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- World Heart Federation - Roadmap for the prevention of CVD among people living with diabetes
A iniciativa “Roadmap on the Prevention of Cardiovascular Disease Among People Living With Diabetes” lançada pela World Heart Federation (WHF) tem como objetivo identificar possíveis obstáculos no caminho para a prevenção, detecção e tratamento eficazes de doenças cardiovasculares (DCV) em pessoas com diabetes, juntamente com soluções baseadas em evidências para superá-los. Os documentos resultantes fornecem uma estrutura para traduzir a intenção estratégica em ação na integração de dados de estudos epidemiológicos, populacionais e de resultados cardiovasculares em planos nacionais para o gerenciamento ideal de DCV. As recomendações oferecidas nestes documento são relevantes em nível global, mas devem ser adaptadas dependendo do contexto local. O “caminho ideal de atendimento” para a prevenção, diagnóstico, monitoramento e acompanhamento de DCV entre pessoas vivendo com diabetes é a base para determinar barreiras e possíveis soluções, procurar exemplos práticos baseados em evidências e apresentar as principais áreas de ação que apoiarão um futuro melhor para esses pacientes. Este documento de alto nível tem como objetivo fornecer uma estrutura para mudanças que desafiará os líderes a abordar o tema, planejar e projetar intervenções com foco na prevenção primária e secundária da DCV entre pessoas com diabetes. Documentos: Video WHF Roadmap CVD Diabetes.pdf WEB - WHF CVD and Diabetes Roadmap.pdf
- EDITAL 60+: Instituto Pinheiro - Deadline 14/02/2020
O Instituto Pinheiro abre Edital para selecionar 5 novas Instituições Parceiras para o ano de 2020. As organizações selecionadas serão contempladas com a inserção ou ampliação do quadro de atividades para o público 60+. Mais informações, acesse.
- Edital 2020 da Brazil Foundation - Deadline 16/02/2020
A Brazil Foundation lançou a edição 2020 do seu tradicional edital anual de apoio a organizações da sociedade civil. Este ano, o financiamento será de 50 mil a 100 mil reais, a depender do tamanho da receita anual da instituição contemplada. As áreas temáticas de financiamento serão: Educação e Cultura; Direitos Humanos; Participação Cívica; Meio Ambiente; Desenvolvimento Socioeconômico; Saúde. Para mais informações, acesse aqui .
- Policy Brief: Alcohol Taxation and Pricing Policies in the Region of the Americas
A tributação é a política com melhor custo-beneficio para reduzir o consumo de álcool, com um custo de US $ 22 e 41 por DALY evitado nos países de baixa e média renda e naqueles com alta e média renda, respectivamente (este cálculo não leva em consideração o rendimento gerado pelos impostos sobre o álcool). De acordo com a mais recente ferramenta de modelagem desenvolvida pela OMS para doenças não transmissíveis, o apoio ao investimento na implementação de políticas de "melhor investimento" (aumento da tributação, restrições abrangentes à exposição à publicidade de álcool e limitações na disponibilidade de bebidas alcoólicas) em países de baixa e média renda indica que, para cada US $ 1 investido, os países devem esperar um retorno médio de US $ 9,13 Para obter o documento, acesse.
- GHIC Innovation Prize - deadline 31/01/2020
The Innovation Prize é um prêmio em dinheiro de US $ 10.000 e US $ 5.000, concedido aos dois melhores pitches de impacto social apresentados na Global Health & Innovation Conference 2020. Todos os inscritos na conferência - estudantes e profissionais, e organizações sem fins lucrativos e com fins lucrativos - são elegíveis para se inscrever no Innovation Prize. Os pitches de estágio inicial e o estágio estabelecido são igualmente elegíveis para os prêmios em dinheiro de US $ 10.000 e US $ 5.000. The Innovation Prize apóia idéias, programas e organizações desenvolvido localmente. Para mais informações, acesse.
- Million Lives Club - CELEBRATING INNOVATORS REACHING NEW HORIZONS OF IMPACT
O Million Lives Club celebra inovadores e empreendedores sociais que estão alcançando novos horizontes de impacto e melhorando a vida das pessoas que vivem com menos de US $ 5 por dia. Se sua inovação beneficiou 1.000.000 pessoas ou mais, ou se você está chegando a esse marco, a Million Lives Club quer ouvir você ! Sua jornada para escalar e o apoio que você recebeu de diferentes parceiros do ecossistema ajudará a inspirar outros inovadores e empreendedores sociais em todo o mundo. O Million Lives Club também tem como objetivo ajudá-lo a atrair recursos adicionais para levar sua inovação ao próximo nível de impacto. Para mais informações, acesse. Prazo: 24/01/2020
- Edital para nutrição - $75 mil - Prazo até 3/2/2020 - Resolve to Save Lives e Vital Strategies
Foi anunciada uma nova oportunidade de financiamento para iniciativas de nutrição pela Resolve to Save Lives e Vital Strategies que fará parceria com os governos municipal, estadual / provincial ou nacional para desenvolver, implementar e avaliar políticas públicas saudáveis de compras de alimentos. Procura-se programas que adotem uma abordagem de todo o governo ( whole-of-government approach), em vez de limitar a intervenção a uma agência governamental (por exemplo, escolas) e que tenham o compromisso de implementar políticas rapidamente e avaliar abertamente. As propostas devem abranger um prazo não superior a um ano e serão financiadas em até US $ 75.000. O prazo para enviar uma inscrição é 3 de fevereiro de 2020 Edital: Aqui Envie quaisquer perguntas e solicitações para Nicole Ide em nide@resolvetosavelives.org.
- Censo GIFE 2018
Realizado pelo GIFE, com seus associados, desde 2001, o Censo GIFE é uma pesquisa bienal quantitativa, autodeclaratória e voluntária, que fornece um panorama sobre recursos, estrutura, formas de atuação e estratégias das empresas e dos institutos e fundações empresariais, familiares e independentes que destinam recursos privados para projetos de finalidade pública. Ao apresentar as principais características e tendências nas práticas do investimento social e da filantropia, o Censo GIFE presta suporte ao planejamento, estruturação e qualificação da atuação dos investidores sociais. Acesse o GIFE 2018 aqui.
- Anvisa publica norma sobre gordura trans em alimentos
Medida prevê desde limites para a presença de gorduras trans industriais em alimentos até o banimento do uso de gordura parcialmente hidrogenada até 2023. Ação será implementada de forma gradativa. A Anvisa publicou, na quinta-feira (26/12), a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 332/2019 , com as regras que limitam o uso de gorduras trans industriais em alimentos. A norma prevê a implantação da norma em três fases, iniciando com o estabelecimento de limites de gorduras trans industriais para a indústria e serviços de alimentação e prosseguindo até o banimento do uso de gordura parcialmente hidrogenada até 2023. O regulamento foi aprovada por unanimidade na 31ª Reunião da Diretoria Colegiada (Dicol), realizada no último dia 17 de dezembro, em Brasília (DF). A medida visa proteger a saúde da população, uma vez que o consumo elevado dessas gorduras é nocivo à saúde por favorecer o surgimento de problemas cardiovasculares, como o entupimento de artérias que irrigam o coração, e aumentar o risco de morte por essas doenças. De acordo com a diretora Alessandra Bastos, relatora da norma, "não só no Brasil, mas no mundo todo, é de conhecimento dos profissionais de saúde o risco que a gordura trans industrial representa para a saúde e sua associação com doenças cardiovasculares". Ela afirma que todos os posicionamentos da Anvisa foram amplamente discutidos anteriormente, inclusive o tempo necessário para o setor regulado se adequar às novas normas. Amplamente consumidas, as gorduras trans podem ser encontradas na formulação de margarinas, biscoitos, snacks , bolos, massas instantâneas, sorvetes, chocolates, pratos congelados, pipoca de micro-ondas, entre muitos outros alimentos industrializados. A gordura trans também está presente em frituras comercializadas em serviços de alimentação e por vendedores ambulantes. Saiba as etapas de implementação A primeira fase é focada na imposição de limites de gorduras trans industriais na produção de óleos refinados, limitando a 2% sua presença nesses produtos. As gorduras trans industriais em óleos refinados são produzidas em função do tratamento térmico aplicado durante a etapa de desodorização (eliminação de odores desagradáveis). O prazo para adequação é de cerca de 18 meses. Portanto, a restrição passará a vigorar a partir de 1º de julho de 2021. Nessa mesma data, entrará em vigor a fase de restrição de gordura trans industrial para os demais alimentos, com a adoção do mesmo limite de 2% de gorduras trans industriais do total de gordura presente nos alimentos em geral, industrializados e comercializados no varejo e atacado. Dessa forma, a norma ampliará a proteção à saúde, alcançando os produtos destinados à venda direta aos consumidores e ofertados nos serviços de alimentação. Essa restrição vai vigorar entre 1º de julho de 2021 e 1º de janeiro de 2023. No entanto, há uma exceção: a regra não valerá para alimentos destinados exclusivamente para fins industriais, portanto usados como matérias-primas. Já na última fase da implementação, a norma prevê o banimento do ingrediente gordura parcialmente hidrogenada, a principal fonte de gorduras trans industriais nos alimentos, a partir de 1º de janeiro de 2023. Sobre as gorduras trans As gorduras trans, tecnicamente conhecidas como ácidos graxos trans, são um tipo de gordura que pode ser encontrada de forma natural nos alimentos derivados de animais ruminantes (bois, cabras, carneiros, entre outros), como carnes, banha, queijos, manteiga, iogurtes e leite integral, ou que pode ser produzida industrialmente durante a hidrogenação parcial de óleos vegetais ou seu tratamento térmico. Nos alimentos derivados de animais ruminantes, as concentrações de gorduras trans são consideradas pequenas, portanto em níveis seguros para consumo. De acordo com a Anvisa, a maior preocupação é com os produtos industrializados. Riscos à saúde Durante muitos anos, acreditava-se que os óleos e gorduras parcialmente hidrogenados (OGPHs) seriam opções mais saudáveis que a gordura saturada. Desde 1990, porém, evidências científicas apontam para riscos à saúde decorrentes desses ingredientes, como aumento do colesterol ruim (LDL) no organismo e redução do colesterol bom (HDL). Atualmente, há evidências convincentes de que o consumo de gorduras trans acima de 1% do valor energético total (VET) em alimentos gera fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, aumentando a ocorrência de problemas coronarianos e a mortalidade por essas causas. De acordo com dados de 2008 e 2009 da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo diário de gorduras trans atingiu, no mínimo, 1% do valor energético total (VET) para todas as faixas etárias. Naquele levantamento, o maior consumo foi observado entre adolescentes, com 1,2%. Mas estimativas de 2010 já apontavam para um consumo geral de 1,8% pela população brasileira. Por isso, a norma da Anvisa é focada na gordura trans industrial, que consiste em uma gordura mais sólida e que cumpre função tecnológica no processo de industrialização, conferindo crocância aos alimentos e aumentando o prazo de validade dos produtos. Mas a Agência informa que já existem tecnologias que permitem à indústria a substituição dos ácidos graxos trans industriais (AGTIs) nos produtos. Redução do consumo Por esses motivos, a adoção das novas normas da Anvisa tem como objetivo reduzir o consumo de gorduras trans para menos de 1% do valor energético total da alimentação e eliminá-las nos produtos oriundos do uso de óleos e gorduras parcialmente hidrogenados. Além disso, a medida visa restringir o teor de AGTIs nos alimentos que passam por tratamento térmico de óleos e garantir o acesso dos consumidores a informações claras e precisas sobre a presença e a quantidade desses ingredientes nos produtos, por meio do processo regulatório sobre rotulagem nutricional, que já está em andamento. Medidas complementares A área de Alimentos da Anvisa também propõe a adoção de medidas regulatórias complementares não normativas. Uma delas é a elaboração de guias sobre as opções tecnológicas disponíveis para substituição dos óleos e gorduras parcialmente hidrogenados nos alimentos e sobre boas práticas na desodorização de óleos e no uso de óleos para fritura de alimentos. Alerta mundial A gordura trans é utilizada pela indústria de alimentos há várias décadas, mas nos anos de 1990 começaram a aparecer suspeitas e evidências dos riscos desse ingrediente à saúde da população. Desde 2004, a Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra preocupação com essa substância e vem publicando recomendações e estratégias globais para reduzir o consumo de gordura trans, sendo a última de 2018. Hoje, 49 países já contam com medidas regulatórias para restringir os AGTIs nos alimentos. Entre eles estão Estados Unidos, Canadá, Chile, Argentina, África do Sul, Irã e nações da União Europeia. O regulamento brasileiro, que ficou em consulta pública durante 60 dias, está em sintonia com o plano de ação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e com o pacote de medidas REPLACE , da OMS. Ambos preveem a promoção de ações regulatórias para eliminar o uso de gorduras trans industriais em alimentos, que está associado a cerca de 160 mil mortes nas Américas, a cada ano. Em todo o mundo, são aproximadamente 500 mil óbitos por ano, segundo a OMS. No Brasil, estima-se que, em 2010, o consumo excessivo de AGTIs foi responsável por 18.576 mortes por doenças coronarianas, 11,5% do total de óbitos por essa causa no país. A gerente geral de Alimentos da Anvisa, Thalita Lima, deu explicações sobre o assunto no canal do Papo Expressso no Youtube. Confira a seguir: Confira aqui a íntegra da RDC 332/2019 . Fonte: Portal Anvisa
- Ministério da Saúde abre Consulta Pública da Linha de Cuidado do Adulto com AVC, participe até 10/1
A Secretaria de Atenção Primária à Saúde, do Ministério da Saúde, (SAPS/MS) disponibiliza este formulário eletrônico (https://bit.ly/37bnrgN) para receber contribuições que auxiliem na construção da Linha de Cuidado do Adulto com Acidente Vascular Cerebral (AVC). As contribuições poderão ser enviadas do dia 19 de dezembro de 2019 a 10 de janeiro de 2020. A Linha de Cuidado é um material que traz padronizações técnicas relativas à organização do atendimento no sistema de saúde. Descreve a trajetória de cuidado adequada que o paciente deve percorrer ou o encaminhamento pela rede de assistência. O conteúdo tem informações relativas às ações e atividades de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação a serem desenvolvidas por equipe multidisciplinar em cada serviço de saúde. Um dos objetivos do documento é focar no cuidado da pessoa e fortalecer a Rede de Atenção à Saúde (RAS) ao promover a integração de ações, caracterizada pela formação de relações horizontais entre os serviços. Para a construção da linha, foi realizado o levantamento de dados de protocolos, diretrizes e normas técnicas previamente estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde estaduais e municipais. O arquivo para análise poderá ser acessado por meio do endereço eletrônico: bit.ly/LinhaCuidadoAVC A consulta pública da Linha de Cuidado do Adulto com AVC está dividida por níveis de atenção/serviços, de forma a contemplar hipótese diagnóstica, regulação/transferência, confirmação diagnóstica, planejamento terapêutico e prevenção secundária. Ao final do formulário, clique em enviar para que a SAPS/MS receba suas contribuições: https://bit.ly/37bnrgN
- Ministério da Saúde, Instituto Desiderata e FórumDCNTs enfrentando a obesidade infantil
Entenda, compartilhe e se engaje! #CrescerSaudável Materiais do Ministério da Saúde aqui. Acesse o Atlas Global sobre Obesidade Infantil e o Atlas Global sobre DCNTs em Crianças. Acesse outros materiais do Instituto Desiderata sobre o tema aqui.
- O que fazer (sociedade e governo) para garantir que atingiremos os ODSs? - Profa. Deborah Malta
A pergunta acima foi feita por escrito para ao Profa. Dra. Deborah Malta (UFMG), uma das maiores autoridades em monitoramento, epidemiologia e programas de DCNTs do Brasil, durante o 5o Encontro do FórumDCNTs, em outubro de 2019. Abaixo sua resposta e vídeo com sua entrevista. "As metas não serão alcançadas sem robustas medidas regulatórias e programas de educação. Para isso, é preciso promover a sustentabilidade das políticas públicas e das ações de Vigilância de DCNT; investir na estrutura e a capacidade institucional para a regulação dos fatores de risco para DCNT; monitorar desigualdades em saúde e promover equidade; avançar na agenda regulatória, especialmente que façam frente aos interesses da indústria. Além disso, são necessárias ações frente aos cortes de gastos na saúde aprovados para os próximos 20 anos, com a Emenda Constitucional 95. A mobilização da sociedade civil, das Instituições de Ensino e Pesquisa em relação às cobranças para a continuidade de ações que são essenciais para a população brasileira e de políticas públicas."






