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  • OMS: Poluição do Ar é Fator de Risco para DCV, Doenças Neurológicas, Respiratórias e Diabetes

    Ciência em 5" é uma série de vídeos que reflete as conversas da Organização Mundial da Saúde (OMS) em ciências. Os especialistas da OMS explicam a ciência relacionada ao COVID-19 em cada episódio de 5 minutos. Segundo a OMS 9 em 10 pessoas no mundo respiram mais poluição do que deveriam para manterem-se saudáveis. Saiba mais a respeito no vídeo abaixo.

  • Recomendações para o Fortalecimento da Atenção Nutricional na Atenção Primária à Saúde

    As Recomendações para o Fortalecimento da Atenção Nutricional na Atenção Primária à Saúde no Brasil objetivam apoiar o aprimoramento, a estruturação e a organização da atenção nutricional na Atenção Primária à Saúde no País. Para sua construção e validação, foram empregados métodos qualitativos e quantitativos, envolvendo um grupo de especialistas e a aplicação da técnica Delphi, em duas rodadas, com especialistas em Alimentação e Nutrição (A&N) e Atenção Primária à Saúde (APS), das cinco diferentes regiões geográficas do país. Do processo, resultaram 35 recomendações consensuadas como muito relevantes e pertinentes, que estão distribuídas em seis categorias: Estrutura; Agenda de A&N na APS; Organização em rede e Organização da APS; Processos de trabalho de A&N na APS; Planejamento, monitoramento e avaliação das ações de A&N na APS; Sistema de informação. O Ministério da Saúde também lançou o documento "Matriz para Organização dos Cuidados em Alimentação e Nutrição na Atenção Primária à Saúde". A partir da compreensão de “matriz” enquanto fonte e, também, como um conjunto organizado de elementos ou de informações que contribui para resolução de problemas, este documento tem o propósito de fornecer bases que apoiem a estruturação destes cuidados nos diversos territórios cobertos pela APS no Brasil. Espera-se que gestores (as) e profissionais de saúde inseridos(as) na APS encontrem no documento um conjunto de elementos essenciais e mobilizadores para organizar e garantir uma melhor oferta de cuidados em Alimentação e Nutrição para a população sob sua responsabilidade, enquanto parte da atenção integral à saúde.

  • Repensando o impacto social para colocar as pessoas no centro

    O artigo Rethinking social impact to put people at the centre trouxe uma melhor compreensão de como colocar uma lente centrada no conceito de impacto social e de negócios sociais para ajudar a impulsionar o progresso em direção ao acesso sustentável e equitativo ao cuidado das DCNTs para todos. Os objetivos do documento criado pela NCD Alliance são: delinear as limitações das abordagens existentes para que haja melhor acesso ao cuidado e enfatizar a necessidade de revisitar o conceito de impacto social no contexto das DCNTs; realçar o valor de uma lente centrada em pessoas para fornecer programas de saúde fortes para alcançar melhores resultados de saúde para as pessoas que vivem com DCNTs (PLWNCDs); propor um quadro conceitual para revisar onde e como os programas de impacto social estão adotando uma abordagem centrada nas pessoas para a implementação de iniciativas ou programas de acesso em DCNTs. O relatório explora como os conceitos de impacto social e uma abordagem centrada na população podem ser aplicados na resposta às DCNTs para garantir o sucesso econômico e maior acesso ao cuidado para as PLWNCDs. O relatório é separado por cinco seções, sendo elas: Seção 1 (THE CHALLENGE) - descreve os desafios do acesso aos cuidados de saúde enfrentados pelas PLWNCDs e os limites das abordagens usuais para enfrentamento em um cenário com a COVID-19. Seção 2 (A NEW OPENING) - descreve como os esforços atuais para criar e fornecer um valor compartilhado podem ser fortalecidos para melhorar o acesso para as PLWNCDs no contexto do desenvolvimento sustentável. Seção 3 (THE OPPORTUNITY) - destaca oportunidades que possam resultar da incorporação de uma perspectiva centrada na população, dentro do conceito de valor compartilhado para aumentar o impacto do alcance e social da programação de saúde para as DCNTs. Seção 4 (CASE STUDIES) - apresenta estudos de caso que ilustram abordagens existentes que adotam uma lente centrada nas pessoas para abordar as questões de acesso enfrentadas por PLWNCDs. Seção 5 (FRAMEWORK) - oferece uma estrutura para medir o valor compartilhado na programação do enfrentamento das DCNTs para informar a criação de ideias. Para cada seção do relatório foram identificadas áreas prioritárias para ação e que garantissem as experiências centradas nas pessoas através de recomendações. Como exemplo, na seção THE CHALLENGE é pontuada a necessidade da coordenação intersetorial que deveria ser propriedade, mas muitas vezes é negligenciada. Além disso, as necessidades das comunidades e PLWNCDs nem sempre são percebidas como vitais para iniciativas que permitam o acesso. Adicionalmente, a ausência de estruturas claras de responsabilidade ou de métricas harmonizadas para monitorar e avaliar programas de acesso podem impedir a adoção de abordagens que realmente se concentram no valor. A falta de dados sobre o impacto das abordagens atuais é outro ponto levantado, visto que limita a transparência e o compartilhamento de melhores práticas. Já na seção de A NEW OPENING, é ressaltada a necessidade de criação de valor compartilhado dentro da saúde, sendo uma oportunidade para construir parcerias multi-stakeholder e desenvolver novas soluções para abordar ameaças complexas de saúde pública. No relatório é enfatizado que o conceito de impacto social, quando fomentado por uma lente centrada nas pessoas, pode fornecer uma alavanca transformacional para mobilizar todos os setores - incluindo governos, formuladores de políticas, agências multilaterais, sociedade civil, provedores de saúde e entidades relevantes do setor privado. Portanto, o impacto social brota em torno do papel coletivo da criação de um ambiente habilitador que realmente "coloca as pessoas em primeiro plano" para alcançar melhores resultados de saúde e econômicos. Ao explorar a noção de impacto social no contexto das DCNTs, reconhecemos as barreiras de longa data ao acesso enfrentadas pelas PLWNCDs e a necessidade urgente de responder a esses desafios com ações significativas e apropriadas. À medida que o mundo procura se reconstruir melhor diante da pandemia de COVID-19 - e com compromissos cada vez mais fortes com as DCNTs enraizados dentro do quadro robusto dos objetivos de desenvolvimento sustentável - surge a esperança de que novas abordagens e práticas para o impacto social melhorem o acesso para todos, em todos os lugares e realmente coloquem as pessoas primeiro plano. Para saber mais acesse o relatório em: Rethinking social impact to put people at the centre Leia também o guia “Linguagem Importa”” aqui. Traduzido e adaptado por Lucas Xavier.

  • DCNTs em 2022, o que esperar? - 28/01

    Evento foi transmitido ao vivo no Youtube Objetivos: Quais serão os maiores desafios para as doenças crônicas em 2022? Conseguiremos avançar nas prioridades identificadas pelo FórumDCNTs? Como os diferentes setores poderão contribuir para reduzir os riscos de agravamento das DCNTs durante 2022? Agenda: 16h00 - Abertura e Contextualização - Patrícia Vieira (AHF | FórumDCNTs) (Vídeo) 16h10 - Panorama das DCNTs e o que podemos esperar para o ano de 2022 16h10-16h17 - Mônica Andreis (ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) 16h20-16h27 - Deborah Malta (UFMG) (Vídeo) 16h30-16h37 - Levimar Araújo (SBD) (Vídeo) 16h40-16h47 - Patrícia Vasconcelos (SVS-MS) (Vídeo) 16h50-17h45 - Debate: Com os desafios trazido pela pandemia de COVID-19, como avançaremos nas prioridades identificadas pelo FórumDCNTs em 2022? (Moderação: Patrícia Vieira) (Vídeo) Cobertura completa: www.forumdcnts.org/post/dcnts-2022-esperar Painelistas e Moderadora Deborah Carvalho Malta, MD, MSc, PhD (UFMG, GBD Brasil) Graduada em Medicina com residência em Pediatria e Medicina Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mestrado em Saúde Pública pela UFMG, Doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas, e Pós-Doutorado na Universidade Nova de Lisboa. Foi Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde por 12 anos e coordenou inquéritos nacionais, como a Pesquisa Nacional de Saúde, o Vigitel, Pense e o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil, 2011-2022. Atualmente é Professora Associada e pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG e Coordenadora do Grupo de Pesquisa do GBD Brasil. Levimar Araújo, MD (SBD) Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e estudou Enfermagem e Obstetrícia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atuou como professor de fisiologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, nos cursos de medicina, fisioterapia e terapia ocupacional. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Endocrinologia e Metabologia, atuando principalmente nos seguintes temas: tiróide, obesidade, doenças do pâncreas, diabetes mellitus tipo 1 e tipo2, e principalmente em bomba de infusao de insulina. É coordenador do programa educacional Diabetes Weekend e chefe da clínica de endocrinologia do Hospital Universitário Ciências Médicas MG e atual Presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes). Mônica Andreis, MSc (ACT Promoção da Saúde) Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, Brasil. Especialista em Psicologia Hospitalar. Cofundadora e atual Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, uma organização não-governamental sem fins lucrativos criada para apoiar a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS. A ACT atua hoje com controle do tabaco, promoção da alimentação adequada e saudável, prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Membro da Diretoria da Framework Convention Alliance (FCA) de 2014 a 2016. Membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 no Brasil. Patrícia Vasconcelos, MSc (SVS-MS) Graduada em Enfermagem, Sanitarista, Mestre em Epidemiologia pela ENSP-FIOCRUZ. Experiência em investigações de campo pelo Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS-EPISUS, em doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), gestão do SUS e resposta às emergências em saúde pública. Atualmente é Coordenadora Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Patricia Vieira de Luca, MSc (Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Foi presidente e atualmente é Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Instituições Parceiras

  • OMS publica recomendações do FórumDCNTs e outras 46 instituições sobre Metas Globais para o Diabetes

    Neste link é possível acessar o copilado de comentários e recomendações que o FórumDCNTs, junto com algumas de suas instituições membro (ACT, ADJ, AHF, AME, ANAD, CDD, CPD, FENAD, ICD, Rede Brasil AVC, SBD e SBH) e outras 46 instituições de diferentes regiões do globo, submeteu à OMS no final de 2021, conforme consulta anunciada neste site. As recomendações dizem respeito ao plano de ações e metas globais para o diabetes até 2030. Para isso, além do alinhamento entre as instituições brasileiras que coassinaram o documento, fizemos alinhamento de recomendações prioritárias com as entidades Life for a Child (LFAC), Juvenile Diabetes Research Foundation International (JDRF) e D-Foot International. Como se pode ler nas páginas 51-55, entre as recomendações do FórumDCNTs e seus membros destacam-se: Ajustar de 80% para 100% de diagnóstico para casos de diabetes tipo 1; Recomendar, sempre que possível e para grupos que podem se beneficiar, hemoglobina glicada abaixo de 7%, e acima de 70% do tempo da glicose no alvo 70-180 mg/dL; Usar de sensor de glicose, especialmente em crianças e grávidas, quando possível; Adotar equipamentos Point-of-Care na Atenção Primária para dosagem de hemoglobina glicada, colesterol e acompanhamento da função renal; Incluir entre os targets, 100% de fornecimento de Metformina, Gliclazida e inibidor de SGLT2 para pessoas com diabetes tipo 2, e sempre que prescrito também insulina e tiras para monitoramento da glicemia; Incluir metas para complicações microvasculares, prevendo estratégias de screening, educação e tratamento; Incorporar orientações quanto à telemedicina, educação em diabetes e diabetes gestacional. Apesar de ainda não divulgados ajustes das metas e planos da OMS, resultantes da análise dessas 122 páginas de recomendações, fica muito claro que alguns dos comentários e recomendações se repetem em documentos submetidos por diferentes grupos. Com isso, esperamos que a OMS considere a maior parte das recomendações feitas em consonância pelo FórumDCNTs, seus membros e outras instituições, a fim de termo planos e metas que, apesar de desafiadores, estimulem-nos a melhorar efetivamente os cuidados de diabetes no mundo.

  • Programa de Líderes Emergentes 2022 - inscrições abertas até 28/02/2022

    Estão abertas as inscrições para o Programa de Líderes Emergentes 2022, que se concentrará em doenças cardiovasculares (DCV) e doenças infecciosas (incluindo COVID-19, gripe, doença de Chagas e doença cardíaca reumática). O Programa, desenvolvido pelo ex-presidente da World Heart Federation, Profº Salim Yusuf, em 2014, oferece treinamento e oportunidades de networking em políticas de saúde cardiovascular e pesquisa de implementação para profissionais de saúde, pesquisadores e defensores da saúde global. Os candidatos aprovados participarão de um seminário de cinco dias de reflexão de 16 a 21 de outubro em Buenos Aires, Argentina. O comitê de seleção procurará candidatos que demonstrem sua paixão por melhorar os cuidados com DCV, vontade de participar de trabalhos colaborativos em grupo e desejo de fazer a diferença. O prazo para submissão de candidaturas é 28 de fevereiro de 2022. Acesse o edital completo aqui.

  • Lançamento do Global Diabetes Compact da OMS

    Hoje, aproximadamente 6% da população mundial - mais de 420 milhões de pessoas - vive com diabetes tipo 1 ou tipo 2. Esse número quadruplicou desde 1980 e estima-se que cresça além de meio bilhão até o final da década. Preocupada com isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está construindo o Global Diabetes Compact (GDC), com a colaboração de múltiplos especialistas de diferentes setores e países (relatório aqui) valorizando a perspectiva das pessoas com diabetes (material aqui). O material será lançado até o final de abril. Por hora, a OMS liberou um resumo do GDC, explicando as oito áreas principais que precisam ser abordadas e como a ação sobre o diabetes está ligada à garantia de acesso à insulina, sistemas de saúde mais resilientes, e engajamento significativo com pessoas afetadas pelo diabetes. Os oito componentes são: Unir as partes interessadas de forma colaborativa, incluindo pessoas que vivem com diabetes, em torno de uma agenda comum; Integrar a prevenção e a gestão do diabetes na atenção primária à saúde e cobertura universal de saúde; Fechar lacunas de pesquisa e normativas enquanto estimula a inovação; Melhorar o acesso a diagnósticos de diabetes, medicamentos e produtos de saúde - especialmente insulina - em países de baixa e média renda; Desenvolver metas de cobertura global, que quantifique os custos e benefícios de fechar a lacuna entre as pessoas que podem acessar os serviços de diabetes e aquelas que não podem; Melhorar o manejo do diabetes para pessoas em emergências humanitárias; Melhorar a educação em saúde e compreensão da prevenção e gestão do diabetes; Reconstruir melhor, aprendendo com as experiências da pandemia do COVID-19. Aqui no Brasil o Global Diabetes Compact foi lançado dia 23 de abril, durante o 8º Encontro do FórumDCNTs. Confira a agenda do evento completa aqui e acompanhe o lançamento do Global Diabetes Compact a patir das 9h15 do dia 23/4 através do FórumDCNTs no YouTube. Caso sua instituição esteja engajada em implementar ações para apoiar o GDC, a OMS está interessada em conhecer essas atividades através deste questionário. Leia aqui a publicação no The Lancet sobre o Global Diabetes Compact. Aqui o relatório do Global Diabetes Compact Summit.

  • Aberto Edital para Capacitação de Organizações de DCNTs 2021 - prazo 17 de agosto

    O FórumDCNTs anuncia a abertura das inscrições de 05/07/2021 até 17/08/2021, do processo seletivo para a Capacitação de Organizações que se dedicam a enfrentar as Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNTs). O objetivo desta atividade é capacitar entidades que trabalham para a melhoria da prevenção, promoção e/ou do tratamento das DCNTs para que sejam mais efetivas e sustentáveis, de forma ética e transparente. A capacitação é constituída por workshops práticos voltados à qualidade das ações de gestão, captação, sustentabilidade, advocacy, desenvolvimento e avaliação de projetos. Em 2021, a capacitação terá como focos principais: Advocacy e Participação da Sociedade Civil em Consultas Públicas, Conselhos de Saúde e Outros Espaços; e Sustentabilidade, Planejamento e Identificação de Oportunidades Estratégicas para Otimizar as Atividades das Organizações. As vagas são limitadas e apenas organizações que se inscreverem dentro do prazo e forem selecionadas poderão participar. Edital com ficha de inscrição abaixo. Inscrições até 17 de agosto. Formulário de Inscrição: https://forms.gle/r79LAAQqZf8LJuNB8 Agenda 8h00 - Entrada na Plataforma 8h30 - Abertura: Introdução aos Temas de Interesse da Capacitação – Ricardo Lauricella (FórumDCNTs e FlexiMedical) (Vídeo) 9h00-10h30 - Workshop 1 – Sustentabilidade, Planejamento e Identificação de Oportunidades Estratégicas para Otimizar suas Atividades e LGPD – Alexei Weidebach (Russo & Weidebach) (Vídeo) 10h30-10h40 - Coffee-break 10h45-12h00 - Workshop 2 - Estratégias para Garantir a Participação da Sociedade Civil em Consultas Públicas - Gustavo San Martin (AME e CDD) (Vídeo) 12h00-12h55 - Intervalo de Almoço 13h00-14h30 - Workshop 3 - Participação da Comunidade através dos Conselhos de Saúde e Outros Espaços - Rita de Cássia Domingues (Instituto Contemplo) (Vídeo) 14h35-15h50 - Workshop 4 - Advocacy, do Planejamento à Prática - Marcello Fragano Baird (ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) 16h00-16h30 - Atividade de Encerramento e Emissão de Certificados. (Vídeo) Coordenação e Facilitadores Ricardo Lauricella (Fleximedical Soluções em Saúde e FórumDCNTs) Graduado em Comunicação Social e Jornalismo, com Pós-graduações em Comunicação Corporativa e Gestão no 3º Setor, trabalha há mais de 15 anos nas atividades de planejamento e interlocução com diferentes setores, especialmente na área da saúde. De 2010 a 2019 foi responsável no CIES Global pelo relacionamento institucional e governamental, com mapeamento, participação e acompanhamento de oportunidades, como os prêmios recebidos pelo CIES, e de fóruns e grupos de trabalho relacionados a finanças sociais e indicadores de impacto social. Comandou, como Superintendente, a OSC Turma do Bem e, atualmente é Head de Inovação e Comunicação na Fleximedical, além de criador e produtor do podcast A Causa. Alexei Weidebach (Russo & Weidebach) Graduado em Direito pela PUC-SP. Especialista em Gestão Sustentável das empresas para modular e reformular as estruturas internas e modelos de negócio. Foco em gerar mais resultados. Especialista também em Direito societário e governança corporativa. Gustavo San Martin (AME e CDD) Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Consultor especializado em Empreendedorismo e Desenvolvimento de Instituições do Terceiro Setor. Atuante na formatação, estruturação e execução de projetos institucionais e operacionais. Fundou a Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) e a Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME), onde atualmente é Diretor Executivo. Rita de Cássia Domingues (Instituto Contemplo) Ativista, comunicóloga, relações governamentais há 18 anos no 3º setor. Gestora do Instituto Contemplo, membro da ODS Estratégias, SHEN, Aliber e Aliança Rara. Especialista em projetos de saúde e soluções em comunicação para a saúde global e a necessidade de ações para a sustentabilidade dos sistemas. Marcello Fragano Baird, PhD (ACT Promoção da Saúde) Graduado em Relações Internacionais pela PUC-SP e em Ciências Sociais pela USP, é mestre e doutor em Ciência Política pela USP. Foi pesquisador visitante na Columbia University (NY). Foi coordenador de advocacy no Instituto Sou da Paz e gerente de advocacy na Endeavor. Atualmente é professor de Ciência Política na ESPM e na FGV e coordenador de advocacy na ACT Promoção da Saúde. Parceiros Institucionais: Apoiadores: Instituições Participantes AAFESP Abahe ABEM ABRAF Abrale Acelbra ACT ADJ Diabetes Brasil AFB Agapem APAR AREPAH Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço Associação Dos Diabéticos do Piaui - ADIP Associação Ribeirãopretana de Ensino, Pesquisa e Assistência ao Hipertenso - AREPAH Correndo pelo Diabetes CRN6/Piauí ELPIB - eu luto pela imuno Brasil FENACELBRA Fundação ProAR GEPRAPS IFMSA Brasil Instituto Contemplo Instituto Diabetes Brasil Instituto Oncoguia Instituto Opy Instituto Tellus Movimento Divabética ONG Jardim das Borboletas Plan International Brasil Roche SBH

  • Desastres Climáticos e as Condições Crônicas Não Transmissíveis no Brasil – um Impacto Subestimado

    Por Dr. Ronaldo J. Pineda Wieselberg Desde o início de novembro de 2021, o estado brasileiro da Bahia tem sido devastado por chuvas torrenciais. Até o momento, mais de 54 mil pessoas perderam suas casas e mais de 600 mil foram afetadas de alguma forma. Em Franco da Rocha, na grande São Paulo, novamente as chuvas fizeram vítimas, com perda de vidas e de moradia. No entanto, esses desastres não estão isolados na história recente brasileira. No século XXI, tragédias semelhantes aconteceram em 2008 no estado de Santa Catarina, com 135 mortes e mais de um milhão e meio de habitantes afetados. No estado do Rio de Janeiro, em 2011, este considerado o pior desastre climático do Brasil, 918 pessoas perderam a vida e mais de 30 mil perderam suas casas. Os meteorologistas explicam que o que acontece é extremo e atípico. Normalmente, estas tempestades começam no início da primavera e estendem-se até ao verão e outono, mas nesta situação as tempestades apareceram mais a norte e com maior intensidade. Segundo especialistas da MeteoNorte, pioneira no setor climático na região norte do Brasil, há três fatores que podem estar associados a essas mudanças: depressão subtropical – um tipo específico de evento meteorológico que pode evoluir para tempestade tropical –, La Niña e aquecimento global. O efeito La Niña no Brasil é conhecido por causar fortes chuvas e aumento das vazões dos rios nas regiões Norte e Nordeste, com seca nas regiões Sul e Sudeste. Isso pode levar a inundações e aumentar o número de desastres climáticos no país. O aquecimento global leva a um enorme impacto na saúde, não apenas ligado a exposições diretas a desastres naturais, mas também devido a doenças infecciosas – como a leptospirose após enchentes – e ao impacto para pessoas que vivem com condições crônicas não transmissíveis (CCNT), tais como diabetes, hipertensão, obesidade e transtornos mentais. Quando surgem desastres climáticos, as pessoas que vivem com CCNT têm um impacto não reconhecido em sua morbidade e mortalidade, uma vez que sua condição se deteriora devido à falta de gerenciamento de suas condições. Estudos estimam que quase 30% das mortes causadas pelos furacões Irma e Maria na região do Caribe (2017) foram causadas por complicações de CCNT. Nos desastres brasileiros, essas mortes muitas vezes não são registradas e sua causa não é clara. Podemos hipotetizar que nesses períodos há falta de registro de CCNT por necessidade mais imediata, mas poucos estudos foram realizados para esclarecer essa questão. Os principais desafios que surgem dos desastres climáticos são a interrupção dos sistemas de saúde, resultando em acesso limitado a medicamentos essenciais, aconselhamento médico limitado, problemas com suprimentos e cadeias de frio, com grande implicação na administração de insulina para diabetes; instalações médicas destruídas, estradas, internet e falhas de telefone também limitam o acesso das pessoas aos cuidados. As pessoas muitas vezes não têm acesso a opções de alimentos saudáveis, algo que é fundamental para o manejo das CCNT, aumentando a ingestão de alimentos com alto teor de sal, gordura e açúcar e, em seguida, piorando essas CCNT subjacentes. No Brasil, as pessoas vivem em áreas de risco - morros, encostas, beira-mar ou áreas de inundação - devido à exclusão social, segregação espacial, e essas áreas geralmente são construídas sem planejamento de ruas e espaços públicos, carecendo de serviços essenciais de infraestrutura como água, coleta e descarte de esgoto e lixo. Após o evento no Rio de Janeiro, foi implementado um sistema de alerta com mensagens SMS e alertas sonoros para informar a população, voluntários foram treinados para lidar com desastres, planos de contingência para articular respostas e mapeamento das áreas suscetíveis. No entanto, não foram desenvolvidas estratégias para retirar as pessoas das áreas de risco ou para lidar com as CCNT. As principais recomendações para lidar com outros desastres climáticos, além dos implementados no Rio de Janeiro, devem ser: 1. Garantir o acesso a medicamentos, incluindo o armazenamento de medicamentos usados ​​com frequência e o preenchimento de uma lista de medicamentos alternativos que as pessoas com CCNT podem usar se não puderem cumprir medicação suas prescrições habituais; 2. Comunicar-se efetivamente com pessoas que vivem com CCNT antes do desastre para fornecer informações sobre como obter assistência médica e suprimentos, bem como educá-los sobre maneiras de autogerenciar suas CCNT; 3. Atender às necessidades de saúde mental de todas as pessoas que sofrem um desastre natural; 4. Desenvolver sistemas robustos de vigilância de doenças para identificar necessidades regionais específicas das pessoas que vivem nessas áreas; 5. Prevenir as mudanças climáticas investindo em estratégias que mitiguem os efeitos do aquecimento global; 6. Desenvolver políticas de urbanização para fornecer moradias seguras para pessoas que vivem em áreas de risco. A mudança climática é uma ameaça real para as pessoas que vivem com CNT e desenvolver estratégias específicas para lidar com o manejo destas condições de saúde após desastres climáticos é essencial em um país afetado de forma repetida por essas condições. Referências 1. BBC News Brasil. Chuvas na Bahia: os fenômenos extremos que causam a tragédia no Estado. 27/December/2021, Online. Último acesso em 12/Janeiro/2022. Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59804297. 2. Balza G. Retrospectiva 2008: Chuva em Santa Catarina mata mais de 120 pessoas; tragédias naturais castigam vários pontos do mundo. 03/January/2009, EcoDebate Online. Último acesso em 12/Janeiro/2022. Disponível em https://www.ecodebate.com.br/2009/01/03/retrospectiva-2008-chuva-em-santa-catarina-mata-mais-de-120-pessoas-tragedias-naturais-castigam-varios-pontos-do-mundo/. 3. Busch A, Amorim S. A tragédia da região serrana do Rio de Janeiro em 2011: procurando respostas. ENAP Casoteca de Gestão Pública. Online. Último acesso em 12/Janeiro/2022. Disponível em https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/328/2/A%20trag%C3%A9dia%20da%20regi%C3%A3o%20serrana%20do%20Rio%20de%20Janeiro%20em%202011%20procurando%20respostas.pdf. 4. Hayashi M, Jin FF, Stuecker MF. Dynamics for El Niño-La Niña asymmetry constrain equatorial-Pacific warming pattern. Nat Commun. 2020 Aug 28;11(1):4230. doi: 10.1038/s41467-020-17983-y. Erratum in: Nat Commun. 2020 Sep 11;11(1):4672. 5. Rossati A. Global Warming and Its Health Impact. Int J Occup Environ Med. 2017 Jan;8(1):7-20. doi: 10.15171/ijoem.2017.963. 6. Hassan S, Nguyen M, Buchanan M, Grimshaw A, Adams OP, Hassell T, Ragster L, Nunez-Smith M. Management Of Chronic Noncommunicable Diseases After Natural Disasters In The Caribbean: A Scoping Review. Health Aff (Millwood). 2020 Dec;39(12):2136-2143. 7. Morais MP, Cruz BO, Oliveira CWA. Residential Segregation and Social Exclusion in Brazilian Housing Markets. Institute for Applied Economic Research (IPEA), Brasília/Brazil. 2015. 8. Knust K. Tragédia na Serra do RJ completa dez anos; R$ 500 milhões ainda devem ser investidos em obras. G1/Globo, 11/Janeiro/2021. Online. Último acesso em 12/Janeiro/2022. Disponível em https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2021/01/11/tragedia-na-serra-do-rj-completa-dez-anos-r-500-milhoes-ainda-devem-ser-investidos-em-obras.ghtml.

  • Nova chamada para propostas de pesquisas cientificas da GACD - inscrições até 31/05/2022

    A chamada de financiamento da Aliança Global para Doenças Crônicas (GACD) se concentrará na pesquisa científica de implementação de propostas que adotem uma abordagem ao longo da vida para reduzir os riscos de doenças crônicas não transmissíveis (DNTs) em países de baixa e média renda e/ou em populações desfavorecidas em países de alta renda. O GACD procura financiar equipes colaborativas, multidisciplinares e transculturais. As equipes devem incluir conhecimentos apropriados em pesquisa de implementação. Outros requisitos de elegibilidade diferem para cada agência financiadora. Embora apenas pesquisadores qualificados possam se candidatar a esta oportunidade de financiamento, a colaboração com as partes interessadas, como comunidades e grupos de pessoas que vivem com DCNTs, formuladores de políticas locais, profissionais de saúde pública e clínica, líderes de organizações não governamentais e/ou outros cujas organizações ou comunidades possam se beneficiar da pesquisa, é um requisito para esta chamada. O orçamento para esta chamada é de R$ 4.500.000,00. Os candidatos podem solicitar até US$ 270.000 por projeto. No Brasil, a FAPESP financiará até 3 projetos. As inscrições se encerram no dia 31/05/2022. Acesse o edital completo aqui.

  • Compartilhe sua experiência com diabetes com a OMS - participe até 28/02/2022

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) está lançando uma pesquisa para aprender com as experiências de quem vive com diabetes, para melhorar a forma como a OMS pode falar sobre diabetes de maneira precisa, impactante e convincente. Com base no trabalho do Global Diabetes Compact e no trabalho em evolução na integração de indivíduos com experiência de vida, a pesquisa visa adotar uma abordagem inovadora para fortalecer a alfabetização em saúde da OMS e os esforços de defesa das comunicações sobre o diabetes. Se for bem-sucedida, abordagens semelhantes podem ser adotadas em outras áreas relacionadas a doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) no futuro. Todas as pessoas com 18 anos ou mais que tenham uma "experiência direta" (viver com diabetes) ou "experiência indireta" (uma conexão pessoal ou profissional com alguém que vive ou viveu com diabetes) podem participar. A pesquisa está disponível em inglês e chinês, inclui 12 perguntas, levará cerca de 20 a 30 minutos para ser concluída e será encerrada em 28 de fevereiro. Acesse o questionário da pesquisa aqui.

  • OMS publica novo relatório da Cúpula Global do Diabetes

    Em 1921, a insulina foi co-descoberta por pesquisadores canadenses da Universidade de Toronto. Essa descoberta foi um passo revolucionário e salvador de vidas, pois o diabetes passou de ser uma sentença de morte para uma condição com possibilidade de manejo, salvando milhões de vidas em todo o mundo. Para marcar o centenário da descoberta da insulina, e com o apoio da Universidade de Toronto, a OMS e o Governo do Canadá organizaram o Global Diabetes Summit. A Cúpula aumentou a conscientização sobre o diabetes ser um desafio global e destaca o que mais precisa ser feito para melhorar os resultados no mundo todo. O relatório do Global Diabetes Summit foi publicado em inglês e francês e apresenta as perspectivas de Chefes de Estado e Ministérios da Saúde, agências da ONU, sociedade civil, academia e pessoas com experiências vividas de diabetes, encontrando quatro temas principais: O triunfo da descoberta da insulina está sendo desfeito pela tragédia da distribuição desigual; Todas as pessoas que vivem com ou em risco de diabetes precisam de um sistema de saúde forte; É essencial que as pessoas que vivem com ou em risco de diabetes recebam uma variedade de serviços, não importa quem sejam ou onde morem; Abraçar o engajamento significativo de pessoas que vivem com ou em risco de diabetes significa menos morte, menos sistemas de saúde destroçados e menos miséria econômica. Acesse o relatório completo aqui.

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