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  • Relatório Reunião de 31/03/2023 - GT Diabetes 2023

    Participantes desta reunião: Karla Melo, SBD (Facilitadora) Elton Prates, UFMG (Co-facilitador) Michely Barnardelli, Associação Doce Vida (Co-facilitadora) Jaqueline Correia, Instituto Diabetes Brasil Lucia Xavier, ADJ Diabetes Brasil Mônica Silveira, Unicamp Roseanne Montargil, UESC - PROBLEMA PRIORITÁRIO: Ausência de ações de educação permanente em saúde com ênfase na linha de cuidado do diabetes envolvendo gestores, profissionais de saúde e pessoas com diabetes. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2023: Ampliação das ações estruturadas e coordenadas de educação em diabetes, resultando na melhoria das práticas de prevenção, diagnóstico, cuidados e autocuidados do diabetes no país. - AÇÕES: Apoiar e desenvolver ações de educação permanente, incluindo gestores, profissionais e entidades científicas, para ampliar o conhecimento científico sobre a temática por meio de lives, materiais educativos, encontros e outras atividades de educação em diabetes. Parceria com CONASS, CONASEMS e Ministério da Saúde para disseminar a linha de cuidado, através de aulas, webconferências e materiais. Implementar a avaliação do risco cardiovascular na APS, em parceria com Ministério da Saúde e OPAS - aproveitando o potencial da iniciativa HEARTS.

  • Relatório Reunião de 31/03/2023 - GT Alimentação Saudável 2023

    Participantes desta reunião: Marília Albiero, ACT Promoção da Saúde (Facilitadora) Luisa Haddad, Pé de Feijão (Co-facilitadora) Eduardo Augusto Nilson, Fiocruz Maria Paula de Albuquerque, CREN/UNIFESP/IEA Laís Amaral, IDEC Luciane Salaroli, UFES - PROBLEMA PRIORITÁRIO: Necessidade de aprimoramento das políticas públicas que beneficiem o consumo de alimentos saudáveis, alinhado ao guia alimentar para população brasileira. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2023: Planos federais de subsídio para a alimentação saudável e tributação e controle para alimentos não-saudáveis, a serem implementados entre 2024-2025. - AÇÕES: Diante da oportunidade de restauração dentro do novo governo, com atores focados no avanço das políticas de segurança alimentar, como a restauração do Consea, da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e da Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, trazer líderes desses setores para participar, ampliando assim o conhecimento do público do FórumDCNTs sobre as consequências dos ultraprocessados na saúde e na economia, além de ampliar a discussão sobre determinantes comerciais. Interagir com os diferentes Ministérios, parlamentares e governos de diferentes estados a fim de, na iminência de uma reforma tributária, conseguirmos a desoneração para uma alimentação saudável assim como a criação de impostos sobre produtos não-saudáveis para o financiamento da saúde. Dialogar e colaborar com outros GTs, como o de Prevenção de CCNTs em Adolescentes, de modo a trabalharmos a interseção dos temas e intersetorialidade dentro do FórumDCNTs. Referências compartilhadas pelo grupo: https://journals.plos.org/plosone/article/authors?id=10.1371/journal.pone.0240756 https://bmcpublichealth.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12889-022-14361-9 https://www.nature.com/articles/s41598-022-26739-1# https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnut.2022.1043620/full https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0749379722004299 https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0225416 https://nutritionj.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12937-020-00542-y https://actbr.org.br/post/propostas-para-uma-politica-tributaria-de-combate-a-fome-promocao-da-saude-e-do-meio-ambiente/19492/ https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/01/27/em-2030-68-dos-brasileiros-poderao-estar-com-excesso-de-peso.htm https://idec.org.br/materia/incentivo-para-o-que-faz-mal https://www.projetosementes.com/ https://alimentandopoliticas.org.br/big-food/

  • Relatório Reunião de 29/03/2023 - GT Doenças Cardiovasculares 2023

    Participantes desta reunião: Patrícia de Luca, AHF (Facilitadora) Márcio Galvão Oliveira, UFBA (Co-facilitador) Ana Carolina Micheletti, UFMG José Geraldo Mill, UFES Luiz Bortolotto, SBH Priscila Romanovski, SES de SC Yara Baxter, Fundação Novartis - PROBLEMA PRIORITÁRIO: Falta de diagnóstico de doenças cardiovasculares na atenção primária. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2023: Estabelecimento do pacote básico, mínimo necessário, para diagnóstico oportuno para DCVs, contendo exames de albuminuria, glicemia, pressão arterial, triglicérides, colesterol total e HDL e hemoglobina glicada, além de peso, altura e circunferência da cintura. - AÇÕES: Ações de advocacy, campanhas e reuniões com Ministério da Saúde para implementação de um pacote mínimo de exames na APS para diagnóstico e monitoramento das DCVs e seus principais fatores de risco. Planejamento previsto pelo GT para essas ações: Levantamentos dos dados apresentados para o planejamento estratégico a ser realizado na Reunião que acontecerá no dia 27/04.

  • OMS busca especialistas para Grupo Consultivo (TAG) sobre Ganho de Peso Gestacional - Até 07/04

    A Organização Mundial da Saúde busca especialistas para atuar como membros do Grupo Consultivo (TAG) sobre Ganho de Peso Gestacional (Technical Advisory Group on Gestational Weight Gain, em inglês TAG-GWG). Esta convocação fornece informações sobre o grupo consultivo em questão, os perfis de especialistas procurados, o processo de manifestação de interesse e o processo de seleção. As manifestações de interesse para o TAG-GWG vão até o dia 7 de abril. A gravidez é um período único no ciclo de vida para implementar intervenções e otimizar a saúde materno-infantil a longo prazo. O contato frequente das mulheres grávidas com o sistema de saúde, e sua forte motivação para otimizar sua saúde, tornam a gravidez “um momento de aprendizado especialmente poderoso” para muitos fatores de estilo de vida, incluindo gerenciamento de peso. Várias revisões sistemáticas concluíram que o estilo de vida e as intervenções médicas voltadas para mulheres grávidas podem efetivamente levar ao ganho de peso gestacional (GPG) dentro dos intervalos recomendados, destacando a importância do monitoramento desse indicador. O que faz o TAG-GWG? O TAG-GWG aconselhará a OMS sobre: o protocolo detalhado, incluindo a definição dos critérios de elegibilidade para determinar uma amostra o mais prescritiva possível; os métodos e abordagens a serem usados ​​para o desenvolvimento dos padrões internacionais GWG; um plano de pesquisa necessário para definir faixas e recomendações ideais de GWG. Todas as recomendações do TAG-GWG são consultivas para a OMS. Os membros devem respeitar a imparcialidade e independência exigidas da OMS. No desempenho de seu trabalho, eles não podem solicitar ou aceitar instruções de nenhum governo ou autoridade externa à Organização. Quem pode participar? O TAG-GWG será multidisciplinar, com membros que possuem uma gama de conhecimentos técnicos, habilidades e experiências, incluindo pensadores importantes e influentes relevantes para o Ganho de Peso Gestacional. Serão selecionados até 15 membros nas áreas de: Saúde/nutrição materno-infantil Epidemiologia nutricional Obstetrícia, Ginecologia e Perinatologia (pesquisadores e clínicos) Epidemiologia perinatal Estatísticas médicas Partes interessadas/especialistas em saúde pública em saúde reprodutiva da mulher Para registrar seu interesse no TAG-GWG, envie os seguintes documentos até as 18h59 horário de Brasília) do dia 7 de abril de 2023, para NFSdata@who.int usando o assunto “Manifestação de interesse pelo TAG-GWG”: Uma carta de apresentação, indicando sua motivação para se candidatar e descrevendo como você cumpre os critérios de seleção. Observe que, se selecionado, a adesão será em capacidade pessoal. Portanto, não use papel timbrado ou outra identificação do seu empregador; O seu curriculum vitae (CV) (máximo de cinco páginas); Uma lista de publicações revisadas; Um formulário de Declaração de Interesses (DOI) assinado e preenchido para especialistas da OMS, disponível em https://www.who.int/about/ethics/declarations-of-interest. Após o envio, sua manifestação de interesse será analisada pela OMS. Devido a um alto volume de interesse esperado, apenas indivíduos selecionados serão informados. Clique aqui para se acessar a manifestação de interesse da OMS. Para mais informações sobre o Grupo Consultivo Técnico sobre Ganho de Peso Gestacional, clique aqui.

  • OMS lança Relatório sobre Desabastecimento de Medicamentos: 90% dos itens são importados pelo Brasil

    Atualmente o Brasil tem o sétimo maior setor manufatureiro do mundo, no entanto, o setor farmacêutico importa 90% da matéria-prima. Esse é um dos dados divulgados em relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), intitulado “Acesso a medicamentos para CCNT: questões emergentes durante a pandemia de COVID-19 e principais fatores estruturais”, que contou com a colaboração do FórumDCNTs. Com 112 fábricas e 18 centros públicos fabricantes de produtos farmacêuticos, capazes de produzir 16,6 bilhões de unidades farmacêuticas por ano, o Brasil ainda depende muito de produtos importados, como os ingredientes farmacêuticos ativos, que provavelmente explicam o aumento acentuado em notificações de interrupção de medicamentos durante 2020–2021. Houve desabastecimento dos medicamentos para diferentes CCNTs no Brasil, o que inclui doenças cardiovasculares, respiratórias e de saúde mental, durante a pandemia de COVID-19 (2019-2021). Uma das principais razões foi a falta de ingredientes farmacêuticos ativos, das quais 9 a cada 10 são importados. As dificuldades de acesso às farmácias também levaram ao desperdício. Por exemplo, a insulina humana regular está disponível nas farmácias públicas locais no Brasil, mas as insulinas análogas devem ser acessadas em serviços especializados, que exigem o deslocamento da maioria das pessoas para lugares distantes. Os entrevistados relataram que, com isso, um grande estoque de análogos de insulina teve que ser destruído porque estava com o prazo de validade vencido. A pandemia de COVID-19 deixou ainda mais evidente as desigualdades pré-existentes nos cuidados das condições crônicas não transmissíveis. O relatório elaborado pela OMS examina o efeito da pandemia no acesso aos medicamentos para pessoas CCNTs, e as políticas e estratégias implementadas pelos países e sistemas de saúde para antecipar e mitigar as tensões nas cadeias de abastecimento de medicamentos para CCNTs. Acesse a íntegra do relatório da OMS. Clique aqui. Fonte: Organização Mundial da Saúde

  • Novo material sobre Iniciativa Global de Câncer de Mama é lançado pela OMS

    Até 2040, a Região das Américas deve ter o crescimento de 39,1% nos casos de câncer de mama, além da taxa de mortalidade, e mais da metade dessas vidas serão perdidas. Os números divulgados pela Organização Mundial da Saúde, e que preocupa o Brasil, fazem parte do material “Estrutura de implementação da iniciativa global de câncer de mama: avaliação, fortalecimento e ampliação de serviços para detecção precoce e tratamento do câncer de mama”. O objetivo deste pacote técnico básico é delinear um caminho para melhorias sustentáveis ​​e adaptadas às necessidades específicas de cada país, com base em três estratégias e objetivos principais: Promoção da saúde para detecção precoce; Diagnóstico oportuno; Tratamento abrangente do câncer de mama. Este documento fornece uma estrutura comum que liga os formuladores de políticas, as partes interessadas, a comunidade clínica, os gerentes de programas e a sociedade civil a partir de abordagens sistemáticas baseadas em evidências que podem facilitar o fortalecimento dos sistemas de saúde e reduzir as desigualdades nos cuidados das mulheres ao longo de seus ciclos de vida. Acesse a íntegra do relatório da OMS. Clique aqui. Fonte: Organização Mundial da Saúde

  • Relatório Reunião de 27/03/2023 - GT Prevenção de CCNTs em Adolescentes 2023

    Participantes desta reunião: Angélica Duarte, Plan International (Facilitadora) Cleuber Gonçalves, SME-SP (Co-Facilitador) Carolina Cunha, Ministério da Saúde Juliana Guerrero, Pé de Feijão Juliana Fleury, CEO ASEC Paola Ibelli, CREN - PROBLEMA PRIORITÁRIO: Adolescentes não estão no centro de nenhuma política de prevenção de CCNTs. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2023: - Fortalecimento do Programa Saúde na Escola com direcionamento também para adolescentes, de forma que estimule o pensamento crítico desses jovens para que possam fazer boas escolhas alimentares e de vida; incluir saúde mental no Programa Saúde nas Escolas; regulamentação da alimentação escolar. - AÇÕES: Advocacy: reunião com Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Campanhas para ampliar debate sobre adolescentes e CCNTs, incluindo álcool e DEFs. Preparar projeto de lei de regulação de alimentos nas escolas da cidade de SP. Dialogar com o GT de Saúde Digital e considerar o meio virtual como disseminador de notícias/evidências e combate às fake News com a criação de um canal com foco na adolescência. Dialogar com o GT de Alimentação Saudável para estratégias relacionadas à obesidade infantil, que está crescendo cada vez mais. Dialogar com os GTs de Obesidade e Saúde Mental sobre bullying e estigma, com destaque à gordofobia.

  • PMNCH abre Chamada para as Sessões do Fórum Global para Adolescentes - Até 12/04

    Estão abertas as manifestações de interesse para as sessões do programa como parte do Fórum Global para Adolescentes (GFA). Organizado pela Partnership for Maternal, Newborn & Child Health (PMNCH), a busca é por pessoas que tenham o intuito de liderar e contribuir com as 5 principais trilhas programáticas. A manifestação de interesse poderá ser realizada até o dia 12 de abril. O Fórum Global para Adolescentes (GFA) acontecerá entre os dias 11 e 12 de outubro de 2023. Este será um momento fundamental de galvanização dentro de uma campanha plurianual de 1,8 bilhão de jovens pela mudança para promover e fomentar um movimento global pelo bem-estar dos jovens. Ele consistirá em um palco principal virtual global com uma ampla gama de programação explorando os cinco domínios da Estrutura de Bem-Estar do Adolescente: Eventos de campanha e engajamento político; Lançamentos de produtos; Mercado de Inovação; Prêmios para jovens e programas de capacitação; Programa cativante de mídia digital e artes criativas. O programa GFA As cinco faixas programáticas do GFA são baseadas na nova e acordada Definição e Estrutura Conceitual para o Bem-estar do Adolescente, 15 artigos técnicos sobre Programação para Promover o Bem-estar do Adolescente e a Coleção BMJ de Bem-Estar do Adolescente, desenvolvida pela PMNCH em parceria com o Grupo de Trabalho Técnico H6+ ONU ao lado de organizações lideradas por jovens e que atendem aos jovens. A definição resumida e expandida de bem-estar do adolescente é sustentada por cinco domínios interconectados: Domínio 1. Boa saúde e nutrição ideal; Domínio 2: Conexão, valores positivos e contribuição para a sociedade; Domínio 3: Segurança e Ambiente de Apoio; Domínio 4: Aprendizagem, competência, educação, habilidades e empregabilidade; e Domínio 5: Agência e Resiliência. O palco principal global incluirá destaques e mensagens importantes de eventos de campanha, e atividades de dezenas de países parceiros organizados pelos parceiros da PMNCH em associação com o Fórum Global. A conexão da programação global com a programação local permitirá que os parceiros compartilhem experiências e recursos uns com os outros, enviando uma mensagem poderosa e inclusiva de ação em todos os lugares para o bem-estar do adolescente. O Programa GFA está sendo desenvolvido pelo Grupo de Ação do Programa GFA, co-presidido pelo UNICEF, UNFPA e liderança jovem. Para ser considerado para uma sessão do programa, é necessário preencher o formulário de manifestação de interesse até às 19h59 (horário de Brasília no dia 12 de abril de 2023). Os Pontos Focais do Evento da Sessão listados no formulário serão notificados do resultado de da solicitação até 3 de maio de 2023. Fonte: Partnership for Maternal, Newborn & Child Health

  • ACT publica Nota Técnica sobre Reforma Tributária para produtos nocivos à saúde

    Nota técnica da ACT Promoção da Saúde evidencia números relacionados ao tabaco, alimentação saudável e bebidas alcoólicas no Brasil; conheça as 5 recomendações para a reforma tributária. A ACT lançou a nota técnica “Por uma reforma tributária a favor da saúde”, a fim de apresentar as propostas para desincentivar o consumo de produtos nocivos à saúde - como alimentos ultraprocessados, produtos de tabaco e bebidas alcoólicas - e incentivar a produção e comercialização de alimentos saudáveis. Apenas no Brasil, mais de 600 mortes por dia são causadas pelo tabaco, alimentação não saudável e consumo abusivo de bebidas alcoólicas, segundo os números da ACT. Como está a situação do tabaco? Atualmente o tabaco é responsável por 161.853 mortes por ano, o que resulta em 443 óbitos por dia e 18 vidas perdidas por hora. Na parte financeira, o tabaco causa um rombo anual de R$ 92 milhões, R$ 50 milhões para o sistema de saúde brasileiro e R$ 42 milhões em perda de produtividade. Como poderia ser? Caso uma reforma tributária seja aplicada, com aumento em 50% do preço dos cigarros, o resultado seria a economia de R$ 140,96 bilhões em 10 anos e aumento da arrecadação em R$ 26 bilhões. Aproximadamente 135.044 vidas podem ser preservadas. Como está a situação da alimentação? Na parte da alimentação, 57 mil vidas foram perdidas em 2019 devido ao consumo de alimentos e bebidas ultraprocessados; apenas as bebidas ultraprocessadas são responsáveis por 2,2 milhões de casos de sobrepeso e obesidade em adultos, e mais de 721 mil casos em crianças e adolescentes. O sistema de saúde utiliza quase R$ 3 bilhões por ano na atenção à pessoas com condições provocadas pelo consumo dessas bebidas. Segundo a Receita Federal, em 2016 informou o subsídio de R$ 3,8 bilhões à indústria de refrigerantes na Zona Franca de Manaus. Como poderia ser? Caso a alíquota de 20% seja aplicada, o acréscimo ao PIB do Brasil será de R$ 2,43 bilhões e 69 mil empregos seriam gerados com a arrecadação de R$ 4,7 bilhões. Como está a situação das bebidas alcoólicas? As bebidas alcoólicas causam 3 milhões de mortes no mundo todos os anos, sendo 379 mil óbitos nas Américas. Com relação às CCNTs, o álcool é o responsável por 22,4% de todas as mortes por lesões, 3,3% de todas as mortes por CCNTs, e 3,8% das condições crônicas não transmissíveis. Como poderia ser? O Brasil perde 7,3% do PIB em decorrência de problemas relacionados ao álcool, equivalente a cerca de R$ 372 bilhões em termos de gastos com cuidados de saúde e perda de capacidade de trabalho das pessoas afetadas. As 5 recomendações para que a reforma tributária promova saúde e bem-estar e previna doenças e mortes evitáveis: Instituição de tributos federais específicos para tabaco, alimentos e bebidas ultraprocessados, e bebidas alcoólicas, com vistas a desestimular o consumo destes produtos nocivos à saúde. Criação de estímulos fiscais para aumentar a oferta e a disponibilidade de alimentos saudáveis para a população. Adoção de tributos específicos para produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente, como agrotóxicos e combustíveis fósseis. Adoção, prioritariamente, de um tributo que garanta a destinação obrigatória dos recursos arrecadados para o Sistema Único de Saúde. Eliminação de subsídios concedidos aos setores relacionados à comercialização de produtos que causam malefícios à saúde. O debate da reforma tributária deve incluir aspectos de promoção da saúde, proteção ambiental e enfrentamento às desigualdades sociais, contribuindo para a construção de um Brasil mais saudável, sustentável e solidário. As propostas nessa linha visam desincentivar produtos que causam males à saúde e ao meio ambiente e tornar mais progressivos os impostos sobre renda e patrimônio. Acesse a nota técnica da ACT na íntegra. Clique aqui. Fonte: ACT Promoção da Saúde Leia também: Estudo da USP convida voluntários para pesquisa sobre alimentação e CCNTs Diabetes: mais de 3 milhões de adultos vivem com a condição em São Paulo, aponta Vigitel Brasil é destaque na redução de sódio no mundo, aponta OMS

  • Relatório Reunião de 24/03/2023 - GT Doenças Respiratórias 2023

    Participantes desta reunião: Angela Honda, Fundação ProAR (Facilitadora) Zuleid Mattar, ABRA-SP (Co-facilitadora) Caroline Conte, Sanofi Claudia Albertini, ResMed Daniela Archanjo, GEPRAPS Sandra Marques, AME/CDD - PROBLEMA PRIORITÁRIO: Ausência de Plano nacional de Doenças Respiratórias. - MUDANÇAS ESPERADAS ATÉ O FINAL DE 2023: Desenho do Plano Nacional de Doenças Respiratórias. - AÇÕES: Articular com Coordenações Municipais para a implementação das Linhas de Cuidado do Ministério da Saúde. Formar Parcerias para o fortalecimento da APS para as doenças respiratórias. Mapear PCDTs relacionados às doenças respiratórias (ação concluída).

  • WOF lança Atlas Mundial da Obesidade 2023: em 2035, 2 a cada 5 brasileiros conviverão com obesidade

    Na projeção para os próximos 12 anos, Brasil terá 41% de sua população adulta com obesidade, segundo a nova edição do Atlas Mundial da Obesidade 2023, divulgada pela Federação Mundial de Obesidade (World Obesity Federation). O número é confirmado para 2035 a partir das tendências projetadas na prevalência de obesidade. O estudo também alerta para o crescimento exponencial dos números de obesidade no Brasil ano a ano. Para os adultos, o crescimento será de 2,8% por ano, enquanto nas crianças, fator mais preocupante, o crescimento anual será de 4,4%. Os casos de obesidade na população adulta têm projeção maior entre as mulheres com relação aos homens, mas entre as crianças o aumento é maior entre os meninos na comparação com as meninas. E o aumento da obesidade infantil no mundo preocupa, afinal 400 milhões de crianças conviverão com obesidade em 2035, fator que pode levar ao desenvolvimento de condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) como câncer, diabetes, doença cardiovascular, hipertensão, etc. A parte financeira também é duramente afetada, portanto a preocupação com as CCNTs é de fundamental importância para o crescimento de uma nação. Segundo o Atlas da Obesidade no Mundo 2023, o impacto do sobrepeso no PIB nacional 2035 será de 3%, considerado muito alto na escala do estudo. Além disso, o impacto em milhões, com relação à assistência médica para pessoas com sobrepeso, era de R$ 64,3 milhões em 2020 e pode chegar a R$ 100 milhões em 2035. Esses e outros números podem ser acessados no Atlas Mundial da Obesidade 2023. Clique aqui. Fonte: World Obesity Atlas 2023

  • IEA-USP convida Secretários(as) de Saúde para Pesquisa sobre Segurança Alimentar Nutricional

    Realizado por pesquisadoras de pós-doutorado do Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, o estudo “Perspectivas para alcançar a Segurança Alimentar Nutricional (SAN) tendo 2122 como visão de futuro” é direcionado à secretários(as) municipais de saúde de todo o país. A pesquisa, com autoria de Claúdia Maria Bógus e Christinne Cavalheiro Maymone Gonçalves, tem como objetivo geral descrever o atual cenário no Brasil em relação à alimentação contemporânea e identificar ações a serem realizadas para o alcance da SAN no país, tendo como visão de futuro o ano de 2122. Os objetivos específicos da pesquisa são: Identificar as políticas nacionais advindas do Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Social, Ministério da Educação e do Ministério da Agricultura, nos últimos dez anos, referentes à temática de SAN; Identificar o grau de conhecimento de secretários municipais de saúde quanto a temática de SAN e caracterizar as medidas implantadas nos dez últimos anos; Estudar a percepção de secretários estaduais de saúde quanto a possíveis implementações de programas voltados à SAN de 2023 a 2026; Identificar o grau de conhecimento de atores sociais (stakeholders) inseridos no controle social em relação à implantação das políticas públicas de âmbito nacional. Não há financiamento para a pesquisa, portanto toda a contribuição é voluntária. Acesse o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) Secretários Municipais de Saúde aqui.

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