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  • Dor Crônica: Necessidade de Gestão de Uma Doença Ignorada - Cobertura do evento do dia 08/10/2021

    Na última sexta-feira (08/10), o FórumDCNTs realizou o evento interativo "Dor Crônica: Necessidade de Gestão de Uma Doença Ignorada". O evento teve por objetivo a) Compreender o desafio a nível pessoal e populacional da doença crônica mais prevalente , a dor crônica, b) Identificar boas práticas adotadas no sistema público e no privado, assim como necessidade de ampliá-las e diversificá-las, para a prevenção e o tratamento adequados da dor crônica e c) Planejar ações intersetoriais e políticas que permitam reduzir o ônus da dor crônica sobre as pessoas individualmente e a população como um todo (confira a agenda completa e a gravação de todos os trechos aqui ). Participaram do evento representantes da Amil, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), da Viatris, do HC-FMUSP e da Fleximedical Soluções em Saúde. Em sua fala de abertura o Sr. Ricardo Lauricella (Cofundador do FórumDCNTs e diretor da Fleximedical Soluções) compartilhou a agenda do evento e seu relato pessoal de alguém que convive com dor crônica. Ressaltou que o atendimento multiprofissional foi fundamental para que melhorasse o seu quadro, porque a dor crônica afeta a saúde física, mental e até financeira. Em seguida tivemos a fala do Sr. Marco Antonio (Viatris) enfatizando que a dor crônica é uma condição subdiagnosticada, que 22% da população brasileira convive com dor esquelética e que essa condição é também um problema socia l, pois impede que a pessoa realize às suas atividades do dia a dia e consequentemente afeta a sua produtividade. A Sra. Catarina Dahl (OPAS/OMS) explicou, na sequência, que a dor é uma percepção sensorial, ou seja, subjetiva. Segundo ela, a dor comunica um sofrimento, é necessário entender sua origem, fatores associados, e nunca subestimar ou minimizar um relato de dor. Compartilhou, ainda, informações sobre a percepção de dor como relacionada ao gênero, idade, cultura, contexto familiar e social, revelando que, da população brasileira que convive com dor, 17% já apresentaram transtorno de humor e 26% transtorno de ansiedade, e destacou que pessoas que convivem com uma condição mental tem risco muito aumentado de desenvolver dor crônica e vice-versa. Também tivemos a fala do Dr. Marcos Aurélio (Sociedade Brasileira de Reumatologia, recém aposentado do Ministério da Saúde, onde era responsável por esse tema) abordando o tema "Como é atualmente e como poderia ser melhorada a jornada da pessoa com dor crônica no sistema público?". Destacou que as pessoas precisam se sentir acolhidas dentro do sistema de saúde e que existe dor periférica e dor central. Revelou que a dor central é mais difícil de cuidar visto que há dificuldade de descobrir sua origem. Seja na saúde pública ou na saúde privada, ter uma equipe multidisciplinar é essencial para cuidar de quem convive com dor crônica . A fala do Dr. Felipe Vieira (Amil) apontou iniciativas na saúde privada que investem para que a pessoa com dor crônica seja bem acolhida e, em conjunto com os tratamentos médicos convencionais, usam técnicas não convencionais, como mindfulness. Destacou, também, que é necessário trabalhar em parceria com médicos da família, investir na atenção primária da saúde e ter um olhar centrado na pessoa, para o cuidado integral. Dr. Moisés Lima (HCFMUSP) ressaltou que a equipe de saúde, do nível primário, precisa ser capacitada e aperfeiçoada para melhorar os atendimentos. É importante também melhorar a integração dos profissionais de saúde com as pessoas, para manejar e encaminhar para o atendimento terciário somente aqueles que não têm sucesso em seu tratamento. Revelou que a sessões de fisioterapia devem acontecer durante um prazo finito e, por isso, a pessoa precisa aprender a manejar a sua condição, para viver com qualidade e desenvolver consciência corporal. Ressaltou que, quando a pessoa volta à atenção básica de saúde, precisa ter continuidade de seu tratamento. Se a pessoa não tiver o suporte nesse nível de atenção, o gerenciamento da dor crônica fica comprometido. Ao final do evento, os painelistas responderam a perguntas da plateia e destacaram quais são as prioridades para que a dor crônica passe a ganhar mais atenção nos sistemas de saúde. Enfatizaram a importância de melhorar o acesso universal à saúde, capacitar os profissionais que trabalham na atenção básica , cuidar da pessoa de forma integral, desfragmentar o sistema de saúde e reconhecer que a dor é multifatorial e que deve ser tratada com equipe multiprofissional e de forma interdisciplinar.

  • Ofício à SECTICS-Ministério da Saúde sobre atualização de PCDTs é assinado por 41 líderes e especialistas

    Abaixo, ofício encaminhado hoje ao Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, do Ministério da Saúde do Brasil , Dr. Carlos Augusto Grabois Gadelha Ao Exmo. Senhor Doutor Carlos Augusto Grabois Gadelha Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, do Ministério da Saúde do Brasil Telefone: (61) 3315-2904 E-mail:  gabinete.sectics@saude.gov.br    Assunto: Atualização de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) para Condições/Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs).   Exmo. Senhor Secretário, O FórumCCNTs, iniciativa que tem como objetivo favorecer parcerias entre os setores público, empresas privadas e entidades do terceiro setor (ODS 17) para o desenvolvimento e a implementação de soluções efetivas, sustentáveis e escaláveis para as Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs), que conta atualmente com a participação de mais de 200 instituições engajadas para que o país atinja a meta 3.4 do ODS 3,  vem , respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, por meio deste ofício (também disponível em nosso site ),   em   nome de dezenas de especialistas e instituições participantes do Fórum Intersetorial de Condições Crônicas não Transmissíveis no Brasil (FórumCCNTs), especialmente aqueles que assinam este documento, representando milhões de pessoas com CCNTs no país, sinalizar a necessidade de revisão e atualização de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) para Condições/Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs) abordados neste ofício.   1                           Vimos, por meio deste ofício, expressar a necessidade de atualização de 5 (cinco) Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), sendo que 4 (quatro) deles não foram revisitados pelo Ministério da Saúde nos últimos anos. Cumpre destacar que a atualização periódica desses documentos é essencial para garantir a melhor prática clínica no Sistema Único de Saúde (SUS) e para assegurar que as diretrizes reflitam as evidências científicas mais recentes.   2                           A legislação brasileira, não somente pela Constituição Federal - que preconiza que a saúde é direito de todos e dever do Estado -, também estabelece, por meio da Lei nº 8.080/1990, que o SUS deve promover a proteção e a recuperação da saúde da população, garantindo acesso a serviços de saúde de qualidade.     3                           A atualização dos PCDTs é um passo essencial, pois esses documentos orientam os profissionais de saúde na tomada de decisões clínicas fundamentadas e conferem dinamicidade na operacionalização dos serviços de saúde ofertados à população. A falta destas atualizações pode resultar em práticas desalinhadas que não atendam às melhores evidências disponíveis, comprometendo a qualidade do atendimento, os resultados em saúde esperados, a sustentabilidade do sistema de saúde, e a própria vida das pessoas.   4                           Além disso, a revisão dos PCDTs deve considerar as novas evidências científicas que emergem constantemente, as incorporações de tecnologias ao sistema, bem como as mudanças nas necessidades de saúde da população.   5                           Tendo em vista que a atualização anual de diretrizes clínicas pelo Ministério da Saúde  considera estes critérios para pontuação e consequente ordem de priorização de revisão dos PCDTs, sinalizamos a seguir fatos e evidências relevantes referentes a 5 protocolos para algumas das CCNTs mais prevalentes que necessitam de revisão, seja por questão temporal, seja pela incorporação de tecnologias em saúde, sendo eles:   ●       Asma Portaria Conjunta SAES/SECTICS/MS nº 32 - (Publicada em 22/12/2023)                                 Em abril deste ano ocorreu uma importante incorporação para o tratamento de Asma no SUS. Contudo, a oferta desta tecnologia às pessoas que dela necessitam ainda não se efetivou na prática pela falta de atualização de seu PCDT, deixando crianças e adolescentes sem acesso às terapias mais recentes, enfrentando o agravamento de suas condições de saúde a cada dia que passa.   ❖     Mepolizumabe para o tratamento de pessoas com idade entre 6 e 17 anos com asma eosinofílica grave refratária. SECTICS/MS nº 22/2024 - Publicada em 22/04/2024.                                 Precisamos nesta oportunidade enfatizar a necessidade de atualização deste PCDT respeitando-se o prazo legal para efetiva oferta da medicação incorporada, e não necessariamente o prazo processual para atualização de PCDTs.   Neste sentido, seria importante o prazo para atualização do PCDT de Asma estar ajustado ao prazo para a efetivação da oferta deste medicamento ao SUS, ou seja, finalizado até 22/10/2024.   Esta concatenação legal entre os prazos garante que as pessoas tenham acesso oportuno e adequado às terapias aprovadas. ●       Carcinoma de Esôfago Portaria SAS/MS nº 1.439 - (Publicada em 17/12/2014)   No que tange à necessidade de atualização deste PCDT, ela se faz necessária tendo-se em vista a incorporação da tecnologia abaixo descrita, ocorrida após a última atualização do documento:   ❖     Implantação endoscópica da prótese esofageana metálica auto expansível para tratamento da disfagia decorrente dos tumores esofágicos avançados e obstrutivos. Portaria SCTIE/MS nº 15/2018 - Publicada em 29/03/2018.   ●                Diabete Melito Tipo 1 Portaria Conjunta SAES/SCTIE/MS nº 17 - (Publicada em 13/11/2019)   O reuso de seringas e agulhas para aplicação de insulina é um tema relevante no tratamento do diabetes e uma prática disseminada, ainda que não recomendada. É importante esclarecer que agulhas descartáveis não devem ser reutilizadas. O reúso de agulhas e seringas de uso único não é prática indicada por fabricantes ou instituições regulatórias nem no Brasil, nem em outras regiões do mundo.   Em 2016, após análise de um comitê de especialistas e um estudo envolvendo 13.000 pessoas em 42 países, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) publicou uma importante recomendação.  Essa recomendação destaca que as agulhas utilizadas para aplicação de insulina devem ser usadas apenas uma vez. Após o uso, elas deixam de ser estéreis, além de apresentarem perda de lubrificação, perda de afiação e alterações no bisel da cânula, podendo causar bloqueio do fluxo na agulha (pela cristalização da insulina), desconforto e dor durante a aplicação, desperdício de insulina com a agulha na caneta e quebra da agulha durante a injeção. No caso da reutilização da seringa deve-se acrescentar o risco de alterações na escala de graduação o que provoca o risco de imprecisão da dose injetada e descontrole glicêmico.   A reutilização de agulhas pode estar associada ao desenvolvimento de lipo-hipertrofia, infecções do tecido subcutâneo, casos inexplicáveis de hipoglicemia, variabilidade glicêmica, leve aumento da HbA1c, dor e desconforto nas aplicações. Portanto, a prática de reutilização deve ser evitada para garantir a segurança e a eficácia do tratamento.   Salientamos, desta forma, a necessidade de previsão expressa deste conteúdo sensível no PCDT da DM1. Julgamos igualmente necessário que sejam revisadas as estratégias para favorecer que crianças, adolescentes, jovens e adultos com diabetes tipo 1 consigam atingir e se manter dentro da meta glicêmica, com qualidade de vida. Conforme já alertamos em outras comunicações, 31% dos jovens entre 13 e 19 anos, com diabetes tipo 1, já apresentam uma ou mais complicações crônicas . Na mesma comunicação, alertamos que os custos dos cuidados se elevam, em média, em 29 vezes, quando a pessoa passa a apresentar complicações. Em ofício recente à Exma. Ministra da Saúde , alertamos que pessoas com diabetes tipo 1, no Brasil, apresentam redução de expectativa de vida de 25,4 anos. Entendemos que o PDCT deva estar atualizado, e que, além da previsão, seja efetivamente utilizado para implementar sistemas e estratégias para monitoramento frequente de hemoglobina glicada nessa população, rastreamento de e cuidados com complicações e educação em saúde.   Sugerimos, ainda, o estabelecimento de um algoritmo para uso de sensores de glicose e bombas de insulina, a fim de evitar a judicialização, tal como fez o Distrito Federal, por meio da consolidação de um protocolo para fornecimento de sensor de glicose .  Com algoritmos bem definidos, os critérios para prescrição de sensores e bombas de insulina ficam transparentes. Isso evita disputas judiciais e garante que essas tecnologias sejam direcionadas às pessoas que realmente necessitam.   Por fim, no que tange às incorporações ocorridas após a atualização do PCDT do DM1, que se relacionam à condição crônica e devem constar do documento, temos:   ❖     Implante biodegradável de dexametasona para o tratamento do edema macular diabético em maiores de 18 anos, conforme Protocolo Clínico do Ministério da Saúde. Portaria SECTICS/MS nº 53/2023 - Publicada em 09/10/2023 ❖     Ranibizumabe para tratamento de Edema Macular Diabético (EMD). Portaria SCTIE/MS nº 39/2020 - Publicada em 21/09/2020                  Salientamos a necessidade de promoção do efetivo acesso à população das insulinas análogas de ação prolongada para o tratamento de diabetes mellitus tipo I, já incorporadas ao SUS por meio da Portaria SCTIE nº 19/2019 -Publicada em 29/03/2019 .   ●                Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Portaria Conjunta SAES/SCTIE/MS nº 19 - (Publicada em 22/11/2021)   Consideramos importante a atualização deste PCDT, tendo em vista as recentes incorporações das terapias triplas fixas (Trimbow e Trelegy) ao SUS para o tratamento da DPOC, grave e muito grave, promovendo-se desta maneira o acesso efetivo aos medicamentos citados - no prazo não superior a 180 dias - para as pessoas que se beneficiarão destas tecnologias, conforme preconiza a legislação.   A atualização deste PCDT ainda se faz necessária à luz das mudanças recentes no GOLD. O GOLD (Global Initiative For Chronic Obstructive Lung Disease) é um documento internacionalmente reconhecido que estabelece diretrizes para o diagnóstico, tratamento e prevenção da DPOC. Ele é revisado anualmente e reflete as melhores práticas e evidências científicas disponíveis. Portanto, considerando que o GOLD 2023 trouxe novas definições, classificações e orientações de tratamento, é fundamental que o PCDT nacional também seja atualizado para garantir que as pessoas brasileiras recebam o cuidado mais atualizado e eficaz, alinhado às últimas recomendações internacionais.   ●       Sobrepeso e Obesidade em Adultos Portaria SCTIE/MS nº 53 - (Publicada em 13/11/2020)   Consideramos essa atualização fundamental para impactar outras condições de saúde. Nesse contexto, a atualização das evidências científicas e a adoção de uma abordagem multidisciplinar (incluindo melhores práticas nutricionais e de condicionamento físico) são essenciais. Além disso, é essencial o debate acerca do vazio assistencial relacionado ao arsenal terapêutico disponível no SUS para essa condição. Solicitamos a inclusão no SUS de medicamentos que têm mostrado eficácia no manejo da obesidade e na prevenção de condições associadas, como diabetes mellitus, hipertensão, MASLD/MASH, conforme demonstrado nos estudos clínicos XENDOS, SCALE e SELECT.   O PCDT para Sobrepeso e Obesidade em Adultos foi aprovado em 2020, mas carece de uma importante referência: o rastreamento de doenças hepáticas associadas à obesidade, como a doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD) e a esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH). A prevalência de MASLD é de até 80% em pessoas com obesidade. A ausência dessa referência pode comprometer a detecção precoce dessas condições, aumentando os riscos para a saúde pública devido a complicações com cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. O aumento da necessidade de transplante de fígado, por exemplo, decorrente dessas doenças hepáticas, é uma preocupação relevante que justifica a atualização do PCDT.   Em pessoas com obesidade e MASLD, o rastreamento de fibrose (principal marcador prognóstico da doença) usando o Índice de Fibrose-4 (FIB-4) é recomendado para descartar a presença de fibrose avançada. O FIB-4 é uma ferramenta amplamente validada e de fácil acesso. A grande vantagem do FIB-4 é sua aplicação na Atenção Primária à Saúde. Médicos de família e clínicos gerais podem calcular o índice rapidamente, sem a necessidade de exames complexos. Isso permite a triagem precoce das pessoas e encaminhamento adequado para especialistas quando necessário.   A conscientização sobre este rastreio, apesar de bastante simples, é baixa e o elevado impacto da doença representa um desafio de saúde global que precisa ser enfrentado. Vale aqui informar que a Diretriz Brasileira Baseada em Evidências para Triagem, Diagnóstico, Tratamento e Acompanhamento da MASLD  em Indivíduos Adultos com Sobrepeso ou Obesidade recomenda que o rastreamento para MASLD seja considerado em indivíduos adultos (idade ≥ 18 anos) com IMC maior que 25 (sobrepeso ou obesidade), mesmo naqueles sem diabetes tipo 2 ou qualquer componente da síndrome metabólica.   Outra lacuna no PCDT é a ausência de protocolo para os Distúrbios do Sono, especialmente para a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), distúrbio do sono mais prevalente no país, afetando cerca de 27 milhões de brasileiros, pouco mais de um terço da população.   Essa condição, presente em 77% das pessoas com obesidade, agrava não apenas a própria obesidade, mas também favorece o desenvolvimento de outras doenças crônicas não transmissíveis associadas. A AOS impacta negativamente a qualidade de vida, aumenta o risco cardiovascular e está relacionada a distúrbios metabólicos. Sua inclusão no PCDT é essencial para melhorar o manejo integrado dessas condições e promover a saúde das pessoas. Esta inclusão seguiria as mesmas características de  inclusão de distúrbios do sono e AOS ao PCDT de diabetes tipo 2 , também por nós recomendada, e acatada no início deste ano.   Vale ainda destacar que o Brasil assumiu o compromisso de implementar as diretrizes contidas no documento  Health Service Delivery Framework for Prevention and Management of Obesity , lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2023, e o WHO Acceleration Plan to Stop Obesity - garantindo que os serviços para prevenir e tratar a obesidade sejam amplamente disponíveis, acessíveis e sustentáveis no SUS. Sugerimos desta forma a atualização deste PCDT, para que reflita as recomendações da OMS e a ratificação fática do compromisso realizado.                  Por fim, neste ano, o FórumCCNTs e 25 instituições enviaram ofício ao Ministério da Saúde requerendo uma melhor organização dos cuidados com a obesidade e uma coordenação que centralize esses esforços, o que seria um passo importante para atingirmos a meta do Ministério da Saúde no Plano de DANT , de deter o crescimento da obesidade no país.                6                           Salientamos nesta oportunidade, igualmente importante, a transformação das DDTs Oncológicas em PCDTs, alinhada à nova política nacional de oncologia .   7                           Considerando que o processo de atualização dos PCDTs não se baseia mais em uma periodicidade fixa (como os antigos dois anos), mas sim na priorização das demandas, entendemos fundamental avaliar novos estudos e evidências científicas. Essas atualizações são embasadas em revisões periódicas da literatura e na orientação das áreas técnicas especializadas. Nesse contexto, julgamos salutar os apontamentos realizados neste ofício, garantindo que os PCDTs de CCNTs reflitam as melhores práticas e abordagens disponíveis.   8                           Por fim, aproveitamos ainda este espaço, considerando a prevalência elevada e os impactos negativos dos Distúrbios do Sono na saúde da população, bem como sua íntima associação com as mais prevalentes CCNTs  - como fator de risco e exacerbador dessas condições -, o reconhecimento do Ministério da Saúde  quanto à necessidade de maior atenção ao tema, associado à inexistência de PCDT que trate dessa matéria, para sugerir a esta Secretaria a criação de um protocolo específico para essas condições.   ●       Entre os distúrbios do sono, incluem-se a Apneia Obstrutiva do Sono, Insônia, Síndrome do Sono Insuficiente, Narcolepsia e Síndrome das Pernas Inquietas. O próprio Ministério da Saúde, em resposta ao Call-to-Action  desenvolvido pelo FórumCCNTs sobre a matéria, reconheceu que os distúrbios do sono impactam significativamente a qualidade de vida e a saúde geral dos indivíduos e que, portanto, a conscientização sobre esses distúrbios e a inclusão deles em políticas de saúde mais amplas são áreas que necessitam de maior atenção.   ●       Nesta perspectiva, a criação de um PCDT específico para os distúrbios do sono seria altamente custo-efetiva para todo o sistema de saúde, uma vez que protocolos bem definidos para prevenir, diagnosticar e tratar essas condições de maneira eficaz e padronizada auxiliam na prevenção e otimização dos resultados de cuidados de diabetes, obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer .     9                           Portanto, considerando o quanto tratado neste ofício, solicitamos que esta secretaria:   (a) priorize a revisão e a atualização dos PCDTs aqui elencados, considerando os insumos apresentados para promoção da pontuação dos critérios, promovendo uma ampla discussão com especialistas, pessoas que vivem com essas condições crônicas não transmissíveis e profissionais da área durante o processo de ATS correspondente; e   (b)  considere a necessidade de criação de PCDT específico para os distúrbios do sono.   10                         Essas ações não apenas guardarão conformidade com a legislação vigente, mas também reforçarão o compromisso do SUS com a excelência no atendimento à saúde da população, com base em evidências científicas e critérios de eficácia, segurança e custo-efetividade.   11                         Diante de todo o exposto, o FórumCCNTs, seus membros e parceiros, especialmente os que assinam abaixo, cientes de suas missões institucionais, colocam-se à disposição para colaborar com esta Secretaria para os importantes avanços no que tange esta matéria. Agradecemos receber o número de protocolo SEI (NUP) para acompanhar a tramitação deste ofício. Respeitosamente,   Mark Barone, PhD Fundador e Coordenador Geral Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) ForumCCNTs@gmail.com   www.ForumDCNTs.org     Alan L. Eckeli, MD, PhD Médico Neurologista e Especialista em Medicina do Sono Docente da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto Membro da Diretoria da Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABSono) alaneckeli@usp.br   Alex Vianey Callado França, MD, PhD Médico Hepatologista Professor Titular da Universidade Federal de Sergipe avcfranca@hotmail.com     Angela Honda de Souza, MD Médica pneumologista Membro do GT Condições Crônicas Respiratórias do FórumCCNTs Diretora executiva da Fundação ProAR @fundacaoproar angela.honda@fundacaoproar.org.br     Bruna Paola Murino Rafacho Nutricionista Docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul bruna.paola@ufms.br     Bruno da Silva Brandão Gonçalves, MSc, PhD Doutor em psicobiologia, mestre em neuro física, tecnólogo em saúde. Cientista residente da BiomarkerAI www.biomarkerai.com   Carlos Eduardo Barra Couri, MD, PhD Médico Endocrinologista pós-doutor em Saúde - USP - Ribeirão Preto Pesquisador da USP - Ribeirão Preto Colunista de VEJA SAÚDE Cofundador do portal OLHAR DA SAÚDE Cofundador dos congressos ENDODEBATE, ENDODEBATE FÍGADO e DIACORDIS. ce.couri@yahoo.com.br        Cláudia Alexandra Pontes Ivantes, MD Médica Hepatologista Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica claudiaivantes@gmail.com   Claudia Pinto Marques Souza de Oliveira, MD, PhD Médica Hepatologista Professora Associada do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica cpm@usp.br     Claudia Roberta de Castro Moreno, MSc, PhD Professora Titular da Faculdade de Saúde Pública Universidade de São Paulo (FSP-USP) www.fsp.usp.br   Cristiane A. Villela Nogueira, MD Professora titular da Faculdade de Medicina da UFRJ Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica   Daniela Mariano Carvalho Louro, MD, PhD Médica Hepatologista Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica daniela.mac@gmail.com   Dhiãnah Santini de Oliveira Chachamovitz, MD, MSc, PhD Diretora do Departamento de Educação & Campanhas Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) dhianahsantini@gmail.com www.endocrinologistadhianah.com.br   Douglas Graciano da Silva Gerente Institucional ResMed Brasil douglas.silva@resmed.com     Geraldo Lorenzi Filho, MD, MSc, PhD Professor Associado da Disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) Diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração (InCor-FMUSP) Diretor Científico e Cofundador da Biologix   Liliana Sampaio Costa Mendes, MD Médica Hepatologista, HBDF, Sírio-Libanês e Rede D’Or-DF Brasília Training Center WGO mendesliliana2@gmail.com     Luís Fernando Villaça Meyer Diretor de Operações Instituto Cordial www.institutocordial.com.br   Edison Roberto Parise, MD, MSc, PhD Professor Associado da Disciplina de Gastroenterologia da UNIFESP Ex Presidente da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica   Elton Junio Sady Prates, BSN, MSc Secretário Geral Associação Brasileira de Enfermagem Seção Minas Gerais aben-mg@abennacional.org.br   https://abenmg.com.br     Emerson Cestari Marino, MD Médico Endocrinologista e Metabologista Membro do GT Obesidade do FórumCCNTs Membro do Conselho Superior de Administração do Instituto da Pessoa com Diabetes - IPD   Fabio da Silva Moraes, PhD Farmacêutico, Pesquisador em Saúde, ICT FIT Instituto de Tecnologia Membro do GT Saúde Digital do FórumCCNTs Membro do GTT de Farmácia Clínica CRFSP fabio.moraes@fit-tecnologia.org.br    fit-tecnologia.org.br/home     Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD) anad@anad.org.br     www.anad.org.br     www.fenad.org.br   Flávia Lima Presidente Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF) contato@abraf.ong www.abraf.ong     Hermelinda Pedrosa, MD Vice-presidente D-Foot International https://d-foot.org     Jaqueline Correia Presidente Instituto Diabetes Brasil www.institutodiabetesbrasil.com.br     João Marcello de Araujo Neto, MD, MSc, PhD Professor de Hecondição crônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica Vice-Presidente do Grupo de Fígado do Rio de Janeiro   Karla Melo, MD, PhD Coordenadora de Saúde Pública, Epidemiologia, Economia da Saúde e Advocacy Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) secretaria@diabetes.org.br www.diabetes.org.br   Katia Cristina Kampa, MD, MSc Médica hepatologista pela SBH Mestre em Medicina Interna pela UFPR   Leonardo de Lucca Schiavon, MD, PhD Médico Hepatologista Professor de Gastroenterologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Coordenador do Serviço de Gastroenterologia do Hospital Universitário da UFSC Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas da UFSC Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica   Maria José Martins de Souza Farmacêutica Coordenadora do GTT de Saúde Pública Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP)   Maria Lucia Cardoso Gomes Ferraz, MD, MSc, PhD Presidente do Instituto Brasileiro do Fígado Professora Associada da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)   Maria Odete Pereira, MSc, PhD Enfermeira - Docente da Escola de Enfermagem da UFMG - www.enf.ufmg.br   Diretora de Educação e do Departamento de Enfermagem em Saúde Mental da Associação Brasileira de Enfermagem - ABEn seção MG - https://abenmg.com.br   Facilitadora do GT Saúde Mental e Neurológica do FórumCCNTs   Marislene Pulsena da Cunha Nunes, MD, MSc Médica e Mestre em Saúde da Família e Comunidade Coordenadora de Atenção Primária da Secretaria Municipal da Saúde de Araguari Docente do Curso de Medicina IMEPAC Araguari marislene.pcnunes@imepac.edu.br     Matheus Chaluppe de Oliveira Membro do GT Obesidade do FórumCCNTs Estudante de Medicina - Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) mchalup96@gmail.com     Michely Arruda Bernardelli Co- facilitadora do GT Diabetes do FórumCCNTs Enfermeira Presidente da Associação Doce Vida de Lages SC @docevidalages docevidaassociacao@gmail.com     Mônica S. Vilela da Mota Silveira, MD, PhD Presidente Instituto de Saúde Mental e Diabetes contato@institutodesaudementalediabetes.com msvms@unicamp.br     Nathalie Carvalho Leite, MD, MSc, PhD Professora de Pós Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Membro Titular da Sociedade Brasileira de Hecondição crônica   Patrícia Vieira de Luca, MSc Diretora Executiva Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) pvl@ahfcolesterol.org www.ahfcolesterol.org   Ronaldo José Pineda Wieselberg, MD, MPH Médico Endocrinologista Membro do Comitê Consultivo do FórumCCNTs Presidente - ADJ Diabetes Brasil adj@adj.org.br   www.adj.org.br      Rosane da Silva Alves Cunha Fisioterapeuta Prefeitura Municipal de Valença e Prefeitura Municipal de Volta Redonda RJ Mestranda UERJ. MPSMLTF Gestão de Políticas de Saúde Informadas por Evidências (HSL) Co-Facilitadora do GT Dor Crônica do FórumCCNTs   Sonia Maria Martins, MD Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa Respiratória na APS - GEPRAPS   www.gepraps.com.br     REFERÊNCIAS:   Silva, H.G.V., Moreira, A.S.B., Santos, V.R., Santos, S.O., Rêgo, A.F.B.. Fatores associados à Gravidade da Apneia Obstruva do Sono: Obesidade e Sonolência Diurna Excessiva. Rev Bras Cardiol. 2014;27(2):76-82. Young, T., Finn, L., Peppard, P.E., Szklo-Coxe, M., Ausn, D., Nieto, F.J., Stubbs, R., Hla, K.M.. Sleep disordered breathing and mortality: eighteen-year follow-up of the Wisconsin sleep cohort. Sleep. 2008 Aug;31(8):1071-8. Itani, O., Jike, M., Watanabe, N., Kaneita, Y.. Short sleep duraon and health outcomes: a systemac review, meta-analysis, and meta-regression. Sleep Med. 2017 Apr;32:246-256. doi: 10.1016/j.sleep.2016.08.006.

  • Obesidade - Riscos de uma epidemia sem controle: políticas e programas necessários - 20/03 às 19h

    Assista na integra aqui 19h00-19h05 - Abertura e Contextualização ( Mark Barone , FórumDCNTs) 19h10-19h45 - Debate : Quais políticas públicas e programas são fundamentais para avançar no enfrentamento da obesidade e qual o papel da Frente Parlamentar do Diabetes nesse enfrentamento? Andrea Pereira , Instituto Obesidade Brasil ( Vídeo ) Flávia Morais , Deputada Federal ( Vídeo ) Guilherme Nafalski , Instituto Cordial/PBO ( Vídeo ) João Salles , FCMSC-SP / SBD / SBEM ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Andrea Pereira, MD, PhD (Obesidade Brasil) Graduada em medicina pela UNIFESP, Especialista em Nutrologia, Doutora em Obesidade e Cirurgia Bariátrica pela UNIFESP. É Médica Nutróloga da Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein, membro da Comunidade Canadense de Terapia Nutricional e do Comitê de Cuidados Paliativos e de Suporte da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Cofundadora e presidente do Instituto Obesidade Brasil. Flávia Morais (Deputada Federal) Graduada em Educação Física pela Eseffego e em Direito pela PUC. Atuou como Secretária Municipal de Assistência Social, Prefeitura Municipal, Santa Bárbara de Goiás e na Prefeitura Municipal, Trindade, Secretária Estadual de Cidadania e Trabalho, Governo do Estado, GO. Atualmente é Deputada Federal pelo Estado de Goiás e lidera o movimento para implementação da Frente Parlamentar Mista para a Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Diabetes. Guilherme Nafalski, MSc, PhD (Instituto Cordial) Graduado em Sociologia, com Mestrado pela USP e Doutor em Ciência Política pela Unicamp. Desde 2005, trabalha com desenvolvimento e monitoramento de políticas públicas, atuando em organizações da sociedade civil, parlamentos e governos. É Coordenador de Projetos de Saúde do Instituto Cordial e responsável pelo Painel Brasileiro da Obesidade. João Salles, MD, PhD (Santa Casa de Misericórdia) Graduado em Medicina pela Universidade Severino Sombra, Especialização em Endocrinologia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP), Doutorado em Medicina (Endocrinologia Clínica) pela Universidade Federal de São Paulo e residência-médica pela Universidade de Taubaté. Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Presidente da Comissão Científica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Atualmente Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desde 1999 desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Atualmente é Coordenador Geral do FórumDCNTs, Membro do Advisory, Scientific, Education ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo SBD, ADJ Diabetes Brasil, IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI e LFAC. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • Insuficiência Cardíaca e condições Cardio-renal-metabólicas, é possível reduzir mortes? - 10/05 às 16h

    Objetivos: Conhecer entender como a implementação das atualizações nos PCDTs de insuficiência cardíaca , diabetes e doenças renal crônica levarão à redução de eventos cardio-renal-metabólicos. Identificar barreiras e experiência exitosas para a prevenção , o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno da insuficiência cardíaca nos diferentes níveis de atenção. Engajar os setores público, privado e terceiro setor para permitir a implementação total do PCDT e da linha de cuidado para a insuficiência cardíaca, beneficiando toda a população. Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (moderação: Patrícia de Luca , FórumCCNTs e AHF) ( Vídeo ) Sthefanie Petti (ABRAF) ( Vídeo )   16h20-16h25 – Epidemiologia da insuficiência cardíaca e como ela se relaciona com CCNTs de alta prevalência? ( Ana Carolina Micheletti , UFMG) ( Vídeo ) 16h30-16h35 – Quais os custos da insuficiência cardíaca para a saúde e economia do país? ( Emanuelly Molinari, Firjan)  ( Vídeo )   16h40-16h45 – Há como prevenir a insuficiência cardíaca? Quais as melhores estratégias para isso? ( Erlon Oliveira , HCor)  ( Vídeo ) 16h50-16h55 - Como a implementação das atualizações do PDCT de insuficiência cardíaca permitirá melhorar desfechos cardio-renais? ( Danilo Campos , SAES - Ministério da Saúde)  ( Vídeo ) 17h00-17h05 – Como a implementação das atualizações do PDCT de insuficiência cardíaca permitirá melhorar desfechos cardio-renal-metabólicos? ( Dirceu Almeida , SOCESP)  ( Vídeo ) 17h10-17h15 – Como o Ministério da Saúde organiza os cuidados para melhorar a prevenção e tratamento de insuficiência cardíaca e condições cardio-renal-metabólicas associadas? ( Fernando Alves , SAPS - Ministério da Saúde)  ( Vídeo ) 17h20-17h25  – Quais ações práticas permitiram melhorar desfechos e reduzir mortes por insuficiência cardíaca? ( Jessica Oliveira , SMS - Vitória da Conquista)  ( Vídeo ) 17h30-17h55 – Debate: Qual compromisso podemos firmar para reduzir casos e melhorar os desfechos de insuficiência cardíaca e CCNTs associadas no Brasil? (Moderação: Patrícia de Luca , FórumCCNTs e AHF)  ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Ana Carolina Micheletti, MSc, PhD (UFMG) Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Doutora em Enfermagem na linha de pesquisa Promoção da Saúde, Prevenção e Controle de Agravos pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestrado em Ciências da Saúde área de concentração Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Pesquisadora da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais e bolsista de Pós-doutorado Júnior do CNPq. Atuação como enfermeira nas áreas assistências e de gestão em urgência, emergência, trauma, terapia intensiva e educação permanente. Atuação como docente de cursos de graduação e pós-graduação na área da enfermagem e saúde. Danilo Campos , MSc (SAES - Ministério da Saúde) Graduado em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco, título de Sanitarista pela Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães/Fundação Oswaldo Cruz e Mestrado Acadêmico pelo programa Strictu Sensu de Saúde Pública do CPqAM/Fiocruz. Foi Servidor Público Federal com atuação no Ministério da Saúde de 2013 a 2022, trabalhando atualmente no GNova Lab - Laboratório de Inovação em Governo, da Escola. Teve experiência na Coordenação na implementação de Políticas de Saúde, com Monitoramento e Avaliação de Políticas e Programas de Atenção Especializada à Saúde. Atualmente é Coordenador-geral de Atenção especializada CGAE/DAET/SAES/MS. Dirceu Almeida, PhD (SOCESP) Graduado em Medicina pela Unifesp - Universidade Federal de São Paulo e doutorado em ciências da saúde pela Unifesp - Universidade Federal de São Paulo.  Atualmente professor de Cardiologia da Escola Paulista de Medicina, coordenador de divisão de insuficiência cardíaca e transplante cardíaco da Unifesp, diretor do Projeto de Insuficiência Cardíaca da SOCESP. Estudioso de análises de custo-efetividade e indicações de procedimentos médicos invasivos de alto custo em cardiologia em cardiologia e também em cuidados paliativos. Emanuelly Molinari, MBA (Firjan) Graduada em Enfermagem pelo C entro Universitário Celso Lisboa, e MBA em Gestão de Saúde com ênfase em liderança de equipes pela Universidade Veiga de Almeida. Atuou como Enfermeira - Analista de risco na MedSênior e atualmete é pesquisadora da FIRJAN. Erlon Oliveira, MsC, PhD (Hcor) Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Porto Alegre-FFFCMPA. Residência Médica do Departamento de Clínica Médica da FFFCMPA/Santa Casa de Porto Alegre , Especialização em Cardiologia Clínica pelo Instituto de Cardiologia-FUC e Cardiologia Intervencionista pela Universidade Federal de São Paulo. Médico Pesquisador da Unidade de Hipertensão da Divisão de Cardiologia do HCPA, Cursou Princípios e Prática de Pesquisa Clínica (turma de 2020, Harvard T.H. Chan School of Public Health) e o Programa de Mestrado em Pesquisa Clínica da Universidade Internacional de Dresden. Atualmente pesquisador do Instituto de Pesquisa HCor; cardiologista clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e HCor, e em outros hospitais. Fernando Alves (Ministério da Saúde) Graduado em Enfermagem pelo UNIFATEA - CENTRO UNIVERSITÁRIO TERESA D'ÁVILA. Atuou na Atenção Hospitalar dentro da Atenção Primária à Saúde, como coordenador de Unidade Básica de Saúde. P rofessor convidado pelo Hospital Israelita Albert Einstein na turma de pós graduação em Enfermagem em Atenção Primária à Saúde com Ênfase na Prática. Responsável pelo Proadi-SUS da coordenação, executando projetos na área de ensino, pesquisa e capacitação, projetos esses com envolvimento dos seis hospitais de excelência. Clínica. Atualmente também faz parte da equipe da Coordenação-Geral de Prevenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. Jéssica Oliveira, MD (SMS - Vitória da Conquista) Médica graduada pela Universidade Federal de Sergipe. Especialista em Medicina de Família e Comunidade. Atualmente é médica de Família e Comunidade pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista e Supervisora do Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade da SMS de Vitória da Conquista e tutora dos programas Mais Médicos e Médicos pelo Brasil . Pós graduanda em Cuidados Paliativos pelo Instituto Israelite de Ensino e Pesquisa do Albert Einstein. Professora Substituta na UFBA campus Anisio Teixeira. Sthefanie Petti (ABRAF) Graduada em Relações Internacionais pela Pontíficia Universidade Católica de São Paulo. Possui certificado em Migração, Gênero e Cuidados, pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe - CEPALComissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe - CEPAL. Pós-Graduada em Políticas Públicas, Cuidado e Gênero pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais - Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais - CLACSO. Certificado em Redação de Concessão e Administração pela Universidade Estadual da Alifornia-Dominguez. Atualmente atua como Manger na ABRAF - Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas. Patricia Vieira de Luca, MSc (AHF) Graduada em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, Bacharel, Licenciatura e Mestrado. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo. No momento, atua principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos. Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Cofundadora do Grupo de Advocacy Cardiovascular (GAC). Cofundadora e membro da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • Câncer de Pulmão: Ações Para Prevenir e Tratar Precocemente Evitando Óbitos, 24/11 às 16h00

    Objetivos: Conhecer em primeira-mão os resultados de pesquisa do Insper , apontando os desafios e os custos diretos e indiretos do tipo de câncer mais letal no país , o câncer de pulmão. Conhecer os desafios, assim como as diretrizes e as estratégias bem-sucedidas para prevenção, rastreamento, diagnóstico e tratamento oportuno desse tipo de câncer. Estabelecer compromisso entre as principais instituições que trabalham com o tema no país, a fim de avançarmos em políticas para reduzir mortes por câncer de pulmão , e aumentar a qualidade de vida dos acometidos. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização (Moderação: Patrícia de Luca , FórumDCNTs | AHF) ( Vídeo ) Paulo Correa (SBPT) ( Vídeo ) Helena Esteves (Oncoguia) ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Resumo dos resultados do estudo sobre câncer de pulmão, indicando custo elevado e mortalidade superior os cânceres de mama e próstata. ( Carolina Melo , Insper) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – O que as sociedades médicas recomendam no recém-publicado consenso para rastreamento de câncer de pulmão? ( Gustavo Prado , HAOC) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – Como otimizar rastreio, diagnóstico e tratamento precoce do câncer de pulmão, melhorando desfechos? ( Fábio Svartman , Hospital Conceição) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – Quais as recomendações a nível municipal para o enfrentamento do câncer de pulmão? ( Rodrigo Lacerda , CONASEMS) ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Quais ações o Ministério da Saúde está priorizando para aprimorar o enfrentamento do câncer de pulmão no Brasil? ( Regina Vidal, Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h20-17h55 – Debate com todos os painelistas – Como cada instituição presente se compromete com ações conjuntas que permitam melhorar prevenção, rastreamento e tratamento do câncer de pulmão no Brasil? (Moderação: Patrícia de Luca , FórumDCNTS | AHF) ( Vídeo ) Painelistas e Moderadora: Carolina Melo, MSc, PhD (Insper) Doutora em Economia dos Negócios pelo Insper, Mestre em Administração Pública pela Columbia University e Bacharel em Administração de Empresas pela University of North Florida. Atuou no desenvolvimento de sistemas de monitoramento e avaliação de impacto de diversas políticas públicas e programas/projetos sociais como Pesquisadora do Insper Metricis, Diretora de Pesquisa da MGov Brasil (atualmente, Movva), Assistente de Pesquisa do Earth Institute/Columbia University e Estagiária na iniciativa da ONU para combate à fome e desnutrição crônica (UN REACH) em Maputo (Moçambique). Atualmente é Professora de Políticas Públicas e Economia no Insper. Fábio Svartman, MD, MSc, PhD (Hospital Conceição) Médico Pneumologista e endoscopista respiratório pelo Hospital das Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Doutor em Ciências Pneumológicas pela UFRGS. Contribuiu com diversas publicações científicas para a área de pneumologia e cirurgia torácica. Realizou extensão em acompanhamento de pacientes com fibrose cística pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência em terapia intensiva pelo Hospital das Clínicas de Porto Alegre. Atualmente é médico contratado e preceptor dos Programas de Residência Médica em Pneumologia do HCPA e do Hospital Nossa Senhora da Conceição de Porto Alegre - RS. Gustavo Prado, MD, PhD (HAOC) Médico Pneumologista pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Doutor em Pneumologia pela mesma instituição. Fellowship Pneumologia Ocupacional e Ambiental e Oncologia Torácica pela FMUSP. Segue linhas de Pesquisa em Impactos cardiopulmonares da exposição à poluição ambiental, stress oxidativo e cessação de tabagismo. Médico Colaborador do Grupo de Neoplasias Pulmonares da Disciplina de Pneumologia pelo INCOR. Atualmente atua no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e é Gerente de Inovação e Educação Médica no Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Helena Esteves (Oncoguia) Graduada em Ciência Política pela Universidade de Brasília. Ampla experiência em análise de políticas de saúde e na elaboração de estratégias de atuação junto aos Poderes Executivo e Legislativo, e à sociedade civil organizada. Tem experiência com projetos de acesso ao mercado de saúde público e privado, tanto no nível federal quanto no nível subnacional. Atua na coordenação de projetos de advocacy e na identificação de oportunidades em relações governamentais. Atualmente é Coordenadora de Advocacy no Instituto Oncoguia. Paulo Correa, MD, MSc (SBPT) Médico Pneumologista pelo Hospital das Clínicas UFMG. Mestre em Saúde Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais. Especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica e especialista em Pneumologia e Tisiologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Realizou fellowship em controle do tabagismo pela American Cancer Society e União Internacional contra o câncer. Expert em controle do tabagismo, com certificação em grau de excelência concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde / Organização Mundial da Saúde. Foi vice-presidente da Comissão de tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Fez parte da missão da Organização Mundial da Saúde responsável pela Avaliação da Capacidade Brasileira para o Controle do Tabagismo. Atualmente é Professor da Graduação do Curso de Medicina da UFOP e da Faminas-BH e Coordenador da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Regina Vidal, MD (Ministério da saúde) Médica Oncologista pelo Instituto Nacional de Câncer. É Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). Atua como Médica Oncologista no Centro de Câncer de Brasília (CETTRO), e faz parte do staff do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Federal de Bonsucesso. Atualmente compõe a equipe da Coordenação-Geral da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (CGCAN) da Secretaria de Atenção Especializada (SAES) do Ministério da Saúde. Rodrigo Lacerda (CONASEMS) Graduado em Odontologia pela Universidade José do Rosário Vellano, especializado em Cirurgia e Traumatologia Buco-maxílo-facial pela Universidade de Alfenas e especialista em Gestão de Sistema e Serviços de Saúde pela Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Saúde Coletiva. Atualmente é Assessor Técnico do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). Patrícia de Luca, MSc (FórumDCNTs | AHF) Mestre em Ciências pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEEF-USP), Bacharel e Licenciatura em Educação Física pela mesma instituição. Experiência em prescrição de exercício, pesquisa, ética educação em saúde e advocacy, com ênfase em doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. Atuou voluntariamente na ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos, e no Comitê de Ética da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP por 8 anos. Cofundadora do Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC). Cofundadora e membro da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs). Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Parceiros Institucionais Parceiro Coorporativo

  • Doença Renal Crônica: Como Desativar Essa Bomba-relógio? - 08/12 às 16h00

    Objetivos: Entender os riscos a nível pessoal e populacional do diagnóstico tardio da Doença Renal Crônica (DRC), além daquele relativo à sustentabilidade do sistema de saúde. Identificar desafios e conhecer recomendações , PCDTs e programas efetivos para prevenir, rastrear, diagnosticar e tratar oportunamente essa perigosa doença, reduzindo a necessidade de hemodiálise, transplantes e mortes prematuras. Engajar os setores público, privado e terceiro setor, com destaque àquelas instituições de diabetes, hipertensão e outros fatores de risco para DRC, para esforços intersetoriais que permitam reduzir custos e preservar vidas de pessoas com ou em risco de desenvolver DRC. Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (Moderação: Patrícia de Luca , FórumDCNTs | AHF) ( Vídeo ) Maria de Lourdes (Fenapar) ( Vídeo ) 16h20-16h25 – Prevalência de casos diagnosticados e não diagnosticados da Doença Renal Crônica, e os desafios que impõe para que o Brasil atinja o ODS 3.4 ( Alexandra Dias, UFMG) ( Vídeo ) 16h30-16h35 – Por que a atual preocupação internacional com a Doença Renal Crônica, com lançamento do policybrief IDF-ISN? O Brasil também precisa se preocupar? ( Roberto Pecoits-Filho, ISN) ( Vídeo ) 16h40-16h45 – Qual a importância de programas na Atenção Primária, a exemplo do HEARTS e do Cuidando de Todos, para prevenção, rastreio, diagnóstico e tratamento oportunos para a Doença Renal Crônica? ( Frida Plavnik , SBH) ( Vídeo ) 16h50-17h00 – Qual estratégia melhoraria prevenção e desfechos da Doença Renal Crônica? Como acelerar sua implementação? ( Patrícia Abreu, SBN) ( Vídeo ) 17h05-17h45 – Debate: como os setores público, privado e terceiro setor podem unir esforços para implementar as mais atuais recomendações e PCDTs e, com isso, melhorar o cenário da doença renal crônica no país? – (Moderação: Patrícia de Luca , FórumDCNTs | AHF) ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Alexandra Dias, MSc, PhD (UFMG) Doutora e Mestre em Saúde e Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (EEUFMG). Pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Epidemiologia (NIEPE). Atuou como enfermeira no Programa de Saúde da Família e como Gerente de Projetos no município de Ibirité (Minas Gerais). Foi Pesquisadora do Centro Colaborador para o Ministério da Saúde em Belo Horizonte. Colaboradora do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes. Atualmente é Professora Adjunta no Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da EEUFMG e Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da EEUFMG. Frida Plavnik, MD, MSc, PhD (SBH) Médica Nefrologista pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Mestre e Doutora em Nefrologia pela mesma instituição. Especialista em Nefrologia pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Atuou como Professora na Universidade Nove de Julho (UNINOVE) e Professora Afiliada na UNIFESP. Vasta experiência na condução de estudos clínicos e elaboração de materiais educacionais para o setor privado. Atualmente é Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Maria de Lourdes (FENAPAR) Graduada em Letras pela Universidade Católica de Goiás (UCG) e Pós-graduada em Psicopedagogia pela mesma instituição. Atuou como Vereadora do município de Trindade por dois mandatos. É Fundadora e Presidente da Associação dos Renais Crônicos e transplantados de Trindade (ACTRIN). Atualmente é Presidente da Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais do Brasil (FENAPAR). Patrícia Abreu, MD, MSc, PhD (SBN) Médica Nefrologista pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Mestre e Doutora em Nefrologia pela mesma instituição. Especialista em Nefrologia pala Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Contribuiu para diversas publicações científicas na área. Foi vice-presidente da Associação Brasileira de Centros de diálise e transplante. Atua como Consultora na Clínica de Medicina Interna e Nefrologia KIDNEY DISEASE | IMPROVING GLOBAL OUTCOMES, além de ser Preceptora na Residência Médica em Nefrologia da Unifesp. Atualmente é Tesoureira da SBN. Roberto Pecoits-Filho, MD, PhD (ISN) Médico Nefrologista pela Universidade do Missouri. Doutor em Nefrologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com Pós-doutorado pelo Instituto Karolinska (Suécia). Atuou como Diretor do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde e Coordenador do Internato em Nefrologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Foi Vice-presidente da Sociedade Latino Americana de Nefrologia e Hipertensão e Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). É membro do Comitê Executivo da SONG, uma iniciativa para a padronização de desfechos clínico em Nefrologia. Atualmente é Professor Titular da Escola de Medicina da PUC-PR e Conselheiro da Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) e Membro do Comitê Executivo da ISN. Rodrigo Cariri, MD, MSc, PhD (SAES - Ministério da Saúde) Médico de Família e Comunidade pela Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Doutor em Saúde Coletiva pela IAM/FIOCRUZ, com Especialização em Gestão da Clínica nas Redes de Atenção e Processos Educacionais pelo Hospital Sírio-Libanês. Atua como Professor Adjunto no Centro de Ciências Médicas da UFPE. Prestou Acompanhamento e Assessoria à Política Nacional de Especialidades no SUS. Atualmente é Coordenador Geral de Atenção Especializada na Secretaria de Atenção Especializada (SAES) do Ministério da saúde. Patrícia de Luca, MSc (FórumDCNTs | AHF) Mestre em Ciências pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEEF-USP), Bacharel e Licenciatura em Educação Física pela mesma instituição. Experiência em prescrição de exercício, pesquisa, ética educação em saúde e advocacy, com ênfase em doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. Atuou voluntariamente na ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos, e no Comitê de Ética da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP por 8 anos. Cofundadora do Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC). Cofundadora e membro da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs). Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Parceiros Institucionais Parceiro Coorporativo

  • Como Reverter a Baixa Cobertura Vacinal em Adultos? - 5/4 às 16h

    Objetivos: Identificar as principais barreiras para se atingir a cobertura vacinal de influenza e outras vacinas para adultos e pessoas com mais de 60 anos, especialmente aqueles com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) . Entender como novas vacinas e vacinas disponíveis nos CRIES podem aumentar qualidade de vida , e reduzir internações e mortes nessas populações. Conhecer modelos de sucesso com potencial para reverter o quadro de baixa cobertura vacinal em adultos , pessoas com mais de 60 anos e com CCNTs, e engajar os diferentes setores e níveis de atenção em ações coordenadas e efetivas. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização ( Patrícia de Luca , AHF | FórumCCNTs) ( Vídeo ) Sheila Homsani (Sanofi)  ( Vídeo ) Sheila Vasconcellos (ADILA)  ( Vídeo ) Renato Kfouri (SBIm)  ( Vídeo )   16h25-16h30 – Qual o risco da baixa cobertura vacinal em populações com mais de 60 anos e/ou com doenças crônicas não transmissíveis? ( Isabella Ballalai , SBIm)  ( Vídeo ) 16h35-16h45 – Qual o impacto da influenza em pessoas com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs), especialmente aquelas com mais de 60 anos? ( Nancy Bellei , UNIFESP)  ( Vídeo )   16h50-16h55 – Quais estratégias têm se mostrado mais efetivas para aumentar a cobertura vacinal de adultos? ( Melissa Palmieri , SMS-SP)  ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Quais ações do CONASEMS favorecerão que os municípios ampliem em 2024 a cobertura vacinal contra influenza e outras vacinas para adultos em grupos de maior risco? ( Alessandro Chagas , CONASEMS)  ( Vídeo ) 17h15-17h20 – Quais ações o Ministério da Saúde planeja implementar para aumentar a cobertura vacinal de adultos, especialmente grupos prioritários como aqueles com doenças crônicas e maiores de 60 anos? ( Eder Gatti , Ministério da Saúde )  ( Vídeo ) 17h25-18h00 – Debate com todos os painelistas – Como podemos nos engajar e colaborar para aumentar a cobertura vacinal de influenza e vacinas disponíveis nos CRIE para populações prioritárias, com destaque àquelas com mais de 60 anos e/ou doenças crônicas não transmissíveis? (Moderação: Patrícia de Luca , AHF | FórumCCNTs )  ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Alessandro Chagas (CONASEMS) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Análises Clínicas. Experiência em Gestão Pública, Políticas Públicas, Assessoria, Auditoria, Análises Clínicas, com ênfase em Bioquímica, Epidemiologia e Farmácia Hospitalar, Consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e atualmente é Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Eder Gatti, MD, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Residência Médica em Infectologia no Instituto de Infectologia Emílio Ribas - São Paulo, Especialização em Epidemiologia de Campo pelo Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde do Estado de São Paulo - EPISUS-SP, Mestre em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Doutor em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Atualmente é Diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreviníveis no Ministério da Saúde. Isabella Ballalai , MD (SBIm) Graduada em Pediatria e Doutora em Medicina de Petrópolis-RJ. Fundadora, Presidente e Diretora Médica da RedeVaccini, Clínicas de Vacinação e do Serviço de Medicina Escolar URMES. Também atua como Segunda-secretária da Sociedade Brasileira de Imunizações, com ampla experiência na elaboração de campanhas de comunicação e educação em saúde. É Membro da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações do Programa Nacional de Imunizações (CTAI-PNI), Membro do Comitê Técnico Assessor em Imunizações do Estado do Rio de Janeiro, Presidente do Grupo de Trabalho em Imunizações do CREMERJ, do Comitê de Imunizações da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e do Departamento Científico Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Melissa Palmieri, MD (SMS-SP) Médica com Residência em Pediatria e Aperfeiçoamento em Infectologia Pediátrica pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP). Pós-graduação em Administração Hospitalar e Serviços de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas São Paulo. Pós- Graduação em Vigilância em Saúde pelo Instituto de Ensino e Pesquisa Sírio Libanês (IEPSL) em parceria com o Ministério da Saúde. Atualmente é Diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações – Regional São Paulo (SBIm-SP); Membro do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Também é Assessora Técnica no Gabinete de Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) na Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Nancy Bellei , MD, MSc, PhD (UNIFESP) Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Mestrado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Doutorado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Tem experiência na área de Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: viroses respiratórias, influenza, gripe, doenças respiratórias agudas e metapneumovirus. Consultora ad-hoc Ministério da Saúde-SVS para pandemia de Coronavírus, Influenza. Consultora científica OPAS/Covid-19, Influenza. WHO-Influenza. Atualmente é Consultora Voluntária do Ministério da Saúde, Voluntária da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Professora afiliada da Universidade Federal de São Paulo e Médica da Universidade Federal de São Paulo. Renato Kfouri, MD (SBP | SBIm) Graduado em medicina, especialista em pediatria e neonatologia no Hospital do Servidor Público Estadual e em infectologia pediátrica na Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vasta experiência como membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, presidente do Departamento de Imunizações da SBP, membro da Diretoria de Cursos e Eventos da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), membro da European Society of Pediatric Infectious Diseases (ESPID) e membro da Sociedad Latinoamericana de Infectologia Pediatrica (SLIPE). Atualmente é o Primeiro Secretário da SBIm. Sheila Homsani (Sanofi) Doutora em Medicina (Interna e Familiar / Ocupacional) pela Fundação Técnico Educacional Souza Marques. Experiência de mais de 20 anos na indústria farmacêutica em diferentes posições. Atuou como Gerente de Produto, mudando posteriormente para a posição de Gerente Médica. Assumiu como Head de Pesquisa Clínica e posteriormente Medical Affairs Head em vacinas. Atualmente é Diretora Médica da Sanofi/Pasteur. Sheila Vasconcellos (ADILA) Graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Conselheira no Conselho Distrital de Saúde da AP 2.1 e no Comitê de Ética em Pesquisa do IEDE, membro do BCV - Blue Circle Voices da IDF - Federação Internacional de Diabetes, Honoree do Bakken Invitation da Medtronic Foundation, jornalista e uma das idealizadoras da revista EmDiabetes e jornalista da Revista Momento Diabetes. Atualmente é Vice-presidente da Associação dos Diabéticos da Lagoa (ADILA). Patricia Vieira de Luca, MSc (AHF) Graduada em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, Bacharel, Licenciatura e Mestrado. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo. No momento, atua principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos. Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Cofundadora do Grupo de Advocacy Cardiovascular (GAC). Cofundadora e parte da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • AVC: Avanços para reduzir mortes no Brasil - 14/6 às 16h

    Objetivos: Conhecer a prevalência do AVC no Brasil e as melhores estratégias de prevenção e tratamento disponíveis.  Entender protocolos e estratégias que estão permitindo melhorar desfecho e reduzir mortes por AVC no país .  Engajar as principais instituições dos diferentes setores em políticas e programas que acelerem os avanços nos cuidados com o AVC para todo o país . Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização ( Elton Sady , ABEn-MG | GT Diabetes FórumCCNTs) ( Vídeo ) Patrícia de Luca (FórumCCNTs | AHF) ( Vídeo ) Tacyra Valois (CBEXs)   ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Quais as melhores estratégias para a prevenção do AVC? ( Maria Cristina Izar , SOCESP)  ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Quais abordagens do AVC levam a melhores desfechos e reduzem mortes? Eles estão incorporados no SUS e saúde suplementar? ( Álvaro Avezum , FMUSP)  ( Vídeo ) 16h45-16h50 - Há estratégias populacionais implementadas no Brasil que estão levando à redução dos casos e mortes por AVC no país? Há como ampliá-las? ( Sheila Martins , WSO e Rede Brasil AVC)  ( Vídeo ) 16h55-17h00 - Quais as dificuldades principais para a implementação das diretrizes e protocolos de anticoagulação e tratamento de AVC isquêmico e hemorrágico no país? ( Octávio Pontes , FMUSP-RP)  ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Qual o papel dos municípios na prevenção e tratamento do AVC? ( Priscila Romanoski , SES-SC )  ( Vídeo ) 1 7h15-17h20 - Como o Ministério da Saúde organiza os cuidados para melhorar a prevenção e tratamento do AVC no SUS? ( Rodrigo Cariri , SAES-MS)  ( Vídeo ) 17h20-17h55 – Debate – O que podemos fazer em conjunto, especialmente as instituições presentes neste evento, para melhorar desfecho e reduzir mortes por AVC no Brasil? ( Elton Sady , ABEn-MG | GT Diabetes FórumCCNTs)  ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Álvaro Avezum, MD, PhD, (FMUSP) Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Residência Médica em Cardiologia Clínica pela UFTM e em Emergências e Terapia Intensiva pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Título de Especialista em Cardiologia – Sociedade Brasileira de Cardiologia e em Cardiologia, Epidemiologia Clínica e Bioestatística pela Universidade McMaster (Canadá). Doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Foi considerado pela consultoria Thomson Reuters (2015) como um dos quatro cientistas brasileiros com produção acadêmica de maior impacto no mundo. Professor Livre Docente e Doutor em Cardiologia pela USP e Professor responsável pela Disciplina de Pesquisa e Medicina Cardiovascular pela USP. Maria Cristina Izar, MD, PhD (SOCESP) Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Residência Médica em Clínica Médica e Cardiologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Doutorado em Medicina (Cardiologia) pela Universidade Federal de São Paulo, Especialista em Cardiologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Cardiologia. Foi diretora Científica, editora Chefe da Revista, presidente do Departamento de Aterosclerose, Diretora de Promoção e Pesquisa da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. Tem experiência em doença coronária, dislipidemias genéticas, aterosclerose, lípides, diabetes, fatores de risco, inflamação, nutrição, nutrigenética, nutrigenômica. Atualmente é Professora Orientadora da Pós-Graduação da UNIFESP e presidente da SOCESP. Octávio Pontes, MD, MSc, PhD (FMRP-USP) Médico Neurologista pela Universidade de São Paulo, Pós-doutorado pela Massachusetts General Hospital / Harvard Medical School, Doutor em Neurologia e Livre Docência em Neurologia, ambos pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. Fellowship em Neurologia Vascular e Neurossonologia no Hospital Vall d`Hebron. Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares. Atua como Coordenador da Rede Nacional de Pesquisa em AVC, instituída pelo Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS) e Co-Chair do Comitê de Educação da World Stroke Organization (WSO). Atualmente é Chefe do Serviço de Neurologia Vascular e Emergências Neurológicas do HCFMRP-USP, além de Coordenador do Mestrado Profissional em Neurologia da FMRP-USP. Patrícia de Luca, MSc (FórumCCNTs | AHF) Mestre em ciências pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEEF-USP), Bacharel e Licenciatura em Educação Física pela mesma instituição. Experiência em prescrição de exercício, pesquisa, ética educação em saúde e advocacy, com ênfase em doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. Atuou voluntariamente na ADJ Diabetes Brasil por mais de 10 anos, e no Comitê de Ética da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP por 8 anos. Cofundadora do Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC). Cofundadora e parte da Comissão Organizadora do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) . Ex-presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Priscila Romanoski, MSc, PhD (SES-SC) Graduada em Enfermagem pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões , Mestrado em Programa em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina e Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase na docência e gestão em saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: enfermagem, estratégia de saúde da família, saúde pública, telessaúde e condições crônicas. Foi Coordenadora de equipe de Saúde da Família, enfermeira assitencial na prefeitura municipal de Imbituba (SC) e Benjamin Constant do Sul (RS). Atualmente é docente na Universidade norte do Parana (UNOPAR) e na Universidade Federal de Santa Catarina e Diretoria de Atenção Primária à Saúde (DAPS/SES). Rodrigo Cariri, MD, MSc, PhD (SAES - Ministério da Saúde) Médico de Família e Comunidade pela Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Doutor em Saúde Coletiva pela IAM/FIOCRUZ, com Especialização em Gestão da Clínica nas Redes de Atenção e Processos Educacionais pelo Hospital Sírio-Libanês. Atua como Professor Adjunto no Centro de Ciências Médicas da UFPE. Prestou Acompanhamento e Assessoria à Política Nacional de Especialidades no SUS. Atualmente é Assessor Especial do Gabinete de Atenção Especializada na Secretaria de Atenção Especializada (SAES) do Ministério da saúde. Sheila Martins, MD, MSc, PhD (Rede Brasil AVC/WSO) Médica Neurologista pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Doutora em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo. Atuou como Chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, e é ex-Presidente da Sociedade Iberoamericana de Enfermidades Cerebrovasculares. Vasta experiência como Professora da Faculdade de Medicina e da Pós-Graduação em Ciências Médicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e também Coordenadora do Programa de Neurologia Vascular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Atualmente é Presidente da Rede Brasil AVC e World Stroke Organization (WSO). Elton Sady (ABEn-MG | GT Diabetes FórumCCNTs) Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrando em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFMG, na linha de Saúde Coletiva. Integra os grupos de pesquisa: Observatório de Doenças e Agravos não Transmissíveis, Rede GBD Brasil e o Global Burden of Disease Collaborative Network. Foi Coordenador e Fundador do Comitê Estudantil da ABEn-MG e integrou o Comitê Estudantil da ABEn Nacional. Atua em pesquisas com ênfase nas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) utilizando bases nacionais de inquéritos populacionais em saúde. Atualmente é Secretário Geral da Associação Brasileira de Enfermagem - Seção Minas Gerais e facilitador do Grupo de Trabalho de Diabetes do FórumCCNTs. Parceiros Institucionais Parceiro Coorporativo

  • PFMD lança pesquisa em consulta pública sobre Saúde Digital - Até 15/12

    A PFMD , empresa com foco no desenvolvimento de medicamentos para pessoas com condição de saúde, lança o Roteiro de Envolvimento da Pessoa com Condição de Saúde, direcionado para a Saúde Digital . Com as perguntas sobre quando, por que e como envolver-se para maximizar o valor, uma breve pesquisa foi desenvolvida a fim de que toda a comunidade possa auxiliar em mais esse avanço nos cuidados de saúde. Responda a pesquisa até 15/12/2024 . Acima está o vídeo de introdução que destaca como é vital colocar as pessoas com condições de saúde no centro da inovação em saúde digital . O Roteiro Digital de Envolvimento da Pessoa com Condição de Saúde (PE Digital Roadmap) foi projetado para fazer exatamente isso - do início ao fim em duas fases ( problema e solução ), para qualquer pessoa que crie uma ferramenta digital, organizações de pessoa com condição de saúde e investidores ou empresas que desejam adquirir/implementar uma solução digital . O feedback de cada pessoa garantirá que seja prático, fácil de usar e verdadeiramente centrado no indivíduo. A pesquisa é rápida, leva menos de 15 minutos para ser respondida e serve para saber sua opinião sobre tudo, desde o conteúdo até a usabilidade. Quer você seja uma pessoa com condição de saúde, um profissional de saúde ou um profissional de saúde digital, sua contribuição ajudará a moldar o futuro deste projeto. Em caso de dúvidas, basta enviar um e-mail para Elizabeth@thesynergist.org ou Aurora@thesynergist.org . Acesse e responda a pesquisa aqui . Acesse o manual de orientação aqui . Fonte: PFMD.org

  • Cobertura Universal de Saúde é destaque na Primeira Conferência Global sobre saúde bucal

    De 24 a 26 de novembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) organizou a sua primeira reunião global sobre saúde oral em Bangkok, marcando um passo fundamental rumo à Reunião de Alto Nível (HLM) da ONU de 2025 sobre Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) . A reunião culminou na Declaração de Bangkok , que defende metas ousadas de saúde oral na Declaração Política do HLM . Foto: Divulgação No evento, Nupur Lalvani , do Comitê Consultivo Global Our Views, Our Voices da NCD Alliance , enfatizou a necessidade de integrar a saúde bucal no tratamento do diabetes e destacou o papel da sociedade civil no avanço da Cobertura Universal de Saúde (UHC) e na implementação da Ação Global de Saúde Bucal , Plano 2023–2030. Esta reunião histórica ampliou o apelo para dar prioridade à saúde oral na agenda global das CCNTs. Os principais objetivos incluem: 80% de acesso global a cuidados de saúde bucais essenciais até 2030. Uma redução de 10% nas principais condições bucais. Medidas de redução do açúcar implementadas em 50% dos países até 2030. O Plano de Ação Global para a Saúde Oral 2023–2030 fornece uma estrutura para abordar os desafios na prevenção e manejo de condições orais, promovendo a saúde oral dentro da agenda das CCNTs e garantindo que os serviços essenciais sejam acessíveis sem pressão financeira como parte da iniciativa UHC. Ele descreve seis objetivos estratégicos, 100 ações e 11 metas globais voltadas para a redução da carga de condições orais, que contribuem significativamente para a crise global das CCNTs. Para mais informações, visite a página do evento da reunião global sobre saúde bucal da OMS. Fonte: OMS

  • Inovatix Mulher: Inclusão com Acolhimento - Finalista Melhores Projetos FórumDCNTs 2023

    Nome do Projeto: Inovatix Mulher. Inclusão com Acolhimento Responsável pelo projeto: Alice Dantas de Medeiros Instituição: Inovatix Contato: alicedantas.adm@gmail.com Instituições parceiras Edital Liga Norte Riograndense contra o Câncer Sebrae RN; - e MBA em Gestão de Projetos USP/ Esalq. Sobre o Projeto O objetivo do projeto é apoiar profissionalmente mulheres diagnosticadas com câncer de mama, através de sensibilização, conscientização, educação e cuidados no diagnóstico precoce, cuidados durante o tratamento e no retorno ao trabalho. A implementação ocorreu com 5 ações. A primeira, com a adesão de 17 empresas que se tornaram Embaixadoras Inovatix Mulher. Essa adesão objetiva sensibilizar mulheres para o diagnóstico precoce do câncer de mama, por meio do apoio dessas empresas para a sensibilização com a causa. Como vantagens, as empresas embaixadoras podem aderir aos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) com Imagem positiva na sociedade; Promoção ao bem-estar e vida saudável; Promoção de oportunidades de aprendizagem e Promoção da inclusão oferecendo dignidade no trabalho A segunda, foi a aprovação do projeto no I edital de Inovação em Saúde, do Sebrae RN e Liga Norte Riograndense contra o Câncer. Teve apoio de modelagem para se tornar um negócio, e participou de Demoday com investidores. A terceira foi a participação na Feira de Empreendedorismo Feminino, ocorrida no período de 02 a 05 de abril de 2023, no Natal Shopping, local de grande circulação de público formador de opinião na cidade de Natal RN. Tivemos subsídio do Sebrae/RN para expor o projeto em stand próprio. A quarta é o planejamento para realizar rodas de conversa e capacitações para o comportamento empreendedor das participantes de 3(três) grupos embaixadores do Inovatix Mulher, que apoiam pacientes com câncer, sendo eles: Onco e Vida, Grupo Despertar e Grupo Bonitas. A quinta foi ter sido selecionada pelo Sebrae/RN, para participar da Missão Bossa Summit, maior evento de investimentos em startups no Brasil, no Expo Center Transamérica em São Paulo, ocorrido no período de 23 a 24 de março de 2023. No momento, está em fase de acompanhamento por profissionais da área de Recursos Humanos e Inovação da Liga Norte Riograndense contra o Câncer e também do MBA em Gestão de Projetos USP/ Esalq. Os resultados foram atingidos por ter sido avaliado favoravelmente em edital de inovação por uma instituição de saúde que provê tratamento do Câncer no RN, e pelo Sebrae RN, entidade promotora do empreendedorismo no Brasil. Também, considera-se resultados atingidos, o número de 17 empresas embaixadoras e 3 instituições que apoiam pessoas com câncer. Saiba Mais Agência Sebrae: Demoday reúne startups com propostas inovadoras de negócios na área da saúde TV Ponta Negra AO VIVO - Jornal do Dia com Micarla de Sousa - (21/04/23) Entre Elas Expo Week RN Blog da Juliska: Demoday reúne startups com propostas inovadoras de negócios na área da saúde Site Inovatix Mulher Instagram Inovatix Mulher

  • OMS convida a contribuir em pesquisa sobre Engajamento Significativo de Pessoas que Vivem com CCNTs - Até 3/12

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulga seu Segundo Simpósio sobre Engajamento Significativo de Pessoas Vivendo com CCNTs, Saúde Mental e Condições Neurológicas , e convida a contribuição de toda a comunidade a fim de moldar as principais mensagens de advocacy enquanto acontece a preparação para a Quarta Reunião de Alto Nível (HLM4) da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Prevenção e Manejo de condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) em setembro de 2025. Contribua até 03/12/2024 . Cada pessoa pode fornecer suas contribuições por meio da presente pesquisa, que é estruturada para coletar feedback sobre o rascunho das mensagens de advocacy . A pesquisa busca refletir e priorizar principalmente as perspectivas da experiência vivida e da comunidade de cuidadores, embora contribuições de todos os participantes sejam bem-vindas. Esta pesquisa é anônima . Seu nome e detalhes de contato não serão registrados. Qualquer informação que possa ser usada para identificar os participantes, como funções profissionais, título, tipo de organização etc., serve exclusivamente para fins analíticos e não será compartilhada fora do Secretariado do GCM/NCD. A pesquisa estará aberta para respostas de 18 de novembro a 3 de dezembro de 2024. É possível salvar as respostas e retornar ao questionário a qualquer momento clicando no botão "Retomar mais tarde" no canto inferior esquerdo da página da web. Caso tenha alguma dúvida ou esteja enfrentando problemas com o questionário, entre em contato com Hussein Alshamali , do Secretariado do GCM/NCD, pelo e-mail alshamalih@who.int . Fonte: OMS

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