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  • Departamentos da ONU Lançam Manuais para Formação e Avaliação de Parcerias Multi-stakeholder

    O FórumDCNTs desde sua constituição reconhece a necessidade de colaboração entre as diferentes instituições dos setores público, privado e terceiro setor para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) sejam alcançados. As parcerias estão inclusive previstas no ODS 17, com o fim de potencializarem os demais ODSs. No caso do FórumDCNTs, o ODS 3.4, relativo à redução em 1/3 das mortes prematuras provocadas por DCNTs até 2030, é o principal foco. Apesar da relevância do ODS 17, é fato que raras instituições têm clareza sobre como propor ou entrar em uma parceria de qualidade para avanço dos ODSs. Pensando nisso, a ONU, através de uma série de seus principais departamentos e programas, elaborou guias para formação de parceria e avaliação da qualidade das parcerias, disponíveis nos links abaixo. As imagens acima e abaixo estão disponíveis no primeiro documento da lista. Guia Prático para Engajamento de Stakeholder e Agenda 2030 Criando um Assento à Mesa - Engajamento de Stakeholder para a Agenda 2030 Guia de Parcerias das ODSs O QUE É UMA 'BOA PRÁTICA'? (recém lançado) - estrutura para analisar a qualidade do engajamento das partes interessadas na implementação e acompanhamento da Agenda 2030 Formulário para Análise de Práticas de Engajamento das Partes Interessadas para Implementação e Acompanhamento de ODSs (recém lançado)

  • Custo-Efetividade de Point-of-Care de A1C na APS-SUS por Membros do FórumDCNTs

    Realizado por membros do FórumDCNTs, o estudo Cost-Effectiveness of Point-of-Care A1C Tests in a Primary Care Setting, teve por objetivo avaliar a relação custo-eficácia do dispositivo de teste de ponto de atendimento A1c (POC-A1c) versus a dosagem laboratorial tradicional em um ambiente de atenção primária para pessoas que vivem com diabetes tipo 2. Este estudo avaliou dados de pessoas vivendo com diabetes mellitus (DM), atendidas nas 16 UBS da zona urbana de Vitória da Conquista. O acompanhamento de 18 meses dos participantes foi realizado por um grupo de pesquisa como parte do Programa HealthRise, que é uma iniciativa global que visa melhorar o acesso e o atendimento de qualidade para indivíduos em comunidades carentes com DM e hipertensão. O projeto local incluiu apoio para reorganização do fluxo de trabalho, compra de dispositivos médicos e de informática, implementação de prontuários eletrônicos, treinamento de profissionais de saúde em protocolos de gerenciamento de DM e hipertensão, qualificação de agentes comunitários de saúde, realização de feiras de saúde para detecção de DM e hipertensão em pessoas ainda não diagnosticadas e monitorar os resultados de dados de testes clínicos, como A1c e pressão arterial. Além disso, algumas novas tecnologias, como dispositivos POC-A1c, foram avaliadas em um ambiente da vida real de atenção primária. Nessa unidade, os indivíduos sem resultados recentes do teste A1c foram testados antes da consulta médica. Os indivíduos que apresentaram um resultado de teste A1c acima do nível-alvo foram agendados para um novo teste 3 meses depois, de acordo com o fluxo de trabalho de rotina. O consentimento informado foi exigido de todos os indivíduos. Nenhuma intervenção direta médica foi feita. O estudo demonstrou que o uso de dispositivos POC-A1c em ambientes de cuidados primários é uma alternativa econômica para monitorar a hemoglobina A1c glicada como um marcador de gerenciamento de glicose no sangue em pessoas que vivem com diabetes tipo 2. Comparado a um teste laboratorial centralizado, o uso do dispositivo POC-A1c em uma unidade de saúde aumentou a chance de manejo precoce do diabetes tipo 2 e reduziu os custos em relação aos desfechos relacionados ao DM. Leia o estudo completo.

  • DCNTs: Uma das 10 principais questões de saúde da OMS para 2021

    2020 foi um ano conturbado para a saúde global. Um vírus, até então desconhecido, se espalhou pelo mundo todo deixando um rastro de morte, caos e revelando as inadequações dos sistemas de saúde. Hoje, os serviços de saúde do mundo todo estão lutando para combater o novo coronavírus e fornecer cuidados adequados para pessoas que vivem com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). A pandemia ameaça atrasar o progresso da saúde global conquistado com tanto esforço e, em 2021, todos os países precisarão continuar a lutar contra o coronavírus, ao mesmo tempo que deverão reforçar seus sistemas de saúde. Este ano, a OPAS trabalhará junto com os ministérios da Saúde não só para combater a COVID-19, mas também para abordar os temas de saúde universal, desigualdades em saúde, resistência a medicamentos, doenças crônicas não transmissíveis e outros obstáculos à saúde e ao bem-estar. Em 2020 ficou evidente como as pessoas que convivem com DCNTs são vulneráveis ​​ao novo coronavírus e como é vital garantir que programas de triagem e gerenciamento para condições como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares sejam acessíveis a todos os que precisam deles. A OPAS enfatizará que os países precisam trabalhar em conjunto, envolvendo todo o governo, não só o setor da saúde, e assegurar que ninguém fique para trás nas iniciativas de saúde. A OPAS ajudará os países a construir sistemas de saúde fortes e populações saudáveis, apesar da crise sem precedente de nosso segundo ano de pandemia. Veja aqui as 10 questões de saúde da OMS/OPAS. Fontes: https://www.who.int/news-room/spotlight/10-global-health-issues-to-track-in-2021 https://www.paho.org/pt/10-questoes-saude-essenciais-para-americas-em-2021

  • Financiamento de Projetos para Reduzir o Consumo de Tabaco - Inscrições até 5/2/2021

    A Iniciativa Bloomberg irá abrir uma nova rodada de financiamentos para projetos que busquem reduzir o consumo de tabaco. O programa fornece suporte para desenvolver e implementar intervenções de controle de tabaco de alto impacto, baseadas em evidências, e irá financiar projetos que serão aplicados por Organizações governamentais e não governamentais. Irão ser priorizados projetos que permitam melhorias sustentáveis ​​na legislação, regulamentos, políticas e programas sobre tabaco nos níveis nacional ou subnacional (estados, municípios), por exemplo: • Medidas relacionadas a preços e impostos, incluindo políticas para evitar o contrabando que estão ligadas a impostos sobre produtos de tabaco; • Proibição de publicidade direta e indireta, incluindo a promoção e patrocínio de produtos de tabaco; • Estabelecimento de locais de trabalho e locais públicos livres de fumo de tabaco; • Advertências sanitárias; • Aplicação do Artigo 5.3 da CQCT (relacionada às políticas previstas no MPOWER). O programa não financia programas educacionais, programas agrícolas ou de substituição de culturas, pesquisas básicas, estudos acadêmicos, pesquisas de prevalência ou serviços de cessação. O valor do financiamento deverá ser de US$ 50.000 e até US$ 250.000 por ano. Os projetos devem ter um período de execução entre seis e vinte e quatro meses. Saiba mais sobre o programa.

  • NCD Alliance publica relatório sobre a integração das DCNTs na cobertura universal de saúde

    O relatório da NCD Alliance, descreve o progresso global em direção à integração das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) na cobertura universal de saúde na era do COVID-19. Por meio de análises de entrevistas com especialistas da Austrália, Etiópia, Índia, Jordânia, México, Filipinas, Ruanda e Suécia, ele intermedia o conhecimento, apresentando exemplos de diversos países, e explora o papel da prevenção e dos cuidados com as DCNTs para aumentar a segurança da saúde à luz da pandemia de COVID- 19. Ele demonstra que existem métodos comprovados para integrar eficazmente às DCNTs na cobertura universal de saúde em nível nacional, em diferentes cenários econômicos, permitindo que os governos forneçam cuidados e proteção financeira para toda a população que convive com alguma DCNT. Esses esforços aumentarão a equidade e a produtividade e garantirão populações mais saudáveis ​​e seguras. O relatório foi desenvolvido pela NCD Alliance e realizado através da colaboração com oito alianças nacionais: a Australian Chronic Disease Prevention Alliance, Consortium of Ethiopian NCD Associations, Healthy India Alliance, Healthy Filipinas Alliance, Jordan NCD Alliance, México Salud-Hable Coalition, Ruanda NCD Alliance e Swedish NCD Alliance. Confira o relatório.

  • The Lancet publica dados para transformar cuidados com diabetes

    Em 2020 a comunidade global foi despertada para a fragilidade da saúde humana e a interdependência do ecossistema, da economia e da humanidade. Em meio à pandemia de COVID-19, a vulnerabilidade das pessoas com diabetes durante uma emergência de saúde pública tornou-se evidente pelo risco aumentado de pelo menos 2 vezes de doença grave ou morte, especialmente em pessoas que não tem um manejo adequado do diabetes, apresentam comorbidades ou ambos. Mais de 460 milhões de pessoas em todo o mundo têm diabetes e cerca de 80% delas vivem em países de baixa e média renda. Apesar dos inúmeros compromissos dos países para acelerar a ação global contra as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), o mundo não está chegando perto de alcançar a meta da ODS 3.4 para reduzir a mortalidade prematura causada pelas principais DCNTs em 30% entre 2015 e 2030. À frente do Dia Mundial do Diabetes, a Comissão de Diabetes do The Lancet lançou um plano para preencher as lacunas na prevenção, cuidado, conhecimento profissional e dados do diabetes que poderiam salvar milhões de vidas. O modelo elaborado pela Comissão mostra que o uso de uma estratégia integrada, baseada em dados e multicomponente poderia evitar até 800.000 mortes prematuras nos 10 principais países de baixa renda com as maiores populações de pessoas com diabetes. Este trabalho da Comissão incorpora 4 anos de extenso trabalho em curadoria, síntese e modelagem de dados, para incentivar políticos, colaboradores e planejadores a mudar coletivamente o ecossistema e melhorar o ambiente da prática clínica. Essas ações permitirão aos profissionais de saúde coletar dados sistematicamente durante a prática de rotina e usar esses dados de forma eficaz para diagnosticar precocemente, estratificar riscos, definir necessidades, melhorar o atendimento, avaliar soluções e promover mudanças nos níveis de assistência à pessoa com diabetes, sistemas e políticas para prevenir e melhorar o manejo do diabetes e outras DCNTs. Algumas evidências emergentes demonstram os possíveis efeitos prejudiciais do COVID-19 nas ilhotas pancreáticas, que implicam no potencial agravamento da epidemia de diabetes, aumentando a urgência dessas ações coletivas. A implementação das recomendações da Comissão exigirá uma abordagem de toda a sociedade para transformar ecossistemas e ambientes de cuidado. Saiba mais sobre as recomendações! Fonte: https://www.thelancet.com/commissions/diabetes

  • OMS destaca PNAE do Brasil em chamado para promoção de alimentação saudável

    Os ambientes públicos, como escolas, creches, lares de idosos, hospitais e outras instituições públicas de alimentação, podem desempenhar um papel fundamental para garantir que as pessoas recebam alimentos saudáveis ​​e ajudam a prevenir 8 milhões de mortes anuais causadas por alimentação insalubre. A Organização Mundial da Saúde (OMS) incentiva novas ações dos países para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas de aquisição de alimentos e serviços de alimentação que aumentem a disponibilidade de alimentos saudáveis, ​​por meio do estabelecimento de critérios nutricionais, para alimentos servidos e vendidos em ambientes públicos. O plano de ação também visa reduzir doenças que podem ser evitáveis ​​e mortes devido ao alto consumo de sódio e sal, açúcares e gorduras, especialmente gorduras trans, e ao consumo inadequado de grãos inteiros, legumes, vegetais e frutas. Vários países em todo o mundo já tomaram medidas para promover alimentação saudável ​​em estabelecimentos públicos. No Brasil, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) requer 30% do orçamento para compra de alimentos da agricultura familiar e exige que os cardápios sejam baseados em alimentos in natura ou minimamente processados ​​de acordo com a sustentabilidade, sazonalidade e diversificação agrícola da região. “Os governos em todo o mundo têm a responsabilidade de liderar pelo exemplo servindo e vendendo alimentos que melhoram a saúde de seu povo”, disse o Dr. Tom Frieden, presidente e CEO da Resolve to Save Lives, uma iniciativa da Vital Strategies. “Esta estrutura de ação é uma oportunidade de fazer das escolhas alimentares saudáveis ​​as escolhas padrão em grande escala.” Em setembro, o UN Food Systems Summit 2021 lançará novas ações ousadas para transformar a maneira como o mundo produz e consome alimentos, proporcionando progresso em todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os governos mundiais já assumiram vários compromissos para acabar com todas as formas de desnutrição, com a obesidade e as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). Este quadro de ação ajuda a alcançar metas que se enquadram nas ODS de erradicar a desnutrição (ODS 2), promover a saúde e o bem-estar (ODS 3) e promover práticas de compras públicas sustentáveis ​​(ODS 12) até 2030. Saiba mais sobre as ações.

  • Impacto da COVID-19 nos cuidados de pessoas com DCNTs de países de baixa e média renda

    A pesquisa global liderada pela IAPO e Universidade de Auckland, da qual o Brasil participou através de questionário Compartilhado pelo FórumDCNTs e respondido por pessoas com DCNTs, investigou dados em nove países de baixa e média renda, dos quais nas Américas além do Brasil participaram Argentina e México. O levantamento, apresentado pela primeira vez no Asian-Pacific Patients Congresso da IAPO, em 4 de dezembro, aponta como a pandemia global da COVID-19 perturbou os cuidados das pessoas com DCNTs em todo o mundo. A pesquisa foi respondida por 1.487 participantes. Os principais resultados encontrados através da pesquisa foram: • Desde o início da pandemia de COVID-19, cerca de 1 em 20 pessoas relatou ter sido infectada pelo novo coronavírus. Daqueles que foram infectados, metade disse que os indicadores de gerenciamento de sua condição crônica (glicemia, pressão arterial, etc.) ficaram fora do alvo. A maioria relatou que não houve mudança no manejo de suas DCNTs. • No geral, a maioria das pessoas relatou aumento nos sentimentos de estresse e solidão. • 16% das pessoas com DCNTs relataram que faltaram uma dose do medicamento, ou não conseguiram reutilizar a receita de seus medicamentos. • Aproximadamente um terço (31%) das pessoas com DCNTs relataram que tiveram dificuldade de acesso às consultas médicas de rotina, e cerca de 1 em cada 10 relatou não ter visitado o profissional de saúde antes da pandemia. • O motivo mais comum apresentado pelas pessoas com DCNTs para a omissão de uma dosagem do medicamento ou consulta médica regular foi o medo de contrair COVID-19 em ambientes de saúde. • Em uma pesquisa separada com profissionais de saúde da linha de frente, o mesmo grupo de pesquisadores descobriu que eles também relataram que o medo da COVID-19 era um fator que influenciava sua capacidade de cuidar das pessoas com DCNTs. Leia também: -FórumDCNTs publica estudos sobre o impacto da COVID-19 em pessoas com diabetes (aqui) -Fundador e coordenador do FórumDCNTs, alerta sobre o risco da 2ª onda do COVID-19 (aqui)

  • Envio de resumos para a 14ª Conferência EPH - Inscrições até 1/5/2021

    A submissão de resumos para a 14ª Conferência da European Public Health (EPH) em Dublin, Irlanda, está aberta de 1 de fevereiro a 1 de maio de 2021. Participe compartilhando seu trabalho com demais colegas da área. A Conferência EPH oferece excelentes oportunidades para aprender com as pesquisas e práticas mais recentes, para se relacionar com especialistas e colegas e para expandir horizontes profissionais. Os resumos podem ser expostos em workshops e apresentações únicas em todas as áreas de pesquisa, prática, política e educação em saúde pública. Os resumos são considerados para apresentações orais, de pitch e de pôster. As propostas de workshops são consideradas para sessões de 60 ou 90 minutos. Não perca a oportunidade de compartilhar o seu trabalho no maior evento de saúde pública da Europa. Para os menos experientes, um programa de tutoria será estabelecido. Saiba mais sobre a submissão dos resumos.

  • Podcast do FórumDCNTs sobre a Participação da Sociedade no Enfrentamento das DCNTs no SUS

    Ouça o Podcast aqui. De acordo com a Lei 8080 de 1990 (Lei Orgânica da Saúde), que instituiu o Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, a participação social é uma das diretrizes do SUS. No que desrespeito as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) como diabetes e epilepsia, o manejo social é fundamental na criação e no desenvolvimento de políticas de saúde voltadas a realidade da população brasileira. Eduardo Caminada Júnior (Viva com Epilepsia) têm epilepsia desde os três anos e, segundo ele, embora exista a lei, ainda há dificuldades em ter o acesso contínuo a medicação para diversos tratamentos o que pode agravar as condições e até levar a óbito. Além disso a falta de investimento em uma gestão de qualidade pode encarecer os custos para o próprio governo. Sheila Vasconcellos (ADILA) têm diabetes tipo 1 desde os quinze anos e, para ela, a participação da sociedade na gestão do SUS deve acontecer por meio de associações de pessoas que convivem com a condição e também pelos conselhos de saúde, espaços que segundo ela muitas vezes são inviabilizados e utilizados com fins políticos. Patrícia de Luca (AHF), que têm hipercolesterolemia familiar, adverte que o SUS se constitui a partir do dialogo com os demais atores. Atendida pelo SUS quase a vida toda, Patrícia sempre buscou fortalecer o vínculo com os profissionais de saúde em busca dos seus direitos. Através das redes sociais muitas pessoas conseguem se mobilizar e somar esforços para assegurar o cumprimento dos direitos estabelecidos pela Lei do SUS. Mesmo assim, o debate em ambientes instituídos como o FórumDCNTs permanece de grande relevância na luta por melhores condições na saúde pública.

  • Submissões de resumos para a APHA 2021 - inscrições até 21/3/2021

    A American Public Health Association (APHA) está aceitando submissões de resumos para apresentações orais e em pôsteres para a APHA 2021 Annual Meeting and Expo. Os autores são incentivados a enviar resumos sobre o tema do encontro - "Criando uma nação mais saudável: fortalecendo a conexão social" - e questões de saúde pública atuais e emergentes. Com a incerteza em torno do COVID-19, a APHA espera ter uma reunião híbrida e ainda está determinando como será. Ao enviar seu resumo, lembre-se de que o APHA 2021 poderá acontecer de forma virtual. As submissões dos resumos podem acontecer até o dia 21 de março e os aprovados serão notificados via e-mail no dia 1 de julho. Saiba mais sobre a APHA 2021!

  • Organização Mundial da Saúde: Gerenciando a infodemia - assinaturas até 14/2/2021

    Desde o início do surto, há mais de um ano, a pandemia do COVID-19 afetou gravemente diversas sociedades e economias. Da mesma forma, afetou profundamente a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo, incluindo a maneira como consumimos, produzimos e reagimos às informações. Graças às novas tecnologias, temos conseguido disseminar amplamente o conhecimento e as evidências sobre essa nova doença. No entanto, as plataformas de mídia social também são responsáveis por disseminar falsas e distorcidas informações. O Secretário-Geral da ONU e o Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) declararam que estamos lutando contra uma infodemia da mesma forma que estamos lutando contra uma pandemia. Infodemia é definida como um tsunami de informações - algumas precisas, outras não - que se espalha junto com uma epidemia. Se não for gerenciado adequadamente, um infodêmico pode ter impactos negativos diretos sobre a saúde das populações e a resposta da saúde pública ao minar a confiança na ciência e nas intervenções. A resposta a infodemia exige o apoio, desenvolvimento e aplicação de soluções eficientes que equipem os indivíduos e suas comunidades com o conhecimento e ferramentas para promover informações precisas sobre saúde e mitigar os danos que a desinformação causa. A OMS convida a sociedade civil e organizações para assinar o Call for Action - um movimento global para promover o acesso a informações de saúde e mitigar os danos da desinformação sobre saúde entre as comunidades online e offline. Acesse o questionário aqui.

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