Resultados da busca
Buscar neste site
1641 resultados encontrados com uma busca vazia
- Orientações FórumCCNTS: Consulta Pública - Prescrição do Exercício Físico na APS do SUS para prevenção e tratamento de CCNTs - Até 30/6
Chamamento Público nº 2/2024, até 30/6 - Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) Consulta pública para validação do conteúdo do "Documento Orientador para a Prescrição do Exercício Físico na APS do SUS: pessoas com Diabetes, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, Hipertensão Arterial e Obesidade". O FórumCCNTs felicita o Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Centro de Estudos, Pesquisa e Documentação em Cidades Saudáveis da Universidade de São Paulo (CEPEDOC/USP) pela elaboração do "Documento Orientador para a Prescrição do Exercício Físico na Atenção Primária à Saúde do SUS (DORI): pessoas com Diabetes, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, Hipertensão Arterial e Obesidade", como parte dos esforços em colocar como prioridade da agenda do sistema de saúde brasileiro a consolidação da atividade física como prevenção e tratamento das condições crônicas não-transmissíveis. A Atividade física é fator fundamental e presente nos algoritmos de prevenção e tratamento de CCNTs das diretrizes das sociedades médicas, bem como nas publicações já citadas neste documento. (1;2;3;4;5;6;8) O DORI é mais um passo para o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao manejo das CCNTs, No Brasil, entre 2014 e 2022, houve aumento significativo de atividades coletivas de práticas corporais e atividades físicas (PCAF) bem como no número de participantes na Atenção Primária à Saúde, desenvolvidas por todos os profissionais de saúde e por profissionais de educação física (7). No entanto, mesmo com os esforços empreendidos, o acesso continua limitado e com importantes iniquidades nos diferentes estados do país. O FórumCCNTs acredita que a ampliação da cobertura de atendimento na Atenção Primária, através da capilaridade das UBSs unida ao fortalecimento da capacitação, formação de profissionais, com abertura de estágios supervisionados e residências, sejam imprescindíveis para avançar com a implementação de intervenções comunitárias de atividade física e sua escalabilidade. A disponibilização de recursos para a aferição de glicemia capilar, pressão arterial, condição respiratória é parte do sucesso do atendimento ao usuário SUS com CCNTs, bem como o pronto atendimento e regulação a qualquer intercorrência no período subsequente destas atividades e que as mesmas sejam ampliadas às demais CCNTs, não citadas neste documento. Dentro dos protocolos do DORI, é importante que as sociedades médicas e profissionais da saúde das referidas condições (obesidade, DPOC, HAS, Diabetes) participem e opinem principalmente sobre as condições pré-clínicas das atividades consideradas neste documento. O FórumCCNTs convida seus parceiros à leitura dos seus referidos capítulos e opinem sobre as orientações específicas dadas à equipe de saúde da família, na figura do profissional de educação física. O objeto deste documento é coletar contribuições de diversos atores interessados e engajados no tema, a fim de que diferentes perspectivas e saberes possam ser incorporados à sua formulação e contribuir para qualificar as orientações, bem como ampliar as possibilidades da sua implementação. Período disponível para o envio das contribuições: 03/06/2024 a 30/06/2024. As contribuições deverão ser feitas exclusivamente através deste formulário. Referências citadas: 1. Campos M dos SB, Buglia S, Colombo CSS de S, Buchler RDD, Brito ASX de, Mizzaci CC, et al.. Posicionamento sobre Exercícios Físicos na Gestação e no Pós-Parto – 2021. Arq Bras Cardiol [Internet]. 2021Jul;117(1):160–80. Disponível em: https://doi.org/10.36660/abc.20210408 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA O ESTUDO DA OBESIDADE E DA SÍNDROME METABÓLICA. Diretrizes brasileiras de obesidade, 2016. 4ª Edição, São Paulo: ABESO, 2016. Disponível em: https://abeso.org.br/wp-content/uploads/2019/12/Diretrizes-Download-Diretrizes-Brasileiras-de-Obesidade-2016.pdf 3. Barroso WKS, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, Mota-Gomes MA, Brandão AA, Feitosa AD de M, Machado CA, Poli-de-Figueiredo CE, Forjaz CL de M, Amodeo C, Mion Júnior D, Nobre F, Pio-Abreu A, Pierin AMG, Nilson EAF, Cesarino EJ, Marques F, Baptista FS, Silva GV da, Almeida MQ de, Klein MRST, Koch VHK. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020 [Internet]. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2021; 116(3): 516-658-.[citado 2024 jun. 24 ] Disponível em: https://doi.org/10.36660/abc.20201238 4. Shu, CC., Lee, JH., Tsai, MK. et al. The ability of physical activity in reducing mortality risks and cardiovascular loading and in extending life expectancy in patients with COPD. Sci Rep 11, 21674 (2021). https://doi.org/10.1038/s41598-021-00728-2 5. American Diabetes Association; 5. Lifestyle Management: Standards of Medical Care in Diabetes—2019. Diabetes Care 1 January 2019; 42 (Supplement_1): S46–S60. Disponível em: https://doi.org/10.2337/dc19-S005 6. Rydén, Lars & Grant, Peter & Anker, Stefan & Berne, Christian & Cosentino, Francesco & Danchin, Nicolas & Deaton, Christi & Escaned, Javier & Hammes, Hans-Peter & Huikuri, Heikki & Marre, Michel & Marx, Nikolaus & Mellbin, Linda & Ostergren, Jan & Patrono, Carlo & Seferovic, Petar & Uva, Miguel & Taskinen, Marja-Riitta & Tendera, Michal & Xuereb, Robert. (2013). ESC Guidelines on diabetes, pre-diabetes, and cardiovascular diseases developed in collaboration with the EASD: The Task Force on diabetes, pre-diabetes, and cardiovascular diseases of the European Society of Cardiology (ESC) and developed in collaboration with the European Association for the Study of Diabetes (EASD). European heart journal. 34. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1093/eurheartj/eht108 7. Carvalho, F.F.B, Guerra, P.H,Silva, D.B, Vieira, L.A.. Oferta e participação nas práticas corporais e atividades físicas na Atenção Primária no Brasil: análise de 2014 a 2022. Cien. Saúde Colet. [periódico na internet] (2023/Out). [Citadoem 24/10/2023]. Disponível em: http://cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/oferta-e-participacao-nas-praticas-corporais-e-atividades-fisicas-na-atencao-primaria-no-brasil-analise-de-2014 8. Chamamento Público nº 2/2024 - Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) Consulta pública para validação do conteúdo do “Documento Orientador para a Prescrição do Exercício Físico na APS do SUS: pessoas com Diabetes, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, Hipertensão Arterial e Obesidade”. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/chamamentos-publicos/2024/chamamento-publico-no-2-2024-saps
- Concurso "Vozes da Juventude 2024", da OPAS, tem datas divulgadas para inscrições - Até 31/7
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) convida os adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos nas Américas a participar do Concurso Criativo "Vozes da Juventude", para buscar suas opiniões sobre o que pode ser feito para melhorar a qualidade dos serviços de saúde para os jovens. As inscrições serão abertas no dia 1º/07 e vão até 31/07. Os vencedores receberão prêmios em dinheiro e seus trabalhos originais (criados especialmente para o concurso) serão publicados nos canais de comunicação da OPAS e/ou campanhas relacionadas. As inscrições serão abertas no dia 1º de julho de 2024 e encerradas no dia 31 de julho de 2024. As submissões podem se enquadrar em duas categorias: Categorias gerais Categoria assistida por IA (Inteligência Artificial). Mais detalhes serão anunciados em breve aqui. Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde
- Abertas as inscrições para o VI Prêmio SBIm de Jornalismo, com o tema "Hesitação vacinal: causas, consequências e soluções" - Até 31/8
A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), anuncia a abertura das inscrições para o VI Prêmio SBIm de Jornalismo em Saúde. O tema da atual edição é "Hesitação vacinal: causas, consequências e soluções". A iniciativa foi criada em 2009 pela SBIm com os objetivos de estimular a produção de reportagens sobre imunizações e de reconhecer o valor dos profissionais de comunicação para a saúde pública do Brasil. As inscrições vão até 31/8. O que é hesitação vacinal? A hesitação vacinal é definida como o atraso ou a recusa em receber as vacinas recomendadas, apesar da disponibilidade nos serviços de saúde. Varia conforme o contexto, momento, lugar e tipo de vacina. O fenômeno, multifatorial e de difícil resolução, está entre as principais causas dos índices de vacinação insuficientes no país. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou a hesitação vacinal como uma das dez principais ameaças à saúde pública. O prêmio está dividido em três categorias: impressos (jornais ou revistas) eletrônicos (rádio e televisão) digitais (internet e agência de notícias) Serão aceitas matérias sobre o tema do concurso, de um ou mais autores, veiculadas a partir de 31 de maio. Os vencedores em cada categoria receberão R$ 6.000,00. Os segundos colocados, R$ 3.000,00. São aceitos até dois trabalhos por concorrente. A comissão julgadora contará com importantes nomes do jornalismo e da saúde no Brasil: Guido Levi | Presidente da Comissão de Cultura e Memória e de Ética da SBIm e membro da Comissão Permanente de Assessoramento em Imunizações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Heródoto Barbeiro | Comentarista do portal R7 e âncora da Nova Brasil FM Lúcia Helena Oliveira | Jornalista especializada em Saúde Luís Felipe Sardenberg | Oficial de comunicação da OPAS e da OMS Luis Fernando Correia | Coordenador de Relações Institucionais do Hospital Samaritano Os trabalhos deverão ser inscritos de 31 de maio de 2024 até às 23h59 de 31 de agosto de 2024. Acesse o regulamento e saiba mais informações do Prêmio aqui. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) é uma entidade científica sem fins lucrativos fundada em 1998 para agregar profissionais de diferentes especialidades que atuam na área. As /principais missões da instituição são oferecer oportunidades de atualização científica e reciclagem, elaborar calendários e manuais, atuar junto aos órgãos públicos e participar das decisões do Programa Nacional de Imunizações (PNI), defender a regulamentação da atividade de vacinação, zelar pelo respeito à ética e valorizar permanentemente as vacinas como ferramentas vitais para a promoção da saúde pública. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) trabalha com os países das Américas para melhorar a saúde e a qualidade de vida de suas populações. Fundada em 1902, é a organização internacional de saúde pública mais antiga do mundo. Atua como escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas e é a agência especializada em saúde do sistema interamericano. O organismo internacional oferece cooperação técnica em saúde a seus países membros; combate doenças transmissíveis e doenças crônicas não transmissíveis, bem como suas causas; e fortalece os sistemas de saúde e de resposta ante emergências e desastres. Fonte: SBIm
- Estão abertas as inscrições para o Prêmio Marcos Moraes 2024, da Fundação do Câncer - Até 8/7
A Fundação do Câncer anuncia a quarta edição do Prêmio Marcos Moraes, de pesquisa e inovação no manejo do câncer. O objetivo é fomentar as melhores e mais inovadoras iniciativas para o manejo da condição no Brasil, com "A Oncologia em sua melhor expressão". As inscrições vão até 8/7. Sobre o prêmio O Prêmio Marcos Moraes de Pesquisa e Inovação para o Controle do Câncer é uma iniciativa da Fundação do Câncer com o objetivo de fomentar através da premiação as melhores iniciativas inovadoras voltadas para o controle do câncer no Brasil. O prêmio homenageia o Dr. Marcos Fernando Oliveira Moraes, falecido em maio de 2020. Ele foi um cirurgião e oncologista brasileiro, conhecido por sua luta obstinada pelo controle do câncer no país. Categorias As categorias em que o prêmio está dividido são: Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer: destacando as ações, projetos e realizações ligadas à prevenção do câncer e difusão de medidas para deter o avanço da condição. Cuidados Paliativos: destinada a premiar ações ligadas aos projetos de promoção e ação para o conforto de pessoas com câncer em estágio de finitude. Iniciativas para o Controle do Câncer: premiação voltada às entidades e associações que promovam o controle do câncer através de iniciativas transformadoras e modernizando a ação em Oncologia. Quem pode se inscrever O Prêmio Marcos Moraes é voltado para profissionais e instituições que atuem diretamente no controle do câncer no Brasil e projetos desenvolvidos, aplicados e/ou implantados em território brasileiro. Em sua quarta edição, realizada em 2024, tem por objetivo premiar iniciativas inovadoras no controle do câncer em andamento ou já concluídas a partir de janeiro de 2019. O prêmio será concedido aos autores ou instituição inscritos da iniciativa relatada, representados pelo responsável pela candidatura, sendo necessária a comprovação de participação dos autores na iniciativa. Como participar Para concorrer, leia o Regulamento e defina a categoria à qual a iniciativa ou trabalho melhor se adeque acesse à página de inscrições. Separe os documentos pessoais e arquivos de evidências e acesse a página de inscrição, clicando aqui. Preencha todas as informações com o maior detalhamento e exatidão possíveis, anexe os documentos ao formulário e envie sua inscrição e sua submissão. Pronto! O trabalho será avaliado pela Comissão Organizadora e o responsável pela inscrição receberá uma mensagem via e-mail sobre o resultado da etapa de validação da iniciativa ou do trabalho submetido. Etapas e prazos 1. Inscrição - a partir de 10/05/2024. Compreende a apresentação da candidatura na página de inscrição, com preenchimento dos dados cadastrais do responsável e da instituição, seleção da categoria de premiação, e apresentação da proposta candidata. 2. Seleção das propostas Nela, será avaliado se a proposta e os autores atendem aos critérios de elegibilidade estabelecidos e se a proposta apresentada é pertinente à categoria de premiação pretendida. O autor responsável será informado por e-mail do resultado da seleção das propostas. 3. Julgamento das propostas selecionadas Nesta etapa a Banca de Avaliadores do prêmio terá a responsabilidade de avaliar as propostas selecionadas e definir os vencedores e finalistas de cada categoria da premiação. 4. Divulgação das propostas finalistas Os responsáveis pelas propostas finalistas receberão comunicação formal, informando a classificação e convidando os autores a participar da cerimônia de premiação. Nesta etapa, não serão informadas as propostas vencedoras, somente os finalistas de cada categoria. 5. Cerimônia de Premiação Os vencedores de cada categoria serão anunciados em Cerimônia de Premiação, a ser divulgada posteriormente no site do Prêmio. Comissão julgadora A Banca de Avaliadores será formada por pesquisadores, gestores e personalidades de destaque nas áreas das categorias abrangidas pela premiação, que poderá entrar em contato com os autores responsáveis pelas propostas para esclarecer eventuais dúvidas e/ou solicitar evidências adicionais às apresentadas. A decisão da banca sobre os finalistas e vencedores é de caráter soberano e irrevogável e poderá, ainda, conceder menções honrosas aos concorrentes. Prêmio aos vencedores Serão concedidos aos finalistas de cada categoria os seguintes prêmios: Premiação em dinheiro: São três categorias com prêmios de R$ 10.000,00 Troféu e certificado da premiação aos vencedores e finalistas: Os três finalistas, de cada categoria, receberão troféu pela participação. Cronograma Inscrição: Início das inscrições: 10/05/2024 - Fim das inscrições: 08/07/2024 Seleção das propostas: Julho de 2024 Julgamento das propostas selecionadas: Agosto de 2024 Divulgação das propostas finalistas: Outubro de 2024 Cerimônia de premiação: Data e local a serem definidos e divulgados no site do Prêmio. Acesse o regulamento aqui. Fonte: Prêmio Marcos Moraes
- OMS anuncia o 4º Ciclo do NCD Lab e busca soluções inovadoras para CCNTs - Até 30/6
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anuncia o 4º Ciclo do NCD Lab. O Laboratório de Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) procura soluções inovadoras que transformem a forma como os serviços dessas condições e de saúde mental são prestados, aproveitando a abordagem dos cuidados de saúde primários. A chamada estará aberta até 30/06/2024. Grandes ideias começam com uma faísca e crescem a partir do zero. A resposta à epidemia global de CCNTs exige novas intervenções, baseadas em evidências e que combinem novas tecnologias com ideias inovadoras, pensamento multidisciplinar e ação intersetorial. O Laboratório de CCNTs da OMS apoia inovações promissoras de base para alcançar escala através da construção de conhecimento e do estabelecimento de parcerias estratégicas. Áreas temáticas O NCD Lab apoia projetos inovadores em três áreas temáticas principais. Cada área temática é copresidida por um Participante do GCM/NCD e apoiada por um Grupo Diretor com especialistas internacionais de vários setores. Mulheres e Garotas (saiba mais) CCNTs e a Próxima Geração (saiba mais) Envolvimento Significativo de Pessoas que Vivem com CCNTs e Problemas de Saúde Mental (saiba mais) A maioria das CCNTs e os seus fatores de risco podem ser prevenidos ou geridos ao nível dos cuidados primários. Os cuidados de saúde primários melhoram a qualidade dos cuidados, o acesso aos serviços, a experiência do utilizador e, com investimento a longo prazo, a saúde geral da população. Inscrições As inovações selecionadas pelo NCD Lab têm o potencial de moldar as políticas e práticas globais em matéria de CCNTs e de cuidados de saúde mental. Estão incluídos em um portfólio global de inovações líderes em CCNTs que recebem apoio personalizado para aumentar o impacto e alcançar escala pelo Mecanismo de Coordenação Global da OMS sobre CCNTs e seus parceiros. Os idealizadores de novos projetos do NCD Lab participam em reuniões de alto nível, promovem as suas ideias junto dos países da OMS e dos parceiros estratégicos e têm acesso a eventos de networking dedicados e workshops de capacitação. As CCNTs, como câncer, diabetes, condições respiratórias crônicas e condições cardíacas, são as maiores causas de morte e incapacidade no mundo. As suas causas são multifacetadas e complexas, abrangendo desde fatores sociais, econômicos e culturais até padrões de comportamento. Iniciativas de saúde que mobilizam o conhecimento comunitário e levam em conta os contextos locais, muitas vezes revelam-se mais eficazes, equitativas e sustentáveis na abordagem das CCNTs do que intervenções "de cima para baixo" geridas externamente. Se as inovações de origem local puderem ser corroboradas por evidências e dimensionadas em diferentes contextos, poderão ter um grande impacto nacional ou mesmo global. Envie seu projeto até 30 de junho de 2024. Clique aqui. Fonte: Organização Mundial da Saúde
- Material "Linguagem Importa!", do FórumDCNTs é destaque na prova da USP
O guia Linguagem Importa! elaborado pelo FórumDCNTs em parceria com 26 instituições e lideranças nacionais e internacionais dos setores público, privado e terceiro setor, serviu de base para perguntas do processo seletivo às vagas dos Programas de Pós-Graduação Lato Sensu de Residência em Saúde da Universidade de São Paulo (USP), aplicado pela FUVEST. Em uma das perguntas foi destacado um trecho do material e perguntado aos candidatos qual o objetivo dele, que é incentivar o uso de linguagem empática no atendimento em saúde aos indivíduos com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs). Confira o trecho destacado: "A comunicação é mais ampla do que a seleção de palavras. Inclui também entonação, velocidade do discurso, além de uma série de aspectos de comunicação não verbal. Ao mesmo tempo, o papel da escolha de palavras não pode ser minimizado, pois ele tem potencial para aproximar ou afastar, incluir ou excluir, demonstrar respeito ou estigmatizar, abrir via de mão dupla ou estabelecer barreiras hierárquicas." As questões foram colocadas na parte de interpretação de texto de todas as áreas. O uso do material Linguagem Importa! nesta prova destaca a relevância e a qualidade do material gerado pelo FórumDCNTs, bem como a necessidade de abordamos cada vez mais uma linguagem empática e inclusiva. Clique aqui para conferir a prova na íntegra.
- Instituto Cactus lança 2ª Coleta do Panorama da Saúde Mental; jovens e mulheres apresentam os menores índices
Material do Instituto Cactus detalha o atual status da saúde mental dos brasileiros com alerta para mulheres e jovens entre 16 a 24 anos O Instituto Cactus acaba de disponibilizar novos dados do Panorama da Saúde Mental, monitoramento dinâmico sobre a saúde mental dos brasileiros, traduzido pelo Índice Contínuo de Avaliação da Saúde Mental (ICASM), uma análise que reflete, dentro de um número único, o estado geral da saúde mental da população brasileira. Os dados atualizados foram coletados no 2º semestre de 2023, com base em um questionário online respondido por pessoas de diferentes regiões do país e com idade acima de 16 anos. No período avaliado, o ICASM geral da população foi de 640, numa escala de zero a 1.000 pontos. Os destaques da nova pesquisa mostram que os aspectos sociais e as questões econômicas estão associados à saúde mental dos brasileiros. De acordo com o relatório, 82% dos entrevistados afirmam ter preocupações com sua situação financeira, enquanto 22% já deixaram de fazer alguma refeição por falta de dinheiro. O sono também está diretamente ligado à qualidade de vida dos indivíduos. 56% afirmaram ter perdido o sono frequentemente por preocupações e 71% afirmaram dormir menos de 6 horas em pelo menos uma noite nas últimas duas semanas. E como novidade da 2ª coleta, dados sobre uso das redes sociais: 94% dos respondentes usam redes sociais; 37% usam mais de 3 horas por dia, e apresentaram ICASM de 610. Já aqueles que usam menos de 1 hora por dia (21%) exibiram ICASM de 672. Os públicos que apresentaram os menores índices no ICASM foram os jovens entre 16 e 24 anos (523 pontos) e as mulheres (593 pontos), que também indicaram menor índice em vitalidade, confiança e foco. Os resultados dessa coleta apontam, mais uma vez, para a necessidade de olharmos para essa faixa etária e para o gênero quando falamos de prevenção de condições e promoção de saúde no Brasil. Acesse o site para fazer download dos relatórios aqui. Responda a pesquisa sobre a utilização dos dados aqui. Fonte: Instituto Cactus
- Instituto Oncoclínicas tem inscrições abertas para o Prêmio Veja Saúde Oncoclínicas de Inovação Médica - Até 20/6
O Instituto Oncoclínicas e a VEJA SAÚDE lançam o Prêmio Veja Saúde Oncoclínicas de Inovação Médica, que busca reconhecer projetos, instituições e profissionais de saúde que fazem a diferença nas áreas científica, clínica e assistencial. O objetivo é descobrir ideias e realizações com potencial inovador capazes de mudar a vida e a saúde dos brasileiros. As inscrições vão até 20/6. Entre os dias 19 de abril e 20 de junho, a premiação recebe a indicação de trabalhos conduzidos, publicados ou liderados por médicos e cientistas brasileiros, contemplando, assim, estudos em fase clínica, testes laboratoriais, projetos educativos e assistenciais, campanhas de prevenção, invenções e dispositivos criados por healthtechs etc. Categorias Os trabalhos já finalizados e com resultados fechados que preencherem os critérios estipulados no regulamento são submetidos a um júri de especialistas. Por meio de suas avaliações será definido um vencedor para cada categoria: Medicina de Precisão e Genômica Prevenção e Promoção à Saúde Tecnologias Diagnósticas Terapias e Tratamentos Inovadores Medicina Social Engajamento e Empoderamento da Pessoa Telemedicina e Plataformas Digitais IA na Transformação Digital em Saúde Se você é médico ou participa de uma equipe de saúde e tem trabalhos inovadores (em todos os sentidos), mande um e-mail para premiodeinovacaomedica@abril.com.br. Os vencedores serão divulgados em um evento presencial em setembro e por meio de conteúdos da revista e do site de VEJA SAÚDE. Acesse o regulamento aqui. Fonte: Instituto Oncoclínicas
- FórumCCNTs participa do Glicast sobre a importância da linguagem no tratamento de CCNTs
Coordenador-geral do FórumCCNTs, Dr. Mark Barone foi convidado para falar sobre um importante tema e que conta com material de referência no site Linguagem Importa e é fundamental para uma comunicação eficaz e objetiva quando o assunto são condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) . O Coordenador-geral do FórumCCNTs, Dr. Mark Barone , participou do Glicast , o podcast da Glic que abordou o tema " A importância da linguagem na adesão do tratamento crônico ". O episódio foi ao ar no dia 11 de junho e já conta com mais de 59 mil visualizações sobre um tema amplamente divulgado pelo FórumCCNTs , a partir do material Linguagem Importa , disponível para acesso gratuitamente. A atualização para profissionais de saúde e de comunicação vai de encontro com a proposta de melhorar a qualidade da comunicação e sua eficácia no tratamento , bem como eliminar estereótipos e todo o preconceito que ronda condições como diabetes, câncer, obesidade, entre outras . O podcast moderado por Gabriel Schon , e que também contou com a participação da endocrinologista, a Dra. Denise Franco , elencou importantes temas durante a conversa como a linguagem na experiência clínica, como su rgiu o debate sobre uma linguagem mais adequada e fazer este letramento , a participação da pessoa com a condição nesse processo, assim como sua adesão ao tratamento e, por fi m, a educação constante de profissionais de saúde para que esse avanço não se perca pelo caminho. Assista ao Glicast com o Dr. Mark Barone Fonte: Canal GlicOnLine Para saber mais FórumDCNTs colabora em Guia sobre a importância da linguagem na saúde Material Linguagem Importa! criado pelo FórumDCNTs é destaque na prova da USP Linguagem Importa! - FórumDCNTs lança atualização inédita para profissionais de saúde e comunicação Lançamento Inédito "Linguagem Importa" e Live de 100 Anos da 1ª Aplicação da Insulina
- Ministério do Planejamento e Orçamento divulga Plano Plurianual 2024-2027 com propostas que abrangem as CCNTs
Divulgação do novo Plano Purianual abrange as Condições Crônicas Não Transmissíves (CCNTs) O Ministério do Planejamento e Orçamento divulgou o Plano Plurianual 2024 - 2027, sob o título "Atributos Legais e Infralegais: Prioridades" e elencou diversas medidas que abrangem as Condições Crônicas Não Transmissíves (CCNTs), com algumas propostas levadas pelo FórumCCNTs e seus parceiros na 17ª Conferência Nacional de Saúde e na 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental. A elaboração do importante documento contou com ampla participação popular para embasar investimentos públicos para os próximos quatro anos. A lei, sancionada pelo Presidente Lula, foi sancionada e já está em vigor. Conheça as propostas relacionadas à Saúde – Atenção Primária e Atenção Especializada, com foco em CCNTs Programa 5118 - Atenção Especializada à Saúde Objetivos Estratégicos: 1.2 - Ampliar o acesso da população à saúde pública de qualidade por meio do fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Público Alvo: População em Geral Problema: A saúde pública tem no campo da Atenção Especializada um dos múltiplos e mais complexos enfrentamentos no que diz respeito a oferta do cuidado à saúde condizente aos princípios da universalidade, integralidade e equidade no SUS. Em especial, a insuficiência e o agravamento da desigualdade na oferta de ações e serviços da atenção especializada vêm se recrudescendo enquanto problema público de saúde, com o aumento da tripla carga de doenças, predomínio das doenças crônicas, prevalência de elevada mortalidade e morbidade por condições agudas decorrentes de causas externas e agudizações de condições crônicas. Relevante citar o aumento da incidência do câncer nas últimas décadas, no crescimento das filas de espera, na falta de mecanismos que favoreçam a integração da Atenção Especializada – AE com a Atenção Primária em Saúde, com reflexos nas barreiras de acesso da população ao cuidado oportuno. A desarticulação do controle social e a limitação de interlocutores na construção e implementação da política sanitária, agravada pela desestruturação institucional e organizacional de serviços e sistemas em saúde, aumentaram o desconhecimento real da demanda da AE, prejudicando a qualidade e a legitimidade das políticas públicas, bem como a representatividade e a justiça nas decisões políticas. O mundo pós-pandemia, com reflexos graves nas dimensões social, econômica e ambiental do país desencadearam graves consequências ao bem-estar social, exponenciados por sequelas deixadas pela COVID-19, bem como a grave crise de assistência sanitária e nutricional enfrentada pelos povos Yanomami, demonstrou que é preciso fortalecer as Políticas para uma pronta resposta sanitária integrada ao enfrentamento às emergências em saúde pública Causa do problema: Como principais causas podemos elencar: (1) barreiras geográficas e de transporte, em muitos casos, a distância e a falta de transporte adequado dificultam o acesso da população aos serviços de saúde, especialmente em regiões mais afastadas e carentes; (2) concentração de recursos em grandes centros urbanos, muitos recursos e profissionais de saúde estão concentrados em grandes centros urbanos, enquanto outras regiões apresentam-se como "vazios assistenciais" com carências absolutas ou relativas de serviços. Este cenário agrava-se com as fragilidades da regulação e coloca uma grave barreira ao acesso; (3) escassez de profissionais de saúde, o Brasil enfrenta uma escassez de profissionais de saúde, especialmente médicos especialistas, o que contribui para a demora no atendimento e o aumento das filas de espera; (4) baixa resolutividade da Atenção Primária à Saúde que contribui para problemas no gerenciamento clínico das condições crônicas com consequente agravamento e impacto no desfecho clínico e, consequente aumento dos gastos assistenciais; (5) inadequação da Política de Regulação como impeditivo a melhor eficiência no uso dos recursos assistenciais; (6) o envelhecimento da população, mudanças no estilo de vida, incluindo fatores como sedentarismo, dietas pouco saudáveis, obesidade e consumo de álcool e tabaco, têm contribuído para o aumento das doenças crônicas e do câncer; (7) a desarticulação do controle social e a limitação de interlocutores na construção das políticas, podem ter como causa a ausência de participação ativa da sociedade civil no processo de formulação, implementação e monitoramento das políticas públicas; e (8) a pandemia da COVID-19, bem como a grave crise de assistência sanitária e nutricional, teve um grande impacto na saúde pública no Brasil, o sistema de saúde como um todo precisa de mudanças para lidar melhor com crises de saúde pública no futuro. Sendo necessário redimensionar os investimentos em infraestrutura com parques tecnológicos mais modernos e alocar novas formas de financiamento público, bem como a reestruturação do modelo de formação e de gestão do trabalho, como foco em equipes multiprofissionais de saúde e em planejamentos de emergências mais abrangentes. Evidências do problema: Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um dos principais desafios no fornecimento de atenção especializada em todo o mundo é a falta de acesso equitativo e oportuno para pacientes que precisam desses serviços, a má distribuição de recursos, a demora e espera no agendamento e os custos elevados. De acordo com a publicação “Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil”, lançada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados 704 mil casos novos de câncer no Brasil para cada ano do triênio 2023-2025, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, que concentram cerca de 70% da incidência. A Estimativa é a principal ferramenta de planejamento e gestão na área oncológica no Brasil, fornecendo informações fundamentais para a definição de políticas públicas. O artigo “Dilemas na regulação do acesso à atenção especializada de crianças com condições crônicas complexas de saúde”, objetivou analisar o acesso de crianças com condições crônicas complexas de saúde à atenção especializada, identificando seus dilemas e contrapontos. Esse estudo possibilitou identificar que a regulação assistencial via SISREG – Sistema de Regulação, é um agravante das dificuldades de acesso: na espera para marcação das consultas; na distância dos locais de atendimento e; nos equívocos no processo de encaminhamento para um cuidado orientado e responsável. Os países-membros da Organização Mundial da Saúde, OMS, avançam com a negociação de um acordo global sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias, para “não repetir os erros da resposta à pandemia de Covid-19”, a meta é proporcionar maior equidade na resposta global às emergências de saúde pública. De maneira complementar, ocorre a Revisão de Regulamento Sanitário Internacional, com a intenção de fortalece-lo para tornar o mundo mais seguro contra doenças transmissíveis, garantindo maior equidade na resposta global às emergências de saúde pública. Justificativa para a intervenção: A organização da Atenção Especializada é apontada como um importante gargalo que se expressa pela insuficiência e desigualdade na oferta de serviços, na alta demanda por serviços de saúde, especialmente em áreas que requerem atenção especializada, como cardiologia, neurologia, oncologia e outras especialidades médicas, em especial no cuidado intermediário, na necessidade de tratamento avançado, na melhora da qualidade do atendimento, na formação de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, que precisam de conhecimentos específicos para oferecer um atendimento de qualidade aos pacientes. A intervenção visa assegurar recursos para programas na atenção especializada, capazes de oferecer tratamentos avançados e especializados, com vistas a diminuir os vazios assistenciais e promover o acesso oportuno. Programa 5133 - Segurança Alimentar e Nutricional e Combate à Fome Objetivos Estratégicos: 1.1 - Enfrentar a insegurança alimentar e a pobreza, retirando o Brasil do Mapa da Fome e beneficiando as pessoas em condição de vulnerabilidade social. 1.8 - Promover os direitos dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais, assegurando vida digna e cidadania com a valorização da sua cultura, tradições, modos de vida e conhecimentos. 2.12 - Ampliar a segurança hídrica para garantir os usos múltiplos da água, priorizando a eficiência e o uso racional. 2.3 - Fortalecer a agricultura familiar, agronegócio sustentável, a pesca e a aquicultura. Público Alvo: População brasileira, priorizando grupos populacionais vulnerabilizados e em situação de insegurança alimentar grave, tais como povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, pessoas em situação de rua, pessoas em situação de insegurança hídrica, entre outras. Problema: A insegurança alimentar e nutricional ocorre quando as pessoas não têm acesso adequado e regular a alimentos nutritivos, em quantidade suficiente, para atender às suas necessidades diárias. Esse problema afeta milhões de pessoas no Brasil, e está associado a uma série de consequências negativas, com graves implicações para a saúde e o bem-estar da população. Causa do problema: O problema da insegurança alimentar está fortemente relacionado à extrema pobreza, às desigualdades de renda, regionais, de gênero, raça e origem social. Nos anos recentes, foi agravado pelas crises econômica, sanitária e ambiental, em um contexto de desmantelamento das políticas de segurança alimentar e de enfraquecimento dos componentes do Sisan. Outra dimensão da insegurança alimentar está associada à facilidade de acesso e consumo de alimentos não saudáveis, em sua maior parte ultraprocessados e pobres em nutrientes, combinada ou não com estilos de vida sedentários, que têm contribuído para o aumento do sobrepeso e da obesidade, assim como do risco e da ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis. Evidências do problema: Estudo da Rede de Pesquisadores em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), que aplica a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar e Nutricional (EBIA), revelou que 33 milhões de pessoas viviam em condições de insegurança alimentar grave entre o final de 2021 e o início de 2022, sem acesso regular a alimentos adequados e suficientes para suprir suas necessidades básicas. As formas mais severas de INSAN atingem 45,2% dos domicílios da Região Norte e 38,4% da Região Nordeste. Também são mais elevados os índices em domicílios chefiados por pessoas negras, por mulheres ou onde vivam crianças e jovens. Justificativa para a intervenção: A fome é, sem dúvida, a expressão mais grave da extrema pobreza que afeta milhões de pessoas no Brasil. Ela representa a privação mais básica que um ser humano pode enfrentar, resultando em uma condição de vulnerabilidade extrema. A falta de acesso regular a alimentos nutritivos e seguros leva à desnutrição e ao enfraquecimento do organismo, afetando negativamente a saúde, o crescimento e o desenvolvimento físico e mental das pessoas. A fome perpetua, assim, o ciclo da pobreza. Trata-se, portanto, de uma grave violação dos direitos humanos; sua erradicação deve ser reconhecida como uma prioridade absoluta. Por outro lado, a implementação de políticas para promover a alimentação saudável e os efeitos da má nutrição mostra-se fundamental diante dos impactos significativos que essa condição tem na saúde pública e individual. O sobrepeso e a obesidade estão associados a uma série de doenças crônicas não transmissíveis, que não apenas reduzem a qualidade de vida dos indivíduos afetados, mas também aumentam os custos dos sistemas de saúde e sobrecarregam os recursos médicos. Indicador 11247 - Percentual de indivíduos com estado nutricional avaliado na Atenção Primária à Saúde Sigla: - Unidade de Medida: percentual % Índice de Referência: 27,8 Data de Referência: 31/12/2022 Indicador proposto para estimular que as equipes de atenção primária à saúde conheçam o padrão alimentar da população acompanhada, tendo em vista que é um importante fator de risco para DCNT e o considerem na formulação de planos e intervenções comunitárias em nível da UBS, cidade, estado e país, conforme preconizado na Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). Descrição: Período ou data a que se refere o Indicador: O dado do ano de referência, considerando o período de janeiro a dezembro, será disponibilizado até o dia 30/06 do ano subsequente. Data de Divulgação/Disponibilização: 30/06 anualmente Periodicidade: Anual Polaridade: Quanto maior melhor Indicador 11249 - Percentual de indivíduos com o consumo alimentar avaliado na Atenção Primária à Saúde Sigla: - Unidade de Medida: percentual % Índice de Referência: 2,3 Data de Referência: 31/12/2022 Descrição: Indicador proposto para estimular que as equipes de Saúde da Família e equipes Multiprofissionais conheçam o perfil alimentar da população acompanhada na Atenção Primária à Saúde, considerando que é um importante fator de risco para DCNT. O monitoramento das práticas de consumo alimentar colabora com o diagnóstico da situação alimentar e nutricional, além de fornecer subsídios para o planejamento e a organização do cuidado da população adstrita aos serviços de Atenção primária à saúde. Período ou data a que se refere o Indicador: O dado do ano de referência, considerando o período de janeiro a dezembro, será disponibilizado até o dia 30/06 do ano subsequente. Data de Divulgação/Disponibilização: 30/06 anualmente Periodicidade: Anual Polaridade: Quanto maior melhor Programa 5123 - Vigilância em Saúde e Ambiente Objetivos Estratégicos: 1.2 - Ampliar o acesso da população à saúde pública de qualidade por meio do fortalecimento do Sistema Único de Saúde. 2.2 - Ampliar as capacidades de prevenção, gestão de riscos e resposta a desastres e adaptação às mudanças climáticas. Público Alvo: População Geral Problema: Adoecimento da população por doenças e agravos passíveis de prevenção e controle. Causa do problema: O adoecimento da população por doenças e agravos passíveis de prevenção e controle pode ser resultado de diversas causas. Entre elas, destaca-se a baixa cobertura vacinal, a disseminação de informações equivocadas sobre saúde (fake news), o baixo envolvimento e consciência da população sobre saúde, a descontinuidade dos programas de educação em saúde voltados à população, a deficiência estrutural para a atuação do Sistema de Vigilância e Atenção à Saúde, a desarticulação entre as vigilâncias e a assistência à saúde, o sistema de vigilância desintegrado, a obsolescência e falta de interoperabilidade do sistema de informação, a insuficiência na cobertura e qualidade dos sistemas de informação e de análises de situação de saúde oportunas, decisões não embasadas em critérios técnicos, de gestão e de governança, a baixa qualificação dos recursos humanos na vigilância em saúde, o baixo investimento e priorização em pesquisa e tecnologias para a vigilância em saúde, a baixa efetividade de algumas estratégias utilizadas para prevenção e controle de doenças e agravos, a baixa priorização em tecnologias sociais para redução do déficit de saneamento ambiental, a baixa influência da área da saúde na regulação de produtos nocivos à saúde e em questões ambientais com impactos na saúde, o uso indiscriminado de substâncias nocivas à saúde, a insalubridade ambiental, as desigualdades sociais e as Emergências em Saúde Pública. Evidências do problema: A baixa efetividade das estratégias utilizadas para prevenção e controle de tais doenças e agravos, a fragilidade das ações de promoção à saúde, a falta de integração dos sistemas de vigilância, somados à insuficiência na cobertura e qualidade dos sistemas de informação que inviabilizam a análise adequada da situação de saúde, tem contribuído de forma expressiva para o adoecimento da população por doenças e agravos passíveis de prevenção e controle, gerando dentre outras, sobrecarga e ineficiência do sistema de saúde e diminuição da qualidade de vida. Existem ainda diversas causas que levam a população a adoecer por doenças e agravos passíveis de prevenção e controle. Dentre as principais causas dessas doenças estão as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), que incluem as doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias e diabetes, as quais são responsáveis por milhões de mortes em todo o mundo. Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha contribuído para reduzir a carga dessas doenças e agravos na população brasileira, ainda persistem desigualdades no acesso aos serviços de saúde e nas ações de promoção e prevenção. Além disso, o aumento da carga dessas doenças está relacionado ao envelhecimento populacional, mudanças nos hábitos e estilo de vida e disparidades socioeconômicas. Portanto, é fundamental que haja políticas públicas que visem a prevenção e o controle dessas doenças, bem como ações de promoção da saúde e conscientização da população sobre a importância de hábitos saudáveis e prevenção de doenças. 0895 - Municípios que apresentam Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) muito alto e alto com equipes providas de equipamentos mínimos para o fomento das linhas de cuidado de condições crônicas não transmissíveis (Obesidade, Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus) Descrição: Fomento à integralidade do cuidado das pessoas com Condições Crônicas Não-Transmissíveis (CCNT), no qual são necessárias capacidades básicas mínimas para a implementação das Linhas de Cuidado de Obesidade, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM), bem como para a prevenção dos fatores de risco relacionados. Órgão responsável:36000 - Ministério da Saúde Unidade responsável: Secretaria de Atenção Primária à Saúde Projeto de Investimento? Não PAC? Não Acesse o Plano Plurianual 2024-2027 na íntegra aqui. Fonte: Ministério do Planejamento e Orçamento
- Brasil é destaque em lançamento do relatório sobre Alzheimer/Demência durante a 77ª Assembleia Mundial da Saúde
Durante a 77ª Assembleia Mundial da Saúde 2024, em Genebra, na Suíça, foi lançado o relatório sobre Alzheimer/Demência From Plan to Impact VII, elaborado pela Alzheimer's Disease International. Além dos importantes dados globais, o Brasil aparece em destaque com seu potencial para a implementação nacional de políticas e tecnologias, já inclusive disponíveis em alguns estados, que permitem resposta ao Alzheimer/Demência através do Sistema Único de Saúde (SUS). O relatório contém análises de especialistas de todo o mundo, centrando-se no trabalho realizado nas sete áreas de ação. O relatório também destaca a necessidade premente de uma extensão do Plano de Ação Global para garantir que as pessoas que vivem com demência, os cuidadores e a sociedade em geral continuem a beneficiar desta resposta multilateral. Alguns dos pontos-chave do relatório incluem: O número de Planos Nacionais de Demência (NDPs) implementados pelos estados membros da OMS estagnou desde 2023, permanecendo em 39. Isto equivale a 26,7% da meta 146, e apenas um quinto de todos os 194 estados membros que concordaram em implementar planos em 2017. Em maio de 2024, 48 países ou territórios (incluindo estados não membros da OMS) tinham NDPs. Os planos de demência nos estados membros da OMS incluem 20 na Europa, nove nas Américas, seis no Pacífico Ocidental, dois no Mediterrâneo Oriental, dois no Sudeste Asiático e nenhum na África. Ao todo, 27 países estão atualmente a desenvolver um NDP ou a integrar a demência em um plano de saúde mais amplo. A estagnação nas metas estabelecidas pelo Plano de Ação Global sobre a Demência é decepcionante, mas as pessoas que vivem com demência e os seus cuidadores ainda precisam que os governos cumpram os seus compromissos. A ADI apela, portanto, aos Estados-membros da OMS para que votem por unanimidade a favor de uma prorrogação de 10 anos do plano de ação global sobre a demência, até 2035. A ADI estima que, globalmente, 75% das pessoas com demência não são diagnosticadas e até 85% não têm acesso a cuidados pós-diagnóstico. Os sistemas de saúde precisam ser capazes de fornecer um caminho claro para o diagnóstico atempado e o acesso a cuidados e apoio contínuos, especialmente à medida que surgem novos tratamentos modificadores da condição. Os cuidados com a demência são muitas vezes ignorados em favor de novos tratamentos, apesar de serem um pilar essencial da resposta à condição. Embora os tratamentos farmacológicos sejam extremamente importantes e devam ser acessíveis a todos aqueles que deles possam beneficiar, os governos também deveriam dar mais meios e consideração aos cuidados, a fim de garantir que as pessoas que vivem com demência e as suas famílias enfrentem a condição com o apoio psicossocial e compaixão que merecem. Embora muitos intervenientes nos setores privado, não governamental e comunitário não poupem esforços todos os dias para abordar as muitas facetas da demência – desde a redução do risco ao diagnóstico, tratamento, cuidados, apoio e investigação – os especialistas concordam: planos nacionais de demência e as políticas podem multiplicar o impacto destas iniciativas. Os Estados não devem ficar à margem desta urgente questão de saúde pública. A criação do Plano de Ação Global sobre a resposta da saúde pública à demência revigorou os esforços para que a condição fosse levada a sério pelos governos de todo o mundo. Pela sua própria existência, afirmou a primeira das suas áreas de atuação: a demência é uma prioridade de saúde pública. É, portanto, essencial que os Estados-Membros concordem com uma prorrogação de 10 anos do Plano de Ação Global para que este trabalho possa continuar. O exemplo do Brasil O Brasil é o maior país da América do Sul em área territorial e população. A população brasileira atinge cerca de 210 milhões de pessoas, tornando-o o sétimo país mais populoso do mundo. Notavelmente, tem mais de 32 milhões de indivíduos com mais de 60 anos. O acesso a cuidados de saúde no Brasil reflete seus altos níveis de desigualdade, caracterizados por disparidades significativas de renda. Mas enquanto pessoas de alta renda optam predominantemente pelos cuidados de saúde privados, as classes média e baixa dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), o maior sistema de saúde público gerido pelo governo do mundo, proporcionando acesso universal a toda a população. Isso torna o SUS adequado para o desenvolvimento de um plano de demência sem precedentes adaptado ao Brasil demografia e cultura, e o ambiente ideal para veja em tempo real a importância da política governamental - seja a nível nacional ou regional - no avanço pesquisa sobre demência. Os especialistas Eduardo R. Zimmer, BPharm, PhD, Professor assistente em farmacologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Professor adjunto no McGill Center for Studies in Aging, Canadá e Pesquisador associado do Brain Institute of Rio Grande do Sul; e Wyllians V. Borelli, Neurologista, MD, PhD, Professor assistente em Ciências Morfológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Chefe de Pesquisa do Centro de Memória do Hospital Moinhos de Vento, afirmam que "os pesquisadores brasileiros estão desempenhando um papel de liderança na pesquisa sobre demência e, em colaboração com o SUS e o apoio do governo, podem fazer do Brasil um modelo para o Sul Global e para o resto do mundo". Acesse o relatório "From Plan to Impact VII Dementia at a crossroads" aqui. Fonte: Alzheimer's Disease International
- DPOC: Políticas para aumentar diagnóstico, reduzindo mortes - 8/4 às 16h
Objetivos: Entender as razões que levam a mais de 70% das pessoas com DPOC não estarem diagnosticadas, e as consequências disso para os indivíduos acometidos e a sociedade. Favorecer a escala de programas que reverteram esse cenário em determinadas regiões do país e conhecer seus benefícios para a saúde e economia. Engajar os diferentes setores no propósito de aprimorar políticas e programas para o enfrentamento da DPOC, começando pelas instituições presentes neste evento. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização (Mark Barone, FórumCCNTs) (Vídeo) Angela Honda (Fundação ProAr) (Vídeo) Wandilson Rodrigues Jr. (GSK) (Vídeo) 16h25-16h35 – Qual o impacto da DPOC na saúde do trabalhador e para as empresas? (Paulo Correa, SBPT) (Vídeo) 16h40-16h45 – Quais as diferenças mais marcantes em termos de diagnóstico e desfechos da DPOC em diferentes regiões do país? (Mario Moreira, CDD) (Vídeo) 16h50-16h55 – Qual estratégia tem sido mais eficaz para mudar o cenário do subdiagnóstico e mortes prematuras por DPOC na Bahia (Alcina Barbosa, SESAB) (Vídeo) 17h00-17h05 – Quais devem ser as principais estratégias para reduzir subdiagnóstico e melhorar desfecho de DPOC no país? (Maria José Evangelista, CONASS) (Vídeo) 17h10-17h15 – Quais devem ser as principais estratégias para reduzir subdiagnóstico e melhorar desfecho de DPOC no país? (Marcella Furtado, SMS- Uberlândia) (Vídeo) 17h20-17h55 – Debate com todos os painelistas – Com qual compromisso podemos sair deste evento para, em colaboração, melhoramos rastreio, diagnóstico e tratamento da DPOC no Brasil? (Moderação: Mark Barone, FórumCCNTs) (Vídeo) Painelistas e Moderador Alcina Romero (SESAB) Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Pós-graduada pela Universidade Federal da Bahia em Administração Hospitalar. Atuou na Atenção e Gestão na Saúde Pública, Técnica na Coordenação Hospitalar do Estado da Bahia, Coordenadora de Urgência do Estado da Bahia. Atualmente é Diretora da Atenção Especializada da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (SESAB). Angela Honda, MD (ProAr) Graduada em Medicina pela PUC-Campinas com Residência em Doenças Pulmonares pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Especialista em Pneumologia. Vasta experiência como Consultora de Medicina Respiratória, Gerente e Diretora Médica. Atualmente é Médica no Departamento de Reabilitação Pulmonar na UNIFESP, sendo responsável pelo atendimento de pessoas com DPOC, e Líder de Programas Educacionais da Fundação ProAR. Marcella Furtado (SMS- Uberlândia) Graduada em Fisioterapia pela Faculdade Integrada de Patrocínio (FIP); Pós-graduada pela UNICERP em Gestão em Saúde Pública; Políticas de de Saúde informadas por evidências, pela instituição ESPIE/Hospital Sírio Libanês e Gestão em Saúde Mnetal, pela ISP - Instituto de São Paulo e Doutoranda em Gestão de Sáude Pública pela UCES. Atuou na Atenção e Gestão na Saúde Pública no SUS, Fisioterapeuta, Consultora/Supervisora clínica voltadas para a área da saúde. Atualmente é Apoiadora técnica do Núcleo da Ateção Primária à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia/MG; membro do grupo Contador de Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência/MG, e Supervisora Clínico-institucional em Saúde Mental de Carmo do Paranaíba/MG. Maria José Evangelista, MSc (CONASS) Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe, especialização em Administração Hospitalar pelo Centro São Camilo de Desenvolvimento em Administração da Saúde, especialização em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva - UFBA, especialização em Saúde Publica pelo Fundação Oswaldo Cruz, especialização em Evidence Based Chronic Illness Care pela University of Miami Miller School of Medicine e Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília. Atualmente é Assessora Técnica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Mario Moreira, MSc (CDD) Graduado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco e mestrado em Saúde Coletiva do Departamento de Medicina Social da Universidade Federal de Pernambuco. Atuou como Consultor em Saúde em diversas prefeituras do Estado de Pernambuco: Gestor de Informação em Saúde da Secretaria de Saúde, Gestor da II Regional de Saúde, Diretor Geral de Gestão Regional, Analista de controle Interno da Secretaria Especial da Controladoria de Pernambuco. Gestão em saúde, Políticas de Saúde, Saúde Coletiva, com ênfase em Epidemiologia, atuando nos seguintes temas: saúde reprodutiva, educação em saúde, formação profissional, acidentes e violências, informação e informática em saúde e avaliação institucional. Atualmente atuando junto a Organizações Sociais e Entidades do Terceiro Setor e porta voz sobre o tema DPOC, na instituição CDD (Crônicos do Dia a Dia). Paulo Correa, MD, MSc (SBPT) Médico Pneumologista pelo Hospital das Clínicas UFMG. Mestre em Saúde Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais. Especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica e especialista em Pneumologia e Tisiologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Realizou fellowship em controle do tabagismo pela American Cancer Society e União Internacional contra o câncer. Expert em controle do tabagismo, com certificação em grau de excelência concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde / Organização Mundial da Saúde. Foi vice-presidente da Comissão de tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Fez parte da missão da Organização Mundial da Saúde responsável pela Avaliação da Capacidade Brasileira para o Controle do Tabagismo. Atualmente é Professor da Graduação do Curso de Medicina da UFOP e da Faminas-BH e Coordenador da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Wandilson Rodrigues, MSc, PhD, MBA (GSK) Graduado em Fisioterapia (UNESA), Especialista em Reabilitação Neurológica pela Associação Pestalozzi de Reabilitação, Mestre em Neuroimunologia pela Universidade Federal Fluminense, Doutor em Neurociências pela Universidade Federal Fluminense e MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Pós-Doutorado no Departamento de Neurofisiologia onde atuou como pesquisador no grupo de pesquisa em Neuropsicobiologia e Neuropsicofarmacologia da Universidade do Estado do Rio do Janeiro (UERJ). Atuou como Research Fellow na Universidade de Maryland - Escola de Medicina (EUA), professor e supervisor de estagio do curso de Fisioterapia da Universidade Salgado de Oliveira . Possui experiência na área de Reabilitação Neurológica e Neurofisiologia. Atualmente é Gerente Médico Científico de DPOC na GSK. Mark Barone, PhD (FórumCCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor e VP da Federação Internacional de Diabetes (IDF). Atualmente é Coordenador-geral do FórumCCNTs, Membro Honorário da ADJ Diabetes Brasil e Membro do Advisory, Scientific, ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI, NCD-Lab-GCM/WHO e LFAC. Na imprensa Agência O Globo Estadão iG Terra Valor Econômico Parceiros Institucionais Parceiro Coorporativo












