Resultados da busca
Buscar neste site
1641 resultados encontrados com uma busca vazia
- Resolve to Save Lives publica artigos enfatizando os benefícios da redução de sódio
A iniciativa Resolve to Save Lives, da Vital Strategies, acaba de lançar dois artigos sobre a redução do sódio que sugerem estratégias para beneficiar e melhorar a saúde da população. O primeiro artigo, “Ações Prioritárias para Avançar na Redução de Sódio da População”, identifica sete estratégias de alta prioridade para lidar com as principais fontes de sódio (alimentos industrializados, alimentos preparados ou consumidos fora de casa e alimentos preparados em casa). As estratégias incluem: regulamentações de rotulagem na frente da embalagem, metas de reformulação de alimentos para alimentos industrializados, regulamentação da comercialização de alimentos e bebidas para crianças, tributação sobre alimentos com alto teor de sódio, políticas públicas de aquisição de alimentos para instituições públicas, campanhas na mídia e promoção, distribuição e subsídios ao sal com baixo teor de sódio. O artigo sugere que os governos usem várias estratégias baseadas em evidências para salvar vidas, reduzindo a ingestão de sódio. O segundo artigo, “Sem reviravolta na redução de sódio”, sugere abordar dois desafios para a redução de sal na população. A primeira é uma controvérsia acadêmica em torno do amplo consenso científico sobre os benefícios da redução de sódio para a saúde: um pequeno número de estudos observacionais mostrou uma relação em forma de U ou J entre a ingestão de sódio e os resultados de doenças cardiovasculares, sugerindo que a ingestão de sódio muito baixa é associado a riscos para a saúde. Mas esses estudos observacionais têm sérias limitações metodológicas, incluindo o uso de amostra pontual de urina para estimar a ingestão de sódio, que pesquisas recentes mostraram distorcer os resultados. Avaliações rigorosas da National Academies of Medicine nos Estados Unidos e da European Food Safety Authority afirmaram que a ingestão de sódio deve ser limitada a no máximo 2.000 mg / dia (UE) ou 2.300 mg / dia (EUA). O artigo identifica a implementação de intervenção em toda a população para reduzir a ingestão de sódio como um segundo e mais importante desafio, e conclui que programas de múltiplos componentes com um componente estrutural ou político (por exemplo, regulamentação, tributação) são mais eficazes. Leia +Recursos aqui.
- Propostas abertas para bolsas da LINKS - Inscrições até 31/12 com financiamento de até $200,000 USD
A LINKS Community abriu inscrições a oportunidades em três áreas técnicas: controle da hipertensão, redução de sódio e eliminação de gordura trans. As inscrições podem ser feitas em duas modalidades: inscrições regulares de LINKS inscrições de saúde cardiovascular e resposta rápida COVID-19. As bolsas dos programas para prevenir doenças cardiovasculares, tem um valor máximo de $200,000 USD para programas de controle de hipertensão e $125,000 USD para programas voltados a nutrição. O prazo para se candidatar a uma bolsa é 15 de novembro de 2020; as decisões não serão tomadas até que todas as inscrições sejam recebidas e analisadas. As propostas de resposta rápida que se concentram em melhorar as políticas que são responsáveis por incorporar o apoio à prevenção de doenças cardiovasculares na legislação pendente relacionada ao COVID-19, serão premiadas com valores que variam de $10,000 a $50,000 USD. As inscrições serão aceitas e aprovadas em uma base contínua até 31 de dezembro de 2020. Saiba mais sobre as bolsas aqui.
- Campanha alerta sobre riscos da obesidade infantil
O Instituto Desiderata lança, esta semana, sua primeira campanha tendo a obesidade infantil como tema. Direcionada a pais e cuidadores, a campanha tem como objetivo ampliar uma discussão sobre os fatores causadores da obesidade e promover o entendimento de que as preocupantes taxas de ocorrência da doença são uma questão de saúde pública. As peças serão publicadas nas redes sociais do instituto e de seus parceiros, e anúncios digitais também direcionarão para a página obesidadeinfantil.org.br, onde serão postados, a cada semana, novos conteúdos relativos ao tema. Em um segundo momento, a campanha também contará com anúncios offline. A expectativa é atingir um público que já está atento ao tema e busca mais informações sobre ele. Entendendo a importância do tema, em 2018, o Instituto Desiderata iniciou sua atuação em relação à Obesidade Infantil. Seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde e da ONU, o instituto tem uma estratégia de ação voltada para a implementação e o fortalecimento de políticas públicas, incluindo ações de advocacy e publicação de informações. Para receber os conteúdos da campanha, se inscreva aqui.
- Relatório da OMS revela que redução da gordura trans beneficia 3 bilhões de pessoas no mundo
Dois anos após o início do esforço da Organização Mundial da Saúde (OMS) para eliminar as gorduras trans produzidas industrialmente do abastecimento global de alimentos, a Organização relata que 58 países até agora introduziram leis que protegerão 3,2 bilhões de pessoas contra a substância nociva até o final de 2021. Porém mais de 100 países ainda precisam tomar medidas para remover essas substâncias nocivas de seus suprimentos de alimentos. Estima-se que o consumo de gorduras trans produzidas industrialmente cause cerca de 500.000 mortes por ano devido a doenças coronárias. “Em uma época em que o mundo inteiro está lutando contra a pandemia da COVID-19, devemos fazer todos os esforços para proteger a saúde das pessoas. Isso deve incluir tomar todas as medidas possíveis para prevenir doenças não transmissíveis que podem torná-los mais suscetíveis ao coronavírus e causar morte prematura”, disse o Diretor-Geral da OMS, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Nossa meta de eliminar a gordura trans até 2023 não deve ser atrasada.” Quinze países são responsáveis por aproximadamente dois terços das mortes em todo o mundo ligadas à ingestão de gordura trans. Destes, quatro (Canadá, Letônia, Eslovênia, Estados Unidos da América) implementaram políticas de melhores práticas recomendadas pela OMS desde 2017, seja estabelecendo limites obrigatórios para gorduras trans produzidas industrialmente em 2% de óleos e gorduras em todos os alimentos ou proibindo óleos parcialmente hidrogenados. Mas os 11 países restantes (Azerbaijão, Bangladesh, Butão, Equador, Egito, Índia, Irã, México, Nepal, Paquistão, República da Coréia) ainda precisam tomar medidas urgentes. O relatório destaca duas tendências encorajadoras: Em primeiro lugar, os países agem, eles adotam de forma esmagadora políticas de melhores práticas, em vez de políticas menos restritivas. Novas medidas de política aprovadas e / ou introduzidas no ano passado no Brasil, Turquia e Nigéria atendem aos critérios da OMS para políticas de melhores práticas. Países, como a Índia, que anteriormente implementaram medidas menos restritivas, agora estão atualizando as políticas para se alinhar às melhores práticas. Em segundo lugar, regulamentações regionais que definem padrões para vários países estão se tornando cada vez mais populares, emergindo como uma estratégia promissora para acelerar o progresso em direção à eliminação global até 2023. Em 2019, a União Europeia aprovou uma política de melhores práticas e todos os 35 países que fazem parte do a Região Americana da OMS / Organização Pan-Americana da Saúde aprovou por unanimidade um plano de ação regional para eliminar as gorduras trans produzidas industrialmente até 2025. Juntas, essas duas iniciativas regionais têm o potencial de proteger um adicional de 1 bilhão de pessoas em mais de 50 países que não eram anteriormente protegido por regulamentos de gordura trans. “Com a crise econômica global, mais do que nunca, os países estão procurando as melhores opções de saúde pública”, disse o Dr. Tom Frieden, presidente e CEO da Resolve to Save Lives. “Tornar os alimentos sem gordura trans salva vidas e dinheiro e, ao prevenir ataques cardíacos, reduz a carga sobre os centros de saúde”. Apesar do progresso encorajador, persistem disparidades importantes na cobertura das políticas por região e nível de renda do país. A maioria das ações políticas até agora, incluindo aquelas aprovadas em 2019 e 2020, foram em países de renda mais alta e nas Regiões da OMS nas Américas e na Europa. Políticas de melhores práticas foram adotadas por sete países de renda média alta e 33 países de renda alta; nenhum país de renda baixa ou média-baixa ainda o fez. Confira o relatório completo da OMS.
- 5 formas de evitar Doenças Crônicas Não Transmissíveis
A campanha anual da Organização Mundial da Saúde, "Semana Global de Ação contra às DCNTs" se baseia na determinação e otimismo para concentrar esforços para garantir a prevenção e o controle das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e para que essa causa receba a atenção e a ação que merece. Elas são Impulsionadas, em grande parte, por 5 fatores de risco modificáveis: 1. Uso de tabaco 2. Dieta pouco saudável 3. Inatividade física 4. Uso prejudicial de álcool 5. Poluição do ar As DCNTs são exacerbadas por sistemas de saúde fracos, falta de investimento e falta de responsabilidade e ações para reduzir seu impacto na vida das pessoas. Acesse o site da Semana Global de Ações contra as DCNTs (em inglês): Semana Global de ações contra às DCNTs acontece do dia 7 a 13 de setembro.
- Podcast Especial - pessoas engajadas
Lucas Xavier, membro do Grupo Temático de Diabetes do FórumDCNTs, estudante de enfermagem EE-USP e jovem líder em diabetes ADJ e IDF, explica como acontece o engajamento dos jovens e sua importância para o progresso do Objetivo de Desenvovimento Sustentável número 3 (ODS 3) da ONU. Escute o Podcast Especial - Pessoas Engajadas - Lucas Xavier na íntegra.
- Iniciativa nossas vivências, nossas vozes - Inscrições até 31/8
Como parte da iniciativa Our Views, Our Voices, a NCD Alliance lançou uma Consulta Global com pessoas que vivem com DCNTs para reunir informações com base em experiências de primeira mão sobre o impacto da pandemia de COVID-19 e recomendações para os governos construírem uma estrutura forte e equitativa e sistemas de saúde centrados nas pessoas e comunidades mais resilientes após a pandemia. As interseções entre o COVID-19 e as DCNTs são claras, incluindo as vulnerabilidades específicas das pessoas que vivem com as DCNTs à pandemia do COVID-19. As perspectivas dessas pessoas são essenciais para compreender os desafios atuais, impulsionar os esforços para fortalecer os sistemas de saúde para a prevenção e controle das DCNTs e garantir o direito das pessoas de levar uma vida saudável. A pesquisa está buscando respostas de pessoas que vivem com DCNTs, incluindo cuidadores, e tem como objetivo obter informações de primeira mão sobre o impacto da pandemia do COVID-19, informar sobre o advocacy em nível global, regional e nacional para abordar as DCNTs como parte e além da resposta do COVID-19 e realizar uma carta global sobre o envolvimento significativo de pessoas que vivem com DCNTs planejada para 2021, com o objetivo de promover uma resposta às DCNTs que coloque as pessoas em primeiro lugar. Saiba mais sobre a iniciativa.
- Mapa interativo de dados globais da obesidade
A obesidade é uma doença crônica definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura corporal que pode comprometer a saúde. Ela pode ocasionar sérios problemas de saúde, pois o excesso de peso está associado a mais de 195 complicações e pode diminuir em até dez anos a expectativa de vida. Foi então desenvolvido o mapa interativo de dados globais de obesidade, do Observatório Global de Obesidade, que é respaldado pela Federação Mundial de Obesidade e permite que os usuários interajam com os dados de diversos países relacionados à obesidade. O mapa se torna uma ferramenta importante para se obter os dados da prevalência da obesidade no mundo. No mapa você encontra informações como: idade, região, o nível de consumo de açúcar, a prevalência de diabetes ou câncer. A plataforma permite uma interação criativa com os dados e você pode acessá-lo aqui.
- Rede formada por cientistas fornece dados sobre fatores de risco para DCNTs
A NCD Risk Factor Collaboration (NCD-RisC) é uma rede formada por cientistas da área da saúde, do mundo todo, que fornece dados rigorosos e oportunos sobre fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) para 200 países e territórios. O grupo trabalha em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio do Centro Colaborador da OMS em Vigilância e Epidemiologia de DCNTs do Imperial College London. O NCD-RisC reúne dados populacionais de alta qualidade usando métodos estatísticos avançados, projetados especificamente para analisar os fatores de risco de DCNTs. A Colaboração atualmente tem dados de mais de 2.545 pesquisas de base populacional de 193 países desde 1957, com quase 129 milhões de participantes cujos níveis de fator de risco foram medidos. Os membros do NCD-RisC são pesquisadores e profissionais de variados campos e disciplinas que reanalisam dados populacionais específicos que são eventualmente incluídos nas análises de agrupamento da Colaboração. O financiamento básico para o banco de dados NCD-RisC é fornecido pelo Wellcome Trust. O trabalho com crianças e adolescentes é financiado por uma bolsa de caridade do Programa de Saúde Jovem AstraZeneca. Saiba mais sobre essa iniciativa!
- Índice de autocuidado - pesquisa do consumidor
A Federação Global de Autocuidado (GSCF) convida os membros da rede da Aliança Internacional das Organizações de Pacientes a participar de uma pesquisa de pessoas que mede conhecimentos e atitudes em relação a produtos e práticas de autocuidado. A Federação realizou o projeto do Índice como parte de seu Plano de Colaboração de 3 anos com a Organização Mundial da Saúde. O Índice de Autocuidado visa identificar e discutir os fatores críticos para a “prontidão do autocuidado” em um sistema de saúde e oferecerá uma medida de sistemas nacionais selecionados, enfatizando o progresso existente e identificando oportunidades de melhoria. A pesquisa fornecerá dados primários críticos para sustentar a avaliação do Índice de confiança e apoio de pessoas para práticas de autocuidado e os resultados serão inseridos no processo de pesquisa do próximo Índice de Autocuidado da GSCF. Participe da pesquisa.
- Guia orientador para teleconsulta/telemonitoramento no âmbito da Atenção Básica
A Atenção Básica será responsável pelo atendimento de grande parte dos casos leves esperados de COVID-19. Além disso, continuará a atender as demais situações e agravos agudos e crônicos de saúde existentes nos territórios. Levando em consideração o alto poder de contaminação da COVID-19 e a necessidade de distanciamento social no enfrentamento da pandemia e de utilização de estratégias que permitam o apoio aos trabalhadores na Atenção Básica, o telemonitoramento se fez imprescindível nesse momento. Sabendo da importância do papel da Atenção Básica da Rede da Atenção à Saúde do Sistema Único de Saúde e da necessidade de garantir o cuidado em saúde pelos profissionais da saúde, a Diretoria da Atenção Básica, da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, disponibiliza orientações para os profissionais de saúde das equipes da AB sobre a utilização e a realização da telemedicina. Desta forma disponibiliza um Guia Orientador que tem por finalidade apoiar os profissionais da Atenção Básica para o uso da teleconsulta/telemonitoramento no contexto de enfrentamento da pandemia pelo coronavírus e ampliar as ações de saúde desses profissionais de saúde na Atenção Básica através do uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs). Saiba mais sobre a teleconsulta/telemonitoramento. Saiba também sobre "Ações propostas com uso de ferramentas de tecnologias de informação e comunicação (TICs)" aqui.
- Ajustes na Gestão das DCNTs previnem Óbitos e Complicações Durante a Após a Pandemia
Durante webinar organizado no dia 5 de agosto, o Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil reuniu seis especialista para discutir os “Ajustes Necessários na Gestão do Diabetes (Saúde Pública e Suplementar)”. A coincidência de estratégias de sucesso em ambos os setores público e privado se evidenciaram, como exposto abaixo, associadas à necessidade de se priorizar acesso contínuo e facilitado aos profissionais de saúde, orientações para os cuidados e medicamentos neste momento. Dr. Mark Barone, fundador e coordenador geral do FórumDCNTs e vice-presidente da Federação Internacional de Diabetes (IDF), apresentou dados a respeito da maior gravidade e risco de morte em pessoas com diabetes, caso infectadas por coronavírus. Enfatizou, ainda, a importância de se manter a glicemia dentro do alvo, citando estudos nos quais pessoas com glicemia mais alta ou maior variabilidade apresentaram maior agravamento da COVID-19, com risco mais elevado de óbito. Em seguida, apresentou os resultados da pesquisa liderada pelo FórumDCNTs, apontando tendência a comportamentos mais sedentários durante a pandemia como um dos potenciais responsáveis pela alteração da glicemia em quase 60% das pessoas com diabetes no Brasil. Terminou sua fala mostrando no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde que mais de 31% das mortes atuais no Brasil por COVID-19 foram em pessoas com diabetes. O Sr. José Cristino Soster, diretor da Atenção Básica da SESAB (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia), exemplificou ações da SESAB de ajustes da Atenção Primária durante a pandemia, com ênfase na Telemedicina e na importância das parcerias com universidade e ações dos municípios. Alertou sobre o risco do investimento prioritário na Atenção Terciária durante a pandemia, potencialmente reduzindo financiamento no nível de atenção que precisa estar bem equipado para acompanhar adequadamente as pessoas com diabetes, a Atenção Primária. Acesse aqui os guias para Teleconsulta e Teleatendimento da SESAB. Sr. José Otávio Corrêa, diretor Institucional e Governamental da Abbott, enfatizou o compromisso da empresa tanto no diagnóstico da COVID-19, através de diferentes tipos de exames, quanto nos cuidados com o diabetes através de sensores, glicosímetro, programas educativos online e equipamentos de point-of-care para medicação de hemoglobina glicada. Em relação aos desafios da pandemia, destacou a importância das parcerias entre os setores e a necessidade de se otimizar planos e recursos neste momento. Dra. Karla Melo, coordenadora do Departamento de Saúde Pública da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), compartilhou as recomendações de cuidados com pessoas com diabetes durante a pandemia, segundo a SBD. Enfatizou, ainda, a importância de manter o acesso aos medicamentos e aos profissionais de saúde, ilustrando através de dados do Glic que pessoas com acompanhamento não apresentaram alteração da glicemia, enquanto aqueles sem acompanhamento remoto de profissionais tiveram aumento da média da glicemia durante o período de pandemia. Além das estratégias de acompanhamento e monitoramento à distância, Dra. Melo destacou a importância de os profissionais de saúde estarem devidamente capacitados para tratar diabetes e fazer uso dos recursos disponíveis. Dr. João Paulo Reis, presidente da Capesesp (Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde), compartilhou as estratégias que foram prontamente adotadas pela Capsesp para garantir a continuidade da atenção às pessoas com diabetes e outras DCNTs assim que a pandemia teve início, destacando a implementação de um programa robusto de Telemedicina e a entrega em casa dos medicamentos e insumos dos assegurados, com renovação de prescrição de medicamentos de uso contínuo facilitada. Mencionou planos de adotar monitoramento através do FreeStyle Libre para entender detalhes da glicose de pessoas que não atingem a meta glicêmica e, com isso, poderem fazer ajustes terapêuticos mais finos. O Prof. Dr. Márcio Galvão relatou desafios da pandemia, incluindo de estrutura básica na Atenção Primária, e contou sobre a experiência bem-sucedida de Vitória da Conquista que, através de parcerias com as Secretarias Municipal, Estadual, UFBA, Ministério da Saúde, HIAE, fundações públicas e privadas e empresas, reorganizando o fluxo na Atenção Primária, capacitando profissionais, equipando as unidades de saúde e educando a população. Com isso, observaram melhoria sensível dos resultados (publicados recentemente) em pessoas com diabetes e hipertensão. Explicou, ainda, o algoritmo de telerrastreio prontamente implementado para que os bons resultados não fossem perdidos durante a pandemia. Ao final, todos concordaram que muito do que foi desenvolvido e implementado às pressas durante a pandemia irá permanecer e ser aperfeiçoado para incorporação definitiva nos sistemas de saúde, especialmente os atendimentos remotos com algorítimos que permitam direcionamento e/ou orientação adequada da população. Mais informações sobre a pesquisa do Impacto da COVID-19 sobre pessoas com diabetes no Brasil em: www.forumdcnts.org/post/impacto-covid-19-em-diabetes Vídeos do Webinar: www.forumdcnts.org/post/webinar-gestao-diabetes-2020












