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  • Por que precisamos de uma reforma tributária 3S: Saudável, Sustentável e Solidária?

    Membro da Comissão Consultiva do FórumDCNTs, Mônica Andreis, publica com sua colega da ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, texto sobre proposta de uma reforma tributária saudável, sustentável e solidária. Leia abaixo. Não temos um presidente como o norte-americano, Joe Biden, que propõe o aumento da taxação de grandes fortunas para cobrir gastos sociais, mas estamos com uma oportunidade ímpar de criar um sistema tributário que promova a distribuição de renda e corrija injustiças sociais que se agravaram com a maior crise da história. Atravessamos uma tragédia sanitária que pode ser traduzida em números que, infelizmente, não param de crescer e nos assustar. Já são mais de 400 mil mortes. O contingente de desempregados bate os 14 milhões. E mais de 19 milhões de brasileiros e brasileiras não têm o que comer. Por tudo isso, é inaceitável que o debate em torno de uma nova política de arrecadação se restrinja a mexer em aspectos limitados, ainda que de importância econômica, como simplificação e racionalização. Deputados e senadores precisam se envolver na construção de uma reforma tributária saudável, sustentável e solidária, a qual chamamos de 3S. A proposta de uma reforma tributária saudável, sustentável e solidária foi apresentada ao Congresso Nacional pela ACT Promoção da Saúde, pela Oxfam e pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), em seminário promovido pela Frente Parlamentar de Apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O projeto propõe o aumento dos impostos sobre produtos que fazem mal à saúde e ambiente, como tabaco, bebidas adoçadas, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, combustíveis fósseis etc. A medida poderia gerar recursos para o enfrentamento dos problemas causados por esses produtos e, ainda, representar uma ferramenta importante para promover a redução do consumo, como comprova a literatura científica e a experiência internacional. A política de preços e impostos de tabaco adotada entre 2011 e 2016 é um caso exemplar, pois ela foi a grande responsável pela redução do número de fumantes, juntamente com outras medidas de regulamentação do produto, como proibição da propaganda geral e em pontos de venda e da lei antifumo, que proibiu fumar em espaços fechados de uso coletivo. A política de preços e impostos, entretanto, não teve ajustes recentes e já observamos um leve aumento na prevalência. Não faltam evidências também para confirmar que as consequências das mudanças climáticas e o aumento de consumo de produtos ultraprocessados sobrecarregam o sistema de saúde, que já vinha se desidratando com a limitação de investimentos imposta pelo teto de gastos. Um maior aporte de recursos, portanto, seria mais que bem-vindo quando o governo federal se mostra incapaz de enfrentar os desafios da pandemia e, ainda extingue ou enfraquece políticas públicas que foram decisivas para a melhoria da qualidade de vida da população. Aqui, cabe ressaltar ainda que, apesar de incidir sobre o consumo, esse tipo de tributação tem caráter progressivo. Fica fácil compreender esse fenômeno quando se sabe que os mais pobres são os que mais sofrem com efeitos das mudanças climáticas e com os agravos associados ao consumo de alimentos e produtos de tabaco que fazem mal. A redução desses consumos diminuirá a carga de doenças e os custos financeiros futuros dos mais pobres. Diante da proposta do presidente da maior economia capitalista do planeta de aumentar a taxação de grandes fortunas para a reconstrução do país, nossa iniciativa não é ambiciosa, mas realista. De fato, estamos apenas propondo medidas aprovadas em diversos países e com exemplos positivos. Em vez de aumentar impostos sobre livros, que tal uma reforma tributária que garanta uma fonte inovadora de financiamento e ainda promova a saúde, sustentabilidade e justiça social? Está em nossas mãos. Fonte: https://jornalistaslivres.org/por-que-precisamos-de-uma-reforma-tributaria-3s-saudavel-sustentavel-e-solidaria/

  • IDF lança o KiDS Advocacy Toolkit

    O KiDS Advocacy Toolkit fornece informações e dicas para ajudar defensores a encorajarem os tomadores de decisão locais ou nacionais a trazer educação sobre diabetes nas escolas. Este toolkit tem ferramentas que podem ser usadas para planejar ações de advocacy para outras DCNTs também, com diversas finalidades. O kit de ferramentas é destinado a qualquer pessoa interessada em diabetes, educação, saúde e / ou ambiente escolar. Que podem ser: Crianças e adultos vivendo com diabetes Pais, cuidadores e tutores de crianças com diabetes Associações locais e nacionais de diabetes Organizações da sociedade civil que trabalham com educação, saúde e / ou direitos humanos Estudantes, funcionários e órgãos relevantes (conselhos escolares, associações de pais, associações de professores, professores sindicatos) Profissionais de saúde Baixe aqui o material completo.

  • Estudo observa mais acidentes vasculares cerebrais em jovens que se infectaram pelo COVID-19

    Um novo estudo realizado com pessoas hospitalizadas durante a pandemia do COVID-19, encontrou uma taxa mais elevada de vítimas jovens e saudáveis ​​de AVC, em comparação com as médias antes do início da pandemia. Os pesquisadores levantaram dados de 136 hospitais, em 32 nações, e descobriram que cerca de 25% das pessoas com AVC, que também haviam adoecido com COVID-19, tinham menos de 55 anos. No ano anterior, somente 10-15% das pessoas com AVC eram daquela faixa etária. O estudo divulgado na revista científica "Stroke" também descobriu que, além de serem COVID-positivos, cerca de 25% das pessoas com AVC estudados não tinham outros fatores de risco óbvios, como pressão alta, diabetes ou tabagismo. E muitas das vítimas de derrame tiveram casos de COVID-19 assintomáticos. Os resultados do estudo se correlacionam com um número crescente de observações anedóticas de que COVID-19 parece ser um fator de risco adicional para derrame, devido à tendência do vírus de estimular a coagulação do sangue, entre outras respostas patológicas à doença. O estudo analisou dados de pessoas com teste positivo para coronavírus após terem sido hospitalizados por acidente vascular cerebral e outros eventos cerebrais graves. Dos 136 diferentes centros médicos participantes, pelo menos 71 relataram uma pessoa que teve um acidente vascular cerebral durante sua internação por coronavírus ou logo depois. A pesquisa deve ajudar os médicos a entender melhor "a conexão entre o coronavírus e derrames em pessoas mais jovens, como resultado de bloqueios em vasos sanguíneos maiores", disse um dos co-autores do estudo, Professor Ronen Leker, da Universidade Hebraica de Jerusalém , em um comunicado de imprensa da Universidade Hebraica. Igualmente preocupante, 144 das vítimas de AVC COVID-positivo não tinham sintomas reconhecíveis do vírus, como tosse, febre; portanto, o diagnóstico de COVID-19 veio somente depois que eles foram internados no hospital por acidente vascular cerebral. Leia o estudo completo aqui.

  • 4/12 - Live Obesidade, Uma Doença Séria que tem Tratamento (às 16h)

    Participe desta Live e entenda porque a obesidade deixou de ser apenas fator de risco para diabetes, câncer e outras condições crônicas e passou a ser entendida como uma doença por si só. Especialistas no assusto abordarão desde o impacto dessa condição na saúde dos brasileiros (ainda mais durante a pandemia de COVID-19) até os planos do Ministério da Saúde e os protocolos e as opções de tratamento. Objetivos Identificar o impacto da alta prevalência de obesidade e as consequências do aumento de peso sobre a saúde da população no Brasil. Entender os fatores de risco e as opções de tratamento para a obesidade. Frear a continuidade do crescimento das taxas de obesidade na população adulta e infantil. Agenda: 16h00 - Abertura (Dr. Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) - Depoimento: Alessandro de Caprio (Vídeo) 16h15-16h20 - Podemos dizer que há uma epidemia de Obesidade no Brasil? Quais os riscos?(Dra. Andrea Pereira, Obesidade Brasil) (Vídeo) 16h25-16h30 - Fatores de risco e como ter a prevenção da Obesidade Infantil (Elisa Proença, Instituto Desiderata) (Vídeo) 16h35-16h40 - Quais as opções de tratamento para Obesidade? (Dr. João Salles, Santa Casa SP) (Vídeo) 16h45-16h50 - Quando a cirurgia bariátrica é indicada? (Dr. Marco Aurélio, FMUSP) (Vídeo) 17h05-17h10 - Quais os planos de enfrentamento da obesidade no Brasil? (Dra. Gisele Bortolini, Ministério da Saúde) (Vídeo) 17h15-17h30 - Debate "Logo após o IBGE publicar recorde de obesidade no Brasil, foi divulgado o PCDT para prevenir e tratar essa condição. Será agora controlado esse desafio de saúde coletiva?" (moderação: Dr. Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Alessandro de Caprio Dra. Andrea Pereira, Obesidade Brasil Elisa Proença, Instituto Desiderata Dr. João Salles, Santa Casa - SP Dr. Marco Aurélio, FMUSP Dra. Gisele Bortolini, Ministério da Saúde Biografias: Andrea Pereira, MD, PhD (Obesidade Brasil) Graduada em medicina pela UNIFESP, Especialista em Nutrologia, Doutora em Obesidade e Cirurgia Bariátrica pela UNIFESP. É médica Nutróloga da Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein, membro da Comunidade Canadense de Terapia Nutricional e do Comitê de Cuidados Paliativos e de Suporte da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. Co-fundadora e presidente do Instituto Obesidade Brasil. Elisa Proença, MSc (Instituto Desiderata) Graduada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, ENSP/FIOCRUZ e Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Alimentação, Nutrição e Saúde do Instituto de Nutrição/UERJ - PPGANS, na linha de Políticas Saberes e Práticas em Alimentação e Nutrição. Preceptora docente no Centro Universitário Celso Lisboa para a graduação de nutrição, integrante da equipe de Apoio Técnico Institucional à Superintendência da Atenção Primária no Estado do Rio de Janeiro (SAPS/SES - RJ), sendo parte da equipe de referência estadual dos programas Academia da Saúde, Saúde na Escola e Crescer Saudável. Atualmente Analista de Saúde na área de Obesidade, no Instituto Desiderata. Gisele Bortolini, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2005), Mestre em Ciências Médicas (2008) pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e especialização em Gestão de Políticas de Alimentação e Nutrição pela Fiocruz (2009) e especialização em Gestão Pública na Saúde pela Universidade de Brasília (2016). Doutorado em Nutrição pela Universidade de Brasília, na Linha de Pesquisa: Nutrição Social. Experiência na área de Saúde Pública e Nutrição atuando principalmente nos temas: Gestão de Políticas Públicas de Saúde e de Alimentação e Nutrição, Atenção Primária, Promoção da Saúde e avaliação das condições de saúde da população brasileira e da efetividade de ações. Atualmente é Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição no Ministério da Saúde. João Salles, MD, PhD (Santa Casa de Misericórdia) Graduado em Medicina pela Universidade Severino Sombra, especialização em Endocrinologia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP), Doutorado em Medicina (Endocrinologia Clínica) pela Universidade Federal de São Paulo e residência-médica pela Universidade de Taubaté. Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Presidente da Comissão Científica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Atualmente Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Marco Aurélio, MD, PhD (HC/FM/USP) Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (1985), Mestrado (1995) e Doutorado (2000) em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Livre-Docência pela USP. Pós-doutorado como Research Fellow na University of Southern Califórnia (2004). Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo e membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD), onde é Presidente da Comissão de Título de Especialista. Linhas de pesquisa relacionadas à obesidade, cirurgia bariátrica e metabólica, com atividade assistencial especialmente voltada à cirurgia laparoscópica e robótica. Atualmente é Professor Associado da Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor da Unidade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde.

  • FórumDCNTs se Une à Campanha Hora da Vacina, pela Imunização Contra COVID-19

    O FórumDCNTs se uniu às entidades Horas da Vida e União BR para apoiar a campanha #HoradaVacina que tem como objetivo conscientizar a população brasileira sobre a importância da vacina de COVID-19 e combater à desinformação. Para contribuir com a campanha, convidamos a Dra. Hermelinda Pedrosa, participante ativa do Grupo Temático de Diabetes do FórumDCNTs, ex-presidente e atual representante da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), para gravar um vídeo esclarecendo a importância dessa vacina para pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). O FórumDCNTs já se posicionou outras vezes a favor de medidas efetivas para o enfrentamento à COVID-19. Em uma das ocasiões, em parceria com o movimento TJCC e outros proponentes, encaminhou ao governo uma carta assinada por 217 entidades solicitando ações imediatas e emergenciais para enfrentamento da COVID-19, com especial foco na proteção do grupo de risco de pessoas com DCNTs. O conteúdo desta carta foi visto com bons olhos pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que fez questão de endossá-la também! Antes disso o FórumDCNTs já havia se pronunciado, alertando sobre a necessidade de priorizar grupos de pessoas com DCNTs na vacinação para COVID-19, de forma alinhada às recomendações da OMS. Isso devido ao fato de serem esses grupos de maior risco para agravamento e morte por esse vírus. Divulgamos, ainda, o bom trabalho do estado da Bahia, que usou um filtro muito adequando para iniciar a priorização já em março, e depois ampliar, a vacinação de pessoas com doenças crônicas. Neste momento, alertamos que em muitos estados e cidades a priorização por risco de agravamento está ameaçada por grupos que fazem pressão política, econômica ou mesmo judicial para "furar a fila da vacina". O FórumDCNTs espera que as autoridades mantenham seu compromisso com a saúde pública e se coloca à disposição para quaisquer dúvidas e/ou auxiliar na otimização do plano de imunização baseado em evidências científicas. Saiba mais sobre a campanha #HoradaVacina pelo site: www.horasdavida.org.br/horadavacina

  • Nações Unidas lançam materiais para ajudar a formar novas parcerias para os ODS

    As Parcerias para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são iniciativas de múltiplas partes interessadas voluntariamente realizadas por governos, organizações intergovernamentais e outras partes interessadas, cujos esforços estão contribuindo para a implementação da Agenda 2030. Apesar dos desafios impostos pela pandemia do COVID-19, as Nações Unidas (ONU) lançou o documento Parcerias em resposta ao COVID-19 - Reconstruindo melhor juntos, fornecendo respostas urgentes de saúde e socioeconômicas e apoiando as comunidades para conviverem com a pandemia, bem como trabalhando para uma recuperação pós-pandemia, garantindo uma reconstrução dos sistemas de saúde. Este estudo analisou 36 parcerias para alavancar e trocar experiências, combinando e integrando recursos de parceiros e trabalho colaborativo para gerar transformações de sistema. Foi publicado também o documento Os impactos do COVID-19 no envolvimento de stakeholders para os ODS que apresenta novos dados sobre os impactos que o COVID-19 teve no envolvimento de stakeholders na implementação, acompanhamento e revisão dos ODS em níveis nacional, regional e subnacional. Também busca catalogar efeitos importantes, destacar desafios e apresentar boas práticas e inovação para o engajamento das partes interessadas. O documento se baseia nas respostas de duas pesquisas: uma para pontos focais do governo que apoiam os países da Revisão Nacional Voluntária (VNR) 2020/21 e outra para todas as partes interessadas. Leia também: Como os stakeholders da sociedade civil devem relatar sua contribuição para a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável? e O mundo em lockdown e o desenvolvimento em espera.

  • Anvisa disponibiliza novos modelos para a rotulagem nutricional

    A Gerência-Geral de Alimentos (GGALI) da Anvisa disponibilizou, no portal da instituição, os arquivos usados como base para a construção dos modelos  da tabela de informações nutricionais e da rotulagem frontal. Também foi disponibilizada a malha construtiva usada como base para a rotulagem frontal. A malha é um recurso de design, neste caso usado para orientar o alinhamento e as proporções dos elementos gráficos que devem ser utilizadas na rotulagem. De acordo com a GGALI, a publicação dos arquivos visa favorecer a adequada implementação dos regulamentos sobre rotulagem nutricional, aprovados pela Diretoria Colegiada (Dicol) da Agência e que entrarão em vigor a partir de outubro de 2022. A medida pretende facilitar a compreensão das informações nutricionais presentes nos rótulos dos alimentos e, assim, auxiliar o consumidor a realizar escolhas alimentares mais conscientes. As normas estabelecem mudanças na legibilidade, no teor e na forma de declaração na  tabela de informação nutricional e nas condições de uso das  alegações nutricionais. Contrariando um estudo realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que mostrou que as advertências octogonais são as mais fáceis de entender e usar pelos consumidores jamaicanos que escolhem alimentos e bebidas em supermercados em nove freguesias em todo o país, aqui no Brasil a nova rotulagem trará na embalagem uma lupa na parte da frente do produto que indica ao consumidor o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde (sódio, gordura saturada e açúcar adicionado). Saiba mais sobre a nova rotulagem.

  • USP lança cartilha sobre saúde mental em pandemias e situações de desastres

    Pesquisadores da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto criaram uma cartilha que incentiva autoconhecimento e ensina primeiros socorros em saúde mental na pandemia, por meio de textos simples e ilustrados. O material foi pensado para incentivar o autoconhecimento, o reconhecimento das próprias emoções e as das pessoas próximas e a busca por ajuda profissional, caso necessário. Com textos simples e ilustrações, a cartilha oferece ferramentas práticas para auxiliar os indivíduos a lidar melhor com o estresse e o medo, principalmente em períodos marcados por desastres e pandemia. O objetivo é amenizar sofrimentos e os impactos negativos que podem ter repercussões a curto, médio e longo prazo. Como um manual, a cartilha indica maneiras de reconhecer sentimentos negativos e necessidades de um indivíduo, de incentivá-lo a falar sobre o que sente e de motivar a procura de um profissional psiquiátrico. Acesse a cartilha Saúde Mental em Pandemias e Situações de Desastres aqui.

  • AME e CDD lançam e-book sobre a importância da participação social

    A participação social é um dos pilares mais importantes da democracia e o principal meio de fazer com que as demandas da população sejam respeitadas. Pensando nisso, a AME (Amigos Múltiplos pela Esclerose) em parceria com a CDD (Crônicos do Dia a Dia), preparam um e-book explicando diferentes formas de participação e sua importância, para que a população também participe dos processos de decisão e efetivação de direitos. No e-book são abordados tópicos como: O funcionamento da saúde pública no Brasil; O processo de incorporação de novas tecnologias; Quais são os órgãos envolvidos nesse processo e suas responsabilidades. Baixe o e-book participação social de forma gratuita.

  • Prêmio UBS ao Empreendedor Social Décima Terceira Edição - inscrições até 17/5/2021

    Através do Visionaris, UBS tem como objetivo identificar e premiar iniciativas de alto impacto social e ambiental que, com uma abordagem inovadora e escalável, estão contribuindo para o cumprimento de um ou mais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas: Erradicação da pobreza Saúde e bem-estar Educação de qualidade Água potável e saneamento Redução das desigualdades Consumo e produção responsáveis Ação contra a mudança global do clima O vencedor do Visionaris 2021 receberá um diploma e a quantia de USD 25.000 (vinte e cinco mil dólares americanos) ou seu equivalente em moeda nacional, por transferência bancária em nome da organização, para executar o modelo que ajudará na realização de um ou mais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável descritos na seção anterior. Cada um dos outros três finalistas receberá um diploma e a quantia de USD 5.000 (cinco mil dólares americanos) ou seu equivalente em moeda nacional, por transferência bancária em nome da organização que terá como objetivo usar relacionada ao seu projeto. Além da contribuição econômica, os candidatos finalistas terão a oportunidade de participar de diversos seminários sobre comunicação e temas relacionados à gestão efetiva de uma empresa social. Além a participação no evento de premiação é uma oportunidade para ampliar a rede de contatos e potenciais doadores, que é um aspecto não econômico do prêmio que também deve ser considerado. Saiba mais sobre o prêmio UBS ao empreendedor social.

  • Tabagismo agrava a crise econômica da COVID-19

    O enfrentamento da pandemia da COVID-19 tem demandado dos governos um grande esforço concentrado de articulação, investimentos em recursos humanos, técnicos e financeiros. Entre os infectados por COVID-19, os fumantes têm um risco duas vezes maior de internações em unidades de terapia intensiva, de necessitarem de ventilação mecânica e de evoluírem para óbito, se comparados a não fumantes infectados. Globalmente a pandemia de COVID-19 custou um total de 11,7 trilhões de dólares para todas as nações só em 2020. A pandemia de tabagismo custa anualmente 12% desse montante, ou seja, 1,4 trilhões de dólares para todas as nações. Já o total de impostos arrecadados sobre tabaco por todas as nações somam 250 bilhões de dólares ao ano. No Brasil, as doenças causadas pelo tabagismo custam R$125.148 bilhões ao ano, ou seja, o equivalente a 23% do que o país gastou em 2020 para enfrentar a pandemia (R$ 524 bilhões). Já o total de impostos arrecadados sobre cigarros gira em torno de 13 bilhões de reais ao ano. Esses custos são ainda maiores pois não incluem os gastos com ações de prevenção e tratamento para cessação do tabagismo, nem de prevenção e mitigação dos danos sanitários, sociais e ambientais decorrentes da produção de tabaco e do mercado ilegal de tabaco. Estudos mostram que o aumento dos impostos e preços dos cigarros é a medida mais efetiva para motivar fumantes a deixarem de fumar e para inibir a iniciação de crianças e adolescentes no tabagismo - especialmente nas populações mais pobres. Indicam que um aumento de preços da ordem de 10% é capaz de reduzir o consumo de cigarros em cerca de 8% em países de baixa e média renda, como o Brasil. No entanto, o último ajuste dos preços mínimos dos cigarros aconteceu em 2016 e, desde então, o seu efeito em desestimular o consumo vem enfraquecendo. Dados do Vigitel de 2019 mostram uma tendência de recrudescimento do tabagismo sobretudo nos grupos de menor escolaridade e, portanto, de menor renda. Em 2018 a Forbes divulgou dados de uma pesquisa sobre o preço de um maço de cigarros ao redor do mundo, ficando o Brasil na 72ª posição entre 91 países analisados. Enquanto na Austrália o maço de cigarro custa até 20 dólares, no Brasil custa, em média, US$ 2,22 – um dos preços mais baixos de todo o mundo. Leia também: Reforma Tributária e a importância do Imposto Seletivo sobre produtos de tabaco para reduzir o tabagismo e O impacto do tabagismo custa o equivalente a 20% do auxílio emergencial em 2020 Fonte:https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document/folheto_covid_x_reforma_tribaria_iecs_2020_1.pdf

  • Pesquisa aponta que Alzheimer pode aumentar riscos de gravidade e morte pelo novo coronavírus

    Condições mentais e neurológicas estão entre as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) com maior risco de agravamento de COVID-19. De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Butantan, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, pessoas com Alzheimer tem três vezes mais risco de gravidade e morte por COVID-19. Essa chance pode ser aumentada em até seis vezes se a pessoa tiver mais de 80 anos. Os resultados do estudo, foram descritos em um artigo publicado na revista Alzheimer's&Dementia: The Journal of the Alzheimer's Association. A demência já tinha sido identificada como um fator de risco para COVID-19 junto com outras comorbidades, como doenças respiratórias, diabetes, hipertensão e câncer. Um dos motivos é a própria idade já que pessoas com algum tipo de condição mental, em média, são mais velhos e grande parte vive sob cuidados de outras pessoas em casa ou lares de idosos, o que aumenta o risco de contaminação e transmissão do novo coronavírus. A fim de esclarecer algumas dúvidas, os pesquisadores investigaram o número de diagnósticos positivos, hospitalizações e mortes por COVID-19 em uma coorte de 12.863 pessoas acima de 65 anos. Desse total de pessoas, 1.167 foram diagnosticados com COVID-19. Para considerar a idade como fator de risco, eles foram estratificados em três faixas etárias: de 66 a 74, 75 a 79 e 80 anos ou mais. Os resultados das análises estatísticas indicaram que todas as causas de demência, e particularmente a doença de Alzheimer, foram fatores de risco para gravidade e morte de pessoas hospitalizadas, independentemente da idade. Leia também: Projeto apresentado na FEBRACE utiliza musicoterapia no tratamento de Alzheimer e Relatório GT Saúde Mental e Neurológica. Fonte: https://agencia.fapesp.br/doenca-de-alzheimer-aumenta-riscos-de-gravidade-e-morte-por-covid-19/35679/

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