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- Contribua para Tomada Pública de Subsídios da ANVISA - Dispositivos Eletrônicos para Fumar(Até 10/6)
A Anvisa abriu a Tomada Pública de Subsídios sobre o tema dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs). Trata-se de etapa fundamental no processo decisório sobre a liberação ou manutenção da proibição de venda de DEFs no Brasil e, por isto, é muito importante a manifestação da sociedade civil, no sentido de APOIAR a recomendação feita pela área técnica. De acordo com o Relatório Parcial de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre os DEFs, a área técnica da Anvisa recomenda a manutenção da RDC 46/2009, com o aprimoramento do instrumento normativo e a implementação de ações adicionais não normativas, tais como: a realização de campanhas educativas, em especial para jovens e adolescentes; a inserção de informações sobre os riscos dos DEF no site da Anvisa e na grade curricular das escolas, para a conscientização de crianças e adolescentes; a melhoria na fiscalização em ambiente digital, fronteiras e pontos de venda, com uma maior interação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e Órgãos como a Receita Federal, Polícias Federal e Rodoviária Federal, Ministério Público, dentre outros.a Anvisa abriu a Tomada Pública de Subsídios sobre DEF. Considerando que o Relatório Parcial de Análise de Impacto Regulatório (AIR) inclui informações e evidências científicas independentes até o 2º semestre de 2021, submeta novas pesquisas e outros dados que possam reforçar a recomendação da área técnica da Anvisa. Para facilitar, a seguir está descrito o passo a passo para a submissão da contribuição: As contribuições devem ser feitas exclusivamente via formulário oficial. O respondente deve se identificar com nome completo e CPF. O respondente pode representar a si mesmo ou uma instituição. Nesse caso, é necessário informar o nome e CNPJ da organização - no caso de organizações no exterior, é possível indicar o CNPJ com o nº 00.000.000/0000-00. A contribuição poderá ser geral ou sobre as seções específicas do relatório. Para quem optar pela contribuição geral: escolha a opção “Desejo apresentar apenas uma contribuição geral, sobre todo o conteúdo do relatório, de uma só vez” na pergunta 15, e preencha o campo de resposta na pergunta 16. Na pergunta 17, você pode anexar um único documento. Você pode elaborar um texto com sua contribuição ou reunir artigos científicos sobre o tema e fazer o upload nessa pergunta do questionário. Vale destacar que estes subsídios são importantes para apreciação posterior pela ANVISA. Em seguida, escolha “Encerrar e salvar a pesquisa” na pergunta 18. Para quem optar pela contribuição sobre seções específicas do relatório: escolha a opção “Desejo apresentar contribuições sobre seções específicas do relatório, separadamente” na pergunta 15. Em seguida, escolha “Contribuir também em seções separadas do Relatório” na pergunta 18 e percorra pelas demais perguntas do formulário. Ao final do formulário, o respondente é convidado a avaliar o Relatório quanto à clareza, tamanho, estrutura, formatação e adequação da linguagem, e o mecanismo de participação. A submissão ocorre somente quando o respondente clicar em “Enviar”. As contribuições devem ser feitas até o dia 10 de junho. Não deixem para última hora! Faça sua contribuição clicando aqui.
- 75ª Assembleia Mundial da Saúde conta com votações fundamentais para as CCNTs/DCNTs
A 75° Assembleia Mundial da Saúde (WHA75) aconteceu em Genebra, de 22 a 28 de maio de 2022, e contou com transmissão ao vivo pelo portal online da OMS WHA75. Realizada anualmente em maio, a WHA é considerada órgão decisório da Organização Mundial da Saúde (OMS). Frequentada por delegações de todos os Estados Membros da OMS, concentra-se em agenda específica preparada pelo Conselho Executivo. As principais funções da Assembleia Mundial da Saúde são determinar as políticas, programas e orçamentos da OMS, orientar e estabelecer compromissos globais com os Estados membros, além de nomear o Diretor-Geral. Em 2022, as condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) tiveram destaque entre os temas centrais dos eventos e painéis da WHA75. Antecipando as votações, a NCD Alliance produziu um Advocacy Briefing com análise e recomendações sobre as prioridades em CCNTs para a WHA75. Conforme a própria NCD Alliance argumenta, esse enfoque nas CCNTs é particularmente oportuno, uma vez que estamos agora apenas três anos à frente da próxima Reunião de Alto Nível da ONU sobre CCNTs e é necessário ações em todos os níveis, para que as metas globais sejam alcançadas até 2030. Na publicação neste link ,a NCD Alliance faz balanço positivo do que foi alcançado na WHA75 e compila uma série de recomendações publicadas em parceria com outras entidades globais, como a WHF, WOF, IDF, entre outras. Na preparação deste evento, destacamos duas ações lideradas pelo FórumDCNTs e seus membros. A primeira delas diz respeito ao oficio encaminhado ao Ministro da Saúde do Brasil, assinado pelos dirigentes do FórumDCNTs e das seguintes entidades: ACT, ADJ, AHF, AME, ANAD, CDD, CPD, FENAD, ICD, Rede Brasil AVC, SBD e SBH. Nesta, recomendou-se que o Ministro apoiasse a adoção das metas globais para diabetes e que propusesse a inclusão da meta de 100% de diagnostico para diabetes tipo 1 e que 100% das pessoas diagnosticadas com diabetes tenham acesso ao tratamento que necessitem, com medicamentos orais ou insulina e automonitoramento de glicose no sangue. As instituições enfatizam no ofício, ainda, a importância de outras recomendações submetidas em 2021 à OMS (link aqui), que não estão dentro deste plano de metas, mas são de suma importância para os planos e guias do Global Diabetes Compact. Entre eles estão: meta de glicemia de acordo com características individuais, programas para detecção e tratamento de complicações, implementação de tecnologias que melhorem os cuidados, planos de educação em diabetes estruturados e replicáveis, empoderando pessoas com diabetes para seus autocuidados. A outra iniciativa foi liderada pelo Painel Brasileiro de Obesidade, gerido pelo Instituto Cordial, para apoio às recomendações e as estratégias que servirão de alicerce para um plano global de redução da prevalência da obesidade. As entidades filiadas e parceiras da World Obesity Federation, como o Instituto Cordial, a Abeso, o Instituto Desiderata e o Instituto Obesidade Brasil assinaram, com outras entidades, carta sobre esse tema endereçada ao Ministro da Saúde do Brasil. Na carta costa a necessidade de maior atenção à obesidade e ações para a redução de sua prevalência. Tanto o formulário para co-assinar a carta quanto os documentos relacionados podem ser acessados em "Propostas para a Obesidade na Assembleia Mundial de Saúde". Para os participantes da Assembleia, o evento é visto com uma oportunidade para o compromisso com ações concretas. Entre elas, destacam-se aquelas para redução do uso nocivo de álcool. É possível acessar todos recursos e publicações desenvolvidos pela NCD Alliance, dos quais destacamos Invest to Protect: Financiamento de CCNTs como base para sociedades e economias saudáveis, Pontos de pressão: apelo para ação simultânea sobre diabetes e hipertensão para sistemas de saúde mais resilientes, Dos Silos às Sinergias: Integrando a prevenção e os cuidados de doenças não transmissíveis em iniciativas globais de saúde e cobertura universal de saúde.
- NCD Alliance: Torne-se um defensor do Our Views Our Voices - até 30 de maio
Our Views, Our Voices é uma iniciativa da NCD Alliance e das pessoas que vivem com CCNTs, que busca colocar as pessoas em primeiro lugar na resposta a CCNTs. A iniciativa pretende acabar com o estigma e a discriminação, equipando as pessoas que vivem com CCNTs com habilidades, conhecimentos e oportunidades para serem líderes e atores ativos na resposta a essas condições e no crescimento do movimento de CCNTs. Em 2022, a iniciativa Our Views, Our Voices sediará seu 2° treinamento virtual que reunirá pessoas que vivem com CCNTs de todo o mundo, apaixonadas por melhorar a prevenção e o controle de CCNTs em seu país e que têm acesso a redes e comunidades de outros que vivem com CCNTs O programa de treinamento virtual Our Views Our Voices consistirá em: Uma avaliação pré-treinamento (pesquisa online) Um treinamento online de 4 semanas combinando 5 sessões ao vivo, 3 módulos de ensino à distância (auto-estudo), 3 projetos de curso e um questionário final Uma avaliação pós-treinamento (pesquisa online) Um check-in pós-treinamento após 6 meses para que os participantes compartilhem com o NCDA quaisquer áreas de melhoria, próximos passos em sua jornada de advocacy (opcional) Inscreva-se aqui.
- Pesquisadores Norte-americanos Avaliaram Impacto da Inequidade na Prevalência de DCNTs no Brasil
Os autores desta pesquisa recém publicada no Caderno de Saúde Pública estudaram a hipótese de que mudanças na prevalência e distribuição de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e fatores de risco associados, entre adultos brasileiros nas edições de 2013 e 2019 da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), estariam associadas à piora das condições socioeconômicas durante o período, especialmente com aumento das DCNTs entre as populações mais vulneráveis. As condições de saúde estudadas incluíram: obesidade, hipertensão, artrite, asma, câncer, depressão, diabetes, doenças cardíacas, qualquer condição crônica e multimorbidade. Os resultados mostraram que todas as DCNTs aumentaram ao longo do período de observação, desde um aumento de 8% na prevalência ajustada de artrite a um aumento de 24% na prevalência ajustada de obesidade. As medidas de desigualdade revelaram que a maioria das DCNTs mostrou inequidades significativas em relação à escolaridade, tanto em 2013 quanto em 2019. Entretanto, em média, as inequidades com base na escolaridade não mudaram entre os dois períodos. De acordo com os autores, devido à deterioração das condições socioeconômicas para a maioria dos brasileiros, à erosão das proteções sociais e à continuação das crises econômica, política e sanitária enfrentadas pela nação, há necessidade urgente de um debate sobre as melhores políticas e programas de saúde para promover a equidade e reduzir desigualdades socioeconômicas e geográficas das DCNTs em todo o país. Acesse o artigo na íntegra aqui. Leia o comentário a esta estudo publicado pelos Professores da UFRGS, Maria Inês Schmidt e Bruce Bartholow Duncan clicando aqui.
- Edital Projetos Associações de Pessoas com CCNTs - até 17/06
Se você faz parte de uma Associação de Pessoas com CCNTs ou ONG com projetos dedicados à saúde, este recado é para você! Estão abertas as inscrições para o "Edital de Projetos e Parcerias - Novo Nordisk 2022". O edital será constituído por um processo seletivo, cujas inscrições serão realizadas por meio de um formulário eletrônico e envio de e-mail. O prazo para submissão de projetos começa no dia 16/05/22 e se encerra no dia 17/06/22. Este edital destina-se exclusivamente para a inscrição de propostas para apoio e patrocínio de projetos de associações e demais organizações não governamentais (ONGs) e sem fins lucrativos que atuam em todo o território nacional e que representam e/ou apoiam as necessidades de pessoas com diabetes, obesidade, hemofilia ou distúrbios de crescimento, seus familiares e/ou cuidadores, ou que se dediquem ao endereçamento de questões de saúde pública e qualidade de vida. Acesse a íntegra do edital e o formulário disponíveis clicando aqui.
- OMS Publica Monitoramento Global de DCNTs 2022
Em maio de 2015, a Organização Mundial da Saúde publicou uma Nota Técnica sobre como a OMS apresentaria em 2017 um relatório à Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o progresso alcançado na implementação dos compromissos nacionais incluídos na Declaração Política da ONU de 2011 e no Documento Final da ONU de 2014 sobre DCNTs. A Nota Técnica foi atualizada em setembro de 2017 para garantir o alinhamento com o conjunto atualizado de 'melhores compras' da OMS e outras intervenções recomendadas para a prevenção e controle de condições não transmissíveis que foram endossadas pela Assembleia Mundial da Saúde em maio de 2017. A quarta de uma série, o Monitor de Progresso de 2022 fornece dados sobre os 19 indicadores detalhados na Nota Técnica para todos os 194 Estados Membros da OMS. Os indicadores incluem o estabelecimento de metas com prazos para reduzir as mortes por DCNT; desenvolver políticas de todo o governo para lidar com as DCNTs; implementação de medidas-chave de redução da demanda de tabaco, medidas para reduzir o uso nocivo de álcool e dietas não saudáveis e promover a atividade física; e fortalecimento dos sistemas de saúde por meio da atenção primária à saúde e da cobertura universal de saúde. Em relação ao monitoramento publicado em 2020, o Brasil apresentou redução no percentual de mortes precoces (pessoas com menos de 70 anos de idade) por DCNTs, de 17% para 15%, mas aumento de 1% no total das mortes por DCNTs: 74% para 75%. 2022: 11 indicadores totalmente alcançados, 5 parcialmente alcançados e 3 não alcançados (regulação publicitária e tributação de bebidas alcóolicas, e terapia medicamentosa e orientação para prevenir AVCs e infartos). Acesse o recurso clicando aqui.
- Cobertura 9º Encontro do FórumDCNTs
Na última sexta-feira (22) dezenas de pessoas da área da saúde se reuniram virtualmente para debater e acompanhar o 9º Encontro FórumDCNTs - "Organizar e avançar em prevenção e Cuidados de Qualidades para DCNTs nunca foi tão urgente". O diretor do FórumDCNTs Mark Barone, PhD, fez a abertura do evento. Eduardo Rainer, membro da comissão consultiva e diretor de Saúde Populacional na Novartis, destacou a importância de fazer parcerias e promover a prevenção em saúde com auxílio de soluções digitais. Gisele Bortolini, coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, afirmou que o grande desafio é intensificar as ações de acesso e a qualidade ofertados nos SUS das pessoas com doenças crônicas. Ela destacou ainda a obesidade como uma doença e alimentação inadequada, como fator importante. "Para que a promoção da saúde aconteça é possível fazer parcerias. Pensar em soluções que extrapolem o setor saúde mas que afeta diretamente ele, que é a alimentação saudável e a prática de atividade física". Em sua fala inicial, Jose Cristiano Soster, diretor da Atenção Básica da SESAB - Secretaria de Saude do Estado da Bahia, destacou que há muito que aprender sobre a pandemia. Segundo ele, há uma diminuição da natalidade em muitos países concomitantemente com a alta mortalidade. “Existe uma necessidade de equilíbrio e ele só é possível com alianças entre o setor público e privado. Um investimento muito importante é a atenção primárias”. Para Soster, é preciso deixar de lado polarizações falsas que impedem que consiga avançar no equilíbrio que é o acesso à saúde. A dra. Fatima Marinho de Souza, Vital Strategies, lembrou que muitas das pessoas que sobreviveram à Covid-19 estão sofrendo com a Covid longa que faz com que as pessoas tenham que conviver com outras doenças crônicas. “Esse aumento de carga de doenças exige uma ação da política de saúde”. Simone Warmbrand Tcherniakovsky Tcherniakovsky, da Novo Nordisk, destacou a importância do Fórum para a construção de parcerias no combate a DCNTs. Após a abertura, Patrícia de Luca apresentou os projetos que concorreram à premiação do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às DCNTs 2021. O vencedor foi o Projeto KiDS, que promove a educação em diabetes nas escolas com linguagem lúdica nas escolas com o objetivo de reduzir o bullying, incentivar hábitos saudáveis e o reconhecimento precoce de sintomas de hipo e hiperglicemia, apresentado por Denise Mourão. O aplicativo APPonco, da Associação Peter Pan ficou em segundo lugar. Durante a apresentação, a Dra. Sandra Emília Almeida Prazeres, mostrou o aplicativo, que tem como objetivo promover acesso rápido e seguro à informação sobre câncer infanto-juvenil para profissionais de saúde, pacientes, familiares, cuidadores e público em geral. Ainda na parte da manhã, Johannes Boch, da Novartis Foundation, moderou a mesa que teve a participação de Renato Oliveira e Souza, chefe do departamento de saúde mental e uso de substância da Pan American Health Organization (PAHO / OMS), Cristina Parsons Perez, diretora de desenvolvimento de capacidade na NCD Alliance, e Alcir Santos Neto, research assistant na Georgetown University. Os convidados trataram dos desafios globais e nacionais da saúde mental, do combate à DCNTs, sobretudo no contexto pandêmico, e dos fatores para melhorar a resolutividade da APS. Em sua fala, Renato Oliveira e Souza destacou os serviços oferecidos pelos CAPs (Centro de Atenção Psicossocial) no Brasil, um modelo de descentralização de serviços de saúde mental que tem contribuído para aumentar o acesso a tratamento de doenças e transtornos mentais. Ele também destacou ainda o enorme potencial dos agentes públicos de saúde, que atuam na saúde da família dentro da comunidade. Esse profissional, diz o representante da OMS, poderia ser treinado para fazer diagnósticos precoces e encaminhados de maneira correta para o sistema de saúde mental, aumentando assim o acesso das pessoas. Cristina Parsons-Perez, por sua vez, que destacou que a pandemia nos fez ver os riscos que os governos tomam quando ignoramos a saúde da população. Segundo ela, quase metade dos países relataram interrupções em um ou mais serviços das doenças não transmissíveis durante a pandemia. Alcir Santos Neto, terceiro e último a falar no painel, destacou a importância do uso da tecnologia e big data para a Atenção Primária da Saúde (APS). A partir do investimento nessas áreas, diz ele, é possível ampliar o acesso à saúde e dar escalabilidade a modelos que funcionem em determinados locais, dando escalabilidade a projetos de êxito. Ao final da manhã os convidados e inscritos do 9º Encontro FórumDCNTs se dividiram em oito grupos temáticos de debate: Alimentação Saudável, Doenças Cardiovasculares, Diabetes, Doenças Respiratórias, Obesidade, Oncologia, Prevenção de DCNTs e Saúde Mental e Neurológica. Após a pausa para o almoço, o evento reiniciou com o relato dos grupos temáticos (GTs). Mônica Andreis, da ACT Promoção da Saúde, moderou o debate. O representante do GT de Diabetes, Bruno Helman, destacou a importância da educação do diabetes, da saúde mental e de temas pouco abordados, como os distúrbios alimentares relacionados ao diabetes. Já Sandra Marques, que representou o GT de Doenças Respiratórias, falou da importância da criação de linhas de cuidados e do Programa Nacional de Controle do Tabagismo. Alessandro Chagas, do Conasems - Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, abordou a necessidade de envolver aqueles que têm as doenças na produção de políticas públicas. Dr. Gonzalo Vecina, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, lembrou que o grande sucesso da política pública da AIDS se deu justamente porque houve um grande movimento da sociedade civil para a construção de um plano efetivo de combate à doença. O GT Cardiovascular, representado por Patrícia de Lucas, destacou o trabalho de prevenção do programa Saúde da Família. Diogo Alves, da Pan American Health Organization / OMS, do GT Prevenção de DCNTs, ressaltou a importância de capacitar a atenção primária para a prevenção e acompanhamento das doenças e os pacotes da OPAS. Alessandro Chagas, da Conasems, destacou a barreira de treinamento e os vínculos de trabalho precários dos profissionais e agentes de saúde, o que gera uma rotatividade demasiada e afeta programas de saúde. Já Marília Sobral Albiero, do GT de Alimentação Saudável, ressaltou que houve agravamento de obesidade, desnutrição e fome durante a pandemia. Segundo ela, ainda que o Brasil seja o maior exportador do mundo de alimentos, há aumento da fome no país. Ela destacou que não há incentivos fiscais no país à produção de alimentação saudável. Do GT Obesidade, Guilherme Nafalski, do Instituto Cordial, destacou a desinformação sobre os mecanismos que levam à obesidade junto à sociedade, gerando estigma e ausência de acesso aos tratamentos, entre outros problemas. Gisele Bortolini, do CGAN - Ministério da Saúde, reforçou que tanto a alimentação como a obesidade são assuntos estratégicos. O apoio dos municípios para a promoção da saúde e prevenção é fundamental e deve começar na infância e juventude. Nayara Pedersoli Landim, do GT de Oncologia, lembrou a importância da desoneração do PIS/Confins para medicamentos, uma vez que afeta o preço para governos e pessoas com a condição. Ao final desse debate, Patrícia Oliveira, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, fez uma breve apresentação sobre o Plano Nacional de Enfrentamento das DCNTs 2021-2030. Ela explicou as quatro dimensões contempladas nas ações: 1) educação permanente em saúde; 2) implantação e fortalecimento dos serviços de saúde; 3) construção de parcerias multissetoriais; e 4) desenvolvimento de capacidade e habilidade para a geração e uso de informação. Logo em seguida, Izabella Barbosa de Brito, da Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde, falou sobre a implementação da iniciativa HEARTS no Brasil. Segundo ela, o Brasil está na primeira etapa - planejamento e estruturação -, definindo critérios de elegibilidade e locais de implementação. Após esta etapa, passará para a elaboração de materiais, cursos para profissionais, incentivo de custeio e definição dos indicadores de monitoramento. Ao final do evento, Prof. Dr. Antonio Ribeiro (HC-Universidade Federal de Minas Gerais), Deputada Federal Carmen Zanotto, Leandre Dal Ponte (deputada federal), Paula Johns (ACT Promoção da Saúde) e Samantha França (Dasa) participaram do painel “Como fortaleceremos a Atenção Primária para a retomada pós-COVID do enfrentamento às ainda mais prevalentes DCNTs no Brasil?”, mediado por Dr. Ronaldo Pineda Wieselberg, MD, da ADJ Diabetes Brasil. A deputada Carmen Zanotto lembrou da demanda reprimida da pandemia da Covid-19 e como ela afeta e afetará os municípios. Ela, junto com outros parlamentares estão debatendo o orçamento de 2022 na Subcomissão de Saúde da Câmara dos Deputados, de modo a encontrar caminhos para o atendimento da população, prevendo o aumento da procura e os gastos inflacionados de insumos e equipamentos. Dr. Ribeiro, citou que exames como o eletrocardiograma chegaram a cair 90% em determinados períodos. Segundo ele, o agravamento das doenças crônicas pode ser mitigado a partir de algumas estratégias que utilizam a tecnologia, como a telesaúde. Já a deputada federal Leandre Dal Ponte ressaltou que a Covid-19 ainda deixa muitas dúvidas sobre como afetará as pessoas a médio e longo prazo, e lembrou a necessidade de “não negligenciar a política de primeira infância que é quando se pode prevenir doenças crônicas”. Por fim, a Dra. Samantha França disse que a pandemia expõe fragilidades do sistema de saúde antigas, destacando a municipalização do SUS e a falta de recursos e a oferta de serviços de saúde que respondam à demanda. Agenda completa aqui. Parceiros Corporativos Na Imprensa Portal Hospitais Brasil
- 10º Encontro FórumDCNTs - 18/04
7h30 – Entrada na Plataforma 8h00-8h20 – Abertura e Boas-vindas (Mark Barone e Membros da Comissão Consultiva) Mark Barone, FórumDCNTs (Vídeo) Conrado Carrasco, Novo Nordisk (Vídeo) Eduardo Macário, SVS - Santa Catarina (Vídeo) Laerte Júnior, ResMed (Vídeo) Lúcia Xavier, ADJ Diabetes Brasil (Vídeo) Paulo Fascina, Boeringer Ingelheim (Vídeo) 8h25-9h05 – Contextualização – (Moderação: Yara Baxter, Novartis Foundation) (Vídeo) 8h30-8h40 - Destaques DCNTs do Vigitel 2021 (Patrícia Vasconcelos, Ministério da Saúde) (Vídeo) 8h45-8h55 - Pré-lançamento COVITEL (Pedro de Paula, Vital Strategies) (Vídeo) 9h00-9h10 - Quais prioridades na gestão de DCNTs estão sendo propostas aos candidatos? (Francisco Balestrin, SindHosp) (Vídeo) 9h10-10h30 - Painel Internacional (em inglês) – Políticas públicas em DCNTs ainda mais necessárias no Brasil e no Mundo (Moderação: Diogo Alves, OPAS/OMS) (Vídeo) 9h15-9h30 – What has been the role of the private sector in strategic intersectoral partnerships for building back better in NCDs prevention and care? (Shekhar Potkar, Viatris) (Vídeo) 9h30-9h45 – How is food leading to the increase of NCDs prevalence, including cancer and obesity? How would policies change this scenario? (Francesco Branca, WHO) (Vídeo) 9h45-10h00 – Why and how do partnerships between sectors show positive outcomes to solve NCD issues? Lessons to be replicated. (Tomas Anker, IFC/World Bank) (Vídeo) 10h00-10h30 - Debate (Vídeo) 10h35-10h50 - Vencedores FEBRACE 2022 – FórumDCNTs (Moderação: Lucas Xavier, EE-USP | YLD-IDF) (Vídeo) Projeto Detecção de Parkinson utilizando inteligência artificial - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - aluna apresentadora: Melise Rocha (Vídeo) Projeto HEVS (Hypertension Estimation Visual System): Computação Visual na Estimação da Pressão Arterial através de Inteligência Artificial - Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha - alunos apresentadores: Vladimir da Luz Junior e Marcos Flores (Vídeo) Projeto Incentivador Respiratório Digital para tratamento de pacientes pós-Covid com interface gráfica motivacional e conexão Web para auxílio ao telemonitoramento - Escola Estadual Profª Maria das Dores Ferreira Rocha - alunos apresentadores: Ana Elisa da Silva e Enso Matheus de Carvalho (Vídeo) 10h55-11h10 – Café 11h15-12h30 - Apresentação e Reunião Grupos Temáticos (Moderação: Patrícia de Luca, AHF | FórumDCNTs) (Vídeo) GT Alimentação Saudável (Marília Albiero, ACT; Luisa Haddad, Pé de Feijão - Ana Maria Martins, MS; Angelica Duarte, Plan International; Catherine Moura, Abrale; Heloisa Oliveira, Instituto Opy; Paula de Albuquerque, CREN; Thais Junqueira, UMANE) GT DCV (Patrícia de Luca, AHF; Márcio Galvão, UFBA - Alessandro Chagas, CONASEMS; Ana Carolina de Sá, UFMG; Celso Amodeo, SBC; Frida Plavnik, SBH; Mariana Silveira, Instituto Tellus; Ricardo Heinzelmann, SBMFC; Thaís de Oliveira, MS; Vivian Cardoso, Viatris) GT Diabetes (Bruno Helman, CPD; Elton Prates, UFMG - Andréia Sapienza, P&G; Fadlo Fraige, ANAD/FENAD; Hermelinda Pedrosa, D-Foot; Karla Melo, SBD; Lucas Xavier, YLD-IDF; Lucia Xavier, ADJ Diabetes Brasil; Marlice Marques, SES-GO; Mônica Silveira, Instituto Saúde Mental e Diabetes/Unicamp; Vanessa Pontirolli, Novo Nordisk) GT Obesidade (Rita Domingues, Instituto Contemplo; Guilherme Nafalski, Instituto Cordial - Andrea Levy, Obesidade Brasil; Conrado Carrasco, Novo Nordisk; Cristiane Moulin, SBEM; Gabriel Cardoso, Instituto Sabin; Gabriel Quintana, IFMSA Brazil; Jeane Leite, SMS Manaus; Katia Curci, ANS; Laerte Borges Jr., ResMed; Mauricio Mendonça, Sanofi; Norma Alberto, SES/CRN11; Sandra Lopes, SulAmérica; Tiago Lobo, Merck) GT Oncologia (Nayara Landim, TJCC - Alfredo Scaff, Fundação do Câncer; Andrea Salgado, Roche; Andrea Uchoa, BCare; Anete Ortiz, Saúde com Ciência; Celina Martins, Vencer o Câncer; Juan Mendes, SES do Amapá; Helena Esteves, Oncoguia; Karina Dib, SMS-SP; Liz Maria de Almeida, INCA; Luciana Spring, ACCamargo; Marisa Madi, SBOC; Matheus Chaluppe, UMSCS; Sandra Prazeres, Associação Peter Pan; Sandro Martins, HuB) GT Prevenção (Diogo Alves, OPAS/OMS; Yara Baxter, Novartis Foundation - Emanuely de Carvalho, SAPS/MS; Enilda Lara, HCor; Fernando Cembranelli, Health Innova HUB; Giulliano Assunção, Novartis; Iara Simis, Plan International Brasil; Iseli Reis, Fleximedical, Luiz Bortolotto, SBH) GT Respiratória (Gustavo San Martin, AME e CDD; Sandra Marques, GEPRAPS - Cinira Marcondes, MSD; Dario Aguiar, SEMSA; Lais Casella, UCP/SMS; Paulo Fascina, Boehringer; Rafael Stelmach, Fundação PróAr; Zuleid Mattar, ABRA) GT Saúde Mental e Neurológica (Bruna Rocha, CDD - Evandro Felix, FGVsaúde; Geilson Santana Júnior, USP; Isabel Marçal, Instituto Bem do Estar; Karine Bonfante, Ministério da Saúde; Marco Antonio Silva, Viatris; Maria Dilma Teodoro, APBr; Marta Axthelm, ABRATA; Sheila de Oliveira, EE-USP; Soraya Carvalho, NEPS) 12h30-13h20 – Almoço 13h30-15h00 – Relato dos Grupos Temáticos com Análise de Potencial de Enfrentamento e Parcerias por Stakeholders de Diferentes Setores (Moderação: Rita Domingues, Instituto Contemplo) (Vídeo) GT Respiratória (Vídeo) GT Oncologia (Vídeo) Comentário Paulo Saldiva (IEA-USP) (Vídeo) Comentário Alessandro Chagas (CONASEMS) (Vídeo) GT DCV (Vídeo) GT Diabetes (Vídeo) Comentário Paulo Saldiva (IEA-USP) (Vídeo) Comentário Sheila Martins (Rede Brasil AVC/WSO) (Vídeo) Comentário Alessandro Chagas (CONASEMS) (Vídeo) GT Obesidade (Vídeo) GT Saúde Mental e Neurológica (Vídeo) Comentário Priscila Lopes (CONASS) (Vídeo) Comentário Fernando Cembranelli (Health Innova HUB) (Vídeo) GT Alimentação Saudável (Vídeo) GT Prevenção (Vídeo) Comentário Fernando Cembranelli (Health Innova HUB) (Vídeo) Comentário Priscila Lopes (CONASS) (Vídeo) Debate (Vídeo) 15h05-15h20 – Café interativo 15h35-16h40 - Debate de encerramento – Como otimizar os avanços no enfrentamento das DCNTs no Brasil, contando com a parceria dos diferentes setores? (Moderação: Mônica Andreis, ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) Debate Completo (Vídeo) Bernardo Tinoco (Roche) (Breve recorte: Vídeo) Marco Bego (InovaHC) (Breve recorte: Vídeo) Luiz Bortolotto (SBH) (Breve recorte: Vídeo) Ricardo Heinzelmann (SBMFC) (Breve recorte: Vídeo) 16h45 - Agradecimentos e Encerramento (Ricardo Lauricella e Mark Barone, FórumDCNTs) Painelistas e Moderadores: Alessandro Chagas (CONASEMS) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Análises Clínicas. Experiência em Gestão Pública, Políticas Públicas, Assessoria, Auditoria, Análises Clínicas, com ênfase em Bioquímica, Epidemiologia e Farmácia Hospitalar,. Consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e atualmente é Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Bernardo Tinoco, MSc (Roche) Graduado em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Mestre em Gestão Comportamental pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Vasta experiência com marketing, atuando como líder de pesquisa de mercado, Gerente de Negócios e Gerente de Projetos Globais. Atualmente lidera o setor de Parcerias Sustentáveis na Roche. Diogo Alves, MSc (OPAS/OMS) Graduado em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá e Mestre em Direito das Relações Internacionais. Atuou como Assessor de Assuntos Internacionais no Ministério da Saúde atuando na promoção de ações estratégicas internacionais, com articulação dos projetos de cooperação técnica e interlocução do Governo brasileiro com outros países em matéria de saúde global. Atualmente é Consultor Nacional da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS). Fernando Cembranelli, MD, MBA (Health Innova HUB) Graduado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo, Residência em Medicina Preventiva/Administração Hospitalar, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e MBA, com ênfase em Healthcare Management, Duke University. Atuou como Gerente Médico na Bencorp, Assistente técnico de Direção na INRAD, Con-fundador e gerente de inovação em saúde da EmpreenderSaúde e membro fundador da Associação Brasileira de Startups de Saúde. Atualmente é CEO da Health Innova HUB. Francisco Balestrin, MD, MBA (SindHosp) Graduado em medicina, residência médica e administração em Saúde pela UNIFESP, Especialista em Saúde Pública pela USP, MBA em Gestão de Planos de Saúde, Especialista em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde pelo PROAHSA e Especialista em Administração em Saúde pela Associação Médica Brasileira. Vasta experiencia em gestão, atuando como presidente da Anahp, presidente e membro do comitê executivo de gestão da International Hospital Federation, conselheiro do IBGC, diretor adjunto do ComSaude Fiesp, VP e diretor médico corporativo do Hospital VITA e presidente do conselho de administração da CBEXs. Atualmente é Presidente do SindHosp. Francesco Branca, MD, PhD (OMS) Graduado em Medicina e Cirurgia e especializado em Diabetologia e Doenças Metabólicas na Universita Cattolica del Sacro Cuore, Roma e Doutorado em Nutrição na Universidade de Aberdeen. Atuou como Cientista sênior no National Institute for Research on Food & Nutrition, Assessoror Regional de Nutrição WHO Europa e Diretor do Departamento de Saúde e Desenvolvimento na OMS. Atualmente é o Diretor do Departamento de Nutrição e Alimentação Saudável na Organização Mundial da Saúde (OMS). Luiz Bortolotto, MD, MSc, PhD (SBH) Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP) e Doutor pela FMUSP. Atuou como Professor livre-docente colaborador médico junto ao Departamento de Cardiopneumologia da FMUSP, Coordenador Técnico do Programa de Residência Multiprofissional em Prevenção e Terapêutica Cardiovascular pela FMUSP, e como Diretor da Unidade Clínica de Hipertensão, InCor-HCFMUSP. Atualmente é Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Lucas Xavier (EE-USP | YLD-IDF) Estudante de Enfermagem na Universidade São Paulo (USP), fundador da Liga de Enfermagem na Atenção ao Diabetes da EEUSP. Tem experiência em trabalhos relacionados às DCNTs e ODSs, principalmente com diabetes. Atua como representante do Brasil e da América Latina em programas de liderança nacionais e internacionais. Envolvimento com iniciativas intersetoriais com ONGs, e nos setores público e privado. Marco Bego, MSc (InovaHC) Graduado em Engenharia Elétrica, Pós graduado em Engenharia Clínica e Mestre em Engenharia na Universidade de São Paulo (USP). Atuou como Gerente da cadeia de suprimento e manutenção, pesquisador em Estudos Avançados na Área de Gestão Hospitalar com foco na automação de Processos e Diretor da engenharia e cadeia de suprimentos HC-FMUSP. Atualmente é Diretor Executivo no INRAD e Chefe de Inovação na InovaHC. Mônica Andreis, MSc (ACT Promoção da Saúde) Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, Brasil. Especialista em Psicologia Hospitalar. Cofundadora e atual Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, uma organização não-governamental sem fins lucrativos criada para apoiar a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS. A ACT atua hoje com controle do tabaco, promoção da alimentação adequada e saudável, prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Membro da Diretoria da Framework Convention Alliance (FCA) de 2014 a 2016. Membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 no Brasil. Patrícia Vasconcelos, MSc (SVS-MS) Graduada em Enfermagem, Sanitarista, Mestre em Epidemiologia pela ENSP-FIOCRUZ. Experiência em investigações de campo pelo Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS-EPISUS, em doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), gestão do SUS e resposta às emergências em saúde pública. Atualmente é Coordenadora Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Pedro de Paula, MSc (Vital Strategies) Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF e Mestre em Direito Econômico pela Universidade de São Paulo - USP. Professor do Programa de Pós-graduação lato sensu da FGV Direito São Paulo P e da graduação da Universidade São Judas Tadeu. Diretor Interino da Vital Strategies no Brasil e Coordenador-executivo da Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito em São Paulo. Priscila Lopes (CONASS) Enfermeira, especialista em Saúde Pública com ênfase em Saúde da Família. Atua como Consultora para o projeto PlanificaSUS desenvolvido pelo Hospital Israelita Albert Einstein e atualmente é Facilitadora para o projeto Planificação da Atenção à Saúde do CONASS. Ricardo Heinzelmann, MD, MSc (SBMFC) Graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Mestre em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atuou como Diretor Estadual da Atenção Básica, Coordenador Estadual da APS, Professor de Medicina e Médico de Família e Comunidade. Atualmente é Diretor de Graduação e Pós Graduação pela SBMFC. Rita Domingues (Instituto Contemplo) Graduada em Administração de Empresas pela Universidade Ibirapuera e Comunicação Organizacional pela Universidade Bandeirante de São Paulo, Gestão para Organizações da Sociedade Civil pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e Relações Governamentais pela INSPER. Atuou como Gerente de Projetos Terceiro Setor, Gerente de Projetos Especiais, Coordenadora de projetos e Líder de projetos. Atualmente é Gestora no Instituto Contemplo. Sheila Martins, MD, MSc, PhD (Rede Brasil AVC/WSO) Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Residência Médica em Neurologia pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Mestre em Medicina: Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Doutora em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo. Vasta experiência como médica Professora da Faculdade de Medicina e da Pós Graduação em Ciências Médicas da UFRGS, Coordenadora do Programa de Neurologia vascular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento e foi Presidente da Sociedade Iberoamericana de Enfermidades Cerebrovasculares. Atualmente é Presidente da Rede Brasil AVC e World Stroke Organization. Shekhar Potkar, MD, MSc, MBA (Viatris) Graduado em Medicina e Farmacologia pela GS Medical College & KEM Hospital de Mumbai, MBA pela Deakin University e Mestre em Administração e pesquisa clinica. Vasta experiência no setor privado, atuando por mais de 25 anos na Pfizer como Diretor Médico Nacional, Líder regional e Diretor Médico de mercados emergentes. Atualmente é Diretor Médico Regional de Mercados Emergentes e Excelência em NCD Global da empresa Viatris. Tomas Anker, MBA (IFC/World Bank) Graduado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), MBA pela Fundação Getúlio Vargas e especialista em parcerias público-privado em infraestrutura pela Harvard Kennedy School. Atuou como Assessor na Secretaria de Planejamento do Estado de São Paulo, Economista Sênior e Professor na Fundação Getúlio Vargas. Atualmente é Diretor de Investimentos na International Finance Corporation do Banco Mundial. Yara Carnevalli Baxter, MSc, PhD (Fundação Novartis) Graduou-se em Nutrição, com mestrado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas e doutorado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Participou em cursos locais e internacionais de liderança e gestão. Com início da carreira no Hospital das Clínicas da FMUSP por 12 anos, atuou em assistência, ensino e pesquisa. Trabalhou na Novartis do Brasil por 21 anos, dirigindo os Negócios da Nutrição Hospitalar; da Oncologia e na Diretoria de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa. Atualmente representa a Fundação Novartis nas suas atividades no Brasil para o projeto Better Hearts Better Cities. Parceiros Corporativos: Instituições Participantes Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) AC Camargo Cancer Center ADJ Diabetes Brasil Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME) Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA) Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) Associação Peter Pan Associação UMANE Banco Mundial BCare Boehringer Ingelheim Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN) Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) Conselho Regional de Nutricionistas - 11ª Região (CRN-11) Crônicos do Dia a Dia (CDD) EAESP - FGVsaúde Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE-USP) Escola de Enfermagem da USP Escola Estadual Profª Maria das Dores Ferreira Rocha Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD) FlexiMedical Soluções em Saúde Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha Fundação do Câncer Fundação Novartis Fundação PróAr Glic Diabetes Grupo de Estudo e Pesquisa Respiratória na APS (GEPRAPS) Hcor Health.Innova.Hub.Tech Hospital Universitário de Brasília IFMSA Brazil Instituto Bem do Estar Instituto Com Ciência Instituto Contemplo Instituto Cordial Instituto Correndo pelo Diabetes Instituto Correndo Pelo Diabetes (CPD) Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas Instituto de Saúde Mental e Unicamp Instituto Federal de Mato Grosso do Sul Instituto Nacional de Câncer (INCA) Instituto Obesidade Brasil Instituto Opy de Saúde Instituto Peter Pan Instituto Sabin Instituto Saúde Mental e Diabetes Instituto Tellus Instituto Umane Instituto Vencer o Câncer Merck Merck Sharp & Dohme (MSD) Ministério da Saúde (MS) Núcleo de Estudo e Prevenção do Suicídio (NEPS) Novartis Novartis Foundation Novo Nordisk Obesidade Brasil Oncoguia Organização Mundial da Saúde (OMS) Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) Pé de Feijão Plan International Brasil Plataforma Saúde com Ciência Procter & Gamble (P&G) Rede Brasil AVC ResMed Roche Sanofi Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Secretaria de Estado da Saúde do Piauí Secretaria de Municipal da Saúde de Manaus Secretaria de Municipal da Saúde de São Paulo Secretária Estadual de Saúde de Santa Catarina Secretária Estadual de Saúde do Amapá SindHosp Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Sociedade Brasileira Endocrinologia Metabologia (SBEM) Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) SulAmérica Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Universidade Federal da Bahia (UFBA) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Viatris Vital Strategies World Stroke Organization (WSO) Young Leaders in Diabetes - International Diabetes Federation (YLD-IDF)
- NCD Alliance - Guia Prático para Planejamento Estratégico de Advocacy
Este Guia Prático foi desenvolvido com o objetivo de apoiar a meta da NCD Alliance de fortalecer os esforços de advocacy da sociedade civil em DCNTs para impulsionar mudanças transformadoras nos níveis global, regional e nacional. O documento apresenta os oito principais passos para o planejamento de advocacy, com exemplos, estudos de caso da rede da NCD Alliance, ferramentas de advocacy e outros recursos. O novo Guia Prático é direcionado principalmente para alianças de DCNTs e defensores da sociedade civil em todos os níveis, desde grupos recém-formados até os já estabelecidos. Os leitores são bem-vindos para adaptar e modificar as abordagens de acordo com as realidades específicas de seus contextos e seus planos de advocacia atuais e futuros. As 8 passos do planejamento de advocacy são: Passo 1 - Análise da situação de advocacy Passo 2 - Selecione questões prioritárias, metas, objetivos Passo 3 - Mapeamento político Passo 4 - Táticas e mensagens de advocacy Passo 5 - Construir apoio entre os grupos constituintes Passo 6 - Crie um plano de trabalho e orçamento Passo 7 - Implemente o plano de advocacy Passo 8 - Monitorar e avaliar As 8 etapas do planejamento de advocacy apresentadas no brief são acompanhadas por estudos de caso de nossa rede global de alianças de membros, como Índia, Vietnã, México, Filipinas, Caribe e outros, no planejamento e condução de advocacy estratégico. Esses casos apresentam lições aprendidas e recomendações que outros defensores das DCNTs na sociedade civil, que podem usar para fortalecer suas próprias campanhas de advocacy e buscar mudanças nas políticas de prevenção e manejo de DCNTs. No final do guia, os defensores poderão encontrar uma série de ferramentas práticas que os ajudarão a identificar suas prioridades de advocacy, realizar um mapeamento político e até mesmo desenvolver um plano de trabalho de advocacy. O Guia Prático foi desenvolvido graças aos parceiros da NCD Alliance, The Leona M. e Harry B. Helmsley Charitable Trust. Acesse este recurso clicando aqui.
- Lançamento do Massive Open Online Course: “Desenvolver e Implementar STI para roteiros de ODS”
Como uma importante contribuição para o 7º Fórum STI, para comemorar o lançamento do Massive Open Online Course “Desenvolver e Implementar Ciência, Tecnologia e Inovação para Roteiros ODS - Nível 1”, desenvolvido pela UNITAR e pela Divisão de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da UNDESA (UN DESA/DSDG) , parceiros e partes interessadas se reuniram on-line e discutiram seu significado, jornada e o caminho a seguir para a Equipe de Tarefa Interinstitucional das Nações Unidas sobre Ciência, Tecnologia e Inovação para os ODS (IATT). Para ajudar os estados-membros a abordar e mobilizar essas poderosas alavancas e muito mais, UN DESA/DSDG desenvolveu o Guia e Nota Operacional para a implementação de Ciência, Tecnologia e Inovação (STI) para roteiros de ODS com base no trabalho da Tarefa Interinstitucional das Nações Unidas Equipe de Ciência, Tecnologia e Inovação para os ODS (IATT). Com base nesta Nota Operacional, UNITAR e UN DESA desenvolveram um curso on-line abrangente, individualizado e gratuito para fortalecer as capacidades dos países e das partes interessadas nacionais para desenvolver e implementar roteiros de STI para ODS, bem como atrair assistência global para fazê-lo. Através da jornada do país fictício de Southlands - inspirado em países piloto que receberam assistência para formular seus próprios roteiros - os participantes aprenderão mais sobre conceitos-chave, metodologia, processos, diferentes abordagens e partes interessadas relevantes para o desenvolvimento de roteiros de CTI para ODS. UN DESA e UNITAR incentivam qualquer pessoa interessada em aprender mais sobre o tema e, mais particularmente, as principais partes interessadas envolvidas nesses processos, especialmente agências e ministérios responsáveis pelo desenvolvimento nacional, STI ou planos de ODS a seguir o curso e iniciar sua jornada para ser um ator de mudança. Saiba mais sobre o curso aqui e inscreva-se aqui.
- 20/11 - Webinar Prevenção e Tratamento das Doenças Respiratórias Durante e Após COVID-19
Objetivos: Conhecer o impacto da pandemia sobre as Condições Respiratórias Crônicas no Brasil. Entender os planos nacionais de enfrentamento e o atual cenário para prevenção e tratamento da DPOC, Asma e outras Condições Respiratórias Crônicas na Saúde Pública e Suplementar. Facilitar ajustes na Gestão das Condições Respiratórias Crônicas nos Sistemas de Saúde Público e Suplementar. Agenda: 16h00-16h15 – Abertura e Contextualização (Vídeo) - Qual o significado do Dia Mundial da DPOC? - Quais os principais desafios atuais da DPOC e outras Doenças Respiratórias Crônicas no Brasil na perspectiva do usuário? - Como a Pandemia Impactou ou Agravou as Doenças Respiratórias Crônicas? Zuleid Mattar, Associação Brasileira de Asmáticos Marília Gusmão, Boehringer Ingelheim Mark Barone, FórumDCNTs 16h20-16h30 – Panorama Global e Nacional das Doenças Respiratórias Crônicas: Orientações da OPAS/OMS (Rafael Dall’Alba, OPAS) (Vídeo) 16h40-16h50 – Preocupações vindas do monitoramento das Doenças Respiratórias Crônicas e seus fatores de risco no Brasil (Tania Cavalcante, INCA) (Vídeo) 16h50-17h00 – Ajustes prioritários atuais para cuidados com Saúde Respiratória nos setores Público e Privado (Rafael Stelmach, Fundação PróAr) (Vídeo) 17h00-17h10 – Doenças Respiratórias Crônicas no Plano Nacional de Enfrentamento às DCNTs (Eduardo Marques Macário, FórumDCNTs) (Vídeo) 17h10-17h40 – Qual o papel do legislativo para otimizar os planos de cuidados com Doenças Respiratórias neste momento? (Pedro Westphalen, Deputado Federal) (Vídeo) 17h20-17h50 – Debate “Onde e como podemos melhorar, já pensando no PCDT de DPOC?” (Moderação: Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Eduardo Macário, FórumDCNTs Marília Gusmão, Boehringer Ingelheim Rafael Dall’Alba, OPAS Rafael Stelmach, Fundação PróAr Tania Cavalcante, INCA Zuleid Mattar, Associação Brasileira de Asmáticos Pedro Westphalen, Deputado Federal Painelistas e Moderador: Eduardo Marques Macário, MSc, PhD Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Pernambuco (1996), Mestrado em Saúde Pública pela FIOCRUZ/PE (2001) e Doutorado em Epidemiologia pela UFRGS (2013). Consultor técnico do Ministério da Saúde (de 2001-2009), na gerência técnica do SINAN e na coordenação geral de doenças e agravos não transmissíveis. Desde 2010, atuou em saúde indígena da FUNASA e como coordenador do programa EPISUS na SVS/MS (2011-2012). Gerente de Doenças Imunopreveníveis e Imunização e Diretor de Vigilância Epidemiológica para o estado de Santa Catarina (2013-2018) e Gerente de Vigilância de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais da SES/SC. Foi diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis (2019-2020). Marília Gusmão, MBA Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco; MBA em Relações Institucionais pela Universidade de Pernambuco; Cursos em Políticas Públicas de Saúde pela Harvard University e Relações Governamentais & Advocacy pela The George Washington University. Atua há 15 anos em empresas (nacionais e multinacionais) dos setores de saúde, energia, comunicação, telecomunicações e infraestrutura. Atualmente, é Gerente de Relações Governamentais da Boehringer Ingelheim. Pedro Westphalen, MD Graduado em medicina, iniciou sua carreira política como deputado estadual em 2002. Westphalen foi presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, ajudou na reconstrução do IPE Saúde. Foi secretário Estadual da Ciência e Tecnologia e secretário dos Transportes do Rio Grande do Sul. Após 4 mandatos como deputado estadual, hoje exerce seu 1º mandato na Câmara Federal. É também vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde, presidente da Frente Parlamentar de Imunização da Câmara dos Deputados e membro titular da Comissão Externa de Ações para o Combate ao Coronavírus. Rafael Dall Alba, MSc Graduado em Ciências Biológicas, Análise de Políticas e Sistemas de Saúde, em Ciências da Saúde Cardiologia & Ciências Cardiovasculares pela UFRGS. Pesquisador de projetos em parceria entre a UFRGS e Ministério da Saúde do Brasil no campo da Saúde Coletiva inserido em projetos de gestão, qualificação do cuidado e sistemas de informação em saúde. Atuou na esfera da gestão da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, Departamento de Atenção Hospitalar e Urgências do Ministério da Saúde e na Coordenação Geral da Política de Humanização do Ministério da Saúde. Atualmente é Consultor Técnico da OPAS/OMS da Unidade Técnica de Determinantes da Saúde, DCNT e Saúde Mental. Rafael Stelmach, MD Graduado em Medicina pela Fundação Universitária do ABC (1985), doutorado em Medicina-Pneumologia pela Universidade de São Paulo (1999) e obteve titulo de Livre-Docente pelo Departamento de Cardiopneumologia da Universidade de São em 2012. Professor doutor colaborador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) nos cursos de graduação e pós graduação dos Departamentos de Cardio-Pneumologia e Fisiopatologia Experimental. Exerce a função de médico assistente na Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do HC-FMUSP e atualmente Presidente da Fundação PróAR. Tania Cavalcante, MD, MSc, PhD Graduada em medicina, mestra em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz e Doutora em Oncologia. Entre 2001 e 2010 chefiou a Divisão de Controle do Tabagismo e de outros Fatores de Risco de Câncer do INCA e nessa posição também assumiu a coordenação do Programa Nacional de Controle do Tabagismo. Atualmente atua como Secretária Executiva da Comissão Nacional da Comissão (Interministerial) para Implementação da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco (CONICQ). Zuleid Mattar, MD Graduada em medicina pela Universidade Federal de Uberlândia. Atualmente é Presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA) e médica pediatra. Mark Barone, PhD Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Conitec busca profissionais de saúde para compartilhem experiências clínicas e tecnologias em Saúde
Conitec abre cadastro para que profissionais de saúde compartilhem experiências clínicas e contribuam para o processo de avaliação de tecnologias em saúde A Secretaria-Executiva da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abre uma oportunidade para que especialistas em saúde que tenham interesse no SUS compartilhem experiências clínicas e contribuam com o processo de avaliação de tecnologias em saúde. A proposta é consolidar um banco de dados para ações que serão realizadas pela Secretaria-Executiva da Comissão e fomentar a participação desses atores nos processos de avaliação pela Conitec e na elaboração de Protocolos Clínicas e Diretrizes Terapêuticas. Acesse aqui. A visão dos diversos atores colabora para que a ATS acolha e considere em suas decisões diferentes perspectivas. Nem sempre existem evidências científicas suficientes ou robustas sobre uma tecnologia em saúde. O uso de um novo medicamento, por exemplo, pode não apresentar informações suficientes sobre seu impacto na prática clínica de profissionais de saúde ou na vida das pessoas com condições de saúde. Por isso, ouvir as experiências clínicas dos especialistas pode trazer informações relevantes para a Conitec e abrir a oportunidade para melhorar a compreensão do Plenário sobre a história natural da condição de saúde e o impacto do uso ou não das tecnologias na prática clínica. A Secretaria-Executiva da Conitec desenvolve outras ações que seguem essa linha. A abertura de consultas públicas para que a sociedade envie contribuições sobre as tecnologias em avaliação, bem como o espaço da Perspectiva do Paciente, que abre a oportunidade para que usuários do SUS relatem sobre diferentes condições de saúde e o impacto da tecnologia em saúde em avaliação em seu cotidiano, são exemplos de iniciativas que têm buscado a valorização da participação social e a transparência no processo de ATS.












