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  • OMS divulga estratégias para “Build Back Better” no enfrentamento à DCNTs e se atingir a ODS 3.4"

    Mais da metade de todos os países não conseguirá cumprir a meta 3.4 dos ODS até 2030. Por todas as medidas, a redução de um terço da mortalidade prematura devido a doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) pode e deve ser alcançada por meio da prevenção e tratamento. A vontade política e a liderança existem e, em muitos casos, uma estratégia coerente de DCNTs está em vigor. Mas embora seu papel seja vital, essas estratégias precisam ser traduzidas em planos de ação com custos que reúnam atores públicos e privados para trabalhar ao lado dos governos. Cada parte da sociedade deve assumir a responsabilidade de preencher a lacuna de financiamento de um trilhão de dólares e encontrar maneiras criativas de trazer melhores resultados de saúde para as DCNTs. Neste primeiro vídeo especialistas discutem sobre como progredir em direção a este objetivo ambicioso, oferecendo diferentes perspectivas não apenas sobre a importância de um plano de ação robusto, mas sobre o que é necessário para implementar tais planos ambiciosos. Uma avaliação rápida da OMS da prestação de serviços para DCNTs, durante a pandemia de COVID-19, concluiu que a pandemia interrompeu gravemente a prestação de serviços para prevenir e tratar DCNTs em quase 80% dos países pesquisados. Portanto, a interação entre o COVID-19 e as DCNTs revelou como é crucial abordar as causas subjacentes da pandemia de DCNTs que estão alimentando a mortalidade do COVID-19. O vídeo abaixo trouxe a experiência única de governos, sociedade civil, pessoas que vivem com DCNTs e da indústria ao redor da mesa para discutir as lições aprendidas com a crise e a amplitude da abordagem de longo prazo e os investimentos necessários para garantir uma resposta eficiente às DCNTs. O Plano de Ação Global para Vidas Saudáveis ​​e Bem-Estar para Todos reúne 12 agências multilaterais de saúde, que buscam desenvolvimento humanitário, para melhor apoiar os países e acelerar o progresso em direção às ODS relacionadas à saúde. Sob o Plano de Ação Global, as agências estão alinhando melhor seu trabalho para reduzir as ineficiências e fornecer um apoio mais simplificado aos países e fóruns para compromissos internacionais com a saúde, como a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Cobertura Universal de Saúde e a Conferência de Astana sobre Cuidado na Saúde Primária. No vídeo, representantes das agências signatárias apresentaram atualizações sobre o Plano de Ação e seus desafios e sucessos.

  • Sistema de Telerrastreio para COVID-19 da UFBA protege pessoas com DCNTs

    Abaixo vídeo e resumo do artigo recém publicado com resultados preliminares da iniciativa. Resumo do Artigo: O presente relato de experiência tem como objetivo descrever a concepção e os dados preliminares da implementação de um programa de telerrastreio e telemonitoramento da covid-19 para usuários do Sistema Único de Saúde com condições de risco para agravamento. Foi implantado um sistema de telerrastreio por meio do qual estudantes de graduação na área da saúde contactam os pacientes via telefone, conforme periodicidade e critérios predefinidos, para monitorar a evolução do quadro. Em oito semanas, foram realizadas 2.190 tentativas de contato remoto com indivíduos de cinco unidades de saúde. O número efetivo de indivíduos monitorados no momento da escrita deste artigo é de 802. Link para artigo na íntegra. Figura Fluxograma do telerrastreio da covid-19 em pacientes da atenção primária à saúde que possuem condições de risco para o desenvolvimento de quadro grave, no município de Vitória da Conquista - Bahia (www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102020000100703&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt). Veja também o teleatendimento do CEDEBA para pessoas com diabetes do estado da Bahia: www.saude.ba.gov.br/2020/07/08/pandemia-encurta-caminho-do-cedeba-para-a-telemedicina/

  • Consulta pública para pessoas com DPOC - participe até 29/10

    O objetivo desta carta de recomendação é mobilizar stakeholders para que contribuam, através de suas demandas, na consulta pública (CP) de número 52: Broncodilatadores antagonistas muscarínicos de longa ação (LAMA) + agonistas beta2 adrenérgicos de ação longa (LABA) para o tratamento de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Esse tipo de manifestação é uma estratégia que visa promover um amplo debate para o melhor tratamento das pessoas com DCNTs no Brasil. O Fórum não defende a unilateralidade do discurso e as premissas das ODS 17 e 3.4. sempre norteiam a elaboração do conteúdo. O Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), iniciativa proposta em 2017 pelo Public Health Institute (PHI), reúne parcerias entre as principais organizações não governamentais (ONGs), empresas da área de saúde, universidades e órgãos do governo. Dentre seus temas abordados, dentro das DCNTs, está a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC. Segundo dados do Ministério da Saúde, a DPOC é considerada a quarta principal causa de morte no mundo, prevendo-se que alcance a terceira posição em 2020. No Brasil, é a terceira causa de morte entre as doenças crônicas não transmissíveis, com um aumento de 12% no número de mortes entre 2005 e 2010. Isso representa atualmente quase 40.000 óbitos anuais. A DPOC causa impacto na qualidade de vida e absenteísmo àqueles acometidos e aos seus cuidadores, e tem causas variadas, demandando ações preventivas tanto ambientais como comportamentais. Sendo assim, o FórumDCNTs parabeniza a iniciativa de incorporação de mais uma classe de medicamentos como primeiro passo para a atualização do PCDT de DPOC, o que permitirá melhorar o tratamento e prolongar a expectativa de vida de pessoas acometidas, e se coloca à disposição para contribuir com seu aprimoramento e posterior implementação. Abaixo, pontos relevantes que foram analisados e recomendações elaboradas. Foi demonstrado no relatório técnico que a associação LAMA/LABA diminui a frequência de picos de piora da doença (exacerbações) e a dificuldade de respirar, muito importante na melhora da qualidade de vida de pessoas com DPOC. Vimos com bons olhos a incorporação de mais uma alternativa de medicamento no SUS, que acrescentará maiores possibilidades de qualidade de vida àqueles que não conseguem arcar com as custas do tratamento. Apesar das diferenças apresentadas no impacto orçamentário pelas diferentes moléculas analisadas, com base nos preços atuais, entendemos ser de suma importância a incorporação da classe de medicamentos, e não de apenas uma molécula específica, o que torna muito arriscado que a elevação do preço dessa molécula, redução do preço de outras moléculas da mesma classe ou mesmo novos resultados de pesquisa tornem a compra de outra molécula não incorporada mais adequada. Portanto, recomendamos que seja incorporada a classe LAMA e não apenas uma das moléculas, facilitando a ampla concorrência do setor, que de forma salutar podem reduzir as custas do poder público, permitindo que a decisão aconteça nos pregões. Chamou-nos a atenção a falta de participação de associações de pessoas com DPOC, bem como seus cuidadores e especialistas responsáveis pelo seu atendimento na reunião da CONITEC, para que as decisões pudessem ser adequadamente validadas. Sugerimos, tanto para essa como para futuras reuniões sobre incorporação de tecnologias, o convite a representantes dessas classes de stakeholders. No caso específico de DPOC, a avaliação dos dispositivos que serão disponibilizados por usuários seria fundamental para garantir incorporação adequada de tecnologia que contará com adesão. Outro ponto que nos preocupa é a polifarmácia, já demonstrada como limitador de adesão em diferentes estudos. No caso desta incorporação, a revisão técnica mostrou menor custo na incorporação de moléculas LAMA/LABA em dispositivo único, o que acreditamos poderia aumentar a adesão. Contudo, surpreendeu-nos a recomendação no fim da reunião de se incorporar em separado o dispositivo de LAMA (vide trecho abaixo). “... . Ou seja, com base nos atuais parâmetros, o LAMA mais atrativo é de umeclidínio. Independentemente disso, comparando esse cenário com o anterior é possível perceber que a incorporação dos LAMA/LABA em dispositivo único proporciona menor impacto financeiro. O impacto orçamentário para este cenário é exibido nos Quadros 38-40”...(pg 77 - relatório técnico CONITEC, 2020). Portanto, recomendamos que essa posição volte a ser analisada com cuidado, visto que a necessidade de medicação dupla (LAMA/LABA) é recomendada para casos não respondentes a monoterapia (LABA), além do menor impacto orçamentário com dispositivo único como apresentado no relatório técnico. Por fim, o FórumDCNT enfatiza que é importante que todos se manifestem nesta Consulta Pública, com grande envolvimento de associações de pessoas com DPOC, cuidadores, grupos de sociedades científicas em um formato multidisciplinar (fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, nutricionistas) e pactuação com os estados para a elaboração da atualização do PCDT de DPOC e versão final para nova consulta pública. Esperamos em breve a atualização do PCDT de DPOC com melhorias em relação ao PCDT atual, especialmente em termos de diagnóstico, monitoramento e tratamento descentralizados da DPOC, capacitação da Atenção Primária, e claras e efetivas medidas de prevenção primária, secundária e terciária. Cordialmente, FórumDCNTs São Paulo, 14 de outubro de 2020. Referências CONITEC, 2020. Relatório para a sociedade. Fonte: BRONCODILATADORES ANTAGONISTAS MUSCARÍNICOS DE LONGA AÇÃO (LAMA) + AGONISTAS BETA2-ADRENÉRGICOS DE LONGA AÇÃO (LABA) PARA CONITEC, 2020. Relatório técnico. Fonte: Broncodilatores Antagonistas Muscarínicos de Longa Ação (LAMA) + Agonistas Beta2-Adrenérgicos de Longa Ação (LABA) para o Para contribuir: http://conitec.gov.br/consultas-publicas ou http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=59721

  • Edital do Programa de Patrocínios Merck Brasil 2021 - Inscrições até 30/11/2020

    Este Edital é destinado à inscrição de projetos de Associações de Pacientes. Entende-se por Associação de Pacientes: organizações que atuam no acolhimento, disseminação de informações de qualidade sobre diversas patologias e contribuem para melhorar as condições e o acesso das pessoas ao diagnóstico precoce e correto, aos tratamentos disponíveis e qualidade de vida. Além disso, estes grupos trabalham para dar visibilidade às vidas de pessoas que convivem com determinadas condições, em busca de melhores políticas públicas e privadas para o tratamento das mesmas. Programa de Patrocínios é um processo seletivo com abertura das inscrições no dia 21/10/2020 e encerramento no dia 30/11/2020. Tem por objetivo definir projetos a serem apoiados pela Merck em 2021, por intermédio da chamada pública, com inscrições pela internet, a serem analisados por Comissões de Seleção Internas. O investimento social aplicado a cada projeto selecionado será destinado na forma de contratos de apoio e ou patrocínio e o seu processo se iniciará dentro do prazo de planejamento previsto pela Merck. Saiba mais sobre o Programa de Patrocínios Merck Brasil.

  • Programa Parcerias Municipais capacitará gestores públicos para prevenção de DCNTs

    A ACT Promoção da Saúde, membro do FórumDCNTs e representada por sua diretora - Mônica Andreis - em nossa Comissão Consultiva, assinou juntamente com o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, no Palácio dos Bandeirantes, um termo técnico firmando uma parceria no âmbito do Programa Parcerias Municipais, que capacitará gestores públicos para a prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). Participaram do evento o Coordenador do Programa Parcerias Municipais, Renan Bastianon; o Coordenador de Projetos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), Andrea Calabi; a Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, Monica Andreis, e a Coordenadora de Inovação e Estratégia da ACT, Marília Sobral Albiero. “O Parcerias Municipais objetiva melhorar os principais índices de segurança pública, educação e saúde em todo o estado de São Paulo. Hoje o programa faz uma importante parceria com a sociedade civil através da ACT, que é uma entidade que têm experiência em prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, esclareceu o Secretário Marco Vinholi. Essa é a primeira vez que o Programa Parcerias Municipais firma acordo com entidade do Terceiro Setor. A cooperação objetiva a capacitação de mil gestores públicos por meio de curso no formato online, em linha sobre apoio público a política específica (“advocacy”) e prevenção e controle de DCNT’s. O objetivo é possibilitar que os municípios adotem políticas públicas eficazes de curto, médio e longo prazo. O programa de capacitação será lançado em fevereiro de 2021. “Nós sabemos que boa parte dessas doenças podem ser evitadas mediante prevenção e controle dos seus fatores de risco, então para nós é uma grande satisfação ver a prioridade que o Governo do Estado de São Paulo concede a esse tema por meio do Programa Parcerias Municipais”, afirmou a Diretora Executiva da ACT Promoção de Saúde, Monica Andreis. Fonte: https://www.sdr.sp.gov.br/5257/

  • 2º Festival de Cinema sobre saúde para todos da OMS - Inscrições até 30/01/2021

    O Festival de Cinema Saúde para Todos tem como objetivo colocar o poder da narrativa nas mãos dos cineastas e mostrar o papel de indivíduos e comunidades como defensores da saúde e do bem-estar. Em cada categoria abaixo, serão aceitos qualquer tipo, gênero e estilo: documentários curtos ou filmes de ficção (3 a 8 minutos de duração) vídeos curtos para mídias sociais ou filmes de animação (1 a 5 minutos de duração). Confira as categorias: Cobertura universal de saúde (UHC) - com foco em filmes sobre saúde mental, doenças não transmissíveis (DCNT) e outras histórias de UHC relacionadas a doenças transmissíveis que não fazem parte das emergências. Emergências de saúde - com filmes sobre COVID-19, ebola, socorro em desastres, saúde em zonas de guerra. Melhor saúde e bem-estar - com filmes sobre os determinantes ambientais e sociais da saúde, incluindo nutrição por exemplo, além de filmes sobre promoção da saúde. Três prêmios especiais também serão atribuídos a partir das categorias descritas acima com base nas seguintes condições de produção: Prêmio estudante Filme educativo sobre saúde para jovens Um pequeno vídeo projetado exclusivamente para uso nas redes sociais As inscrições estarão abertas de 24 de outubro de 2020 a 30 de janeiro de 2021. Saiba mais sobre o festival.

  • Capacitação de Organizações de DCNTs 2020

    O FórumDCNTs anuncia a abertura das inscrições de 10/08/2020 até 18/9/2020, do processo seletivo para a Capacitação de Organizações que combatem as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). Temos por objetivo capacitar os tomadores de decisão das organizações e movimentos na consolidação das e eficácia no trabalho desenvolvido. Com workshops voltados a qualidade das ações de gestão, captação e sustentabilidade, implementação, desenvolvimento e avaliação de projetos. *Evento gratuito, online e aceitaremos inscrições de todo o país Ocorrerá no dia 6 de outubro de 2020 das 8h30 às 17h. Agenda: 8h30-9h00 – Abertura (Vídeo) 9h00-10h30 - Workshop 1 - A importância da Transparência da Organização: Relatório de Atividades (Erico Vasconcelos) (Vídeo) a. Impactos da transparência b. Alinhamento entre missão e posicionamento da entidade c. Cases e atividade prática 10h30 - Coffee-break 10h45 - Workshop 1 - A importância da Transparência da Organização: Relatório de Atividades (Ricardo Lauricella) (Vídeo) d. Elaboração e desenvolvimento de relatórios de atividade e contábil 12h00 – Almoço 13h00-16h00 – Workshop 2 - Criatividade e Planejamento para Garantir a Sustentabilidade da Entidade durante a Crise. a. Projetos: definição de objetivos, indicadores, monitoramento e publicação dos resultados. (Marina Zavanella) (Vídeo) b. Captação: Desafios e oportunidades durante a crise (Patricia Lobaccaro) (Vídeo) 16h00 – Encerramento e certificados. (Vídeo) Facilitadores Erico Vasconcelos (UniverSaúde) É mestre em odontologia pela Universidade de São Paulo, especialista em Terapia Comunitária, em liderança e desenvolvimento gerencial de organizações de saúde e MBA em gestão de pessoas. Participou como dentista e como gestor no Ministério da Saúde da elaboração de políticas nacionais destinadas à atenção à Saúde Bucal, à criação do prontuário eletrônico do cidadão e à melhoria do acesso e da qualidade da Atenção Primária à Saúde. Fundo a UniverSaúde em 2017, uma startup de saúde e educação que auxilia gestores a terem mais eficiência nos projetos associando informação e inteligência com tecnologias digitais onde atualmente é o CEO. Ricardo Lauricella (Fleximedical Soluções em Saúde) Graduado em Comunicação Social e Jornalismo, com Pós-graduações em Comunicação Corporativa e Gestão no 3º Setor, trabalha há mais de 15 anos nas atividades de planejamento e interlocução com diferentes setores, especialmente na área da saúde. De 2010 a 2019 foi responsável no CIES Global pelo relacionamento institucional e governamental, com mapeamento, participação e acompanhamento de oportunidades, como os prêmios recebidos pelo CIES, e de fóruns e grupos de trabalho relacionados a finanças sociais e indicadores de impacto social. Comandou, como Superintendente, a OSC Turma do Bem e, atualmente é Head de Inovação e Comunicação na Fleximedical, além de criador e produtor do podcast A Causa. Marina Zavanella (Quintessa) Formada em administração de empresas FGV (Fundação Getúlio Vargas - EAESP), onde participou ativamente por 2 anos no movimento empresa júnior. Foi consultora de estratégia e branding, atuando em pesquisas de mercado, construção de propósito, posicionamento mercadológico e validação do modelo de negócio. Gestora de projetos no Quintessa desde o final de 2017, sendo responsável pelo desenvolvimento de diversos negócios como Projeto Redação, Já Entendi, Imaginie, Sala 2, além do programa de aceleração em parceria com Braskem. Patricia Lobaccaro (Consultora Global) É formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo e fez curso de gestão em non-profits em Harvard. Construiu carreira no campo do investimento social, articulando redes e iniciativas para fortalecer projetos transformadores no Brasil. Foi presidente e CEO da BrazilFoundation de 2010 a 2019, mobilizando mais de 35 milhões de dólares em apoio a mais de 500 organizações da sociedade civil no Brasil. Atualmente Patricia atua como consultora no setor social e faz parte do conselho de instituições sem fins lucrativos. Parceiro Corporativo:

  • Pesquisa Global: Assistência a Doenças Crônicas Durante a COVID-19 - participe até 9/10/2020

    A pesquisa está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Inovação em Saúde (Universidade de Auckland, Nova Zelândia) e pela Aliança Internacional de Organizações de Pacientes (IAPO). O objetivo é entender o impacto da COVID-19 nos cuidados primários de pessoas com doenças não transmissíveis (DCNT), do ponto de vista dos profissionais de saúde e dos pessoas que convivem com DCNT. São apenas 2-3 minutos para responder: https://redcap.nihi.auckland.ac.nz/surveys/?s=DM4RFFW9T3 A pesquisa busca entender o impacto da COVID-19 na atenção primária à saúde de pessoas com doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade. Suas opiniões e experiências são importantes para compreender as maneiras como a atenção primária é impactada e como é possível melhorar esse processo. A participação nesta pesquisa é totalmente voluntária. As informações compartilhadas serão anônimas e mantidas em sigilo. Após a pesquisa os dados serão analisados e um relatório será escrito. Esses dados serão apresentados em revistas científicas e por meio de apresentações em conferências científicas. As informações serão armazenadas por 6 anos após a conclusão do estudo e a pesquisa pode ser respondida até 09 de outubro. Participe do estudo!

  • ONGs, Movimentos e StartUps são Capacitados para o Combate das DCNTs

    Por Bruna Lima Na última terça-feira (6/10), o FórumDCNTs realizou a Capacitação de Organizações que combatem as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). A capacitação teve por objetivo capacitar os tomadores de decisão dessas organizações e movimentos na consolidação e eficácia no trabalho desenvolvido, através de workshops voltados a qualidade das ações de gestão, captação e sustentabilidade, e implementação, desenvolvimento e avaliação de projetos (acesse a agenda completa aqui). Nas boas vindas do evento tivemos as falas do coordenador geral da atividade, o Sr. Ricardo Lauricella, co-fundador do FórumDCNTs e Head da FlexiMedical, e do Dr. Mark Barone, fundador e coordenador geral do FórumDCNTs. Dentre os pontos por eles destacados estiveram o papel fundamental das organizações participantes na identificação de carências dos sistemas de saúde, proposição e desenvolvimento de soluções, em sua maioria em parceria com intra e intersetoriais. Enfatizam, ainda, que neste momento de pandemia os desafios da saúde, especialmente no enfrentamento às DCNTs, foram severamente impactados e demandam respostas rápidas, efetivas e sustentáveis. Erico Vasconcelos, da UniverSaúde, iniciou o primeiro workshop com o tema "A importância da Transparência da Organização: Relatório de Atividades". Ele trouxe importantes experiências que vivenciou como gestor da saúde pública e mostrou a importância das ONGs para promover saúde; sendo de extrema importância ter transparência, principio da governança corporativa. Além disso, ONGs que elaboram bons relatórios e os divulgam, passam mais credibilidade conseguindo formar parcerias com maior facilidade. Trazendo para o contexto da pandemia, Erico colocou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) nesse momento e que os relatórios do Vigitel trazem dados importantes sobre as doenças crônicas não transmissíveis e mostram os desafios que serão enfrentados para conseguir combate-las. Erico Vasconcellos ainda destacou que a Gestão da Mudança pode ser a chave para motivar pessoas que trabalham em organizações de saúde, visto que o engajamento e a motivação são fundamentais para gerar comprometimento com resultados. Ainda na mesma temática, Ricardo Lauricella trouxe um exemplo prático de como devem ser feitos os relatórios das ONGs. Ricardo destacou que é importante investir em comunicação para divulgar as organizações e que o relatório deve ser detalhado e conter o balanço financeiro, para que se possa avaliar o gerenciamento da ONG e transmitir credibilidade para a captação de recursos. Um bom relatório também deve conter infográficos, imagens e depoimentos de pessoas da sociedade civil, pois esses elementos o aproximam do concreto. Alertou que os relatórios estão passando por diversas transformações para que possam ser atrativos, podendo, em alguns casos, ser em formato multimídia, como: vídeos e podcast. Ao final da exposição, Ricardo aplicou uma dinâmica separando os participantes em grupos, disponibilizando um template e pedindo que montassem um relatório para ser apresentado. Para encerrar, os grupos dividiram os seus relatórios com todos os participantes para o esclarecimento de dúvidas. O período da tarde foi iniciado com o workshop da Marina Zavanella, Quintessa, sobre "Definição de objetivos, indicadores, monitoramento e publicação dos resultados". Segundo ela, para que um projeto alcance os seus objetivos é fundamental ter em mente 3 elementos chave: a) começo, meio e fim; b) saber que irá gerar um resultado único; e c) será inédito. É importante também que o objetivo do projeto seja claro e as metas de médio e longo prazo estejam bem definidas, para que o seu planejamento e execução aconteçam. Destacou também a necessidade de alinhamento com o time todo e de se pensar nos imprevistos que podem surgir pelo caminho em como resolvê-los. Marina ressaltou que para facilitar o planejamento pode-se dividir o projeto em grandes etapas e, dentro dessas etapas, ter atividades com prazos bem definidos. Para conhecer a prática, foi feita uma atividade de planejamento de projetos com as organizações presentes. Os participantes preencheram uma planilha fornecida pela facilitadora, com o escopo e cronograma do projeto, para conhecer as etapas necessárias para um bom e eficaz planejamento. Segundo Marina, "a implementação deve ser sempre monitorada para se ter certeza que o caminho levará ao resultado final esperado". Para garantir isso é fundamental que o monitoramento e a avaliação estejam previstos desde o planejamento do projeto e que o acompanhamento inclua reuniões e encontros regulares com a todas equipe. Para encerrar a tarde da Capacitação, Patricia Lobaccaro, Consultora Global, facilitou um workshop sobre "Captação: Desafios e oportunidades durante a crise". Patricia destacou que momentos de crise é quando se deve estreitar as relações com os parceiros já existentes e construir novas parcerias através de relações pessoais que geram conexões entre com novas organizações e parceiros. Segundo ela, "é de extrema importância utilizar os canais de comunicação e as mídias sociais para valorizar e mostrar o seu trabalho, sem se preocupar em mostrar um trabalho perfeito, mas sim um trabalho bem elaborado e honesto". E, nunca esqueça de "valorizar suas conexões pessoais com doadores e parceiros, demonstre empatia e motive a sua equipe". Patricia comentou sobre alguns tópicos importantes para a captação de recursos ser efetiva. São eles: Priorize a comunicação pessoal; Reafirme a sua missão e seu impacto; Motive a sua equipe; e Use imagens em sua campanha para gerar conexão. Ela destacou, ainda, que os eventos virtuais, que estão em alta, podem ser muito positivos por conseguirem alcançar mais espectadores e, com isso, engajar mais pessoas. O FórumDCNTs foi idealizado em 2016 e tem como objetivo reunir lideranças dos setores público, privado e terceiro setor para o combate à principal causa de mortes precoces no país: as Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. www.ForumDCNTs.org/quem-somos Esta atividade contou com apoio corporativo das seguintes empresas:

  • Saúde Mental ganhou destaque durante a pandemia, mas ainda é frágil e continuará piorando

    No dia 22 de setembro o FórumDCNTs reuniu alguns dos principais especialistas no tema para apresentar dados atualizados e debater sobre planos e necessidades mais urgentes de ajuste nos sistemas público e suplementar para os cuidados com a Saúde Mental. Não por acaso, o webinar foi planejado para setembro, mês já consagrado como “Setembro Amarelo, mês de Prevenção do Suicídio”. Moderado pela Sr. Patrícia de Luca, o evento contou com participação da coordenadora da área no Ministério da Saúde, Dra. Maria Dilma Alves Teodoro, com a consultora nacional do tema na OPAS, Dra. Catarina Dahl, o diretor da entidade CVV, Sr. Antonio Carlos Braga, e o médico psiquiatra da Santa Casa de São Paulo, Dr. Fernando Duarte. Na abertura, falou também o diretor de relações governamentais da empresa parceira no evento, Abbott, Sr. José Otávio Corrêa. Todos estavam muito curiosos para saber sobre evidências do impacto da pandemia de COVID-19 sobre a saúde mental da população. Em relação a isso, o Sr. Braga abriu a noite apresentando uma linha temporal com número de ligações recebidas pelo CVV, na qual ficou claro que não houve alteração em termos numéricos. Nesse mesmo momento, enfatizou que seria muito precoce falar em número de suicídios nesse período, visto que esse tipo de apuração leva tempo para ser feito pelo Ministério da Saúde. Alertou, contudo, que as pessoas que já tinham alguma fragilidade foram ainda mais atingidas pelos desafios do distanciamento social. Vídeo da apresentação do Sr. Braga, CVV A Dra. Dahl trouxe informações globais, de que 75% das pessoas não têm acesso a tratamento adequado de Saúde Mental. Enfatizou, ainda, a conexão entre disfunções mentais e doenças crônicas, sabendo que uma aumenta o risco e a gravidade da outra, e a necessidade de integralidade e integração dos cuidados. Revelou, também, que, segundo a OPAS, 30-50% das pessoas durante a pandemia podem estar em sofrimento com impacto psicossocial. Apresentou materiais e recomendações da OPAS/OMS, muitos dos quais disponíveis aqui no site. Vídeo da apresentação da Dr. Dahl, OPAS Dr. Duarte destacou o risco aumentado do desenvolvimento de quadros de depressão e ansiedade, ainda mais durante a pandemia, em pessoas com diabetes e doenças cardiovasculares. Chamou a atenção para o fato de muitas vezes os médicos de outras áreas não perguntarem sobre saúde mental, deixando os quadros dessa área subdiagnosticados e com maior risco de agravamento. Ao mesmo tempo, não há psiquiatras suficientes e os demais trabalhadores da saúde precisam estar capacitados. Vídeo da apresentação do Dr. Duarte, Santa Casa de São Paulo Em relação ao Ministério da Saúde, a coordenadora de Saúde Mental, Dra. Maria Dilma Alves Teodoro enfatizou a importância de os profissionais de saúde também terem acesso aos cuidados, até para que estejam saudáveis e possam dar assistência a quem precisa. Com isso, apresentou o importante papel que tem exercido o projeto Telepsi, disponível tanto através de telefone como site, que já atendou mais de 1.300 profissionais de saúde ou educação, 58% com sintomas graves de ansiedade. Quando perguntada se esse serviço irá continuar após a pandemia, Dra. Teodoro revelou que não, que o projeto foi pensado especificamente para o período de pandemia, que “telemedicina é emergencial”. Ao mesmo tempo, mostrou com clareza os investimentos do Ministério da Saúde para a ampliação dos serviços de cuidados com a Saúde Mental no país. Vídeo da apresentação da Dra. Teodoro, Ministério da Saúde Ao final, o debate foi bastante amplo, esclarecendo dúvidas e respondendo a comentários da audiência. O papel da Atenção Primária foi destacado pela Dra. Teodoro, dizendo que o Ministério já tem oferecido cursos para capacitar esses trabalhadores em Saúde Mental. Dra. Dahl concordou que a direção deva ser essa, mas que ainda há muito a avançar. Ao mesmo tempo, o Sr. Braga frisou o papel dos hospitais dia, que deveriam ser muito ampliados, dizendo que internação não é a melhor solução. Quanto à Saúde Suplementar, Dr. Duarte enfatizou que atualmente é obrigatório a todos os planos de saúde oferecer atendimento psicológico e psiquiátrico. Sr. Antonio Carlos Braga contribuiu alertando sobre a evolução da sociedade em falar sobre Saúde Mental e suicídio, mas que ainda há necessidade de reconhecermos estados mentais, podermos falar abertamente e pedir ajuda. Dra. Carolina Dahl concluiu dizendo que a pandemia fez que nossa consciência sobre Saúde Mental se ampliasse, mas Dr. Fernando Duarte alertou que, devido a esse longo tempo de pandemia, ainda será observada piora nos indicadores de Saúde Mental nos próximos meses. Conheça a agenda e tenha acessa à gravação do webinar em: www.ForumDCNTs.org/post/Webinar-Saude-Mental

  • COVID-19 interrompe os serviços de saúde mental na maioria dos países

    A pandemia do COVID-19 interrompeu serviços essenciais de saúde mental em 93% dos países em todo o mundo, enquanto a demanda por saúde mental está aumentando, de acordo com uma nova pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS). A pesquisa de 130 países fornece os primeiros dados globais que mostram o impacto devastador do COVID-19 no acesso aos serviços de saúde mental e ressalta a necessidade urgente de mais financiamento. A pesquisa foi publicada antes do evento para Saúde Mental da OMS - um evento em defesa da saúde mental global online em 10 de outubro que reunirá líderes mundiais, celebridades e defensores para pedir maiores investimentos em saúde mental após o COVID-19. A OMS destacou anteriormente o subfinanciamento crônico para a saúde mental: antes da pandemia, os países gastavam menos de 2% de seus orçamentos nacionais de saúde em saúde mental e lutavam para atender às necessidades de suas populações. E a pandemia está aumentando a demanda por serviços de saúde mental. Luto, isolamento, perda de renda e medo estão desencadeando problemas de saúde mental ou agravando os existentes. Muitas pessoas podem estar enfrentando níveis elevados de uso de álcool e drogas, insônia e ansiedade. Enquanto isso, o próprio COVID-19 pode causar complicações neurológicas e mentais, como delírio, agitação e derrame. Pessoas com transtornos mentais, neurológicos ou de uso de substâncias pré-existentes também são mais vulneráveis ​​à infecção por SARS-CoV-2 - podem correr um risco maior de resultados graves e até de morte. “Uma boa saúde mental é absolutamente fundamental para a saúde geral e o bem-estar”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde. “COVID-19 interrompeu serviços essenciais de saúde mental em todo o mundo exatamente quando eles são mais necessários. Os líderes mundiais devem agir rápida e decisivamente para investir mais em programas de saúde mental que salvam vidas ̶ durante a pandemia e depois. ” Saiba mais sobre a pesquisa da OMS.

  • Dia mundial do Coração e DCNTs

    Dia 29 de setembro é o dia mundial do coração. Segundo o Ministério da Saúde a data tem como principal objetivo alertar e conscientizar a população sobre a importância de manter hábitos saudáveis e preservar a saúde do coração. A importância disso é o fato de as doenças cardiovasculares (DCV) serem as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os fatores de risco para desenvolvê-las variam desde fumo, poluição do ar, sedentarismo, alimentação não saudável, até doenças como a de Chagas e a amiloidose cardíaca. A campanha da World Heart Federation (WHF) de 2020 “Use Coração”, é uma campanha para entender o que é preciso para viver uma vida saudável para o coração, onde as pessoas podem agir com base em conhecimentos confiáveis, mudando seu comportamento para uma melhor qualidade de vida agora e no futuro. A campanha também convida os indivíduos a olharem além de si mesmos e agirem de forma a apoiar os mais vulneráveis ​​na sociedade; aqueles com condições relacionadas ao coração que podem colocá-los em maior risco durante a pandemia de COVID-19. Mas e então, como está o dia mundial do coração relacionado às DCNTs? DIABETES Segundo a Associação Americana do Coração (AHA), as estatísticas deixam evidente que existe uma forte relação entre DCV e diabetes. Pelo menos 68% de mortes de pessoas com diabetes (com 65 anos ou mais) estão relacionadas a alguma doença cardíaca. Isso porque os adultos com diabetes têm de duas a quatro vezes mais chances de morrer de doenças cardíacas do que adultos sem diabetes. OBESIDADE Especialistas do HCor apontam que a obesidade e o excesso de peso causam mudanças importantes na estrutura e no tamanho do coração, além de comprometer seu funcionamento. SAÚDE MENTAL A AHA mostra que, durante anos, os médicos pensaram que a conexão entre a saúde mental e a saúde cardíaca era estritamente comportamental - já que a pessoa que está se sentindo deprimida, busca alívio através dos hábitos de fumar, beber ou comer alimentos gordurosos. Esse pensamento começou a mudar, mostrando que pode haver conexões fisiológicas também. Os fatores biológicos e químicos que desencadeiam problemas de saúde mental também podem influenciar as doenças cardíacas. Os níveis variados de ansiedade e estresse, também podem ser considerados fatores de risco para problemas cardíacos. HIPERTENSÃO Os brasileiros têm tendência a desenvolverem doenças cardiovasculares causadas por hipertensão arterial, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde. Inquéritos mostraram que no Brasil há uma alta prevalência de hipertensão, com média de 32% em adultos, chegando a mais de 50% em indivíduos com 60 a 69 anos e 75% naqueles com mais de 70 anos. Estes dados são alarmantes, sabendo-se que a hipertensão arterial é fator de risco dominante para doenças cardiovasculares. CÂNCER Estudo do Journal of Clinical Oncology aponta que adiposidade visceral e intramuscular está associada ao aumento da incidência de DCV após o diagnóstico de câncer de mama, independente de fatores de risco de DCV pré-existentes e tratamentos de câncer. Ao longo de um acompanhamento médio de 6 anos, ocorreram mais 300 eventos cardiovasculares entre os quase 3 mil participantes, mostrando que a adiposidade visceral ou intramuscular foi associada a um aumento no risco de DCV. As medidas de distribuição do tecido adiposo avaliadas no estudo podem ajudar a identificar pessoas com alto risco e a definir estratégias de prevenção de DCV. Assim, a prevenção e o manejo das DCNTs pode também prevenir doenças e complicações cardíacas, visto que a maioria das DCNTs podem ser consideradas fatores de risco para DCV e são modificáveis. Portanto, no Dia Mundial do Coração vamos nos unir para, através de escolhas mais saudáveis, proteger a saúde cardiovascular de todos e reduzir as DCVs e mortes precoces por elas causadas. Por Lucas Xavier REFERÊNCIAS Use Heart … for society, your loved ones and you - World Heart Federation Dia mundial do coração - 29 de setembro - Ministério da Saúde Cardiovascular Disease and Diabetes - American Heart Association Obesidade aumenta risco de doenças cardiovasculares - HCor Mental Health and Heart Health - American Heart Association Risco de doenças cardiovasculares se inicia em 120/80 mmHg, que poderão transformar-se em novos limites diagnósticos de hipertensão arterial - OPAS Adipose Tissue Distribution and Cardiovascular Disease Risk Among Breast Cancer Survivors

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