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1641 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Instituto Cyrela lança edital para premiar OSCs - inscrições até 12/3/2021

    Desde o início da pandemia do COVID-19, o Instituto Cyrela optou por redirecionar parte do orçamento de investimento social para ações emergenciais de combate aos efeitos da pandemia. Com a crise gerada pela pandemia se agravando, tanto do ponto de vista da saúde quanto da economia, o Instituto lançou o edital Lado a Lado. O Terceiro Setor foi amplamente afetado, principalmente as pequenas organizações sociais. Segundo o Estudo de Impacto da COVID-19 nas OSCs Brasileiras, realizado pelas consultorias Mobiliza e Reos Partners, 73% das OSCs foram impactadas negativamente com a pandemia, principalmente quanto à captação de recursos, aumentando a probabilidade de interrupção definitiva das atividades ainda neste ano. Assim, reforçando e acreditando no papel importante que as organizações sociais exercem na sociedade brasileira, o Instituto Cyrela oferece este edital para proporcionar a doação de 30 (trinta) prêmios de R$12 mil (doze mil reais) cada, para organizações sociais, com o objetivo de contribuir para a sustentabilidade operacional de cada organização premiada. Saiba mais sobre o edital Lado a Lado.

  • OMS lança edital para iniciativas inovadoras de DCNTs - inscrições até 8/4/2021

    O Mecanismo de Coordenação Global de NCDs da Organização Mundial da Saúde (OMS) está lançando o primeiro ciclo do NCD Lab - uma nova plataforma para acelerar soluções inovadoras para o progresso das DCNTs e os ODS relacionados às DCNTs. A plataforma está buscando inscrições para projetos que proponham mudanças que reúnam as partes interessadas para enfrentar uma série de desafios das DCNTs. Os laboratórios se concentrarão nas DCNTs e em seus fatores de risco e determinantes. O esperado é que isso produza novas ferramentas para aumentar a conscientização sobre as DCNTs e ajude a identificar iniciativas inovadoras e transversais para ajudar a reduzir a carga global das DCNTs e das condições de saúde mental. O primeiro ciclo está aberto para inscrições até 8 de abril de 2021. Os candidatos devem ser um indivíduo ou grupo de indivíduos, e não podem se inscrever em nomes de entidades. Acesse o edital completo aqui.

  • Rockefeller Philanthropy Advisors - Novas estratégias na filantropia

    As estratégias usadas na filantropia estão se tornando cada vez mais assunto de discussões ponderadas dentro de organizações filantrópicas, causando uma mudança dos modelos de perpetuidade e das abordagens padrão. A Rockefeller Philanthropy Advisors está explorando como essas decisões estão sendo tomadas e como elas impactam a abordagem geral e as operações dos doadores e suas instituições. Para auxiliar os doadores e conceder novas visões, a Rockefeller lançou dois novos recursos: Principais Tendências e Considerações Estratégia em Ação Em 2020 foi realizada uma pesquisa que avaliou, em dois relatórios distintos, o funcionamento interno, tendências, práticas e desafios da filantropia familiar e institucional em uma escala global por meio de lentes de horizonte de tempo. Esta é a única pesquisa global sobre filantropia que inclui opiniões não apenas sobre as razões para doar, mas também sobre as causas, geografias, horizontes de tempo, tomada de decisão e envolvimento da próxima geração. Acesse o material completo sobre novas estratégias de filantropia.

  • Prêmio Força-Tarefa da ONU 2021 - inscrições até 17/4/2021

    A Força-Tarefa Interinstitucional das Nações Unidas para a prevenção e manejo de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) está convocando candidaturas para os Prêmios 2021 para reconhecer as realizações durante 2020 em ações multissetoriais na prevenção e manejo de DCNTs, saúde mental e outras condições relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os prêmios serão concedidos em quatro categorias: Ministérios da saúde e agências governamentais de saúde; Ministérios e agências governamentais fora da saúde; Times da ONU; Organizações não governamentais, universidades e fundações. Não são permitidas nomeações para indivíduos e os indicados devem demonstrar uma contribuição notável para a ação multissetorial na prevenção e controle de DCNTs, saúde mental ou outros ODS relacionados a DCNTs em nível local, nacional, regional ou internacional. O pedido deve descrever como a instituição, agência ou organização indicada demonstrou capacidade para: Criar abordagens e atividades novas e inovadoras; Liderar a agenda e trabalhar com parceiros; Mobilizar recursos, conhecimento e experiência; Enfrentar desafios e superar obstáculos significativos; Servir de exemplo para os outros. É encorajado ações realizadas por crianças e grupos de jovens, bem como aqueles que trabalham com comunidades minoritárias e ações sobre os ODS relacionados a DCNTs durante a pandemia COVID-19. Acesse o edital completo aqui e tenha mais informações.

  • NCD Alliance: Repensando o impacto social no contexto de DCNTs

    O documento lançado pela NCD Alliance tem como objetivo fornecer uma melhor compreensão de como colocar a pessoa que tem uma doença crônica não transmissível (DCNT) no centro do seu cuidado pode melhorar os impactos sociais e modelos de negócios sociais que ajudam a impulsionar o progresso em direção ao acesso sustentável e equitativo aos cuidados de DCNT para todos. Os objetivos são: Descrever as limitações das abordagens existentes para melhorar o acesso aos cuidados e enfatizar a necessidade de revisitar o conceito de impacto social no contexto das DCNTs; Destacar o valor de uma abordagem centrada nas pessoas para fornecer programas de saúde sólidos para alcançar melhores resultados de saúde para pessoas que vivem com DNTs; Propor uma estrutura conceitual para revisar onde e como os programas de impacto social estão adotando uma abordagem centrada nas pessoas para a implementação ou ampliação de iniciativas ou programas de acesso às DCNTs. Este documento para discussão foi desenvolvido pela NCD Alliance como parte de seu trabalho com o NCD Alliance Supporters Group e graças a uma bolsa da Eli Lilly and Company. Foi supervisionado, desenvolvido e escrito por Tiphaine Lagarde, Manjusha Chatterjee e Cristina Parsons Perez (NCD Alliance). Acesse o documento na íntegra aqui. Fonte: https://ncdalliance.org/resources/rethinking-social-impact-in-the-context-of-ncds-to-advance-a-people-centred-approach-to-access

  • NCD Alliance lança relatório sobre a necessidade de uma agenda de DCNTs inclusiva

    As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são a causa mais comum de morte e incapacidade em todo o mundo, e desde 2010, elas têm ganhado cada vez mais atenção política. A atual agenda global das DCNTs foi desenvolvida através de reuniões das Nações Unidas de 2011, 2014 e 2018 - Reuniões (UN HLMs) sobre DNTs, o Plano de Ação Global da OMS para a Prevenção e Controle de DCNTs e a Estrutura de Monitoramento Global de DCNTs, bem como o Desenvolvimento Sustentável Objetivos (ODS) da Agenda 2030. Este impulso político de alto nível foi necessário para uma resposta às DCNTs globalmente coordenada e tem sido um grande impulsionador de ações e recursos para prevenção e manejo de DCNTs. Dez anos depois do UN HLM inicial sobre as DCNTs, há uma demanda crescente para evoluir com a agenda com uma intenção dupla: acelerar a ação na atual agenda "5x5" onde o progresso tem sido globalmente insuficiente, enquanto também explora a oportunidade para uma abordagem mais inclusiva que não deixa ninguém para trás, um princípio fundamental da Agenda 2030. Como o mundo pretende se recuperar melhor da pandemia COVID-19, há uma oportunidade de desenvolver os compromissos e a agenda atuais para reconhecer os muitos milhões de pessoas que vivem com várias DCNTs e / ou DCNTs diferentes das principais condições e garantir que a agenda incluirá todas as idades, inclusive pessoas com menos de 30 ou mais de 70 anos. Acesse o relatório da NCD Alliance aqui.

  • OMS: Fortalecendo a prestação de serviços de DCNTs através da Cobertura Universal de Saúde

    Todos os países, independentemente da situação econômica ou política, enfrentam desafios em fornecer às suas populações Cobertura Universal de Saúde (UHC) e serviços de saúde acessíveis e de alta qualidade. O aumento da prevalência de DCNTs é uma faceta importante desse desafio. Cumprir os compromissos globais para expandir a cobertura dos serviços de UHC é improvável sem uma ação conjunta sobre as DCNTs. Para progredir na expansão da UHC, no ano passado a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou uma mesa redonda estratégica sobre o fortalecimento da prestação de serviços de DCNTs por meio de pacotes de benefícios de UHC. Reunindo especialistas em saúde dos Ministérios da Saúde, OMS e outros parceiros, incluindo RTI International, Banco Mundial e Instituto de Finanças de Saúde, a mesa redonda revisou e compartilhou experiências de inclusão e priorização de DCNTs em pacotes de benefícios de saúde. A reunião foi concluída com a criação de um roteiro de etapas estratégicas para desenvolver uma orientação global sobre como as DCNTs podem ser incluídas nos pacotes de benefícios da UHC. O relatório dessa reunião conta com a apresentação de estudos de caso de países, orientação de especialistas e detalhes sobre o desenvolvimento do roteiro. Acesse o relatório completo.

  • OMS lança novas ferramentas para ajudar a construir programas eficazes contra o câncer infantil

    No dia Internacional do Câncer Infantil (15/2) a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um conjunto de ferramentas para ajudar os países a melhorar o diagnóstico e o tratamento do câncer infantil. O pacote inclui um guia “como fazer” para formuladores de políticas, gerentes de programas de controle do câncer e gerentes de hospitais; uma ferramenta de avaliação para informar a implementação; e um portal online multilíngue para compartilhamento de informações. As novas ferramentas apoiarão os países na implementação da abordagem CureAll, adotada pela Iniciativa Global para o Câncer Infantil da OMS. A iniciativa, lançada em 2018, visa alcançar pelo menos 60% de sobrevivência para câncer infantil em todo o mundo até 2030. Atualmente, as crianças que vivem em países de alta renda têm 80% de chance de cura, enquanto menos de 30% das crianças diagnosticadas com câncer em muitos países de renda baixa e média (LMICs) sobrevivem. Durante os últimos dois anos, a Iniciativa Global, apoiada pelo Hospital St. Jude Children's Research, um Centro Colaborador da OMS nos Estados Unidos da América, tornou-se ativa em mais de 30 países e se beneficia da participação de mais de 120 parceiros globais. Em todas as regiões, a OMS / EURO traçou passos da Federação Russa para fundir a hematologia pediátrica e a oncologia pediátrica em uma especialidade médica, como um exemplo inspirador de como os sistemas de saúde e educação dos países podem se adaptar a novos métodos e salvar a vida das crianças. A Região também anunciou seu primeiro Embaixador do Câncer, Sr. Aron Andersen, que trabalhará com a OMS / EURO em uma série de atividades de defesa e conscientização, para reduzir os fatores de risco para o câncer. Confira no vídeo abaixo uma conversa sobre o câncer, entre Aron Anderson e a Dra. Marilys Corbex da OMS. Soluções para todas essas questões são fornecidas no novo guia “como fazer”, que se baseia em quatro pilares: centros de excelência com caminhos de referência definidos e mão de obra treinada; inclusão do câncer infantil em pacotes de benefícios nacionais para cobertura universal de saúde; padrões de tratamento baseados em evidências e ajustados à capacidade local; sistemas de informação robustos para monitoramento contínuo do desempenho do programa. Estudos de caso de países que começaram a implementar a abordagem CureAll, como Gana, Peru e Uzbequistão, também estão incluídos. Acesse o material completo aqui.

  • Guia de Obesidade para Comunicadores 2021

    Mesmo em um ano conturbado como foi 2020, a Novo Nordisk, empresa global de saúde voltada ao tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, seguiu empenhada no objetivo de melhorar a qualidade de vida de pessoas com obesidade. Mais do que nunca, é preciso olhar para a obesidade como uma condição crônica e dar suporte para as pessoas que a enfrentam. Trazer, cada dia mais, a discussão para o campo da saúde e falar sobre obesidade de forma simples, humana e respeitosa é primordial para esta conscientização, ainda mais em tempos complicados onde a desinformação e o estigma ainda controlam boa parte dos conteúdos sobre esse tema no Brasil e no mundo. Mudar o cenário da obesidade ainda é um caminho longo, mas com o lançamento deste guia, espera-se que esse caminho seja encurtado. O guia procura oferecer informação relevante sobre como tratar a comunicação da obesidade e, principalmente, reforçar o respeito com as pessoas que convivem com essa condição. O Saúde Não Se Pesa, movimento criado em 2016 em parceria da Novo Nordisk com a ABESO, é um movimento de conscientização da obesidade presente em diversos canais digitais e voltado para o público em geral. Todos estes esforços somados, com certeza, ajudarão a reduzir o preconceito no tratamento da obesidade e a aumentar a qualidade de vida das pessoas. Acesse o guia completo aqui.

  • Programa Saúde na Escola - inscrições até 19/3/2021

    O Programa Saúde na Escola (PSE) visa à integração e articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população brasileira. O objetivo é contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens da rede pública de ensino. O público beneficiário do PSE são os estudantes da Educação Básica, gestores e profissionais de educação e saúde, comunidade escolar e, de forma mais amplificada, estudantes da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). No novo ciclo, gestores que firmarem a pactuação poderão também aderir ao Crescer Saudável e manifestar interesse na Estratégia NutriSUS. Ao aderir, os municípios recebem um recurso para custeio das ações, conforme estabelecido na Portaria nº 1.055/2017. As equipes da atenção primária em saúde e as equipes das escolas da rede básica de ensino devem se articular localmente para o desenvolvimento das ações previstas no programa. Até 19 de março de 2021, todos os municípios brasileiros poderão participar do Programa Saúde na Escola, no atual ciclo, 2021/2022. Saiba mais sobre o Programa Saúde na Escola.

  • OMS publica diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população em todo o mundo fosse mais ativa. Em um momento em que a pandemia do COVID-19 obriga as pessoas a ficarem em casa, a OMS publicou novas diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário, que enfatizam que todas as pessoas, de todas as idades e habilidades, podem ser fisicamente ativas e que todo tipo de movimento conta. As novas diretrizes recomendam pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos, incluindo quem vive com doenças crônicas ou incapacidade, e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. Estatísticas mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física suficiente. Globalmente, estima-se que isso custe US$ 54 bilhões em assistência médica direta e outros US$ 14 bilhões em perda de produtividade. A atividade física regular é fundamental para prevenir e ajudar no manejo de diversas doenças crônicas não transmissíveis como doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer, bem como para reduzir os sintomas de depressão e ansiedade, reduzir o declínio cognitivo, melhorar a memória e exercitar a saúde do cérebro. Segundo o diretor-geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus “ser fisicamente ativo é fundamental para a saúde e o bem-estar e pode adicionar anos à vida e vida aos anos. Cada movimento conta, especialmente agora que gerenciamos as restrições da pandemia de COVID-19. Devemos todos nos mover todos os dias - com segurança e criatividade”. Toda atividade física é benéfica e pode ser realizada como parte do trabalho, esporte e lazer ou transporte (caminhada, roda e bicicleta), mas também por meio da dança, brincadeiras e tarefas domésticas cotidianas, como jardinagem e limpeza. A OMS incentiva os países a adotarem as diretrizes globais para desenvolver políticas nacionais de saúde em apoio ao plano de ação global da OMS sobre atividade física 2018-2030. O documento foi aprovado por líderes globais de saúde na 71ª Assembleia Mundial da Saúde, em 2018, para reduzir a inatividade física em 15% até 2030. Acesse as diretrizes da OMS sobre atividade física e comportamento sedentário aqui. Fonte: https://www.paho.org/pt/noticias/26-11-2020-oms-lanca-novas-diretrizes-sobre-atividade-fisica-e-comportamento-sedentario

  • Webinar - Como prevenir as doenças do coração?

    As doenças cardiovasculares (infarto, AVC, hipertensão, colesterol alto) são a principal causa de mortes no Brasil e no mundo. Estima-se que 17,9 milhões de pessoas morram por doenças cardiovasculares a cada ano, representando 31% de todas as mortes em nível global. A fim de entender esse risco para a população e identificar estratégias de prevenção e tratamento de qualidade, FórumDCNTs convidou grandes especialista no tema para um webinar especial, no dia 11 de dezembro. Além das doenças cardiovasculares, a abordagem sobre seus fatores de risco modificáveis (tabaco, alimentação não saudável, sedentarismo e uso nocivo do álcool) será debatida. Os palestrantes interagirão com quem estiver assistindo, respondendo a perguntas e comentários. Não perca a oportunidade de participar! Assista à Gravação do Webinar Aqui! Assuntos Principais: - Por que as doenças cardiovasculares (infarto, AVC, etc.) causam tantos óbitos prematuros? É possível prevení-las? - O Brasil observou redução das mortes prematuras por doenças cardiovasculares nos últimos anos. Há risco de esta redução ser revertida com o aumento da prevalência de obesidade na população? - Há programas nacionais para melhorar prevenção e cuidados com doenças cardiovasculares (incluindo pressão e colesterol altos)? Como os cidadãos podem participar desses programas? Agenda: 15h00 - Abertura (Patricia Vieira de Luca, AHF e FórumDCNTs) (Vídeo) 15h15-15h20 - O que esperar quanto à prevalência e o impacto das doenças cardiovasculares com a pandemia e aumento da obesidade? (Profa. Dra.Deborah Malta, UFMG, GBD Brasil) (Vídeo) 15h25-15h30 - Por que as doenças cardiovasculares ainda causam tantas mortes prematuras? Há como reverter esse quadro? (Dr. Luiz Bortolotto, SBH e InCor/FMUSP) (Vídeo) 15h35-15h40 - Há planos nacionais para prevenção e cuidados com doenças cardiovasculares (incluindo pressão arterial e colesterol altos)? (Dra. Luciana Sardinha, Ministério da Saúde) (Vídeo) 15h45-15h50 - Quais políticas públicas e comportamentos podem frear o desenvolvimento exacerbado das doenças cardiovasculares? (Mônica Andreis, ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) 15h55-16h30 - Debate & Perguntas do público (Patricia Vieira de Luca, AHF e FórumDCNTs) (Vídeo) Debatedores: Profa. Dra. Deborah Carvalho Malta, MD, MSc, PhD (UFMG, GBD Brasil) Professora Associada e pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG. Possui Pós-Doutorado (Universidade Nova de Lisboa), Doutorado em Saúde Coletiva (Universidade Estadual de Campinas), Mestrado em Saúde Pública (UFMG), Graduação em Medicina (Universidade Federal de Juiz de Fora), residência médica em Pediatria e Medicina Social. Trabalhou como diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde por 12 anos e coordenou inquéritos nacionais, como a Pesquisa Nacional de Saúde, o Vigitel, Pense e o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil, 2011- 2022. Coordena o Grupo de Pesquisa do GBD Brasil. Dra. Luciana Monteiro Vasconcelos Sardinha, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade de Brasília, Especialização em Epidemiologia pela Universidade de Brasília e Especialização em Gestão Governamental pela UPIS, Mestrado em Saúde Pública pela Universidade de Brasília e Doutora em Epidemiologia pela Universidade de Brasília. Foi Consultora Nacional para doenças crônicas não transmissíveis da Organização PanAmericana de Saúde/Organização Mundial de Saúde e atualmente é Coordenadora Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, atua também como professora titular do curso de medicina do UNICEUB na área de saúde pública do idoso. Prof. Dr. Luiz Aparecido Bortolotto, MD, MSc, PhD (SBH e InCor/FMUSP) Professor livre-docente colaborador médico junto ao Departamento de Cardiopneumologia da FMUSP. Coordenador Técnico do Programa de Residência Multiprofissional em Prevenção e Terapêutica Cardiovascular pela FMUSP. Diretor da Unidade Clínica de Hipertensão, InCor-HCFMUSP. Graduou-se em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 1984. Doutorou-se também pela FMUSP em 1996. Faz parte do Programa de Tutoria Promovido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Diretor da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Mônica Andreis, MSc (ACT Promoção da Saúde) Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, Brasil. Especialista em Psicologia Hospitalar. Cofundadora e atual Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, uma organização não-governamental sem fins lucrativos criada para apoiar a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS. A ACT atua hoje com controle do tabaco, promoção da alimentação adequada e saudável, prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Membro da Diretoria da Framework Convention Alliance (FCA) de 2014 a 2016. Membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 no Brasil. Moderadora: Patricia Vieira de Luca, MSc (AHF e FórumDCNTs) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Foi presidente e atualmente é Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Assista à Gravação do Webinar Aqui!

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