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Relatório Reunião de 24/10/25 - GT Condições Respiratórias Crônicas

  • Foto do escritor: FórumCCNTs
    FórumCCNTs
  • 8 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

Facilitadora


Juliana Franceschini Pereira

Fundação ProAR


Co-facilitador


Valter Costa

Conselho Federal de Farmácia do Estado de São Paulo  (CRF-SP)


PROBLEMA PRIORITÁRIO: Falta de conhecimento e capacitação dos profissionais da Atenção Primária em Saúde (APS) sobre sinais/sintomas, diagnóstico e cuidados com pessoas que vivem com doenças respiratórias crônicas, como asma, DPOC, fibrose e polipose nasal.


MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2025: Maior número de municípios aderindo a capacitações na APS; Atualização dos PCDT de asma e DPOC; Conseguir apoio de influenciadores, personalidades e políticos de todas as esferas para dar visibilidade à pauta.


AÇÕES PARA 2025: 


1.    Aumentar a capacitação dos profissionais da APS.


Houve avanços. Continua sendo uma ação prioritária. Sim, houve avanços, especialmente porque diversas instituições, incluindo a ProAR, vêm promovendo cursos de capacitação e produzindo conteúdos educativos voltados para os profissionais da Atenção Primária em Saúde (APS). Apesar dos progressos, a ação continua prioritária devido ao grande número de profissionais que atuam na APS em todo o Brasil e ao constante turnover nessa área, o que exige esforços contínuos de formação e atualização para garantir o cuidado adequado às pessoas com doenças respiratórias crônicas.


2.   Estimular o engajamento de gestores municipais no melhor cuidado das doenças respiratórias.


Houve avanços. Continua sendo uma ação prioritária. Sim, houve avanços: em vários municípios é possível observar maior envolvimento dos gestores com o tema, inclusive com a criação de protocolos locais para o cuidado das doenças respiratórias. Esses passos mostram que a pauta tem ganhado visibilidade e espaço nas agendas municipais de saúde. Apesar desses progressos, ainda é preciso ampliar o movimento para que a participação dos gestores seja mais homogênea em todo o país. Consolidar esse engajamento é essencial para fortalecer as redes de atenção e garantir a continuidade das ações em larga escala.


3.   Aumentar o acesso aos medicamentos por meio da APS.


Não mudou. Continua sendo uma ação prioritária.


Atualizações: Os membros do GT organizam e/ou apoiam importantes ações que contribuem para as mudanças esperadas. Entre elas, destacam-se: o Seminário Anual da ProAR, que em 2025 discutiu o novo PCDT de DPOC com foco na assistência farmacêutica; o Mês da DPOC da ProAR, com lives voltadas a profissionais de saúde e pessoas com DPOC; o Fórum sobre Cuidados Adequados da Asma e da DPOC do GEPRAPS, entre outros.


Participantes Preenchimento Formulário Pré 17º Encontro do FórumCCNTs:


  • Angela Honda – Unifesp

  • Claudia Albertini – Biologix

  • Elton Prates – ABEN/MG

  • Fátima Rodrigues – ASBAI

  • Juliana Franceschini Pereira – Fundação ProAR

  • Marlise – MyDIGICARE 

  • Milena Vita – Boehringer Ingelheim

  • Mônica Aragão – Sanofi

  • Paulo Correa – Abead e UFOP

  • Raissa Cipriano – ASBAG

  • Sônia Martins – GEPRAPS

  • Valter Costa – CRF-SP


Participantes da Reunião Online durante o 17º Encontro do FórumCCNTs:


  • Fernanda de Oliveira – Chiesi

  • Lohana Alonso – Achê

  • Raissa Cipriano – ASBAG


Especialistas que estiveram em parte da última reunião e fizeram recomendações ao GT:


  • Veronica Wottrich (CONASEMS)

  • Maria José Evangelista (CONASS)

  • Fernando Freitas (A.C.Camargo)


Recomendações dos especialistas: Necessário evoluir a Atenção Primária à Saúde com um modelo que valorize a capacitação e a atuação dos profissionais, considerando toda a jornada da pessoa buscando encontrá-la ao enfrentar seus principais gargalos, inclusive por meio da ampliação do acesso a tecnologias. Mesmo recursos simples, como a incorporação do peak flow para o controle da asma, podem fazer grande diferença. Também é fundamental reduzir a burocracia da assistência farmacêutica, especialmente em municípios menores, e aprimorar a orientação às pessoas, utilizando agentes comunitários de saúde para guiá-los no acesso adequado aos diferentes níveis de atenção. Por fim, torna-se indispensável a criação de uma política ou programa que garanta continuidade a essas ações, evitando perdas ou desigualdades entre os municípios.



 
 
 

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