top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

1641 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Orientações FórumDCNTs: Consulta CONITEC sobre tratamento de leucemia mieloide crônica - Até 24/07

    Através da presente recomendação, o FórumDCNTs pretende mobilizar os parceiros e todas as pessoas físicas e entidades interessadas a contribuírem, até o dia 24/07, com a Consulta Pública CONITEC nº 23/2023 - Ponatinibe no tratamento de resgate de pessoas com leucemia mieloide crônica em que houve falha de inibidores de tirosinoquinase de segunda geração através do seguinte. link: Consultas Públicas. A recomendação preliminar da CONITEC é desfavorável à incorporação de Ponatinibe no tratamento de resgate de pessoas com leucemia mieloide crônica (LMC) em que houve falha de inibidores de tirosinoquinase de 2ª geração. O FórumDCNTs discorda da recomendação preliminar da CONITEC e apresentará em continuação os motivos pelos quais o Ponatinibe deve ser incorporado ao SUS para o tratamento de pessoas com LMC em que houve falha de inibidores de tirosinoquinase de 2ª geração. O número estimado de casos novos de leucemia para o Brasil, para cada ano do triênio de 2023 a 2025, é de 11.540 casos, o que corresponde a um risco estimado de 5,90 casos novos a cada 100 mil homens e 4,78 a cada 100 mil mulheres (1). A LMC corresponde a 15% de todas as leucemias em adultos (2). De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da LMC do Adulto, o inibidor da tirosinoquinase (ITQ) mesilato de imatinibe é indicado como tratamento de 1ª linha na LMC, sendo o nilotinibe e o dasatinibe (outros ITQ) recomendados para 2ª linha. A 3ª linha é indicada em caso de falha terapêutica ou toxicidade insuperável ao tratamento de 2ª linha. O tratamento de 3ª linha da LMC é de prerrogativa e responsabilidade dos hospitais habilitados no SUS como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON). A escolha da 3ª linha terapêutica da LMC deve levar em consideração o ITQ de 2ª linha utilizado e o perfil de resistência observado ou considerar o transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH) alogênico, preferencialmente de medula óssea. Nos casos inelegíveis para TCTH, segundo o PCDT, as pessoas devem ser tratadas paliativamente, para controle de sintomas e sinais, inclusive das manifestações hematológicas (2). O ITQ de 3ª geração ponatinibe, o único inibidor da tirosina quinase de 3ª geração com atividade contra todas as mutações BCR-ABL1 conhecidas, se constitui como uma opção de tratamento nos casos de falha dos ITQs de 2² geração, tendo sido aprovado em dezembro de 2012 pelo FDA (3). É importante relatar que, segundo a literatura, apenas 21% a 35% das pessoas com LMC que têm doença resistente a um ITQ de segunda geração tem uma resposta citogenética completa quando tratados com um diferente ITQ de segunda geração, tendo um estudo relatado a sobrevida global a 30 meses de somente 47% (4). Os estudos PACE e OPTIC (5, 6), que avaliaram a eficácia e a segurança do tratamento com ponatinibe, mostraram altas taxas de resposta e resultados robustos de sobrevida em pessoas cuja resposta terapêutica falhou após o tratamento com ITQs de 2ª geração. A dosagem baseada em resposta no OPTIC levou a uma maior segurança e resultados de eficácia semelhantes em comparação com o PACE. Esses resultados são consistentes com estudos anteriores que mostram que pessoas com resistência após tratamento de 2ª linha com ITQs de 2ª geração têm aproximadamente duas vezes mais chances de atingir resposta citogenética completa quando tratados com ponatinibe em vez de outro ITQ de 2ª geração e que o ponatinibe é o ITQ ideal nesta população (5, 7-8). Dados do mundo real também confirmam a alta eficácia do ponatinibe em pessoas com LMC (9-11). É importante mencionar que é possível mitigar a ocorrência dos eventos cardiovasculares (CV) graves, cujo risco é aumentado e dependente da dose no tratamento com ponatinibe. A maioria das pessoas tratadas com ponatinibe tendiam a ter fatores de risco CV adicionais (6). Um Consenso Alemão de 2020, que reuniu hematologistas e cardiologistas, propôs estratégias de gerenciamento CV para candidatos ao tratamento com ponatinibe. Em conjunto com a redução preventiva da dose de ponatinibe, o gerenciamento sistemático dos fatores de risco, especialmente em pessoas de alto e muito alto risco, é fundamental para a redução do risco CV. As mudanças no estilo de vida (ajustes na alimentação, redução de peso, atividade física, etc), o monitoramento de perto, com especial atenção a pessoas com hipertensão, hiperlipidemia e diabetes/pré-diabetes e a informação às pessoas antes do início do tratamento sobre possíveis sintomas CV são também cruciais (12). Pelo exposto, o FórumDCNTs acredita que o ponatinibe deve estar disponível no SUS para as pessoas com LMC especialmente naquelas que apresentam falha dos ITQs de 2ª geração e naquelas com mutações BCR-ABL1. Os potenciais eventos adversos podem ser minimizados, e não nos parece ético ter no PCDT o TCTH e tratamento paliativo como únicas opções quando ocorre falha terapêutica ou toxicidade insuperável ao tratamento de 2ª linha, estando o ponatinibe aprovado pela ANVISA, FDA e EMA. O FórumDCNTs convida todas as pessoas físicas e entidades interessadas a participarem nesta Consulta Pública, através dos links abaixo. Para participar, é necessário acessar o link https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/participacao-social/consultas-publicas e fazer o login ou cadastro no site GOV.BR, seguindo as orientações. Para contribuir com as suas opiniões e experiências sobre Ponatinibe no tratamento de resgate de pessoas com leucemia mieloide crônica em que houve falha de inibidores de tirosinoquinase de segunda geração, é necessário acessar o formulário de experiência e opinião: https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sectics-n-23-2023-opiniao-ponatinibe. Para apresentar uma contribuição técnica (evidências científicas e/ou clínicas, impacto econômico, outras contribuições), é necessário acessar o formulário técnico-científico: https://www.gov.br/participamaisbrasil/consulta-publica-conitec-sectics-n-23-2023-tecnico-cientifico-ponatinibe. Referências 1. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer. – Rio de Janeiro: INCA, 2022. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//estimativa-2023.pdf. 2. Ministério da Saúde (Brasil). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Leucemia Mieloide Crônica do Adulto. Março de 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2022/portal-portaria-conjunta-pcdt-lmc-adulto__.pdf. 3. Gerson, Stanton L. Pharmacology and Molecular Mechanisms of Antineoplastic Agents for Hematologic Malignancies. Hematology (Seventh Edition), 2018. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/topics/medicine-and-dentistry/ponatinib. 4. Cortes J, Apperley J, Lomaia E, Moiraghi B, Undurraga Sutton M, Pavlovsky C, Chuah C, Sacha T, Lipton JH, Schiffer CA, McCloskey J, Hochhaus A, Rousselot P, Rosti G, de Lavallade H, Turkina A, Rojas C, Arthur CK, Maness L, Talpaz M, Mauro M, Hall T, Lu V, Srivastava S, Deininger M. Ponatinib dose-ranging study in chronic-phase chronic myeloid leukemia: a randomized, open-label phase 2 clinical trial. Blood. 2021 Nov 25;138(21):2042-2050. doi: 10.1182/blood.2021012082. PMID: 34407543; PMCID: PMC9728404. 5. Kantarjian HM, Jabbour E, Deininger M, Abruzzese E, Apperley J, Cortes J, Chuah C, DeAngelo DJ, DiPersio J, Hochhaus A, Lipton J, Nicolini FE, Pinilla-Ibarz J, Rea D, Rosti G, Rousselot P, Shah NP, Talpaz M, Srivastava S, Ren X, Mauro M. Ponatinib after failure of second-generation tyrosine kinase inhibitor in resistant chronic-phase chronic myeloid leukemia. Am J Hematol. 2022 Nov;97(11):1419-1426. doi: 10.1002/ajh.26686. Epub 2022 Aug 30. Erratum in: Am J Hematol. 2023 Jun;98(6):991. PMID: 36054756; PMCID: PMC9804741. 6. Cortes JE, Kim DW, Pinilla-Ibarz J, le Coutre PD, Paquette R, Chuah C, Nicolini FE, Apperley JF, Khoury HJ, Talpaz M, DeAngelo DJ, Abruzzese E, Rea D, Baccarani M, Müller MC, Gambacorti-Passerini C, Lustgarten S, Rivera VM, Haluska FG, Guilhot F, Deininger MW, Hochhaus A, Hughes TP, Shah NP, Kantarjian HM. Ponatinib efficacy and safety in Philadelphia chromosome-positive leukemia: final 5-year results of the phase 2 PACE trial. Blood. 2018 Jul 26;132(4):393-404. doi: 10.1182/blood-2016-09-739086. Epub 2018 Mar 22. PMID: 29567798; PMCID: PMC6071555. 7. Lipton JH, Bryden P, Sidhu MK, et al. Comparative efficacy of tyrosine kinase inhibitor treatments in the third‐line setting, for chronic‐phase chronic myelogenous leukemia after failure of second‐generation tyrosine kinase inhibitors. Leuk Res. 2015;39(1):58‐64. 8. Sasaki K, Jabbour E, Issa GC, et al. Outcomes of patients with chronic myeloid leukemia treated with third‐line tyrosine kinase inhibitors [abstract]. Blood. 2020;136(Supplement 1):25‐26. 9. Luciano L, Specchia G, Martino B, Accurso V, Santoro M, Malato A, et al. A Real Life Evaluation of Efficacy and Safety of Ponatinib Therapy in CML Patients. (ASH 2017, abstract 2905] Blood. 2017;130(suppl 1):2905. 10. Heiblig M, Rea D, Chrétien ML, Charbonnier A, Rousselot P, Coiteux V, et al. Ponatinib evaluation and safety in real-life chronic myelogenous leukemia patients failing more than two tyrosine kinase inhibitors: the PEARL observational study. Exp Hematol. 2018 Nov;67:41–8. 11. Mauro MJ, McGarry LJ, Yang M, Lustgarten S, Huang H. Real-World Ponatinib Prescribing Patterns and Outcomes in US Patients [ASH 2015, abstract 1591] Blood. 2017;126((23)):1591. 12. Saussele S, Haverkamp W, Lang F, Koschmieder S, Kiani A, Jentsch-Ullrich K, Stegelmann F, Pfeifer H, La Rosée P, Goekbuget N, Rieger C, Waller CF, Franke GN, le Coutre P, Kirchmair R, Junghanss C. Ponatinib in the Treatment of Chronic Myeloid Leukemia and Philadelphia Chromosome-Positive Acute Leukemia: Recommendations of a German Expert Consensus Panel with Focus on Cardiovascular Management. Acta Haematol. 2020;143(3):217-231. doi: 10.1159/000501927. Epub 2019 Oct 7. PMID: 31590170; PMCID: PMC7384349.

  • Vacinação infantil começa recuperação no Brasil e no mundo após retrocesso pela pandemia

    Após longos anos de baixa cobertura vacinal, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o UNICEF mostram promissores sinais nessa recuperação. Os novos dados das organizações apontam que os serviços de imunização cresceram, mas com efeito contrário nos países de baixa renda que ainda não se recuperaram dos níveis pré-pandêmicos, o que acomete em um risco de saúde e crise humanitária. Os dados apontam que 4 milhões de crianças a mais foram imunizadas em 2022 em todo o planeta na comparação com o ano anterior. As informações divulgadas nessa terça-feira (18) também dão conta de que 20,5 milhões de crianças deixaram de ser vacinadas em 2022, número bem abaixo dos 24,4 milhões em 2021. Em 2019, último ano completo antes da pandemia de COVID-19, 18,4 milhões de crianças estavam nessa lamentável estatística, número ainda não recuperado após três anos, ressaltando a necessidade de esforços contínuos de atualização, recuperação e fortalecimento do sistema. Para Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, “esses dados são encorajadores e uma homenagem àqueles que trabalharam tanto para restaurar os serviços de imunização que salvam vidas após dois anos de declínio sustentado na cobertura de imunização”. Mesmo assim demonstrou preocupação com a situação atual da vacinação pelo mundo. “Mas as médias globais e regionais não contam toda a história e mascaram desigualdades graves e persistentes. Quando os países e as regiões ficam para trás, as crianças pagam o preço.” Já para Catherine Russell, Diretora Executiva do UNICEF, “por trás da tendência positiva existe um grave aviso”. Catherine ainda alerta para a intensificação da vacinação em diversas partes do mundo, pois o vírus não respeita fronteiras. “Até que mais países consertem as lacunas na cobertura de imunização de rotina, as crianças em todos os lugares continuarão em risco de contrair e morrer de doenças que podemos prevenir. Vírus como o sarampo não reconhecem fronteiras. Os esforços devem ser intensificados com urgência para recuperar as crianças que perderam a vacinação, enquanto restauram e melhoram ainda mais os serviços de imunização dos níveis pré-pandêmicos.” No Brasil, as estimativas de cobertura vacinal da OMS e UNICEF, com dados revisados de 2022, apresentam o status da imunização em todo o país que também passa pela baixa cobertura desde o momento pré-pandemia. Em 2022, entretanto, a cobertura vacinal voltou a mostrar melhora nos dados, como a vacina BCG, que protege contra a tuberculose, no qual passou de 69% em 2021 para 88% em 2022. A vacina contra o sarampo (MCV) também apresentou melhora, de 73% em 2021 para 81% no ano passado, assim como a melhora na imunização IPV, vacina que contra a Difteria (Crupe), tétano, coqueluche (Pertussis) e poliomielite (Paralisia Infantil), com o mesmo crescimento de 73% para 81%. Muitas partes interessadas estão trabalhando para acelerar a recuperação em todas as regiões e em todas as plataformas de vacinas. No início de 2023, a OMS e o UNICEF, juntamente com Gavi, a Fundação Bill & Melinda Gates e outros parceiros da IA2030 lançaram 'The Big Catch-Up', um esforço global de comunicação e defesa, pedindo aos governos que recuperem as crianças que perderam as vacinas durante a pandemia, restaurar os serviços de imunização aos níveis pré-pandêmicos e fortalecê-los no futuro: Reforçando seu compromisso de aumentar o financiamento para a imunização e trabalhar com as partes interessadas para desbloquear os recursos disponíveis, incluindo os fundos da COVID-19, para restaurar com urgência serviços interrompidos e sobrecarregados e implementar esforços de recuperação. Desenvolver novas políticas que permitam que os imunizantes cheguem às crianças que nasceram pouco antes ou durante a pandemia e que já passaram da idade em que seriam vacinadas pelos serviços de imunização de rotina. Fortalecer os serviços de imunização e cuidados primários de saúde – incluindo os sistemas comunitários de saúde – e enfrentar os desafios da imunização sistêmica para corrigir a estagnação de longo prazo na vacinação e atingir as crianças mais marginalizadas. Construir e manter a confiança e aceitação da vacina por meio do envolvimento com comunidades e provedores de saúde Acesse os documentos da OMS sobre o Painel de Imunização Global, Dados de Imunização e Análise e Insights de Imunização. Acesse os documentos do UNICEF sobre Imunização, Dados sobre Imunização, Painel de Estimativas de Cobertura e Imunização, Imunização Regional e Perfis dos Países. Fonte: Organização Mundial da Saúde e UNICEF

  • Resultado do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às DCNTs/CCNTs 2023 - FórumDCNTs

    O FórumDCNTs anunciou durante seu 12º Encontro os 15 finalistas do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs, sendo 5 com apresentação oral e 10 com pôster. Na ocasião, foram anunciados o primeiro, o segundo e o terceiro lugares, entre os 5 projetos selecionados para apresentação oral, que receberam 15, 10 e 5 mil reais, respectivamente. O Concurso buscou valorizar projetos inovadores que já possuem resultados, mesmo que preliminares, nas áreas de prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento de uma ou mais condição/doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/ DCNTs). O primeiro lugar foi para o projeto Otimização do Tratamento da Hipertensão Arterial, da Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, o segundo lugar para Grupos de Apoio Online - Construindo diálogos, da ABRATA, e o terceiro lugar para Cigarro Eletrônico: o perigo está no ar, da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, os quais receberam 15, 10 e 5 mil reais, respectivamente, com o objetivo de impulsionar o ganho de escala desses projetos. Recebendo inscrições de diversos projetos implementados no território brasileiro, apenas os 5 finalistas foram agraciados com a oportunidade de apresentação durante o 12° Encontro do FórumDCNTs, em 5 de maio de 2023, e tiveram o contato de seus líderes compartilhados com as instituições dos diferentes setores que participaram deste encontro, a fim de facilitar potenciais parcerias. Abaixo o vídeo das apresentações, foto dos pôsteres durante o evento e o resumo dos projetos finalistas: 7° Mutirão do Diabetes e Feira da Saúde de Goiás Instituição: Fundação Banco de Olhos de Goiás (FUBOG) Cigarro Eletrônico: o perigo está no ar Instituição: Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte Acesse o resumo do projeto aqui. Cuidado Integral à Saúde Mental em Oncopediatria Instituição: Associação de Combate ao Câncer Infanto-juvenil Cuidado Integral da Pessoa com Diabetes Instituição: SAS Brasil Diabetes no Ambiente Educacional Instituição: Instituto Federal da Paraíba (IFPB) Gincana da Jornada X Instituição: Livelab Grupos de Apoio Online - Construindo Diálogos Instituição: ABRATA Acesse o resumo do projeto aqui. Guia Cuidando de Todos na Escola Instituição: Prefeitura da Cidade de São Paulo Inovatix Mulher. Inclusão com Acolhimento Instituição: Inovatix Otimização do Tratamento da Hipertensão Arterial Instituição: Universidade Federal da Bahia Acesse o resumo do projeto aqui. Plataforma de Saúde Mental e Autoconhecimento Instituição: Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino Projeto MOTIVE (Mobilidade Ativa entre Escolares) Instituição: Laboratório de Vida Ativa - LaVA/UERJ Acesse o resumo do projeto aqui. Saúde a Partir de Atividades Físicas Exitosas (SAFE) Instituição: Universidade Federal de Santa Catarina Semana D de Imunização dos Pacientes Oncológicos Instituição: Grupo de Apoio aos Portadores de Câncer de Cachoeiro de Itapemirim Acesse o resumo do projeto aqui. Repercussão Expansão do projeto "Otimização do Tratamento da Hipertensão Arterial"

  • FórumDCNTs marca presença na 76ª Assembleia Mundial da Saúde da OMS (WHA76)

    FórumDCNTs esteve presente na edição 76 da Assembleia Mundial da Saúde que aconteceu em Genebra, na Suíça, e reuniu líderes do mundo inteiro para debater sobre saúde global e planejar ações A 76ª Assembleia Mundial da Saúde (76ª World Health Assembly - WHA76) aconteceu em Genebra, na Suíça, sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os dias 21 e 30 de maio de 2023. Durante o evento, que contou com a participação do FórumDCNTs e de seus membros e parceiros, foram tomadas decisões de extrema importância para o futuro dos planos, estratégias e cuidados com as doenças/condições crônicas não transmissíveis (DCNTs/CCNTs). O FórumDCNTs foi representado por seu Coordenador Geral, Dr. Mark Barone, assim como seus parceiros, incluindo a Dra. Yara Baxter (Novartis Fundation), o Sr. Bruno Helman (Federação Internacional de Diabetes - IDF), o Sr. Johannes Boch (Novartis Fundation), a Dra. Sheila Martins (Rede Brasil AVC e World Stroke Organization - WSO), o Dr. Álvaro Avezum (Sociedade de Cardiologia SP - SOCESP e Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - FMUSP), e a Sra. Paula Johns (ACT Promoção da Saúde) O órgão de decisão da OMS conta com a participação de delegações de todos os Estados Membros da OMS e tem como foco uma agenda de saúde específica elaborada pelo Conselho Executivo. O tema desta edição foi "OMS aos 75 anos: salvando vidas, promovendo saúde para todos". Durante a 76ª Assembleia Mundial da Saúde uma série de mesas redondas estratégicas foi realizada. Durante essas sessões, os delegados, agências parceiras, representantes da sociedade civil e especialistas da OMS discutiram as prioridades atuais e futuras para questões de saúde pública de importância global. O Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS, destacou a participação massiva de líderes e especialistas . Confira as visões gerais da discussão e das ações tomadas nos itens prioritários da agenda do Conselho Global de Saúde: Item 13.1: Cobertura universal de saúde: No geral, as delegações refletiram sobre uma significativa falta de acesso a intervenções que salvam vidas e aumento dos gastos diretos com saúde, que pioraram durante a pandemia de COVID-19. Os Estados Membros pediram cuidados primários de saúde mais fortes e compromissos específicos e acionáveis ​​a serem incluídos na declaração política para a Reunião de Alto Nível da ONU sobre a Cobertura universal de saúde. Clique aqui para ver a declaração do grupo constituinte do Conselho Global de Saúde. Item 13.2: Declaração política da terceira reunião de alto nível da Assembleia Geral sobre prevenção e manejo de CCNTs e saúde mental: Durante esta sessão, os delegados endossaram uma ampliação da lista de intervenções que a OMS considera como "best buys" para prevenir e gerenciar CCNTs. A assembleia também observou o relatório sobre um plano de aceleração para lidar com a obesidade. O Conselho Global de Saúde assinou a declaração do eleitorado liderada pela NCD Alliance, que pode ser encontrada aqui. O FórumDCNTs foi convidado pelo GCM/NCDs da OMS a apresentar sua experiência em evento exclusivo para convidados. Foram direcionadas ao Dr. Mark Barone perguntas sobre o tema "Fortalecimento de respostas multissetoriais e multi-stakeholder para a prevenção e gerenciamento de CCNTs e condições de saúde mental". Confira: Qual é o papel das parcerias multissetoriais na abordagem da prevenção e cuidado das CCNTs e na promoção da saúde mental a curto, médio e longo prazo? Como os governos podem incentivar o trabalho entre setores, departamentos, agências de saúde e grupos comunitários para promover a saúde e prevenir doenças? Quais são os exemplos de melhores práticas? Além de relatar a experiência do FórumDCNTs, o Dr. Mark Barone compartilhou a reflexão de que "é fundamental a participação com voz e voto da pessoa com a condição crônica em todas as fases de decisão de políticas e programas que as afetem, do contrário, há risco de as decisões não endereçarem as prioridades e serem desperdício de recursos". Além disso, expôs que "a pessoa que vive com a condição é o tomador de decisão final, que decide se engajar, ou não, no plano de cuidados propostos. Por isso, deve ser envolvido no programa desde seu planejamento, a fim de se sentir com pertencimento e responsabilidade, aumentando as chances de agir como embaixador das ações propostas e engajar também sua comunidade". Conheça outras importantes decisões para CCNTs/DCNTs da 76ª Assembleia Mundial da Saúde Entre as deliberações de políticas em andamento, porém, o Corpo Intergovernamental de Negociação (INB) divulgou uma versão atualizada do Projeto de Tratado Pandêmico que removeu a linguagem que descreve as pessoas que vivem com problemas de saúde entre grupos vulneráveis. Para exemplificar a agravante situação, entre 60-90% das mortes por COVID-19 foram de pessoas com CCNTs. Portanto a necessidade de reconhecimento de pessoas que vivem com CCNTs é de suma importância no que tange o Tratado Pandêmico e nas várias reuniões de alto nível realizadas em 2023. Outro importante ponto abordado no evento paralelo "Unpacking the expansion of NCD 'best buy' and their investment case", organizado por Vital Strategies e NCD Alliance, o principal item da agenda deste ano foi a atualização do Apêndice 3 do Plano de Ação Global de NCD da OMS 2013–2030. O Apêndice 3 fornece um menu de opções de políticas econômicas para acelerar a prevenção e os cuidados com as CCNTs em todos os países, como uma solução para encontrar "mais maneiras de salvar mais vidas, por menos dinheiro". A decisão EB152(11) que solicita à OMS que atualize regularmente as intervenções do Apêndice 3 com base nas evidências e dados mais recentes, é outra importante decisão. A partir dela, há reforço de investimentos nas políticas, tanto na prevenção quanto no tratamento de CCNTs. Ainda na mesa redonda estratégica da OMS para o 20º aniversário da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (FCTC), a Sra. Paula Johns, da ACT Promoção da Saúde, observou que "podemos aprender muito com o movimento de controle do tabaco para abordar outros fatores de risco de CCNTs, incluindo o álcool, alimentação pouco saudável ​​e poluição do ar". Com a participação na 76ª Assembleia Mundial da Saúde, o FórumDCNTs e seus membros e parceiros se alinham globalmente com as principais instituições e autoridades para otimizar esforços conjuntos no enfrentamento dos CCNTs e seus fatores de risco. Para isso, ações de prevenção e cuidados precisam ser aceleradas, com voz e voto da pessoa com a condição crônica na Cobertura Universal de Saúde. A saúde e o bem-estar de bilhões de pessoas, no Brasil e no mundo, precisam ser priorizados. Vídeos gravados durante a WHA 76 para o FórumDCNTs

  • Plataforma de Saúde Mental e Autoconhecimento - Finalista Melhores Projetos FórumDCNTs 2023

    Nome do Projeto: Plataforma de saúde mental e autoconhecimento Responsáveis pelo projeto: Felipe Azevedo Moretti e Ronald Fischer Instituição: Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino Cargo/Função e formação acadêmica: Pesquisador/psicólogo Demais membros da equipe, cargo e instituição: Paulo Mattos - Psiquiatra e Pesquisador (IDOR), Jorge Moll - Neurologista e Pesquisador (IDOR), Leonardo Fontenelle – Psiquiatra e pesquisador (IDOR),Tiago Bortolini - Pós-doutorando (IDOR), Larissa Hartle - Doutoranda (IDOR) Contato: felipe.moretti@idor.org Instituições parceiras FAPESP (Processo nº 22/08017-9), Rede D'Or, Redes da Maré. Sobre o Projeto O objetivo do projeto é a criação de uma plataforma digital que possibilite mitigar os efeitos psicológicos da pandemia, oferecendo conteúdo psicoeducativo sobre atividades que podem ser usadas para melhorar a saúde mental e o bem-estar da população de forma autoguiada, desenvolvendo e implementando uma jornada digital de autoconhecimento para promoção de saúde mental, com testes psicológicos e feedbacks personalizados. A plataforma foi implementada nacionalmente, sendo realizados estudos de implementação em locais específicos, como no Complexo da Maré (Rio de Janeiro) com lideranças comunitárias. Primeiro foi realizada uma meta-análise (N=145.744) sobre intervenções autoguiadas para diminuição de sintomas de estresse, depressão e ansiedade. Em seguida, foram produzidos vídeos e conteúdos educativos inseridos em uma plataforma de saúde mental que abriga também uma jornada digital de autoconhecimento (https://jornada.idor.org/). Na jornada foram inseridos questionários psicológicos amplamente utilizados na literatura. Foram desenvolvidos também feedbacks personalizados aos usuários de acordo com as respostas dadas. A implementação está sendo avaliada por meio de grupos focais, protocolo think-aloud e análise multivariada. A plataforma de saúde mental mostrou ser capaz de engajar em média 20 mil pessoas por mês. Os usuários entrevistados demonstraram interesse pela jornada digital dentro da plataforma e relataram forte identificação com os feedbacks customizados. Grupos focais e protocolo think-aloud ajudaram no desenvolvimento técnico da proposta. Conseguiu-se atingir o objetivo de criação da plataforma de saúde mental e da jornada de autoconhecimento. Planos futuros Ganhar escala com a jornada de autoconhecimento e implementá-la em grupos populacionais específicos que foram particularmente impactados pela pandemia, como jovens universitários e pessoas com CCNTs; Investigar diferentes formas de uso da jornada de autoconhecimento, como na modalidade híbrida assistida por profissionais de saúde; Realizar articulações estratégicas para implementação sustentável do projeto junto ao setor público; Promover maior qualidade de vida aos participantes; Ajudar no rastreamento de quadros críticos que carecem de assistência profissional em saúde mental. Saiba Mais Site Jornada de autoconhecimento Vídeo teaser da Jornada de autoconhecimento

  • HEARTS-D ganha tradução em português para ser implementado no Brasil

    O Pacote técnico HEARTS, por meio de seu Módulo HEARTS-D sobre diagnóstico e manejo do diabetes tipo 2, lançado em 2020, ganha uma versão em português para viabilizar sua implementação no Brasil. Esse importante marco acontece após solicitação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil, o FórumDCNTs, a partir de seu Coordenador Geral, Dr. Mark Barone. O módulo HEARTS-D, sobre diagnóstico e manejo do diabetes tipo 2, complementa e expande a seção de diabetes do Pacote Técnico HEARTS desenvolvido para uso em unidades de cuidados primários de saúde para melhorar a saúde cardiovascular. A barreira do idioma, porém, é um fator que causa ruídos na implementação em território brasileiro, portanto a necessidade destacada pelo FórumDCNTs marca uma mudança para melhor na qualidade de aplicação do pacote técnico. Este módulo reúne as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Federação Internacional de Diabetes (IDF), e está alinhado com o Pacote de Intervenções Essenciais em Condições Crônicas Não Transmissíveis na Atenção Primária à Saúde (PEN, na sigla em inglês) da OMS e pode ser usado independentemente ou em conjunto com os outros módulos do pacote técnico HEARTS. Ele está dividido em seis partes: Manifestações clínicas do diabetes e critérios para o diagnóstico; Manejo do diabetes; Prevençao e manejo de complicações do diabetes; Critérios para encaminhamento a níveis de atenção de maior complexidade; Monitoramento de processos e resultados; Recursos: Protocolo para manejo do diabetes mellitus tipo 2 com insulina e Prevenção, avaliação e manejo da infecção no pé de pessoas com diabetes. O módulo será útil para formuladores de políticas que planejam a prestação de serviços de manejo do diabetes, gerentes de programas nacionais responsáveis ​​pelo treinamento, planejamento e monitoramento da prestação de serviços, e gerentes de instalações e equipe de atenção primária envolvida em processos clínicos e de monitoramento e resultados do manejo do diabetes. Acesse o documento em português aqui. Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde

  • Resultado do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às DCNTs/CCNTs 2022 - FórumDCNTs

    O FórumDCNTs anunciou durante seu 11º Encontro os 5 finalistas e os 2 vencedores do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs 2022. O Concurso buscou valorizar projetos inovadores que já possuem resultados, mesmo que preliminares, nas áreas de prevenção, promoção, diagnóstico e tratamento de uma ou mais doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). Na ocasião, foram anunciados o primeiro lugar para Projeto EAD – Salvando Vidas I da Associação de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil e o segundo lugar para Busca ativa: Modelo Estruturado Cuidando de Todos da Secretaria Municipal da Saúde/SP, que receberam 10 e 5 mil reais, respectivamente, com o objetivo de impulsionar o ganho de escala desses projetos. Recebendo inscrições de diversos projetos implementados no território brasileiro, apenas os 5 finalistas foram agraciados com a oportunidade de apresentação durante o 11° encontro do FórumDCNTs, em 21 de outubro de 2022, e tiveram o contato de seus líderes compartilhados com as instituições dos diferentes setores que participaram deste encontro, a fim de facilitar potenciais parcerias. Abaixo o vídeo das apresentações durante o evento e o resumo dos projetos finalistas: Busca ativa: Modelo Estruturado Cuidando de Todos (Vídeo da apresentação) Instituição: Secretaria Executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde. EAD: Salvando Vidas I (Vídeo da apresentação) Instituição: Associação de Combate ao Câncer Infanto-juvenil. Gestão de Cuidado de Dor Musculoesquelética (Vídeo da apresentação) Instituição: Tato. Linha de Cuidado da Apnéia do Sono em Araguari-MG (Vídeo da apresentação) Instituição: Secretaria Municipal de Saúde/ IMEPAC- Araguari. Prevenção de Lesão por Pressão na UTI (Vídeo da apresentação) Instituição: Hospital Sírio Libanês e EEUSP. Resumo dos Projetos: Projeto Busca ativa: Modelo Estruturado Cuidando de Todos Projeto EAD – Salvando Vidas I Projeto Gestão de Cuidado de Dor Musculoesquelética Projeto Linha de Cuidado da Apnéia do Sono em Araguari-MG Projeto Prevenção de Lesão por Pressão na UTI

  • Otimização do Tratamento da Hipertensão Arterial - Finalista Melhores Projetos FórumDCNTs 2023

    Nome do Projeto: Otimização do tratamento da hipertensão arterial Responsáveis pelo projeto: Márcio Galvão Guimarães de Oliveira; Pablo Maciel Brasil Moreira; Erlan Canguçu de Aguiar; Priscila Ribeiro de Castro; Kleiton Coelho de Almeida; July Anne Dourado; Sabrina Miranda de Paula; Milena Flores de Melo; Pablo Moura de Santos. Instituição: Universidade Federal da Bahia e Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista Contato: mgalvao@ufba.br; pablomaciel.farmacia@gmail.com Instituições parceiras Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista e Medlevensohn. Sobre o Projeto A monitorização residencial da pressão arterial (MRPA) se apresenta como uma tecnologia acessível e efetiva para produzir dados objetivos e seguros para otimizar o tratamento da hipertensão, pois 20% das pessoas que vivem com hipertensão apresentam efeito do jaleco branco em consultório. As farmácias públicas são um ambiente propício para monitorar as pessoas que recebem medicamentos mensalmente pelo SUS e podem ser atendidas por farmacêuticos. Objetivo Avaliar a eficácia da MRPA associada ao atendimento farmacêutico, para otimizar o tratamento anti-hipertensivo em idosos com hipertensão sistêmica na Atenção Primária à Saúde. Método Em um ensaio clínico, 322 participantes foram randomizados em dois grupos: no controle, o indivíduo idoso com hipertensão recebeu um medidor digital de pressão arterial (PA) e instruções sobre como realizar a MRPA. O médico de família recebeu um relatório com os valores da PA para decidir sobre alterações no tratamento. No grupo intervenção, o participante também realizou a MRPA e o farmacêutico enviou ao médico de família sugestões para otimização do tratamento, além do relatório com os valores da PA. Em ambos os grupos foram realizadas medidas da PA em consultório. Os participantes foram acompanhados por 45 dias e foi avaliada a proporção de participantes com desprescrição de anti-hipertensivos assim como a diferença na PA média entre os grupos em domicílio. Resultados Foram alocados 161 participantes em cada grupo. A PA Sistólica medida em consultório foi maior que a residencial em ambos os grupos, com uma diferença média de 4,59 mmHg. Houve desprescrição de anti-hipertensivos em 31 (19,3%) dos participantes do grupo intervenção versus 11 (6,8%) do grupo controle (p=0,01). Após 45 dias da intervenção, as médias da PA Sistólica de consultório e da MRPA Sistólica foram menores no grupo intervenção (p-valor=0,22 e 0,29, respectivamente). Conclusão A MRPA associada a um protocolo de manejo da farmacoterapia anti-hipertensiva liderada por farmacêuticos, para colaborar com médicos de família nas decisões clínicas sobre tratamento da hipertensão em idosos atendidos na Atenção Primária à Saúde se mostrou eficaz para reduzir a pressão arterial sistólica. Além disso, contribuiu na promoção de mudanças na farmacoterapia anti-hipertensiva (desprescrição), com o objetivo de garantir a efetividade e a segurança destes medicamentos. Os resultados do estudo de intervenção foram apresentados à gestão municipal e as evidências levantadas subsidiaram os gestores a transformar a intervenção como ação estratégica de monitoramento de indivíduos com hipertensão atendidos pela rede de atenção primária, por meio do Protocolo Municipal de Cuidado a pessoas que convivem com Hipertensão Arterial na rede de Atenção Primária à Saúde, que está em fase de implementação. *Este projeto participou do Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder para Enfrentamento às CCNTs/DCNTs no Brasil do FórumDCNTs, e foi selecionado entre os 5 melhores.*

  • Asma: Unir esforços para melhorar cuidados! - 19/05 às 16h

    Objetivos: Identificar as principais barreiras e dificuldades para avançar em diagnóstico e tratamento de qualidade da asma e outras e doenças respiratórias crônicas no país. Conhecer dados epidemiológicos atualizados, políticas e programas de saúde com resultados efetivos, e que possam ser escalados no país para melhorar o atual cenário. Engajar os diferentes setores e stakeholders em movimento para melhorar resultados e desfechos no enfrentamento da asma no Brasil. Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (Sônia Martins, GEPRAPS) (Vídeo) Rafael Miranda, AstraZeneca (Vídeo) Angela Honda, ProAr (Vídeo) 16h20-16h25 – Qual a importância de monitorar fatores de risco para doenças respiratórias e implementar leis que os regulem eficientemente? (Sandra Marques, AME/CDD) (Vídeo) 16h30-16h35 – Quais as dificuldades principais para o diagnóstico e acompanhamento da asma e outras doenças respiratórias crônicas no setor público? (Alessandro Chagas, CONASEMS) (Vídeo) 16h40-16h45 – Quais as ações e recomendações da SES-SC permitem aumentar o diagnóstico e melhorar cuidados da asma e outras doenças respiratórias? (Eduardo Macário, SES-SC) (Vídeo) 16h50-16h55 – Como a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo tem reorganizado seus processos para melhorar o diagnóstico e os cuidados com a Asma na Atenção Primária? Karina Mauro Dib, SMS-SP) (Vídeo) 17h00-17h45 – Debate – Como podemos nos comprometer com ações intersetoriais para acelerar a otimização de diagnósticos e tratamento da asma no Brasil? (Moderação: Sônia Martins, GEPRAPS) (Vídeo) Painelistas e Moderadora Alessandro Chagas (CONASEMS) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Análises Clínicas. Experiência em Gestão Pública, Políticas Públicas, Assessoria, Auditoria, Análises Clínicas, com ênfase em Bioquímica, Epidemiologia e Farmácia Hospitalar. Consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e atualmente é Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Angela Honda, MD (ProAr) Graduada em Medicina pela PUC-Campinas com Residência em Doenças Pulmonares pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Especialista em Pneumologia. Vasta experiência como Consultora de Medicina Respiratória, Gerente e Diretora Médica. Atualmente é Médica no Departamento de Reabilitação Pulmonar na UNIFESP, sendo responsável pelo atendimento de pessoas com DPOC, e Líder de Programas Educacionais da Fundação ProAR. Eduardo Macário, MSc, PhD (SES-SC) Graduado em Farmácia pela UFPE, Especialista e Mestre em Saúde Pública pela FIOCRUZ/PE, e Doutor em Epidemiologia pela UFRGS. Atuou no Ministério da Saúde, como Consultor técnico do GT-SINAN, na Coordenação Geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, na área de Saúde Indígena, coordenação do programa EPISUS e Diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde, quando exerceu a função de secretário de vigilância. Na SES-SC foi Gerente de Doenças Imunopreveníveis e Imunização, Diretor de Vigilância Epidemiológica e Gerente de Vigilância de IST, HIV/Aids, Hepatites Virais e Superintendente de Vigilância em Saúde. Atualmente faz parte da equipe de apoio institucional e participativo do Ministério da Saúde para Santa Catarina. Karina Mauro Dib (SMS-SP) Graduada em Enfermagem pela Universidade Cidade de São Paulo, Especialista em Enfermagem Oncológica e Aprimoramento em Psicooncologia pelo A.C. Camargo Câncer. Especialista em Atenção Domiciliar e Linhas de Cuidado em Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Mestranda em Inovação do Ensino em Saúde na temática de Cuidados Paliativos. Atuou como Supervisora Técnica em Saúde e atualmente é Diretora da Divisão de Doenças Crônicas que representa a Área de Cuidado às DCNTs e Área Técnica do Programa Melhor em Casa na Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. Rafael Miranda, MD (AstraZeneca) Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Residência Médica em Medicina Interna pela FMABC e Pneumologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Titulado Especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). Membro Ativo da American Thoracic Society (ATS-EUA) e European Respiratory Society (ERS-Europa). Atuou como Professor da Disciplina de Pneumologia do Centro Universitário São Camilo, Médico Assistente da Disciplina de Pneumologia da Faculdade de Medicina do ABC vinculado ao Hospital Estadual Mario Covas e Preceptor do Programa de Residência Médica em Pneumologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Atualmente é Gerente Médico Sênior na AstraZeneca. Sandra Marques (AME/CDD) Graduada em Odontologia pela Universidade de Odontologia Osec, Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares, em Ortodontia e Ortopedia Facial - HASP e Especialista em Dependência Química-UNIFESP. Mestranda em Ciências da Saúde em área de concentração de Vigilância em Saúde Pública pela CCD/SESSP. Pesquisadora com foco na área de Políticas Públicas, Tabagismo, Doenças Respiratórias, Oncologia. Membro do Grupo de Estudo e Pesquisa Respiratória na Atenção Primária à Saúde (GEPRAPS) da Faculdade de Medicina do ABC e Membro da Comissão de Políticas Públicas do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo - 2018/2022. Presidente da Comissão Temática de Políticas Públicas do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo - 2023. Atualmente é Consultora de Projetos Científicos da Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) e Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME). Sônia Martins, MD, PhD (GEPRAPS) Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina do ABC, Especialização em Psiquiatria pela UNESA-Rio de Janeiro e Saúde da Família pela UNIFESP. Idealizou, implementou e gerencia o programa de Matriciamento em Saúde Respiratória na atenção primária no município de São Bernardo do Campo desde 2013. Implementou e gerencia o programa de tabagismo no município de São Bernardo do Campo desde 2014. Pesquisadora Principal do Projeto Breathe Well no Brasil. Atualmente é a Coordenadora do GEPRAPS. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • Dor Crônica e Neuropática: Desafios, Programas e Políticas - Cobertura do Evento 05/06

    Evento Interativo do FórumDCNTs debate sobre os desafios da dor crônica, com ênfase na dor neuropática, os programas e políticas, e o engajamento intersetorial para a temática O FórumDCNTs realizou na última segunda-feira, dia 5 de junho, o Evento Interativo “Dor Crônica e Neuropática: Desafios, Programas e Políticas”, mediado pelo Coordenador Geral do ForumDCNTs, Dr. Mark Barone. Logo de início, o Dr. Mark Barone ressaltou que a dor crônica e neuropática é a condição mais prevalente, que atinge ao menos 1 a cada 10 pessoas, e por isso merece a atenção adequada, como o propósito deste evento. (Confira todos os vídeos do Evento aqui). Para abertura e contextualização da temática, a Dra. Glaucia Duarte, Gerente Médica na Procter & Gamble (P&G), agradeceu a oportunidade de discutir sobre o tema dor crônica e neuropática, condição que atinge cerca de 10% da população mundial. Em seguida, a Sra. Eloisa Malieri, Mentora do Projeto Social voltado para a comunidade de diabetes, Elo & Bete, Embaixadora da ONG Unidos pelo Diabetes de Itabuna e ativista por políticas públicas e privadas em prol da saúde, destacou que o assunto é muito importante, porém pouco discutido. Para ela, a dor crônica e neuropática é uma condição muito comprometedora e pode ser agravante sem a correta orientação, portanto “a importância de trazer informações relevantes para quem convive com a condição", assim como para as pessoas que têm diabetes não terem suas vidas impactadas, afinal são quase 20 milhões de brasileiros com diabetes e cerca de metade não sabe que tem a condição. Para o início das apresentações, o Dr. Carlos Barros, Presidente eleito da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor (SBED), discorreu sobre a melhor definição para a palavra "dor", que seriam “momentos que a pessoa perde em sua vida seja com a família, seja para trabalhar ou até mesmo para assistir ao filme”, ou seja, nos momentos que podem ser os mais comuns na vida de um ser humano. No Brasil, entre 25% a 47% dos adultos têm dor crônica, e 66% dos idosos têm dor crônica alguma vez na vida. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 30% das pessoas vivem com dor crônica e desse número, de 8 a 10% enfrentam os impactos dessa condição. A neuropatia por diabetes é uma das condições mais limitantes na opinião do Dr. Calos Barros, e o diabetes é a sétima principal causa de dias vividos sem qualidade, de acordo com o YLD - Anos vividos com deficiência X 1000. Das 13 principais causas, oito estão relacionadas à dor crônica e neuropática, como dor lombar, no pescoço e enxaqueca. Ele ainda ressalta que o grande desafio é educacional, para possibilitar as políticas públicas e que atualmente há apenas a resolução do Sistema Único de Saúde (SUS), Portaria SAES/MS Nº 1399 de 17/12/2019, artigo 23, na qual cita "dispor de protocolos ou diretrizes de boas práticas para controle da dor". E para definir o que é prioritário na jornada da pessoa com dor crônica e dor neuropática no sistema público ou privado de saúde, a Dra. Hermelinda Pedrosa, Diretora de Assuntos Governamentais da SBD e Vice-presidente D-Foot Internacional e Vice-Presidente da IDF, e membro do Conselho Consultivo do FórumDCNTs, destacou o comprometimento da dor crônica e neuropática dos nervos periféricos e cada vez mais há casos de infecção no pé de pessoas com diabetes e síndrome metabólica, com presença crescente em pessoas mais jovens. A neuropatia no diabetes, um amplo espectro de condições clínicas heterogêneas, afeta pessoas com diabetes tipo 1 e 2, pré-diabetes, síndrome metabólica e jovens, e sua prevalência ao longo da vida é superior a 50%. Já a polineuropatia traz casos de dor, quedas, sensibilidade, e resulta em má qualidade de vida, mas é frequentemente negligenciada. Atualmente, 1 a cada 4 pessoas com diabetes tem polineuropatia dolorosa por diabetes (aproximadamente 26%). “É preciso reconhecer os sintomas de neuropatia e a partir dele passar por exames para o diagnóstico clínico” e assim disponibilizar medicamentos e terapias farmacológicas de primeira linha no SUS, completa a Dra. Hermelinda Pedrosa. Dando continuidade com os exemplos de sua atuação, a Dra. Monique Cerqueira, Professora auxiliar do curso de Medicina na Universidade do Estado da Bahia e Cirurgiã Vascular na Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, enfatizou a situação de casos de infecção no pé de pessoas com diabetes e que ocorre na perda de sensibilidade dos membros. A Dra. Monique avalia que há muita frequência de pessoas com dores nos membros inferiores, e que podem fazer parte de um quadro de neuropatia, porém o cenário é de grande desconhecimento sobre a condição, seus sintomas e as estratégias para o seu tratamento, portanto ela segue sendo subdiagnosticada. Para ela, por ser uma condição multicausal, ainda é difícil encontrar a melhor coordenação e tratamento para essas pessoas. Avançar na comunicação entre usuários dos sistemas de saúde e profissionais de saúde é fundamental para também progredir em ações intersetoriais, que vão muito além dos aspectos físicos e psíquicos. E além do estado da Bahia, a missão dos outros estados brasileiros na organização e desafio da dor crônica e neuropática, a Sra. Alcina Romero, Diretora da Atenção Especializada da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (SESAB), citou que o primeiro e grande desafio seria atender todo o território da Bahia com quase 15 milhões de habitantes. Foi apresentado a organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS) nos aspectos de Suficiência Municipal, Regional, Macrorregional e Estadual nas 28 regiões de saúde do estado, desde a Atenção Primária à Saúde (APS) até ações e serviços de média e alta complexidade com oferta suficiente. Os grandes desafios, em sua opinião, estão em organizar o acesso às Policlínicas Regionais por Linha de Cuidado; planejar necessidades; cuidado multidisciplinar; dispensação de medicamentos; e integração com outros recursos necessários. Antes do debate o representante do Ministério da Saúde, o Sr. Fernando Freitas, Analista Técnico CGCTAB/DEPROS/SAPS/MS, trouxe importantes números sobre as condições crônicas e a relação com a dor crônica e neuropática no Brasil. Em 2023, de acordo com o SISAB, 36 milhões de pessoas com hipertensão (21,2% da população cadastrada), 14 milhões de pessoas com diabetes (8,6% da população cadastrada) e 6 milhões de pessoas com obesidade (31,8% da população cadastrada) foram cadastradas na Atenção Primária à Saúde. O SIM em 2022 também constatou que 65 mil das mortes estavam relacionadas à hipertensão, 75 mil óbitos estavam ligados ao diabetes e 3 mil mortes com relação à obesidade. Entre os impactos financeiros que o diabetes, obesidade e hipertensão trouxeram, cerca de R$ 3,84 bilhões de custo com internações e R$ 166 milhões com custos ambulatoriais. O Sr. Fernando Freitas também ressaltou a importância da Atenção Primária à Saúde e afirmou que o Ministério da Saúde busca uma APS a cada dia mais resolutiva, com a pessoa sendo acompanhada de todas as formas possíveis com equipe médica, de enfermagem e todos os profissionais relacionados. “Independentemente de onde o profissional vai conduzir na RAS a pessoa, a APS nunca vai deixar de acompanhar o usuário. A atenção primária à saúde precisa estar junto da pessoa para o acompanhamento”, conclui. Outro dado de destaque foram os indicadores de cuidado, que entre 13% e 22% das pessoas com diabetes passaram por exame de hemoglobina glicada em 2022, mas a meta do Ministério da Saúde é atingir 50% das pessoas com DM. Apenas 1,23% de pessoas com diabetes passaram por avaliação de infecção no pé em 2022 e 7,42% de pessoas com diabetes passaram por exame de hemoglobina glicada em 2022. Por fim, o número de atendimentos de polineuropatia em pessoas diabetes passou de 8.933, em 2021, para 10.832 em 2022. Debate: Como agir intersetorialmente para melhorar prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de qualidade para dor crônica e neuropática? O Dr. Carlos Barros, voltou a destacar que a dor crônica tem tratamento e o Brasil é um dos países mais avançados no tema, sendo o país com a maior Sociedade de Dor da América Latina. Mas para isso é necessário que a parte educacional esteja alinhada para reconhecer a dor crônica e neuropática desde o momento de formação dos profissionais. A Dra. Hermelinda Pedrosa citou a importância de retomar a política de capacitação para que possa ser plenamente exercida, e reiterou as falas do Dr. Carlos Barros em capacitar os profissionais, além de ter uma política de saúde. Ela ainda ressaltou a produção de um documento da D-Foot International para chegar aos ministérios. Mesmo panorama que a Dra. Monique Cerqueira enfatizou quanto ao treinamento de enfermeiros, médicos e todos os profissionais de saúde. Em complemento, a Sra. Alcina Romero ressaltou que os profissionais da Atenção Primária à Saúde devem acompanhar todas etapas da pessoa que esteja com dor crônica. As políticas integrativas tendem a contribuir com essa promoção com o projeto piloto de integração de toda a rede na Bahia. Na sequência a Sra. Eloisa Malieri apontou que os desafios e problemáticas precisam ser vistos com atenção desde a base, seja em âmbito público ou privado. O exemplo dado foi de pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2, mas que já passaram por consequências negativas dessa condição até essa descoberta. O Dr. Mark Barone destacou a participação ativa do público durante o evento e ainda trouxe a informação alarmante sobre a obesidade. “Mais de 50% das pessoas com obesidade tem dor crônica. Não é só o diabetes, o câncer ou a obesidade, são muitas condições que estão ligadas diretamente com a dor”, completou. O Sr. Fernando Freitas corroborou com as colocações e analisou que a pessoa precisa estar no centro das atenções e que o acompanhamento deve acontecer não apenas em momentos em que ela necessite de algum serviço de saúde. Por fim, a Dra. Glaucia Duarte destacou mais uma vez a capacitação dos profissionais de saúde para lidarem com dor crônica e neuropática e que o trabalho intersetorial é essencial para promover o debate e trocas de ideias. E não apenas os profissionais precisam da capacitação, mas toda a sociedade também precisa ser parte deste processo, entender como acontece o atendimento na saúde, o acompanhamento adequado, o que propicia o fortalecimento da saúde. A dor crônica e neuropática precisa ter seu espaço devidamente respeitado para sensibilizar cada vez mais a sociedade em seus riscos para a saúde, assim como a forma educacional de trabalhar com a condição. Debates intersetoriais, políticas públicas e atendimento adequado desde o início do acompanhamento, individualizado e humanizado, são extremamente importantes e o FórumDCNTs fomenta e busca engajar essas ações intersetoriais. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • Obesidade entre jovens aumentou 90% em apenas 1 ano e 31,6% deles têm ansiedade - Covitel 2023

    Lançado hoje em Brasília, Covitel 2 revelou dados inquietantes. Como destaque, a necessidade urgente de programas e políticas para reduzir riscos desde a juventude. Entre jovens de 18 a 24 anos: 90% de aumento de obesidade nesta faixa etária entre 2022 e 2023 (em 2022, 9% dessa população tinha IMC igual ou maior que 30 kg/cm², em 2023, esse percentual subiu para 17,1%); Em 2023, 32,6% relataram episódio recente de consumo abusivo de álcool (quatro doses ou mais para mulheres e cinco doses ou mais para homens, em uma mesma ocasião, nos 30 dias antes da entrevista do inquérito); 31,6% já tiveram diagnóstico médico de ansiedade em 2023; e Em comparação com outras faixas etárias, os jovens são os que menos consomem frutas, verduras e legumes. Além disso, 23,9% desses jovens adultos já usou pelo menos uma vez na vida o cigarro eletrônico, sendo que, desses, 17,3% já usou pelo menos uma vez, mas não usa mais; 6,1% usa, mas não diariamente; e 0,5% usa diariamente. Já o consumo de refrigerante ou sucos artificiais, considerado um marcador de alimentação não saudável, também se destaca nessa faixa etária, sendo a com maior prevalência entre todas as faixas, com 24,3% das pessoas consumindo frequentemente (cinco vezes ou mais na semana). Quando o assunto é prática de atividade física, os jovens de 18 a 24 anos também não se encontram em situação favorável, com apenas 36,9% praticando os 150 minutos semanais recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Por outro lado, os jovens são líderes em tempo de tela, com 76,1% utilizando dispositivos como celulares, tablets ou televisão três horas ou mais por dia para lazer, ou seja, para além do tempo gasto trabalhando ou estudando online, por exemplo. O sono também é comprometido, com apenas cerca da metade dos jovens (54,2%) dormindo a quantidade de horas recomendadas para a idade (7 a 9 horas por dia, de acordo com a National Sleep Foundation). A falta de sono pode impactar alguns quadros crônicos. Os efeitos tendem a se agravar ao longo dos anos, mas já dão sinais de alerta. De acordo com o inquérito, 8,2% dos jovens de 18 a 24 anos já tiveram diagnóstico médico de hipertensão arterial, o que equivale a cerca de 1,4 milhão de pessoas. Os índices de depressão também chamam atenção, com 14,1% da população nessa faixa etária já tendo recebido diagnóstico médico para a condição. Covitel 2023, Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia. Desenvolvido pela Vital Strategies, organização global de saúde pública, e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a partir da articulação e financiamento da Umane e apoio da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Fonte: https://observatoriodaaps.com.br/covitel-imprensa/

  • Capacitação de Organizações de DCNTs 2022

    O FórumDCNTs anuncia a abertura das inscrições de 22/06/2022 a 15/08/2022, do processo seletivo para a Capacitação de Organizações que se dedicam ao enfrentamento das Condições/Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (CCNTs/DCNTs). O objetivo desta atividade é capacitar essas ONGs para que sejam mais efetivas e sustentáveis. A capacitação é constituída por workshops práticos voltados à qualidade das ações de gestão, captação, sustentabilidade, advocacy, comunicação, formação de parcerias, desenvolvimento e avaliação de projetos. A capacitação é 100% Online e Gratuita. Em 2022, a capacitação terá como focos principais: Comunicação assertiva e eficaz com stakeholders de diferentes setores, incluindo da imprensa, tomadores de decisão/legisladores e formadores de opinião e Otimização de gestão e desenvolvimento de estratégias para consolidar e ampliar atividades das organizações e suas parcerias. As vagas são limitadas e apenas organizações que se inscreverem dentro do prazo e forem selecionadas serão convidadas a participar. Data do evento: 13 de setembro de 2022 das 8:00 até 16:30 Inscreva-se AQUI Edital: Agenda 8h00 - Entrada na Plataforma 8h15 - Abertura: Boas-vindas e Contextualização – Patrícia Vieira de Luca (FórumDCNTs e AHF) Rodada de apresentações Manhã: Comunicação assertiva e eficaz com stakeholders de diferentes setores, incluindo da imprensa, tomadores de decisão/legisladores e formadores de opinião 8h45-10h15 - Workshop 1 – Como, quando, o que (e o que não) falar para produzir notícias estratégicas e ampliar o alcance de suas mensagens mais importantes? - Eliene Costa (Gerente de Comunicação da Novo Nordisk) (Vídeo) 10h15-10h30 - Coffee-break 10h30-12h00 - Workshop 2 – O advocacy nas redes sociais: como levar a sua mensagem – Renard Aron (Fundador da PolicyZone e autor do livro Lobby Digital). (Vídeo) 12h00-12h50 - Almoço Tarde: Otimização de gestão e desenvolvimento de estratégias para consolidar e ampliar atividades das organizações e suas parcerias. 13h00-14h30 - Workshop 3 - Construir networking para otimizar sua organização - Ana Flavia Godoi (CEO da Rede Conexão Captadoras) (Vídeo) 14h35-16h05 - Workshop 4 - Criar parcerias para garantir a sustentabilidade de sua organização - Fábio Fedozzi (Diretor Executivo na Abrale - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) (Vídeo) 16h00-16h30 - Atividade de Encerramento e Emissão de Certificados. Facilitadores e Moderadora Ana Flavia Godoi (CEO da Rede Conexão Captadoras) Graduada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), nos últimos 20 anos trabalhou para fortalecer a profissão de captador de recursos para o terceiro setor e na construção de propósito comum entre grandes doadores, investidores sociais privados e organizações sociais. Consultora e palestrante internacional atua junto a negócios e organizações sociais na conquista de sua sustentabilidade financeira. Em 2021, fundou a Rede Conexão Captadoras, rede colaborativa entre mulheres na captação que proporciona um ambiente acolhedor para todas as profissionais. Eliene Costa (Novo Nordisk) Bacharel em Artes com ênfase em comunicação social e jornalismo (PUC-SP). Executivo sênior de comunicação com mestrado (USP e ESPM) tem histórico comprovado de mais de 15 anos de suporte a negócios de tecnologia e bens de consumo por meio de liderança de pensamento, relações públicas, comunicação executiva, mídia social em grandes corporações. Atualmente, é Gerente de Comunicação da Novo Nordisk. Fabio Fedozzi (Abrale - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) Graduado em Administração e Finanças, Pós graduado em Finanças das Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Atua como gestor financeiro, headhunter e conhecedor de tecnologia da informação, e também nas áreas de orçamentos, desenvolvimento de pessoas, implantação de sistemas informatizados, pesquisas primárias com pacientes de câncer e pesquisas secundárias com grandes bancos de dados (DATASUS, IBGE). Atualmente é Diretor Executivo da Abrale, responsável pela gestão administrativa, TI e departamento de Educação e Pesquisa. Renard Aron, MBA (Fundador da PolicyZone e autor do livro Lobby Digital) Graduado em Ciências Geológicas pela UERJ e MBA em Finanças na The George Washington University School of Business. Executivo sênior de governo e relações públicas com mais de 25 anos de experiência, trabalhando para as principais associações comerciais e multinacionais dos EUA nos setores de saúde e consumo nas Américas. Escreve e fala sobre o poder do advocacy online para trazer mudanças positivas, além disso, desenvolve workshops personalizados para ajudar as organizações a entender e se envolver no debate político online. Patricia Vieira de Luca, MSc (Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Foi presidente e atualmente é Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Apoio: Instituições Participantes ABAD ABCC - Associação Bragantina de Combate ao Câncer ABRAz ACBG Brasil ACT Promoção da Saúde Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável - Núcleo Pernambuco Asfecer Associação (Doce Vida de Lajes) Associação Carioca de Diabéticos Associação Cearense de Diabéticos e Hipertensos Associação de Prevenção do Câncer na Mulher - ASPRECAM Associação dos Diabéticos e Familiares de Tanguá (ADIFAT) Crônicos do Dia a Dia FENACELBRA Fundação ProAR Instituto Camaleão Instituto Correndo Pelo Diabetes Instituto Desiderata Instituto Diabetes Brasil Instituto Oncoguia Instituto Opy de Saúde Naspec Parceiros do controle do tabaco. Plan International Brasil Retina Brasil SAS Brasil Sociedade Beneficente Caminho de Damasco Unidos pela Vida - Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística

bottom of page