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- Saúde no Mapa - Abbott
Abbott lança plataforma colaborativa que compartilha dicas de saúde e bem-estar e mapeia uma São Paulo mais saudável O PROJETO, SAÚDE NO MAPA, PERMITE A TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE AS PESSOAS QUE VIVEM NA CIDADE PARA CUIDAR MELHOR DA SAÚDE E VIVER COM MAIS QUALIDADE A Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, está lançando um mapa colaborativo para o compartilhamento de experiências relacionadas ao cuidado com a saúde sob os aspectos da atividade física, alimentação, autoconhecimento, lazer e bem-estar, além de locais para doação de sangue na cidade de São Paulo. Intitulado Saúde no Mapa, o espaço permite que as pessoas indiquem seus locais preferidos na cidade para cuidar melhor da saúde, e encontrem dicas para viver com mais qualidade. A criação da plataforma é fruto dos resultados da pesquisa idealizada pela Abbott “Empoderamento do Paciente – importância e desafios”, feita com 960 pessoas, de todas as regiões do Brasil, diagnosticadas com diabetes e hipertensão, duas doenças crônicas de grande incidência no país. O intuito foi estimular a reflexão dos brasileiros sobre a importância da conquista e manutenção da própria saúde e, consequentemente, contribuir para que as pessoas se sintam mais proativas e responsáveis pelo cuidado de sua saúde. “A pesquisa trouxe importantes direcionamentos que nos motivaram a criar o Saúde no Mapa. Notamos que boa parte dos entrevistados (59%) tem na melhoria dos hábitos de saúde a principal chave para se sentir empoderado. A partir daí, desenvolvemos esta plataforma colaborativa, com o intuito de inspirar o compartilhamento de experiências de boas práticas relacionadas à saúde, como atividade física, alimentação, autoconhecimento, lazer, bem-estar e doação de sangue”, explica Juan Carlos Gaona, Gerente Geral da Abbott no Brasil. “Esse projeto vai ao encontro do nosso compromisso de entender as necessidades e desafios diários dos brasileiros e fazer com que vivam mais e melhor” , ressalta. O levantamento também mostrou que quase metade dos brasileiros entrevistados praticam atividades físicas (46%), especialmente na cidade de São Paulo, onde 61% das pessoas com diabetes realizam exercícios físicos. “Acreditamos que a cidade abriga diversos locais para que as pessoas possam melhorar a saúde por meio da prática de exercícios físicos e alimentação saudável, principalmente as que convivem com doenças crônicas. Por isso, decidimos iniciar nosso projeto por aqui”, diz Gaona. Para participar, basta acessar www.saudenomapa.com.br e realizar o cadastro. Em seguida, o usuário poderá indicar no mapa o local na cidade onde teve uma experiência agradável em uma ou mais das cinco categorias. Após a indicação no pin, o usuário poderá compartilhar a atividade com seus familiares e amigos em suas redes sociais. Também é possível conferir todas as dicas de locais e comentários que outros usuários da cidade também recomendaram, além de acessar dicas de saúde oferecidas por especialistas da Abbott.
- Capacitação Estratégica para ONGs de DCNTs
AGENDA 8:00 - Credenciamento e Welcome-Coffee 8:30 - Abertura (Mark Barone, PHI-MF, Patricia de Luca, AHF, Ricardo Lauricella, CIES Global e Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk) 8:45 - Workshop 1 - Transparência e Compliance (Ricardo Lauricella, CIES Global e Márcia Chaves, Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo) a. Marco regulatório b. Elaboração de relatórios de atividade e contábil c. Cases e atividade prática 10:45 - Coffee-break 11:00 - Workshop 2 - Advocacy e Comunicação Clara e Eficaz (Ingrid Daffner Krasnow, BMSG-PHI) a. Advocacy estratégico com engajamento da mídia b. Comunicação eficaz com diferentes stakeholders 13:00 - Almoço com palestrantes e patrocinadores 14:30 - Workshop 3 - Captação e Sustentabilidade (Tammy Allersdorfer, GRAACC) a. Diferença entre captação para projetos e para a sustentabilidade da entidade; b. Relacionamento com parceiros pessoa jurídica c. Captação com pessoa física d. Oportunidades de editais 16:30 - Coffee-break 16:45 - Workshop 4 - Design e Implementação de Projetos (Yara Baxter, Novartis Foundation, e Time Tellus) a. Alinhamento com a missão da entidade b. Definição de objetivos e indicadores c. Monitoramento e publicação de resultados d. Criatividade e Inovação 18:45 - Avaliação e Mesa de Encerramento (Mark Barone, PHI-MF, Patricia de Luca, AHF, Ricardo Lauricella, CIES Global, Yara Baxter, Novartis Foundation e Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk) PALESTRANTES e FACILITADORES Ingrid Daffner Krasnow, MPH (Berkeley Media Studies Group) Bacharel em Ciências Políticas pela Universidade da Califórnia em Berkeley e pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É mestre em saúde pública pela Universidade da Califórnia em Los Angeles. Com 20 anos de experiência em advocacy, comunicação, estratégia de marketing, desenvolvimento de fundos e gerenciamento de organizações sem fins lucrativos, dedica-se a ministrar treinamentos em advocacy de mídia e consultoria estratégica pelo Berkeley Media Studies Group, desde 2008. Atualmente mora em Jackson Hole, Wyoming, onde atua no Conselho Distrital de Saúde Pública de Teton e é consultora estratégica de organizações sem fins lucrativos. Márcia Chaves (Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo) Cirurgiã Dentista pela Universidade de São Paulo (FO-USP), com atuação em diversas áreas da Saúde Pública nas esferas estadual e municipal: apuração das denúncias relativas a superfaturamento; administração de contratos; compras públicas, tendo implantando as compras eletrônicas no município de São Paulo, entre outras. Foi autoridade sanitária na COVISA - Coordenação de Vigilância em Saúde, em processos de certificação de boas práticas, qualificação e validação de processos. Entre agosto de 2014 e dezembro de 2018 coordenou a reformulação da Ouvidoria SUS do MSP, que incluiu os serviços de atendimento ao usuário das organizações sociais contratadas, e se tornou referência nacional e internacional. Mark Barone, PhD (Coordenador) (Public Health Institute e Medtronic Foundation) Doutor em Físiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação e Marketing. Desde 1999 desenvolve projetos nacionais e internacionais de Pesquisa e Educação em Saúde, Empoderamento e Liderança de Im-pacientes, e Divulgação Científica. Autor do livro "Diabetes: conheça mais e viva melhor". Membro da Diretoria da ADJ Diabetes Brasil, Fellow do Programa Global Health Leaders do PHI e Senior Technical Advisor da Medtronic Foundation, responsável pela supervisão de programas como o HealthRise e o HeartRescue Brazil. Ricardo Lauricella (CIES Global) Graduado em Comunicação Social e Jornalismo, com Pós-graduações em Comunicação Corporativa e Gestão no 3º setor, trabalha há 15 anos nas atividades de planejamento e interlocução com diferentes setores, especialmente na área da saúde. Há 8 anos no CIES Global, é o responsável pelo mapeamento, participação e acompanhamento de oportunidades, como o prêmios recebidos pelo CIES, e de fóruns e grupos de trabalho relacionados a finanças sociais e indicadores de impacto social. Hoje comanda o departamento de Relações Institucionais, Comunicação e Marketing do CIES Global. Patricia Vieira de Luca, MSc (Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Simone Warmbrand Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pelo Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciando suas atividades em marketing, vem atuando há mais de dez anos em assuntos institucionais/governamentais, políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso a mercado. Responsável pela “startup” das áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter e Alexion e, desde 2015, na Novo Nordisk. Possui um histórico de sucesso na implementação de estratégias de suporte a negócios de diferentes áreas terapêuticas, de relações com a imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social corporativa. Tammy Allersdorfer (GRAACC) Graduada em Administração de Empresas com Ênfase em Finanças e Pós-Graduada em Comunicação para o Mercado, atua na área de captação de recursos no 3º setor desde 1996. Tem especialização na área de Desenvolvimento Institucional, promovendo ações de Captação de Recursos e Comunicação e, atualmente, é Superintendente de Desenvolvimento Institucional do GRAACC, instituição social de combate ao câncer infantil que capta, anualmente, mais de 60 milhões de reais para a operacionalização de hospital referência no país no tratamento de casos de alta complexidade. Yara Carnevalli Baxter, PhD (Fundação Novartis) Iniciou sua carreira em Atenção à Saúde no Hospital das Clínicas, com mestrado e doutorado focados em Nutrição e Economia da Saúde pela Universidade de São Paulo. Durante sua jornada na Novartis como diretora de negócios (Nutrição e Oncologia), Comunicação Corporativa e Champion para a Diversidade & Inclusão, desenvolveu seu potencial em gerenciar negócios, liderar e treinar pessoas. Na Fundação Novartis, traz inovação na gestão de saúde urbana. Reconhecida como uma pessoa inspiradora na integração entre trabalho e vida pessoal. Participantes Abrale/Abrasta ACT Promoção da Saúde ACTC - Casa do Coração ADEPA - Associação de Diabetes do Estado do Pará ADIES - Associação de Diabetes do Espírito Santo ADJ Diabetes Brasil AHF - Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar Alianza LatinaAmigos Múltiplos Associação de Diabetes de Botucatu Associação de Diabetes de Vitória da Conquista Associação de Pessoas com Diabetes de Teófilo Otoni Berkeley Media Studies Group Casa Hunter - Somos Todos Raros CIES Global GADA - Associação de Diabetes da Paraíba GRAACC Grupo Tellus Instituto Desiderata Instituto Ser Instituto Vidas Raras Medtronic Foundation Novartis Foundation Novo Nordisk PHI - Public Health Institute Plan International Brazil Secretaria da Saúde do Município de São Paulo Young Leaders in Diabetes IDF-SACA
- ODSs se confirmam guiando esforços internacionais em encontro promovido pelo #FórumDCNTs
No dia 13 de setembro (2018), foi realizado no Auditório do CIES Global, uma sessão interativa facilitada pela Diretora de Saúde Global da Fundação Medtronic, Jessica Daly. O evento abordou prioridades em Saúde Global, com o objetivo de identificar convergências entre os setores, seus papeies, e o novo foco de ação das fundações internacionais. A sessão, que contou com a presença de organizações como: Abrale, ADJ Diabetes Brasil, CIES Global, Novartis Foundation, Public Health Institute, entre outras, desenvolveu-se em formato de diálogo e troca de experiências entre a Sr. Daly e os participantes. Na palestrante foram destacados os objetivos da Fundação Medtronic, enquanto um instituição criada há 40 anos para dar suporte a problemas de saúde espalhados pelo mundo, com foco em populações carentes, buscando, atualmente, colaborar para que os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU sejam atingidos, principalmente do ODS 3. Para isso, a fundação propôs diversos programas pelo mundo, com destaque para os implementados nas regiões de Vitória da Conquista e Teófilo Otoni, no Brasil, o HealthRise e o HeartRescue. Os países que recebem os projetos são, em sua maioria, países em desenvolvimento, incluindo África do Sul, China, Índia, Tanzânia, Uganda e regiões específicas dos EUA. Entre as condições contempladas pelos diferentes programas estão: diabetes, hipertensão, AVC, infarto e doença reumática cardíaca. Segundo a Sra. Daly, a Fundação valoriza a participação ativa de toda a comunidade onde os programas são implementados, com destaque os profissionais de saúde de atenção primária, os agentes comunitários de saúde e os usuários do sistema de saúde e suas famílias. Em relação à evolução do papel das fundações, revelou que de uma posição de patrocinadoras, fundações, como a Fundação Medtronic, hoje buscam parcerias estruturadas com os diferentes setores, para que as necessidades globais e locais sejam identificadas e endereçadas, e que os programas possam ter impacto efetivo, devidamente avaliado. No Brasil, ficou claro que os projetos, desenvolvidos em parceria e dentro do SUS, dizem respeito ao tratamento e prevenção secundária e terciária em doenças crônicas não-transmissíveis (DCNTs). Outras de suas características são: de âmbito de saúde coletiva; envolvem, ao menos, uma DCNT; são implementados por universidades públicas instaladas na região dos projetos; e contam com parceiros nacionais e internacionais. Enquanto alguns dos projetos, como o HeartRescue, estão em seu início, outros, como o HealthRise, estão em encerramento de ciclo. O bate-papo que fechou a sessão teve com o intuito identificar novas ideias e estratégias eficazes para os principais desafios de saúde pública. A ideia de unir esforços inter- e intra-setor ganhou especial destaque, a fim de garantir sustentabilidade e escalabilidade das melhores estratégias desenvolvidas, ao invés de se apostar em esforços pulverizados.
- Carta Aberta do FórumDCNTs às Autoridades 2019
Carta Aberta do Fórum Intersetorial para Combate às Doenças Crônicas Não-Transmissíveis no Brasil às Autoridades As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), são responsáveis por aproximadamente 71% das mortes no mundo e, de acordo com o Vigitel de 2018, 74% das mortes no Brasil. Entre as DCNTs, as com maior impacto sobre a população brasileira são as doenças cardiovasculares (28%), as neoplasias (18%), as doenças respiratórias (6%) e o diabetes (5%). Sabe-se que grande porcentagem dessas doenças e suas complicações podem ser prevenidas. Apesar de prevenção secundária e terciária dependerem de diagnóstico oportuno e tratamento adequado, ambas e também a prevenção primária dependem de hábitos de vida saudáveis. Para isso, programas e políticas públicas, efetivos e sustentáveis, baseados em evidências, que contem com a participação da sociedade civil e promovam a melhoria da qualidade de vida da população, são necessárias. O Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), iniciativa proposta em 2017 pelo Public Health Institute (PHI), em parceria com as principais organizações não governamentais, empresas da área da saúde, universidades e órgãos do governo, se reuniu pela 5ª vez no dia 23 de outubro de 2019, a fim de proporcionar espaço de diálogo, parceria e atualização. Nessa ocasião, seus participantes identificaram prioridades, expuseram como estão engajados ou disponíveis para se engajar e, com isso, reduzir o impacto devastador que as DCNTs têm imposto à população brasileira. O FórumDCNTs, desde seu início, tem facilitado parcerias intra e inter setores, permitindo a expansão de estratégias custo-efetivas, formação de alianças, desenvolvimento de novos programas e mobilização em favor de políticas públicas consistentes. Atualmente, os seguintes grupos de trabalho se reúnem no FórumDCNTs: Advocacy em Cardiovascular, Todos Juntos Contra o Câncer, Saúde Mental e Neurológica, Diabetes, Alimentação Adequada e Saudável, AVC, DCNTs em Crianças e Obesidade. Em relação a este último tema, dado que o excesso de peso é fator de risco para as principais DCNTs, que mais da metade da população brasileira apresenta sobrepeso ou obesidade, que o Brasil é o quinto país em número de crianças com obesidade e que, segundo a World Obesity Federation (2019), o país tem apenas 2% de chance de cessar o crescimento da proporção de crianças com excesso de peso, este é um dos temas muito nos preocupa. Além das DCNTs e seus fatores de risco, foram identificadas durante o 5o encontro do FórumDCNTs, de forma mais específica, prioridades sobre as quais solicitamos ações imediatas das autoridades e nos colocamos à disposição para auxiliar, com destaque a: Capacitar a Atenção Primária para ações de prevenção, diagnóstico e acompanhamento efetivos de DCNTs, especialmente em relação às DCNTs de maior prevalência (doenças cardiovasculares - com destaque a hipertensão e hipercolesterolemia -, câncer, diabetes, doenças respiratórias crônicas e doenças mentais ou neurológicas); Melhorar o acesso a exames para diagnóstico e acompanhamento para ajustes terapêuticos de DCNTs na Atenção Primária, incluindo Point-of-Care de hemoglobina glicada e de perfil lipídico e MRPA para pressão arterial; Reverter o subdiagnóstico de hipercolesterolemia e hipertensão através da Atenção Primária, melhorando a capacitação e equipando agentes comunitários de saúde, equipe de enfermagem e farmacêuticos/as nas unidades de saúde, a fim de identificação otimizada de casos suspeitos e detecção precoce; Tornar eficaz a prescrição de medicação, a fim de a pessoa não precisar retornar à UBS para renovar receita quando não há necessidade de consulta e já poder levar consigo medicamento para suas DCNTs suficiente para, pelo menos, 3 meses; Replicar de forma adaptada às realidades locais modelos comprovadamente eficientes e efetivos no Brasil para o combate às DCNTs, incluindo, mas não limitado àqueles dos programas HEARTS, HealthRise, Cities Changing Diabetes, Better Hearts Better Cities, HeartRescue, Resolve, ACTIVE, Agita-SP, SAFER e MPower; Utilizar de forma otimizada a integração com municípios para distribuição de tecnologias e medicamentos incorporados; Melhorar integração entre a Atenção Primária, Secundária e Terciária a fim de reduzir tempo entre suspeita, diagnóstico e tratamento de câncer e outras DCNTs, e otimizar acompanhamento da Atenção Primária no retorno de procedimentos na Atenção Secundária ou Terciária; Garantir assistência e acesso às populações rurais de área remotas; Estabelecer protocolos de tratamento baseados em evidência que balizem as decisões terapêuticas, a fim de não haver mais necessidade de judicialização na maioria dos casos, permitindo acesso a medicamentos e tecnologia mais específicos quando necessário; Alinhar mais intencionalmente as ações do país aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas; Investir em programas de educação em saúde e prevenção nas escolas, com incorporação do tema no currículo escolar e orientação aos pais, e melhorando a merenda escolar, eliminando alimentos não saudáveis e favorecendo o fornecimento de alimentos frescos; Implementar prontamente políticas que levem à redução do consumo de álcool e de alimentos obesogênicos, à semelhança das políticas antifumo; Reduzir o tempo para adequação dos rótulos das embalagens, em conformidade com a nova legislação de rotulagem frontal; Estabelecer canal de comunicação e colaboração mais aberto com a sociedade civil e meios mais eficazes de estabelecer parcerias; Convocar para reuniões na CONITEC representantes específicos da área da incorporação em análise, tanto leigos quanto profissionais de saúde, e não representante genérico – como acontece atualmente; Implementar políticas e leis que contemplem necessidades de pessoas com DCNTs, especialmente na área de saúde mental e neurológica, e não limitem socialização, oportunidades no mercado de trabalho e a evolução desses indivíduos. Contamos com vosso compromisso, para que possamos juntos continuar evoluindo na meta de reduzir em 1/3 as mortes precoces causadas por DCNTs (ODS 3.4, agenda 2030 da ONU) por meio de ações de prevenção e acesso aos tratamentos de qualidade e, com isso, melhorar saúde e qualidade de vida da população, reduzindo custos e impactos à toda a sociedade. Colocamo-nos à disposição para contribuir nesta missão. Atenciosamente, Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil www.ForumDCNTs.org Co-organizaram o 5o encontro do FórumDCNTs a ADJ Diabetes Brasil e a Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF); apoiaram e patrocinaram a Abbott, a Associação Samaritano, a Novo Nordisk, a Bayer e a Sanofi; e participaram também do 5o encontro do FórumDCNTs as seguintes instituições: Abrale/Abrasta, A.C.Camargo Câncer Center, ACT Promoção da Saúde, Associação Amigos Múltiplos (AME), Associação Paulista de Medicina (APM), Bloomberg Philanthropies, Blu, Associação Crônicos do Dia a Dia, CONASEMS, Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis (DASNT/SVS/MS), Expression, Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC), InCor-HC-FMUSP, Instituto Desiderata, Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE), Instituto Saúde e Sustentabilidade, Instituto Tellus, Regioão SACA e Young Leaders in Diabetes da International Diabetes Federation (IDF-SACA e YLD-IDF), Johnson & Johnson, Medtronic, Medtronic Foundation, Ministério da Saúde, Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC), Novartis Foundation, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Pé de Feijão, Plan Evaluation, Plan International Brasil, Public Health Institute (PHI), Rede Brasil AVC, Roche, Secretaria da Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (SAPS/MS), Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), Secretaria Municipal da Saúde de Campinas, Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, Serviço Social da Indústria (SESI-CNI), Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Vital Strategies, Viva com Epilepsia, Universidade de São Paulo, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucurí (UFVJM).
- FórumDCNTs esteve no Lançamento da Iniciativa SAFER da OPAS/OMS
A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou no dia 7 de outubro, no Brasil, a iniciativa SAFER, que disponibiliza um pacote técnico com cinco estratégias de alto impacto para reduzir o uso nocivo do álcool e suas consequências sociais, econômicas e de saúde. O evento contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, Ministério da Cidadania, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), do FórumDCNTs, entre outras instituições parceiras. A Estrutura de Monitoramento Global da OMS para DCNT inclui uma meta para reduzir o uso de álcool em até 10% até 2025. No Brasil, reduzir o horário de funcionamento de bares de 24 horas por dia para estabelecimentos que fecham às 23h foi associado a uma queda de 44% nos homicídios. O pacote SAFER visa: Reforçar as restrições à disponibilidade de álcool; Avançar e impor medidas para direção sob efeito do álcool; Facilitar o acesso à triagem, intervenções breves e tratamento; Aplicar proibições ou restrições abrangentes à publicidade, patrocínio e promoção de bebidas alcoólicas; Aumentar os preços do álcool por meio de impostos e políticas de preços. Mais informações em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6043:para-reduzir-uso-nocivo-do-alcool-e-suas-consequencias-opas-oms-lanca-iniciativa-safer-no-brasil&Itemid=839
- Adolescentes que dispensam o café da manhã podem desenvolver obesidade
Peter Moon | Agência FAPESP – Em um trabalho publicado na Scientific Reports, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e de seis países europeus avaliam comportamentos determinantes para o ganho de peso entre crianças e adolescentes. A obesidade infantil pode favorecer o surgimento prematuro de problemas como o diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. O estudo destaca que o hábito de muitos adolescentes de pular o café da manhã em suas casas antes de seguir para as escolas guarda relação direta com o aumento da circunferência abdominal e com o aumento no índice de massa corporal (IMC) nesse grupo etário. Dispensar a primeira refeição do dia pode levar a uma dieta desequilibrada, além de hábitos nada saudáveis, o que pode tornar os adolescentes vulneráveis ao ganho de peso. “Ao dispensar o café da manhã, milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo podem substituir uma alimentação mais saudável dentro de casa (lácteos, cereais integrais e frutas) pelo consumo, em cafeterias e lanchonetes escolares, de alimentos industrializados muitas vezes hipercalóricos e de baixo valor nutricional, como salgadinhos, doces e refrigerantes, o que está diretamente ligado ao desenvolvimento da obesidade”. “Verificamos um aumento médio na circunferência abdominal de 2,61 centímetros e 2,13 centímetros, respectivamente, nos meninos europeus e brasileiros, quando esses têm o hábito de pular o café da manhã”, disse Forkert. “Por outro lado, quando usamos o tempo de sono influenciando a associação entre os outros comportamentos e os marcadores de obesidade, observou-se que os meninos europeus e brasileiros que pularam o café da manhã, mesmo dormindo adequadamente [oito horas por dia ou mais], aumentaram em média 1,29 kg/m² e 1,69 kg/m² o índice de massa corporal, respectivamente”, disse. Entre os meninos europeus e brasileiros, pular o café da manhã foi o comportamento predominante, mostrando associação positiva com os indicadores de obesidade (índice de massa corpórea, circunferência abdominal e relação cintura-altura). Fonte: http://agencia.fapesp.br/adolescentes-que-dispensam-o-cafe-da-manha-podem-desenvolver-obesidade/31053/
- OPAS aprova plano regional para eliminar Gordura Trans nas Américas até 2025
Entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro de 2019, em reunião em Washington D.C., EUA, os estados membros da Organização Pan-Americana de Saúde se debruçaram sobre questões relacionadas às DCNTs, incluindo a saúde de jovens e adolescentes, Atenção Primária à Saúde e Cobertura Universal da Saúde na região. Um aspecto principal foi a aprovação do Plano de Ação para a Eliminação da Gordura Trans Industrialmente Produzida no período de 2020-2025. Detalhes sobre a reunião em: https://ncdalliance.org/news-events/news/paho-approves-regional-plan-of-action-on-trans-fat-elimination Conheça o pacote de medidas da Organização Mundial da Saúde para Eliminação da Gordura Trans: https://www.who.int/nutrition/topics/replace-transfat
- Chamada para subscrições ao Relatório Luz 2019 está aberta
Sua organização atua para alcançarmos o desenvolvimento sustentável ou apoia a Agenda 2030? Então subscreva a edição 2019 do Relatório Luz da Sociedade Civil! A publicação foi lançada em agosto e traz análises e recomendações para a implementação de cada um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O trabalho envolveu 32 organizações, entre membros e não membros do GT Agenda 2030 (confira a lista completa). Clique aqui para apoiar. O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT Agenda 2030) lançou em Brasília, o III Relatório Luz da Sociedade Civil da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável. A publicação analisa, a partir de dados oficiais e evidências, a implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil. O Relatório Luz 2019 foi elaborado por experts e parceiros do GT Agenda 2030 e mostra um cenário de violações e desrespeito aos direitos sociais, ambientais e econômicos que vem se acentuando desde o último ano. Ao mesmo tempo em que crescem a pobreza, o desemprego e a violência contra a mulher no país, são reduzidos os recursos para áreas como saúde e educação e nega-se o processo de mudança climática, entre tantos outros problemas que impedem que o Brasil atinja os ODS. A análise engloba as 125 metas dos 17 ODS e apresenta recomendações para que sejam alcançadas. Além disso, o Relatório Luz 2019 traz um estudo de caso sobre os desastres de Mariana e Brumadinho e um exemplo de boa prática que é a proibição do casamento infantil para menores de 16 anos no Brasil. A publicação tem o apoio financeiro da União Europeia. Matéria de lançamentodo Relatório Luz da Sociedade Civil
- Declaração ONU sobre cobertura universal de saúde: OPAS defende a transformação do sistema de saúde
A Declaração #UNGA sobre #UniversalHealth é um passo realmente importante para todos os países das Américas❗ O Dr. James Fitzgerald resumiu a jornada em direção a #HealthForAll em video na pagina do Linkedin da Pan American Health Organization. Nova York, 24 de setembro de 2019 (OPAS) - A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, saudou a Declaração Política de Alto Nível das Nações Unidas sobre Cobertura Universal de Saúde (UHC), adotada em 23 de setembro pelo mundo líderes na Assembléia Geral das Nações Unidas. “Health is a human right, where universal means universal; whereby all people have access and coverage to quality comprehensive health services, as well as interventions to address social determinants of health.” “Saúde é um direito humano, onde universal significa universal; em que todas as pessoas têm acesso e cobertura a serviços de saúde abrangentes e de qualidade, bem como intervenções para abordar os determinantes sociais da saúde. ” “A declaração está totalmente alinhada com a chamada à ação no Pacto Regional da OPAS sobre Atenção Primária à Saúde em Saúde Universal”, disse Etienne. “Temos muito o que fazer e pouco tempo para fazê-lo. Mas deixamos aqui revigorados e prontos para avançar em uma ação concertada para tornar o Acesso Universal à Saúde e a Cobertura Universal de Saúde uma realidade até 2030 ”, acrescentou. Em um evento paralelo à Reunião de Alto Nível sobre Cobertura Universal, organizada pela Parceria Universal de Cobertura em Saúde, Etienne reafirmou que “a saúde é um direito humano, onde universal significa universal; em que todas as pessoas têm acesso e cobertura a serviços de saúde abrangentes e de qualidade, bem como intervenções para abordar os determinantes sociais da saúde. ” “Para conseguir isso, é necessário um esforço conjunto para eliminar as barreiras de acesso: financeira, geográfica, social, cultural, institucional”, disse ela, destacando que a Região das Américas reduziu significativamente os gastos catastróficos em saúde entre 2010 e 2015, melhorando assim proteção financeira e redução de barreiras financeiras. "Este é um excelente progresso, mas ainda existem outras barreiras importantes a serem enfrentadas", disse ela. Para alcançar a Saúde Universal até 2030, o Diretor da OPAS acredita ser necessário transformar os sistemas de saúde, firmemente baseados na atenção primária à saúde (APS) e com participação inclusiva. Ela também disse que "precisamos de sistemas de saúde com um primeiro nível de atendimento altamente resolutivo, incorporado em redes de serviços de saúde bem gerenciadas e abrangentes que atendam a todas as necessidades de saúde". Etienne também pediu forte governança e administração para permitir que as autoridades liderem essa transformação, além de compromisso político para aumentar e melhorar o investimento em saúde. A Declaração exige um aumento de 1% no financiamento público até 2030, algo que, segundo o Diretor da OPAS, é positivo, mas pode não ser suficiente para muitos países. “No nível regional, o financiamento da saúde aumentou 0,5% nos últimos quatro anos”, disse Etienne, acrescentando que “nas Américas, os países se comprometeram a obter investimentos públicos de pelo menos 6% do PIB e de pelo menos 30 % é investido no primeiro nível de atendimento. ”Até agora, quatro países da Região atingiram a meta de 6% e outros estão trabalhando nesse sentido. Etienne pediu que os países abordem as persistentes desigualdades na saúde, o envelhecimento da população, problemas emergentes como mudança climática, migração, sistemas de saúde segmentados e fragmentados e restrições fiscais, como financiamento insuficiente para os serviços públicos de saúde. "Se não enfrentarmos esses desafios, o sonho da saúde universal simplesmente não será possível", afirmou.
- Campanha alerta sobre a importância de falar das doenças do coração
Campanha alerta sobre a importância de falar das doenças do coração “Fale de Coração” tem o intuito de sensibilizar a população sobre as doenças relacionadas ao coração que vitimam 17,3 milhões de pessoas ao redor do mundo Apoiamos a campanha do #GAC, que nasceu no #FórumDCNTs e, através de suas instituições membro, se mantém muito engajado e relevante. Em 29 de setembro foi o Dia Mundial do Coração. Para chamar a atenção da população brasileira para as doenças cardiovasculares, o Grupo de Advocacy em Cardiovascular, administrado pela Colabore com o Futuro, aproveitou a data para lançar a campanha “Fale de Coração”, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância de hábitos saudáveis na prevenção dessas doenças. A campanha visou gerar um grande movimento de pessoas nas redes sociais, postando depoimentos sobre suas experiências com as doenças cardiovasculares. “Também convidaremos celebridades e influenciadores para abraçar a campanha que é de grande importância para a sociedade. As doenças cardiovasculares são a principal causa de óbito no mundo. Cerca de 17,3 milhões de pessoas morrem por ano em virtude dos problemas relacionados ao coração. Só no Brasil, de acordo com último levantamento do Ministério da Saúde, há 302 mil óbitos. Por isso é de extrema importância conscientizarmos a população e enfatizarmos que há formas de tratamento e controle, por meio, principalmente, da correção de hábitos alimentares pouco saudáveis e de outros fatores de risco como tabagismo, obesidade, estresse, colesterol alto e sedentarismo”, destaca Carolina Cohen, cofundadora da Colabore com o Futuro. O trabalho de engajamento na campanha envolve a criação de uma página no Instagram especialmente para a causa (www.instagram.com/faledecoracao). “Dessa forma as pessoas poderão compartilhar seus vídeos e fotos na página @faledecoração, relatando suas histórias reais na luta contra as doenças cardiovasculares. Nesse sentido, a hashtag #D❤ foi criada para que o público possa usar nas mensagens, deixando-as registradas e visíveis para todos”, destaca Carolina. O primeiro depoimento com vídeo será da idealizadora do conceito da campanha, Irene Knoth, e vai ao ar na página @faledecoração no próximo domingo (29), Dia Mundial do Coração. Ela conta sobre a sua experiência, com o falecimento do pai por infarto. Em sua fala, Irene convida outras pessoas a também postarem suas histórias com a hashtag da campanha. “Com a ação, queremos, juntos, fazer com que o Dia Mundial do Coração seja sobre amor e não sobre saudade”, ressalta Irene. Sobre o Grupo de Advocacy em Cardiovascular O Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC) foi fundado em 2017. Trata-se de um movimento inovador, administrado pela Colabore com o Futuro, e composto por quatro organizações de pacientes sem fins lucrativos, sérias e comprometidas. O grupo foi criado para atuar nas necessidades dos pacientes com doenças cardiovasculares não atendidos, lidando com desafios provocados por obstáculos para conseguir um diagnóstico preciso e precoce, bem como a dificuldade de acesso a exames e tratamentos. Também temos como missão diminuir a alta incidência e mortalidade por doenças cardiovasculares no Brasil.
- Consulta pública sobre rotulagem de alimentos
Começou na segunda-feira (23/9) o prazo para o envio de comentários e sugestões às consultas públicas sobre rotulagem nutricional. Uma delas (CP 707) trata da proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) que contém uma série de novidades para ajudar os consumidores na hora da escolha de alimentos embalados. A outra (CP 708) traz o texto da Instrução Normativa (IN) com os requisitos técnicos para declaração da rotulagem nutricional nesses alimentos pelas indústrias. Publicadas no Diário Oficial da União (D.O.U.) do dia 16/9, as consultas terão duração de 45 dias. Portanto, o prazo para o envio de contribuições vai até 6/11/2019. Objetivos Um dos principais objetivos da revisão das atuais normas brasileiras para rotulagem é facilitar a compreensão das informações nutricionais pelo consumidor. Para isso, faz parte da proposta deixar mais visíveis e legíveis os dados nutricionais nos rótulos, o que permitirá fazer comparações entre produtos e reduzir situações que geram engano. A ideia é, ainda, ampliar a abrangência de informações nutricionais e aprimorar a precisão dos valores declarados pela indústria. Como participar? O primeiro passo é conhecer as propostas de RDC e de Instrução Normativa, que já estão disponíveis na área de consultas públicas do portal da Anvisa. Depois da leitura e avaliação do texto, sugestões poderão ser enviadas eletronicamente, por meio do preenchimento de formulários específicos. As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado, por meio de ferramentas contidas no menu “resultado” do formulário eletrônico, inclusive durante o processo de consulta. Ao término do preenchimento do formulário, será disponibilizado ao interessado o número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos. Aqueles que não têm acesso à internet também podem participar. Nesse caso, as sugestões e comentários podem ser enviados por escrito, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Alimentos – GGALI – SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050. Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o mesmo endereço, mas direcionadas especificamente à Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte). Após o término da CP, a Agência fará a análise das contribuições e poderá, se for o caso, promover debates com órgãos, entidades e aqueles que tenham manifestado interesse no assunto, com o objetivo de fornecer mais subsídios para discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada. Ampla participação social A Gerência Geral de Alimentos (GGALI) da Anvisa ressalta que a realização das consultas consiste em uma etapa importante para a participação social no processo regulatório de revisão das normas de rotulagem nutricional. Ressalta também que vem cumprindo à risca o cronograma de atividades assumido com os atores envolvidos — órgãos de governo, associações e entidades do setor produtivo e da sociedade civil, além de representações dos profissionais de saúde, conselhos, universidades, laboratórios e de organismos internacionais. Cabe destacar que o processo regulatório de rotulagem de alimentos é um dos mais amplos já realizados pela Agência. Entre as atividades já executadas estão reuniões, painel técnico, Análise de Impacto Regulatório (AIR), Tomada Pública de Subsídios (TPS) e Diálogos Setoriais sobre o tema. Confira aqui os mecanismos de participação em processos regulatórios. Participe! Para participar, conheça as propostas e acesse os formulários das consultas públicas. Consulta pública 707 – Proposta de Resolução da Diretoria Colegiada que dispõe sobre rotulagem nutricional de alimentos embalados. Acesse o formulário da consulta. Consulta pública 708 – Proposta de Instrução Normativa que estabelece os requisitos técnicos para a declaração da rotulagem nutricional nos alimentos embalados. Acesse o formulário da consulta. Fonte: Portal ANVISA









