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  • Empoderamento e cobertura universal de saúde da mulher - Inscrições até 21/8/2020

    Todos os países se comprometeram com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para fornecer a Cobertura Universal de Saúde (UHC) até 2030. A pandemia do COVID-19 lançou um foco crítico sobre o papel dos testes em saúde. A contenção da disseminação do COVID-19 dependerá de diagnósticos eficazes acessíveis a todos, incluindo mulheres e meninas, que geralmente são as mais marginalizadas nos sistemas de saúde. As Mulheres na Saúde Global (WGH) e a Fundação para Diagnósticos Inovadores (FIND) estão desenvolvendo uma iniciativa para capacitar as mulheres e ajudar a fechar a lacuna no diagnóstico, fortalecer a atenção primária e apoiar a Cobertura Universal de Saúde (UHC). Participe da pesquisa de consulta e compartilhe seus dados, estudos de caso, exemplos de boas práticas e outras informações e perspectivas que contribuiriam para o programa WGH / FIND sobre mulheres, testes e cobertura universal de saúde. O prazo para o feedback é até sexta-feira, 21 de agosto de 2020. Saiba mais sobre a iniciativa aqui.

  • DCNTs aumentam o risco para uma evolução mais grave do COVID-19 nas Américas

    Novas descobertas da OPAS / OMS sugerem que três em cada dez pessoas - quase 325 milhões - nas Américas correm o risco de desenvolver uma doença grave de COVID-19 devido às condições de saúde pré-existentes. Nas Américas, isso inclui 43 milhões de pessoas em alto risco, o que significa que elas precisariam de hospitalização devido a suas condições de saúde subjacentes, como diabetes, doença renal e hipertensão. Vale lembrar que os homens têm duas vezes mais chances do que as mulheres de estar nesta categoria de alto risco. As descobertas são publicadas juntamente com o anúncio de uma nova ferramenta de dados para a região da OPAS, desenvolvida com a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, para melhorar os dados locais sobre onde são necessárias melhorias na telessaúde e nos pontos de atendimento emergenciais. Saiba mais sobre a COVID-19 nas Américas.

  • Boletim de Direito Sanitário: caminhos para a efetivação do direito humano à saúde

    O Boletim de Direito Sanitário, uma co-produção do Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa) da FSP-USP, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA-USP), acaba de ser publicado e essa primeira edição, com o tema “COVID-19: direitos humanos & políticas de saúde”, sumariza informações relevantes sobre o atual momento de pandemia. Na edição de estréia, nove artigos sucintos explicam e analisam com linguagem direta a questão da gestão da informação, a trajetória das medidas sanitárias implementadas no Brasil, a saúde mental na pandemia e outros pontos sensíveis que têm afetado a todos nesse momento. Segundo os editores, a publicação pretende dialogar não apenas com pesquisadores e operadores do direito sanitário, mas também com os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), com os diversos movimentos da sociedade civil organizada e outros segmentos que venham a ter relevância para os temas tratados. O acesso ao boletim é gratuito e seu conteúdo pode ser conferido na íntegra neste link.

  • DCNTs e COVID-19: construindo um futuro melhor

    No dia 18 de julho o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgou algumas orientações à respeito das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e a COVID-19 na newsletter da OMS. Segundo ele: "A COVID-19 tem um grande impacto nas populações, principalmente em pessoas vivendo com doenças crônicas não transmissíveis. As pessoas que vivem com DCNTs são mais vulneráveis ​​ao COVID-19, mesmo que a pandemia tenha dificultado o acesso à sua condição subjacente. Nossos sistemas de saúde lutam para lidar com uma emergência e, ao mesmo tempo, respondem de maneira eficaz e equitativa às necessidades de cuidados de saúde das pessoas que vivem com DCNTs. Precisamos de uma mudança de paradigma para incluir a prevenção, triagem, diagnóstico precoce e tratamento adequado das DCNTs como parte da atenção primária à saúde para a cobertura universal de saúde. Primeiro, devemos ter a voz das pessoas que vivem com as DCNTs na mesa ao tomar decisões que as impactem diretamente. Segundo, os instrumentos financeiros globais existentes devem ser estendidos aos países de baixa renda que solicitam apoio às DCNTs. Terceiro, é preciso ter diálogos construtivos e parcerias com o setor privado. Não podemos voltar aos mesmos modelos de sistema de saúde que falharam na maioria das pessoas que vivem com DCNTs. Precisamos reconstruir melhor. " No dia 13 de julho, a OMS, a Aliança NCD e o Ministério das Relações Exteriores de Norweigan realizaram um evento para discutir os impactos das DCNTs e da COVID-19 na saúde. Apoiando o evento, o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus falou da necessidade de aprender com a pandemia e reconstruir melhor, com modelos de sistemas de saúde que vinculam as DCNTs à cobertura universal de saúde. Você pode ler o discurso acima ou assistir ao vídeo do evento.

  • Novos protocolos sobre DCNTs para a Atenção Primária à Saúde

    A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Cidade de São Paulo, com o apoio do Programa Cuidando do Seu Coração, produziu protocolos para serem utilizados na Atenção Primária à Saúde (APS) sobre doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) com o intuito de melhorar os procedimentos para às DCNTs. A epidemia das DCNTs pode ser diminuída mundialmente com ações de promoção, prevenção e cuidados em saúde. A maior parte dessas ações em saúde deve ser planejada, programada e executada na APS, principalmente pelos profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS). A APS do MSP tem como objetivo, desde meados de 2019, elaborar o Protocolo das Linhas de Cuidado e dar início aos Protocolos Clínicos para a implementação efetiva das ações de promoção, prevenção e cuidados nas UBS/APS do MSP, cujos resultados iniciais veremos em outubro de 2020. O programa “Cuidando de Todos” foi construído para que seja eficaz, efetivo e aplicável de imediato. Para isso, se faz necessário as parcerias das gerências das UBS e de seus profissionais, captando as sugestões dos profissionais que executam as ações para a efetividade e eficácia do cuidado e os protocolos que são norteadores e estão sendo entregues para a gerência das UBS, para uso de todos. Acesse os novos protocolos: Protocolo da Linha de Cuidado das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) na Atenção Primária à Saúde (APS) do Município de São Paulo Protocolo Clínico Prático para o Tratamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) na Atenção Primária à Saúde (APS): Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus.

  • O compromisso com a cobertura universal de saúde - Inscrições até 10/9/2020

    O UHC2030 está produzindo uma revisão que fornecerá uma visão consolidada de várias partes interessadas sobre o estado do progresso que está sendo feito em direção à cobertura universal de saúde (UHC) nos níveis nacional e global. A revisão é de natureza política, focada no país e orientada para a ação e complementa o relatório de monitoramento mais técnico e global da UHC, com foco nos indicadores da UHC sobre cobertura de serviços e proteção financeira. Em 2020, o relatório se concentrará em como o mundo lidou até o momento com os desafios extraordinários impostos pela pandemia do COVID-19. Ele compartilhará histórias curtas de pessoas reais, demonstrando a realidade do UHC no terreno. Saiba mais aqui.

  • Fórum do engajamento do paciente 2020

    O Fórum irá promover uma série de eventos virtuais em que será trabalhado contextos de várias partes interessadas, para transformar o envolvimento do paciente em realidade. Os tópicos variam de ferramentas e recomendações eficazes, métodos para monitorar e avaliar impactos e resultados nas atividades de engajamento do paciente, compensação justa do mercado pela contribuição do paciente e sessões interativas sobre a avaliação de boas práticas no engajamento do paciente. O Fórum do Engajamento do Paciente 2020 acontecerá de forma online e conta com uma série de eventos que vão de 25 de junho até o final de novembro. Participe do Fórum!

  • Revisão Sistemática Alerta "Impacto Negativo de Atividades Econômicas sobre o ODS 3"

    Veja abaixo o resumo deste estudo, assim como algumas de suas conclusões e alguns trechos específicos sobre o impacto no ODS 3 (saúde e bem-estar) e a importância do engajamento responsável multissetorial (ODS 17). Em relação à produção de bens, os autores destacam além do alinhamento com o ODS 9.2, aumentando a participação da indústria no emprego e rendimentos, alinhamento com o ODS 3 no sentido de produção de sabonetes e detergente, que podem ajudar a deter doenças transmissíveis [ODS 3.3]; e fármacos que contribuem para aumentar o acesso das pessoas a medicamentos e vacinas [ODS 3.8]. Por outro lado, a fabricação de álcool e produtos de tabaco podem causar abuso de substâncias [ODS 3.5]. Outro aspecto enfatizado foi a poluição do ar [ODS 3.9}, favorecida por múltiplos processos desde a produção de energia. Apesar de associações positivas com o ODS 3 terem sido identificadas, como com o próprio sistema de saúde e saneamento básico, a maioria das associações das atividades econômicas com o ODS 3 foram negativas, conforme figura 5, abaixo. Figure 5. References to SDGs made in a negative (left) and positive (right) context. As conclusões incluem o alerta de que "o mundo não está no caminho (on track) de alcançar os 17 ODS até 2030, visto que a ênfase dominante no desenvolvimento econômico ameaça a conquista de ODS sociais, e especialmente ambientais. As economias são agregações de inúmeras atividades econômicas amplamente diversas. E as atividades econômicas individuais variam muito em termos dos ODS que afetam, tanto positiva quanto negativamente. "Em termos de indicadores-chave, as conclusões mostram que os estudos sobre atividades agrícolas, industriais e de manufatura avaliam predominantemente seus impactos negativos no desenvolvimento ambiental. Por outro lado, a literatura sobre atividades de serviços enfatiza contribuições para o desenvolvimento econômico e social. Esses achados variam de região para região, levando em consideração as habilidades e restrições locais de desenvolvimento sustentável. "Por sua natureza inerente, as atividades econômicas têm o potencial de promover diversos ODS, particularmente aqueles relacionados à industrialização e ao desenvolvimento de infraestrutura, produtividade econômica, urbanização e transporte e geração e distribuição de energia. No entanto, impacto a outros ODSs, principalmente relacionados ao meio ambiente e à saúde, surgirão inevitavelmente e não estão relacionadas apenas às atividades econômicas que são comummente suspeitas. Em vez disso, mostramos que praticamente todos os tipos de atividades econômicas estão associados a externalidades negativas. "Como principais agentes que realizam atividades econômicas, as empresas podem fazer valiosas contribuições para garantir que as interações positivas se materializem e as interações negativas sejam atenuadas." Resumo do artigo O sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) depende da solução do desafio do "nexo": como as interações positivas entre os ODS podem ser otimizadas e as negativas, minimizadas, a fim de criar co-benefícios e reduzir trade-offs? Devido aos seus impactos variáveis ​​nos ODS, as atividades econômicas realizadas pelas diferentes organizações representam uma alavanca fundamental para a operacionalização desse nexo de ODS. No entanto, as interações entre atividades econômicas individuais e as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável não foram sistematicamente avaliadas, criando assim um gargalo operacional vital para a consecução dos ODS. Este artigo realiza uma revisão sistemática de 876 artigos publicados entre 2005 e 2019 para estudar o nexo entre atividades econômicas individuais, desenvolvimento sustentável em geral e os ODS em específico. Verificou-se que estudos sobre atividades agrícolas, industriais e de manufatura relatam predominantemente impactos negativos no desenvolvimento ambiental, enquanto a literatura sobre atividades de serviços destaca contribuições econômicas e sociais. No geral, espera-se que a maioria das atividades econômicas impacte positivamente a industrialização, a infraestrutura e a inovação [ODS 9] e a produtividade econômica [ODS 8], enquanto muitas ajudem a atender às necessidades básicas [ODS 2, 3, 4, 6, 7, 11]. No entanto, os impactos negativos são generalizados, afetando os ecossistemas [ODS 14 e 15], as mudanças climáticas [ODS 13] e a saúde humana [ODS 3]. Sintetizamos interações positivas e negativas entre as atividades econômicas individuais e as metas dos ODS e discutimos implicações para: abordagens de governança integrada (nexo) para os ODS; o papel do setor privado na promoção do desenvolvimento sustentável; e para melhorar as classificações estatísticas para monitorar os impactos dos ODS nas atividades econômicas." Link para o artigo completo aqui.

  • Pesquisas a respeito do impacto da COVID-19 na saúde da população

    O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-HCFMUSP está realizando uma pesquisa sobre "O Impacto do Exercício Físico, da Atividade Física e do Sedentarismo nos Desfechos Clínicos em Pacientes Sobreviventes Infectados pelo Vírus SARS-CoV-2 (Coronavírus)". A pesquisa será utilizada para um estudo científico do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (InCor, HC-FMUSP). O objetivo será avaliar se pessoas fisicamente ativas podem apresentar maior proteção contra a COVID-19 e melhor recuperação após uma infecção. A Universidade do Pará fará um levantamento sobre "Análise da adesão ao tratamento por ADULTOS com Diabetes Mellitus Tipo 1 em tempos de isolamento social". A pesquisa busca fazer perguntas sobre a vida e o tratamento de pessoas com diabetes tipo 1 para saber se foram influenciados pela pandemia causada pelo coronavírus.

  • Inteligência Artificial ajudando no controle do tabaco

    Florence, será a primeira profissional de saúde virtual da OMS (Organização Mundial da Saúde), projetada para ajudar 1,3 bilhão de tabagistas do mundo a parar de fumar. A tecnologia, desenvolvida pela empresa Soul Machines, com sede em São Francisco e Nova Zelândia, com suporte da Amazon Web Services e do Google Cloud, usa a inteligência artificial para dissipar os mitos sobre a COVID-19 e o fumo, ajudando as pessoas a desenvolver um plano personalizado para deixar de fumar. A Florence pode ajudar recomendando aos usuários de tabaco formas e aplicativos nacionais para cessar o uso do tabaco gratuitamente. Entre os recursos de interação com a tecnologia estão vídeo ou texto. Cerca de 60% dos usuários de tabaco em todo o mundo diz que quer parar de fumar, porém apenas 30% deles têm acesso às ferramentas de que precisam. Diante do cenário atual, parar de fumar é mais importante do que nunca, pois as evidências revelam que os fumantes são mais vulneráveis ​​do que os não fumantes ao desenvolvimento de um caso grave de COVID-19. Saiba mais sobre a iniciativa da OMS.

  • 6º Encontro do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil

    29 de abril de 2020, em plataforma Online. Objetivos Compreender cenário internacional, identificar desafios comuns e aprender com cases de sucesso; Atualizar participantes sobre plano nacional de enfrentamento às DCNTs no Brasil e entender como prioridades da carta produzida pelo 5º Encontro do FórumDCNTs foram estão contempladas nesse plano; Alinhar-se com o poder público em politicas e ações efetivas no combate às DCNTs no Brasil; Valorizar a perspectiva multi-stakeholder, em especial da pessoa com DCNT, para a construção, monitoramento e melhoria de políticas e programas para enfrentamento às DCNTs; Facilitar o progresso dos Grupos de Temáticos por meio de oportunidades de debate, planejamento conjunto e formação de novas parcerias. AGENDA 7h30-7h50 - Entrada na Plataforma Online 8h00-8h30 - Boas-Vindas Mark Barone, FórumDCNTs (Vídeo) Mesa de Abertura (Eduardo Marques Macário, SVS-MS; Johannes Boch, Novartis Foundation; José Otávio Corrêa, Abbott; Katia de Pinho Campos, OPAS/OMS; Marco Antonio de Moraes, SES-SP; Marília Gusmão, Boehringer Ingelheim; Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk) (Vídeo) 8h40-8h45 - Apresentação dos participantes (Patrícia de Luca, AHF) 8h45-9h00 - Em quais aspectos o Ministério da Saúde tem conseguido avançar mais ou encontrado mais dificuldades para o combate às DCNTs - Eduardo Marques Macário (SVS-MS) (Vídeo) 9h00-10h30 - Painel 1 – Desafios e Estratégias Intersetoriais Globais para se atingir o ODS 3.4 (em inglês) (moderação: Maria de Fátima Marinho, Vital Strategies) (Vídeo) 9h05-9h20 - Ann Aerts (Novartis Foundation) - Por que hipertensão e como parcerias multistakeholder estão mudando o cenário? (Vídeo) 9h20-9h35 - Guy Fones (OMS) - Principais desafios para se atingir o ODS 3.4 e melhores estratégias de prevenção (Vídeo) 9h40-9h55 - Edson Araújo (The World Bank) - Principais desafios para se atingir o ODS 3.4 e melhores estratégias de acesso e cuidados (Vídeo) 9h55-10h30 - debate (vídeo) 10h30-10h45 - Intervalo* 10h50-11h30 - Pitches dos Grupos Temáticos (moderação: Ricardo Lauricella, Turma do Bem) Alimentação Saudável (pitcher: Marília Sobral Albiero, ACT Promoção da Saúde - membros: Bruna Lima, FórumDCNTs; Luisa Haddad, Pé de Feijão; Regina Bernal, Nupens/FSP/USP) (Vídeo) Diabetes (pitcher: Ronaldo Pineda Wieselberg, ADJ/YLD-IDF - membros: Balduino Tschiedel, ICD; Fadlo Fraige Filho, ANAD/FENAD/IDF-SACA/SBD; Lucas Xavier de Oliveira, LEAD-EEUSP/YLD-IDF) (Vídeo) Doença Cardiovascular (pitcher: Katia de Pinho Campos, OPAS/OMS - membros: Antônio Ribeiro, UFMG; Frida Plavnik, SBH; Patricia Vieira de Luca, AHF; Sheila Martins, Rede Brasil AVC/WSO; Yara Baxter, Novartis Foundation) (Vídeo) Obesidade (pitcher: Bruno Halpern, ABESO - membros: Marco Aurélio Santo, HC/FM/USP; Luiza Amorim, Vital Strategies; Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk) (Vídeo) Saúde Digital e DCNTs (pitcher: Cauê Bueno, HackMed - membros: Gabriela de Freitas, Plan International; Igor Marinelli, Tractian e Somos Todos Heróis; Renan Jacomassi, MellitusOne) (Vídeo) Saúde Mental e Neurológica (pitcher: Soraya Carvalho, NEPS/SESAB e ABEPS - membros: Antônio Carlos Braga, CVV; Eduardo Caminada, Viva com Epilepsia; Tânia Iorillo, Espaço Ser) (Vídeo) Todos Juntos Contra o Câncer (pitcher: Tiago Cepas Lobo, Abrale/TJCC - membros: Carolina Motta, Instituto Desiderata; Fabio Fedozzi, Abrasta; Tatiane Oyakawa, Instituto Oncoguia) (Vídeo) 11h35-12h35 - Salas virtuais dividias por grupo 12h35-13h25 - Intervalo para Almoço 13h30-14h30 - Painel 2 - Desafios e importância das parcerias para combate às DCNTs no Brasil, perspectiva de diferentes stakeholders (moderação: Wellington Nogueira, Empreendedor Social) (Vídeo) Deborah Malta (UFMG) José Otávio Corrêa (Abbott) Lívia de Almeida Faller (SAPS-MS) Sheila Vasconcellos (ADILA) 14h35-14h50 - Intervalo 14h50-15h50 - Painel 3 - Planos e estratégias para enfrentamento às DCNTs em 2020 (moderação: Patrícia de Luca, AHF) 14h55-15h15 - Novas Campanhas ACT - Mônica Andreis (ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) 15h15-15h35 - Plano de Enfrentamento às DCNTs no Brasil: status da atualização e incorporação das prioridades levantadas pelo FórumDCNTs - Luciana Sardinha (SVS-MS) (Vídeo) Perguntas e respostas (Vídeo) 15h50 - Avaliações e Encerramento PALESTRANTES e FACILITADORES Ann Aerts, MD, PhD (Novartis Foundation) Graduada em Medicina pela Universidade Católica de Leuven (1989) e Doutorado em Saúde Pública pela Universidade Católica de Leuven (1996). Head da Novartis Foundation, onde é responsável por supervisionar todos os programas que exploram soluções inovadoras para os desafios globais da saúde. É membro da Broadband Commission for Sustainable Development (ITU/UNESCO) e também faz parte dos conselhos consultivos do Grupo Global de Saúde da Universidade da Califórnia, San Francisco e da Rede de Fundações da OCDE e do Conselho de Governadores do Banco de Tecnologia dos Países em Desenvolvimento. Deborah Carvalho Malta, MD, MSc, PhD (UFMG, GBD Brasil) Professora Associada e pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG. Possui Pós-Doutorado (Universidade Nova de Lisboa), Doutorado em Saúde Coletiva (Universidade Estadual de Campinas), Mestrado em Saúde Pública (UFMG), Graduação em Medicina (Universidade Federal de Juiz de Fora), residência médica em Pediatria e Medicina Social. Trabalhou como diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde por 12 anos e coordenou inquéritos nacionais, como a Pesquisa Nacional de Saúde, o Vigitel, Pense e o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil, 2011- 2022. Coordena o Grupo de Pesquisa do GBD Brasil. Edson Araújo, PhD (The World Bank) Graduado em Economia pela Universidade Federal da Bahia (1999), Especialização em Economia da Saúde pela Universidade de York (2002) e Doutorado em Economia da Saúde pelo Institute for International Health and Development. É economista sênior na Prática Global de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial. Seu trabalho inclui a análise dos mercados de trabalho em saúde e as sinergias entre políticas de compensação e financiamento da saúde e a avaliação do desempenho e incentivos da força de trabalho em saúde. Antes de ingressar no Banco Mundial, trabalhou como economista da saúde na University College London (Reino Unido), no Ministério da Saúde do Brasil e na Universidade Federal da Bahia (Brasil). Eduardo Marques Macário, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Pernambuco (1996), Mestrado em Saúde Pública pela FIOCRUZ/PE (2001) e Doutorado em Epidemiologia pela UFRGS (2013). Consultor técnico do Ministério da Saúde (de 2001-/2009), na gerência técnica do SINAN e na coordenação geral de doenças e agravos não transmissíveis. Desde 2010, atuou em saúde indígena da FUNASA e como coordenador do programa EPISUS na SVS/MS (2011-2012). Gerente de Doenças Imunopreveníveis e Imunização e Diretor de Vigilância Epidemiológica para o estado de Santa Catarina (2013-2018) e Gerente de Vigilância de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais da SES/SC. É atualmente Diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis. Guy Fones, MD, MBA (Organização Mundial da Saúde) Graduado em Medicina pela Universidade de Medicina do Chile (1991), Especialização em nariz, orelha e garganta pela Universidade de Buenos Aires (2000) e Especialização em Gestão e Administração da Saúde pela Universidade do Chile (2006). Médico no Chile com 25 anos de experiência e realizações nos setores público, privado e global da saúde. Desde 2015, ocupa o cargo de Assessor da Secretaria do Mecanismo de Coordenação Global sobre Doenças Não Transmissíveis (GCM / NCD), na sede da OMS, onde também é Diretor. Johannes Boch, MSc (Novartis Foundation) Graduado em Psicologia pela Universidade de Fribourg (2009) e Mestrado em Psicologia pela Universidade de Porto (2011). É responsável por gerenciar áreas e programas estratégicos em DCNTs, DCV e saúde digital, trabalhar com organizações nacionais em programas estratégicos globais de saúde e realizar análises de sistemas de saúde e supervisionar avaliações de evidências do mundo real pela Novartis Foundation. José Otávio Corrêa, MBA (Abbott) Bacharel em Administração de Empresas com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, especialização em marketing pela ESPM e em Relações Governamentais pela Universidade de George Washington. Amplo conhecimento em Políticas Públicas, com mais de 25 anos de experiência na Indústria da Saúde. Trabalhou nas empresas Bayer, Schering AG, Sanofi-Aventis e Eurofarma em vendas, marketing, acesso ao mercado (público e privado) e, na Abbott desde 2012, como Diretor de Acesso e Negócios Institucionais no Brasil, e Diretor Global de Negócios Institucionais pela divisão Farmacêutica. Atualmente é responsável pela área de Relações Governamentais e Institucionais (Corporate) da Abbott Brasil, Paraguai e Bolívia. Kátia de Pinho Campos, MHSc, MBA, PhD (OPAS/OMS) Com sólida carreira em Saúde Pública, trabalhou no Brasil, Canadá, Chile, México, Tanzânia, Moçambique, Filipinas, China, Mongólia, Vietnã, Laos, em Promoção da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis, Saúde Urbana, Prevenção de HIV/AIDS, entre outras áreas. Com Doutorado em Saúde Pública e Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Toronto (Canadá), e Mestrado em Administração de Empresas (MBA), Katia lidera a unidade de Determinantes da Saúde, Doenças Não Transmissíveis (DNTs) e Saúde Mental na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), onde é responsável pela gestão de projetos de cooperação técnica com o Ministério da Saúde do Brasil e Secretarias Estaduais de Saúde. Lívia de Almeida Faller (Ministério da Saúde) Graduada em enfermagem. Especialista em Saúde da Família e Comunidade, em modalidade de residência. Tem experiência na área de Atenção Primária, Saúde da Família e Comunidade e Sistema Único de Saúde. Atualmente Diretora do Departamento de Promoção da Saúde integrado na Secretaria de Atenção Primária a Saúde do Ministério da Saúde. Luciana Monteiro Vasconcelos Sardinha, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade de Brasília, Especialização em Epidemiologia pela Universidade de Brasília e Especialização em Gestão Governamental pela UPIS, Mestrado em Saúde Pública pela Universidade de Brasília e Doutora em Epidemiologia pela Universidade de Brasília. Foi Consultora Nacional para doenças crônicas não transmissíveis da Organização PanAmericana de Saúde/Organização Mundial de Saúde e atualmente é Coordenadora Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, atua também como professora titular do curso de medicina do UNICEUB na área de saúde pública do idoso. Marco Antônio de Moraes, MSc, PhD (Secretária de Estado da Saúde de São Paulo) Graduado em Enfermagem pela PUC, com Especialização em Saúde Pública pela UNICAMP e Mestrado e Doutorado em Saúde Pública pela USP. Atualmente é professor da UNIFESP e do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição da PUC, e Diretor Técnico de Saúde da Divisão de Doenças Crônicas da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES/SP), sendo responsável pela área de Promoção da Saúde na Vigilância Epidemiológica da SES/SP. Maria de Fatima Marinho de Souza, MD, PhD (Vital Strategies) Graduada em Medicina pela UFRJ, Mestre e Doutora em Medicina Preventiva/Epidemiologia pela USP. Foi Coordenadora Geral de Informações e Análise do Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância em Saúde (2005-2007), Coordenadora de Informações e Análise em Saúde da OPAS (2008-Set.2012) e Assessora responsável pelo Observatório Regional de Saúde da OPAS (Set.2012-Jan.2014). Foi Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde até o início de 2019. Professora convidada do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina da UFMG e do Instituto de Estudos Avançados da USP. Atualmente é Senior Technical Officer em Saúde Pública na Vital Strategies. Marília Gusmão, MBA (Boehringer Ingelheim) Graduada em Comunicação Social e Habilitação em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com Especialização em Educação em Saúde Pública pela Harvard University. Atua há 15 anos em empresas (nacionais e multinacionais) dos setores de saúde, energia, comunicação, telecomunicações e infraestrutura. Atualmente, é Gerente de Relações Governamentais da Boehringer Ingelheim. Mônica Andreis, MSc (ACT Promoção da Saúde) Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, Brasil. Especialista em Psicologia Hospitalar. Cofundadora e atual Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, uma organização não-governamental sem fins lucrativos criada para apoiar a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS. A ACT atua hoje com controle do tabaco, promoção da alimentação adequada e saudável, prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Membro da Diretoria da Framework Convention Alliance (FCA) de 2014 a 2016. Membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 no Brasil. Simone Warmbrand Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiencia em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Sheila Vasconcellos (ADILA) Jornalista (UFRJ), em 2015 foi selecionada e premiada pelo programa Bakken Invitation por seu engajamento em trabalhos voluntários e advocacy em saúde. Experiência de participações em grupos e eventos da IAPO, Alianza Latina, ADJadvocacy, e como membro do Conselho Distrital de Saúde RJ. Atualmente, escreve matérias para a revista Momento Diabetes, administra o grupo do Facebook Diabetes: Ação Pró Insumos e as redes sociais e ações de advocacy da ADILA RJ - Associação de Diabetes do Rio de Janeiro (vice-presidente 2017-2019) - e participa do Comitê de Ética em Pesquisa do IEDE - Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, como representante do usuário. Wellington Nogueira (Empreendedor Social) Formado em Teatro Musical pela American Musical and Dramatic Academy (1987), Palhaço formado por John Towsen e Michael Christensene e formação em Desenvolvimento Humano pela Franklin Covey Institute (2015). Fundador da ONG Doutores da Alegria, organização pioneira no Brasil em levar alegria a crianças hospitalizadas através da arte do palhaço profissional, investiu em pesquisa para desvendar o impacto da alegria na adversidade da hospitalização e, a partir desse conhecimento gerado, organizou-o para disseminação. Instituições participantes Abbott Abrale/Abrasta ACT Promoção da Saúde ADJ Diabetes Brasil Alianza Latina Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME) Associação Brasileira de Estudo e Prevenção do Suicídio (ABEPS) Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) Associação Crônicos do Dia a Dia Associação de Diabetes do Rio de Janeiro (ADILA) Associação Nacional de Atenção ao Diabetes e Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes (ANAD/FENAD) Associação Samaritano AstraZeneca Banco Mundial Boehringer Ingelheim Centro de Valorização da Vida (CVV) Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN) Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (DASNT/SVS/MS) Doutores da Alegria Espaço Ser Fundação Getúlio Vargas - GV Saúde Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAD) IBTED tecnologia e educação em diabetes Instituto da Criança com Diabetes (ICD) Instituto Contemplo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Instituto Desiderata Instituto Oncoguia Instituto Tellus International Diabetes Federation (IDF) Liga de Enfermagem na Atenção ao Diabetes (LEAD/EE/USP) Medtronic Merck Novartis Novartis Foundation Novo Nordisk Núcleo de Estudo e Prevenção do Suicídio (NEPS/SESAB) Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (NUPENS/FSP/USP) Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) Organização Mundial da Saúde (OMS) Pé de Feijão Plan Evaluation Plan International Public Health Institute (PHI) Rede Brasil AVC Resmed Roche Sanofi Secretaria da Atenção Primária a Saúde do Ministério da Saúde (SAPS/MS) Secretaria de Estado da Saúde da Bahia (SESAB) Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Siemens Healthineers Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) Todos Juntos Contra o Câncer Turma do Bem Vital Strategies Viva com Epilepsia Universidade de São Paulo (USP) Universidade Federal da Bahia (UFBA) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Young Leaders in Diabetes - International Diabetes Federation (YLD/IDF) Parceiros

  • Campanha Promove Alimentação Escolar em Período de Pandemia

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil e a Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável somam esforços para defender o Programa Nacional de Alimentação Escolar brasileiro e a garantia do direito humano à alimentação adequada do público escolar. Para isso, iniciaram dia 20 de maio, ações conjuntas para o intercâmbio de experiências nacionais e internacionais tendo como referência os princípios e diretrizes estabelecidos pelas políticas nacionais de Alimentação e Nutrição e de Segurança Alimentar e Nutricional, o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Guia Alimentar para a População Brasileira. Como parte da iniciativa, as organizações promoverão uma campanha de comunicação nas redes sociais para sensibilizar gestores públicos sobre a importância da garantia de acesso à alimentação adequada e saudável aos estudantes da rede pública de educação durante a pandemia de COVID-19. Os cartazes virtuais e mensagens estão disponíveis ao público no website. Também haverá uma conferência virtual (webinar) para discutir os desafios e compartilhar experiências sobre a entrega de alimentos no contexto da atual emergência como mecanismo de garantia da segurança alimentar e nutricional dos estudantes. OPAS, FAO e Aliança também organizarão juntas um evento internacional que evidenciará a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e promoverá o intercâmbio de experiências com outros países da América Latina e do Caribe, visando melhorar a qualidade da alimentação nas escolas brasileiras das redes públicas e privadas. Alimentação escolar no Brasil Diariamente, cerca de 41 milhões de estudantes são assistidos pelo PNAE, que é executado no Brasil há mais de seis décadas. A pandemia de COVID-19 levou à suspensão das atividades escolares deixando os estudantes sem acesso à alimentação escolar do PNAE. Diante disso foi promulgada a Lei Federal 13.987/2020 que autoriza a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do programa diretamente às famílias ou responsáveis pelos estudantes durante o período de emergência. No Brasil, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), gestor do Programa no âmbito federal, orienta a entrega de kits de alimentos como estratégia para atender aos estudantes nesse período emergencial. Vários estados e municípios já seguem se adequando para execução dessa estratégia, dentro dos protocolos de higiene necessários, e alguns continuam realizando compras de alimentos produzidos pela agricultura familiar. Estudantes da América Latina e Caribe Segundo a FAO, a suspensão das atividades escolares na América Latina e no Caribe durante a pandemia afetou cerca de 85 milhões de estudantes que se beneficiam dos programas de alimentação escolar. Para 10 milhões, esses programas são uma das principais fontes de alimentação segura e de qualidade que recebem diariamente. Além disso, em muitos países e regiões, a única oportunidade de acesso a frutas e verduras.

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