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- Orientações FórumCCNTs: Consulta Pública sobre incorporação da Vacina Influenza trivalente de alta dose 80+ - Até 11/12
Através da presente recomendação, FórumCCNTs convida os parceiros e todas as pessoas físicas e entidades interessadas a contribuírem com a Consulta Pública n° 76/24 , para apresentação de sugestões a respeito da proposta de incorporação da Vacina Influenza trivalente de alta dose para prevenção da gripe em pessoas com idade maior ou igual a 80 anos por meio deste Formulário de contribuição . A referida Consulta Pública estará aberta até o dia 11/12/24, para o envio das contribuições do público interessado, por meio da plataforma Participa + Brasil. O Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) , iniciativa fundada em 2017 com o objetivo de promover parceria entre as principais instituições dos setores público, privado e terceiro setor para o enfrentamento da principal causa de mortes no país - as condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) - e que hoje conta com a participação de mais de 200 instituições, recomenda a incorporação da vacina trivalente de alta dosagem contra influenza para adultos com 80 anos ou mais. Contudo, a vacina de alta dose pode reduzir o risco de hospitalizações e complicações graves em pessoas com mais de 60 anos, conforme evidenciado por estudos que mostraram uma redução significativa nas hospitalizações nessa faixa etária. A introdução dessa vacina poderia aliviar a pressão sobre os serviços de saúde e melhorar a proteção dessas pessoas. Além disso, idealmente a vacinação com vacina de alta dose deveria ser ampliada para toda a população acima de 60 anos, assim como em outros países, e especialmente para aqueles com condições crônicas de saúde, dada a maior vulnerabilidade desse grupo. A eficácia das vacinas em reduzir a gravidade da condição de saúde e a mortalidade em pessoas com mais de 60 anos é bem documentada, e a Organização Mundial da Saúde recomenda a imunização prioritária para grupos de risco. Para superar as barreiras orçamentárias, entendemos ser fundamental realizar análises de custo-efetividade que considerem a redução de hospitalizações e complicações. Parcerias com o setor privado e campanhas de conscientização também se mostram essenciais. Ainda compreendemos a necessidade de a Conitec promover uma discussão equilibrada sobre a incorporação da vacina, alinhando eficácia clínica e viabilidade econômica a longo prazo. Por fim, sugerimos que, caso a vacina não seja incorporada por completo, sua disponibilização seja ao menos feita através dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), garantindo acesso às pessoas com mais de 60 anos que tenham CCNTs. Entendemos que essas são pessoas com resposta à vacina mais discreta e que, portanto, se beneficiarão ainda mais da vacina de alta dose, com redução de complicações e mortes prematuras. Referências Sugeridas: ALMEIDA, B.; AGUIAR, B.; RAPOSO, J. A relação bidirecional entre a gripe e a diabetes. Revista Portuguesa de Diabetes, v. 18, n. 3, p. 120-126, 2023. Disponível em: http://www.revportdiabetes.com/wp-content/uploads/2023/12/RPD_SET_2023_Artigo_Perspetiva_120-126.pdf . Acesso em: 28 nov. 2024. AZAMBUJA, H. C. S.; CARRIJO, M. F.; MARTINS, T. C. R.; LUCHESI, B. M. O impacto da vacinação contra influenza na morbimortalidade nas regiões do Brasil entre 2010 e 2019. Cadernos de Saúde Pública, v. 36, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/cgWr4YqwJCmqP3zNGbj3M8v/?lang=pt . Acesso em: 28 nov. 2024. BERNADETE, L. L.; LIPHAUS, L.; LUCAS, P.; YU, L. F.; CARVALHANAS, T. R. O que você precisa saber sobre influenza? Bepa, v. 19, p. 1-10, 17 mar. 2022. Disponível em: https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37323 . Acesso em: 28 nov. 2024. BRASIL. Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento do Programa Nacional de Imunizações e Doenças Imunopreviníveis e Coordenação-Geral de Vigilância das Síndromes Gripais. Guia de Manejo e Tratamento de influenza 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/influenza/guia-de-manejo-e-tratamento-de-influenza-2023/view . Acesso em: 28 nov. 2024. CEDRO, W. L. et al. INFLUENZA (GRIPE). Saúde em Foco: Doenças Emergentes e Reemergentes - Volume 1, v. 1, p. 245-270, 2020. Disponível em: https://downloads.editoracientifica.org/articles/201001751.pdf . Acesso em: 28 nov. 2024. DIAZGRANADOS, C. A. et al. Efficacy of high-dose versus standard-dose influenza vaccine in older adults. New England Journal of Medicine, v. 371, n. 7, p. 635–645, 14 ago. 2014. DIAZGRANADOS, C. A. et al. Prevention of serious events in adults 65 years of age or older: A comparison between high-dose and standard-dose inactivated influenza vaccines. Vaccine, v. 33, n. 38, p. 4988–4993, set. 2015. ESQUINAZI, D. A. Imunossenescência: as alterações do sistema imunológico provocadas pelo envelhecimento. 2009. GRAVENSTEIN, S. et al. Feasibility of a cluster-randomized influenza vaccination trial in U.S. nursing homes: Lessons learned. Human Vaccines & Immunotherapeutics , v. 13, n. 4, p. 789-798, 2017. LEE, J. K. H. et al. Efficacy and effectiveness of high-dose influenza vaccine in older adults by circulating strain and antigenic match: An updated systematic review and meta-analysis. Vaccine, jan. 2021. LEE, J. K. H. et al. High-dose influenza vaccine in older adults by age and seasonal characteristics: Systematic review and meta-analysis update. Vaccine: X, v. 14, p. 100327, 1 ago. 2023. LIPRANDI, Á. S. et al. Influenza vaccination for the prevention of cardiovascular disease in the Americas: Consensus document of the Inter-American Society of Cardiology and the World Heart Federation. Global Heart, v. 16, n. 1, p. 55, 5 ago. 2021. doi:10.5334/gh.1069. MALFAIA, G. Implicações da imunossenescência na vacinação. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 11, n. 3, p. 433–441, dez. 2008. PESTARINO, L. et al. Rollout of the 2022/2023 Seasonal Influenza Vaccination and Correlates of the Use of Enhanced Vaccines among Italian Adults. Vaccines, v. 11, n. 12, p. 1748, 23 nov. 2023. doi:10.3390/vaccines11121748. RIBEIRO, J. F. et al. INFLUENZA (GRIPE). Saúde em Foco: Doenças Emergentes e Reemergentes - Volume 1, 2020. Disponível em: https://downloads.editoracientifica.org/articles/201001751.pdf . Acesso em: 28 nov. 2024. TABNET WIN32 3.0: Morbidade Hospitalar do SUS - por local de internação - Brasil. 2021. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sih/cnv/niuf.def . Acesso em: 28 nov. 2024. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Influenza (Seasonal). Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/influenza-(seasonal) . Acesso em: 28 nov. 2024. FÓRUM DCNTs. Novas vacinas ainda não estarão disponíveis no SUS - FórumDCNTs entrevista Dr. Renato Kfouri. 2023. Disponível em: https://www.forumdcnts.org/post/novas-vacinas . Acesso em: 28 nov. 2024.
- Orientações FórumCCNTs: Consulta Pública sobre atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero - Até 9/12
Através da presente recomendação, FórumCCNTs, convida os parceiros e todas as pessoas físicas e entidades interessadas a contribuírem com a Consulta Pública n° 75/24 , para apresentação de sugestões a respeito da proposta de atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero: Parte I - Rastreamento organizado utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico , por meio deste Formulário de contribuição . O FórumCCNTs é favorável à atualização das diretrizes, seguindo a recomendação preliminar da CONITEC, também favorável. Portanto, recomendamos a atualização das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero: Parte I - Rastreamento organizado utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico. Nesse sentido, o FórumCCNTs está totalmente de acordo com as diretrizes publicadas, bem como com as 58 recomendações contidas em seu escopo e ratifica integralmente seu conteúdo, aproveitando a oportunidade para, igualmente, parabenizar os envolvidos nessa importante construção. Sendo assim, recomendamos a atualização da referida diretriz, destacando, ao mesmo tempo, a necessidade de uma gestão eficiente para implementação integral deste normativo. É fundamental que as diretrizes sejam vistas como um plano abrangente que deve ser cuidadosamente elaborado, executado e implementado pelo Ministério da Saúde. A adoção de uma diretriz eficaz requer um compromisso contínuo da gestão pública para garantir que ela não apenas exista no papel, mas que seja operacionalizada de maneira prática e efetiva. A importância de uma diretriz reside na sua capacidade de impactar diretamente a saúde da população. Para que isso aconteça, é essencial que as diretrizes sejam compreendidas e aplicadas por todos os profissionais de saúde envolvidos no rastreamento e manejo do câncer do colo do útero. Isso implica em treinamento adequado, capacitando continuamente os profissionais de saúde para que compreendam e apliquem corretamente as diretrizes; recursos disponíveis, assegurando que as unidades de saúde disponham dos equipamentos e materiais adequados para a implementação das diretrizes; e um sistema de monitoramento eficaz, estabelecendo mecanismos para garantir a adesão às recomendações e identificar áreas que necessitam de melhorias. Além disso, a implementação deve atender às realidades locais e às necessidades específicas da população, sem deixar ninguém para trás. A operacionalização eficaz das diretrizes é um passo fundamental para transformar a teoria em realidade prática, promovendo um impacto positivo na saúde pública e contribuindo para a erradicação da incidência e mortalidade por câncer cervical em nosso país. Confira aqui um resumo das 58 recomendações contidas nestas Diretrizes: Reiteramos que o FórumCCNTs convida todas as pessoas físicas e entidades interessadas a participarem nesta Consulta Pública, através dos links abaixo: Acesse o Relatório de Recomendação para uma visão geral e ampla sobre a atualização realizada. Acesse o Formulário de contribuição para enviar suas sugestões. Para participar, é necessário acessar o link https://www.gov.br/participamaisbrasil/acessoo e fazer o login ou cadastro no site GOV.BR , seguindo as orientações. Referências Sugeridas: ARBYN, M. et al. HPV testing in primary cervical screening. The Lancet, 2018. WRIGHT, T. C. et al. Screening for cervical cancer. New England Journal of Medicine, 2015. CUZICK, J. et al. Overview of the European randomized study of screening for cervical cancer (EURASCC). International Journal of Cancer, 2011. GOK, M. et al. Self-sampling for HPV testing: a systematic review and meta-analysis. European Journal of Cancer, 2018. DARRAGH, T. M. et al. The role of the cervix in the pathogenesis of cervical cancer. Journal of Lower Genital Tract Disease, 2012. MCCAFFERY, K. J. et al. Increasing participation in cervical screening: a systematic review of interventions. Preventive Medicine, 2016. KAHN, J. A. et al. Barriers to HPV vaccination. Journal of Adolescent Health, 2013. MCBRIDE, C. M. et al. Informed decision making in cancer screening. Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, 2017. MOSCICKI, A. B. et al. The natural history of cervical HPV infection in young women. Journal of Adolescent Health, 2010. SASLOW, D. et al. American Cancer Society guidelines for the early detection of cervical cancer. CA: A Cancer Journal for Clinicians, 2012. CASTLE, P. E. et al. Cervical cancer screening in older women. Journal of Clinical Oncology, 2011. KITCHENER, H. C. et al. The impact of HPV vaccination on cervical cancer screening. British Journal of Cancer, 2006. DENNY, L. et al. Cervical cancer screening in HIV-infected women. The Lancet, 2016. MARKOWITZ, L. E. et al. Human papillomavirus vaccination: a review of the evidence. Journal of the American Medical Association, 2014.
- Ministério da Saúde aprova PCDT do Câncer de Mama; FórumCCNTs e parceiros fizeram recomendação no primeiro semestre
O Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) celebra a publicação da Portaria Conjunta SAES/SECTICS Nº 17, de 25 de novembro de 2024, no Diário Oficial da União. Essa portaria aprova o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para o Câncer de Mama , que entra em vigor imediatamente, substituindo a Portaria Nº 05, de 18 de abril de 2019. Este novo PCDT representa um importante marco no tratamento do câncer de mama no Brasil , atualizando diretrizes e incorporando avanços terapêuticos essenciais para o cuidado integral das pessoas com condições de saúde. Sua publicação é resultado de um processo colaborativo e de diálogo contínuo com o Ministério da Saúde , demonstrando o impacto positivo da parceria entre o setor público, organizações da sociedade civil e outros atores envolvidos. Além disso, em maio de 2024, o FórumCCNTs encaminhou à Ministra da Saúde, Dra. Nísia Trindade, e ao Secretário da Secretaria de Atenção Especializada (SAES), Dr. Adriano Massuda , um documento assinado por 25 líderes e especialistas em câncer, fatores de risco e condições crônicas não transmissíveis. Esse documento apresentou recomendações detalhadas para a regulamentação e implementação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (Lei nº 14.758/2023) . Acesse o documento completo neste link . No mesmo contexto, o FórumCCNTs também enviou, em dezembro de 2023, um ofício ao Secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde (SECTICS), Dr. Carlos Augusto Grabois Gadelha , destacando a preocupação com o atraso na publicação de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) e Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDTs), bem como suas atualizações. Acesse o documento completo neste link . Reconhecemos que o câncer é um dos maiores desafios de saúde pública. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) projetam 704 mil novos diagnósticos anuais entre 2023 e 2025 . Nesse contexto, a implementação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer e a aprovação de novos protocolos clínicos representam avanços fundamentais no enfrentamento dessa condição. Reforçamos nosso compromisso em apoiar iniciativas que promovam a melhoria da saúde pública e o fortalecimento do cuidado a pacientes oncológicos no país. O documento completo do novo PCDT está disponível para consulta neste link . Agradecemos a todos que contribuíram para essa importante conquista e continuaremos trabalhando juntos em prol da saúde e bem-estar da população. Acesse também: Orientações FórumCCNTS: Consulta Pública - Atualização do PCDT do Câncer de Mama - Até 11/3 Ofício à SAES-Ministério da Saúde sobre atraso na publicação de PCDTs é assinado pelo FórumCCNTs e outras 21 entidades Ministério da Saúde confirma compromisso com atualização de PCDTs em resposta a ofício do FórumCCNTs e parceiros
- Ministério da Saúde responde ao Call-to-Action sobre Distúrbios do Sono
O Ministério da Saúde , por meio da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde , respondeu ao Call-to-Action desenvolvido pelo FórumDCNTs e seus parceiros sobre a importância de prevenir, diagnosticar e tratar os Distúrbios do Sono como forma eficaz e efetiva de reduzir mortes por Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) . Desenvolvido em maio de 2023, o material destaca a importância da prevenção, diagnóstico, monitoramento e cuidado dos distúrbios do sono , principalmente em pessoas com ou em risco de desenvolver CCNTs, uma vez que esses distúrbios afetam o funcionamento físico, ocupacional, cognitivo, psíquico e social, impactam negativamente a qualidade de vida e representam uma ameaça à saúde e à vida . Portanto, assegurar o sono de qualidade é essencial para a reestruturação física e mental, sendo um estado vital para o bem-estar. No Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 1 a cada 5 brasileiros (18,6%) enfrentam problemas relacionados ao sono e esses distúrbios são mais prevalentes em pessoas com hipertensão, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares (DCV), e de maior magnitude na depressão, problemas de coluna e doenças pulmonares. Nos brasileiros com duas ou mais CCNTs, a prevalência de distúrbios do sono é ainda cinco vezes maior. A resposta também acontece a um dos pedidos de extrema importância que constam no material, a implementação de políticas públicas e o fortalecimento dos serviços especializados no SUS para garantir o cuidado aos distúrbios do sono . A introdução de uma linha de cuidados dos distúrbios do sono a nível nacional para auxiliar no cumprimento da meta 3.4 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU , de redução em 1/3 das mortes prematuras por CCNTs até 2030 . Acesse o Call-to-Action "Tratar Distúrbios do Sono é Reduzir Mortes por Condições Crônicas Não Transmissíveis" na íntegra. Clique aqui . Confira resposta do SAES. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção Especializada à Saúde Gabinete OFÍCIO Nº 600/2023/SAES/GAB/SAES/MS Brasília, 01 de dezembro de 2023. Ao Senhor Mark Barone Coordenador Geral do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs ForumDCNTs@gmail.com Assunto: Distúrbios do Sono. Senhor Coodenador, Reporto-me à Correspondência, oriundo do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs, para enviar anexo, para conhecimento, cópia do Despacho CGAE/DAET/SAES/MS (0037347546), emitido pela Coordenação-Geral de Atenção Especializada do Departamento de Atenção Especializada e Temática, desta Secretaria, que traz esclarecimentos acerca do pleito em questão. Atenciosamente, ARISTIDES VITORINO DE OLIVEIRA NETO Secretário de Atenção Especializada à Saúde substituto A autenticidade deste documento pode ser conferida no site http://sei.saude.gov.br/sei/controlador_externo.phpacao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0 , informando o código verificador 0037639904 e o código CRC 74CB0D31 . Ministério da Saúde Secretaria de Atenção Especializada à Saúde Departamento de Atenção Especializada e Temática Coordenação-Geral de Atenção Especializada DESPACHO DAET/CGAE/DAET/SAES/MS Brasília, 17 de novembro de 2023. Assunto: Ações estratégicas para a prevenção, manejo e monitoramento dos distúrbios do sono em crianças, adolescentes, adultos e idosos. Em resposta à carta enviada em nome dos especialistas e instituições participantes do Fórum Intersetorial para Combate às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), que aborda a implementação de uma Política Pública de Saúde para distúrbios do sono, gostaríamos de esclarecer o seguinte: Reconhecemos a necessidade de abordagens integradas no cuidado dos distúrbios do sono, que englobem diferentes níveis de atenção à saúde. Essa abordagem é essencial para garantir tratamentos eficazes e abrangentes. Também compreendemos a importância das estratégias de prevenção, manejo e monitoramento dos distúrbios do sono em todas as faixas etárias, desde crianças até idosos. Ações preventivas e o monitoramento contínuo são cruciais para promover a saúde e o bem-estar das pessoas afetadas por essas condições. A avaliação de incorporação de novas tecnologias no SUS é feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde – CONITEC, criada pela Lei nº 12.401, de 28 de abril de 2011, que dispõe sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do SUS. Até o momento, a Coordenação Geral de Atenção Especializada - CGAE/DAET/SAES não recebeu solicitações referentes à elaboração de protocolos ou à avaliação de tecnologias relacionadas aos distúrbios do sono, incluindo a Apneia do Sono, as políticas de saúde não são elaboradas com foco em doenças específicas, inclusive quando os meios diagnósticos e terapêuticos são comuns a outras doenças ou condições. No entanto, isso não significa que os distúrbios do sono, incluindo a Apneia do Sono, não sejam importantes. Essas condições podem ter um impacto significativo na qualidade de vida e na saúde geral dos indivíduos. A conscientização sobre esses distúrbios e a inclusão deles em políticas de saúde mais amplas podem ser áreas que precisam de maior atenção. Por fim, encaminha-se ao GAB/SAES para conhecimento. RODRIGO CARIRI CHALEGRE DE ALMEIDA Coordenador-Geral Coordenação-Geral de Atenção Especializada - CGAE/DAET/SAES/MS SUZANA RIBEIRO Diretora Departamento de Atenção Especializada e Temática - DAET/SAES/MS Secretaria de Atenção Especializada à Saúde - SAES/MS A autenticidade deste documento pode ser conferida no site http://sei.saude.gov.br/sei/controlador_externo.phpacao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0 , informando o código verificador 0037347546 e o código CRC 494CD22D .
- CCNTs/DCNTs, Saúde Digital e Interoperabilidade - 07/07, às 16h
Objetivos: Reconhecer gargalos para a interoperabilidade de sistemas que perpassem os diferentes níveis de atenção e permitam aprimorar a gestão da pessoa com DCNT/CCNT e facilitar sua jornada. Identificar programas de saúde digital que têm trazido qualidade de cuidados para condições e doenças crônicas não transmissíveis , mesmo em regiões mais remotas do Brasil. Conhecer planos para avanços na área que beneficiarão pessoas com CCNTs e engajar os diferentes setores para dar escala e agilidade a esses planos. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização (Moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Michele Mello , Roche ( Vídeo ) Iseli Reis , FlexiMedical ( Vídeo ) Arthur Aguillar , Instituto de Estudos para as Políticas de Saúde (IEPS) ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Como a Saúde Digital e sua Interoperabilidade permitem avançar nos cuidados com CCNTs no país? ( Lincoln Moura Júnior, SBIS) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Como a Telessaúde de Minas Gerais tem permitido melhorar desfechos cardiovasculares? ( Isabela Borges , UFMG) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – Como o programa de saúde digital em Pouso Alegre e região tem permitido avançar nos cuidados de pessoas com condições crônicas não transmissíveis? ( Silvia Regina da Silva , SMS-Pouso Alegre/MG) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – O que ainda falta e onde os municípios já têm avançado em interoperabilidade de sistemas e implementação de saúde digital para melhorar o desfecho de condições crônicas não transmissíveis? ( Alan Silva , COSEMS/MG | SMS-Divinópolis/MG) ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Quais planos de Saúde Digital e Interoperabilidade do Ministério da Saúde beneficiarão diretamente os cuidados de pessoas com CCNTs/DCNTs? ( Gabriella Neves , Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h15-17h55 – Debate – Como as instituições presentes colaborarão durante os próximos 4 anos para avanços consistentes na implantação de estratégias digitais com interoperabilidade, que permitam melhorar desfechos de CCNTs no país? (Moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Alan Silva , COSEMS/MG | SMS-Divinópolis/MG Isabela Borges , UFMG Iseli Reis , FlexiMedical Lincoln Moura Júnior , SBIS Mauricio Barreto , Fiocruz Bahia Michele Mello , Roche Paula Santos , Ministério da Saúde Silvia Regina da Silva , SMS-Pouso Alegre/MG Painelistas e Moderador Alan Silva (COSEMS/MG | SMS-Divinópolis/MG) Graduado em Farmácia/Bioquímica, Análises Clínicas e Toxicológicas, pela Universidade José do Rosário Vellano. Atuou como Superintendente Regional de Saúde da Macro Região de Saúde Oeste e como Coordenador de Vigilância em Saúde da Macrorregião Oeste. Promoveu a interlocução com os Colegiados Microrregionais de Saúde, como CIB e CIB-SUS, bem como os Conselhos Municipais de Saúde e Consórcios de Saúde na Região e Colegiado dos Prestadores de Serviços Hospitalares. Atualmente é Secretário Geral do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS/MG) e Secretário Municipal de Saúde Divinópolis/MG. Arthur Aguillar, MSc (IEPS) Graduado em Economia pela Pontífícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Mestrado em Desenvolvimento Internacional pela Harvard Kennedy School. Foi coordenador de Projetos e Avaliação da Escola de Inovação e Políticas Públicas do Ministério da Educação. Colaborou com JPAL, LSE e ASER/Pratham na coordenação de projetos de pesquisa e avaliações de impacto em saúde e educação. Atualmente é Diretor de Políticas Públicas no Instituto de Estudos para as Políticas de Saúde (IEPS). Isabela Borges, MD, PhD (UFMG) Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Especialista em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG, Doutora em Infectologia e Medicina Tropical pela UFMG com o Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde: Infectologia e Medicina Tropical da UFMG, realizando pesquisa na área de biomarcadores e antibioticoterapia em sepse em 2019. Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Clínica Médica e Chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica da Faculdade de Medicina da UFMG, além de Coordenadora Clínica do Centro de Telessaúde do Hospital das Clínicas da UFMG. Iseli Reis (Fleximedical) Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Fez extensão universitária em Arquitetura Hospitalar e em acessibilidade para pessoas com deficiência física pela FUPAM (USP), Certificada em acessibilidade pela Prefeitura de São Paulo e atuou por 18 anos na RPR Arquitetura, assim como no Planejamento de áreas hospitalares, além de ter fundado e trabalhado na Fleximedical como Arquiteta Hospitalar e Diretora de Operações. Atualmente é CEO da Fleximedical. Lincoln Moura Júnior, MSc, DIC, PhD (SBIS) Graduado em Engenharia Eletricista pela EESC-USP, Mestrado em Engenharia Biomédica pelo Programa de Engenharia Biomédica da COPPE/UFRJ e Doutorado pelo Imperial College, Londres. Possui uma longa e profunda experiência na concepção, pesquisa e desenvolvimento de aplicações de tecnologia em medicina e em saúde, tendo trabalhado em organizações como o InCor, o Hospital das Clínicas de São Paulo, a Oracle do Brasil, a Accenture e o Ministério da Saúde. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica (SBED), Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e da IMIA-LAC, da Federação Regional Latino Americana de Informática em Saúde e coordenador da Comissão Especial de Estudo em Informática em Saúde da ABNT. Foi, ainda, Presidente da IMIA – the International Medical Informatics Association de 2013 a 2015. Atualmente é Consultor em Estratégias de Saúde Digital como instrumento essencial de melhoria da Saúde. Mauricio Barreto, MD, MSc, PhD (Fiocruz Bahia) Graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestrado em Saúde Comunitária pela UFBA e Ph.D. em Epidemiologia pela University of London. Compôs o Grupo Técnico Assessor sobre Evidência e Inteligência para a Ação na Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS). É professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Saúde Coletiva (ISC-UFBA), onde foi professor de 1980 a 2013 também na graduação. Atualmente é Cofundador e Coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para a Saúde (CIDACS – Fiocruz Bahia). Michele Mello (Roche) Graduada em Farmácia pela Universidade de São Paulo (USP). Há mais de 10 anos no setor privado com vasta experiência, atuou como monitora de pesquisa clínica e analista de projetos clínicos, coordenadora de operações clínicas, Gerente Regulatório e Start-up, Líder de Suporte Comercial e Gerente de Assuntos Regulatórios Latam. Atualmente é Gerente de Assuntos Governamentais na Roche. Paula Santos, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação Helio Alonso, Mestrado e Doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É servidora da FIOCRUZ há mais de 20 anos, assessora da Vice Presidência de Gestão e Desenvolvimento Institucional, com atuação na formulação e implantação de políticas institucionais, coordenação de projetos nas áreas de Ciência Aberta, Gestão do Conhecimento e Avaliação de Impacto Social. Também colabora como professora no Mestrado Profissional em Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde e Coordenadora do curso de Educação à Distância em Ciência Aberta. Atualmente é Coordenadora-Geral de Inovação e Informática em Saúde na Coordenação-Geral de Inovação em Sistemas Digitais (CGIIS) do DATASUS, no Ministério da Saúde. Silvia Regina da Silva (SMS-Pouso Alegre/MG) Graduada em Matemática, Pós-graduada em Gestão Hospitalar pelo Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais do SUS/MG, o PROHOSP e Gestão Estratégica em Instituições de Ensino. Atuou como Diretora Executiva da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (Fuvs), na qual fez parceria com a Univás para reestruturação de instalações em aparelhos de fisioterapia em Pouso Alegre. Atualmente é Secretaria de Saúde da cidade de Pouso Alegre/MG, e membro da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de Pouso Alegre/MG. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desde 1999 desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Atualmente é Coordenador Geral do FórumDCNTs, Membro do Advisory, Scientific, Education ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo SBD, ADJ Diabetes Brasil, IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI e LFAC. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Diabetes: Necessidade Urgente de Melhorar Gestão e Resultados - 23/08
Objetivos: Identificar barreiras que , mesmo após 100 anos de descoberta da insulina e disponibilidade no SUS, impedem melhoria dos resultados no país . Alinhar saúde pública e suplementar a movimentos globais de acesso aos cuidados de qualidade , com a participação da sociedade civil, para melhoria significativa dos indicadores. Engajar diferentes stakeholders para implementação de programas e políticas de saúde com potencial de reduzir o risco de diabetes e de suas custosas complicações. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Mark Barone , FórumDCNTs ( Vídeo ) Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk ( Vídeo ) Carlos Rotea Jr. , ADJ Diabetes Brasil ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Quais aspectos do Global Diabetes Compact da OMS devem ser priorizados para que o Brasil avance em suas metas? ( Bent Lautrup-Nielsen , WDF) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Já incorporamos a insulina e outros medicamentos, e temos programas de prevenção de diabetes. Por que os indicadores ainda estão ruins? O que falta? ( Karla Melo , SBD) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – Quais ajustes são prioritários na Saúde Suplementar para melhorar resultados? ( Kátia Audi , ANS) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – Há o que fazer de imediato através da Atenção Primária? ( Izabella Brito , SAPS/MS) ( Vídeo ) 17h05-17h35 – Debate – Quais ajustes priorizaremos para atingir as metas de diagnóstico, tratamento e controle globalmente propostas? (Moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Bent Lautrup-Nielsen, WDF Carlos Rotea Jr., ADJ Diabetes Brasil Izabella Brito , SAPS/MS Karla Melo , SBD Kátia Audi , ANS Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk Painelistas e Moderador: Bent Lautrup-Nielsen (World Diabetes Foundation) Graduado na Universidade de Copenhagen. Vasta experiência internacional, atuando como Oficial de Logística na World Food Programme das Nações Unidas) e Consultor Sênior da World Diabetes Foundation. Atualmente é Diretor de Desenvolvimento Global e Advocacy da World Diabetes Foundation (WDF). Carlos Rotea Jr. (ADJ Diabetes Brasil) Graduado em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV, Pós-graduação Lato Sensu em Marketing pela ESPM, bacharelado em Química Tecnológica pelo Instituto de Física e Química de São Carlos USP. Possui mais de 20 anos de experiência profissional em Marketing e Vendas, atuando com planejamento e segmentação de mercado, lançamento e gestão de produtos, desenvolvimento e implantação de política comercial, e comercialização de produtos no mercado B2B. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 6 anos de idade, em 1976, atualmente ocupa o cargo de Diretor de Advocacy da ADJ Diabetes Brasil. Izabella Brito (Ministério da Saúde) Graduada pela Universidade Católica de Brasília. Possui especialização em Farmácia Clínica e Hospitalar. Atuou no programa de Saúde da Família e Comunidade da SES-DF, farmácias ambulatoriais básicas do DF, onde desenvolvia ações de assistência farmacêutica, farmácia clínica e educação em saúde. A nível de gestão desenvolveu ações na SES-DF, na Gerência de Saúde Prisional (GESSP) e Ministério da Saúde, na Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e participou da implementação do cuidado farmacêutico em Unidades Básicas de Saúde do DF, como tutora. Atualmente é Assessora Técnica na Coordenação Geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo na SAPS/MS. Karla Melo, MD, PhD (SBD) Graduada em medicina, endocrinologista e PhD em Endocrinologia pela FMUSP. Ampla experiência em cargos executivos nos setores público, privado, terceiro setor e médica colaboradora da clínica de endocrinologia e diabetes do HC-FMUSP. Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Idealizadora e Cofundadora do maior aplicativo brasileiro de monitoramento e manejo da glicemia, Glic e atualmente é Coordenadora do Departamento de Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Kátia Audi, MBA (ANS) Graduada em Saúde e Educação Físcia pela Universidade Gama Filho, especialista em Gestão Hospitalar e Psiquiatria Social pela Fundação Oswaldo Cruz e MBA em Gestão de Serviços de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Mais de 20 anos na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualmente sendo a Coordenadora de Indução de Qualidade Setorial/COIME/GEEIQ/DIDES/ANS. Simone Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiência em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- 100 anos de Insulina: Comemorar ou Reivindicar Avanços em Diabetes? - Save The Date - 19/11
Objetivos: Reconhecer os avanços do Brasil em termos de acesso aos diferentes tipos de insulinas, medicamentos e tecnologias para manejo do diabetes. Unir esforços para otimizar os cuidados , capacitando e equipando a Atenção Primária para que se torne o hub de controle da epidemia de diabetes e condições crônicas associadas. Engajar diferentes stakeholders e setores para escalar programas e políticas de saúde a fim de prevenir, diagnosticar, monitorar e cuidar com qualidade do diabetes , evitando suas severas complicações e óbitos precoces. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Mark Barone (FórumDCNTs) ( Vídeo ) Mauricio Mendonça (Sanofi) ( Vídeo ) Bruno Helman (CPD) ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Como o legislativo tem atuado para garantir o acesso aos medicamentos, tecnologias e cuidados de qualidade para pessoas com diabetes? ( Carmen Zanotto , Deputada Federal) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Como a variedade de moléculas de uma mesma classe e os biossimilares têm favorecido as incorporações de novas insulinas e medicamentos no Brasil e beneficiado a população com diabetes? ( Karla Melo , SBD | Glic) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – Qual a importância da incorporação de novas tecnologias para cuidados com diabetes? Quais deverão ser as incorporações mais importantes nos próximos anos? ( Denise Franco , ADJ | SBD) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – O que falta, como e por que melhorar diagnóstico e monitoramento do diabetes no Brasil? ( Hermelinda Pedrosa , SBD) ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Quais as estratégias do Ministério da Saúde para equipar e capacitar a Atenção Primária, visando melhorar diagnóstico, monitoramento e tratamento do diabetes?( Ariene Carmo , Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h15-17h45 – Debate – Como nos engajaremos, para, ao reconhecermos os 100 anos de insulina, avançarmos com melhores resultados de prevenção, diagnóstico e cuidados com diabetes, reduzindo complicações e mortes precoces? (moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Bruno Helman (CPD) Carmen Zanotto (Deputada Federal) Denise Franco (ADJ | SBD) Ariene Carmo (Ministério da Saúde) Hermelinda Pedrosa (SBD) Karla Melo (SBD | Glic) Mauricio Mendonça (Sanofi) Painelistas e moderador: Bruno Helman (Correndo pelo Diabetes) Graduado em Relações Internacionais pela PUC, pós-graduação em Economia da Saúde pela Universidade de São Paulo (USP). Foi consultor de defesa de direitos da OPAS para o Ministério da Saúde do Brasil, parte do Comitê Consultivo Global para Nossas Opiniões, Nossas Vozes da NCD Alliance, Fundador e CEO da Running Diabetes, uma organização sem fins lucrativos que promove a inclusão e a saúde de pessoas que vivem com diabetes e de seus familiares por meio da prática regular de atividade física. Atualmente faz parte da equipe de Advocacy da International Diabetes Federation. Carmen Zanotto (Deputada Federal) Graduada em Enfermagem. Experiência exitosa como Diretora de Enfermagem no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, Diretora Administrativa do Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos, Secretária Municipal de Saúde em Lages (SC), Secretária Estadual da Saúde em Florianópolis em 2003 - 2010 e em 2021. Atualmente é Deputada Federal. Denise Franco, MD, MSc (ADJ | SBD) Graduada em Medicina e mestrado em Endocrinologia Clínica e especialização em medicina do esporte pela pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Vasta experiência na área de Medicina, com ênfase em Endocrinologia, atuando principalmente em diabetes, diabetes tipo 1 , tecnologia no tratamento do diabetes, sistema de infusão continuo de insulina e monitorização continua de glicose, aplicativos e software para diabetes, Insulinoterapia e novas terapias para diabetes. Atualmente é Diretora medica responsável pelo programa de educação em diabetes da ADJ -Associação de Diabetes Brasil, diretora medica e investigadora -no CPCLIN - Centro de Pesquisa Clinica e Educadora em diabetes. Karla Melo, MD, PhD (SBD) Graduada em medicina, endocrinologista e PhD em Endocrinologia pela FMUSP. Ampla experiência em cargos executivos nos setores público, privado, terceiro setor e médica colaboradora da clínica de endocrinologia e diabetes do HC-FMUSP. Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Idealizadora e Cofundadora do maior aplicativo brasileiro de monitoramento e manejo da glicemia, Glic e atualmente é Coordenadora do Departamento de Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Mauricio Mendonça, MSc, PhD (Sanofi) Graduado em Economia, Mestre em Economia pela Unicamp e Doutor em Economia pela Universidade de Paris. Atuou no Ministério da Ciência e Tecnologia, foi diretor no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), gerente executivo na Confederação Nacional da Indústria. Atualmente é Diretor de Public Affairs da Sanofi para o Brasil. Hermelinda Pedrosa, MD (D-Foot | SBD) Graduada pela Universidade Federal da Paraíba, Fellowship em Diabetes na Radcliffe Infirmary, Oxford-UK e Título de especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Atuou como docente da ESCS-DF (Escola Superior em Ciências da Saúde, Coordena o Polo de Pesquisa da Unidade de Endocrinologia da FEPECS (Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde), Hospital Regional de Taguatinga e Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal-SES-DF. Membro das Sociedades Brasileiras de Diabetes (SBD), Associação Latino-Americana de Diabetes (ALAD), American Diabetes Association (ADA) e da SBEM, International Working Group on the Diabetic Foot e coordena o Diabetic Foot Programme - International Diabetes Federation (IDF) for SACA Region. Atualmente é Diretora de Assuntos Governamentais da SBD e Vice-presidente D-Foot Internacional. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Obesidade sem estigma, da prevenção ao direito ao cuidado - 25/03
Objetivos: Aprofundar a compreensão sobre os determinantes sociais , culturais e clínicos da obesidade , destacando a responsabilidade coletiva e intersetorial para o enfrentamento desta epidemia. Identificar pontos de fragilidade na prevenção e tratamento da obesidade , destacando políticas e programas custo-efetivos para deter esta DCNT que já afeta mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras. Engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços conjuntos para a elaboração de políticas e escala de programas holísticos de prevenção e cuidado integral da obesidade, com potencial para reverter a tendência de aumento exponencial da prevalência dessa condição crônica e suas complicações. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Ronaldo Wieselberg (FórumDCNTs/ADJ) ( Vídeo ) Simone Tcherniakovsky (Novo Nordisk) ( Vídeo ) Andrea Levy (Obesidade Brasil) ( Vídeo ) 16h25-16h30 – A importância da prevenção e a urgência do cuidado integral para enfrentar a obesidade no Brasil ( Guilherme Nafalski , Instituto Cordial) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Cenário da obesidade no Brasil: como a prevenção pode frear o aumento da epidemia? O que ainda precisa ser feito para mudar esse cenário? ( Carolina Rocha , Instituto Desiderata) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – Por que é urgente e como acolher e cuidar das mais de 40 milhões de pessoas que já vivem com obesidade no país? ( Cintia Cercato , ABESO) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – Quais políticas efetivas em outros países ainda não foram implementadas no Brasil para enfrentar a obesidade? ( Marília Albiero , ACT Promoção da Saúde) ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Ações do Ministério da Saúde para Combate à Obesidade, da prevenção ao tratamento ( Gabriella Andrade , Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h15-17h45 – Debate – Como os diferentes setores podem somar esforços para melhorar a prevenção, garantir acesso a linhas de cuidado adequadas no sistema de saúde, e combater o estigma da obesidade? (Moderação: Ronaldo Wieselberg , FórumDCNTs | ADJ Diabetes Brasil) ( Vídeo ) Andrea Levy (Obesidade Brasil) Cintia Cercato (ABESO) Gabriella Andrade (Ministério da Saúde) Guilherme Nafalski (Instituto Cordial) Marília Albiero (ACT Promoção da Saúde) Simone Tcherniakovsky (Novo Nordisk) Painelistas e Moderador Andrea Levy (Obesidade Brasil) Graduada em psicologia, especialista em obesidade e transtornos alimentares pelo HC-FMUSP. Atuou durante 15 anos em clínicas de cirurgia bariátrica e atualmente atua em consultório particular. Tendo sofrido com a obesidade na infância e adolescência, submeteu-se à cirurgia bariátrica aos 24 anos e desde então mantém menos 60kg e o entusiasmo em ajudar pessoas que passam por histórias parecidas. Autora do livro Cirurgia Bariátrica - Manual de instruções para pacientes e familiares e Cofundadora e atual presidenta do Instituto Obesidade Brasil. Cintia Cercato, MD, PhD (ABESO) Graduada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, residência médica em Clínica Médica pela Universidade de São Paulo, residência médica em Endocrinologia e Metabologia pela Universidade de São Paulo e doutorado em Endocrinologia pela Universidade de São Paulo. Atuou como médica do Hospital das Clínicas da FMUSP. Atualmente é Presidenta da ABESO. Gabriella Andrade, MSc (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco, especialização na modalidade Residência Multiprofissional em Saúde da Família - ENSP/FIOCRUZ e Especialização em Alimentação e Nutrição na Atenção Básica - ENSP/FIOCRUZ, 2014. Mestre em Saúde Pública - ENSP/FIOCRUZ. Doutoranda em Saúde Pública - ENSP/FIOCRUZ. Tem experiência em Saúde Coletiva, com foco em Nutrição e Saúde Pública, Atenção Primária à Saúde, Saúde da Família, Educação em Saúde, Educação Alimentar e Nutricional, Avalição Nutricional e Alimentação e Cultura. Atualmente é técnica na Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde. Guilherme Nafalski, MD (Instituto Cordial) Graduado em Ciências Sociais, Sociologia e Mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo e Doutorado em Ciências Políticas pela UNICAMP. Atuou como Analista de Projetos e Gerente de Projetos no Instituto Via Pública, Coordenador Divisional no IABAS, Assessor Especial na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Chefe da Assessoria de Colegiados de Urbanismo na Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, Coordenador de Convergência Digital na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia. Atualmente é Coordenador no Instituto Cordial. Marília Albiero, MSc, MBA (ACT Promoção da Saúde) Graduada em engenheira Químicapela Universidade Federal de Sergipe (UFS) com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), MBA em Comércio Internacional pela FIA e Especialização em Advocacy e Políticas Públicas pela FGV. Possui experiência na área de inovação, inteligência de mercado e estratégia tendo atuado em empresas privadas e como consultora de negócios de impacto social. Atualmente é Coordenadora de inovação e Estratégia na ACT Promoção da Saúde. Simone Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiência em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Ronaldo José Pineda Wieselberg, MD (ADJ Diabetes Brasil) Médico pela Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e mestrando em Saúde Pública pelo Imperial College London, Coordenador do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes (ADJ Diabetes Brasil), foi Representante Regional do programa de Young Leaders in Diabetes (YLD) da IDF, entre 2017-2019, onde esteve à frente do projeto de rastreio de acesso aos cuidados e medicações na América Latina. Representou a Sociedade Civil na consulta pela ONU sobre DCNTs (Nova Iorque/2018). Dono do canal do Youtube “Arquimago da Insulina”, onde publica informações sobre diabetes de forma acessível. Acredita que através do ensino de tudo a todos, inspirado em nas ideias pansóficas de Comenius, é possível empoderar as pessoas para que se tornem agentes de mudanças efetivas em seus ambientes. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Ofício ao Secretário da SECTICS Ref. Atraso na Publicação de PCDTs e DDTs para Condições/Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs) - FórumDCNTs e Parceiros
No dia 21 de dezembro de 2023 , o Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs) e instituições participantes encaminharam ao Secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde (SECTICS) do Ministério da Saúde, Dr. Carlos Augusto Grabois Gadelha, ofício abaixo, preocupados com o atraso na publicaçã o de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) e Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDTs), como também as Atualizações de PCDTs e DDTs. Exmo. Senhor Secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde (SECTICS) do Ministério da Saúde, Doutor Carlos Augusto Grabois Gadelha, Vimos respeitosamente a Vossa Excelência, por meio deste ofício (texto também publicado em nosso site ), nome de dezenas de especialistas e instituições participantes do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), representando milhões de pessoas com condições e doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/DCNTs) no Brasil, expressar nossa preocupação em relação ao atraso na publicação de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) e Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDTs), e da Atualizações de PCDTs e DDTs, e nos colocar à disposição para auxiliar. O FórumDCNTs, iniciativa que tem como objetivo favorecer parcerias entre os setores público, empresas privadas e entidades do 3º setor para o desenvolvimento e a implementação de soluções efetivas, sustentáveis e escaláveis para as Condições/Doenças Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs), e seus parceiros - especialmente aqueles que endossam este ofício - estão preocupados e acompanhando de perto o atraso na publicação de novos PCDTs e DDTs e de Atualizações de PCDTs e DDTs existentes para as CCNTs. De acordo com o Ministério da Saúde, os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) são documentos que estabelecem critérios para o diagnóstico da condição, o tratamento preconizado, as posologias recomendadas, os mecanismos de controle clínico e o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos. As Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDT) são documentos baseados em evidência científica que visam nortear as melhores condutas na área da Oncologia. Já as Diretrizes Nacionais são documentos norteadores das melhores práticas a serem seguidas por profissionais de saúde e gestores e as Linhas de Cuidado apresentam a organização do sistema de saúde para garantir um cuidado integrado e continuado. Os protocolos clínicos são instrumentos que têm importância fundamental na construção do modelo de atenção integral à saúde. Eles impactam e interferem na saúde das pessoas, tanto positivamente, quando se encontram atualizados, quanto negativamente, no caso oposto, com a não disponibilização, por exemplo, de novas tecnologias e de meios de diagnóstico. Eles são importantes no sentido de reduzir a variabilidade das práticas clínicas, permitindo a padronização, o que tendencialmente produz uma maior eficiência no cuidado a todos os usuários do SUS. É, desta forma, fundamental que as CCNTs disponham de protocolos clínicos como instrumentos que permitam melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com essas condições. A disponibilização nos protocolos clínicos de novas tecnologias, formulações, dosagens, novos métodos de diagnóstico, entre outros, proporciona uma maior eficiência no diagnóstico, tratamento, acompanhamento, prevenção de complicações e desfecho, permitindo um melhor cuidado para todas as pessoas que vivem com essas condições de saúde. Faz-se necessário que estes documentos sejam periodicamente atualizados para garantir que as tecnologias incorporadas sejam distribuídas a toda a população e que todos se beneficiem de forma equitativa. E, ainda, que formulações e outras tecnologias excluídas não continuem a ser disponibilizadas, com benefício reduzido (ou eventual prejuízo) para a população. O Decreto nº 7.646 de 21 de dezembro de 2011 , alterado pela Portaria de Consolidação GM/MS nº 1, de 28 de setembro de 2017 e pela Portaria GM/MS Nº 4.228, de 6 de dezembro de 2022, estipula que a partir da publicação da decisão de incorporar uma tecnologia em saúde, ou protocolo clínico e diretriz terapêutica pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, as áreas técnicas têm um prazo máximo de cento e oitenta dias para efetivar a oferta aos usuários do SUS. Em dezembro de 2023, verificamos haver atraso na publicação de determinados PCDTs e DDTs, assim como da publicação de atualizações de outros PCDTs e DDTs para CCNTs, abaixo listados. Publicação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida, tema pautado na 116° Reunião da CONITEC em 16 de março de 2023; Atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Asma, com última atualização publicada em agosto de 2021, e atualização atual pautada na 118° reunião da CONITEC em 04 de maio de 2023; Publicação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas das Estratégias para atenuar a Progressão da Doença Renal Crônica, tema pautado na 119° Reunião da CONITEC em 31 de maio de 2023; Atualização das Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Carcinoma de Mama, colocadas em consulta pública (CP nº 65) em 20 de setembro de 2022; Atualização de 6 outras DDTs para o câncer - a saber: câncer de esôfago, câncer de estômago, câncer de próstata, câncer de cólon e reto, câncer de cabeça e pescoço e câncer de pulmão, com status “em atualização” na página da CONITEC há mais de um ano. É importante salientar que nos casos da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida e da Doença Renal Crônica, os documentos vigentes são “ Diretrizes para Diagnóstico e Tratamento ” e “Linhas de Cuidado”, respectivamente. Apelamos ao Ministério da Saúde para que empenhe todos os esforços em ações para a resolução desta situação com a maior brevidade possível e nos colocamos à disposição para contribuir para a sua rápida solução, tendo em vista as consequências para a saúde dos milhões de brasileiros que vivem com as condições de saúde cujos PCDTs e DDTs não se encontram publicados ou não se encontram atualizados. Dados os riscos de tal situação para a saúde pública, temos total confiança de que a atual gestão já está se mobilizando para evitar esse tipo de atraso em futuros processos. Respeitosamente, Mark Barone, PhD Fundador e Coordenador Geral Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs) www.ForumDCNTs.org Alvaro Cruz, PhD Diretor Executivo Fundação PróAr www.fundacaoproar.org.br Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá, MSc, PhD Docente e residente pós-doutoral Escola de Enfermagem da UFMG www.enf.ufmg.br/pos/posdout.php Ana Maria Drummond Diretora Institucional Instituto Vencer o Câncer www.vencerocancer.org.br Andrea Levy Coordenadora Instituto Obesidade Brasil www.obesidadebrasil.com.br Andrea Bento Cofundadora Grupo de Advocacy em Cardiovascular (GAC) www.gacbrasil.com.br/o-gac Balduino Tschiedel, MD, MSc Diretor Presidente Instituto da Criança com Diabetes RS (ICDRS) www.icdrs.org.br Cintia Graziella Seben Presidente Voluntária Instituto da Mama do Rio Grande do Sul – IMAMA/RS imama.org.br Daniely Votto, MSc Diretora-Executiva Instituto de Governança e Controle do Câncer (IGCC) www.igcc.org.br Elton Junio Sady Prates, RN Secretário Geral Associação Brasileira de Enfermagem Seção Minas Gerais (ABEn-MG) abenmg.com.br Fabiana Magnabosco de Vargas Vice-presidente - Região Sul Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (FENACELBRA) www.fenacelbra.com.br Fadlo Fraige Filho, MD, PhD Presidente ANAD - FENAD Profº. Titular Emérito FMABC Presidente Eleito IDF/SACA (2023 - 2024) www.anad.org.br Flávia Lima Presidente Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF) abraf.ong Hermelinda Pedrosa, MD Vice-presidente D-Foot International d-foot.org Jaqueline Correia Presidente Instituto Diabetes Brasil (IDB) institutodiabetesbrasil.com.br José Andrade Moura Neto, MD, MSc Presidente Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) www.sbn.org.br Kátia De Angelis, PhD Presidente Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) www.sbh.org.br Levimar Rocha Araújo, MD Presidente Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) www.diabetes.org.br Luciana Holtz de Camargo Barros Presidente Instituto Oncoguia www.oncoguia.org.br Luís Villaça Meyer Presidente Instituto Cordial www.institutocordial.com.br Maira Caleffi, MD Presidente Federação Brasileira de Instituições FIlantrópicas de Apoia à Saúde da Mama (FEMAMA) www.femama.org.br Maria Odete Pereira, PhD Docente e Pesquisadora do Departamento de Enfermagem Aplicada Escola de Enfermagem/UFMG Diretora de Educação e do departamento de enfermagem psiquiátrica e saúde mental Associação Brasileira de Enfermagem - Seção Minas Gerais (ABEn-MG) abenmg.com.br Michely Arruda Bernardelli Presidente Associação Doce Vida www.instagram.com/docevidalages Patrícia de Luca, MSc Diretora Executiva Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) www.ahfcolesterol.org Priscila Juceli Romanoski, MSc, PhD Diretoria da Área Técnica DCNT Atenção Primária à Saúde do Estado de Santa Catarina Sabina Bandeira Aleixo Presidente Grupo de Apoio aos Portadores de Câncer de Cachoeiro de Itapemirim (GAPCCI) casadeapoiocancer.org.br Valéria Maria Augusto, MD, PhD Diretora de Assuntos Científicos Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) www. sbpt.org.br Zuleid Mattar, MD Diretora de Política Públicas e Relações Governamentais e Internacionais Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA) www.abrasaopaulo.org
- Diabetes no Brasil: Desafios e Estratégias Para Mudar o Cenário - 19/06
Objetivos: Compreender as lacunas, prioridades e melhores estratégias para prevenção, diagnóstico e tratamento de qualidade do diabetes no Brasil, na visão do usuário, do profissional de saúde e do gestor. Identificar pontos de maior potencial para melhorar os desfechos do diabetes no Brasil, reduzindo complicações e aumentando qualidade e expectativa de vida dessa população (em 2022, T1D index revelou média de 5,7 anos com complicações, além de 25,4 anos de redução de expectativa de vida de pessoas com diabetes tipo 1 no Brasil). Lançar os dados do T1D index por estado para o Brasil e, ao mesmo tempo, engajar as principais instituições dos diferentes setores e líderes para compromisso nacional de ações que melhorem efetivamente esse cenário. Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Vanessa Pontirolli , Novo Nordisk ( Vídeo ) Lucas Galastri , ADJ Diabetes Brasil ( Vídeo ) 16h20-16h30 – Lançamento dos dados do T1D index para cada estado do Brasil ( Tom Robinson , JDRF) ( Vídeo ) Tradução simultânea ( Vídeo ) 16h30-16h35 – Quais ajustes as pessoas com diabetes vêm como prioritários para melhorar o atual cenário? Esses ajustes já estão em curso? ( Sheila Vasconcellos , Adila) ( Vídeo ) 16h40-16h45 – Quais as atuais recomendações de ajustes das sociedades médicas e como essas sociedades têm contribuído para melhorar o atual cenário? ( Karla Melo , SBD) ( Vídeo ) 16h50-17h05 – Debate Interativo Curto – Quais mensagens de prioridades e ações saem deste primeiro bloco? (moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) 17h10-17h20 – Quais cenários simulados no T1Dindex indicam caminhos promissores para aumentar qualidade e expectativa de vida de pessoas com diabetes no Brasil? ( Tom Robinson , JDRF) ( Vídeo ) Tradução simultânea ( Vídeo ) 17h25-17h30 – Quais planos do Ministério da Saúde contribuirão para alcançarmos esses cenários de menos complicações e mais anos e qualidade de vida para pessoas com diabetes no país? ( Nésio Fernandes , Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h35-17h40 - Quais planos do Ministério da Saúde contribuirão para alcançarmos esses cenários de menos complicações e mais anos e qualidade de vida para pessoas com diabetes no país? ( Andrey Roosewelt , Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h45-17h50-18h15 – Debate – Onde as demandas prioritárias e as prostas se encontram? Como podemos unir esforços entre setores e stakeholders para avançar mais rápido? (moderação: Mark Barone , FórumDCNTs) ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Andrey Roosewelt, MSc (Ministério da Saúde) Graduado em História pela Universidade Tiradentes, Especialista em Ensino de História e Novas Abordagens, Mestre em Políticas Públicas em Saúde pela Fiocruz e Doutorando no Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi membro titular do Fórum Estadual de Educação de Sergipe 2013/2014 e do Comitê Estadual de Promoção da Equidade e Educação Popular no SUS em Sergipe no Ministério da Saúde, servidor da carreira de tecnologista, atuou nas políticas de Saúde Integral da População Negra e população LGBT e foi apoiador institucional na atenção básica junto a estados e municípios. Assessorou a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho e a Câmara Técnica da Atenção Básica do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Atualmente é Diretor do Departamento de Promoção da Saúde da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde. Karla Melo, MD, PhD (SBD) Graduada em Medicina, Endocrinologista e PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Ampla experiência em cargos executivos nos setores público, privado, terceiro setor e Médica colaboradora da Clínica de Endocrinologia e Diabetes do Hospital das Clínicas da FMUSP. Idealizadora e Cofundadora do Glic, maior aplicativo brasileiro de monitoramento e manejo da glicemia. Atualmente é Coordenadora do Departamento de Saúde Pública da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Lucas Galastri (ADJ Diabetes Brasil) Graduado em Medicina Veterinária pela Faculdade de Ensino Superior de Bragança Paulista, Pós-Graduado em Endocrinologia e Metabologia Veterinária. Líder em Educação em Diabetes há mais de 14 anos na ADJ Diabetes Brasil, onde atualmente é Presidente. Nésio Fernandes, MD (Ministério da Saúde) Graduado em Medicina pela Escola Latino-americana de Medicina, ELAM (Cuba), revalidado no Brasil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialista em Medicina Preventiva e Social e em Administração em Saúde, titulado e certificado pela Associação Médica Brasileira (AMB) e Associação Brasileira de Medicina Preventiva e Administração em Saúde. Foi Presidente da Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (TO), Médico da estratégia da Saúde da Família e Secretário Municipal da Saúde de Palmas (TO), além de atuar como Secretário de Estado da Saúde do Governo do Espírito Santo e Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Saúde (CONASS). Atualmente é Secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. Vanessa Pontirolli (Novo Nordisk) Graduada em Relações Institucionais pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Pós-Graduação em Ciência Política pela Fundação Escola de Sociologia e Politica de São Paulo (FESPSP). Mais de 6 anos de experiência em relações públicas em empresas multinacionais e consultorias. Atuou como Consultora e Coordenadora de Market Access & Public Affairs na Prospectiva Consulting. Atualmente é Coordenadora de Public Affairs & Patient Advocacy na Novo Nordisk. Sheila Vasconcellos (Adila) Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Especialização em Comunicação Jornalística. Em 2015 foi selecionada e premiada pelo programa Bakken Invitation por seu engajamento em trabalhos voluntários e advocacy em saúde. Experiência de participações em grupos e eventos da IAPO, Alianza Latina, ADJ Advocacy, e como membro do Conselho Distrital de Saúde RJ. Atuou como Jornalista na Revista Momento Diabetes e Conselheira no Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Estadual de Diabetes (IEDE). Atualmente é Jornalista na Associação de Diabetes do Rio de Janeiro (ADILA), onde foi Vice-Presidente entre 2017 e 2019. Tom Robinson (JDRF) Graduado em Direito e em Letras e Filosofia pela University of New South Wales (UNSW). Atuou como Líder de Estratégia na JDRF Austrália, Líder de Projetos no Boston Consulting Group e Consultor de Inovação e Estratégias de Crescimento. Atualmente é o Vice-Presidente de Acesso Global da JRDF. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desde 1999 desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Atualmente é Coordenador Geral do FórumDCNTs, Membro do Advisory, Scientific, Education ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo SBD, ADJ Diabetes Brasil, IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI e LFAC . Parceiros Institucionais Parceiros Corporativos
- Diabesidade, como combater essa dupla? - 15/3 às 16h
Objetivos: Conhecer as características e os desafios da obesidade e do diabetes na saúde coletiva , ainda mais exacerbados quando unidos em diabesidade , assim como modelos exitosos para enfrentá-los. Agir para reverter a tendência de aumento contínuo da prevalência de diabesidade , mitigando as crises de saúde, social e econômica resultantes. Engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços conjuntos para políticas que atendam as necessidades de pessoas com diabetes, obesidade e diabesidade , levando a melhores desfechos. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização ( Moderação: Ronaldo Wieselberg , ADJ Diabetes Brasil | FórumCCNTs ) ( Vídeo ) Simone Tcherniakovsky (Novo Nordisk) ( Vídeo ) Glenda Cardoso (Influencer) ( Vídeo ) Monica Silveira (UNICAMP | Instituto de Saúde Mental e Diabetes) ( Vídeo ) 16h25-16h30 – Por que Diabesidade? Qual a importância e o desafio da associação entre essas duas doenças? ( Fábio Moura , ABESO | UPE) ( Vídeo ) 16h35-16h40 – Por que se preocupar com a obesidade mesmo quando o diabetes não está presente? ( Guilherme Nafalski , Painel Brasileiro da Obesidade - Instituto Cordial) ( Vídeo ) 16h45-16h50 – É possível tratar a Diabesidade, ou melhor usar estratégias para tratamento simultâneo de ambas as condições? ( Carlos Schiavon , Beneficência Portuguesa | Obesidade Brasil) ( Vídeo ) 16h55-17h00 – Quais estratégias a cidade de Campinas está implementado para prevenir a Diabesidade no programa Cities Changing Diabetes Campinas? ( Renata Mariano , Secretaria Municipal da Saúde de Campinas) ( Vídeo ) 17h05-17h10 – Ações do Ministério da Saúde para controlar o aumento anual da prevalência e melhorar os desfechos do duplo desafio da Obesidade e do Diabetes ( Danilo Campos , SAES - Ministério da Saúde) ( Vídeo ) 17h15-17h45 – Debate com todos os painelistas – Quais as próximas etapas para agirmos intersetorialmente e melhorarmos o cenário da diabesidade no país? (Moderação: Ronaldo Wieselberg , ADJ Diabetes Brasil | FórumCCNTs ) ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Carlos Schiavon , MD (BP | Obesidade Brasil) Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (1987), Residência em Cirurgia Geral (1992) e Doutorado em Clinica Cirúrgica pela Universidade de São Paulo (1997). Cofundador da ONG Obesidade Brasil. Foi Vice-presidente executivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e Diretor médico do Hospital São Camilo - Pompeia. Também desenhou e coordenou um Trial de Pesquisa clínica pioneiro que estudou o impacto da cirurgia bariátrica na hipertensão. Atualmente é Cirurgião Bariátrico em consultório particular e pesquisador do Hospital do Coração, atuando principalmente nos seguintes temas: hipertensão arterial e cirurgia bariátrica. Danilo Campos , MSc (SAES - Ministério da Saúde) Graduado em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco, título de Sanitarista pela Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães/Fundação Oswaldo Cruz e Mestrado Acadêmico pelo programa Strictu Sensu de Saúde Pública do CPqAM/Fiocruz. Foi Servidor Público Federal com atuação no Ministério da Saúde de 2013 a 2022, trabalhando atualmente no GNova Lab - Laboratório de Inovação em Governo, da Escola. Teve experiência na Coordenação na implementação de Políticas de Saúde, com Monitoramento e Avaliação de Políticas e Programas de Atenção Especializada à Saúde. Atualmente é Coordenador-geral de Atenção especializada CGAE/DAET/SAES/MS. Fábio Moura , MD, MSc, PhD (ABESO | UPE) Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, com Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Pernambuco. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: diabetes mellitus, obesidade, suplementos alimentares, testosterona e DM2. Atualmente é Médico (endocrinologia) no Hospital Universitário Osvaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco, Tutor do curso de medicina da Universidade de Pernambuco, Professor convidado de Endocrinologia da Universidade de Pernambuco e Preceptor da residência em Endocrinologia e Metabologia do Instituto de Medicina Integrada de Pernambuco Professor Fernando Figueira (IMIP). Glenda Cardoso (Influencer) Graduada em Marketing pela Universidade Paulista (UNIP) (2009) com especialização Gestão de Marketing e Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) (2014). Bacharel em Ciências Humanas, cursa Nutrição pela Universidade Cruzeiro do Sul e Especialização em nutrição bariátrica, ciências da nutrição pela Faculdade Cerrado - Dra. Silvia Leite. Influenciadora Digital, compartilha em seu perfil informações sobre dificuldades e direitos das pessoas com obesidade. Após emagrecer 90kg, compartilha suas experiências no perfil @baridaglenda e fala sobre as dificuldades enfrentadas e os direitos das pessoas com obesidade. Guilherme Nafalski, MSc, PhD (PBO-Instituto Cordial) Graduado em Sociologia, com Mestrado pela USP e Doutor em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) , com Mestrado em Sociologia, bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Desde 2005, trabalha planejamento, elaboração, desenvolvimento e monitoramento e avaliação de políticas públicas, atuando em organizações da sociedade civil, parlamentos e governos. Desde a formação no bacharelado atua nestas três frentes com experiência reconhecida. É Coordenador de Projetos de Saúde do Instituto Cordial e responsável pelo Painel Brasileiro da Obesidade. Monica Silveira , MD, MSc, PhD (UNICAMP | Instituto de Saúde Mental e Diabetes) Médica psiquiatra, com residência em Psiquiatria pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Doutorado em Aspectos psiquiátricos e psicológicos do Diabetes pela Unicamp e Universidade de Pittsburgh, Estados Unidos. Foi psiquiatra assistente na Unicamp, atuando no atendimento a estudantes do curso de Medicina e Enfermagem e Residentes em Medicina. Atualmente é médica psiquiatra, Fundadora e presidente do Instituto de Saúde Mental e Diabetes e professora colaboradora do departamento de clínica médica, divisão de Endocrinologia da Unicamp e Membro do Behavioral Research In Diabetes Group Exchange, Estados Unidos. Renata Mariano, MBA (SMS-Campinas) Graduada em Enfermagem, com especialização em Gestão em Serviços de Saúde e MBA em Gestão Hospitalar e Saúde. Além disso, tem atuação constante no ponto focal do projeto Cities Changing Diabetes, liderando iniciativas para reduzir a obesidade por meio do estímulo à prática de exercícios físicos e adoção de hábitos alimentares saudáveis, com o objetivo de diminuir a incidência de diabetes na comunidade a longo prazo. Atualmente está no Departamento de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas, onde coordena a Área Técnica de Especialidades. Simone Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiência em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Ronaldo Wieselberg, MD, MSc (ADJ Diabetes Brasil | FórumCCNTs) Médico Endocrinologista pela Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e Mestre em Saúde Pública pelo Imperial College London. Coordenador do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes (ADJ Diabetes Brasil), foi Representante Regional do programa de Young Leaders in Diabetes (YLD) da IDF, entre 2017-2019, onde esteve à frente do projeto de rastreio de acesso aos cuidados e medicações na América Latina. Representou a Sociedade Civil na consulta pela ONU sobre CCNTs (Nova Iorque/2018). Atualmente é Professor de Endocrinologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Vice-Presidente da ADJ Diabetes Brasil e membro da Comissão Consultiva do Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil . Na imprensa Agência O Globo Comunique-se R7 Terra Valor Econômico Parceiros Institucionais Parceiro Coorporativo
- Obesidade - riscos de uma epidemia sem controle: políticas e programas necessários - Cobertura 20/03
Evento Interativo do FórumDCNTs debate as políticas públicas e programas fundamentais para avançar na atenção à obesidade e qual o papel da Frente Parlamentar do Diabetes nesse enfrentamento O FórumDCNTs realizou na última segunda-feira, dia 20 de março, o Evento Interativo “ Obesidade - Riscos de uma epidemia sem controle: políticas e programas necessários ”, mediado pelo Coordenador Geral do FórumDCNTs, Dr. Mark Barone. O debate central da live foram as políticas públicas e programas fundamentais para avançar no enfrentamento da obesidade e o papel da Frente Parlamentar do Diabetes nessa ação, assunto que ganha relevância com a divulgação do Atlas Mundial da Obesidade 2023 ao ressaltar que 41% da população adulta brasileira conviverá com a condição em 2035 . (Confira todos os vídeos do Evento aqui ) . O Dr. Mark Barone abriu o evento interativo com as boas-vindas aos painelistas e aos espectadores, além de contextualizar a temática da live. Foi levantado que a taxa de obesidade está acentuada no Brasil , principalmente entre os mais jovens, com a prevalência de 26% da população . A primeira painelista a se apresentar foi a Dra. Andrea Pereira, Cofundadora do Instituto Obesidade Brasil, que citou sobre o crescimento alarmante dos casos de obesidade no Brasil, com base no Atlas Mundial da Obesidade . Dados apontam que 2 a cada 5 adultos no Brasil conviverão com obesidade no Brasil em 2035 , o que aumenta a preocupação com a condição e que a obesidade precisa ser vista como ela é, uma CCNT que necessita de cuidados e que gera gastos públicos e está associada a muitas outras condições como diabetes, câncer, doenças respiratórias e doenças cardiovasculares, portanto a importância da intersetorialidade para essas discussões. Em seguida, o Dr. Guilherme Nafalski, Coordenador de Projetos de Saúde do Instituto Cordial e responsável pelo Painel Brasileiro da Obesidade, comentou sobre a situação da abordagem do tema, invisível nas linhas de cuidado , e de existirem políticas públicas com impacto na obesidade infantil, como o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil, 2021-2030 (Plano de Dant) . Na sequência, a Sra. Flávia Morais, Deputada Federal pelo Estado de Goiás e Líder do movimento para implementação da Frente Parlamentar Mista para a Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Diabetes , reafirmou o compromisso com a FPM do diabetes, de sua autoria. Nela serão abordados quatro eixos, um deles a obesidade e a atuação da frente com projetos de lei que atuam na primeira fase da vida, nas escolas. Também foi firmado o compromisso da criação da Semana Nacional de Prevenção e Conscientização da Obesidade , que terá avaliação antropométrica, o que inclui altura peso, circunferência abdominal, Índice de Massa Corporal (IMC), índice de padrão de crescimento e percentual de gordura. O próximo painelista, o Dr. João Salles, Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), trouxe números que alertam sobre a obesidade, principalmente na prevalência de 1/3 das crianças com a condição, e cerca de 50 milhões de pessoas convivem com obesidade no Brasil . O que mais preocupa é o fato da maioria estar na faixa etária economicamente ativa do Brasil e que pode acarretar outras 195 doenças que a condição traz . A incorporação da liraglutida na Conitec , em dezembro do ano passado, também foi citada como um avanço nos cuidados com a obesidade, mas faz a ressalva da acessibilidade, já que a menor parte população brasileira tem condições de custear com cuidados de qualidade. Os fatos foram corroborados pela Dra. Andrea Pereira acerca da caótica situação sobre a fila de espera para uma cirurgia bariátrica ser entre 6 e 7 anos na Santa Casa de São Paulo. O acesso à alimentação saudável e a prática de atividades físicas são importantes, mas sem medicação para cuidar só resta a cirurgia bariátrica, o que aumenta a espera na saúde pública. O mais importante, porém, é reconhecer que a obesidade é uma condição crônica e isso precisa ser ensinado desde o primeiro atendimento. Como exemplo que pode ser seguido no Brasil, o Dr. Guilherme Nafalski citou a linha de cuidado canadense e a importância e necessidade de a pessoa com obesidade ser incorporada nas discussões, assim como faz a ONU ao convidar as pessoas com CCNTs para participar dessa formulação dessas políticas. Com relação ao número de cirurgias bariátricas, no boletim da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica é descrito que, entre 2017 e 2022 foram realizadas 315 mil cirurgias bariátricas, a diferença abordada é grande com 253 mil cirurgias cobertas por planos de saúde, 16 mil por instituições privadas e 47 mil no serviço público . A Dra. Andrea Pereira relatou que presenciou, nos 11 anos como voluntária no Ambulatório de Cirurgia Bariátrica da UNIFESP , diversas pessoas morrerem na fila pela longa espera para fazer a intervenção. A Sra. Flávia Morais ainda afirmou que a repercussão da obesidade não pode acontecer apenas para fins de saúde como o sedentarismo, que chega a todas as famílias com mais facilidade. Por fim, o Dr. João Salles ressalta que todos clamam por ajuda na atenção à obesidade e lembra que a CCNT não é desvio de caráter e não deve ser vista dessa forma . A diferença de preços nos alimentos saudáveis e alimentos ultraprocessados é desigual, como exemplo o alto preço de verduras e o baixo custo de macarrão instantâneo. Se 50 milhões de brasileiros têm obesidade , o que corresponde a população da Argentina e Uruguai somadas (aproximadamente 49,2 milhões de pessoas, de acordo com o Banco Mundial) , todos precisam se comprometer a desenvolver trabalhos e pesquisas com moléculas ou combinações terapêuticas para ajudar a população. A obesidade é tema recorrente do FórumDCNTs e seus membros , que fomentam com frequência o combate e enfrentamento a essa condição que precisa ser tratada como CCNT, e não apenas pelo estilo de vida. Números sobre custos com medicamentos e a necessidade de não postergar soluções também abrange esforços de toda a sociedade. Fica como reflexão o pensamento do Dr. João Salles sobre qual seria o corpo ideal, e não há dúvidas, o saudável. A saúde precisa vir antes da estética e todo o valor nesse caso não é gasto, mas sim investimento . Na Imprensa: Valor Econômico Terra Estadão Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo












