da saúde periodontal às agendas de promoção da saúde e organização do cuidado no SUS. Como resultado transversal, espera-se o fortalecimento da articulação interinstitucional e multistakeholder entre os participantes do GT, consolidando bases técnicas para agendas cooperativas futuras. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Periodontite durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Mariana Fampa Fogacci (UFPE) Davi Barbirato (FORP-USP) Janaina Bononi Rossin (SMS - Sertãozinho) Julia Bello (UFMG) Flávio Yoshikawa (Hospital de Aeronáutica de Canoas) Andrea Márcia Marcaccini (Universidade de Ribeirão Preto) Fernanda Alves Pena (Centro Universitário de Viçosa) Diego Oliveira Almeida (SMS-SPDM APS) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Mariana Fampa Fogacci (UFPE) Janaina Bononi Rossin (SMS - Sertãozinho) Julia Bello (UFMG) Diego Oliveira Almeida (SMS-SPDM APS) Andrea Márcia Marcaccini (Universidade de Ribeirão Preto) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Karina Mauro Dib (SMS-SP) Danilo Campos (Ministério da Saúde) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Oncologia

    Facilitadora Gabriele Luise Neves Alves (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama - FEMAMA) Co-facilitadora Heloisa Quaggio (Amigos da Oncologia e Hematologia - Amigo_H) GT Oncologia durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A manutenção de um Grupo de Trabalho em Oncologia no FórumCCNTs em 2026 é estratégica, em um cenário de aumento da incidência de câncer e de profundas desigualdades regionais no acesso à redução de risco, ao diagnóstico e ao cuidado oncológico. A efetividade das ações de advocacy em oncologia depende de articulação interinstitucional e multistakeholder, envolvendo sociedade civil, gestores públicos, comunidade científica e setor privado, para alinhar mensagens, políticas e práticas baseadas em evidências. O GT permitirá coordenar esforços, evitar sobreposições e ampliar o alcance das iniciativas, contribuindo para ações integradas de redução de risco e manejo do câncer no país. Atividade prevista para 2026 O GT atuará na divulgação do Código Latino-Americano e Caribenho Contra o Câncer (IARC/OPAS/OMS), para ampliar o conhecimento e a adoção de recomendações baseadas em evidências para a redução de risco do câncer, em um contexto de aumento da carga da condição e de persistentes desigualdades no Brasil. A complexidade dos fatores de risco e a necessidade de alinhar comunicação, políticas públicas e práticas em saúde exigem uma abordagem articulada e multistakeholder. Por meio da atuação conjunta de organizações da sociedade civil, especialistas, gestores e outros atores estratégicos, o GT possibilita uma disseminação coordenada, contextualizada e de maior alcance do Código, potencializando seu impacto na saúde da população. Para esse fim, os membros do GT definiram inicialmente a elaboração de material digital contendo as logomarcas das instituições integrantes, com divulgação nas redes sociais institucionais e nos perfis dos integrantes do GT, com previsão de produção de versão impressa para distribuição, condicionada à obtenção de recursos. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Amigo_H está realizando a Campanha ‘Quem Avisa, Amigo_H’ em redes sociais; pesquisa para a divulgação na atenção primária (profissionais de saúde e população geral); referenciamento do código em todas as publicações da organização; O Instituto Vencer o Câncer (IVOC) realizou reunião de parceria para a divulgação junto ao Amigo_H; ações com foco em prevenção em geral; A FEMAMA está realizando ações com foco em prevenção em geral; Cronograma de postagens em redes sociais está em definição. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Esperamos ampliar o conhecimento qualificado sobre o Código Latino-Americano e Caribenho Contra o Câncer no Brasil, promovendo sua incorporação em ações de comunicação, educação em saúde e advocacy. O GT pretende fortalecer a articulação entre diferentes atores para alinhar narrativas, prioridades e estratégias de redução de risco do câncer baseadas em evidências. Como desdobramento, busca-se contribuir para a sensibilização de gestores e tomadores de decisão, estimulando a integração das recomendações do Código em políticas públicas, programas e iniciativas voltadas à redução da carga do câncer no país. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Oncologia durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Gabriele Luise Neves Alves (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama - FEMAMA) Heloisa Quaggio (Amigos da Oncologia e Hematologia - Amigo_H) Celina Martins (IVOC) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Gabriele Luise Neves Alves (FEMAMA) Ricardo Sales dos Santos (Instituto ProPulmão) Daniel José da Cruz Martins (USP) Nina Victoria Menezes de Melo de Oliveira (Abrale) Renatha Santos Santana (BMS Foundation) Perla Sachs Kindi (Instituto Oncoguia) Heloisa Quaggio (Amigo_H) Juliana Franceschini (Fundação ProAR) Laura Rodrigues (Roche) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Ricardo Lauricella (SBCD) Maria Aparecida Turci (HC-UFMG) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Saúde Digital para CCNTs

    Facilitadora Iseli Yoshimoto Reis (Instituto Colabora Saúde) Co-facilitadora Lyvia Raphaela Rodrigues de Melo (Movimento Influencers Diabetes Brasil) GT Saúde Digital para CCNTs durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A ascensão das condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) no Brasil — responsáveis por aproximadamente 72% dos óbitos nacionais, segundo o Ministério da Saúde — evidencia a urgência de estratégias intersetoriais e colaborativas que integrem inovação, tecnologia e cuidado. Nesse contexto, a saúde digital desponta como vetor estratégico para ampliar acesso, qualificar o acompanhamento clínico e otimizar custos assistenciais, podendo reduzir despesas em até 20–30%, conforme estimativas da McKinsey, enquanto relatório da Deloitte aponta que 80% das pessoas com CCNTs reconhecem o valor das tecnologias digitais no manejo de suas condições. Paralelamente, o avanço da saúde digital e o uso massivo das redes sociais como fonte de informação em saúde vêm impactando diretamente o cuidado, a adesão ao tratamento e a percepção das pessoas que convivem com CCNTs, especialmente o diabetes. A experiência prática do Movimento Influencers Diabetes Brasil demonstra que o ambiente digital carece de maior educação continuada e de diretrizes claras para uma comunicação responsável em saúde. A disseminação de desinformação, conteúdos não baseados em evidências e mensagens potencialmente prejudiciais tem efeitos diretos sobre decisões terapêuticas e comportamentos de autocuidado. Diante dessa realidade, torna-se prioritária a articulação interinstitucional e multistakeholder para qualificar a comunicação em saúde no ambiente digital, fortalecer práticas éticas e baseadas em evidências e promover o uso responsável das redes sociais como aliadas do cuidado. A complexidade desse ecossistema demanda cooperação estruturada entre organizações da sociedade civil, profissionais de saúde, academia, setor privado, comunicadores e influenciadores digitais. Atividade prevista para 2026 A justificativa apresentada orienta a atuação do GT para o fortalecimento da responsabilidade informacional em saúde digital, reconhecendo o papel estratégico das redes sociais e dos influenciadores na formação de opiniões, comportamentos e decisões relacionadas ao cuidado de condições crônicas. Como atividade central ao longo de 2026, o grupo desenvolverá a elaboração coletiva de um documento de referência sobre Comunicação Responsável em Saúde Digital para CCNTs, com foco na produção e disseminação de conteúdos em redes sociais e na atuação de influenciadores e comunicadores em saúde. O material reunirá princípios éticos, diretrizes gerais, recomendações práticas e exemplos de boas práticas para apoiar a qualificação da informação em temas como diabetes e outras condições crônicas. O documento será construído a partir de dois workshops online (previstos para julho e setembro de 2026), promovendo a circulação de experiências, a sistematização de aprendizados e a consolidação de práticas qualificadas na interface entre saúde digital, comunicação e cuidado. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Realizar evento em Brasília com apoio/patrocínio; Influenciar profissionais de saúde para regulação da pauta da saúde digital para o controle e acompanhamento de CCNTs; Case de sucesso de wearables e tecnologias digitais que trouxeram resultados; Influenciar o PL das marcas, regulamentadores das redes sociais (reunião, Fórum ou carta ou documento orientativo). Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Pretendemos produzir um relatório anual consolidando descobertas, tendências e aprendizados oriundos dos workshops, a ser disponibilizado. Além disso, a disponibilização de material de referência para qualificar a comunicação em saúde digital voltada às CCNTs, fortalecendo atuação responsável de influenciadores, organizações da sociedade civil e comunicadores, contribuindo para o enfrentamento da desinformação e das fake news relacionadas às CCNTs no ambiente digital. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Saúde Digital para CCNTs durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Lyvia Raphaela Rodrigues de Melo (Movimento Influencers Diabetes Brasil) Iseli Yoshimoto Reis (Instituto Colabora Saúde) Luciana Mourão (Instituto Tipo 1) Luis Kiataki (HL7 Brasil) Isabela Oliveira (HCFMUSP) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Iseli Yoshimoto Reis (Instituto Colabora Saúde) Lyvia Raphaela Rodrigues de Melo (Movimento Influencers Diabetes Brasil) Isabela Oliveira (HCFMUSP) Paulo César Corrêa (UFOP) Emanuhel Monteiro (INAPE) Elton Junio Sady Prates (SES-MG/ABEn-MG) Jacqueline Alves Torres (ANS) Nathalia Nunes (CBEXS) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Tatiana Porto (Sanofi) Eduardo Macário (SES-SC) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Relatório Reunião de 24/04/26 - GT Saúde Mental e Neurológica

    Facilitadora Marina Nolli Bittencourt (Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT) Co-facilitadora Maria Odete Pereira (Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG) GT Saúde Mental e Neurológica 2026 durante o 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Justificativa para existência do GT A saúde mental e neurológica dos trabalhadores apresenta-se como tema prioritário em 2026, diante do aumento das condições de adoecimento relacionadas ao trabalho, das transformações nos processos laborais mediadas por tecnologias digitais e da inclusão da saúde mental no escopo da NR-1, que amplia a atenção aos riscos psicossociais no ambiente laboral. Esse cenário demanda a articulação interinstitucional e multistakeholder para qualificar o debate, integrar diferentes perspectivas e fortalecer a compreensão coletiva acerca dos desafios contemporâneos da saúde mental e neurológica no trabalho. O GT se justifica como espaço necessário de reflexão e diálogo a respeito deste tema estratégico, no contexto atual. Atividade prevista para 2026 O GT propõe a realização de um Fórum Online temático, voltado à discussão ampla e multissetorial acerca da saúde mental e neurológica de trabalhadores, considerando a inclusão da saúde mental na NR-1 e os desafios contemporâneos dos riscos psicossociais no trabalho. O Fórum constituir-se-á como um espaço virtual de diálogo, organizado e conduzido pelas instituições integrantes do GT, aberto à participação de diferentes setores e instituições, no qual o uso de tecnologias será abordado como elemento de apoio à reflexão, ao debate qualificado e à compreensão das possibilidades e limites no cuidado, avaliação e promoção da saúde mental no contexto laboral. O GT apresentará projetos e programas em andamento, que serão compartilhados com as coordenações dos Centro de Referência em saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras (CERESTs) dos estados brasileiros, no âmbito do SUS. A concepção, coordenação e condução da atividade serão de responsabilidade exclusiva dos membros do GT, sob a coordenação geral do FórumCCNTs. Planejamento do GT para realizar a atividade proposta Inclusão de uma discussão em Fórum online sobre as resistências e desafios de empregadores para implementarem a NR-1; Reunião de acompanhamento dia 16/10, das 15h às 17h para discutir o avanço da atividade proposta. Desdobramentos esperados a partir da atividade desenvolvida Espera-se que a realização do Fórum Online temático contribua para o aprofundamento do debate interinstitucional e multissetorial acerca da saúde mental de trabalhadores e trabalhadoras, especialmente no contexto da inclusão da saúde mental na NR-1 e dos riscos psicossociais no trabalho. Como desdobramento, busca-se ampliar a compreensão coletiva a respeito do papel das tecnologias no apoio à promoção, cuidado em saúde mental e avaliação no ambiente laboral, considerando seus potenciais e limites. Adicionalmente, o FórumCCNTs deverá favorecer a aproximação entre diferentes atores, fortalecendo o reconhecimento da complexidade do tema e a necessidade de articulação contínua entre setores. Participantes da Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs GT Saúde Mental e Neurológica 2026 durante Reunião Online Pré 18º Encontro do FórumCCNTs. Foto: FórumCCNTs Marina Nolli Bittencourt (UFMT) Maria Odete Pereira (UFMG) Elaine Mateus (Febraz) Cintia Nunes (SES-MG) José Alberto Orsi (ABRE) Marta Morena Pires d'Avila Axthelm (ABRATA) Participantes da Reunião Presencial durante o 18º Encontro do FórumCCNTs Marina Nolli Bittencourt (UFMT) Maria Odete Pereira (UFMG) Marta Morena Pires d'Avila Axthelm (ABRATA) Pedro Henrique Rocha Chaves (IFMSA Brazil) Marcela Tullii (Lilly) Mariana Moyses Oliveira (Afip) Especialistas que fizeram Recomendações ao GT Eduardo Macário (SES-SC) Thaís Gomes de Melo (Boehringer Ingelheim) Assista aqui ao vídeo de Apresentação

  • Jornada Reumafit - Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder de CCNTs no Brasil 2026

    Nome do Projeto: Jornada Reumafit Temas contemplados pelo Projeto: Alimentação Saudável, Atividade Física, Diabetes, Distúrbios do Sono, Dor Crônica, Obesidade, Saúde mental Responsável pelo Projeto Nome completo: Clarice Nunes de Jesus Instituição: Instituto INAPE Cargo/Função e formação acadêmica: Presidente - Comunicação Institucional Nome, cargo e instituição dos demais membros da equipe que lidera o projeto: Emanuhel Monteiro (Coordenador de Projetos - Instituto INAPE) Contato: clarice.nunes@institutoinape.org Instituições parceiras Instituto INAPE e Novo Nordisk Sobre o Projeto O projeto foi implementado em agosto de 2025 e encontra-se em execução, sendo desenvolvido em ambiente digital com abrangência nacional e internacional. A iniciativa tem como objetivo promover educação em saúde e cuidado qualificado para pessoas com obesidade ou sobrepeso associadas às espondiloartrites, incentivando a adoção de hábitos de vida saudáveis e o controle do peso de forma sustentável, com foco na melhoria da qualidade de vida e na mitigação da progressão dessas condições crônicas. O público-alvo é composto por pacientes com obesidade ou sobrepeso diagnosticados com espondiloartrites, predominantemente mulheres entre 35 e 55 anos, muitas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, o que limita o acesso a informações e suporte especializado. A implementação ocorreu por etapas, com campanhas educativas em redes sociais, realização de jornada de aulas online com especialistas e desenvolvimento de modelo multidisciplinar em formato piloto. As ações foram monitoradas por meio de relatórios de alcance, participação e feedback dos participantes, evidenciando aumento do conhecimento, elevada satisfação e mudanças de hábitos relacionadas ao cuidado em saúde. O projeto foi desenvolvido diante do impacto da obesidade como fator agravante das espondiloartrites, comprometendo a resposta terapêutica e a qualidade de vida. Contou com a parceria da Novo Nordisk e a colaboração de profissionais de diversas áreas da saúde, incluindo reumatologia, endocrinologia, nutrição, psicoterapia, fisioterapia, educação física, gastronomia e meditação. A iniciativa está em andamento, com previsão de encerramento em abril de 2026, e apresenta potencial de continuidade e expansão por meio da ampliação de parcerias e da replicação do modelo multidisciplinar. Saiba mais Página do evento: https://jornadareumafit.com.br/ Playlist das aulas educativas, incluindo abertura e encerramento: bit.ly/4act4iK Avaliação de resultados parciais: https://institutoinape.org/report-jornarda-reumafit Apresentação institucional: https://canva.link/95eux9x4rcdrlir

  • Prêmio Marcos Moraes 2026: inscrições abertas até 21 de junho

    Estão abertas, até 21 de junho de 2026, as inscrições para o Prêmio Marcos Moraes de Pesquisa e Inovação 2026, iniciativa da Fundação do Câncer que se consolida como um dos principais mecanismos de valorização de soluções aplicadas ao enfrentamento do câncer no Brasil — uma das principais condições crônicas não transmissíveis (CCNTs). A premiação reconhece iniciativas com impacto concreto na organização do cuidado, produção científica e estratégias de redução de riscos, contribuindo diretamente para o aprimoramento do manejo oncológico. Imagem: Divulgação Fundação do Câncer Mais do que reconhecimento institucional, o prêmio atua como indutor de inovação, ao estimular projetos que respondem a desafios estruturais das CCNTs, como diagnóstico oportuno, equidade no acesso e integração entre níveis de atenção. Nesse contexto, ganham destaque iniciativas com potencial de replicabilidade e escala no SUS, especialmente aquelas que articulam diferentes pontos da rede de cuidado. Ao longo das edições, a premiação tem evidenciado a ampliação da capacidade nacional de desenvolver respostas qualificadas para o câncer, incluindo modelos assistenciais inovadores, estratégias comunitárias e pesquisas aplicadas, alinhadas às demandas reais do sistema de saúde. Inovação aplicada e fortalecimento do cuidado A edição de 2026 amplia esse escopo ao incorporar categorias que dialogam com dimensões críticas do cuidado, como promoção da saúde, cuidados paliativos, produção científica e comunicação em câncer. A inclusão da comunicação como eixo estratégico reforça o papel da informação qualificada na redução de estigmas e no engajamento social, aspectos centrais no manejo das CCNTs. O câncer sintetiza desafios estruturais dessas condições, como trajetórias de cuidado prolongadas, necessidade de coordenação assistencial e elevado impacto socioeconômico. Nesse cenário, iniciativas inovadoras têm potencial de influenciar tanto os desfechos em saúde quanto a organização dos serviços, qualificando a experiência das pessoas ao longo do cuidado. Ao reconhecer projetos com impacto mensurável e articulação com políticas públicas, o prêmio fortalece a conexão entre produção de conhecimento, prática assistencial e tomada de decisão, elemento-chave para avançar na agenda das CCNTs no Brasil. Por que participar Participar do prêmio representa uma oportunidade estratégica para posicionar iniciativas no debate nacional sobre CCNTs, especialmente em um contexto em que inovação, evidência e comunicação qualificada são determinantes para avançar no manejo do câncer. Projetos com potencial de escala, sustentabilidade e impacto real tendem a ganhar visibilidade e contribuir para transformações estruturais no cuidado. Serviço — inscrições abertas: Oportunidade: Prêmio Marcos Moraes de Pesquisa e Inovação 2026 Organização: Fundação do Câncer Público elegível: profissionais, pesquisadores, instituições, serviços de saúde e organizações da sociedade civil Período dos projetos: iniciativas desenvolvidas entre 2021 e 2026 Categorias: promoção da saúde e redução de riscos, cuidados paliativos, iniciativas científicas e comunicação em câncer Formato: submissão online Prazo de inscrição: de 13 de abril a 21 de junho de 2026 Fonte: Prêmio Marcos Moraes 2026

  • Diretriz inédita qualifica o manejo de Câncer e Obesidade

    Já está disponível a Diretriz de Câncer e Obesidade, desenvolvida a partir de um board liderado pelo Instituto Oncoguia, reunindo 13 organizações. O material se consolida como um recurso técnico estratégico para profissionais e gestores que atuam com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs), ao abordar de forma integrada a relação entre obesidade e câncer, com implicações diretas no manejo clínico e na organização do cuidado. Imagem: Divulgação Oncoguia A diretriz sistematiza evidências científicas e recomendações práticas, oferecendo subsídios para qualificar a tomada de decisão em diferentes pontos da linha de cuidado. Ao tratar a obesidade como uma condição que impacta risco, prognóstico e resposta ao tratamento oncológico, o documento amplia o olhar tradicional e reforça a necessidade de abordagens interdisciplinares e contínuas. Em um contexto de crescente prevalência da obesidade no Brasil, o material contribui para enfrentar lacunas recorrentes, como fragmentação assistencial, ausência de protocolos integrados e invisibilização de fatores associados ao estigma, que interferem diretamente na qualidade do cuidado. Como aplicar na prática do cuidado A construção do documento a partir de um board multidisciplinar — incluindo especialistas de áreas como oncologia, nutrição, psicologia e atividade física — reforça a centralidade de um cuidado que considere múltiplas dimensões da saúde. Isso se traduz em recomendações que podem ser incorporadas em linhas de cuidado, protocolos institucionais e práticas assistenciais. Entre os principais aportes, destacam-se a integração entre níveis de atenção, a necessidade de personalização do cuidado e a incorporação de determinantes sociais e comportamentais no manejo. A diretriz também avança ao reconhecer explicitamente o impacto do estigma relacionado ao peso, propondo abordagens que favorecem maior adesão e melhores desfechos. Para gestores, o recurso pode apoiar a estruturação de políticas e fluxos assistenciais mais integrados. Para profissionais, funciona como base para decisões clínicas mais qualificadas e alinhadas às evidências. Por que incorporar esse recurso Em um cenário em que as CCNTs exigem respostas cada vez mais coordenadas, a diretriz se apresenta como um instrumento para revisão de práticas, qualificação do cuidado e alinhamento com abordagens contemporâneas. Sua utilização pode contribuir para fortalecer estratégias de manejo mais integradas, equitativas e centradas nas pessoas, especialmente em contextos onde obesidade e câncer coexistem e demandam respostas articuladas. Fonte: Oncoguia

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