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- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Condições Cardiovasculares
Participantes reunião II: Douglas Silva - Resmed Patrícia Vieira de Luca, AHF (Facilitadora) Ana Carolina Micheletti, UFMG (Co-Facilitadora) Participantes reunião I: Patrícia Vieira de Luca, AHF (Facilitadora) Ana Carolina Micheletti, UFMG (Co-Facilitadora) Priscila Romanoski, Secretaria Estadual de Santa Catarina Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Gleyce Bezerra , CGAN-SAPS-Ministério da Saúde Michael Diana , CONASEMS - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Falta de diagnóstico e monitoramento de doenças cardiovasculares na atenção primária. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Sensibilização do MS, gestores estaduais e municipais para ações exitosas escaláveis voltadas à resolução do problema prioritário identificado pelo GT DCV: subdiagnóstico e subtratamento de CCNTs no Brasil por falta de rastreio, diagnóstico e monitoramento na APS. - AÇÕES: 1. Audiência pública em Brasília sobre pacote mínimo para diagnóstico e monitoramento de CCNTs na APS (com ênfase em hemoglobina glicada, lípides, creatinina e albuminúria), com a participação do Ministério da Saúde, pesquisadores, representantes das sociedades civil e médica, e de cidade que já implementou com sucesso a estratégia. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. Houve audiência pública em 2024, para novas tecnologias diabetes em que se abordou a hemoglobina glicada. A Deputada Flávia Morais, está apoiando o agendamento de outra audiência pública para avançar nos outros parâmetros (lípides, creatinina e albuminúria). 2. Apresentação, em evento para gestores, de modelos exitosos com a incorporação de point-of-care na atenção primária. - Não houve mudança e esta ação foi superada. Houve iniciativas do FórumCCNTs que foram eventos para gestores, em que foram apresentados no ano de 2024, os modelos exitosos com a participação do Dr. Erlon e Dr. Márcio Galvão. Dia 28/10, foi instituído o Dia Estadual do AVC em Santa Catarina; Lei Nacional de prevenção do AVC em outubro; Dia 29/10, Lei Nacional que instituiu a prevenção do AVC; Dia 29/9 considerado como Dia Mundial do Coração juntamente com o setembro vermelho; Dia 08/08 considerado como Dia Mundial de Combate ao Colesterol; Lei 14.915, de 2023 que institui o Dia Nacional das Doenças Crônicas, a ser celebrado em 10 de dezembro. Dia Nacional das Condições Crônicas Não Transmissíveis publicado em Diário Oficial em 08/07/2024; Dia 25/10/2024 teremos as próximas reuniões dos GTs do FórumCCNTS para avaliações dos planos intersetoriais com a participação de especialistas para avaliar o alcance das ações. Outro Modelo exitoso foi o realizado em Goiás. Será feito um chamamento para o GT de DCVs do FórumCCNTs para identificar os modelos exitosos. Portaria GM/MS n° 3.008, de novembro de 2021 - Estratégia Cardiovascular na APS; Curso ofertado pelo Ministério da Saúde sobre identificação do risco cardiovascular com enfoque para o rastreamento e aborda os eixos de promoção da saúde, prevenção de doenças cardiovasculares e pesquisas. - ATIVIDADES PLANEJADAS PELO GT: A audiência pública para o point-of-care foi uma iniciativa e existe uma necessidade de análises de custo-efetividade. Dessa forma, tornam-se necessários parceiros como pesquisadores em universidades, profissionais de saúde e gestores de órgãos governamentais e de saúde para apoio a essa atividade. Colocar para os especialistas o que se pode ir trabalhando até que o point-of-care seja aprovado e, como proposta nesta vertente que reduzam o tempo dos exames laboratoriais. Abordar com os especialistas como agilizar o monitoramento e rastreio das CCNTs na Atenção Primária à Saúde. Trazer o monitoramento e manejo das CCNTs e estratégias multiprofissionais dada a importância da capacitação para essa equipe relacionadas a estratificação do risco cardiovascular.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Saúde Digital em CCNTs
Participantes reunião II: Iseli Reis, Fleximedical (Co-facilitadora) Participantes reunião I: Juliana Nabarrete, SAS Brasil (Facilitadora) Iseli Reis, Fleximedical (Co-facilitadora) Luis Kiatake, SBIS Ricardo Moraes, Afya Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Michael Diana , CONASEMS - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Ausência de políticas públicas de padronização, orientação e incentivo voltadas às jornadas digitais por linhas de cuidado de CCNTs. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Redigir documento com propostas para implantação em maior escala de experiências de sucesso, além da proposição de protocolos para jornadas digitais. Definir estratégias de divulgação deste documento e interlocução para desenvolvimento de políticas públicas nele baseadas. - AÇÕES: 1. Dar continuidade à identificação e catalogação de casos de sucesso por linha de cuidado de CCNTs, iniciada em 2023, incluindo aquelas de outros países. - Não houve mudança e Continua sendo uma ação prioritária. Falta submissão de cases de sucesso. 2. Organizar e realizar um webinar no primeiro semestre de 2024 para discussão das experiências exitosas identificadas pelo GT, com a participação de especialistas em saúde digital e CCNTs, bem como de tomadores de decisão. - Houve avanço e Continua sendo uma ação prioritária. No dia 29 de novembro acontecerá o 1 Fórum de Saúde Digital. - ATIVIDADES PLANEJADAS PELO GT: Atividade de compactuar todos os documentos num único documento, propor data para finalizar o documento com invite para fazer o documento final a ser proposta do ano. Ter dos especialistas ideias de como pode ser a construção de documento final. Analise de pontos críticos da saúde suplementar para analisar as questões de interoperabilidade, para isto precisa de uma série de regras, como no sistema bancário. Sugestão de penalidades para o uso dos dados. Trabalhar com os especialistas a ideia do que pode ser trabalhado como conjunto de regras para a efetivação e alavancagem da saúde digital.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Atividade Física
Participantes reunião II: Catia Martins Oliveira, Fiocruz (Facilitadora) Átila Trapé, EEFERP - USP Fábio Carvalho, Ministério da Saúde - INCA Participantes reunião I: Catia Martins Oliveira, Fiocruz (Facilitadora) Átila Trapé, EEFERP - USP Fábio Carvalho, Ministério da Saúde - INCA Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Ana Morato , Instituto Desiderata - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Insuficiência de interlocução e de ações intersetoriais com vistas a diminuir a prevalência do sedentarismo na população brasileira, o qual impacta negativamente na qualidade de vida das pessoas, principalmente aquelas com condições crônicas não transmissíveis ou em risco de desenvolvê-las. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Redigir uma carta aberta (call-to-action) sobre a necessidade de um engajamento intersetorial para prevenção e manejo das CCNTs, incluindo condições de saúde mental, por meio da prática de atividades físicas, orientadas por especialistas da saúde de forma interdisciplinar, com ênfase no aproveitamento dos espaços públicos urbanos, favorecendo a visibilidade para escala das iniciativas exitosas já implementadas em alguma região. - AÇÕES: 1. Dar visibilidade através de divulgação de resultados em redes sociais e eventos com gestores, favorecendo a escala e a integração entre os programas “Academia da Saúde” (Ministério da Saúde) e “Bicicleta Brasil” (Ministério dos Esportes e Ministério das Cidades). - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária . Foram realizados os estudos Avaliação da efetividade do Programa Academia Carioca pela FIOCRUZ - Abordagem com método misto (dados quantitativos e qualitativos. Avaliação de Efetividade do Programa Bicicleta Brasil (reuniões com Ministério das Cidades e municípios que implementaram). Ambos as pesquisas envolveram conversas com gestores e usuários do programa visando mapear desafios e potencialidades para expansão e sustentabilidade da política . Dados foram coletados e analisados e serão compartilhados em breve por meio de artigos (já foram submetidos) e outras publicações. 2. Mapear outros principais projetos e resultados disponíveis desenvolvidos pelas áreas técnicas dos Ministérios para discutir estratégias que permitam potencializar e expandir os que se mostram mais exitosos. - Não houve mudança e Continua sendo uma ação prioritária. 3. Trazer a mesa de discussão CONFEF e ou conselhos regionais de EF. - Não houve mudança e Continua sendo uma ação prioritária. 4. Organização de dois eventos por entidades participantes deste GT, sendo um em cada semestre. 1° evento: Objetivo - apresentar os programas exitosos no campo de práticas promotoras de atividade física e instituir o GT Promoção de Atividade Física como um espaço de fomento à interlocução entre os atores envolvidos nos projetos de âmbito ministerial, pesquisadores acadêmicos e de outros setores, como sociedade civil, instituições não governamentais e setor privado. 2° evento: Objetivo - aprofundar a discussão sobre ações estratégicas intersetoriais visando promover educação e mudança comportamental a fim de elevar o bem-estar da população e as condições urbanas (espaços e equipamentos adequados) para a prática de atividade física (interlocução com as áreas de segurança, meio ambiente, saúde e educação). Esse debate deverá estar alinhado com o cumprimento, no Brasil, da agenda 2030 da ONU, em relação aos ODSs – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, principalmente o (3) Saúde e Bem-estar e (11) - Cidades e Comunidades Sustentáveis -Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária . Organização de evento online do GT de Atividade Física para apresentar e discutir a articulação a favor da Política Nacional de Práticas Corporais e Atividades Físicas. (ainda em 2024, previsão novembro/dezembro) - ATIVIDADES PLANEJADAS PELO GT: No início de novembro, após o evento do Fórum em 25/10, o GT se reunirá para planejar e organizar o evento online que vai apresentar e discutir à Política Nacional de Práticas Corporais e Atividades Físicas - PNPCAF. O olhar dos especialistas no evento de 25/10 sobre a PNPCAF será importante para avaliar o que foi desenvolvido até o momento e planejarmos os próximos passos NOVA ATIVIDADE COLETIVA que este GT prevê implementar para atingir as mudanças esperadas: Discutir e liderar a articulação para o estabelecimento da Política Nacional de Práticas Corporais e Atividades Físicas (PNPCAF) junto ao Ministério da Saúde.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Alimentação Saudável
Participantes reunião II: Marília Sobral Albiero, ACT Promoção da Saúde (Facilitadora) Luisa Haddad, ONG Pé de Feijão (Co-facilitadora) Eduardo Nilson, Fiocruz/Nupens Participantes reunião I: Marília Sobral Albiero, ACT Promoção da Saúde (Facilitadora) Luisa Haddad, ONG Pé de Feijão (Co-facilitadora) Eduardo Nilson, Fiocruz/Nupens Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Maria Turci , UFMG - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Baixo entendimento pela população dos malefícios à saúde causados pelos alimentos ultraprocessados somado à dificuldade de acesso à alimentação saudável - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Que as leis complementares da Reforma Tributária, as quais serão debatidas neste ano, ofereçam isenção apenas os alimentos saudáveis e aumentem ainda mais a tributação dos ultraprocessados Matérias em veículos de imprensa de credibilidade que tratem das evidências científicas dos malefícios dos ultraprocessados e orientem a população sobre alternativas saudáveis e acessíveis. - AÇÕES: 1. Tendo em vista os 10 anos do Guia Alimentar para a População Brasileira, organizar um evento sobre ultraprocessados com a presença de pesquisadores que apresentem as últimas evidências científicas, a fim de aumentar a interlocução e a compreensão dos outros GTs sobre a importância do tema e sua relação com CCNTs. Esta ação está totalmente ligada ao problema prioritário, pois irá trabalhar com um recorte da população, os profissionais de saúde, que influenciam os usuários do sistema de saúde e o debate público. Muitos deles desconhecem tanto o Guia quanto os efeitos dos ultraprocessados. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. O Fórum contará com os 10 anos do Guia Alimentar como parte da programação, o que é um dos maiores avanços já conquistados pelo GT de Alimentação Saudável. 2. Fazer campanha de mídia de massa com o objetivo de alertar a população sobre os malefícios dos ultraprocessados e solicitar apoio dos membros do FórumCCNTs para engajamento e divulgação. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. Em alguns momentos críticos da reforma tributária, a ACT fez alguns manifestos específicos que tiveram um rápido engajamento de pessoas do Fórum e profissionais de saúde. 3. Realizar incidência política no Legislativo e no Executivo para que a Reforma Tributária contemple as premissas do Guia Alimentar para a tributação dos alimentos, analisando a possibilidade de ações em parceria com os membros do FórumCCNTs. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. O PL 68/2024 que regulamenta boa parte da Reforma Tributária cita o Guia Alimentar para a População Brasileira. O Guia ser incorporado é um grande avanço porque está sendo uma diretriz, por exemplo, as escolhas das cotas das alíquotas na Reforma Tributária estão levando em conta o grau de processamento dos alimentos. NOVA ATIVIDADE COLETIVA que este GT prevê implementar para atingir as mudanças esperadas: A principal atividade coletiva era o evento de celebração dos 10 anos do Guia Alimentar, que já está sendo endereçado dentro da programação do Fórum de 25 de outubro.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Diabetes
Participantes reunião II: Elton Junio Sady Prates, ABEn-MG (Facilitador) Michely Arruda, Associação Doce Vida (Co-Facilitadora) Participantes reunião I: Elton Junio Sady Prates, ABEn-MG (Facilitador) Michely Arruda, Associação Doce Vida (Co-Facilitadora) Pablo Maciel, Secretária Municipal de Saúde de Vitória da Conquista-BA Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Maria Turci , UFMG Marina de Miranda , Fiocruz - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Falta ênfase à atuação multiprofissional e interprofissional na Atenção Primária à Saúde para o cuidado e o manejo do diabetes no Brasil - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Ampliação da discussão e o conhecimento sobre a importância do trabalho multi e interprofissional na Atenção Primária à Saúde (APS) para o cuidado e manejo do diabetes, envolvendo neste debate pessoas com diabetes, gestores de saúde públicos e privados, indústria farmacêutica e outros stakeholders do setor privado, associações da sociedade civil, sociedades de especialidades e poder público. Aprovação na 4ª CNGTES de propostas que abordem o fortalecimento do trabalho interprofissional, especialmente dos programas multiprofissionais da APS, a fim de contribuir com subsídios para o Plano Nacional de Saúde e para apoiar a tomada de decisão em torno da Educação e do Trabalho em saúde. - AÇÕES: 1. Realizar a I Conferência Livre Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde no contexto das CCNTs, em maio de 2024, em parceria com a ABEn-MG, o COEST-MG e a UFMG, como atividade preparatória para a 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (CNGTES), que ocorrerá de 19 a 22 de novembro. O objetivo desta atividade é dar destaque para a relevância do trabalho multi e interprofissional no cuidado integral ao diabetes e às demais CCNTs, com a discussão do cenário atual e a proposição de soluções. Convidaremos os demais GTs do FórumCCNTs para elaborarem e submeterem propostas que serão apreciadas durante o evento, com vistas a uma construção coletiva de diretrizes e propostas. Essa atividade também objetiva eleger delegados para participação na 4ª CNGTES. - Houve avanços e esta ação foi resolvida. A Conferência Livre foi realizada em agosto e teve a aprovação de diretrizes e propostas relacionadas ao problema prioritário do GT, além de elegermos delegados/as para a etapa nacional da 4ª CNGTES. 2. Apresentar os resultados da Conferência Livre, em formato de resumo/pôster, no 19° Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem, 16° Simpósio Nacional de Diagnósticos de Enfermagem e 4° Colóquio Brasileiro de Enfermagem em Saúde Mental (https://eventosaben.org.br/19senaden), promovido pela Associação Brasileira de Enfermagem. - Houve avanços e está ação foi resolvida. Foi submetido e aprovado um resumo sobre a Conferência Livre no 19° Seminário Nacional de Diretrizes para a Educação em Enfermagem, 16° Simpósio Nacional de Diagnósticos de Enfermagem e 4° Colóquio Brasileiro de Enfermagem em Saúde Mental. O mesmo será apresentado em novembro de 2024. 3. Propor e participar da tradução da diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia sobre o manejo das doenças cardiovasculares em pessoas com diabetes (https://bit.ly/DCVDiabetes). Esse guideline destaca o trabalho multiprofissional no contexto da prevenção de DCV em pessoas com DM. Solicitaremos autorização para a tradução e convidaremos para integrar o projeto representantes da SBC, SBD, ESC, ABEn, entre outras entidades. Nossa proposta é que o documento traduzido seja publicado e amplamente compartilhado pelo FórumCCNTs em formato digital, com o aval dos demais participantes. O público-alvo do material são profissionais de saúde, pessoas que vivem com diabetes e gestores. - Não houve mudança e esta ação foi superada. Não foi possível realizar a construção desta proposta, em função de diversas dificuldades enfrentadas pelo GT ao longo do ano. 4. Ações de divulgação do material traduzido sobre DCV e diabetes: Organização de live de lançamento entre julho e agosto Distribuição do documento impresso durante o 79° congresso da SBC (buscaremos apoio de representantes da indústria para custear esta ação). Lançamento e distribuição do material impresso no 11° Encontro de Enfermagem da Região Sudeste da Associação Brasileira de Enfermagem e na 4ª CNGTES. Outras atividades poderão ser promovidas por membros do GT ao longo de 2024, visando ampliar a discussão sobre o problema prioritário nos seus diferentes espaços de atuação. - Não houve mudança e esta ação foi superada. Não foi possível cumprir, pois não foi realizada a tradução do documento. NOVA ATIVIDADE COLETIVA que este GT prevê implementar para atingir as mudanças esperadas: Abordar, durante as atividades do Dia Mundial do Diabetes em novembro, a possibilidade de discutir com especialistas algumas alternativas.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Saúde Mental e Neurológica
Participantes reunião II: Juliana Fleury - ASEC+ Associação pela Saúde Emocional Luiz Roberto Carvalho, Vertentes Ecossistema de Saúde Mental Maria Odete Pereira, UFMG (Facilitadora) Participantes reunião I: Maria Odete Pereira, UFMG (Facilitadora) Yuri Silva Dutra, SMS-RJ Especialistas que fizeram recomendações ao GT: Danilo Campos , Ministério da Saúde Priscilla Viegas , FENTAS - PROBLEMA PRIORITÁRIO : O problema prioritário identificado pelos membros do GT e apresentado no 13 º Encontro do FórumCCNTs de Outubro de 2023, foi que o profissionais de saúde da atenção básica não estão suficientemente capacitados para acolher e ofertar o cuidado aos usuários do SUS que vivenciam condições de sofrimento/adoecimento mental e uso abusivo de álcool e outras drogas: nas unidades da APS. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Validação da carta de recomendações pelas instituições que participarem do evento online. .Mapeamento de experiências exitosas em capacitação de profissionais da APS, realizadas por gestores e trabalhadores, nos estados brasileiros e distrito federal, no âmbito da Atenção Primária à saúde, e apoio para sua divulgação e replicação de modelos. Devolutiva dos estados acerca da carta compartilhada, com resposta formal a respeito de interesse e planos para replicar casos de sucesso, conforme as características de seu território. - AÇÕES: 1. Triagem de três experiências com potencial para serem replicadas, que serão apresentadas em evento online, a ser potencialmente organizado no âmbito do FórumCCNTs (item 2). As experiências serão apresentadas por gestor, trabalhador e usuário. - Houve avanços e esta ação foi superada. O fórum Online realizado no dia 30 de agosto apresentou três experiências exitosas nas dimensões gestão, trabalhador e usuário. 2. Realizar um evento nacional online com a participação de coordenadores de saúde mental de todos os estados brasileiros e Distrito Federal, bem como de representantes da Coordenação Nacional de Saúde Mental e Secretaria Nacional de Atenção Primária (ambos do Ministério da Saúde), Conselho Nacional de Saúde, CONASEMS, ANS, Departamento Nacional de Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental da Associação Brasileira de Enfermagem, usuários e familiares do SUS e parceiros da iniciativa privada e terceiro setor. - Houve avanços e esta ação foi superada. O evento contou com a presença de representantes da OMS, OPAS, Secretaria nacional da APS e do Departamento Nacional de Saúde Mental e álcool e outras drogas, além de gestores, usuários, trabalhadores da saúde, professores, estudantes e parceiros da iniciativa privada, terceiro setor, entre outros. 3. Elaborar carta de recomendações com detalhamento das experiências exitosas mapeadas e entregar às coordenações de saúde mental dos estados, com a proposta de que usem alguma(s) das metodologias descritas para a capacitação de trabalhadores da Atenção Primária. - Houve avanços e esta ação foi superada. A call to action foi elaborada pelo FórumCCNTs e GT Saúde mental e Neurológica e foi assinada por 71 organizações e instituições.. Em anexo ao call to action, foi enviado um relatório com 24 experiências de 12 estados e distrito federal. As experiências foram relatadas por gestores, profissionais da saúde da APS e CAPS, bem como por professores e pesquisadores de universidades públicas 4. Busca de dados primários e evidências científicas. Seguida de entrevista com stakeholders para elaboração de cronograma para próximas etapas, para atingir o objetivo de contribuir para redução de desigualdades da APS - Houve avanços e esta ação foi superada. O GT saúde mental e neurológica, com contribuições da Comissão Organizadora do FórumCCNTs, elaborou um texto baseado em evidências científicas que corroborassem a afirmativa de que o acesso e acolhimento das pessoas em condição(ões) de adoecimento psíquico na APS não é equânime e inclusivo. O referido texto foi enviado para os gestores e todos os convidados e painelistas do Fórum Online, em e-mail convite. No entanto, não entrevistamos stakeholders, pois o GT saúde mental e neurológica não considerou pertinente à proposta delineada para a programação do Fórum Online, mas identificamos, a partir de pessoas que podem ser consideradas stakeholders, experiências exitosas em redes do SUS, em diferentes territórios e que deveriam ser compartilhadas no FórumCCNTs. Com estas ações o GT considera ter superado o problema prioritário, contribuindo da melhor forma possível, considerando suas possibilidades de atuação.
- Relatório Reunião de 01/10/2024 - GT Dor Crônica
Participantes reunião II: Carlos Tucci, Sociedade Brasileira de Coluna (Facilitador) Rosane da Silva Alves Cunha, SMS de Valença/RJ (Co-facilitadora) Marília Navarro, UBS Alto do Umuarama Laisa Liane Domingos, UFBA Participantes reunião I: Carlos Tucci, Sociedade Brasileira de Coluna (Facilitador) Rosane da Silva Alves Cunha, SMS de Valença/RJ (Co-facilitadora) Jamir Sardá Jr., SBED Laisa Liane Domingos, UFBA Marília Navarro, UBS Alto do Umuarama Especialistas que fizeram recomendações ao GT: - PROBLEMA PRIORITÁRIO : Falta de capacitação dos agentes comunitários de saúde sobre dor nas costas (causas, efeitos, detecção precoce de incapacidade e doenças graves, manejo). - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2024: Interesse de agentes comunitários da saúde e gestores pelo tema. Inserção do conteúdo do material educativo nas práticas diárias dos agentes comunitários em municípios identifiquem a dor nas costas como ofensor nas filas ao especialista, por exemplo - AÇÕES: 1. Elaboração de material educativo baseado nas diretrizes da OMS. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. Reunião com membros da CONACS e Projeto Casa, com compartilhamento do material educativo para futura publicação e divulgação em âmbito nacional. Material já foi avaliado e está em posse dos membros, para devida publicação. 2. Realização de evento online para agentes comunitários de saúde para divulgação desse material. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. Reunião com a liderança nacional dos agentes comunitários de saúde, CONACS e Projeto Casa. 3. Integração e trabalho conjunto com outros GTs do FórumCCNTs cujos objetivos incluem promoção de atividade física, autocuidado físico e mental e acesso à estrutura de Atenção Primária à Saúde brasileira. - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. Participação na elaboração de recomendações baseadas em evidências científicas 4. Realização live/webinar no projeto A Casa com a CONACS - Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (projeto que é parceria entre CONACS, IPADS, CONASEMS e Fundação JeJ). - Houve avanços e Continua sendo uma ação prioritária. - ATIVIDADES PLANEJADAS PELO GT: Reuniões com parceiros do CONACS e Projeto Casa de forma on-line Apresentação de material educativo
- Ministério da Saúde lança painel interativo sobre obesidade, com base no Vigitel
O Ministério da Saúde lançou o " Painel Obesidade e seus fatores de risco e proteção ", uma nova ferramenta digital que reúne informações detalhadas sobre obesidade e seus fatores de risco e proteção. O material foi desenvolvido pelo Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica (CNIE) e permite explorar dados sobre excesso de peso, série histórica de percentuais por sexo, faixa etária e escolaridade, além de indicadores regionais e municipais. Atualmente, este painel apresenta dados referentes ao Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) . Ele se apresenta como uma ferramenta essencial para subsidiar políticas públicas e estratégias de enfrentamento à obesidade , além de ser um recurso importante para pesquisadores e gestores de saúde. Essa ferramenta integra um conjunto mais amplo de ferramentas disponíveis no CNIE , que também reúne dados sobre outros agravos à saúde, como arboviroses, meningite, raiva e coqueluche. Em Breve, serão incluídas estimativas obtidas por meio de outros inquéritos. Acesse o Painel Obesidade aqui . Fonte: Ministério da Saúde
- Circuito de Startups Einstein abre as inscrições para projetos sobre tecnologia em saúde - Até 16/2
Estão abertas as inscrições para o Circuito de Startups Einstein (Einstein Startup Circuit) . O Circuito acontecerá nos dias 26 e 27 de março durante o evento Einstein Frontiers , em São Paulo. As inscrições vão até 16/02/2025 . Imagem: Divulgação O Einstein Frontiers é o principal evento da instituição durante o ano e reúne líderes e profissionais de saúde do setor de saúde brasileiro para discutir inovação, empreendedorismo e novas tecnologias . As startups aprovadas no processo seletivo para o Circuito terão a oportunidade de mostrar os produtos e serviços que desenvolvem em estandes exclusivos e se conectar com líderes do Einstein, executivos de grandes empresas, fundos de investimento e outros empreendedores. O Einstein Startup Circuit é uma vitrine para startups que estão transformando positivamente o setor de saúde. Seja reconhecido como uma healthtech que está moldando o futuro e aproveite esta oportunidade para se conectar com um público qualificado e influente . O Circuito acontecerá presencialmente na sede do Einstein, em São Paulo, durante o evento Einstein Frontiers. Lá, as startups selecionadas poderão expor suas soluções em espaços exclusivos , de olho em parcerias, negócios e investimentos. Realizado há cerca de dez anos, o Circuito se consolidou como o lugar para as startups mais promissoras, doutores, profissionais renomados e executivos de grandes empresas. Com um rigoroso processo seletivo conduzido pela equipe da Eretz.bio , o evento garante a participação de startups reconhecidas pelo seu potencial de transformar o mercado. Ao longo de sua história, o Circuito revelou healthtechs que se tornaram grandes referências em inovação. Para participar, você deve preencher este formulário até o dia 16 de fevereiro . A Eretz.bio , junto com os líderes do Einstein, selecionará as startups que estarão no evento de 2025. Inscreva-se no Circuito Einstein Startup e faça parte das novas fronteiras da inovação em saúde! Saiba mais e inscreva-se em: Circuito de inicialização do Einstein (Einstein Startup Circuit) https://www.eretz.bio/einstein-circuit Fronteiras de Einstein (Einstein frontiers) https://www.eretz.bio/einstein-frontiers-ing/ Fonte: Einstein Startup Circuit e Einstein frontiers
- Carta Aberta de Prioridades 2024/2025 - FórumCCNTs
A carta abaixo, documento produzido ao final de cada ano e que apresenta as prioridades compiladas pelo FórumCCNTs e seus 250 parceiros , foi enviada à Ministra da Saúde do Brasil, Dra. Nísia Trindade , ao Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Dr. Fábio Baccheretti Vitor , ao Presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Sr. Hisham Mohamad Hamida e para a Presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Sra. Fernanda Magano . O Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) , iniciativa intersetorial e multissetorial e multistakeholder, fundada em 2017, através da colaboração entre as principais organizações não governamentais, empresas da área da saúde, universidades e órgãos do governo e multilaterais, se reuniu pelo sétimo ano ao longo de 2024, para identificar prioridades sobre as diferentes condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) e seus fatores de risco, bem como facilitar a implementação de estratégias integradas, sustentáveis, custo-efetivas e baseadas em evidências para a prevenção, rastreio, diagnóstico, controle e tratamento das CCNTs no Brasil. A atenção e parceria de V. Exa. é fundamental para enfrentarmos efetivamente as prioridades, aqui resumidas e publicadas em nosso site , identificadas pelas mais de 200 instituições participantes, listadas ao final deste documento. As Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) emergem como a principal causa de mortes tanto no Brasil quanto no mundo, demandando ações urgentes para enfrentar seus fatores de risco e implementar políticas eficazes de prevenção, rastreamento, diagnóstico e tratamento. Estimativas indicam que apenas 19 dos 194 países membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) estão alinhados com a meta 3.4 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de reduzir em um terço das mortes prematuras por CCNTs até 2030. O Brasil, infelizmente, não se encontra entre esses países. Para reverter essa situação há necessidade de esforços coordenados intersetoriais e multistakeholder , além de investimentos robustos em saúde pública, com foco inclusive no letramento em saúde, promoção e prevenção dos fatores associados a essas condições. Um dos elementos mais preocupantes no contexto das CCNTs é a elevada prevalência de obesidade. Além de ser uma condição em si, a obesidade é um dos principais fatores de risco para CCNTs de alta letalidade, como diabetes, câncer e condições cardiovasculares. A importância de intervenções concretas ressalta-se nas recomendações feitas pela OMS, conhecidas como os Best Buys . Essas intervenções econômicas baseadas em evidências podem evitar muitas mortes por meio de ações efetivas e acessíveis. É imperativo que o Brasil incorpore essas práticas, adaptando-as à sua realidade local e promovendo ambientes mais saudáveis para sua população. Consideramos ainda a necessidade de se priorizar o olhar a respeito dos determinantes sociais, comerciais e ambientais que afetam a saúde, promovendo sempre uma abordagem intersetorial colaborativa . Destacamos aqui a novidade das mudanças climáticas e a poluição atmosférica como fatores de risco entre os principais para o desenvolvimento de CCNTs. Um estudo realizado na Fiocruz sobre os custos associados ao consumo de álcool no Brasil revelou que, em 2019, o país teve um custo de R$ 18,8 bilhões devido a essa prática, resultando em aproximadamente 12 mortes por hora, principalmente entre homens. Essa situação destaca a necessidade urgente de políticas públicas, como a tributação sobre bebidas alcoólicas, que podem ajudar a mitigar os danos à saúde relacionados ao seu consumo excessivo. Vemos também como urgente a necessidade de tributação e restrição na oferta e propaganda de outros alimentos e bebidas não saudáveis. Nesse sentido, o Guia Alimentar para a População Brasileira , que incentiva uma alimentação baseada em alimentos frescos e minimamente processados, deve ser amplamente divulgado e integrado às políticas de saúde. A implementação deste guia nas Unidades de Alimentação e Nutrição, programas escolares e campanhas de conscientização pública pode fazer diferença significativa na prevenção de condições crônicas e na melhoria da saúde da população. Sob este contexto de causas e consequências das CCNTs e as respectivas necessidades de ação, entre as prioridades identificadas pelo FórumCCNTs e seus membros durante o ano de 2024, e sobre as quais nos colocamos à disposição para auxiliar em ações imediatas, destacamos a digitalização da saúde como um elemento essencial para tornar o sistema mais acessível e eficaz, bem como a essencialidade da criação e aprimoramento dos PCDTs e linhas de cuidado para as mais variadas CCNTs existentes, a fim de garantir um tratamento contínuo e integral. A equidade em saúde, um direito constitucional, deve ser respeitada na abordagem das CCNTs. O acesso universal e igualitário aos serviços de saúde, especialmente no Sistema Único de Saúde (SUS), é fundamental para garantir que todas as populações, independentemente de sua condição social, tenham acesso aos tratamentos necessários para condições como insuficiência cardíaca e doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC). Em se tratando de câncer, o FórumCCNTs avaliou o cenário da nova política de prevenção e controle do câncer no Brasil , destacando a importância de esforços intersetoriais para implementação da Lei n° 14.758/2023 . Em 15 de maio de 2024, o FórumCCNTs encaminhou à Ministra da Saúde do Brasil e ao Secretário da Secretaria de Atenção Especializada (SAES), documento assinado por 25 líderes e especialistas em câncer, seus fatores de risco e/ou condições crônicas não transmissíveis, com uma ampla recomendação para a regulamentação e implementação da nova Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. Cumprimentamos o Ministério pelo início de movimentos nesse sentido e esperamos, em breve, testemunhar e colaborar com mais avanços para a efetivação dessa importante lei. Ainda sobre câncer, identificamos a prioridade em ações de diagnóstico e tratamento precoce do tipo de câncer que mais causa mortes no país, o câncer de pulmão . De acordo com o estudo " meu SUS continua diferente do seu SUS ", conduzido pelo Instituto Oncoguia, dos hospitais que tratam pessoas com câncer de pulmão pelo SUS no Brasil, a maioria não oferece tratamentos já recomendados pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias em Saúde (Conitec) e por agências internacionais de referência, enquanto outros oferecem tratamentos inovadores. O acesso desigual aos cuidados de saúde no Brasil é uma barreira identificada no estudo supracitado, limitando o tratamento eficaz do câncer de pulmão a depender do local de tratamento da pessoa. Portanto, tanto as estratégias de prevenção e diagnóstico de câncer de pulmão devem ser otimizadas, assim como aquelas que reduzem desigualdades regionais e melhorem o tratamento. Sobre a Doença Renal Crônica (DRC), considerada por muitos uma pandemia silenciosa, enfatizamos neste ano sua crescente prevalência e a importância de intervenções precoces . A DRC afeta até 10% da população, com alta associação a diabetes e hipertensão, tornando-se uma pandemia silenciosa. A DRC deve ser tratada como uma questão de saúde pública, com ênfase na integração entre a atenção primária e especializada. A capacitação de profissionais da atenção primária é essencial para o diagnóstico precoce e o manejo adequado da doença. Outro ponto é a implementação de PCDTs atualizados. O uso de exames simples, como a creatinina e a albumina - possíveis de serem feitos através de Point-of-Care na APS-, é essencial para o rastreio e a estratificação de risco. A padronização desses exames nas unidades de saúde é necessária para garantir diagnósticos precoces. O acesso a novos medicamentos incorporados e a capacitação das equipes médicas para que saibam usá-los, como os inibidores de SGLT2, é de extrema relevância para prevenção e tratamento de DRC, DM2 e doenças cardiovasculares. Os cuidados do AVC e da insuficiência cardíaca dependem de resposta rápida e organizada, educação da população sobre os fatores de risco, telemedicina e programas de saúde na atenção primária. A criação de unidades específicas de atendimento ao AVC e o monitoramento constante dos serviços são fundamentais. Além disso, a capacitação dos profissionais de saúde e a implementação eficaz do PCDT atualizado são prioritárias para garantir um atendimento de qualidade e baseado em evidências científicas. Além de Centros Especializados em Reabilitação, com equipe multidisciplinar (fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, Assistentes sociais, médicos, enfermeiros, nutricionistas). A fim de melhorar as condições de saúde relacionadas à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica ( DPOC ) e à asma no Brasil, é essencial atualizar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para DPOC e asma, garantindo acesso a terapias modernas e eficazes. A telemedicina, especialmente a tele-espirometria , deve ser expandida para melhorar o monitoramento e o manejo dessas condições em áreas remotas. Além disso, programas de vacinação, cessação do tabagismo e promoção de hábitos saudáveis são fundamentais para prevenir exacerbações. A educação continuada para profissionais de saúde e a integração dos cuidados entre os setores público, privado e a sociedade civil são essenciais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir os custos para o sistema de saúde. Em relação à diabesidade , é essencial adotar uma abordagem multifatorial que reconheça a íntima relação entre o diabetes e a obesidade. A obesidade deve ser tratada como uma condição crônica, com suporte adequado para questões emocionais, combatendo o estigma associado ao sobrepeso. Neste ano, o FórumCCNTs e 25 instituições enviaram ofício ao Ministério da Saúde requerendo uma melhor organização dos cuidados com a obesidade e uma coordenação que centralize esses esforços, o que seria um passo importante para atingirmos a meta do Ministério da Saúde no Plano de DANT , de deter o crescimento da obesidade no país. A atualização dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para obesidade é essencial, incluindo a incorporação de novas terapias, e o rastreamento, diagnóstico e tratamento da apneia obstrutiva do sono e de doenças hepáticas associadas. Além disso, é necessário abordar as desigualdades regionais na oferta de serviços de saúde, expandindo-os para o Norte e Nordeste, e implementar programas de telemedicina para melhorar o acesso ao tratamento. A capacitação dos profissionais de saúde e a coordenação centralizada dos cuidados são fundamentais para garantir um atendimento de qualidade e baseado em evidências científicas, promovendo melhores desfechos de saúde para a população. Destacamos ainda a necessidade de melhor planejamento para cuidados do diabetes tipo 1 e complicações associadas ao diabetes, visto que 31% dos jovens entre 13 e 19 anos, com diabetes tipo 1, já apresentam uma ou mais complicações crônicas . A educação contínua dos profissionais de saúde é essencial para melhorar o diagnóstico precoce e o manejo das CCNTs. Profissionais atualizados sobre as melhores práticas poderão oferecer cuidados de qualidade e evitar complicações decorrentes do desconhecimento ou desatualização. Por exemplo, capacitações focadas no diagnóstico e em estratégias de manejo para diabetes tipo 2, hipertensão e DPOC são essenciais para que os profissionais adotem uma abordagem integrada. Sobre os aspectos que envolvem ainda a integralidade do cuidado, vale enfatizar a necessidade de que todos os atores do ecossistema de saúde estejam aptos para o manejo e controle da dor crônica , em quaisquer níveis da atenção, conforme preconizado no recém aprovado PCDT desta condição . O fortalecimento da Atenção Primária se torna imperativo, já que Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Programas de Saúde da Família (PSFs) desempenham um papel central na identificação precoce de condições crônicas. Essa identificação permite intervenções rápidas e eficientes, melhorando resultados clínicos e diminuindo a necessidade de tratamentos mais complexos. Além disso, equipá-las com elementos de Point-of-Care para diagnóstico e monitoramento de CCNTs, assim como integrá-las a redes de diagnóstico à distância e teleconsultoria, é fundamental para que se tornem mais resolutivas. Como mencionado anteriormente, a transformação digital na saúde é um tema central. A implementação de tecnologias digitais pode melhorar o registro e monitoramento das condições de saúde, promovendo uma abordagem mais integrada e ampla. A interoperabilidade entre os diferentes sistemas do SUS, a capacitação dos profissionais de saúde e a expansão do uso da telessaúde são passos indispensáveis para modernizar o atendimento e alcançar melhores resultados em saúde. A conectividade com interoperabilidade permite integrar a atenção primária com serviços especializados, como os cuidados oncológicos e de reabilitação cardíaca, assegura um fluxo contínuo de tratamento e minimiza a fragmentação do cuidado. Além disso, implementar navegadores para o SUS pode facilitar o acompanhamento de usuários e garantir que eles recebam a continuidade do atendimento ao longo de sua jornada de cuidados. Acelerar a implementação da Saúde Digital no Brasil é essencial para melhorar o acesso e a qualidade dos cuidados com CCNTs, mas enfrenta desafios como a desigualdade de acesso à tecnologia e a necessidade de políticas públicas claras. Focar na interoperabilidade dos sistemas de saúde, e será fundamental. Além da capacitação dos de gestores e profissionais de saúde e da interoperabilidade entre os sistemas do SUS, que promoverá acesso equitativo às tecnologias, devem ser priorizados o investimento na segurança dos dados, a implementação de diretrizes de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e a expansão do uso da telessaúde. A governança de dados em saúde deve ser fortalecida, assegurando a proteção e acessibilidade das informações, com um compromisso claro entre os setores público, privado e terceiro setor. O fortalecimento do CADSUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) é crucial para a integração segura e eficiente das informações, beneficiando toda a população. Outras recomendações e modelos exitosos foram compilados na recomendação já compartilhada com o Ministério da Saúde . Destacamos também os modelos apresentados durante nosso evento para gestores de 2024 . Uma abordagem comunitária é fundamental para garantir que as políticas de saúde sejam eficazes e ainda atendam às necessidades científicas e culturais locais. O engajamento da sociedade civil, especialmente através de grupos de apoio e organizações não governamentais, é vital para melhorar a adesão às iniciativas de saúde e aumentar a conscientização sobre as CCNTs. As pessoas que vivem com CCNTs devem sempre participar de planejamento e decisões políticas e clínicas que as afetarão. No que tange à saúde mental, a integração desta área nas práticas de saúde pública é fundamental. As condições de saúde mental estão intimamente ligadas a várias CCNTs, como diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares, influenciando diretamente a qualidade de vida dos indivíduos. Iniciativas que promovam o cuidado psicológico, tanto através da Atenção Primárias quanto em centros de referência em saúde mental e programas de apoio psicossocial, são fundamentais para uma abordagem holística e integrada. Elaboramos um Call-to-Action , destacando a necessidade de um compromisso renovado em abordar as questões de saúde mental de maneira holística e intersetorial. O tratamento integrado deve ser acessível e compreensivo, incluindo suporte emocional e psicológico. Experiências exitosas em municípios como Florianópolis e Belo Horizonte demonstram a eficácia do apoio multiprofissional e do matriciamento, enquanto Joinville destaca a importância de um cuidado centrado na pessoa. O papel dos agentes comunitários de saúde é essencial para identificar e encaminhar casos, melhorando o acesso ao tratamento e oferecendo suporte contínuo e personalizado. Um compromisso renovado em abordar as questões de saúde mental de maneira holística e intersetorial é necessário para enfrentar a crescente demanda e assegurar cuidados completos que considerem todos os aspectos da saúde, desde o físico até o emocional. A baixa adesão à vacinação em adultos, especialmente entre os grupos vulneráveis como adolescentes e pessoas com CCNTs, representa um outro grande desafio para a saúde pública. Um enfoque em campanhas de conscientização que esclareçam a importância da vacinação e em estratégias que aumentem o acesso aos serviços de saúde são essenciais. A falta de informação e a percepção de que vacinas são apenas para crianças são grandes obstáculos. Melhorar o acesso a serviços de vacinação, especialmente em áreas remotas, e integrar esses serviços em diferentes níveis de cuidado são fundamentais para aumentar a adesão e reduzir riscos. Utilizar tecnologias, como aplicativos para rastreamento de vacinas, pode aumentar a adesão da população às campanhas de vacinação. Envolver a família e a comunidade no processo de vacinação é uma boa estratégia para aumentar a confiança e a participação nas campanhas. Estabelecer protocolos específicos para adultos com CCNTs e desenvolver programas de vacinação direcionados para esses grupos pode melhorar a imunidade e prevenir infecções graves, garantindo uma melhor qualidade de vida. As vacinas desempenham um papel fundamental na prevenção de complicações sérias, particularmente entre aqueles com CCNTs, e podem inclusive prevenir CCNTs como câncer, infartos e AVCs. Os distúrbios do sono, como a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), necessitam de atenção urgente, dado seu impacto na saúde pública. A AOS , que afeta cerca de 27 milhões de brasileiros, e está presente em 77% das pessoas com obesidade. Dado o potencial desses distúrbios em agravar a obesidade e o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas, a inclusão de orientações para rastreamento, diagnóstico e tratamento dessas condições nos PCDTs de obesidade, entre outras CCNTs, assim como feito no PCDT de diabetes tipo 2 , é essencial. Ao mesmo tempo, a criação de um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) específico para os distúrbios do sono seria de grande relevância, e essencial para melhorar a qualidade de vida da população e otimizar o manejo de condições como diabetes, obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares . Tal iniciativa poderia garantir diagnóstico e tratamento adequados, ajudando na redução das complicações associadas e melhorando a saúde geral da população. Além disso, a falta de conscientização sobre os distúrbios do sono e a ausência de um protocolo dedicado comprometem a detecção precoce e o tratamento eficaz, elevando os riscos à saúde pública. Um PCDT atualizado não apenas alinharia as práticas brasileiras às melhores recomendações internacionais, mas também destacaria a saúde do sono como uma prioridade nas políticas de saúde pública, promovendo, assim, um manejo mais abrangente e eficaz dessas condições, favorecendo o atingimento do ODS 3.4 . Em conclusão, abordar as CCNTs no Brasil requer uma ação coordenada e intersetorial que fomente a saúde pública, priorize a educação e treinamento dos profissionais de saúde, promova a alimentação saudável, integre cuidados físicos e mentais, e envolva a comunidade nas decisões sobre saúde. A conjugação dessas estratégias pode não apenas reduzir a carga das CCNTs, mas também melhorar a qualidade de vida da população, tornando o sistema de saúde mais eficiente e equitativo. Reafirmamos estarmos totalmente à disposição para colaborar em todas as etapas do estabelecimento de políticas e programas para que consigamos superar os desafios relativos às CCNTs no Brasil, fortalecendo nosso sistema de saúde e melhorando a saúde da nossa população. Respeitosamente, Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) www.ForumDCNTs.org Instituições que contaram com membros ou representantes participando ativamente em Grupos Temáticos e/ou Eventos e/ou endossando Publicações do FórumCCNTs em 2024: ACT Promoção a Saúde ADJ Diabetes Brasil (ADJ) Afya Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME) Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF) Associação Brasileira de Asma Grave (ASBAG) Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA) Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço (ACBG Brasil) Associação Brasileira de Enfermagem Seção Minas Gerais (ABEn-MG) Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE) Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABSono) Associação Brasileira de Startups de Saúde e Healthtechs (ABSS) Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO) Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) Associacão de Qualidade de Vida (ABQV) Associação dos celíacos do Brasil (ACELBRA - RS) Associação Doce Vida Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina. Programa de Atenção Integral à Saúde (SPDM/PAIS) Associação pela Saúde Emocional (ASEC+) Associação Rede Unida Associação dos Diabéticos da Lagoa (ADILA) AstraZeneca Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul Biologix Sistemas SA BiomarkerAI Biored Brasil Boehringer Ingelheim Beneficência Portuguesa Câmara Técnica do Conselho Federal de Medicina (CFM) CAPA Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN) Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais de Goiás (CRIE Goiás) Coordenação Geral de Alimentação e nutrição Ministério da Saúde (CGAN) Coordenação Geral de Atenção à Saúde - Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (CGAN-SAPS) Colégio Brasileiro de Executivos em Saúde (CBEXS) Colabora com o Futuro Conselho Federal de Psicologia (CRP) Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) Conselho Regional de Fisioterapia e terapia Ocupacional da 2 Região (CREFITO2) Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) Consentimento Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná (CISOP) D-Foot International Departamento de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas (DESMAD-MS) Distrito Sanitário Especial Indígena Xavantes (DSEI Xavantes) Eixo Estratégia Política Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz) Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (EE - UFMG) Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP-USP) Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB/UNESP) Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMUSP-RP) Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) Faculdade Getúlio Vargas (FGV) Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD) Federação das Associações de Celíacos do Brasil (FENACELBRA) Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) Fleximedical Soluções em Saúde Ltda FIND (Diagnosis for All) Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores em Saúde (FENTAS) Fundação ABC Fundação Getúlio Vargas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) Fundação Novartis Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Fundação ProAR Girls Up Brasil Global Health Advocacy Incubator (GHAI) Grupo de Advocacy Cardiovascular (GAC) Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Sergipe (GACC/SE) Grupo de Apoio ao Portador de Câncer de Cachoeiro (GAPCCI) Grupo de Estudos e Pesquisa Respiratória na APS (GEPRAPS) Grupo de Fígado do Rio de Janeiro (GFRJ) Grupo SABIN GlaxoSmithKline (GSK) HIHUB.TECH - Digital HealthInnovation HUB Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) Hospital do Coração (HCor) Hospital Federal do Andaraí Hospital Municipal de São Bernardo dos Campos Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (HSL/PROADISUS/MS) Iana Saúde IBTED Tecnologia e Educação em Diabetes Inova HC Instituto de Tecnologia (ICT FIT) Instituto Ar Instituto Bem do Estar Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Instituto Brasileiro do Fígado Instituto Contemplo Instituto Cordial Instituto da Criança com Diabetes (ICD) Instituto da Pessoa com Diabetes (IPD) Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC) Instituto Saúde e Sustentabilidade Instituto de Saúde Mental e Diabetes Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) Instituto Desiderata Instituto Diabetes Brasil Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA) Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor-FMUSP) Instituto Federal da Paraíba Instituto Master de Ensino Presidente Antônio Carlos - IMEPEC Araguari Instituto Movere de Ações Comunitárias Instituto Nacional de Câncer (INCA) Instituto Obesidade Brasil Instituto Oncoguia Instituto Opy de Saúde Instituto PENSI Instituto Tellus Instituto Vencer o Câncer (IVOC) Instituto Vita Alere International Alliance of Patients Organizations (IAPO) International Diabetes Federation (IDF) Internacional Digital Health and AI Research Collaborative (I-DAIR) ISPOR Life for a Child (LFAC) LiveLab Laboratório de Patologia Ambiental e Experimental - Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (LIM05-USP) Mevo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) Momento Saúde Editora Movimento Influencers Diabetes Brasil (MIDB) Movimento Inovação Digital (MID) Movimento Popular de Saúde de Sergipe (Mops - SE) MyDigicare Novo Nordisk Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (NUPENS-FSP-USP) Obesidade Brasil Observatório de Condições Crônicas e Alimentação (OCCA) Ouse Educação & Saúde Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) Organização Mundial de Saúde (OMS) Painel Brasileiro da Obesidade Pé de Feijão Plan International Pontifícia Universidade Católica do Paraná Prefeitura Municipal de Balneário Pinhal - Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Dois Irmãos - Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Florianópolis Prefeitura Municipal de Ilhabela - São Paulo Prefeitura Municipal de Quinze de Novembro - Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Tapejara - Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Valença - Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Volta Redonda - Rio de Janeiro Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (HSL/PROADISUS/MS) Projeto Florescer Propulmão RD Saúde Rede Brasil AVC Rede de Atenção Psicossocial de Primavera do Leste - MT (RAPS) ResMed Revista Momento Diabetes REVOPS Roche SAMU - SP Sanofi SAS Brasil Serviço Social da Industria (SESI) Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT) Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade (SBMF) Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD) Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) Soulbeegood Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES- Ministério da Saúde) Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS - Ministério da Saúde) Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB) Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA - Ministério da Saúde) Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão Secretaria Estadual de Saúde da Bahia Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina (SES-SC) Secretaria Estadual de Saúde do Distrito Federal Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI - Ministério da Saúde) Secretaria Municipal de Educação de Cachoeira do Itapemirim (SEME - Cachoeira do Itapemirim) Secretaria Municipal de Saúde de Acaraú Secretaria Municipal de Saúde de Aracruz (SEMSA) Secretaria Municipal de Saúde de Araguari Secretaria Municipal de Saúde de Barbalha (SMS - Barbalha) Secretaria Municipal de Saúde de Campinas (SMS - Campinas) Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS- Cuiabá) Secretaria Municipal de Saúde de Marabá (SMS - Marabá) Secretaria Municipal de Saúde de Mazagão (SMS - Mazagão) Secretaria Municipal de Saúde de Niterói (SMS - Niterói) Secretaria Municipal de Saúde de Santa Rosa do Sul (SMS - Santa Rosa do Sul) Secretaria Municipal de Saúde de São Miguel do Oeste (SMS - São Miguel do Oeste) Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS - São Paulo) Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia (SMS - Uberlândia) Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista (SMS - Vitória da Conquista) SeniorTech Ventures Superintendência Regional de Saúde de Colatina (ES) The Lancet Regional Health - Americas Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes Unidade Básica de Saúde (UBS) Alto do Umuarama Universidade de São Paulo (USP) Universidade de Medicina Professor Edson Antônio Velano (UNIFENAS) Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina (UNESC) Universidade do Vale do Itajaí Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) Universidade Federal da Bahia (UFBA) Universidade Federal de Goiás (UFG) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Universidade Federal de Sergipe (UFS) Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) Universidade Nove de Julho (UNINOVE) Universidade Regional do Cariri (URCA) Vertentes Ecossistema de Saúde Mental Viatris Vital Strategies Vitat World Obesity Federation (WOF) World Stroke Organization (WSO) Young Leaders in Diabetes - International Diabetes Federation (YLD-IDF)
- Câmara aprova PEC da Reforma Tributária no imposto seletivo sobre produtos nocivos
Em dezembro de 2024 foi aprovada e sancionada a PEC 45/2019 – que criou o imposto seletivo sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente , e a cesta básica nacional, isenta de impostos. A conquista, anunciada pela ACT Promoção da Saúde , também contou com o apoio constante do FórumCCNTs durante todo o processo, participando ativamente de reuniões e conversas com parlamentares em Brasília, campanhas em redes sociais e mobilização de toda a rede para, enfim, poder registrar este importante marco no Brasil . Confira a publicação da ACT Promoção da Saúde: A vitória da reforma tributária saudável e o que nos aguarda em 2025 Que fim de ano! O Brasil vem discutindo a necessidade de uma reforma tributária há pelo menos 40 anos. E desde o início das discussões pelo atual governo federal, a ACT Promoção da Saúde participa ativamente do debate público, na defesa de uma reforma tributária saudável, que deixe um legado positivo para a saúde coletiva, ajudando na prevenção de doenças crônicas não-transmissíveis. O primeiro passo dessa reforma foi concluído em dezembro do ano passado, com a aprovação e sanção da PEC 45/2019 – que criou o imposto seletivo sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, e a cesta básica nacional, isenta de impostos. E no último dia 15, depois de um processo longo e tenso, marcado por altos e baixos, com avanço do lobby das indústrias e ameaças à saúde, um novo e importante passo foi dado, com a aprovação da lei que regulamenta a reforma tributária – o PLP 68/2024. Uma lei perfeita sob a ótica da saúde pública, meio ambiente e justiça social? Não. Mas que, considerando a atual composição do Congresso Nacional, traz pontos importantíssimos a comemorar – como destacou a nota de posicionamento da ACT logo após a aprovação. Vale dizer que os avanços não caíram do céu: foram fruto de muito trabalho, esforço e luta, que envolveu diferentes pessoas e organizações da sociedade civil, conselhos de direitos, entidades, grupos de pesquisa e também integrantes de ministérios. Poucos dias antes da votação final, diante dos retrocessos aprovados no Senado, a sociedade reagiu. Em poucas horas de mobilização, quase 120 especialistas e entidades assinaram um manifesto , que clamava aos deputados que voltassem a incluir os refrigerantes no imposto seletivo e retirassem o artigo 437, o jabuti que previa desconto para indústrias de produtos nocivos. Ambos os pedidos foram atendidos pelo relatório do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que depois foi aprovado por todo o plenário da Câmara. E agora, José? Agora, o projeto de lei que regulamenta a reforma tributária segue para sanção presidencial. Mas não é o fim do trabalho por medidas fiscais que previnam doenças, apenas o começo. Em 2025 será apresentado o projeto de lei que definirá as alíquotas do imposto seletivo, que só estará vigente a partir de 2027. E não precisamos de bola de cristal para saber que as indústrias de produtos nocivos estarão novamente pressionando legisladores e o poder público para sabotar o objetivo do imposto seletivo, pleiteando alíquotas irrisórias, fazendo de tudo para conseguir vantagens fiscais a despeito do impacto negativo de seus produtos na sociedade. Estaremos atentas, vigilantes e ativas! Mas, como diz Arnaldo Antunes, “amanhã, só amanhã”. Hoje é tempo de comemorar a vitória da saúde coletiva diante de interesses e forças econômicas tão poderosas como as das indústrias de tabaco, álcool e bebidas adoçadas. Todo o esforço valeu a pena, e seguiremos em 2025 nosso trabalho de formiguinhas – insistentes, combativas e organizadas no nosso formigueiro. Pise ligeiro! E neste clima de satisfação pelo dever cumprido, de otimismo e esperançar para 2025, a ACT Promoção da Saúde deseja a todos e todas boas festas! Com o merecido descanso, recheado de momentos de alegria e conexão, que animem a alma para as boas e necessárias lutas que teremos juntos e juntas em 2025. Fonte: ACT Promoção da Saúde
- Alerta aos Ministros: FórumCCNTs se une a Entidades de Diabetes na América Latina para Acesso aos Cuidados e Redução de Mortes Prematuras, rumo ao Global Diabetes Compact 2030
Leia abaixo as cartas enviadas aos Ministros da Saúde de países na América Latina, começando por Argentina, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guatemala, México, Paraguai e Peru. Neste link , acesse a carta semelhante encaminhada à Ministra da Saúde do Brasil. Argentina Estimado Dr. Mario Antonio Russo, Ministro de Salud de Argentina: Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Argentina alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. ● 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. ● 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan profundamente las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1 a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 16.7 años , lo que significa que viven en promedio 61.6 años, en comparación con los 78 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Asimismo, el acceso a un glucómetro con la cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, podría agregar otros 4.8 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Argentina. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Sabemos que en Argentina existe una Ley Nacional ( 23.753 y su actualización 26.914 ) que ampara los derechos de acceso al tratamiento adecuado y a la provisión gratuita de análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol para las personas con diabetes. Confiamos en que desde el Ministerio de Salud de la Nación establezcan todos los mecanismos necesarios para asegurar el cumplimiento efectivo de la mencionada ley, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y quedamos a disposición para colaborar en este avance urgente que salvará vidas y mejorará la salud de muchos ciudadanos de Argentina. 21/04/2024 Atentamente, Adriana M. Angelina Presidente Asociación Diabetes Argentina (A.D.A.) asociaciondiabetesargentina@gmail.com www.facebook.com/ADADiabetesArgentina.org Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com/ Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Judit Laufer Presidente Federación Argentina de Diabetes (FAD) presidencia@fad.org.ar www.fad.org.ar Liliana Tieri Directora Fundadora Asociación para el Cuidado de la Diabetes en Argentina CUI.D.AR cuidar@cuidar.org www.cuidar.org Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president, IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Martín Rodríguez, MD Presidente Sociedad Argentina de Diabetes (SAD) https://diabetes.org.ar/ Sylvia Brunoldi Presidente Liga Argentina de Protección al Diabético (LAPDI) info@lapdi.org.ar Costa Rica Estimada Ministra de Salud de Costa Rica Dra. Mary Munive Angermüller Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Costa Rica alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. ● 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. ● 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 22,8 años . Por lo tanto, viven en promedio 57,5 años, en comparación con los 80,3 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 5 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 6,2 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Costa Rica. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye distintos tipos de insulina en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y orienta sobre su elección en este documento . Además, en la recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ), la OMS incluye los glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Eso dentro de un plan de Cobertura Sanitaria Universal (CSU) , en el que todas las personas tengan acceso a los servicios de salud de calidad que necesitan, cuándo y dónde los necesitan, sin causarles dificultades financieras. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ese y otros elementos esenciales para la salud a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite de insulinas y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de Costa Rica. 29/12/2024 Atentamente, Ana Ortega Pastor Founder & Director Asociación DíaVida asociaciondiavida@gmail.com www.asociaciondiavida.org Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president D-Foot International https://d-foot.org/ Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Segundo Nicolás Seclén, MD, PhD Presidente Asociación Latinoamericana de Diabetes (ALAD) presidente@aladlatam.org www.aladlatam.org Stephanie Pearson, PhD Senior Director, Global Access Breakthrough T1D spearson@breakthrought1d.org www.breakthrought1d.org El Salvador Doctor Francisco José Alabí Montoya Ministro de Salud de El Salvador Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que El Salvador alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● Que el 80% de las personas con diabetes estén diagnosticadas. ● Que el 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logren el control glucémico. ● Que el 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logren el control de la presión arterial. ● Que el 60% de las personas con diabetes de 40 años o más reciban estatinas. ● Que el 100% de las personas con diabetes tipo 1 tengan acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 44,4 años . Por lo tanto, viven en promedio 29 años, en comparación con los 73,4 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 2,1 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 22,5 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en El Salvador. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar con este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicosilada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de El Salvador. 06/07/2024 Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Roberto José Cerritos, Lic. Presidente Asociación Salvadoreña de Diabetes (ASADI) elsalvador.asadi@gmail.com www.facebook.com/combatamosladiabetesconeducacion Stephanie Pearson, PhD Senior Director, Global Access JDRF spearson@jdrf.org www.jdrf.org Equador Estimado Señor Doctor Franklin Encalada Ministro de Salud Pública del Ecuador En su despacho: Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Ecuador alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. ● 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. ● 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 29,2 años . Por lo tanto, viven en promedio 48,9 años, en comparación con los 78,1 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 3,8 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 11,5 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Ecuador. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de Ecuador. 30/04/2024 Ana Fernanda Sánchez, Mgs Miembro Fundador y Directora, Fundación Los Fresnos Casa de la Diabetes Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) anaferny017@gmail.com www.casadeladiabetes.org.ec Aracely Basurto Calderón, MgEd Presidente FUVIDA aracelydabrera2@yahoo.com www.fuvida.org.ec Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Lucía Mantilla, Mgs Miembro Fundador y Directora Ejecutiva Fundación de Diabetes Juvenil del Ecuador (FDJE) luciafdje@gmail.com www.fdje.org Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president, IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Patricia Calero Acosta, MD Presidente Federación Ecuatoriana de Diabetes (FEDIABETES) pcaleroacosta@gmail.com Guatemala Estimado Ministro de Salud Publica y Asistencia Social de Guatemala, Dr. Oscar Cordón, Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Guatemala alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. ● 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. ● 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 33,7 años , lo que significa que viven en promedio 36,5 años, en comparación con los 70,2 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 3,8 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 13,8 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Guatemala. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de Guatemala. 17/05/2024 Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Janina Argueta Fundador y Presidente Asociación Creciendo con Diabetes janina.arguta@gmail.com Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Stephanie Pearson, PhD Senior Director, Global Access JDRF spearson@jdrf.org www.jdrf.org México Estimado Secretario de Salud de México Dr. Jorge Carlos Alcocer Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro firme apoyo para que México alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS). Los objetivos propuestos son detallados a continuación. ● Diagnosticar al 80% de las personas con diabetes. ● Lograr el control glucémico en el 80% de las personas diagnosticadas con diabetes. ● Controlar la presión arterial en el 80% de las personas diagnosticadas con diabetes. ● Asegurar que el 60% de las personas con diabetes y 40 años o más reciban estatinas. ● Garantizar que el 100% de las personas con diabetes tipo 1 tengan acceso a la insulina y a herramientas para el monitoreo de la glucosa. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas, como las que muestra T1D Index, que indican que, en México, las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, diagnosticadas a la edad de 10 años, tienen una expectativa de vida reducida de 27,3 años . Por lo tanto, viven en promedio 47,7 años, en comparación con los 75 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de los niveles de glucosa en sangre, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. De acuerdo con la misma fuente, un diagnóstico oportuno devolvería 4 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 9,3 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en México. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye distintos tipos de insulina en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y orienta sobre su elección en este documento . Además, en la recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ), la OMS incluye los glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Eso dentro de un plan de Cobertura Sanitaria Universal (CSU), en el que todas las personas tengan acceso a los servicios de salud de calidad que necesitan, cuándo y dónde los necesitan, sin causarles dificultades financieras. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ese y otros elementos esenciales para la salud a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Las entidades de diabetes en México recomiendan 4 a 10 tiras reactivas al dia y, en la medida de lo posible, dar acceso a todas las personas que viven con diabetes tipo 1, al monitoreo intermitente de glucosa indicado en los estándares de cuidado de la Asociación Americana de Diabetes 2024. Pues, hay evidencias de que esta medida puede disminuir la incidencia de hipoglucemias leves a moderadas, hipoglucemias graves, cetoacidosis y hospitalizaciones, así como aumentar la calidad de vida. Esas mismas entidades mexicanas recomiendan provisión gratuita de análogos de insulina de acción prolongada y ultrarápida, para esquema basal-bolus de insulinización. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y confiando que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite de insulinas y glucómetros con tiras para el automonitoreo serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de México. 28/08/2024 Atentamente, Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fernando Alcantara Huitzache Presidente Federación Mexicana de Diabetes, A.C. fernando.alcantara@fmdiabetes.org https://fmdiabetes.org/ Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president D-Foot International pedrosa.hc2022@gmail.com https://d-foot.org/ Juan Eduardo García García, MD Presidente Sociedad Mexicana de Nutrición y Endocrinología (SMNE), A.C. https://endocrinologia.org.mx Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Raquel Noemí Faradji Hazán, MD Coordinadora, Guías de Práctica Clínica de Diabetes Tipo 1 (DT1) y miembro de la Comisión de Salud del Grupo de Trabajo de DT1 Miembro y Expresidente (2023) de la Sociedad Mexicana de Nutrición y Endocrinología (SMNE), A.C. Directora RENACED-DT1 https://endocrinologia.org.mx www.renaced-diabetestipo1.mx/ Segundo Nicolás Seclén, MD, PhD Presidente Asociación Latinoamericana de Diabetes (ALAD) presidente@aladlatam.org www.aladlatam.org Stephanie Pearson, PhD Senior Director, Global Access Breakthrough T1D spearson@breakthrought1d.org www.breakthrought1d.org Paraguai Estimada Ministra de Salud de Paraguay, Dra. María Teresa Barán, Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Paraguay alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. ● 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. ● 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. ● 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 29,4 años . Por lo tanto, viven en promedio 49 años las mujeres y 42,9 años los hombres con diabetes tipo 1, en comparación con los datos generales de esperanza de vida de 78,4 años para las mujeres y 72,3 años para los hombres. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 4,1 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 10,9 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Paraguay. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucometros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de Paraguay. 24/04/2024 Atentamente, Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs en Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Ruben Lopez Torres (Arq.) Presidente Fundación Paraguaya de Diabetes (FUPADI) fupadi@gmail.com Peru Estimado Ministro de Salud de Perú Dr. César Vasquez Sánchez Nos dirigimos a usted con respeto en nombre de las principales entidades nacionales e internacionales que representan a las personas que viven con diabetes. Queremos expresar nuestro apoyo firme para que Perú alcance los objetivos del Pacto Mundial sobre la Diabetes para 2030, según lo establecido por los Estados Miembros junto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), que detallamos a continuación: 80% de las personas con diabetes diagnosticadas. 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control glucémico. 80% de las personas con diabetes diagnosticadas logrando el control de la presión arterial. 60% de las personas con diabetes y 40 años o más recibiendo estatinas. 100% de las personas con diabetes tipo 1 teniendo acceso a la insulina y al autocontrol de la glucemia. Al mismo tiempo, nos preocupan las estadísticas que indican que las personas diagnosticadas con diabetes tipo 1, a la edad de 10 años, en nuestro país, tienen una expectativa de vida reducida de 26,6 años . Por lo tanto, viven en promedio 50,4 años, en comparación con los 77 años de la población general. Sabemos que cambiar este escenario no es tarea fácil. Sin embargo, es ampliamente reconocido que el diagnóstico temprano y el acceso a medicamentos esenciales, el autocontrol de la glucemia, la atención multidisciplinaria y la educación en diabetes son elementos fundamentales con un enorme potencial para mejorar esta situación. Mientras tanto, un diagnóstico oportuno devolvería 4,5 años de vida saludable a estas personas. Además, el acceso a un glucómetro con cantidad adecuada de tiras, junto con la insulina prescrita, devolvería otros 9,6 años de vida saludable a las personas con diabetes tipo 1 en Perú. Confiamos en su compromiso y estamos seguros de que, con su liderazgo, podremos mejorar esta situación en poco tiempo. Nos ponemos a su disposición y a la de su equipo para colaborar en este objetivo. Destacamos que la OMS incluye los análogos de insulina de acción prolongada en su lista de medicamentos esenciales ( EML-WHO ), y en su recién actualizada lista de diagnósticos esenciales ( EDL-WHO ) los glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia, reconociendo la importancia de que los países proporcionen estos elementos a sus ciudadanos con diabetes. Entendemos que los costos pueden representar una barrera y, por esta razón, nos permitimos compartir dos estrategias para reducir estos costos. Una de ellas es la compra de ambos elementos a través del Fondo Estratégico de la OPS (Organización Panamericana de la Salud). La otra alternativa, para la adquisición de glucómetros y tiras para el autocontrol de la glucemia – así como analizadores portátiles de hemoglobina glicada (HbA1c), recomendados por la OMS para uso en entornos comunitarios y centros de salud sin laboratorios ( 1 , 2 e 3 ) –, es la plataforma global DxConnect Marketplace , que ofrece estos dispositivos a precios reducidos. Nos despedimos agradeciendo su amable atención y creyendo que la incorporación y la provisión gratuita a la población con diabetes que necesite análogos de insulina y glucómetros con tiras para el autocontrol serán priorizadas, así como la ampliación y optimización de estrategias para el diagnóstico oportuno. Estamos disponibles para lo que podamos asistir en este avance urgente que salvará muchas vidas y devolverá la salud a muchos ciudadanos de Perú. 16/07/2024 Atentamente, Beatrice Vetter, PhD Director, Non-communicable diseases FIND, Diagnosis for all beatrice.vetter@finddx.org www.finddx.org Diego Bartra Bazán Mentor Adina Perú adinaperu1@gmail.com www.facebook.com/adinaperu Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Federación Internacional de Diabetes Región de América Central y del Sur (IDF-SACA) fadlo.fraige@idf.org https://idfsaca.com Graham Ogle, MD, PhD General Manager Life for a Child (LFAC) gogle@diabetesaustralia.com.au https://lifeforachild.org/ Hermelinda Pedrosa, MD Vice-president, D-Foot International Vice-president, International Diabetes Federation (IDF) hermelinda.pedrosa@idf.org https://d-foot.org/ www.idf.org Mark Barone, PhD Fundador y Coordinador General, Foro Intersectorial de CNTs de Brasil (FórumCCNTs) Former Vice-president IDF (2020-2022) ForumCCNTs@gmail.com www.ForumDCNTs.org Segundo Nicolás Seclén, MD, PhD Presidente, Asociación Latinoamericana de Diabetes (ALAD) Presidente, Asociación de Diabéticos Juveniles del Perú (ADJ) presidente@aladlatam.org www.aladlatam.org Stephanie Pearson, PhD Senior Director, Global Access JDRF spearson@jdrf.org www.jdrf.org












