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  • OMS publica Relatório Mundial de Saúde Mental

    A Organização Mundial da Saúde divulgou sua maior revisão da saúde mental mundial desde a virada do século. O trabalho detalhado fornece um plano para governos, acadêmicos, profissionais de saúde, sociedade civil e outros com a ambição de apoiar o mundo na transformação da saúde mental. Em 2019, quase um bilhão de pessoas – incluindo 14% dos adolescentes do mundo – viviam com um transtorno mental. O suicídio foi responsável por mais de 1 em cada 100 mortes e 58% dos suicídios ocorreram antes dos 50 anos. Os transtornos mentais são a principal causa de deficiência, causando 1 em cada 6 anos vividos com deficiência. Pessoas com condições graves de saúde mental morrem em média 10 a 20 anos mais cedo do que a população em geral, principalmente devido a doenças físicas evitáveis. O abuso sexual infantil e a vitimização por bullying são as principais causas da depressão. Desigualdades sociais e econômicas, emergências de saúde pública, guerra e crise climática estão entre as ameaças estruturais globais à saúde mental. A depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25% apenas no primeiro ano da pandemia. Estigmatização, discriminação e violações de direitos humanos contra pessoas com condições de saúde mental são comuns em comunidades e sistemas de atenção em todos os lugares; 20 países ainda criminalizam a tentativa de suicídio. Em todos os países, são os mais pobres e desfavorecidos da sociedade que correm maior risco de problemas de saúde mental e que também são os menos propensos a receber serviços adequados. Mesmo antes da pandemia do COVID-19, apenas uma pequena fração das pessoas necessitadas tinha acesso a cuidados de saúde mental eficazes, acessíveis e de qualidade. Por exemplo, 71% das pessoas com psicose em todo o mundo não recebem serviços de saúde mental. Enquanto 70% das pessoas com psicose são tratadas em países de alta renda, apenas 12% das pessoas com psicose recebem cuidados de saúde mental em países de baixa renda. Para a depressão, as lacunas na cobertura dos serviços são amplas em todos os países: mesmo naqueles de alta renda, apenas um terço das pessoas com depressão recebe cuidados formais de saúde mental, e estima-se que o tratamento minimamente adequado para depressão varie de 23% em países de alta renda para 3% em países de baixa e média renda. Com base nas evidências mais recentes disponíveis, apresentando exemplos de boas práticas e expressando a experiência de vida das pessoas, o relatório abrangente da OMS destaca por que e onde a mudança é mais necessária e como ela pode ser melhor alcançada. O documento convida todas as partes interessadas a trabalharem juntas para aprofundar o valor e o compromisso dado à saúde mental, remodelar os ambientes que influenciam a saúde mental e fortalecer os sistemas que cuidam da saúde mental das pessoas. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, esclarece: “A vida de todos toca alguém com uma condição de saúde mental. Boa saúde mental se traduz em boa saúde física e este novo relatório é um argumento convincente para a mudança. Os vínculos inextricáveis ​​entre saúde mental e saúde pública, direitos humanos e desenvolvimento socioeconômico significam que a transformação de políticas e práticas em saúde mental pode trazer benefícios reais e substantivos para indivíduos, comunidades e países em todos os lugares. O investimento em saúde mental é um investimento em uma vida e um futuro melhores para todos.” Todos os 194 Estados Membros da OMS assinaram o Plano de Ação Integral de Saúde Mental 2013–2030, que os compromete com metas globais para transformar a saúde mental. Bolsões de progresso alcançados na última década provam que a mudança é possível. Mas a mudança não está acontecendo rápido o suficiente, e a história da saúde mental continua sendo de necessidade e negligência, com 2 em cada 3 dólares de gastos governamentais escassos em saúde mental alocados para hospitais psiquiátricos autônomos, em vez de serviços de saúde mental comunitários, onde as pessoas são mais bem acompanhadas. Durante décadas, a saúde mental tem sido uma das áreas mais negligenciadas da saúde pública, recebendo uma ínfima parte da atenção e dos recursos de que necessita e merece. O relatório traz várias recomendações de ação, agrupadas em 3 caminhos para a transformação que se concentram na mudança de atitudes em relação à saúde mental, abordando os riscos à saúde mental e fortalecendo os sistemas de atenção à saúde mental. Eles são: 1. Aprofundar o valor e o compromisso que damos à saúde mental. - Incluir pessoas com problemas de saúde mental em todos os aspectos da sociedade e tomar decisões para superar o estigma e a discriminação, reduzir as disparidades e promover a justiça social. 2. Remodelar ambientes que influenciam a saúde mental, incluindo lares, comunidades, escolas, locais de trabalho, serviços de saúde, ambientes naturais. - Intensificar o engajamento em todos os setores, inclusive para entender os determinantes sociais e estruturais da saúde mental e intervir de forma a reduzir riscos, construir resiliência e desmantelar barreiras que impedem pessoas com problemas de saúde mental de participar plenamente da sociedade. 3. Fortalecer os cuidados de saúde mental mudando onde, como e por quem os cuidados de saúde mental são prestados e recebidos. - Construir redes comunitárias de serviços interconectados que se afastam dos cuidados de custódia em hospitais psiquiátricos e cobrem um espectro de cuidados e apoio por meio de uma combinação de serviços de saúde mental integrados aos cuidados gerais de saúde; serviços comunitários de saúde mental; e serviços para além do sector da saúde. - Diversificar e ampliar as opções de atendimento para condições comuns de saúde mental, como depressão e ansiedade, que tem uma relação custo-benefício de 5 para 1. Essa ampliação inclui a adoção de uma abordagem de compartilhamento de tarefas, que expande os cuidados baseados em evidências a serem oferecidos também por profissionais de saúde em geral e provedores comunitários. Também inclui o uso de tecnologias digitais para apoiar a autoajuda guiada e não guiada e fornecer atendimento remoto. Acesse o resumo aqui. Relatório completo aqui. Texto traduzido e adaptado de WHO highlights urgent need to transform mental health and mental health care.

  • Consulta pública OMS sobre uso/regulação de adoçantes - participe até 14/08

    A OMS convida os Estados Membros e todas as partes interessadas relevantes a comentar o projeto de diretriz sobre o uso/regulação de adoçantes, por meio de uma consulta pública online, disponível até 14 de agosto de 2022. Espera-se comentários principalmente sobre clareza geral, considerações e implicações para adaptação e implementação da diretriz, contexto e questões específicas do cenário que ainda não foram capturadas, e quaisquer erros ou dados ausentes. Durante esse período, o projeto também será submetido à revisão por pares por um grupo de especialistas externos. Assim que a revisão por pares e a consulta pública estiverem concluídas, a diretriz será finalizada e revisada pelo Comitê de Revisão das Diretrizes da OMS para liberação final antes de seu lançamento oficial. Os interessados ​​em fornecer comentários serão solicitados a preencher, assinar e enviar um formulário de declaração de interesse (DOI) e consentir em ter seu nome, organização/afiliação, país de residência ou afiliação e comentários postados na página do Departamento de Nutrição e Alimentação da OMS. Depois de concluir as etapas acima (ou seja, fornecer informações de identificação, fazer upload de um DOI assinado e concordar com a publicação de comentários on-line), será disponibilizado um link para baixar o rascunho da diretriz. Preenchendo o formulário O formulário é dividido em várias seções. Depois de concluir uma seção, clique no botão 'Avançar' para navegar para a próxima seção. Você também pode voltar às perguntas anteriores no formulário clicando no botão 'Anterior' na parte inferior de qualquer página. Não use os botões voltar ou avançar no seu navegador de internet, pois isso pode redefinir todo o formulário. Se você quiser salvar seu progresso a qualquer momento durante o processo, clique no botão 'Retomar mais tarde' no canto inferior esquerdo da página e você será solicitado a fornecer um nome, senha e endereço de e-mail. Se você fornecer um endereço de e-mail, seu nome e senha selecionados serão enviados para você junto com o link para retornar à consulta. Salve as informações de login, pois não podemos recuperar nomes de usuário e/ou senhas perdidos. Se você perder as informações de login, poderá reiniciar o processo desde o início, o que incluirá a reinserção de suas informações de identificação e o upload do formulário DOI preenchido novamente. Para retomar o preenchimento de um formulário salvo, retorne à página de consulta através do link fornecido no e-mail que você receberá ao salvar seu progresso. Se solicitado, preencha as informações de login necessárias e clique no botão 'Carregar pesquisa inacabada'. Para reiniciar e/ou limpar todas as informações inseridas no formulário, clique no botão 'Sair e limpar pesquisa'. Você receberá a confirmação de que sua entrada foi recebida após clicar no botão 'Enviar' ao final do processo. Clique aqui para participar da consulta. Texto traduzido e adaptado de: Call for comment: draft WHO guideline on use of non-sugar sweeteners e Online public consultation: draft guideline on use of non-sugar sweeteners

  • Como Distúrbios do Sono Causam e Agravam DCNTs - Cobertura do evento do dia 06/05/2022

    No dia 06/05 o FórumDCNTs realizou o webinar que teve como tema central “Como Distúrbios do Sono Causam e Agravam DCNTs” com o objetivo de alertar sobre o papel do sono para a manutenção da saúde e dos distúrbios do sono no desenvolvimento e agravamento de CCNTs/DCNTs, propor soluções e potencial linha de cuidado para se ampliar e otimizar a atenção, o diagnóstico e os cuidados com apneia obstrutiva e outros distúrbios do sono em todos os níveis de atenção e engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços conjuntos para a elaboração de políticas e programas que deixem de ignorar os riscos das doenças crônicas ligadas ao sono ou resultantes delas. O fundador e coordenador geral do FórumDCNTs, Dr. Mark Barone, deu início ao evento dando um panorama sobre a relação do sono com as DCNTs. Ele iniciou sua participação abordando a apneia obstrutiva que pode desencadear DCNTs e como o caminho inverso também pode ocorrer, quando as DCNTs passam a desencadear distúrbios do sono. Ele reforçou que “o sono de qualidade inadequada ou irregular pode levar a uma série de mudanças fisiológicas, podendo desencadear hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares e alterações de saúde mental”, e ainda alertou para os perigos que o distúrbio do sono pode causar no manejo de glicemias para pessoas com diabetes tipo 1, afastando, assim, o indivíduo de uma qualidade de vida adequada. Dr. Mark Barone destacou que 32,9% da população brasileira apresenta apneia obstrutiva do sono e mais de 27% dorme menos de 6 horas por noite. Por fim, apresentou dados sobre como distúrbios do sono, em diferentes graus, podem impactar a sociedade economicamente. O primeiro convidado a falar foi o Sr. Douglas Silva, líder da área de acesso na ResMed Brasil. Ele iniciou sua participação contextualizando o papel da ResMed no âmbito do sono e afirmou: "a qualidade de vida gira em torno do seguinte tripé: sono de qualidade, alimentação saudável e exercícios físicos”. Silva explica que a ResMed encontrou a necessidade de um maior apelo por parte das políticas públicas em abranger essas questões relacionadas ao sono. Ele aponta que entre 2016 e 2020 foram identificados mais de 1400 casos judiciais para ter acesso a diagnóstico e tratamento e que esses dados fomentam o ímpeto da ResMed em facilitar o acesso ao tratamento. Foi chamada a seguir a Dra. Andrea Levy do Instituto Obesidade Brasil, que abordou, principalmente, a visão do paciente. A Dra. falou sobre sua experiência pessoal e contratou todas as dificuldades que o distúrbio do sono pode desencadear e como é necessário, por parte da equipe de saúde, ouvir mais as pessoas acometidas por essas dificuldades para melhorar os tratamentos e a qualidade de vida dessas pessoas. A seguir, foi dada a vez ao Dr. Luciano Drager, especialista em medicina do sono e presidente da Associação Brasileira do Sono que deu início a sua fala abordando os diferentes tipos de distúrbios do sono. Seu tempo de fala seguiu dedicado aos resultados do Projeto Hermes, que se trata do primeiro passo de uma abordagem multifacetada que busca fazer um diagnóstico situacional do Brasil neste cenário e propor estratégias para avaliar a viabilidade de acesso fácil aos tratamentos e diagnóstico, uma vez que o tempo de espera para a realização de um exame do sono pode chegar a mais de 30 meses.. O estudo se concentra principalmente na identificação e caracterização dos recursos diagnósticos da AOS e dos recursos de tratamento com CPAP no Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto conta com a participação de 36 centros de sono no país, contudo, o Dr. Drager destaca a distribuição desigual desses centros, em número muito maior nas regiões Sul e Sudeste. Dando continuidade, o Dr. Geraldo Lorenzi, professor e chefe-fundador do laboratório do sono do InCor, na Faculdade de Medicina da USP, analisou os hábitos de sono em nossa sociedade atual, falando, principalmente, sobre o ritmo que o ser humano tem levado, com menos tempo de sono e bem mais irregular. Ele alerta especialmente para o uso da tecnologia e atividades disponíveis na madrugada que alteram a rotina de sono do ser humano. O Dr. Lorenzi ainda detalhou os tipos de insônia e os níveis de apneia do sono que acometem nossa sociedade e chama atenção “o sono, para muitos, é algo subestimado e deixado de lado, o que dificulta em nosso dia a dia e na qualidade de vida num âmbito geral”. Dr. Lorenzi ainda alerta para o fato que existem mais de 1 bilhão de pessoas que sofrem com apneia do sono no mundo e grande parte segue sem diagnóstico e tratamento. Para falar sobre o porquê dos distúrbios do sono serem ignorados como fatores de risco para as DCNTs foi chamado o Dr. Rodrigo Pedrosa que trouxe dados sobre a epidemia de distúrbios do sono, principalmente a apneia, e sua relação direta com as DCNTs. Em seguida, foi dada a palavra à ginecologista Dra. Marislene Nunes para falar sobre o telediagnóstico no município de Araguari. Ela iniciou sua participação falando sobre a negligência relacionada às questões do sono, principalmente no SUS. A Dra. detalha informações sobre um projeto piloto feito em Araguari-MG sobre o papel do sono na saúde primária e como profissionais da saúde abordam este tema. Neste projeto, foi levado aos profissionais da saúde o seguinte questionamento: “Você pergunta ao seu paciente como ele dorme mesmo quando a queixa não vem relacionada diretamente ao sono?”, que obteve uma resposta negativa prevalente. A partir disso, o projeto teve como objetivo implementar esses questionamentos sobre o sono à APS, a fim de aumentar e facilitar o diagnóstico e conseguir correlacionar o distúrbio do sono a outras complicações. Este projeto facilitou e reduziu a jornada do paciente com distúrbios do sono pelo sistema de saúde e, além disso, sensibilizou profissionais da saúde a começarem a colocar em prática o sono no nível de APS. Na abertura do debate, foi questionado aos profissionais sobre a relação entre hipertensão e apneia do sono. O Dr. Rodrigo Pedrosa tomou a frente e respondeu: "a maior parte das DCNTs não tem uma única causa, são multifatoriais, e a hipertensão não é diferente. O sedentarismo, a alimentação, genética, hábitos de vida, obesidade, apneia, são todos fatores importantes. Quando se trata de um indivíduo hipertenso com apneia do sono, precisa ser lembrado que estamos tratando um desses pilares, mas existem outros a serem trabalhados. Não há dúvida que o tratamento traz benefícios ao gerenciamento da hipertensão”. Ele ainda acrescenta que quando se fala de mortalidade os estudos ainda são muito escassos e conflitantes, mas que é claro que a taxa de mortalidade entre pessoas que já sofrem com a DCNT é maior entre pessoas que somam isso à distúrbios do sono, especialmente quando se trata de apneia grave. Dr. Mark Barone reforçou a importância de uma parceria entre os setores público, privado e terceiro setor. Douglas Silva também acrescentou a importância dos esforços conjuntos para dar visibilidade a qualidade do sono que gera um impacto necessário na saúde e qualidade de vida. Em relação aos esforços relacionados à indústria, Silva falou sobre a conscientização da população, para tentar aumentar e acessibilizar o diagnóstico, e focar em estudos que evidenciem a importância do sono, “quando se fala sobre políticas públicas no Brasil, as decisões vão ser tomadas somente no momento onde tivermos evidências locais”. Mais a frente do debate, a Dra. Marislene Nunes falou sobre planos de enfrentamento às DNCTs e sobre as políticas de APS. Ela abordou a falta de vontade por parte dos poderes públicos que dificultam as ações mobilizando recursos para outros setores que não os que priorizam a atenção à saúde básica. Foi levantada a questão sobre os dispositivos disponíveis no mercado para auto-diagnóstico de apnéia do sono. Em resposta, o Dr. Lorenzi evidenciou resultados de estudos do InCor que mostram que muitas pessoas seguem sem o diagnóstico de apneia e distúrbios do sono e validou o uso de aparelhos de poligrafia para o diagnóstico, como um sistema simplificado e acessível. Para encerrar, o Dr. Drager ratificou a fala anterior do Dr. Lorenzi validando os aparelhos de poligrafia, mas expôs sua preocupação em relação à falta de centralização do cuidado dessas pessoas que muitas vezes não se consultam com profissionais especialistas do sono, indo direto à profissionais que vão adaptar o CPAP. Essa situação dificulta o tratamento pois o indivíduo muitas vezes pode não recorrer ao melhor tratamento, além de dificultar a abordagem integrada que se faz necessária. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo Na Imprensa Estação Litoral SP Estadão IG Jornal Tribuna Metrópoles Metropolitana MS O Globo Sociedade Brasileira de Diabetes Terra

  • Programa de Apoio a Projetos Sociais (PAPS) - inscrições até 26/08

    O Programa de Apoio a Projetos Sociais (PAPS) visa ao fortalecimento de organizações assistenciais e suas causas, por meio do apoio às ações e iniciativas das Organizações da Sociedade Civil (OSC) com potencial de transformação, promoção e desenvolvimento das parcelas da população em situação de vulnerabilidade e risco social. Esse programa é uma iniciativa da Fundação Salvador Arena (FSA) que atua em todo o Brasil com o objetivo de fortalecer as Organizações da Sociedade Civil e dar potência às suas operações, capacitando-as para defesa de suas causas com efetivo poder de transformação social. Serão analisados projetos ligados a: Assistência social Educação Saúde Os projetos selecionados receberão um apoio financeiro de R$ 70.000 a R$ 380.000. Com esse valor a OSC poderá potencializar seus atendimentos sociais. Para participar é preciso: Ser uma OSC formalizada e atuar há pelo menos 1 ano de forma oficial. Atuar nos eixos: Assistência Social, Educação ou Saúde. Ofertar serviços ao seu público em caráter 100% gratuito (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e/ou famílias). Participar obrigatoriamente da consultoria gratuita sobre “Elaboração de Projetos Sociais”. Acesse o regulamento e inscreva-se aqui.

  • Chamada Pública para Perspectiva da Pessoa com DM2 com DCV sobre tratamento - Até 24/07

    As Chamadas Públicas são oportunidades para que os usuários do SUS participem durante a Reunião da Conitec e compartilhem suas experiências no enfrentamento das mais diversas condições de saúde. A participação de voluntários é importante para o processo de avaliação de tecnologias no SUS, pois agrega recursos relacionados à vida real na avaliação feita pela Conitec. Esse espaço é voltado para pessoas com as condições, familiares, cuidadores e tutores que tenham experiência com o tema. Integrantes de associações também podem se inscrever, mas as inscrições serão aceitas somente por indivíduos, ou seja, por CPF. O regulamento completo para participação está disponível no portal da Conitec no endereço: http://conitec.gov.br/perspectiva-paciente CHAMADA PÚBLICA N° 30/2022: Dapagliflozina para tratamento da diabetes mellitus tipo 2, em pessoas com idade entre 40 e 64 anos e com doença cardiovascular estabelecida ou com alto risco de desenvolvê-la Atenção, pois estas chamadas priorizam as inscrições de pessoas com a condição de saúde e que usem ou já tenham utilizado os medicamentos em avaliação. O prazo para envio das inscrições até 24 de julho de 2022, às 23h59min (horário de Brasília). Serão escolhidos um representante titular e um suplente para cada tema. A escolha dos representantes será feita coletivamente entre todos os inscritos, caso o número de inscrições seja menor que 30. Na hipótese de não serem indicados o titular e o suplente até a data estipulada pela Secretaria-Executiva da Conitec, ou nos casos com 30 inscrições ou mais, será realizado sorteio para preenchimento das vagas, em reunião online a ser agendada com todos.

  • OMS - Kit de ferramentas para desenvolver um plano de ação multissetorial para DCNTs

    Este kit de ferramentas é um guia de "como fazer" para desenvolver, implementar e avaliar um plano de ação multissetorial para prevenção e controle de DCNTs. Destina-se a formuladores de políticas, planejadores e gerentes de programas e destina-se a ajudar países, províncias e cidades a cumprir os requisitos para alcançar as metas globais e nacionais de DCNT e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O kit de ferramentas conduz o usuário por uma série de ações relacionadas ao desenvolvimento de um plano de ação multissetorial ("ações de desenvolvimento do MSAP") e fornece formulários e uma estrutura de modelo para os usuários preencherem à medida que realizam essas ações. Desenvolver um plano de ação multissetorial envolve estabelecer as necessidades de saúde e engajar as partes interessadas relevantes antes de determinar as ações a serem tomadas, identificar e priorizar as intervenções, decidir sobre as formas de abordar as DCNTs ao mesmo tempo em que estabelece apoio e recursos para prevenção e controle e avalia o progresso na implementação do plano. Módulos Módulo 1: Realizando uma avaliação abrangente Módulo 2: Estabelecendo mecanismos de engajamento e governança das partes interessadas Módulo 3: Estabelecendo uma estrutura para ação Módulo 4: Desenvolvendo um plano de implementação Módulo 5: Avaliando a implementação de um plano de ação multissetorial Saiba mais clicando aqui. Acesse o site interativo aqui.

  • ACT/IDEC - Dossiê Big Food: Como a indústria interfere em políticas de alimentação

    A ACT Promoção da Saúde e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançam material inédito, o “Dossiê Big Food: como a indústria interfere em políticas de alimentação”. O lançamento aconteceu no dia 14/07, com a participação do FórumDCNTs e instituições membro. O Dossiê apresenta oito casos emblemáticos e recentes de atuação sistemática de atores do setor privado com fins lucrativos contra políticas públicas decisivas de alimentação e nutrição, destacando os seguintes temas: Guia Alimentar para a População Brasileira Rotulagem nutricional de alimentos embalados Publicidade infantil e o Marco Legal da Primeira Infância Tributação de bebidas açucaradas Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Doações na pandemia de COVID-19 Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Estado de São Paulo (Consea-SP) Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) O documento, produzido por um grupo de pesquisadoras da área, é uma importante ferramenta capaz de identificar atores em comum, dar nomes às ações políticas corporativas para, enfim, proteger e tornar mais idôneas e legítimas as tomadas de decisão, a construção da agenda regulatória, a formulação, a implementação e a avaliação das políticas públicas. Acesse esse recurso clicando aqui.

  • DCV e Insuficiência Cardíaca: Tratar para Evitar Óbitos e Complicações - Cobertura do Evento 08/07

    No dia 08/07, o FórumDCNTs realizou o webinar "DCV e Insuficiência Cardíaca: Tratar para Evitar Óbitos e Complicações", com o objetivo de apresentar o panorama da insuficiência cardíaca (IC) no Brasil, incluindo sua prevalência, políticas e programas de prevenção e tratamento, além de identificar associações entre a insuficiência cardíaca e outras DCNTs, e também engajar os setores público, privado e terceiro setor no enfrentamento desta condição cardiovascular. A Sra. Patrícia de Luca (FórumDCNTs | AHF) iniciou o evento destacando que a IC é uma condição muito complexa. Dos sobreviventes do infarto agudo do miocárdio (IAM), 19% evoluem para IC. Além disso, as pessoas acometidas por essa condição sofrem repetidas internações e declínio na qualidade de vida. Em seguida, o Sr. Paulo Fascina (Boehringer-Ingelheim) alertou que as doenças cardíacas são as principais causas de morte nas pessoas no Brasil e no mundo. Estima-se que no Brasil 50% destas mortes sejam provenientes da IC. Um estudo, ainda não publicado, iniciado em 2020 pela Boehringer-Ingelheim junto a Firjan, apontou que no Brasil 200 mil internações são relacionadas a IC, gerando um gasto por internação de R$ 400 milhões ao Sistema único de Saúde (SUS). Além disso, cerca de 70 mil pessoas são aposentadas por invalidez, todos os anos, devido a questões decorrentes da IC, promovendo um prejuízo aos cofres públicos de cerca de R$ 6 bilhões com auxílio-doença, previdenciário e aposentadoria por invalidez. Segundo Sr. Fascina, apesar dos muitos desafios, ele gosta de reforçar as perspectivas encorajadoras e os esforços que estão dando certo. Como, por exemplo, vinte e quatro entidades, de diversas áreas, que criaram uma coalizão chamada COVID CORAÇÃO, que tinha como objetivo a retomada do monitoramento de saúde de pessoas com condições crônicas, em período pandêmico, e já conseguiu impactar positivamente mais de 25 milhões de pessoas. Além disso, há poucas semanas, a ANVISA aprovou uma nova tecnologia de tratamento para IC com ejeção preservada. A Dra. Fabiana Marcondes-Braga (SBC | InCor-FMUSP) explicou que há dois tipos principais de IC com cenários distintos, sendo a IC com ejeção de fração reduzida (ICFEr) e IC com ejeção de fração preservada (ICFEp). Em ambos os casos, há fatores de risco associados a IC, porém, de formas diferentes. No Estágio A da ICFEr pode haver fatores de risco que levarão aos estágios mais avançados da condição, como hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e terapia oncológica. A partir do tratamento destas complicações é possível prevenir a progressão da IC. Na ICFEp o predomínio maior é em mulheres, e os fatores de riscos são mais expressivos para o desenvolvimento da IC, tendo destaque o diabetes, obesidade, doenças autoimunes, pré-eclâmpsia, hipertensão, deficiência de ferro, entre outras. Sabendo os fatores de risco de cada um dos tipos de IC, Dra. Fabiana orienta que é possível agir e tomar medidas preventivas para evitar a evolução da doença, como: ICFEr: Manejo da hipertensão e arritmia nas gestantes Realização de atividade física moderada, cerca 150 min/semana Manejo glicêmico ICFEp: Deve-se estimular o envelhecimento saudável e a prática de atividade física Controlar a fibrilação arterial Redução do peso - a resistência à insulina e a obesidade têm maior prevalência em mulheres Em ambos os casos: Realizar o manejo da pressão arterial é essencial Em seguida, Prof. Dr. Luis Beck Silva (SOCERGS | UFRGS) compartilhou que, apesar da IC ter proporções epidêmicas, a evolução no tratamento desta condição, nos últimos 30 anos, também evoluiu. De acordo com Dr. Beck, as mortes devido à IC caíram 60% comparado à década de 1980, graças aos remédios e tratamentos existentes atualmente. Dr. Álvaro Avezum (SOCESP | FMUSP), acredita que os profissionais da saúde estão no caminho certo, gerando evidências e pesquisando a insuficiência cardíaca, que é uma das áreas que mais tem evidência científica e histórica no mundo. Por outro lado, Dr. Luís Beck Neto, rebate que as pessoas estão carentes porque elas precisam de remédios que ainda não têm no Sistema Público de Saúde (SUS). Por isso, deve haver uma união entre a sociedade civil, políticos, indústrias e Ministério da Saúde, que devem juntar forças para administrar os remédios para todas as pessoas com IC. “A parceria entre as associações, profissionais e sistemas de saúde são fundamentais para garantir um bom atendimento a pessoa com esta condição cardiovascular. Além dos medicamentos, temos que levar informação de qualidade para esse público, explicando como é fundamental tratar e prevenir doenças cardíacas”, pontuou Dr. José Francisco Saraiva (SBC | PUC), que também apresentou diversos projetos realizados em parcerias com associações por todo Brasil. Para o Dr. Álvaro, além da coalizão entre os setores para deixar o tratamento da IC mais acessível, também é importante investir mais na implementação do conhecimento já existente, para que os médicos possam realizar o acompanhamento médico adequadamente, como também, saber se o que está sendo praticado é o que a pessoa espera de seu médico. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo Na Imprensa Agência 2C News Estadão O Globo Terra

  • Regulação de Medicamentos com Participação Efetiva de Pessoas com CCNTs/DCNTs - LAPC 2022

    No dia 16 de junho, o FórumDCNTs participou do 1º Congresso Latino-Americano de Pacientes (LAPC 2022), de título "Inovação, Governança e Equidade nos Sistemas de Saúde da América Latina através da Participação, Conhecimento e Coprodução de Pacientes". Organizado pela entidade global IAPO e co-organizado pela CUIDAR da Argentina, o evento contou com a participação de mais de 900 líderes da América Latina. O Dr. Mark Barone, coordenador geral do FórumDCNTs, moderou sessão do congresso sobre Regulamento de Medicamentos e Dispositivos de Saúde [com participação ativa de pessoas com condições de saúde]. Destacaram-se nesta sessão a apresentação da Sra. Nathalie Bere, diretora de Engajamento do Paciente na Agência Europeia de Medicamentos. A Sra. Bere explicou o processo de recomendação, avaliação e incorporação de tecnologias médicas na Europa, evidenciando que em todas essas etapas há participação ativa de pessoas com as condições que serão afetadas pela tecnologia em questão. Destacou, ainda, que elas sempre têm o mesmo poder decisório e de voto que todos os demais stakeholders (pesquisadores, técnicos, médicos, etc.). A outra experiência que chamou muito a atenção foi a do Hospital Infantil Sant Joan de Déu, de Barcelona, que forma crianças e jovens para que entendam de todo o processo de pesquisa científica e são sempre engajados na avaliação de propostas de pesquisas envolvendo crianças e adolescentes. A sessão seguinte foi moderada por Ronaldo Wieselberg, membro do Conselho Consultivo do FórumDCNTs, e teve como tema Avaliação de Tecnologia em Saúde e Saúde Baseada em Valor. Neste painel destacou-se a apresentação da Profa. Alice Andrews, Diretora de Educação no Value Institute for Health and Care, da University of Texas. A Profa. Andrew além de explicar o conceito de VBHC, enfatizou a importância da participação significativa das pessoas que vivem com a condição de saúde alvo na avaliação de valor, ao mesmo tempo que sejam empoderadas e tenha acesso a informações sobre as evidências clínicas, desfechos, etc. Além disso, o FórumDCNTs contou com estande virtual na feira do congresso (imagens abaixo), divulgando seu trabalho, com destaque ao material recém lançado "Linguagem Importa" e ao apoio e parceria do FórumDCNTs nos movimentos globais para engajamento/participação efetiva e significativa das pessoas que vivem com condições crônicas de saúde em todas as fases de processos decisórios que as afetem (link aqui). Mais informações em: www.iapo.org.uk/lapc-2022-programme-0

  • ACTbr - Curso EAD Gratuito sobre Advocacy para a Agenda 2030 - Novas turmas

    São 250 vagas disponíveis para todo o Brasil. Você ou sua organização querem aprender como influenciar governos ou legisladores para a causa que defendem? Então participe do nosso Curso de Advocacy, na modalidade de educação a distância, que está com inscrições abertas para novas turmas, com aulas entre 01/08 e 28/10. Gratuito e com financiamento da União Europeia no Brasil, o curso tem como público-alvo fóruns, ONGs, fundações e coletivos que trabalham pela difusão, monitoramento e implantação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil e é uma parceria da ACT com o GT Agenda 2030. Inscrição: https://bit.ly/CursoODSinscricao

  • Relatório GT Alimentação Saudável - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022

    Problemas prioritários identificados: I. Preço das frutas, legumes e verduras inacessíveis para grande parte da população brasileira. (desde 2021, houve retrocesso: a alimentação saudável está ainda mais inacessível) II. Conhecimento limitado da população sobre o Guia Alimentar para a População Brasileira, resultando em baixa consciência sobre os benefícios nutricionais e para a saúde do consumo de frutas e vegetais, especialmente quando associados a alimentação e estilo de vida diversificados, equilibrados e saudáveis, com potencial para prevenção de DCNTs e suas complicações. (desde 2021, com avanços, Guia Alimentar tem sido mais divulgado, mas ainda não o suficiente) III. Desequilíbrio dos sistemas alimentares, levando a fome, desnutrição, obesidade e mudanças climáticas. Elementos estes de uma sindemia, mas sendo enfrentados isoladamente. (nova prioridade) IV. Falta de transversalidade do tema “Alimentação Saudável” nas DCNTs e como fator de risco/proteção para todas as DCNTs. (desde 2021, sem avanços) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Implementação da Lei 16.140 - Kairós, CREN e CODAE. Compra e adaptação de cardápio atrelado à produção do agricultor. II. Estudos de modelagem de políticas, incluindo a carga das doenças e fatores de risco dietéticos, com avaliação de medidas tributárias, regulatórias e fiscais, e seu impacto sobre o preço dos e acesso aos alimentos saudáveis. III. Formação de multiplicadores para democratizar repertório de como trabalhar na prática a alimentação sustentável. IV. Lançamento do curso de Nutricionismo para professores de ensino fundamental com o objetivo de desconstruir o conceito de pirâmide alimentar e divulgar a Classificação Nova do Guia alimentar, além de promover a formação em Advocacy e expor interferência da indústria no ambiente escolar. V. Campanhas em mídias de massa, regulação de cantinas e proibição de publicidade de alimentos ultraprocessados nas escolas. VI. Desenvolvimento com comunidades vulneráveis para educação alimentar e ambiental e implantação, formação e autonomia nos cuidados de hortas e composteiras. VII. Articulação com diferentes atores para influenciar políticas públicas. VIII. Monitoramento da implementação da rotulagem frontal. IX. Monitoramento e exposição da interferência da indústria de alimentos e bebidas nas políticas públicas. X. Membros deste GT já estão se reunindo para alinhar e potencializar atuações conjuntas. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Angélica Duarte – Plan International Elizabeth Mendes – FórumDCNTs Luisa Haddad – Pé de Feijão (Co-Facilitadora e Relatora) Maria Paula de Albuquerque - CREN/UNIFESP/IEA Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Eduardo Augusto Nilson – Ministério da Saúde/NUPENS Elizabeth Mendes – FórumDCNTs Luisa Haddad, Pé de Feijão Maria Paula de Albuquerque - CREN/UNIFESP/IEA Marília Albiero, ACT Promoção da Saúde Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-alimentacao-saudavel-9encontro

  • Relatório GT Oncologia - 10° Encontro do FórumDCNTs 2022

    Problemas prioritários identificados: I. Queda da cobertura vacinal de HPV devido ao fechamento das escolas durante a pandemia, levando a potenciais graves consequências de médio e longo prazo. (desde 2021, houve avanços: com a reabertura das escolas, a vacinação contra o HPV começou a ser retomada, porém ainda há necessidade de ampliação em 2 anos da faixa etária para a primeira dose e há baixo retorno para a segunda dose da vacina) II. Pouca valorização e capacitação limitada do profissional da saúde que trabalha com a linha de cuidado do câncer. (desde 2021, houve avanços: especialmente na SES-PE através de qualificação de profissionais pela plataforma do Núcleo Estadual de Telessaúde, uso de documentos técnicos, portarias e protocolos, mas ainda faltando escalar nacionalmente) III. Barreiras na aquisição e distribuição de medicamentos em Oncologia no Brasil. (desde 2021, sem avanços) IV. Lentidão na retomada e necessidade de ampliação do diagnóstico e tratamento do câncer no país. (desde 2021, sem avanços) V. Dificuldade de navegação/jornada da pessoa com suspeita ou diagnóstico de câncer através dos níveis de atenção. (nova) Planos dos participantes desta reunião para enfrentar os problemas prioritários identificados (próximos 6 meses) I. Ampliar em 2 anos a faixa para primeira dose da vacina de HPV e intervir para aumento de aplicações para segunda dose. II. Qualificação dos profissionais de saúde que trabalham na linha de cuidado por meio de capacitações, debates e sites informativos. III. Ações coordenadas entre a sociedade civil organizada, o Ministério da Saúde e a indústria, a fim de que encontrem as soluções para aquisição e distribuição de medicamentos oncológicos no país. IV. Advocacy para sensibilizar o governo para ampliação do diagnóstico e tratamento do câncer. Nome das instituições e seus representantes na reunião em abril: Anete Ortiz - Saúde com Ciências Liz Almeida – INCA (Relatora) Maraisa Riscalla - SBOC Matheus Chaluppe - UMSCS Nayara Landim - Movimento TJCC (Facilitadora) Sandro Martins - HuB Nome das instituições e seus representantes na reunião em março: Nayara Landim - Movimento TJCC Matheus Chaluppe - UMSCS Andrea Salgado - Roche Liz Maria de Almeida - INCA Celina Rosa Martins – IVOC Relatório deste GT durante o 9º Encontro do FórumDCNTs: www.forumdcnts.org/post/gt-oncologia-9encontro

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