Resultados da busca
Buscar neste site
1641 resultados encontrados com uma busca vazia
- OMS e OIT pedem novas medidas para lidar com problemas de saúde mental no trabalho
Novas diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho são reforçadas por estratégias práticas descritas em um resumo de política conjunto da OMS e OIT A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho Organização (OIT) pediram ações concretas para abordar as preocupações de saúde mental no ambiente de trabalho. Estima-se que 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido à depressão e ansiedade, custando à economia global quase US$ 1 trilhão. Duas novas publicações que visam abordar esta questão foram publicadas hoje: as Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho e o resumo de política derivado da OMS/OIT. As diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho recomendam ações para enfrentar os riscos à saúde mental, como cargas de trabalho pesadas, comportamentos negativos e outros fatores que criam angústia no trabalho. Pela primeira vez, a OMS recomenda treinamento de gerentes, para desenvolver sua capacidade de prevenir ambientes de trabalho estressantes e acolher trabalhadores em sofrimento. O Relatório Mundial de Saúde Mental da OMS, publicado em junho de 2022, mostrou que de um bilhão de pessoas vivendo com um transtorno mental em 2019, 15% dos adultos em idade ativa sofreram um transtorno mental. O trabalho expande questões sociais mais amplas que afetam negativamente a saúde mental, incluindo discriminação e desigualdade. O bullying e a violência psicológica (também conhecidos como “mobbing”) são uma das principais queixas de assédio no local de trabalho que têm um impacto negativo na saúde mental. No entanto, discutir ou divulgar a saúde mental continua sendo um tabu nos ambientes de trabalho em todo o mundo. As diretrizes também recomendam formas de acomodar as necessidades dos trabalhadores com condições de saúde mental, propor intervenções que apoiem seu retorno ao trabalho e, para aqueles com problemas graves de saúde mental, fornecer intervenções que facilitem a entrada no emprego remunerado. É importante ressaltar que as diretrizes pedem intervenções voltadas para a proteção da saúde de forma humanitária, Novas diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho são reforçadas por estratégias práticas descritas em um resumo de política conjunto da OMS/OIT e trabalhadores de emergência. “É hora de focar no efeito prejudicial que o trabalho pode ter em nossa saúde mental”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS. “O bem-estar do indivíduo é motivo suficiente para agir, mas a saúde mental precária também pode ter um impacto debilitante no desempenho e na produtividade de uma pessoa. Essas novas diretrizes podem ajudar a prevenir situações e culturas de trabalho negativas e oferecer proteção e apoio à saúde mental muito necessários para os trabalhadores”. Um resumo de política separado da OMS/OIT explica as diretrizes da OMS em termos de estratégias práticas para governos, empregadores e trabalhadores e suas organizações, nos setores público e privado. O objetivo é apoiar a prevenção de riscos à saúde mental, proteger e promover a saúde mental no trabalho e apoiar as pessoas com condições de saúde mental, para que possam participar e prosperar no ambiente de trabalho. O investimento e a liderança serão fundamentais para a implementação das estratégias. “Como as pessoas passam grande parte de suas vidas no trabalho, um ambiente seguro e saudável é fundamental. Precisamos investir para construir uma cultura de prevenção em torno da saúde mental no trabalho, remodelar o ambiente de trabalho para acabar com o estigma e a exclusão social e garantir que os funcionários com problemas de saúde mental se sintam protegidos e apoiados”, disse Guy Ryder, diretor-geral da OIT. A Convenção de Segurança e Saúde Ocupacional da OIT (Nº 155) e a Recomendação (Nº 164) fornecem estruturas legais para proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores. No entanto, o Atlas de Saúde Mental da OMS constatou que apenas 35% dos países relataram ter programas nacionais de promoção e prevenção da saúde mental relacionada ao trabalho. A pandemia de COVID-19 desencadeou um aumento de 25% na ansiedade e depressão geral em todo o mundo, expondo o quão despreparados os governos estavam para seu impacto na saúde mental e revelando uma escassez global crônica de recursos de saúde mental. Em 2020, os governos em todo o mundo gastaram uma média de apenas 2% dos orçamentos de saúde em saúde mental, com países de renda média-baixa investindo menos de 1%. Fonte: World Health Organization
- Anúncio dos 5 finalistas do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs 2022
O FórumDCNTs anuncia os 5 finalistas do Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs no Brasil. O Concurso buscou valorizar projetos inovadores que já possuem resultados, mesmo que preliminares, nas áreas de prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento de uma ou mais condições/doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/DCNTs). O Concurso recebeu muitas inscrições de diversos projetos de qualidade, implementados no território brasileiro. Agradecemos a todos pela participação e estimamos sucesso em seus trabalhos. Porém, apenas os anunciados serão agraciados com a oportunidade de apresentação durante o 11° encontro do FórumDCNTs, em 21 de outubro de 2022 e terão o contato de seus líderes compartilhados com as instituições dos diferentes setores, que participarão deste encontro, a fim de facilitar potenciais parcerias. Na ocasião, serão anunciados pela Comissão Avaliadora o primeiro lugar e o segundo lugar que receberão 10 e 5 mil reais, respectivamente, com o objetivo de impulsionar o ganho de escala desses projetos. Os 5 projetos finalistas são listados, em ordem alfabética, abaixo: Busca ativa: Modelo Estruturado Cuidando de Todos Instituição: Secretaria Executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde. EAD – Salvando Vidas I Instituição: Associação de Combate ao Câncer Infanto-juvenil. Gestão de Cuidado de Dor Musculoesquelética Instituição: Tato. Linha de Cuidado da Apnéia do Sono em Araguari-MG Instituição: Secretaria Municipal de Saúde / IMEPAC- Araguari. Prevenção de Lesão por Pressão na UTI Instituição: Hospital Sírio Libanês e EEUSP. Apoiadores:
- Boehringer Ingelheim: 1º Edital de Seleção de Projetos – Insuficiência Cardíaca
A Boehringer Ingelheim divulgou no dia 12 de setembro o 1º Edital de Seleção de Projetos – Insuficiência Cardíaca (IC) para selecionar até duas propostas com foco na prevenção, diagnóstico e tratamento da IC e seus fatores de risco para a população negra em áreas de vulnerabilidade socioeconômica. Os projetos devem ser desenvolvidos por Organizações da Sociedade Civil (OSCs), sem fins lucrativos, ou Grupos e Coletivos, de base comunitária. A previsão total de recursos para as organizações/coletivo contemplada no edital é de R$ 100.000,00 (cem mil reais), sendo que cada projeto pode solicitar até R$ 50.000,00. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até 14 de outubro, às 18h, aqui. O edital contempla organizações situadas e propostas executadas nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Outras informações aqui.
- OMS busca membros para Grupo Consultivo (TAG) de Medidas para Restringir o Marketing de Fórmulas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está buscando, até 30 de setembro, especialistas para atuar como membros do Grupo Técnico Consultivo (TAG) – Medidas Regulamentares para Restringir o Marketing Digital de Substitutos do Leite Materno. A 75ª Assembleia Mundial da Saúde solicitou que o Diretor-Geral desenvolvesse orientações para os Estados Membros sobre medidas regulatórias destinadas a restringir o marketing digital de substitutos do leite materno, de modo a garantir que os regulamentos existentes e novos destinados a implementar o Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno e subsequentes resoluções relevantes da Assembleia de Saúde, abordem adequadamente as práticas de marketing digital. O TAG será multidisciplinar, com membros que possuem uma gama de conhecimentos técnicos, habilidades e experiências relevantes para a implementação e aplicação do Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno nas redes sociais e outras plataformas digitais. Pessoas com experiência interdisciplinar serão particularmente valiosas para o TAG e são incentivadas a se inscrever. Cerca de 15 especialistas podem ser convidados a participar. A OMS busca acadêmicos e profissionais com experiência nos seguintes domínios: Política de proteção ao consumidor e regulamentação para a saúde pública; Estratégias e práticas de marketing digital; Comunicação de marketing/psicologia do consumidor/comunicação de mudança de comportamento; Implementação nacional do Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno; Acordos comerciais multilaterais, regulamentos e execução; Monitoramento de comunicações digitais; Aplicação de medidas regulatórias que regem o conteúdo e as práticas de marketing digital; e Ética, equidade, direitos humanos e considerações de gênero na regulação para proteger a saúde pública. Para registrar o interesse em fazer parte do TAG é preciso enviar alguns documentos para NFS@who.int, até o dia 30 de setembro, com o título do assunto “2022/August/73 - Expression of interest for the Technical Advisory Group on BM” : Uma carta de apresentação, indicando sua motivação para se candidatar e como você atende aos critérios de seleção. Observe que, se selecionado, a associação será a título pessoal. Portanto, não use papel timbrado ou outra identificação de seu empregador; Um curriculum vitae que descreva habilidades, conhecimentos e experiência relevantes que você pode trazer para o TAG; e Um formulário de Declaração de Interesses (DOI) assinado e preenchido para especialistas da OMS, disponível aqui . Após o envio, a manifestação de interesse será analisada pela OMS e os indivíduos selecionados serão convidados a participar do TAG. A OMS espera concluir o processo de seleção até 30 de outubro de 2022. Saiba mais aqui. Fonte: World Health Organization
- Relatório GT Respiratório - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022
Problemas prioritários identificados: I. Capacitação limitada da Atenção Primária à Saúde (APS) para ações de prevenção, acesso a medicamentos e exames, encaminhamento oportuno para diagnóstico precoce, e acompanhamento adequado das doenças respiratórias crônicas, incluindo ajustes terapêuticos de menor complexidade. (desde 2021, com retrocessos: 60% das pessoas não conseguem acesso ao tratamento e muitos médicos não sabem quais medicamentos estão disponíveis) II. Falta de integração entre os níveis de Atenção Primária, Secundária e Terciária e seus sistemas, para otimizar o encaminhamento e acompanhamento de pessoas com condições respiratórias crônicas. (desde 2021, houve avanços: tendência de melhora do monitoramento da jornada do paciente) III. Programas de educação sobre as doenças respiratórias, em parceria com as Secretarias de Educação, de Saúde, ONGs e o setor privado, ainda muito restritos. (desde 2021, com retrocesso: projetos com parceiros do setor público foram cancelados durante a pandemia, sob alegação de que não seriam prioritários durante a pandemia) Prioridade em 2021 Totalmente Alcançada Frente Parlamentar para Doenças Respiratórias foi constituída. Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Ampliar a capacitação de profissionais de saúde, especialmente da APS, para que possam melhorar os cuidados e a jornada das pessoas com condições respiratórias de saúde nos e entre os níveis de atenção, contando com apoio do CONASEMS, Boehringer Ingelheim e outras insituições. II. Promover a implementação da linha de cuidado do Tabagismo, Asma e DPOC para rastreio das DRCS III. Desenvolver e fomentar a campanha #RespirarÉUmAtoPolítico para que alerte sobre os desafios comuns das pessoas com condições respiratórias crônicas e suas interações com os diferentes níveis de atenção. IV. Educar e provocar a participação social das pessoas com condições respiratórias e outros movimentos sociais. V. Realizar um congresso para pessoas com doenças respiratórias e líderes comunitários, nos mesmos moldes de um congresso médico, mas de forma acessível e didática e um seminário sobre asma grave, pela PróAr e parceiros. VI. Pilotar projeto Rastreio de Respiratórias. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Dario Aguiar – SMS Manaus Paulo Fascina – Boehringer Ingelheim Rafael Stelmach – Fundação ProAr Sandra Marques - GEPRAPS (Facilitadora e Relatora) Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Douglas Silva - ResMed Gustavo San Martin – CDD Tania Cavalcante – INCA Rafael Stelmach - Fundação ProAR Sandra Marques - GEPRAPS Zuleide Mattar - ABRA Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-dpoc-9encontro
- Relatório GT Diabetes - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022
Problemas prioritários identificados: I. Limitação técnica especialmente na Atenção Primária da Saúde (APS) para ações de acolhimento, prevenção, diagnóstico precoce, prescrição, ajustes terapêuticos, educação em saúde, entre outras ações para melhor gerenciamento do diabetes. (desde 2021, com avanços: grupo de trabalho em insulinoterapia com planejamento de materiais educativos, HEARTS Brasil, e Ambulatório UNICAMP; mas faltando escalar) II. Falta de investimentos na educação de gestores, para que entendam o processo acerca da dispensação de insumos e medicamentos, como também de educação continuada em saúde e empoderamento dos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), a fim de que possam efetuar medição de glicemia capilar e ações em prol do engajamento nos autocuidados das pessoas em risco de ou já diagnosticadas com diabetes. (desde 2021, com avanços: planejamento de materiais educativos pelo GT de Insulinoterapia) III. Ausência de Point-of-Care hemoglobina glicada e medicamentos previstos nos PCDTs nas UBSs, a fim de melhorar o acesso a exames para diagnóstico, acompanhamento e ajustes terapêuticos em tempo adequado. (desde 2021, sem avanços) IV. Inexistência de iniciativas para empoderamento, protagonismo e comunicação adequada com as pessoas com diabetes no processo de seus autocuidados (notadamente saúde centrada na pessoa), e de espaços para participação delas em mesas de decisão sobre incorporação de tecnologias, PCDTs, programas e políticas de saúde. (desde 2021, com avanços: criação do departamento de advocacy da SBD, pessoas com diabetes em departamentos da SBD, CONITEC com espaço para participação, educação para participação em Consultas Públicas, criação da Coalização Vozes do Advocacy) V. Carência de alinhamento estratégico, interlocução e interoperabilidade entre os vários níveis do governo para implementação efetiva de ações e programas de saúde. (desde 2021, sem avanços) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Avanço com parcerias estratégicas com atores do Ministério da Saúde, CONASS/CONASEMS e OPAS/OMS. II. Continuidade da implementação da iniciativa HEARTS no Brasil projetando uma redução do risco cardiovascular. III. Alinhamento de discurso e capacitação da pessoa que for representar os demais brasileiros/as com diabetes em chamamentos públicos junto à CONITEC ou outros órgãos. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Andréia Sapienza - Procter & Gamble Bruno Helman - Correndo pelo Diabetes (Facilitador) Karla Melo - SBD (Relatora) Lucia Xavier – ADJ Diabetes Brasil Tarsila Guimarães – Boehringer Ingelheim Tatiana Porto – Sanofi Vanessa Pontirolli - Novo Nordisk Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Balduino Tschiedel - ICD Bruno Helman - Correndo pelo Diabetes Elton Prates - UFMG Gabriela Cavicchioli - IBTED Karla Melo - SBD Monica Silveira - UNICAMP Rodrigo Scotini – WDF Tatiana Porto – Sanofi Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-diabetes-9encontro
- OMS - CCNTs/DCNTs superam as doenças infecciosas como as principais causas de morte em todo o mundo
Hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS) lança um novo relatório e portal de dados sobre condições/doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/DCNTs) e seus fatores de risco em um evento coorganizado com a Bloomberg Philanthropies durante a Assembleia Geral da ONU. Acesse o relatório completo no botão abaixo: As DCNTs são um dos maiores desafios de saúde e desenvolvimento deste século. As doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, juntamente com a saúde mental, causam quase três quartos das mortes no mundo e matam 41 milhões de pessoas todos os anos. O Portal de Dados de DCNTs com as informações mais recentes de cada país, fatores de risco e implementação de políticas para 194 países, dá vida aos números do relatório. A plataforma permite explorar os dados para as quatro principais DCNTs (doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas) e seus fatores de risco (tabagismo, alimentação não saudável, uso nocivo de álcool e sedentarismo). O portal torna visível os padrões e tendências nos países e permite a comparação entre países ou dentro de regiões geográficas. A cada dois segundos, uma pessoa com menos de 70 anos morre de uma DCNT, e 86% dessas mortes estão ocorrendo em países de baixa e média renda. Essa grande mudança na saúde pública nas últimas décadas passou despercebida. O relatório e o portal de dados chegam em um momento crítico para a saúde pública: em 2022, apenas alguns países estão a caminho de cumprir a meta 3.4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de reduzir em um terço as mortes precoces por DCNTs até 2030. O fato de que as DCNTs estão realmente no centro do desenvolvimento sustentável e sua prevenção e tratamento é uma excelente oportunidade de investimento que terá inúmeros impactos no crescimento econômico, superando em muito o dinheiro gasto. Fonte: World Health Organization
- NCD Alliance divulga soluções para estimular o investimento privado
Em continuidade à Semana Global de Ação sobre DCNTs, a NCD Alliance divulgou em seu site o resumo "Mobilizando investimentos privados para abordar a lacuna de financiamento de DCNTs", em que apresenta dados sobre os impactos financeiros das DCNTs na saúde global e soluções para aumentar os investimentos privados no combate a essas doenças. Com o lema "Investir para Proteger - O ano do Investimento em DCNTs", a rede, que inclui mais de 67 alianças nacionais e regionais e mais de 300 membros em 80 países, destaca que 41 milhões de pessoas morrem todos os anos no mundo devido a alguma DCNT. Juntas, as DCNTs representam 74% de todas as mortes no mundo. Além disso, reduzem a produtividade e o capital humano, ao mesmo tempo em que aumentam os custos de saúde decorrentes de doenças graves, incapacidades e mortes. Ainda de acordo com o site da NCD, as cinco principais DCNTs (doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, câncer, diabetes e doenças mentais e neurológicas) foram responsáveis por US$ 47 trilhões de gastos entre 2011-2030, uma média de mais de US$ 2 trilhões por ano . Dada a escala do desafio, serão necessárias ações em muitas frentes para mobilizar financiamento adequado, previsível e sustentável para as DCNTs. Por isso, o resumo "Mobilizando investimentos privados para abordar a lacuna de financiamento de DCNT" busca desvendar soluções para acelerar investimentos privados para financiamento a essas doenças crônicas antes do Segundo Diálogo de Financiamento Global sobre DCNTs previsto para ocorrer em 2023 e as próximas Reuniões de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre Cobertura Universal de Saúde em 2023 e DCNTs em 2025. O documento aponta quatro caminhos principais que podem ser explorados para aumentar o investimento privado e alavancar a contribuição do setor privado para mobilizar recursos para as DCNTs: Parcerias público-privadas Mecanismos de financiamento misto Investimentos socialmente responsáveis e ambientais, sociais e de governança Investimento de impacto Confira o detalhe de cada uma dessas soluções no site da campanha ACT on NCD aqui.
- Ampliada faixa etária das vacinas contra HPV e meningite
FórumDCNTs foi uma das muitas entidades que reivindicava esta ampliação junto ao Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde ampliou a faixa etária do público-alvo das vacinas HPV quadrivalente (contra o papilomavírus humano) e meningocócica ACWY (contra meningite). O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura da XXIV Jornada Nacional de Imunizações realizada em setembro, em São Paulo, pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), que contou com a participação do Coordenador Geral do FórumDCNTs, Dr. Mark Barone. A partir de agora, meninos de 9 e 10 anos também podem ser vacinados contra o HPV. Dessa forma, passam a ter acesso gratuito à vacina os meninos e meninas de 9 a 14 anos, além de pessoas com câncer, convivendo com HIV/Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea. Assista ao pronunciamento feito durante o evento: Além disso, a oferta da dose de reforço da vacina meningocócica ACWY será estendida de forma temporária, até junho de 2023, para adolescentes de 13 e 14 anos. Atualmente, a vacina é oferecida na rotina para os jovens de 11 e 12 anos. De acordo com o comunicado encaminhado aos coordenadores estaduais de imunização, a medida tem como objetivos aumentar a proteção contra os sorogrupos e otimizar o uso das doses disponíveis, em virtude do baixo consumo nos últimos anos. A ampliação da faixa etária dos adolescentes foi comemorada pelos membros do FórumDCNTs, que vinha insistindo há anos para que o Ministério da Saúde tomasse essa decisão. Em janeiro, o FórumDCNTs enviou uma Carta Anual de Prioridades ao Ministério da Saúde do Brasil e às autoridades e lideranças dos setores público (secretários/as estaduais, municipais e deputados/as), privado e terceiro setor, e em julho encaminhou um novo documento, o Call to Action de Cobertura Vacinal. Ambos os documentos destacam a importância da vacinação para as pessoas com Condições/Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs). Clique aqui para ler o comunicado do Ministério da Saúde sobre ampliação da faixa etária das vacinas. Fonte: SBim
- DCV e Insuficiência Cardíaca: Tratar para Evitar Óbitos e Complicações
Objetivos: Conhecer o panorama da insuficiência cardíaca no Brasil, incluindo sua prevalência, políticas e programas para prevenção e tratamento desta condição cardiovascular. Identificar associações entre a insuficiência cardíaca e outras DCNTs, permitindo o planejamento de ações de prevenção, diagnóstico e cuidados simultâneos. Engajar os setores público, privado e terceiro setor a fim de escalar modelos de sucesso para enfrentamento da insuficiência cardíaca e, como consequência, reduzirmos as mortes prematuras por DCV no país (ODS 3.4). Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (Moderação: Patrícia Vieira, FórumDCNTs|AHF) (Vídeo) Paulo Fascina (Boehringer Ingelheim) (Vídeo) Bruna Rocha (CDD) (Vídeo) 16h20-16h25 – Como a Insuficiência Cardíaca se está associada a outras DCNTs? Há como preveni-la? (Fabiana Marcondes-Braga, SBC | InCor/FMUSP) (Vídeo) 16h30-16h35 - Panorama Atual e Expectativas do PINNACLE BRAZIL Registry para Insuficiência Cardíaca (Álvaro Avezum, SOCESP | FMUSP) (Vídeo) 16h40-16h45 – Quais modelos efetivos para cuidados de Insuficiência Cardíaca têm maior potencial de escala para melhorar o cenário no Brasil? (Luís Beck da Silva, SOCERGS | UFRGS) (Vídeo) 16h50-16h55 – Importância de campanhas envolvendo instituições de diferentes setores para prevenção de DCV e Insuficiência Cardíaca (José Francisco Saraiva, SOCESP | PUC-Campinas) (Vídeo) 17h00-17h40 – Debate: Como os diferentes setores devem cooperar para avanços em prevenção e tratamento adequados da insuficiência cardíaca? (Moderação: Patrícia Vieira, FórumDCNTs|AHF) (Vídeo) Álvaro Avezum (SOCESP | FMUSP) Bruna Rocha (CDD) Fabiana Marcondes-Braga (SBC | InCor/FMUSP) José Francisco Saraiva (SOCESP | PUC-Campinas) Luís Beck da Silva (SOCERGS | UFRGS) Paulo Fascina (Boehringer Ingelheim) Painelistas e Moderador Álvaro Avezum, MD, PhD, FESC, FACC (SOCESP | FMUSP) Graduado em Medicina e com Residência Médica em Clínica Médica pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Residência em Cardiologia Clínica, Emergências e Terapia Intensiva pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Título de Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Entre 1989 e 2011 participou de 70 projetos de pesquisa, é Membro do Comitê Diretivo Internacional de 48 estudos clínicos e epidemiológicos. Professor Livre Docente e Doutor em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP) e Professor responsável pela Disciplina de Pesquisa e Medicina Cardiovascular. Membro da diretoria da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). Fabiana Marcondes-Braga, MD, PhD (SBC | InCor/FMUSP) Graduada em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas, Doutorado em Cardiologia e Pós-doutorado em Insuficiência Cardíaca pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como Médica Plantonista da Unidade de Emergência Clínica do InCor, Médica Assistente do Núcleo de Transplante Cardíaco do InCor e atualmente é Diretora Científica do Departamento de Insuficiência Cardíaca da SBC (DEIC-SBC). Bruna Rocha, MsC, PhD (CDD) Graduada em Comunicação Social pela Universidade de Passo Fundo, Mestre em Comunicação Social pela PUCRS e Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente é Vice-presidente da AME e Gerente Geral do CDD. José Francisco Saraiva, MD, MSc, PhD (SBC | PUC-Campinas) Graduado em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e Doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como Diretor da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), de 2003 a 2006. Membro titular Câmara Técnica de cardiologia do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo de 2014 a 2018. Presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), de 2018 a 2019. Desde 2012 é membro do Comitê de Prevenção de Doenças Cardiovasculares na Infância e Adolescência da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Atualmente é Diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular na Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Professor titular de Cardiologia na PUC de Campinas. Luís Beck da Silva, MD, MsC, PhD (SOCERGS | UFRGS) Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mestrado e Doutorado em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares pela UFRGS. Foi Presidente do Congresso Brasileiro de Insuficiência Cardíaca em 2017 e Fellowship em Insuficiência Cardíaca na Universidade de Ottawa, Canadá. Atua como Professor do Pós Graduação em Ciências Cardiovasculares da UFRGS, cardiologista do Hospital Moinhos de Vento, membro do corpo editorial dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia e da revista americana Congestive Heart Failure e revisor de artigos para o The Lancet, The Lancet Regional Health - Europe, Journal of the American College of Cardiology e outras. Atualmente é Vice-Presidente da Sociedade de Cardiologia do RS (SOCERGS) e Diretor Científico do Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Paulo Fascina, MBA (Boehringer Ingelheim) Graduado em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP), Pós Graduado em Gestão de Negócios pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e MBA em Negócios Globais pela The University of Manchester. Atualmente é o responsável pela área de Ecossistemas em Saúde na Boehringer Ingelheim Brasil. Patricia Vieira de Luca, MSc (Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Foi presidente e atualmente é Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Consulta Pública ANS sobre Dupilumabe para Tratar Asma Alérgica Grave - até 20/09
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abriu consulta pública com o objetivo de incorporar o dupilumabe na lista de medicamentos que devem ser cobertos obrigatoriamente pelos planos de saúde para tratar pessoas com asma alérgica grave com inflamação do tipo 2. A Consulta Pública – CP nº 101 receberá as contribuições da sociedade em geral até o dia 20/09/2022. Para ajudar na campanha, a Associação Brasileira dos Asmáticos (ABRA) divulgou um vídeo explicativo sobre a importância da consulta pública e incentiva toda a sociedade a participar. Assista ao vídeo da ABRA sobre a CP 101 aqui. O dupilumabe tem um mecanismo de ação diferenciado em relação ao omalizumabe e, se aprovado para o rol de tratamentos dos planos de saúde, ampliará o arsenal terapêutico e permitirá ainda mais a individualização do tratamento da asma alérgica grave. Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre 100 e 150 milhões de pessoas no mundo têm asma, uma condição crônica respiratória, que pode ocorrer em todas as idades, entretanto é mais comum na infância. Enquanto muitos conseguem controlar essa condição crônica respiratória usando bombinhas, as pessoas com asma alérgica grave com inflamação do tipo 2 precisam de medicamento. As contribuições da sociedade ajudarão a ANS a tomar uma decisão que pode ser muito favorável às pessoas com asma alérgica grave com inflamação do tipo 2. Mas vale destacar que não é preciso ter asma para opinar na Consulta Pública 101. Os interessados em colaborar podem contar a experiência de algum familiar ou conhecido com asma. Clique aqui para opinar na consulta pública nº 101. Selecione a UAT - 25 asma grave com inflamação do tipo 2. Mais informações sobre o edital da CP 101, aqui.
- Projeto vai melhorar o tratamento de crianças e adolescentes com DM1 em Vitória da Conquista
A Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde, Educação e Desenvolvimento Social de Vitória da Conquista (BA), lançou no dia 1º de setembro o Projeto Incandescent – Intervenções para melhorar a hemoglobina glicada de crianças e adolescentes de 5 a 18 anos que convivem com diabetes tipo 1 (DM1). Financiado pela Life for a Child, instituição australiana sem fins lucrativos, o Projeto Incandescent pretende atingir 120 crianças e adolescentes que recebem medicamentos e insumos para tratar o diabetes nas Farmácias da Família I e II do município, e que aceitarem, juntamente com os seus responsáveis, participar livremente do estudo. “A meta desse projeto é fazer com que 70% desses pacientes estejam com a doença controlada e recebam conhecimentos necessários para que possam gerir suas vidas com autonomia e qualidade”, afirmou o coordenador do projeto e professor da UFBA, Dr. Márcio Galvão, que integra a comissão consultiva do FórumDCNTs. No evento de lançamento do projeto, a secretária municipal de saúde de Vitória da Conquista, Ramona Cerqueira, afirmou que a parceria com a UFBA é consolidada e já rendeu experiências muito positivas com o Health Rise, um projeto voltado para os adultos com diabetes. “Agora chega esse projeto para as nossas crianças e adolescentes que certamente também nos trará bons frutos, baseado em evidências e ciência. Acredito nessa intersetorialidade, porque ninguém caminha só. Então, vamos unir forças com a educação nas escolas e com o desenvolvimento social, trabalhando com as vulnerabilidades, para mudar a vida dessas pessoas”, destacou. Para a participação de crianças e adolescentes DM1 no projeto é necessário buscar a Farmácia da Família, ser residente de Vitória da Conquista, apresentar o cartão SUS e a prescrição médica atualizados. Todos serão acompanhados pelo período de um ano, com consultas clínicas a cada três meses para orientações, feitas por equipe multiprofissional – enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas – que farão continuamente o exame de hemoglobina glicada. Fonte: Portal da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista












