Resultados da busca
Buscar neste site
1641 resultados encontrados com uma busca vazia
- Relatórios dos Grupos Temáticos - 11º Encontro do FórumDCNTs
Foto 11º Encontro do FórumDCNTs Os Grupos Temáticos (GTs) se reúnem durante os Encontros semestrais do FórumDCNTs, o mais recente durante o 11º Encontro aconteceu em 21 de outubro de 2022. Essas reuniões são espaços neutros que convidam à participação dos setores público, privado e terceiro setor. Nelas são identificadas as principais ameaças (desafios/problemas) para que se avance em termos de prevenção e melhoria dos cuidados e dos indicadores de Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) e de seus fatores de risco. Também são levantadas as ações prioritárias com potencial para reverter as ameaças ou acelerar as melhorias nas áreas, de forma multi- e inter-setorial e multistakeholder. Durante as reuniões, cada GT revisita e revisa as prioridades e ações propostas no semestre anterior, e produz um relatório atualizado com a avaliação de avanços e retrocessos. Durante o encontro, os facilitadores de cada GT apresentam um resumo desses relatório a uma banca de especialistas, que faz recomendações a fim de contribuir para avanços nessas áreas. Abaixo estão tanto os vídeos de apresentação de cada um dos GTs, como seus relatório produzidos durante o 11º Encontro do FórumDCNTs. Relatório do GT Alimentação Saudável Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-alimentacao-11encontro Relatório do GT Condições Respiratórias Crônicas Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-respiratoria-11encontro Relatório do GT Diabetes Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-diabetes-11encontro Relatório do GT Doenças Cardiovasculares Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-dcv-11encontro Relatório do GT Obesidade Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-obesidade-11encontro Relatório do GT Oncologia Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-oncologia-11encontro Relatório do GT Prevenção de DCNTs Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-prevencao-11encontro Relatório do GT Saúde Mental e Neurológica Leia o relatório completo: https://www.forumdcnts.org/post/relatorio-gt-saude-mental-11encontro
- GHAI lança versão em português de relatório sobre marketing de produtos alimentícios
A Global Health Advocacy Incubator (GHAI) lança a versão em português do relatório "Expondo o Marketing: uma ameaça global à saúde pública e às políticas de alimentação", que aponta a influência da indústria de alimentos e bebidas para o desenvolvimento de ambientes não saudáveis e para o aumento do risco de condições/doenças crônicas não transmissíveis (CCNTs/DCNTs). O relatório destaca como a comercialização da indústria alimentícia ameaça a saúde pública ao diminuir a ação do Estado para regular os ambientes alimentares. Dentre as principais conclusões, destacam-se três sobre o marketing de produtos ultraprocessados: Gera um efeito dominó prejudicial ao criar ambientes alimentares pouco saudáveis, sobrecarregando os países com populações mais doentes e outros resultados negativos; Estende-se além da publicidade, promoção e patrocínio para incluir lavagem corporativa que permite que a indústria se estabeleça na mesa de formulação de políticas enquanto influencia populações vulneráveis; É agressivo, insidioso e está em toda parte: permite que a indústria influencie o que os consumidores comem, substituindo alimentos tradicionais de diferentes culturas. Clique abaixo para baixar o relatório. No vídeo abaixo, a GHAI conversa com especialistas sobre este assunto: Fonte: Global Health Advocacy Incubator (GHAI)
- Relatório GT Alimentação Saudável - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Preço das frutas, legumes e verduras inacessíveis para grande parte da população brasileira. (desde 2022, houve retrocesso: Aumento da inflação nos últimos 6 meses tem aumentado, com consequente piora no acesso aos alimentos saudáveis) II. Conhecimento limitado da população sobre o Guia Alimentar para a População Brasileira, resultando em baixa consciência sobre os benefícios nutricionais e para a saúde do consumo de frutas e vegetais, especialmente quando associados a alimentação e estilo de vida diversificados, equilibrados e saudáveis, com potencial para prevenção de DCNTs e sus complicações. (desde 2022, sem avanços: ações pontuais que são feitas pela Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, outros coletivos, e até mesmo ações feitas pelo Ministério da Saúde, não têm sido efetivas para uma mudança significativa) III. Necessidade de uma atuação mais forte para o fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) por conta do aumento da fome e da insegurança alimentar e o Monitoramento da Rotulagem Frontal. (Nova prioridade) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Advocacy para o avanço de medidas fiscais que desonerem os alimentos saudáveis e tributem adequadamente os ultraprocessados (Ex.: trabalhar para isenção de ICMS para arroz e feijão). 2. Advocacy para a promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas. 3. Formação de multiplicadores para democratizar repertório de como trabalhar na prática a alimentação sustentável. 4. Desenvolvimento com comunidades vulneráveis para educação alimentar e ambiental e implantação, formação e autonomia nos cuidados de hortas e composteiras. 5. Articulação com diferentes atores para influenciar políticas públicas. 6. Monitoramento da implementação da rotulagem frontal. 7. Monitoramento e exposição da interferência da indústria de alimentos e bebidas nas políticas públicas. 8. Implementação da Lei 16.140 - Kairós, CREN e CODAE. Compra e adaptação de cardápio atrelado à produção do agricultor. 9. Estudos de modelagem de políticas, incluindo a carga das doenças e fatores de risco dietéticos, com avaliação de medidas tributárias, regulatórias e fiscais, e seu impacto sobre o preço e acesso aos alimentos saudáveis. (prioridade nos primeiros 100 dias) Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Andréia Lavelli, Instituto Opy Luisa Haddad, Pé de Feijão (Facilitadora) Marília Sobral Albiero, ACT Promoção da Saúde (Relatora) Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Marília Albiero, ACT Promoção da Saúde (Facilitadora) Luísa Haddad, Pé de Feijão (Co-facilitadora) Eduardo Augusto Nilson, Fiocruz Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Lançamento do curso de Nutricionismo para professores de ensino fundamental com o objetivo de desconstruir o conceito de pirâmide alimentar e divulgar a Classificação Nova do Guia alimentar, além de promover a formação em Advocacy e expor interferência da indústria no ambiente escolar. Ocupação de terrenos onde há a transmissão de energia elétrica para agricultura urbana e promoção da segurança alimentar (Projeto piloto em Ferraz de Vasconcelos). Lançamento da formação online para educadores já iniciada em setembro. Formação de educadores da rede pública para o uso de hortas escolares. Divulgação do dossiê Big Food de Interferência da Indústria, Parceria entre a ACT e a Fiocruz para divulgação do estudo de número de mortes relacionadas ao consumo de ultraprocessados.
- Relatório GT Obesidade - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022
Problemas prioritários identificados: I. Capacitação limitada dos profissionais da saúde e formação insuficiente dos estudantes quanto a fisiopatologia, o diagnóstico, o manejo, o cuidado, o tratamento e reconhecimento da obesidade como uma doença crônica multifatorial tratável. (desde 2021, com avanços, mas faltando escalar) II. Inexistência de participação e diálogo de indivíduos com sobrepeso e obesidade para a formulação de programas e políticas públicas pensando também nas desigualdades socioeconômicas. (desde 2021, sem avanços) III. Amplo desconhecimento da sociedade sobre os mecanismos que levam à obesidade e ampla divulgação de “fake treatments”, gerando estigma, baixa busca de tratamento médico e mínimo acesso aos direitos universais. (desde 2021, com avanços, mas faltando escalar) IV. Falta de medidas regulatórias sobre publicidade de alimentos ultraprocessados e bebidas adoçadas, comercialização de alimentos não saudáveis em cantinas escolares e tributação reversa para alimentos saudáveis (incluindo benefícios fiscais/subsídios). (desde 2021, sem avanços) V. Deficiência na promoção e articulação de soluções integradas em políticas públicas e programas, para prevenir, tratar e monitorar a obesidade em todas as fases da vida, assim como de uma linha de cuidado abrangente, contemplando os diferentes momentos do cuidado à pessoa com obesidade. (desde 2021, com avanços, mas faltando escalar) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Atualizar documentos, fortalecendo uma política pública mais ampla para prevenir, tratar e monitorar a obesidade, em todas as fases da vida, de acordo com o preconizado pelas resoluções da OMS. II. Desenvolver e fortalecer parcerias para o desenvolvimento e a execução de ações para a redução da prevalência da obesidade. III. Estimular o debate, junto às organizações e pessoas de outras áreas, como a educação, sobre a necessidade de pautar as DCNTs, em especial a obesidade, na formação, bem como reforçar o tema na formação nos cursos de saúde. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Andrea Levy - Instituto Obesidade Brasil (Relatora) Conrado Carrasco - Novo Nordisk Guilherme Nafalski - Painel Brasileiro da Obesidade/Instituto Cordial (Co-Facilitador) Jeane Leite – SMS de Manaus Laerte Junior - ResMed Maurício Mendonça - Sanofi Rita Domingues - Instituto Contemplo (Facilitadora) Tiago Cepas - Merck Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Andrea Levy - Instituto Obesidade Brasil Conrado Carrasco - Novo Nordisk Cristiane Zenobio - SBEM Denise Bueno - CGDANT/MS Guilherme Nafalski - Painel Brasileiro da Obesidade/Instituto Cordial Rita Domingues - Instituto Contemplo Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-obesidade-9encontro
- Relatório GT Oncologia - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Queda da cobertura vacinal de HPV devido ao fechamento das escolas durante a pandemia, levando a potenciais graves consequências de médio e longo prazo. (desde 2022, com avanços: Ampliação da faixa etária de vacinação, para meninas de 9 a 14 anos e homens com imunossupressão até 45 anos, que antes era até 26 anos) (desde 2022, houve avanços: necessário unirmos esforços para conscientizar a importância da vacinação no público alvo e estratégias que consideram a ampliação da faixa etária. Ampliação da faixa etária de vacinação, para meninas de 9 a 14 anos e homens com imunossupressão até 45 anos (antes era até 26 anos). Segundo pesquisa realizada pela Profª Tercia Silva, o principal motivo para não vacinação dos escolares é o desconhecimento da importância da vacina da HPV, mais de 40% dos adolescentes do Brasil. Apesar desses avanços citados, concluímos que ainda é necessário ampliar a vacinação nas escolas) II. Barreiras na aquisição e distribuição de medicamentos em Oncologia no Brasil. (desde 2022 com avanços: CONASEMS começou capacitação com agentes comunitários de saúde, Onco Ensino já capacitou mais de 30 mil profissionais de saúde do SUS. Houve pequenos avanços, porém há a necessidade de maior estruturação a nível nacional e focado na linha de cuidado do câncer.) III. Lentidão na retomada e necessidade de ampliação do diagnóstico e tratamento do câncer no país. (desde 2022, sem avanços: Os exames estão sendo retomados, e em alguns cânceres, já foi retomado a quantidade igual a antes da pandemia. Não percebemos grandes mudanças para ampliação dos diagnósticos e tratamentos do câncer para mitigar o represamento dos casos durante a pandemia.) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Qualificação técnica, incluindo a temática de saúde mental, aos profissionais que atuam na linha de cuidado oncológico por meio de debates e sites informativos. 2. Pesquisa de base nacional sobre vacinação de HPV em escolas e os desafios mapeados. 3. Discutir amplamente a temática de diagnóstico e barreiras relacionadas as biópsias. Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Nayara Landim, Movimento TJCC (Facilitadora e Relatora) Helena Esteves, Oncoguia Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Nayara Landim, Movimento TJCC Helena Esteves, Oncoguia Tercia Silva, UFMG Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Ampliar em 2 anos a faixa para primeira dose da vacina de HPV e intervir para aumento de aplicações para segunda dose. (Implementado e Finalizado sem Sucesso) Advocacy para sensibilizar o governo para ampliação do diagnóstico e tratamento do câncer. (Implementado e Finalizado sem Sucesso) Ações coordenadas entre a sociedade civil organizada, o Ministério da Saúde e a indústria, a fim de que encontrem as soluções para aquisição e distribuição de medicamentos oncológicos no país. (Implementado e Finalizado sem Sucesso)
- Relatório GT Obesidade - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Capacitação limitada dos profissionais da saúde e formação insuficiente dos estudantes quanto a fisiopatologia, o diagnóstico, o manejo, o cuidado, o tratamento e reconhecimento da obesidade como uma doença crônica multifatorial tratável. (desde 2022, sem avanços) II. Inexistência de participação e diálogo de indivíduos com sobrepeso e obesidade para a formulação de programas e políticas públicas pensando também nas desigualdades socioeconômicas. (desde 2022, sem avanços) III. Deficiência na promoção e articulação de soluções integradas em políticas públicas e programas, para prevenir, tratar e monitorar a obesidade em todas as fases da vida, assim como de uma linha de cuidado abrangente, contemplando os diferentes momentos do cuidado à pessoa com obesidade. (desde 2022, com avanços, mas faltando escalar) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Atualizar documentos, trazendo uma política pública mais ampla para prevenir, tratar e monitorar a obesidade em todas as fases da vida de acordo com o preconizado pelas resoluções da OMS. 2. Desenvolver e fortalecer parcerias, no desenvolvimento e execuções de ações para a redução da prevalência da obesidade. 3. Estimular o debate, junto à organização e pessoas de outras áreas, como a educação, sobre a necessidade de pautar as DCNTs, em especial a obesidade, na formação nos cursos de saúde Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Andrea Levy, Instituto Obesidade Brasil Aparecida Virgínia, APAN Denise Bueno, CGDANT/MS Guilherme Nafalski, PBO/Instituto Cordial (Facilitador e Relator) Tiago Lobo, Merk Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Matheus Chaluppe, USCS Guilherme Nafalski, PBO/Instituto Cordial Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Desenvolver mais atividades para fortalecer a formação em obesidade, como o "Obesidade em Pauta”, do Instituto Obesidade Brasil. (Implementado e Finalizado com Sucesso e deverá ser replicado/escalado) Construir novas articulações para soluções integradas das políticas públicas e dos programas para a Obesidade. (Implementado e Finalizado com Sucesso e deverá ser replicado/escalado)
- Relatório GT Diabetes - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Limitação técnica especialmente na Atenção Primária da Saúde (APS) para ações de acolhimento, prevenção, diagnóstico precoce, prescrição, ajustes terapêuticos, educação em saúde, além da falta de investimentos na educação de gestores, para que entendam o processo acerca da dispensação de insumos e medicamentos, como também de educação continuada em saúde e empoderamento dos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), a fim de que possam efetuar medição de glicemia capilar e ações em prol do engajamento nos autocuidados das pessoas em risco de ou já diagnosticadas com diabetes. (desde 2022, com avanços: GT Insulinoterapia do SUS foi finalizado, porém os materiais gerados ainda não foram divulgados; inclusão dos análogos de insulina rápida no SUS; iniciativa HEARTS está na fase final de implementação, representando um avanço na APS) II. Ausência de medicamentos previstos nos PCDTs nas UBSs, a fim de melhorar o acesso a exames para diagnóstico, acompanhamento e ajustes terapêuticos em tempo adequado (desde 2022, sem avanços: Os medicamentos seguem como uma questão prioritária; o Point-of-Care não se apresenta como uma prioridade no momento atual; a compra de insumos deve ser centralizada pelo Ministério da Saúde, pois reduzirá custos; impacto da redução do orçamento da Farmácia Popular para o próximo ano, pois há um corte previsto de 59%) III. Carência de alinhamento estratégico, interlocução e interoperabilidade entre os vários níveis do governo para implementação efetiva de ações e programas de saúde. (desde 2022, sem avanços) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Avanço com parcerias estratégicas com atores do Ministério da Saúde, CONASS/CONASEMS/COSEMS e OPAS/OMS. 2. Continuidade da implementação da iniciativa HEARTs no Brasil, projetando uma redução do risco cardiovascular com Interlocução DAF, SCTIE/CONITEC; DAPS do Ministério da Saúde. 3. Incorporação, aquisição e dispensação de novos medicamentos para tratamento de pessoas com DM no SUS (SBD, SBEM, ADJ, ANAD e FENAD). Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Elton Sady, UFMG (Relator) Bruno Helman, CPD (Facilitador) Karla Melo, SBD Marlice Marques, SES-GO Tatiana Porto, Sanofi Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Bruno Helman, Instituto Correndo Pelo Diabetes Elton Prates, UFMG Mônica Silveira, UNICAMP Vanessa Pontirolli, Novo Nordisk Karla Melo, SBD Tatiana Porto, Sanofi Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Publicação do T1D INDEX (IDF /JDRF/ Life for a Child) (Implementado e Finalizado com Sucesso) Alinhamento de discurso e capacitação da pessoa que for representar os/as demais brasileiros/as com diabetes em chamamentos públicos junto à CONITEC ou outros órgãos. (Implementado e Finalizado com Sucesso)
- Relatório GT DCV - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Capacitação limitada da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente das Equipes de Saúde da Família e dos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs), para ações de prevenção, rastreamento, diagnóstico precoce, literacia em saúde, educação contínua para os autocuidados e acompanhamento efetivo das doenças cardiovasculares, incluindo: monitoramento e estratificação dos fatores de risco cardiovascular e uso de equipamentos. (desde 2022, com retrocesso: saúde mental está intrinsecamente ligada à piora do estado de saúde dentro das DCNTs/DCVs, juntamento com a insegurança alimentar (fome e desnutrição- obesidade); Retorno ao atendimento reprimido pela pandemia.) II. Falta de estratégia efetiva para monitoramento e avaliação de impacto e desfecho em diferentes iniciativas. Necessitando de dados de qualidade para as mortes por DCV que precisam ser revistos e ampliar a estratificação de risco do programa Previne Brasil. (desde 2022, sem avanços) III. Falta de conhecimento do processo de tomada de decisão em políticas públicas para maior incidência, com necessidade de mapear áreas e atores relevantes nos governos para entrada de novas propostas. (desde 2022, sem avanços) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Harmonizar protocolos de enfrentamento às DCVs. 2. Unificar registros dos desfechos clínicos em banco de dados compartilhados em conformidade com LGPD. 3. Estabelecer um trabalho em rede com base nas linhas de cuidados, bem orquestrado (tripartite). 4. Melhorar da integração dos dados para a tomada de decisão e maior agilidade do sistema de informação. 5. Criar uma coalizão para monitoramento e ação junto ao poder público para apoiar a criação de políticas públicas e regulação. 6. Criar um modelo estratégico para mapeamento e compartilhamento de projetos municipais, estaduais e boas práticas para sua escalabilidade, apoiando Linhas de Cuidados para doenças específicas, Diretrizes das Sociedades Médicas e órgãos internacionais como OPAS, OMS e programas como PREVINE BRASIL, QUALI-SUS CARDIO e similares. 7. Organizar e canalizar o processo de ajudar os órgãos públicos a serem mais confiantes em relação à seleção de projetos que podem ser escalados e que tragam resultados efetivos. 8. Necessidade de uma força tarefa capaz de se mobilizar sobre a falta de Point-Of-Care de perfil lipídico e hemoglobina glicada, MRPA e cadeira de auto aferição na APS. 9. Produção de experiências custo-efetivas que convergem com o programa HEARTs, com o objetivo final de produção e inserção em programa de governo. Parcerias entre a Fundação Novartis, SMS, HCor-ProadiSUS, UFBA, SMS-BA, SESAB, UFMG-UNASUS, Ministério da Saúde para o levantamento econômico para o pacote HEARTs. Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Patrícia de Luca, AHF (Facilitadora e Relatora) Letícia Linhares, SBC Yara Baxter, Novartis Foundation Fernanda de Oliveira, Novartis Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Patrícia de Luca, AHF (Facilitadora) Vivian Batista, Viatris Mariana Silveira, Instituto Tellus Yara Baxter, Fundação Novartis Márcio Galvão, UFBA Ana Carolina Micheletti, UFMG Liza Ucimura, IR HCor Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Gerar movimento sobre Prevenção de DCNTs, fazendo uso do material “Linguagem Importa”, fomentando políticas públicas via advocacy com olhar para o jovem, e em colaboração com outros membros e plataformas do FórumDCNTs. (Implementado e Finalizado com Sucesso)
- Relatório GT Saúde Mental e Neurológica - 11º Encontro FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Limitada atenção à saúde mental na APS, grande parte em decorrência da carência na formação e capacitação de profissionais de saúde para o correto diagnóstico e os cuidados de pessoas impactando o acesso, a universalidade e a integralidade do cuidado. (desde 2022, sem avanços: Na saúde privada, há um ponto positivo com a mudança na limitação no número de consultas, ainda que seja constada fragmentação do sistema na gestão do cuidado. No entanto, em relação à APS as dificuldades se mantêm tal qual no último ano passado de pandemia) II. Escassez de estratégias de estratégias de informação, conscientização e suporte para saúde mental, sobretudo no retorno pós-covid, com sensibilização e falta de profissionais. (desde 2022, houve avanços: A pandemia trouxe holofotes à pauta do cuidado mental e atenção ao estigma. Ainda lento, mas acontece) III. Sistemas de dados e informações de saúde mental limitados. (desde 2022, sem avanços: Existe dificuldade na jornada das pessoas no sistema privado, por ser muito fragmentado, no sistema público há um pouco mais de informações, via sistema da secretaria de saúde local, embora, o detalhamento também seja fragmentado) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. A revisão do mapa de saúde mental do Instituto Vita Alere que aponta os locais de atendimento gratuito no país. 2. Pesquisa sobre a saúde mental em garotos/meninos (12 a 21 anos) devido à alta incidência suicídio. 3. Desenvolver o apoio de teleconsulta para ampliar o alcance. 4. Promoção de debates para entender as necessidades da sociedade e identificar os principais fatores de risco e os fatores de proteção do suicídio. Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Ricardo Lauricella, SBCD (Facilitador) Marta Axthelm, ABRATA (Relatora) Flávia Sayegh, ABRALE Karen Scavacini, Instituto Vita Alere Soraya Carvalho, NEPS/SESAB Nome das instituições e seus representantes na reunião em setembro: Ricardo Lauricella, Sociedade Beneficente Caminho de Damasco (Facilitador) Flavia Sayegh, ABRALE Alberto Ogata, FGV Marco Silva, Viatris Maria Dilma Teodoro, APBr Guilherme Messas, Santa Casa - SP Avanços alcançados através de membros deste GT e suas parcerias, durante o ano de 2022: Desenvolvimento de campanhas de conscientização e treinamentos sobre psicofobia, saúde mental e estratégias de prevenção, com destaque àquelas realizadas em escolas e universidades e empresas, direcionadas tanto a alunos/as, professores/as e aos trabalhadores. (Implementado e Finalizado com Sucesso e será replicado/escalado) Projetos de conscientização com parcerias estratégicas e multistakeholder. (Implementado e Finalizado com Sucesso) Atualização do Guia pós-pandemia da Viatris para profissionais de saúde. (Implementado e Finalizado com Sucesso, aguardando publicação em 2023) Estudo e paper já veiculado sobre PFI (professional fullfilment index), acerca do burnout - Stanford. (Implementado e Finalizado com Sucesso)
- Relatório GT Prevenção de DCNTs - 11º Encontro do FórumDCNTs
Problemas prioritários identificados: I. Falta de conhecimento e engajamento a prevenção em qualquer condição crônica. (Nova Prioridade) II. Custo elevado da alimentação saudável e do bem estar em muitas regiões do Brasil. (Nova Prioridade) III. Engajamento a medicina da saúde mental e social, e não a medicina da doença. (Nova Prioridade) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) 1. Plano de educação em saúde para escolares, a fim de gerar conscientização familiar, trabalhando de forma inovadora (gameficação) para ter uma comunicação aderente ao público leigo. 2. Criar em comunidades mais vulneráveis hortas comunitárias, capacitação de plantio, incentivo à merenda saudável, além do incentivo à pratica de exercício físico e bem estar físico e emocional. 3. Apoio a políticas públicas que aos poucos mude o mindset atual de tratamento da doença através dos agentes comunitários, atuando em prevenção como a Telessaúde. Fortalecimento da saúde através da humanização e do olhar holístico do paciente (integral). Nome das instituições e seus representantes na reunião em outubro: Iseli Reis – Fleximedical (Facilitadora e Relatora) Camila Sartorato – Horas da Vida
- Niterói aprova PL da Infância Saudável que regulamenta ultraprocessados em escolas
O objetivo é prevenir a obesidade infantil na cidade e promover uma infância mais saudável para crianças e adolescentes. No dia 06 de dezembro, Niterói (RJ) deu um importante passo na prevenção da obesidade infantil e na garantia de infância e futuros mais saudáveis com a aprovação do Projeto de Lei 95/2022 na Câmara Municipal de Vereadores. O PL da Infância Saudável regulamenta a oferta de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados e salsicha, em escolas públicas e privadas do município e cria normas para disposição desses produtos em estabelecimentos comerciais. De autoria da vereadora Verônica Lima (PT) e coautoria do vereador Daniel Marques (DEM), o PL segue agora para a sanção do prefeito. Com isso, Niterói será a primeira cidade no estado do RJ a ter esse tipo de regulamentação. A alimentação inadequada é um dos mais importantes fatores de risco para a carga global de condições crônicas não transmissíveis no Brasil e no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 33,5% das crianças e adolescentes brasileiros atendidos pela Atenção Primária à Saúde do SUS em 2021 apresentavam excesso de peso. Em Niterói, este número alcança 37,4%, percentual mais elevado que o nacional e estadual, que chega a 33,4%. Diante desses dados preocupantes, o Instituto Desiderata, em conjunto com a Aliança pela Alimentação Saudável, criou a campanha "Niterói diz ‘sim’ para uma infância saudável" que tem mobilizado a sociedade para assinar a petição de apoio à aprovação do PL 95/2022. Saiba mais sobre a campanha Niterói diz sim para uma infância saudável aqui. Nesse site também é possível acessar outros recursos, como o Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos e um Panorama da Obesidade em Crianças e Adolescentes. Acompanhe a PL aqui. Fonte: Instituto Desiderata
- Programa Saúde na Escola lança recursos sobre prevenção do uso do tabaco
O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação brasileiros lançaram dois recursos eletrônicos com informações e orientações sobre prevenção ao uso do tabaco para serem usados nas escolas: o Caderno Temático e o Guia de Bolso, ambos desenvolvidos no âmbito do Programa Saúde na Escola. O tabagismo é reconhecido como uma condição crônica não transmissível (CCNT) que causa dependência física, psicológica e comportamental e configura a maior causa evitável isolada de mortes precoces em todo o mundo (DROPE et al., 2018), indo muito além do uso de cigarros. O tabagismo também engloba o uso de outros produtos derivados do tabaco que possuem nicotina, que é a substância química que causa a dependência. Além disso, o tabaco também é fator de risco para outras condições incapacitantes e fatais, como as condições cardiovasculares, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e cânceres, e grande parte das mortes por estas condições podem ser atribuídas ao tabagismo, como descrito no gráfico abaixo (disponível no Caderno Temático). O Caderno Temático de Prevenção do Uso do Tabaco também traz os aspectos conceituais e históricos do tabagismo, os diversos tipos de produtos utilizados para fumar, inalar e vaporar a substância, além dos impactos do tabaco no meio ambiente, como abordar a prevenção do tabaco com os adolescentes e aspectos das diferentes legislações para proteger crianças, adolescentes e jovens do tabagismo. Clique abaixo para baixar. Já o Guia de Bolso tem como objetivo auxiliar profissionais da saúde e da educação na realização de atividades de promoção da saúde e prevenção ao uso de produtos derivados do tabaco no ambiente escolar. O Guia é composto por 05 sugestões de oficinas para fazer com os alunos, com os seguintes temas: Promoção da saúde e prevenção do tabagismo; Prevenindo o tabagismo, brincando e aprendendo; Malefícios do tabagismo e os benefícios de parar de fumar; Promovendo a saúde e prevenindo o tabagismo através das redes sociais; A Influência da mídia para o consumo de tabaco e o tabagismo como fator causal para diversas outras CCNTs. Clique abaixo para baixar. Fonte: Ministério da Saúde











