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  • Relatório GT Saúde Mental e Neurológica - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022

    Problemas prioritários identificados: I. Limitada atenção à saúde mental na APS, com impacto sobre acesso, universalidade e integralidade do cuidado. (desde 2021, houve retrocesso: com a pandemia de Covid-19, o acesso a tratamentos de saúde mental piorou e a resistência dos profissionais da APS aumentou) II. Carência na formação e capacitação de profissionais de saúde para o correto diagnóstico e os cuidados de pessoas com alterações de saúde mental. (desde 2021, houve retrocesso: resistência dos profissionais da APS em trabalhar com alterações de saúde mental) III. Escassez de estratégias de informação, conscientizaçãoe suporte para saúde mental e neurológica, sobretudo para retorno pós-covid-19, por parte do Estado e das empresas, visando tanto público geral quanto profissionais de saúde, a fim de minimizar preconceitos, desconstruir mitos geradores de estigmas e facilitar a busca por tratamento, potencialmente prevenindo desenvolvimento ou agravamento de distúrbios e ocorrência de suicídio. (desde 2021 , sem avanços) IV. Inexistência de espaço de debate com os atores sociais da APS, incluindo técnicos, pessoas acometidas e familiares para identificar fatores de risco e os de proteção para o suicídio, assim como para a formulação participativa de programas e políticas públicas de prevenção do suicídio. (desde 2021, sem avanços) V. Sistemas de dados e informação sobre saúde mental limitados, assim como de inquéritos populacionais - especialmente com ênfase na linha de cuidado voltada à Saúde Mental -, dificultando ações efetivas. (desde 2021, sem avanços) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Desenvolvimento de campanhas de conscientização e treinamentos sobre psicofobia, saúde mental e estratégias de prevenção, com destaque àquelas realizadas em escolas e universidades, direcionadas tanto a alunos/as quanto a professores/as. II. Projetos de conscientização com parcerias estratégicas e multistakeholder. III. Formação em advocacy nas instituições para funcionários e voluntários. IV. Atualização do Guia pós-pandemia da Viatris para profissionais de saúde. V. Revisão do mapa de saúde mental do Instituto Vita Alere. VI. Desenvolvimento de pesquisa sobre a saúde mental em garotos. VII. Desenvolver rede de apoio com a telemedicina e incluir tecnologias digitais para auxiliar nas ações de saúde mental. VIII. Promover grupos de debate para entender as necessidades da sociedade e identificar os principais fatores de risco para suicídio. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Karen Scavacini – Instituto Vita Alere (Relatora) Pedro Ripoli - FórumDCNTs (Co-Facilitador) Marco Antonio – Viatris Maria Dilma – APBr Sheila de Oliveira – Liga-Mente Soraya Carvalho - NEPS/SESAB Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Alberto Ogata – FGV-SP Bruna Rocha Silveira –AME/CDD Geilson Santanta – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas Karen Sacavacini –Instituto Vita Alere Marta Axthelm –Abrata Maria Dilma Teodoro – APBr Soraya Carvalho – NEPS/SESAB Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-saude-mental-9encontro

  • Lançamento Inédito "Linguagem Importa" e Live de 100 Anos da 1ª Aplicação da Insulina

    Acesse o Material: AGENDA 16h00-16h10 - Abertura e Contextualização Mark Barone (FórumDCNTs) (Vídeo) 16h10h-16h20 - O dia em que a história mudou: 23/01/1922 Ronaldo Wieselberg (ADJ Diabetes Brasil) (Vídeo) 16h20-16h30 - Da descoberta da insulina até os dias atuais Hermelinda Pedrosa (D-Foot | SBD) (Vídeo) 16h35-16h45 - Compromisso dos parceiros corporativos com o tema Paulo Fascina (Boehringer Ingelheim) (Vídeo) Simone Tcherniakovsky (Novo Nordisk) (Vídeo) 16h45-16h50 - A relação de linguagem com estigmas em DCNTs Andrea Levy (Obesidade Brasil) (Vídeo) 16h55-17h00 - Caminho da "Linguagem Importa!" (Language Matters) até o Brasil Pedro Ripoli (FórumDCNTs | IDF Young Leader in Diabetes) (Vídeo) 17h05-17h10 - Atualização da Linguagem em DCNTs/CCNTs - resumo da "Linguagem Importa!" Bruno Helman (Instituto Correndo Pelo Diabetes) (Vídeo) 17h15 - 18h00 - Debate: Qual a importância deste material e como garantir sua incorporação? (Moderação Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Andrea Levy (Obesidade Brasil) Bruno Helman (Instituto Correndo Pelo Diabetes) Hermelinda Pedrosa (D-Foot | SBD) Glaucia Duarte (Boehringer Ingelheim) Pedro Ripoli (FórumDCNTs | IDF Young Leader in Diabetes) Ronaldo Wieselberg (ADJ Diabetes Brasil) Acesse o material Linguagem Importa! AQUI PANELISTAS e MODERADOR Andrea Levy (Obesidade Brasil) Graduada em psicologia, especialista em obesidade e transtornos alimentares pelo HC-FMUSP. Atuou durante 15 anos em clínicas de cirurgia bariátrica e atualmente atua em consultório particular. Tendo sofrido com a obesidade na infância e adolescência, submeteu-se à cirurgia bariátrica aos 24 anos e desde então mantém menos 60kg e o entusiasmo em ajudar pessoas que passam por histórias parecidas. Autora do livro Cirurgia Bariátrica - Manual de instruções para pacientes e familiares e co-fundadora do Instituto Obesidade Brasil. Bruno Helman (Instituto Correndo pelo Diabetes) Graduado em Relações Internacionais pela PUC, pós-graduação em Economia da Saúde pela Universidade de São Paulo (USP). Foi consultor de defesa de direitos da OPAS para o Ministério da Saúde do Brasil, parte do Comitê Consultivo Global para Nossas Opiniões, Nossas Vozes da NCD Alliance, fundador e CEO da Running Diabetes, uma organização sem fins lucrativos que promove a inclusão e a saúde de pessoas que vivem com diabetes e de seus familiares por meio da prática regular de atividade física. Atualmente faz parte da equipe de Advocacy da International Diabetes Federation. Glaucia Duarte, MD, PhD (Boehringer Ingelheim) Médica endocrinologista pela UNICAMP, doutora pela USP, pós doutora pela UNIFESP. Membro do departamento de Educação - SBD, integrante do Projeto Educando Educadores (ADJ/ SBD/ IDF SACA) e consultora médico científica do time de Diabetes da Boehringer Ingelheim. Hermelinda Pedrosa, MD (D-Foot | SBD) Graduada pela Universidade Federal da Paraíba, Fellowship em Diabetes na Radcliffe Infirmary, Oxford-UK e Título de especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Atuou como docente da ESCS-DF (Escola Superior em Ciências da Saúde, Coordena o Polo de Pesquisa da Unidade de Endocrinologia da FEPECS (Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde), Hospital Regional de Taguatinga e Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal-SES-DF. Membro da Sociedades Brasileiras de Diabetes (SBD), onde foi presidente, da Associação Latino-Americana de Diabetes (ALAD), da American Diabetes Association (ADA), da SBEM. Coordena o Diabetic Foot Programme da International Diabetes Federation (IDF) para a região SACA. Atualmente é Diretora de Assuntos Governamentais da SBD e Vice-presidente D-Foot Internacional. Paulo Fascina, MBA (Boehringer Ingelheim) Graduado em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP), Pós Graduado em Gestão de Negócios pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e MBA em Negócios Globais pela The University of Manchester. Atualmente é o responsável pela área de Ecossistemas em Saúde na Boehringer Ingelheim Brasil. Pedro Ripoli (FórumDCNTs | IDF Young Leader in Diabetes) Jovem Líder em Diabetes pela ADJ Diabetes Brasil e pela International Diabetes Federation (IDF). Graduando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desde 2019, colabora com o FórumDCNTs. Atuou como Auxiliar de Coordenação do Programa As Vozes das Adolescentes e do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes, da ADJ Diabetes Brasil. Ronaldo José Pineda Wieselberg, MD (FórumDCNTs | ADJ Diabetes Brasil) Médico pela Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e mestrando em Saúde Pública pelo Imperial College London, Coordenador do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes (ADJ Diabetes Brasil), foi Representante Regional do programa de Young Leaders in Diabetes (YLD) da IDF, entre 2017-2019, onde esteve à frente do projeto de rastreio de acesso aos cuidados e medicações na América Latina. Representou a Sociedade Civil na consulta pela ONU sobre DCNTs (Nova Iorque/2018). Dono do canal do Youtube “Arquimago da Insulina”, onde publica informações sobre diabetes de forma acessível. Acredita que através do ensino de tudo a todos, inspirado em nas ideias pansóficas de Comenius, é possível empoderar as pessoas para que se tornem agentes de mudanças efetivas em seus ambientes. Simone Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiência em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Parceiros Institucionais: Parceiros Corporativos: Na Imprensa: ABRATA ADJ Diabetes Brasil CEDEBA - SESAB Diabesi Elo&Bete Glic Diabetes Instituto da Criança com Diabetes (ICD) Nutrição SBD - Coluna Dra. Daniela Lopes Gomes Podcast SBD - Profissional Portal Hospitais Brasil Repórter Nordeste Revista Em Diabetes Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)

  • Consulta Pública da OMS sobre Políticas para Proteger as Crianças Alimentos Prejudiciais - até 31/07

    As crianças continuam a ser expostas a um poderoso marketing de alimentos em ambientes onde se reúnem (por exemplo, escolas, clubes esportivos), durante os horários típicos de televisão infantil ou em canais de televisão infantis, em espaços digitais populares entre os jovens e em revistas voltadas para crianças e adolescentes. Esse marketing de alimentos promove predominantemente opções menos saudáveis, como bebidas adoçadas com açúcar, chocolate e confeitos, e usa uma ampla variedade de estratégias de marketing que provavelmente atrairão crianças, incluindo endossos de celebridades/esportes, personagens promocionais, reivindicações de produtos, presentes/ incentivos, competições e jogos. Esse marketing molda negativamente as preferências e valores alimentares. Para enfrentar esse desafio e apoiar os Estados Membros no desenvolvimento de um ambiente alimentar propício para promover dietas saudáveis ​​e melhorar a nutrição, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desenvolveu diretrizes baseadas em evidências sobre políticas para proteger as crianças do impacto nocivo do marketing de alimentos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) está agora lançando uma consulta pública sobre seu projeto de diretriz. As recomendações do rascunho da diretriz foram formuladas com base em análises de todos os estudos científicos publicados sobre o impacto do marketing de alimentos nas crianças, o efeito das políticas para restringir o marketing de alimentos e bebidas não alcoólicas às quais as crianças estão expostas, na exposição ao marketing de alimentos e poder e suas associações com a saúde das crianças, comportamentos alimentares, atitudes e crenças relacionadas a alimentos, bem como de literatura publicada sobre fatores que impactam a implementação de restrições à comercialização de alimentos. Quando finalizada, a diretriz fornecerá aos países recomendações sobre medidas para restringir a comercialização de alimentos a que as crianças estão expostas, incluindo elementos de formulação de políticas para melhorar a eficácia das medidas. Para saber mais informações, acesse aqui. Participe da consulta pública clicando aqui. Inscreva-se aqui para o Webinar de Lançamento do Rascunho das Diretrizes.

  • Por que a saúde mental é uma prioridade para a ação sobre as mudanças climáticas

    As mudanças climáticas representam sérios riscos para a saúde mental e o bem-estar, conclui um novo resumo de políticas da OMS, lançado na conferência Estocolmo+50. A Organização está, portanto, solicitando aos países a incluírem o apoio à saúde mental em sua resposta à crise climática, citando exemplos em de alguns países pioneiros fizeram isso de forma eficaz. Os resultados coincidem com um relatório recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), publicado em fevereiro de 2022. O IPPC revelou que as mudanças climáticas em rápido crescimento representam uma ameaça à saúde mental e ao bem-estar psicossocial; desde sofrimento emocional até ansiedade, depressão, luto e comportamento suicida. “Os impactos das mudanças climáticas fazem cada vez mais parte de nossas vidas diárias, e há muito pouco apoio dedicado à saúde mental disponível para pessoas e comunidades que lidam com perigos relacionados ao clima e riscos de longo prazo”, disse Dra. Maria Neira, Diretora da OMS, Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde. Os impactos da mudança climática na saúde mental são distribuídos de forma desigual com certos grupos afetados desproporcionalmente, dependendo de fatores como status socioeconômico, gênero e idade. No entanto, está claro que as mudanças climáticas afetam muitos dos determinantes sociais que já estão levando a enormes cargas de saúde mental globalmente. Através de uma pesquisa realizada em 2021 com 95 países, a OMS descobriu que apenas 9 países incluíram saúde mental e apoio psicossocial em seus planos nacionais de saúde e mudanças climáticas. O novo resumo de políticas da OMS recomenda cinco abordagens importantes para os governos abordarem os impactos da mudança climática na saúde mental: Integrar considerações climáticas com programas de saúde mental Integrar o apoio à saúde mental com a ação climática Construir com base em compromissos globais Desenvolver abordagens baseadas na comunidade para reduzir vulnerabilidades, e Fechar a grande lacuna de financiamento que existe para a saúde mental e apoio psicossocial “Os Estados-Membros da OMS deixaram muito claro que a saúde mental é uma prioridade para eles. Estamos trabalhando em estreita colaboração com os países para proteger a saúde física e mental das pessoas das ameaças climáticas”, disse Dr. Diarmid Campbell-Lendrum, líder climático da OMS e principal autor do IPCC. Traduzido e adaptado por Lucas Xavier de: Why mental health is a priority for action on climate change

  • 75ª Assembleia Mundial da Saúde aprova número recorde de decisões e recomendações em CCNTs

    Na 75ª Assembleia Mundial da Saúde (WHA75), realizada em Genebra de 22 a 28 de maio de 2022, os Estados Membros da OMS aprovaram um número recorde de decisões e recomendações sobre condições crônicas não transmissíveis (CCNTs), que tiveram destaque entre os temas centrais dos eventos e painéis da WHA75. As principais aprovações durante a WHA75 foram: Um roteiro de implementação 2023-2030 para o Plano de Ação Global da OMS para a Prevenção e Controle de CCNTs: Este roteiro visa ajudar os Estados Membros a acelerar as ações para apoiar suas populações e alcançar as metas relacionadas a CCNTs contidos nos ODS. A criação de metas globais para abordar o diabetes, que incluem garantir que até 2030, 80% das pessoas que vivem com diabetes tenham sido diagnosticadas; 80% tenham manejo dentro do alvo de glicemia esperado; e 80% das pessoas com diabetes diagnosticada têm manejo dentro do alvo de sua pressão arterial. Novas recomendações para a prevenção e manejo da obesidade, a fim de reduzir a ingestão de açúcares livres para menos de 10% da ingestão total de energia em adultos e crianças, e a prevalência global de inatividade física em 15%. Um plano de ação (2022-2030) para implementar efetivamente a estratégia global de redução do uso nocivo de álcool como prioridade de saúde pública. Uma estratégia global histórica sobre saúde bucal, incluindo uma estrutura para acompanhar o progresso com metas a serem alcançadas até 2030. A OMS também publicará seu primeiro relatório global sobre saúde bucal no final de 2022. O Plano de Ação Trabalhando pela Saúde (2022-2030), para aumentar a capacidade da força de trabalho em três dimensões: planejamento e finanças, educação e emprego e proteção e desempenho. A Estratégia Global da OMS para a Segurança Alimentar 2022-2030 atualizada, a fim de fortalecer os sistemas nacionais de segurança alimentar. Os Estados Membros também impulsionaram o debate sobre Preparação e Resposta a Emergências, e a WHF estava lá para defender melhores cuidados de saúde circulatória como um investimento fundamental para prevenir futuras pandemias. A WHF também sediou dois importantes eventos paralelos à margem da WHA75. Na segunda-feira, 23 de maio, Ministros da Saúde, representantes de pessoas com condições de saúde e especialistas globais se reuniram para traçar o caminho a seguir na ação da doença cardíaca reumática. E na terça-feira (24), juntaram-se aos parceiros e formuladores de políticas para comemorar o progresso feito pelo Access Accelerated na melhoria do acesso a medicamentos essenciais para CCNTs. Acesse mais detalhes dos destaques da WHA 75: Número recorde de decisões para doenças não transmissíveis e saúde mental - Tempo para terminar o doença cardíaca reumática: das promessas à ação - A caminho de 2025: o prazo global das CCNTs - Política da terceira reunião de alto nível da Assembleia Geral sobre prevenção e controle de doenças não transmissíveis Apoio às pessoas que vivem com CCNTs em emergências humanitárias - Recomendações sobre como fortalecer o desenho e a implementação de políticas, incluindo aquelas para sistemas de saúde resilientes e serviços e infraestrutura de saúde, para tratar pessoas que vivem com CCNTs e para prevenir e controlar seus fatores de risco em emergências humanitárias Primeiras metas de cobertura global para diabetes - Reduzir a carga de CCNTs por meio do fortalecimento da prevenção e controle do diabetes - O Pacto Global de Diabetes Uma estratégia global de referência em saúde bucal - Draft estratégico global em saúde bucal Novas recomendações para prevenir e controlar a obesidade - Plano de Aceleração para apoiar os Estados Membros na implementação das recomendações para a prevenção e gestão da obesidade ao longo da vida Melhorar a vida de pessoas com distúrbios neurológicos - Projeto de plano de ação global intersetorial sobre epilepsia e outros distúrbios neurológicos 2022-2031 Acelerar a ação para reduzir os danos relacionados ao álcool - Projeto de plano de ação (2022-2030) para implementar efetivamente a estratégia global para reduzir o uso nocivo de álcool como uma prioridade de saúde pública Apoiar os profissionais de saúde e cuidados - Trabalhando no Plano de Ação para a Saúde - Pacto Global de Profissionais de Saúde e Cuidados

  • ACT: Concurso Cultural de fotografia - até 31/07

    A ACT Promoção da Saúde, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e a Vital Strategies, lança concurso cultural para a seleção de fotografias sobre o tema do impacto ambiental do tabaco e a poluição plástica. O impacto ambiental do tabaco ainda não é muito conhecido. São descartados 4,5 trilhões de cigarros por ano em todo o mundo. Bitucas (ou guimbas) de cigarro são o resíduo mais descartado, cerca de 766,6 milhões de quilos de lixo tóxico a cada ano. Elas também são o lixo plástico mais comum nas praias, tornando os ecossistemas marinhos mais suscetíveis a riscos e mortes. Além disso, cerca de 5% do desmatamento global está associado à produção de tabaco. Quando as bitucas são descartadas de forma inadequada, os filtros são decompostos por fatores como luz solar e umidade e liberam microplásticos, metais pesados e muitos outros produtos químicos, impactando a saúde e o ecossistema. Os microplásticos entram na cadeia alimentar e estão associados a sérios impactos na saúde humana e animal, podendo afetar o desenvolvimento cerebral, taxas de respiração, genética e muito mais, segundo a Organização Mundial da Saúde. Por isto, o tema “Tabaco: Ameaça ao Meio Ambiente” foi escolhido pela OMS para celebrar o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado anualmente em 31 de Maio. As inscrições para o concurso cultural “Bituca é plástico: Impacto ambiental do tabaco e poluição plástica” são gratuitas e estão abertas até 31 de julho. Acesse o edital aqui. Inscreva-se aqui.

  • Relatório GT Prevenção de DCNTs - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022

    Problemas prioritários identificados: I. Capacidade limitada da APS, faltando empoderamento e formação técnica dos profissionais de saúde, principalmente em relação a programas de educação com uso de tecnologias digitais, com potencial para melhorar promoção, prevenção diagnóstico e tratamento/acompanhamento efetivos das DCNTs e COVID-19, especialmente intervenções custo-efetivas, como os pacotes técnicos OPAS/OMS e projetos em curso dos parceiros, a fim de atingirem melhores resultados. (desde 2021, sem avanços: ações paralisadas durante a pandemia de COVID-19) II. Falta de estratégias efetivas para monitoramento e avaliação de impacto e desfecho em diferentes iniciativas. (desde 2021, sem avanços) III. Ausência de instrução das famílias e comunidades para comportamento que favoreçam prevenção de DCNTs desde a infância e, incluindo engajamento das escolas e unidades de saúde. (desde 2021, com avanços: retorno das ações via ONGs e outras instituições apoiadoras, entretanto, na "saúde do adolescente" DCNTs ainda não estão no foco, carecendo abordagem de álcool, tabaco, e as CCNTs - PSE apresenta abordagem mais genérica de saúde, com foco maior na 1a infância) IV. Carência de alinhamento estratégico, interlocução e interoperabilidade entre os vários níveis do governo para implementação efetiva de ações e programas de prevenção em saúde. (desde 2021, com retrocesso: interrupções e rupturas no processo geral um impacto significativo para o andamento dos planos) V. Falta de conhecimento do processo de tomada de decisões em políticas públicas para maior incidência, com necessidade de mapear áreas e atores relevantes nos governos para entrada de novas propostas. (desde 2021, sem avanços) VI. Carência de oportunidades para participação mais efetiva da sociedade civil organizada na formulação de políticas públicas voltadas para tributação e rotulagem nutricional de alimentos e produtos alimentícios não saudáveis e ações educacionais e de marketing específicas, bem como incentivo ao desenvolvimento de produtos industrializados mais saudáveis, em acordo com as diretrizes atuais, incluindo as de sustentabilidade. (nova prioridade) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Fomentar ações para doenças cardiovasculares, fazendo o uso de tecnologia e interoperabilidade, em parceria com o INCOR, a SMS-SP, a SBH, a Fleximedical, entre outras instituições. II. Assegurar parcerias com entidades, profissionais de educação, da saúde e famílias para o Programa Adolescente Saudável com Prevenção de DCNTs (Plan International Brasil), a fim de formar jovens nos 5 fatores de risco, saúde mental e gênero (pautado por jovens de 10-24 anos, incluindo associação com projetos de saúde desenvolvidos nas escolas). III. Gerar um movimento sobre Prevenção de DCNTs, fazendo uso do material “Linguagem Importa”, fomentando políticas públicas via advocacy com olhar para o jovem, e em colaboração com outros membros e plataformas do FórumDCNTs. IV. Desenvolver uma iniciativa voltada para a prevenção de DCNT via PPP, garantindo financiamento e sustentabilidade, priorizando clareza nos objetivos e nos indicadores chaves a serem entregues ao correr da parceria. V. Atuar em parceria nos diferentes níveis do Governo para alinhamento estratégico, interlocução e interoperabilidade para garantir a perenidade de programas validados e a inclusão destes em políticas públicas, plano de metas governamentais, bem como a sequência na monitoramento de seus impactos. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Iara Simis – Plan International Luiz Bortolotto - SBH Yara C Baxter- Fundação Novartis (Facilitadora e Relatora) Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Iará Simis- Plan International Iseli Reis- Fleximedical Yara C Baxter- Fundação Novartis Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-prevencao-9encontro

  • Relatório GT DCV - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022

    Problemas prioritários identificados: I. Capacitação limitada da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente das Equipes de Saúde da Família e dos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), para ações de prevenção, rastreamento, diagnóstico precoce, literacia em saúde, educação continua para os autocuidados e acompanhamento efetivo das doenças cardiovasculares, incluindo: monitoramento e estratificação dos fatores de risco cardiovascular e uso de equipamentos. (desde 2021, com avanços, mas faltando escalar) II. Ausência de oportunidades para integrar, compartilhar e escalar soluções efetivas de programas já existentes no setor público entre os níveis federal, estadual e municipal. (desde 2021, sem avanços) III. Relações fracas entre os setores público, privado e terceiro setor, quanto a seleção, para a implementação e escala de projetos bem estabelecidos localmente, e ampliação das linhas de cuidados das pessoas com CCNT/DCNTs. (nova prioridade) IV. Falta de Point-of-Care de perfil lipídico e hemoglobina glicada, MRPA, cadeira de auto aferição na APS, e utilização dos recursos dentro das linhas de cuidados já estabelecidas, a fim de melhorar e ampliar o acesso a exames para diagnóstico, ajuste de tratamento, educação em saúde, concomitante à melhor adequação do recurso. (desde 2021, sem avanços) V. Necessidade de migração do sistema físico de gestão e monitoramento, atualmente ineficiente e com dificuldade na interoperabilidade das diferentes plataformas utilizadas pelos diferentes gestores de saúde, para o modelo digital incluindo automação, inteligência artificial e Chatbot. (desde 2021, com avanços locais, mas faltando escalar) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Escalar intervenções para a Capacitação da APS, incluindo divulgação de recursos já existentes como o curso oferecido à APS em parceria da UNASUS com a UFMG (link). II. Organizar uma dinâmica de interação do terceiro setor, sociedade civil, setor privado, e municípios com Ministério da Saúde, CONASS, CONASEMS e SES. III. Criar plataforma com o objetivo de facilitar o compartilhamento de boas práticas e organizar a seleção de projetos com resultados efetivos que devam ser escalados. IV. Organizar uma força tarefa capaz de auxiliar setores público e privado na incorporação das tecnologias de Point-Of-Care de perfil lipídico e hemoglobina glicada, MRPA e cadeira de auto aferição na APS. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Ana Carolina - UFMG Mariana Silveira - Instituto Tellus Patrícia Vieira – AHF e FórumDCNTs (Facilitadora e Relatora) Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Ana Carolina de Sá - UFMG Marcio Galvão - UFBA Maurício Mendonça – Sanofi Mariana Silveira – Instituto Tellus Patrícia Vieira de Luca - AHF e FórumDCNTs. Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-dcv-9encontro

  • OMS - Políticas fiscais para promover planos alimentares saudáveis

    O resumo de políticas publicado pela OMS fornece aos formuladores de políticas, gerentes de programas, profissionais de saúde e defensores informações e opções de políticas relacionadas à implementação de políticas fiscais para promover planos alimentares saudáveis. Para incentivar o consumo de opções mais saudáveis e desincentivar o consumo de opções menos saudáveis, os governos são chamados a implementar políticas fiscais que promovam alimentação saudável, como impostos sobre alimentos e bebidas menos saudáveis e subsídios para alimentos e bebidas mais saudáveis. Baixe aqui o resumo da políticas.

  • Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às DCNTs 2022 - Inscrições até 26/07

    O FórumDCNTs anuncia a abertura das inscrições de 13/06/2022 até 26/07/2022, do processo seletivo para o Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs no Brasil. O FórumDCNTs receberá inscrição de projetos implementados no território brasileiro, em andamento ou encerrado há menos de um ano, de acordo com critérios de elegibilidade (vide edital abaixo). Entre os projetos inscritos, os 5 melhores serão agraciados com a oportunidade de apresentação durante o 11º encontro do FórumDCNTs, em outubro de 2022, e terão o contato de seus líderes compartilhados com as instituições dos diferentes setores que participarão deste encontro, a fim de facilitar potenciais parcerias. Na ocasião, serão anunciados pela Comissão Avaliadora o primeiro e o segundo lugar entre os 5 projetos, que receberão 10 e 5 mil reais, respectivamente, com o objetivo de impulsionar o ganho de escala desses projetos. O Concurso valoriza projetos inovadores que já possuam resultados, mesmo que preliminares, nas áreas de prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento de uma ou mais condições/doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/DCNTs). É desejável, mas não obrigatório, que os projetos contenham a participação ativa da comunidade, para a qual se destinam, em seu desenvolvimento, e que beneficiem populações vulneráveis. Edital: Formulário para inscrição: (Inscrições até 26 de julho). Apoiadores:

  • Relatório da OMS "Nothing for us, without us": oportunidades de envolver pessoas que vivem com DCNTs

    Em 2020, devido a pandemia do novo coronavírus, as prioridades globais de saúde foram rapidamente transformadas, tornando cada vez mais desafiador fornecer políticas e programas para doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e saúde mental. Os sistemas de saúde estão experimentando restrições de recursos, prioridades conflitantes, desafios cada vez maiores relacionados a doenças emergentes e dificuldades na priorização das DCNTs em meio à pandemia global. A participação de indivíduos que vivem com DCNTs fornece experiências e narrativas poderosas para moldar políticas, inspirar outros a se juntarem ao movimento como agentes de mudança e influenciar e informar aqueles que estão no poder. Pessoas que vivem com DCNTs (PLWNCDs) são especialistas em seus próprios méritos e, se significativamente engajadas, podem ser parceiros e motivadores importantes na co-criação, implementação e avaliação de políticas, programas e serviços de DCNTs. Este relatório é o resultado da Consulta Informal da OMS a PLWNCDs e descreve os métodos participativos, os principais temas discutidos e as próximas etapas para apoiar um envolvimento significativo. Leia o relatório completo. Conheça também: o "The Handbook on Social Participation for UHC"; o The Patients’ Charter on Patient Empowerment aqui; e o Global Chart de Envolvimento Significativo da NCD Alliance aqui.

  • Grant de Saúde Global do BMJ - até 15/07

    O BMJ Global Health Grant está aberto para inscrições até 15 de julho. O candidato selecionado receberá financiamento de até 5.000,00 GBP (Libra esterlina, algo em torno de 30 mil reais) para apoiar a participação no 7º Simpósio Global de Pesquisa em Sistemas de Saúde (HSR 2022) em Bogotá, Colômbia, de 31 de outubro a 4 de novembro de 2022, e a oportunidade de publicar um artigo completo no BMJ Global Saúde sem custo (custo de processamento do artigo dispensado). O BMJ sempre se esforçou para apoiar pesquisadores em início de carreira em países de baixa e média renda (LMICs). Estabelecido em 2019, o BMJ Global Health Grant reconhece pesquisadores em início de carreira de LMICs que trabalham no campo da saúde global e é concedido ao candidato cujo resumo descreve a contribuição metodológica mais original para o campo da saúde global e cujo resumo demonstre a maior importância e impacto potencial no avanço do campo. Para obter mais informações sobre os critérios de elegibilidade, como se inscrever e detalhes de beneficiários anteriores do Grant, clique aqui.

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