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  • Banco de Slide 2020

    Acesse nosso banco de slides AQUI. Caso tenham informações a serem adicionadas no Banco de Slides peço, por gentileza, que enviem ao e-mail do ForumDCNTs@gmail.com.

  • Consulta Pública PCDT Diabetes Tipo 2 - Posicionamento do FórumDCNTs

    Abaixo o posicionamento oficial do FórumDCNTs sobre a Consulta Pública de número 33. O FórumDCNTs incentiva que todas as pessoas e entidades se manifestem, até o dia 17/8/2020, através do link: http://conitec.gov.br/consultas-publicas , para que o Protocolo que será implementado no SUS esteja adequado às necessidades e expectativas da população brasileira impactada pelo diabetes. Abaixo estão destacados alguns pontos que nos parecem bastante críticos. Posicionamento do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil referente à Consulta Pública de número 33: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Diabete Melito Tipo 2 (PCDT DM2) O Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), iniciativa proposta desde 2017 pelo Public Health Institute (PHI), reúne parcerias entre as principais organizações não governamentais (ONGs), empresas da área de saúde, universidades e órgãos do governo. Dentre os principais temas tratados está o diabetes, uma das cinco principais DCNTs devido à alta prevalência global, complicações microvasculares (retinopatia, neuropatia e doença renal) e macrovasculares (infartos, AVC, angina, insuficiência cardíaca – IC) que causam impacto na qualidade de vida, absenteísmo e mortalidade precoces significativamente altas. Sendo assim, o FórumDCNTs parabeniza pela iniciativa de Consulta Pública (CP) e organização do PCDT DM2, e se coloca à disposição para contribuir com seu aprimoramento e posterior implementação. Abaixo, pontos relevantes que foram analisados e recomendações elaboradas. 1- Aplicação da insulina Na página 23, no terceiro parágrafo coloca-se que “O reuso de seringas e agulhas de insulina por um número limitado de vezes pode ser considerado, devendo ser substituída quando o paciente notar aumento na sensação de dor, o que se estima que aconteça em até 8 utilizações, podendo existir variabilidade entre os pacientes devido a espessura da pele e obesidade. A substituição também deve ser realizada quando for observado perda da escala de graduação da seringa.” Apesar de se afirmar que não existem evidências quanto ao reuso das agulhas, recomendações e estudos mostram o contrário; além disso, na perspectiva de pessoas com diabetes que realizam múltiplas aplicações diárias, um processo por si só invasivo, a recomendação de reutilização até o aumento da dor é desrespeitosa e desestimula a adesão ao tratamento. Além disso, trata-se de uma recomendação inusitada que certamente não se coaduna com as orientações da ANVISA. O próprio PCDT DM1, publicado pelo Ministério da saúde (ref.32 deste protocolo), recomenda o uso de uma seringa por dia. O Consenso africano, publicado em 2019, discute o reuso de agulhas, coloca os problemas associados e propõe uma quantidade “em até 5 vezes ou menor se dor” (Bahendeka et al., 2019). Estudo europeu mostrou com clareza a associação entre reuso de agulhas e lipohipertrofia (Strauss et al. 2002), razão pela qual a Federação Internacional de Diabetes (IDF, 2019), explicando os riscos de má absorção de insulina diante dessa condição que contribui para mau controle e complicações agudas e crônicas do diabetes, através de publicação formal não recomenda o reuso, especialmente superior a três vezes. Com isso, o FórumDCNTs recomenda a revisão desse trecho e que, caso mantida a recomendação por reutilização, que seja limitada a um máximo de três vezes. 2- Tratamento medicamentoso Na página 24, no segundo parágrafo, coloca-se que “Há outras classes de antidiabéticos como inibidores de alfa-glicosidase (acarbose), inibidores de DPP4, agonistas do GLP-1, meglitinidas, tiazolidinedionas e análogos de insulinas de longa e curta duração. Esses medicamentos não estão incorporados no SUS por não serem custo-efetivos frente aos medicamentos disponíveis. Os objetivos terapêuticos podem ser atingidos com os fármacos disponíveis atualmente, associado a medidas terapêuticas não farmacológicas efetivas.” Dentre esses medicamentos citados, os Inibidores de DPP4 (IDPP4), TZD (pioglitazona), agonistas de GLP-1 e insulinas de ação prolongada e de ação rápida (como são definidas as insulina análogas no PCDT DM1) são os passíveis das seguintes reflexões: Segundo a metanálise feita para direcionar o PCDT DM2, IDPP4 e análogos de GLP-1 têm impacto financeiro importante e por isso, apenas os segundos foram avaliados, assim como os inibidores dos co-transportadores de sódio e glicose (ISGLT2), para a incorporação de nova tecnologia para o tratamento do DM2. Em relação às insulinas análogos de ação rápida, dispensadas no SUS apenas aos pacientes com DM1, sabe-se que atualmente existe um sério problema em sua dispensação, que ameaça o recebimento dessas insulinas dentro do prazo de validade diante dos grandes estoques existentes (http://www.linkedin.com/posts/adj-diabetes-brasil_insulinaacessofacil-activity-6698928567750811648-nOzC"din.com/posts/adj-diabetes-brasil_insulinaacessofacil-activity-6698928567750811648-nOzC). Seria urgente que essas insulinas fossem dispensadas através da Atenção Primária para que pudessem atingir sobretudo àqueles com menos condições financeiras. Há situações contempladas em alguns protocolos de dispensação desses análogos que incluem pessoas com DM2 (ex. Distrito Federal: http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/02/RELATORIO-MEDICO.pdf). Em março de 2019, a insulina análoga de ação prolongada foi incorporada pela SCTIES-MS, mas não evoluiu o trâmite para a sua aquisição. Essa classe consta no PCDT DM1 e, eventualmente poderá beneficiar outras condições não citadas no PCDT DM2, como gestantes e doença renal crônica (DRC), casos específicos de pessoas com DM2, dentro de um algoritmo bem estruturado. Considerando os novos medicamentos, a incorporação de ISGLT2 é bem-vinda pelos efeitos positivos referentes ao controle da glicemia sem causar hipoglicemia e promover redução de peso, além dos efeitos benéficos cardiorrenais (protetivos das complicações crônicas do diabetes que tanto oneram o sistema público de saúde). Aparentemente, a decisão de se decidir por uma tomada de preço preliminar para incorporação de tecnologia é algo que não segue o padrão usual da CONITEC. Dessa forma, é salutar proceder como foi feito para o PCDT DM1, que incorporou a classe de insulinas análogas de ação rápida (asparte, glulisina e lispro) o que resultou em significativa redução do preço durante o processo licitatório. Portanto, o FórumDCNTs recomenda incorporar a classe de ISGLT2, incluindo os que são registrados e comercializados no Brasil, com destaque para a dapaglifozina e empaglifozina; uma vez que a canaglifozina não vem sendo divulgada a contento no Brasil e pelos questionamentos das amputações ocorridas - embora esse fato não tenha sido constatado no estudo CREDENCE (https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa1811744); e o mais recente ISGLT2, ertuglifozina, ainda não foi lançado no Brasil e seus impactos, de um modo geral, não terem seguido os dos demais ISGLT2. Alinhadas a essas recomendações, estão todas as diretrizes nacionais e internacionais das principais associações e sociedades científicas nas áreas de endocrinologia, cardiologia e nefrologia recomendando a “classe de ISGLT2”, não um tipo específico. Inclusive, vale mencionar a recente publicação na revista Diabetology and Metabolic Syndrome (fator de impacto 2.709 - citação em dois anos, em 2019), sobre Portuguese-Brazilian evidence-based guideline on the management of hyperglycemia in type 2 diabetes mellitus, 2020, www.dmsjournal.biomedcentral.com), envolvendo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) e a Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM), que segue essa mesma linha. Outras recomendações internacionais semelhantes podem ser acessadas nos links: American Diabetes Association (www.diabetes.org.br), European Association for the Study of Diabetes (www.easd.org), International Diabetes Federation (www.idf.org). 3- Acompanhamento Na página 31, coloca-se que “É importante lembrar que a principal causa de descompensação da DM é a má adesão ao tratamento, situação na qual a atenção primária em saúde tem mais instrumentos para ajudar o paciente.” Essa afirmação causa preocupação. O FórumDCNTs concorda que a Atenção Primária deva ser o nível de assistência para os cuidados da maior parte das pessoas com diabetes. Ao mesmo tempo, entende que não se pode atribuir à pessoa com diabetes (“má adesão ao tratamento”) a descompensação glicêmica, visto que são frequentemente relatadas dificuldades de acesso aos medicamentos e aos profissionais, que por vezes não estão adequadamente preparados para os cuidados e mesmo para educar pessoas com diabetes para que desenvolvam habilidades para autocuidados. Além disso, há o contingente de pessoas com DM2 que precisarão de atenção especializada, na Média e Alta Complexidade. O FórumDCNTs sugere que o trecho destacado seja substituído por “É importante lembrar que a principal causa de descompensação da glicemia em pessoas com DM é o desconhecimento para a realização dos autocuidados, situação para a qual a Atenção Primária em Saúde deverá ter instrumentos, na maior parte das vezes, para educar a pessoa com diabetes visando habilitá-la para seus autocuidados.” O FórumDCNTs enfatiza o papel fundamental do monitoramento para ajustes terapêuticos e espera que sejam também valorizados neste PCDT DM2. Estudos realizados na Atenção Primária no Brasil, através da introdução de point-of-care de hemoglobina glicada (HbA1c) em unidades de saúde, associada ao monitoramento com glicosímetros quando recomendado, mostrou-se custo-efetivo e levou à redução da HbA1c com projeção de redução de complicações crônicas em populações com diabetes (Medeiros et al., 2019; Flor et al., 2020), fatores imprescindíveis, juntamente com a educação, para uma vida saudável. Por fim, o FórumDCNTs acrescenta que é importante que a versão final do PCDT DM2, após a recepção e avaliação das sugestões da CP, forme um grupo de trabalho envolvendo membros das sociedades científicas e associações de pessoas com DM, em um formato multidisciplinar (médicos, enfermeiros, nutricionistas, educadores físicos e representantes da sociedade civil), para revisão do texto final, a exemplo do que foi efetuado com o PCDT DM1, cuja versão final teve suporte da SBD. Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs) São Paulo, 16 de agosto de 2020 Referências Bahendeka, S., Kaushik, R., Swai, A.B. et al. EADSG Guidelines: Insulin Storage and Optimisation of Injection Technique in Diabetes Management. Diabetes Ther 10, 341–366 (2019). https://doi.org/1 HYPERLINK "https://doi.org/10.1007/s13300-019-0574-x"0.1007/s13300-019-0574-x Strauss K et al. Practical Diabetes International 2002:19(3), 71-6. https://doi.org/10.1002/pdi.314 International Diabetes Federation (IDF). Lipohypertrophy causes unexplained highs and lows. (9/8/2019) Disponível em: https://diabetesvoice.org/en/caring-for-diabetes/lipohypertrophy-causes-unexplained-highs-and-lows HYPERLINK "https://diabetesvoice.org/en/caring-for-diabetes/lipohypertrophy-causes-unexplained-highs-and-lows/"/ Medeiros et al. 1306-P: Cost Effectiveness of Point-of-Care HbA1c in Primary Care Setting in Brazil. Diabetes 2019 Jun; 68(Supplement 1). https://doi.org/10.2337/db19-1306-P Flor LS, Wilson S, Bhatt P, et al. Community-based interventions for detection and management of diabetes and hypertension in underserved communities: a mixed-methods evaluation in Brazil, India, South Africa and the USA. BMJ Global Health 2020;5:e001959.

  • Financiamento do GACD para propostas de pesquisas para prevenção e diagnóstico de câncer

    O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo. Em 2018, cerca de 9,6 milhões morreram de câncer, com 300.000 novos casos diagnosticados a cada ano entre crianças de 0 a 19 anos. Se as tendências atuais continuarem, 30 milhões de pessoas morrerão de câncer anualmente até 2030, três quartos somente em países de baixa renda. A Aliança Global para Doenças Crônicas (GACD) lançou uma chamada de financiamento estendido para propostas de pesquisa que se concentram na implementação de pesquisas que abordam estratégias de prevenção e diagnóstico precoce. As propostas devem ser derivadas do conhecimento sobre intervenções eficazes, e a colaboração entre jurisdições e setores é incentivada. Saiba mais sobre o financiamento.

  • Nova pesquisa acompanha pessoas que utilizam tecnologia móvel

    Novas pesquisas da Agência Internacional para Pesquisa do Câncer (IARC) e parceiros, como parte do estudo prospectivo de coorte de câncer de mama na África, investigaram o impacto do acompanhamento do câncer de mama em pacientes que usam telefones móveis. O estudo contatou cada mulher, ou seu parente mais próximo, a cada três meses durante 24 meses. Das quase 1500 mulheres que foram contatadas regularmente dessa maneira, foram perdidos o contato com apenas 71 mulheres. Embora não seja um estudo de controle randomizado, os achados sugeriram que a perda excessiva devido ao acompanhamento foi muito menor do que em estudos anteriores, e poderia melhorar a estimativa dos dados de sobrevivência ao câncer. Confira aqui o estudo Few Losses to Follow-up in a Sub-Saharan African Cancer Cohort via Active Mobile Health Follow-up: The African Breast Cancer—Disparities in Outcomes Study.

  • Prevenção e controle do câncer de colo de útero

    A estratégia global da OMS para acelerar a eliminação do câncer do colo de útero como um problema de saúde pública estabelece metas e objetivos de 2020 a 2030. Ela se concentra em três pilares principais: prevenção por meio da vacinação contra o HPV; rastreio e tratamento de lesões pré-cancerosas; manejo do câncer de colo do útero invasivo, incluindo acesso a cuidados paliativos. Para eliminar o câncer, todos os países devem atingir (e manter) uma incidência abaixo de 4 por 100.000 mulheres-ano. Para entrar no caminho da eliminação, a estratégia é que todos os países atinjam as seguintes metas até 2030: 90% das meninas totalmente vacinadas (até os 15 anos); 70% de cobertura da triagem com um teste de alto desempenho (uma vez aos 35 anos e novamente aos 45 anos); 90% das mulheres que são identificadas com o câncer recebam tratamento (90% das mulheres com pré-câncer tratadas; 90% das mulheres com câncer invasivo tratadas). Atingir as metas fará com que ocorram reduções na incidência e na mortalidade. Em 2030, a taxa média de incidência de câncer do colo de útero cairia 10%, colocando o mundo no caminho para evitar 70 milhões de casos no século. O câncer de colo do útero mata atualmente mais de 300.000 mulheres a cada ano, é o quarto câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo e seu impacto é maior em países de baixa e média renda, onde o acesso aos serviços públicos de saúde são limitados. Assista aqui um breve vídeo do Dr. Tedros e da Dra. Princesa Nothemba Simelela, Conselheira Especial do Diretor-Geral, explicando sobre as metas. Aguarde por um anúncio com novidades no Brasil a esse respeito durante o 7º encontro do ForumDCNTs.

  • Webinar: Ajustes Necessários na Gestão do Diabetes (Saúde Pública e Suplementar)

    Objetivos: Conhecer pontos críticos do impacto da COVID-19 sobre a população com diabetes no Brasil. Agir sobre prioridades, efetuando ajustes efetivos da gestão do diabetes durante e após a pandemia. Usar modelos, estratégias e ajustes de sucesso para a gestão do diabetes na Saúde Pública e Suplementar, adaptados ao novo cenário. Agenda 19:00-19:10 - Abertura (Vídeo) Sr. José Cristiano Soster, SESAB Sr. José Otávio Corrêa, Abbott Moderação: Dr. Mark Barone, FórumDCNTs/IDF 19:10-19:25 - Impacto da COVID-19 sobre o Diabetes no Brasil (Dr. Mark Barone, FórumDCNTs/IDF) (Vídeo) 19:30-19:45 - Prioridades para os cuidados do diabetes no novo cenário (Dra. Karla Melo, SBD/HCFMUSP/Glic) (Vídeo) 19:50-20:05 - Ajustes Necessários e de sucesso na Gestão da Saúde Suplementar (Dr. João Paulo Reis Neto, CAPSESP) (Vídeo) 20:10-20:25 - Otimização da gestão do diabetes na Atenção Primária SUS e ajustes durante a pandemia (Prof. Dr. Márcio Galvão Oliveira, UFBA) (Vídeo) 20:30-21:00 - Debate (Vídeo) Panelistas: Dr. João Paulo Reis Neto, MD (CAPSESP) Formado em Medicina pela Universidade Federal do Maranhão (1986), especialização no Rio de Janeiro em Clínica Médica (1987-1988) e Cardiologia (1989-1990). Título de Profissional Certificado com Ênfase em Administração pelo Inst. de Certificação de Profissionais de Seguridade Social (ICSS). Consultor, ministra palestras na área de gestão da saúde suplementar e auditoria. Membro do Comitê Consultivo da International Society for Pharmacoeconomics and Outcomes Research - ISPOR América Latina. Representante das Autogestões no Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (COSAÚDE). Diretor-Presidente da CAPESESP, entidade de previdência complementar que administra plano de saúde CAPESAÚDE. Dra. Karla Melo, MD, PhD (SBD) Médica Endocrinologista e PhD em Endocrinologia pela FMUSP, onde atua como médica colaboradora da clínica de endocrinologia e diabetes do HC-FMUSP. Coordenadora do Departamento de Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Ampla experiência em cargos executivos nos setores público, privado e terceiro setor. Idealizadora e co-fundadora do maior aplicativo brasileiro de monitoramento e manejo da glicemia, Glic. Prof. Dr. Márcio Galvão de Oliveira, PhD (UFBA) Possui graduação em Farmácia (2001) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), aperfeiçoamento em Farmácia Clínica (2001) pela Universidad de Chile, especialização em Assistência Farmacêutica (2004) pela UFBA, mestrado (2007) e doutorado (2012) em Medicina e Saúde também pela UFBA. Atualmente é professor adjunto IV de Farmácia Hospitalar e Farmácia Clínica, tutor do Programa de Residência Multiprofissional em Urgência do Instituto Multidisciplinar em Saúde IMS da UFBA e Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC) e professor permanente do Programa de Mestrado em Saúde Coletiva. Liderou o programa HealthRise em Vitória da Conquista, que reorganizou a Atenção Primária, melhorando bioindicadores das populações com diabetes e hipertensão. Dr. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desde 1999 desenvolve projetos nacionais e internacionais de Pesquisa e Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (Im)pacientes, e Divulgação Científica. Fellow do Programa Global Health Leaders do PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Membro da ADJ Diabetes Brasil, do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Vice-Presidente da Federação Internacional de Diabetes (IDF), tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Participação especial: José Cristiano Soster (SESAB - Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001) e pós-graduado pela Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul na modalidade de Residência Multidisciplinar Integrada com Ênfase em Saúde Coletiva. Atuou na Atenção e Gestão na Saúde Pública, Coordenação da Estratégia de Saúde da Família, Coordenador do Núcleo de Atenção Integral e posteriormente Diretor da Atenção Básica do Município de Santa Maria. Trabalhou na Gestão Estadual como Coordenador de Políticas de Saúde e atualmente é Diretor da Diretoria de Atenção Básica da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia. José Otávio Corrêa, MBA (Abbott) Bacharel em Administração de Empresas com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, especialização em marketing pela ESPM e em Relações Governamentais pela Universidade de George Washington. Amplo conhecimento em Políticas Públicas, com mais de 25 anos de experiência na Indústria da Saúde. Trabalhou nas empresas Bayer, Schering AG, Sanofi-Aventis e Eurofarma em vendas, marketing, acesso ao mercado (público e privado) e, na Abbott desde 2012, como Diretor de Acesso e Negócios Institucionais no Brasil, e Diretor Global de Negócios Institucionais pela divisão Farmacêutica. Atualmente é responsável pela área de Relações Governamentais e Institucionais (Corporate) da Abbott Brasil, Paraguai e Bolívia. Parceiros institucionais: Parceiro corporativo:

  • Avaliação da pressão arterial através da monitorização residencial na atenção básica brasileira

    O estudo Evaluation of Blood Pressure through Home Monitoring in Brazilian Primary Care: A Feasibility Study, publicado na revista da Associação Brasileira de Saúde Coletiva no mês de julho, concluiu que a monitorização residencial da pressão arterial provou ser uma estratégia viável e que trás bons resultados para a saúde dos brasileiros. No estudo foi descrito a viabilidade da monitorização residencial para avaliar a pressão arterial na atenção primária e comparar os valores da pressão arterial através da monitorização residencial e a medida de consultório. A pesquisa foi realizada com pessoas que utilizaram a monitorização residencial pela manhã e à noite, em triplicata por sete dias consecutivos em domicílio. Dos 134 indivíduos que participaram do estudo, 63,3% apresentaram pressão arterial alteradas em consultório e 48% pela monitorização residencial. A diferença média dos métodos foi de 10,1 mmHg para sistólica e 4,3 mmHg para diastólica. A prevalência de hipertensão foi 19,4%. A monitorização residencial no sistema de saúde brasileiro foi uma estratégia praticável e pode ajudar na confirmação do diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica, bem como no monitoramento. Essa tecnologia é mais acessível que a MAPA, melhor aceita pelas pessoas e mais confiável que a pressão arterial medida no consultório. Sendo assim estratégias para implementar a monitorização da pressão arterial residencial, para diagnóstico e monitoramento da hipertensão, devem ser estabelecidas na atenção primária. Confira o estudo completo aqui.

  • Conitec quer conhecer pessoas e associações do Brasil

    A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abre uma oportunidade para conhecer pessoas e associações que tenham interesse no SUS e na área de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS). A proposta é identificar usuários do SUS e associações de pacientes existentes no Brasil e consolidar um banco de dados para ações de participação social que serão realizadas pela Secretaria-Executiva da Comissão. A Secretaria-Executiva da Conitec já desenvolve ações nesse sentido, por exemplo, a abertura das consultas públicas, para receber contribuições da sociedade sobre as tecnologias em avaliação. A proposta agora é ampliar essas iniciativas e para isso é muito importante conhecer e mapear os usuários do SUS e as instituições que agregam esses usuários, construindo um banco de dados para orientar futuras ações. As informações coletadas irão auxiliar nesse processo e serão de uso exclusivo da Secretaria-Executiva da Conitec. Os resultados dessa iniciativa serão apresentados no site da Conitec. Saiba mais sobre a iniciativa.

  • Diretrizes de obesidade do Canadá

    Esta atualização das diretrizes, publicada pela Associação Médica do Canadá, reflete avanços substanciais na epidemiologia, determinantes, fisiopatologia, avaliação, prevenção e tratamento da obesidade e muda o foco do gerenciamento da obesidade para melhorar os resultados de saúde centrados na pessoa, em vez de apenas a perda de peso. Os estudos epidemiológicos definem a obesidade usando o índice de massa corporal (IMC), que pode estratificar os riscos à saúde relacionados à obesidade no nível da população. Em nível populacional, as complicações de saúde decorrentes do excesso de gordura corporal aumentam à medida que o IMC aumenta. Em nível individual, as complicações ocorrem devido ao excesso de adiposidade, localização e distribuição da adiposidade e muitos outros fatores, incluindo fatores ambientais, genéticos, biológicos e socioeconômicos. As pessoas que vivem com obesidade devem ter acesso a intervenções baseadas em evidências, incluindo terapia nutricional médica, atividade física, intervenções psicológicas, farmacoterapia e cirurgia. Acesse a diretriz completa aqui.

  • Observatório Global de Atividade Física

    O Observatório é uma entidade afiliada a Sociedade Internacional de Atividade Física e Saúde e tem como meta central transformar a abundante informação existente sobre atividade física e saúde em ação, além de monitorar o progresso da pandemia da inatividade física periodicamente. Um dos produtos centrais do Observatório é a criação de country cards para cada país do mundo. Tais cartões serão lançados de dois em dois anos e sumarizam o status de cada país em relação a pesquisa, vigilância e política na área de atividade física no ano da avaliação. A expectativa do Observatório é que esses country cards tornem-se ferramentas de avaliação para ajudar os governos, os pesquisadores e a sociedade a melhorar o seu estado de saúde por meio da prática de atividade física. Para cumprir o seu objetivo, os country cards irão sumarizar informações atuais relacionadas com a atividade física, incluindo: existência de inquéritos de base populacional que incluam questões de atividade física; a prevalência de atividade física em adultos; existência de política nacional de atividade física; número de pesquisadores que tiveram pelo menos um artigo publicado; um ranking para mostrar a posição de cada um dos países em relação à contribuição (%) para a pesquisa global de atividade física. Saiba mais sobre o Observatório global de atividade física.

  • Chamada pública CNPq - Inscrições até 18/9/20

    O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e o Ministério da Saúde - MS, por intermédio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e do Departamento de Promoção da Saúde (DEPROS), tornam pública a Chamada CNPq/MS/SAPS/DEPROS Nº 27/2020 - Pesquisa em doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco associados. O objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do país, voltados às doenças crônicas não transmissíveis e seus fatores de risco associados, com foco nas ações realizadas na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de R$ 5.000.000,00, sendo R$ 2.500,000,00 em bolsa e R$ 2.500,000,00 em custeio. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq e o Ministério da Saúde - MS, por intermédio do Departamento de Promoção da Saúde (DEPROS), tornam pública a Chamada CNPq/MS/SAPS/DEPROS Nº 28/2020 - Formação em doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco associados. Os objetivos desta chamada são: Apoiar o desenvolvimento de análise situacional da organização do cuidado às pessoas com DCNT e de necessidades de formação de profissionais de nível superior e gestores da APS; Apoiar projetos para formação em serviço na modalidade semi-presencial de profissionais de saúde de nível superior e gestores, com vistas a minimizar os problemas identificados na análise situacional. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de R$ 10.000.000,00, sendo R$ 5.000.000,00 em bolsa e R$ 5.000.000,00 em custeio. Saiba mais sobre os projetos.

  • Podcast do Ministério da Saúde sobre alimentação saudável

    O Ministério da Saúde está publicando periodicamente podcasts sobre temas importantes de saúde, sempre com linguagem leve, acessível, descontraída e, principalmente, descomplicada. Muitas vezes os conteúdos sobre saúde são difíceis de entender e mesmo sendo um tema importante e até interessante, os termos técnicos e expressões difíceis presentes nos textos dificultam o interesse e a busca pelo assunto em boa parte das ocasiões. Dois temas relacionados à alimentação saudável já foram abordados, confira abaixo: Alimentação infantil e peso saudável durante a pandemia Manutenção do peso durante a pandemia Essa iniciativa acontece em parceria com a plataforma Spotify e é possível escutar mais episódios procurando por "Pausas para Saúde".

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