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- Gestão do Câncer no Brasil: Necessidade de Ajustes Imediatos (12/11)
Objetivos: Entender o que precisa ser melhorado para reduzir morbimortalidade por câncer. Identificar estratégias com resultados concretos para prevenção e tratamento efetivo da DCNT prevista para em breve se tornar a principal causa de mortes no Brasil. Planejar programas e políticas de saúde que possam reconstruir melhor os sistemas e ambientes públicos e privados para prevenir, diagnosticar e tratar neoplasias. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Mark Barone (FórumDCNTs) (Vídeo) Antônio Silva (Roche) (Vídeo) Nayara Landim (TJCC) (Vídeo) 16h25-16h30 – O que a alimentação têm a ver com câncer? (Marília Albiero, ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) 16h35-16h40 – Há evidências de melhoria da prevenção e tratamento de câncer através da Atenção Primária? (Leticia Katz, SES-PE) (Vídeo) 16h45-16h50 – O que os setores público e privado devem priorizar neste momento contínuo de pandemia para que a situação de controle das neoplasias não piore mais? (Augusto Mota, SBOC) (Vídeo) 16h55-17h00 – O que o setor público deve priorizar neste momento contínuo de pandemia para que a situação de controle das neoplasias não piore mais? (Maria Braghiroli, ICESP) (Vídeo) 17h05-17h10 – Como a Atenção Primária tem se organizado para se integrar com a Especializada no diagnostico precoce e tratamento de câncer no Brasil (Patrícia Izetti, SAPS-MS) (Vídeo) 17h15-17h45 – Debate – Planejamento e ação multissetorial: com quais ações já podemos nos comprometer pensando em reduzir ou tratar oportunamente novos casos? (Moderação: Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Augusto Mota, SBOC Antônio Silva, Roche Leticia Katz, SES-PE Marília Albiero, ACT Maria Braghiroli, ICESP Nayara Landim, TJCC Patrícia Izetti, SAPS-MS Painelistas e Moderador: Augusto Mota, MD, PhD (SBOC) Graduado na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, residência em Clínica Médica e em Hematologia e Hemoterapia no Hospital das Clínicas da Faculdade Medicina da USP-SP, fellowship em Oncologia Clínica Na Universidade Yale, Especialista em Cancerologia Clínica pela Sociedade Brasileira de Cancerologia e Doutor em Medicina e Saúde Humana pela Fundação para o Desenvolvimento das Ciências / Fiocruz. Experiências como Médico Oncologista, Coordenador Científico, Coordenador dos Grupos de Tumores de Cabeça e Pescoço e Tumores Gênito-urinários na Clínica AMO. É Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e Membro da Sociedade Europeia de Oncologia (ESMO). Atualmente é Coordenador do Comitê de Tumores de Cabeça e Pescoço da SBOC. Antônio Silva, MSc, MBA (Roche) Graduado em Farmácia pela Universidade Estadual Paulista, Mestre em Hematologia e MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo. Experiência de 20 anos na indústria farmacêutica, atua desde 2010 no Grupo Roche, tendo liderado, além das operações do Chile e Equador, áreas como Comercial, Acesso à Saúde e a Unidade de Negócios de Oncologia. Atualmente é Diretor de Acesso na Roche. Leticia Katz, MD (SES-PE) Graduada em Medicina pela FMUFP, Residência em Ginecologia/ Obstetrícia e Especialização em Citopatologia pela Sociedade Brasileira de Citopatologia. Exerceu o cargo de Gestora do Laboratório da Secretaria Municipal de Saúde de Recife, liderando as áreas de Citopatologia e da Histopatologia do Laboratório da Mulher do Laboratório Central de Saúde Pública da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Citopatologia, onde atualmente é Presidente do Conselho Consultivo. Ocupa o cargo de Gerente de Atenção à Saúde da Mulher na Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. Marília Albiero, MSc, MBA (ACT Promoção da Saúde) Graduada em engenheira Químicapela Universidade Federal de Sergipe (UFS) com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), MBA em Comércio Internacional pela FIA e Especialização em Advocacy e Políticas Públicas pela FGV. Possui experiência na área de inovação, inteligência de mercado e estratégia tendo atuado em empresas privadas e como consultora de negócios de impacto social. Atualmente é Coordenadora de inovação e Estratégia na ACT Promoção da Saúde. Maria Braghiroli, MD (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo - ICESP) Graduada em medicina pela Universidade Federal da Bahia, especialização em Oncologia pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Atuou como Médica Oncologista no Hospital Sírio-Libanês e a mais de 8 anos no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Nayara Landim (TJCC) Graduada em Relações Públicas pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduada em Pedagogia da Cooperação e Metodologias Colaborativas pela Universidade Paulista. Há mais de 10 anos trabalha em associações e redes realizando articulações com a sociedade civil organizada e com o governo em prol do bem comum. Atuou como Analista de Educação à Distância no Onco Ensino da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, onde atualmente é Relações Institucionais e Governamentais do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, sendo responsável pela gestão estratégica de parcerias e projetos. Patrícia Izetti, MD, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Medicina e doutorado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Durante o doutorado, realizou investigação de biomarcadores e novos tratamentos para o câncer, tendo desenvolvido parte do seu projeto na França, no instituto IARC (International Agency for Research on Cancer), agência de pesquisa em câncer da Organização Mundial de Saúde (OMS), sediada em Lyon. Residência Médica em Radioterapia no Instituto Nacional de Câncer, experiência nos campos de radio-oncologia, oncologia molecular e oncogenética, com ênfase em estudos de radiobiologia e tratamentos radioterápicos, desenvolvimento de novas drogas anticâncer, identificação de biomarcadores diagnósticos e de resposta terapêutica e análises de predisposição hereditária ao câncer. Atualmente é Coordenadora da Coordenação-Geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo, da Secretaria de Atenção Primária a Saúde do Ministério da Saúde do Brasil (SAPS-MS). Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Umane desenvolve Observatório da Atenção Primária à Saúde
Agora é possível acessar dados atualizados sobre os principais fatores de risco e sobre as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) mais prevalentes com apenas alguns cliques através do Observatório da Atenção Primária à Saúde, desenvolvido pela Umane. A ferramenta permite que qualquer pessoa acesse dados do Ministério da Saúde e de outras bases de dados públicas e confiáveis de maneira amigável, ágil e simples. A plataforma reúne e organiza os dados de maneira acessível e, sempre que possível, esses dados são disponibilizados para todos os municípios do Brasil. A plataforma estará em contínuo aperfeiçoamento e hoje já trabalha com 16 bases de dados diferentes, entre elas o Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA), o Sistema de Informações Hospitalares (SIH), o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Vale destacar que com intuito de permitir um diagnóstico completo dos municípios a plataforma também traz algumas informações socioeconômicas como o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Acesse a plataforma aqui!
- Nações Unidas publica ferramenta para analisar engajamento de stakeholders para a Agenda 2030
Um dos aspectos centrais da Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é o papel significativo que foi atribuído aos stakeholders em sua implementação, acompanhamento e revisão. Seis anos após a implementação da Agenda 2030, as estratégias de vários países para envolver stakeholders ainda estão nos estágios iniciais. Muitas práticas de engajamento são fortes em alguns aspectos, mas fracas em outros, com pouca orientação disponível para uma análise sistemática. A pandemia do COVID-19 aumentou os desafios de envolver as partes interessadas nos esforços de implementação. Neste contexto, UNDESA e PNUD desenvolveram uma estrutura analítica para permitir que governos, partes interessadas e parceiros de desenvolvimento examinem e fortaleçam a qualidade de suas práticas de engajamento de partes interessadas em diferentes estágios do ciclo da Agenda 2030, incluindo a consideração do impacto do COVID- 19. Esta estrutura é uma ferramenta útil para ajudar a melhorar as práticas de engajamento das partes interessadas, promover o diálogo e apoiar o compartilhamento de lições aprendidas e boas práticas. A ferramenta está disponível em inglês, espanhol e francês. Veja aqui exemplos de aplicação da ferramenta.
- NCD Alliance - Envolvendo significativamente as pessoas que vivem com DCNTs
O envolvimento significativo de pessoas que vivem com doenças não transmissíveis é um elemento crítico de uma resposta eficaz das DCNTs. Da formulação de políticas à conscientização, ensaios clínicos, pesquisa acadêmica, defesa de direitos, governança organizacional e mais, as pessoas que vivem com DCNTs podem contribuir para muitas facetas diferentes da resposta às DCNTs e agir como modelos que rompem as barreiras à inclusão. Promover um envolvimento significativo requer o reconhecimento de sua importância e a criação de ambientes favoráveis, incluindo espaços dedicados para o envolvimento. Esta revisão apresenta algumas definições de conceitos-chave e explora como o envolvimento significativo das pessoas que vivem com DCNTs se parece com a sociedade civil, o governo e a prestação de serviços de saúde. Para mais informações, acesse.
- OMS inclui análogos de insulina, SGLT2 e medicamentos para câncer à lista de essenciais
A OMS publicou hoje a nova edição de sua Lista de Medicamentos Essenciais e Medicamentos Essenciais para Crianças, que incluem novos tratamentos para vários tipos de câncer, análogos de insulina e novos medicamentos orais para diabetes, novos medicamentos para ajudar as pessoas que desejam parar de fumar e novos antimicrobianos para tratar infecções bacterianas e fúngicas graves. As listas têm como objetivo atender às prioridades globais de saúde, identificando os medicamentos que oferecem os maiores benefícios e que devem estar disponíveis e acessíveis para todos. No entanto, os altos preços dos medicamentos novos patenteados e dos medicamentos mais antigos, como a insulina, continuam a manter alguns medicamentos essenciais fora do alcance de muitas pessoas. “O diabetes está aumentando globalmente e aumentando mais rapidamente nos países de baixa e média renda”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS. “Muitas pessoas que precisam de insulina enfrentam dificuldades financeiras para acessá-la ou ficam sem ela e perdem a vida. Incluir análogos de insulina na Lista de Medicamentos Essenciais, juntamente com esforços para garantir acesso acessível a todos os produtos de insulina e expandir o uso de biossimilares, é um passo vital para garantir que todos que precisam deste produto salva-vidas possam acessá-lo. ” Medicamentos para diabetes A insulina foi descoberta como um tratamento para diabetes há 100 anos e a insulina humana está na Lista de Medicamentos Essenciais da OMS desde sua primeira publicação em 1977. Infelizmente, o fornecimento limitado de insulina e os preços altos em vários países de baixa e média renda são atualmente um barreira significativa ao tratamento. Por exemplo, na capital de Gana, Accra, a quantidade de insulina necessária por um mês custaria ao trabalhador o equivalente a 5,5 dias de pagamento por mês. A produção de insulina está concentrada em um pequeno número de fábricas e três fabricantes controlam a maior parte do mercado global, com a falta de competição resultando em preços altos proibitivos para muitas pessoas e sistemas de saúde. A mudança para listar os análogos da insulina de ação prolongada (insulina degludec, detemir e glargina) e seus biossimilares, junto com a insulina humana, tem como objetivo aumentar o acesso ao tratamento do diabetes ao expandir a escolha do tratamento. A inclusão na Lista significa que análogos de insulina biossimilares podem ser elegíveis para o programa de pré-qualificação da OMS; A pré-qualificação da OMS pode resultar em mais biossimilares com qualidade garantida entrando no mercado internacional, criando concorrência para reduzir os preços e dando aos países uma escolha maior de produtos. Os análogos de insulina de ação prolongada oferecem alguns benefícios clínicos extras para as pessoas por meio de sua duração de ação prolongada, o que garante que os níveis de glicose no sangue possam ser gerenciados por longos períodos de tempo sem a necessidade de uma dose de reforço. Eles oferecem benefício particular para pessoas que experimentam níveis perigosamente baixos de glicose no sangue com insulina humana. Foi demonstrado que a maior flexibilidade no momento e na dosagem de análogos da insulina melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem com diabetes. No entanto, a insulina humana continua a ser um grampo no tratamento da diabetes e o acesso a este medicamento que salva vidas deve continuar a ser apoiado através de uma melhor disponibilidade e acessibilidade. A lista também inclui os inibidores do co-transportador de glicose de sódio 2 (SGLT2), empagliflozina, canagliflozina e dapagliflozina como terapia de segunda linha em adultos com diabetes tipo 2. Estes medicamentos administrados por via oral demonstraram oferecer vários benefícios, incluindo um menor risco de morte, insuficiência renal e eventos cardiovasculares. Como os inibidores de SGLT2 ainda são patenteados e de alto preço, sua inclusão na lista vem com a recomendação de que a OMS trabalhe com o Pool de Patentes de Medicamentos para promover o acesso por meio de acordos de licenciamento em potencial com os detentores de patentes para permitir a fabricação e fornecimento de genéricos em preços baixos e países de renda média. Melhorar o acesso a medicamentos para diabetes, incluindo insulina e inibidores de SGLT2, é uma das linhas de trabalho do Global Diabetes Compact, lançado pela OMS em abril de 2021, e um tópico-chave em discussão com fabricantes de medicamentos para diabetes e tecnologias de saúde. Medicamentos para câncer O câncer está entre as principais causas de doença e morte em todo o mundo, sendo responsável por quase 10 milhões de mortes em 2020, com sete em cada 10 ocorrendo em países de baixa e média renda. Novos avanços foram feitos no tratamento do câncer nos últimos anos, como medicamentos que têm como alvo características moleculares específicas do tumor, alguns dos quais oferecem resultados muito melhores do que a quimioterapia “tradicional” para muitos tipos de câncer. Quatro novos medicamentos para o tratamento do câncer foram adicionados às Listas de Modelos: Enzalutamida, como alternativa à abiraterona, para o câncer de próstata; Everolimus, para astrocitoma de células gigantes subependimárias (SEGA), um tipo de tumor cerebral em crianças; Ibrutinibe, um medicamento direcionado para a leucemia linfocítica crônica; Rasburicase, para a síndrome de lise tumoral, uma complicação séria de alguns tratamentos de câncer. A lista do imatinibe foi estendida para incluir o tratamento direcionado da leucemia. Novas indicações de câncer infantil foram adicionadas para 16 medicamentos já listados, incluindo para glioma de baixo grau, a forma mais comum de tumor cerebral em crianças. Um grupo de anticorpos que aumentam a resposta imune às células tumorais, chamados inibidores do ponto de verificação imune PD-1 / PD-L1, não foram recomendados para listagem para o tratamento de uma série de cânceres de pulmão, apesar de serem eficazes, principalmente por causa de sua excessiva preço alto e preocupações de que são difíceis de administrar em sistemas de saúde com poucos recursos. Outros medicamentos contra o câncer não foram recomendados para listagem devido ao benefício clínico adicional incerto em comparação com os medicamentos já listados, preço alto e problemas de gerenciamento em ambientes com poucos recursos. Estes incluíram osimertinibe para câncer de pulmão, daratumumabe para mieloma múltiplo e três tipos de tratamento (inibidores de CDK4 / 6, fulvestrant e pertuzumabe) para câncer de mama. Outros medicamentos Doenças infecciosas - Os novos medicamentos listados incluem cefiderocol, um antibiótico do grupo de "reserva" eficaz contra bactérias multirresistentes, antifúngicos de equinocandina para infecções fúngicas graves e anticorpos monoclonais para a prevenção da raiva - os primeiros anticorpos monoclonais contra uma doença infecciosa a serem incluídos nas Listas de Modelos. As listas atualizadas também apresentam novas formulações de medicamentos para infecções bacterianas comuns, hepatite C, HIV e tuberculose, para melhor atender às necessidades de dosagem e administração de crianças e adultos. Outros 81 antibióticos foram classificados como Access, Watch ou Reserve sob a estrutura AWaRe, para apoiar a administração de antimicrobianos e a vigilância do uso de antibióticos em todo o mundo. Parar de fumar - Dois medicamentos não baseados em nicotina - bupropiona e vareniclina - juntam-se à terapia de reposição de nicotina na Lista Modelo, oferecendo opções alternativas de tratamento para pessoas que desejam parar de fumar. A listagem visa apoiar a corrida para alcançar a meta da campanha "Commit to Quit" da OMS, que veria 100 milhões de pessoas em todo o mundo parando de fumar no próximo ano. Fonte: https://www.who.int/news/item/01-10-2021-who-prioritizes-access-to-diabetes-and-cancer-treatments-in-new-essential-medicines-lists Veja também OMS avalia inclusão de análogos de longa duração e SGLT2 à Lista de Medicamentos Essenciais. Conheças o Fundo Estratégico da OPAS e sua relação com a Lista de Medicamentos Essenciais para DCNTs aqui.
- Doenças Respiratórias no Pós-COVID-19: Ações para Retomar o Controle - 03/12
Objetivos: Entender como a pandemia interrompeu os cuidados e estratégias de prevenção e cuidados com doenças respiratórias no Brasil e as consequências disso. Potencializar a Atenção Primária da Saúde para que reorganize o fluxo, estabeleça prioridades e implemente ações efetivas para mitigar os impactos do longo período de cuidados interrompidos. Engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços multisetoriais para implementação de modelos com potencial para identificar novos casos de DPOC, asma e brecar a piora da saúde de pessoas já acometidas. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Mark Barone, FórumDCNTs (Vídeo) Paulo Fascina, Boehringer Ingelheim (Vídeo) Gustavo San Martin, AME/CDD (Vídeo) 16h25-16h30 – Como as propostas do Programa Abraçar têm permitido acelerar a retomada e otimizar os cuidados de pessoas com doenças respiratórias? (Sandra Sabino, SMS-SP) (Vídeo) 16h35-16h40 – Quais as recomendações atuais da OPAS/OMS para enfrentarmos as doenças respiratórias, que passaram a preocupar ainda mais com a pandemia? (Diogo Alves, OPAS/OMS) (Vídeo) 16h45-16h50 – Como o legislativo apoiará a otimização da retomada dos cuidados a pessoas com doenças respiratórias através da Frente Parlamentar de Doenças Respiratórias (Pedro Westphalen, Deputado Federal) (Vídeo) 16h55-17h00 - Quais avanços já podemos comemorar e quais aspectos ainda precisam ser aperfeiçoados para os cuidados das Doenças Respiratórias? (Alessandro Chagas, CONASEMS) (Vídeo) 17h05-17h10 – Como o programa de Tele-espirometria permitirá melhorar diagnóstico e acompanhamento de Doenças Respiratórias na Atenção Primária? (Hannah Domingos, Ministério da Saúde) (Vídeo) 17h15-17h45 – Debate – Compromisso de implementação sustentável e em escala, prevendo resultados concretos. (Moderação: Dr. Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Alessandro Chagas, CONASEMS Diogo Alves, OPAS/OMS Gustavo San Martin, AME/CDD Hannah Domingos, Ministério da Saúde Mark Barone, FórumDCNTs Paulo Fascina, Boehringer Ingelheim Pedro Westphalen, Deputado Federal Sandra Sabino, SMS-SP Painelistas e Moderador Alessandro Chagas (CONASEMS) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Análises Clínicas. Experiência em Gestão Pública, Políticas Públicas, Assessoria, Auditoria, Análises Clínicas, com ênfase em Bioquímica, Epidemiologia e Farmácia Hospitalar,. Consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e atualmente é Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Diogo Alves, MSc (OPAS/OMS) Graduado em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá e Mestre em Direito das Relações Internacionais Atualmente. Atuou como Assessor de Assuntos Internacionais no Ministério da Saúde atuando na promoção de ações estratégicas internacionais, com articulação dos projetos de cooperação técnica e interlocução do Governo brasileiro com outros países em matéria de saúde global. Atualmente é Consultor Nacional da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS). Gustavo San Martin (AME/CDD) Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado. Consultor especializado em Empreendedorismo e Desenvolvimento de Instituições do Terceiro Setor. Atuante na formatação, estruturação e execução de projetos institucionais e operacionais. Fundou a Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) e a Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME), onde atualmente é Diretor Executivo. Hannah Domingos, MBA (Ministério da Saúde) Graduada em Farmácia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Residência Multiprofissional em Saúde da Família na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) - FIOCRUZ, MBA Jr em Gestão de Empresas no Instituto de Excelência em Gestão (IEG) e especialista em Saúde da Família. Atuou nas gestões do Centro Acadêmico de Farmácia da UFRJ (CAFar UFRJ) e da Executiva Nacional de Estudantes de Farmácia (ENEFAR), participou da Rede de Pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (REPPICS). Atualmente é Técnica no Ministério da Saúde. Paulo Fascina, MBA (Boehringer Ingelheim) Graduado em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP), Pós Graduado em Gestão de Negócios pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e MBA em Negócios Globais pela The University of Manchester. Atualmente é o responsável pela área de Ecossistemas em Saúde na Boehringer Ingelheim Brasil. Pedro Westphalen, MD (Deputado Federal) Graduado em medicina, iniciou sua carreira política como deputado estadual em 2002. Westphalen foi presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, ajudou na reconstrução do IPE Saúde. Foi secretário Estadual da Ciência e Tecnologia e secretário dos Transportes do Rio Grande do Sul. Após 4 mandatos como deputado estadual, hoje exerce seu 1º mandato na Câmara Federal. É também vice-presidente da Confederação Nacional de Saúde, presidente da Frente Parlamentar de Imunização da Câmara dos Deputados e membro titular da Comissão Externa de Ações para o Combate ao Coronavírus. Mark Barone, PhD (FórumDCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com pós-graduações em Educação em Diabetes e Comunicação e Marketing, e outras formações em Saúde Pública e Global. Desenvolve Programas e Pesquisas de Educação em Saúde, Advocacy e Saúde Coletiva. Foi Fellow do Programa Global Health Leaders do Public Health Institute, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor (2016-2019). Em 2017 liderou a fundação do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil (FórumDCNTs), do qual é Coordenador Geral. Vice-Presidente Global da Federação Internacional de Diabetes (IDF) e Membro do Departamento de Educação da SBD e da ADJ Diabetes Brasil, tem ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Sandra Sabino (Secretaria Municipal de Saúde - SP) Graduada em Nutrição e Especialização em Saúde Pública pela Universidade São Camilo, Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Metodista de São Paulo, Especialização em Saúde Pública pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e especialista em regulação, controle, avaliação e auditoria do SUS pelo Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores da Saúde. Atuou como Coordenadora das unidades de saúde na região sul da cidade de São Paulo e atualmente é Secretária Executiva de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância Sanitária na Prefeitura de São Paulo. Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo
- Dia da Cobertura Universal da Saúde - Investindo em Sistemas de Saúde para Todos
O dia 12 de dezembro, Dia da Cobertura Universal da Saúde, é uma data para lembrar que todos podem e devem ter acesso aos serviços essenciais de saúde com qualidade e sem que os fatores financeiros sejam um impeditivo. Todos, em todos os lugares, merecem ter acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade sem sofrer dificuldades financeiras. O Dia da Cobertura Universal da Saúde é o ponto de encontro anual para que os ativistas levantem suas vozes e compartilhem as histórias de milhões de pessoas que ainda esperam por saúde, convoquem os líderes a fazerem investimentos mais inteligentes em saúde e lembrem o mundo sobre o imperativo da cobertura universal de saúde. Se quisermos prevenir futuras pandemias e alcançar saúde e bem-estar para todos até 2030, devemos priorizar a equidade - investir mais em saúde e alocar recursos de forma eficiente e equitativa de acordo com as necessidades. Saiba mais sobre a campanha em 2021
- OMS anuncia novos compromissos para acelerar o progresso nas metas de nutrição
A COVID-19 e as mudanças climáticas exacerbaram a desnutrição em todas as suas formas e ameaçaram a sustentabilidade e resiliência dos sistemas alimentares em todo o mundo. Na Cúpula Nutrição para o Crescimento em Tóquio, de 7 a 8 de dezembro de 2021, a Organização Mundial da Saúde anunciou seis novos compromissos para acelerar o progresso nas metas de nutrição para 2025, que foram desviados ainda mais do curso durante a pandemia. Os seis compromissos são: Expandir iniciativas para prevenir e gerenciar o sobrepeso e a obesidade; Intensificar atividades para criar ambientes alimentares que promovam uma alimentação segura e saudável; Apoiar os países na abordagem da desnutrição aguda; Acelerar as ações na redução da anemia; Aumentar a promoção e o apoio à amamentação de qualidade; Fortalecer os sistemas de dados de nutrição, uso e capacidade de dados. Hoje, um terço de todas as pessoas no mundo são afetadas por pelo menos uma forma de desnutrição. Mais de 40% de todos os homens e mulheres (2,2 bilhões de pessoas) estão acima do peso ou com obesidade. E a alimentação inadequada está relacionada a pelo menos 8 milhões de mortes por ano. “A desnutrição em todas as suas formas é uma das principais causas de morte e doença no mundo”, segundo o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS. “A OMS está empenhada em apoiar todos os países para expandir progressivamente o acesso aos serviços de nutrição essenciais como parte de sua jornada rumo à cobertura universal de saúde e fortalecer os sistemas alimentares sustentáveis para apoiar dietas saudáveis para todas as pessoas, em todos os lugares." Apesar das melhorias incrementais em todas as formas de desnutrição na última década, esse progresso se desviou com as taxas crescentes de desigualdade, crise climática, conflito e insegurança na saúde global. A carga múltipla da desnutrição, como retardo de crescimento, definhamento, deficiências de micronutrientes, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis relacionadas à má alimentação, estão cada vez mais coexistindo na mesma comunidade, família e até mesmo no mesmo indivíduo. Com as tendências atuais a OMS projetou que uma em cada duas pessoas estará desnutrida até 2025, e cerca de 40 milhões de crianças sofrerão de obesidade ou excesso de peso na próxima década. Em comunidades marginalizadas, a desnutrição infantil e a insegurança alimentar estão aumentando. No ano passado, 149 milhões de crianças tiveram crescimento atrofiado devido a alimentação precária, falta de acesso a água potável e serviços de saúde e outros problemas de acessibilidade. Entre 45% das crianças menores de 5 anos que morrem, a desnutrição foi a causa básica da morte. Embora haja sinais positivos de progresso, como o mundo estar no caminho certo para atingir a meta global de aumentar o aleitamento materno exclusivo até 2025, a pandemia de COVID-19 alimentou a crise nutricional. Isso afetou particularmente mulheres e crianças, e trouxe desafios sem precedentes e desvio de recursos dos sistemas globais de nutrição, incluindo saúde, alimentação, proteção social e infraestrutura de assistência humanitária. “Hoje, menos de 1% da assistência ao desenvolvimento global concentra-se na nutrição”, disse o Dr. Francesco Branca, Diretor do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS. “É preciso haver uma ação acelerada para acabar com a alimentação não saudável e a desnutrição, e os novos compromissos da OMS com a Cúpula Nutrição para o Crescimento refletem isso. O Nutrition for Growth Summit é uma grande oportunidade para acelerar a ação durante a Década de Ação sobre Nutrição 2016-2025. ” A OMS continua trabalhando nas três importantes áreas de enfoque da nutrição para o crescimento (saúde, alimentação e resiliência), fortalecendo a orientação normativa e apoiando os países em seu uso; monitorando e garantindo o acesso aos dados nutricionais; fornecendo apoio aos governos e tomadores de decisão para integrar as intervenções dos sistemas nutricionais e alimentares nos planos nacionais de cobertura universal de saúde, sistemas multissetoriais e políticas fiscais; e pelo trabalho contínuo em ambientes de emergência. Fonte: https://www.who.int/news/item/07-12-2021-who-accelerates-work-on-nutrition-targets-with-new-commitments
- Prevalência de Depressão e Ansiedade no Brasil Preocupa, Conforme Estudo do Datafolha
No mês da prevenção ao suicídio, o FórumDCNTs se juntou à campanha do Setembro Amarelo, promovendo evento com algumas das principais autoridades sobre o assunto no país, Setembro Amarelo: Depressão e Suicídio, há o que fazer? (confira a gravação do evento aqui). Abaixo, divulgamos importantes resultados de pesquisa planejada por dois importantes membros do FórumDCNTs, a ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) e a Viatris. Quatro em cada 10 brasileiros tiveram sintomas de ansiedade ou depressão durante a pandemia, como mostra pesquisa do Datafolha de agosto sobre saúde mental. Dos 2.055 entrevistados em 129 municípios das cinco macrorregiões do país, 44% afirmaram que tiveram problemas psicológicos. Os mais afetados foram as mulheres (53%), jovens entre 16 e 24 anos (56%), pessoas economicamente ativas (48%), pessoas com alta escolaridade (57%) e aqueles sem filhos (51%). Além disso, 28% apontaram que tiveram diagnóstico de depressão ou outra doença relacionada à saúde mental durante a pandemia de Covid-19, enquanto 46% afirmaram que algum familiar ou amigos próximos tiveram depressão nesse período. A pesquisa faz parte da campanha “Bem Me Quer, Bem Me Quero: O diálogo sobre depressão e ansiedade pode salvar vidas”, realizada pela ABRATA e pela Viatris, empresa global de saúde, para o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. “O prolongamento do período da pandemia misturado à incerteza com relação ao futuro, uma rotina com restrições de circulação, o medo da morte, o luto e a falta de convívio entre familiares e amigos fez com que aumentassem os sentimentos de ansiedade, tédio, pânico e solidão durante este período, o que pode ter levado a esses dados preocupantes”, observa a neurologista e diretora médica da Viatris, Elizabeth Bilevicius. De acordo com a pesquisa, a conscientização dos brasileiros sobre o tema depressão ainda é deficiente. Pouco mais da metade dos entrevistados (53%) consideram muito importante oferecer suporte a quem esteja passando pela doença, e 10% não souberam agir diante de um conhecido com depressão. Essa dificuldade de lidar com a situação é um pouco maior entre os homens e pessoas que não são economicamente ativas. Além do aumento dos casos de depressão, os sentimentos de sobrecarga, medo e angústia durante a pandemia também se agravaram. Cerca de 55% das pessoas concordaram que se sentiram sobrecarregadas de tarefas e 57% afirmaram ter vivenciado medo e angústia nos últimos meses. Ter o apoio de familiares, amigos e colegas de trabalho não impede o surgimento de doenças mentais, mas ajuda no tratamento. Dos que passaram por ansiedade ou depressão durante a pandemia, 62% tinham pessoas com quem contar, e 14% não teriam ninguém para dar suporte. Quase todos (96%) concordaram que a rede de apoio favorece a recuperação. A depressão pode ser tratada, e seus sintomas, controlados. Para isso, é fundamental que a pessoa assuma o papel de protagonista da sua vida e busque ajuda profissional e também junto às pessoas com as quais convive e confia. “O primeiro passo é admitir que está doente, que precisa de ajuda. É muito comum a negação do problema nesses casos. A partir daí, é importante se abrir com pessoas da sua confiança e estabelecer um diálogo limpo e construtivo, uma vez que a rede de apoio é um complemento fundamental à abordagem clínica. Sabemos que quem conta com esse suporte costuma ter mais adesão ao tratamento”, reforça a presidente da ABRATA, Marta Axthelm. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o país lidera o ranking de casos de depressão na América Latina – mais de 11,5 milhões de brasileiros sofrem com a doença – e ocupa o topo do mais ansioso do mundo - quase 19 milhões de pessoas têm transtorno de ansiedade no país. De acordo com a psiquiatra e membro do Conselho Científico da ABRATA, Alexandrina Meleiro, no Brasil, quase todos os casos de suicídio têm relação com transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e do abuso de substâncias. “Praticamente todos aqueles que tentam ou cometem esse ato têm alguma doença psiquiátrica e as estatísticas mostram que mais da metade deles estava em acompanhamento médico até uma semana antes do episódio. É importante ressaltar que quem pensa em suicídio quase sempre dá sinais, mas a maioria das pessoas não está preparada para identificá-los. Daí a importância do Setembro Amarelo, para ajudar a esclarecer e conscientizar a população sobre o tema", acrescenta Alexandrina. O atentado à própria vida é a segunda causa de morte entre jovens de 15 e 29 anos no mundo, no entanto, não é exclusivo dos adolescentes. A psiquiatra explica ainda que idosos e populações vulneráveis, como os indígenas, LGBTQIA+, médicos, policiais e membros das forças armadas também são os grupos que demonstram alta incidência no Brasil. A pesquisa encomendada pelo Datafolha mostrou que o tabu sobre o tema vem, aos poucos, se desfazendo: 52% das pessoas discordam que falar sobre suicídio deve ser evitado. Sobre a população LGBTQIA+, o levantamento revelou que 65% dos entrevistados concordam que esse grupo é mais vulnerável ao suicídio. Essa percepção é maior entre os mais jovens (entre 16 a 24 anos), pessoas que trabalham e aqueles sem filhos. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Datafolha de forma presencial, distribuída em 129 municípios das cinco macrorregiões do país e realizada com 2.055 pessoas com 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes econômicas, conforme critérios da PNAD 2019. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Saiba mais sobre a campanha no site Bem Me Quer Bem Me Quero.
- Chamada pública em Inovação em Métodos e Tecnologias em Saúde no Brasil - inscrições até 07/02/2022
O Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde (DGITIS/SCTIE/MS), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), abriu chamada pública para projetos de Inovação em Métodos e Aplicação da Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no Brasil. Os projetos selecionados terão o valor máximo de financiamento de R$ 500 mil reais e o valor mínimo de R$ 50 mil. Interessados devem submeter até 7 de fevereiro de 2022. Para se candidatar, a instituição deve estar inscrita no diretório de instituições do CNPq, devendo ser uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), e/ou empresa privada, de acordo com as leis brasileiras, com sede e foro no Brasil, empresa pública ou organização da sociedade civil sem fins lucrativos. A proposta da chamada é apoiar projetos que contribuam significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do país na área de ATS. Serão contemplados projetos relacionados às seguintes áreas temáticas: Inovações metodológicas, ferramentas instrumentais e processos de validação de métodos e instrumentos em ATS: Relacionadas aos processos de: síntese de evidências, extrapolação de dados, modelagem econômica, impacto orçamentário, precificação, monitoramento do horizonte tecnológico, monitoramento de desfechos clínicos, monitoramento da implementação da tecnologia, engajamento social, desfechos relatados pelos pacientes, análise de decisão multicritérios, dados de vida real, indicadores de saúde baseada em valor, avaliação e validação de dados e evidências de mundo real; busca e extração de dados para análises econômicas e síntese de evidências; saúde digital; gestão de tecnologias em saúde. Elaboração de guias de boas práticas em análise crítica das evidências clínicas e monitoramento de tecnologias incorporadas de dispositivos médicos; Elaboração de guias de boas práticas em avaliação de OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais); Elaboração de guias de boas práticas em avaliação e análise crítica de evidências de mundo real em ATS; Atualização das diretrizes metodológicas de elaboração de estudos para avaliação de equipamentos médico-assistenciais; Estudo das propostas de avaliação para tecnologias digitais e opções de implementação dessa avaliação no SUS. Acesse a chamada através do link. Fonte: https://rebrats.saude.gov.br/banners/746-chamada-aberta-em-inovacao-em-metodos-e-aplicacao-da-avaliacao-de-tecnologias-em-saude-no-brasil
- Nota Técnica da ACT e organizações, sobre os fatores de risco de câncer
O Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado em 27 de novembro, é uma data criada com o objetivo de levar informação sobre a doença para todas as parcelas da sociedade. O Instituto Nacional do Câncer prevê 626 mil novos casos este ano no Brasil. As causas são diversas, mas sabe-se que os fatores ambientais são responsáveis por 80-85% dos casos, dos quais até a metade podem ser prevenidos, já que estão relacionados ao meio em que vivemos e hábitos de vida. Idealmente governos deveriam investir em prevenção, pois é mais barato prevenir do que tratar. Para cada dólar investido no enfrentamento de câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis, pode haver um retorno de até sete dólares em termos de aumento de emprego, produtividade e longevidade, diz estudo da Organização Mundial da Saúde. A chave da prevenção está nos principais fatores de risco, como tabagismo, consumo de álcool, alimentação inadequada e inatividade física, além da exposição ocupacional e poluição do ar. Levando em consideração todos essas questões apontadas, a ACT Promoção da Saúde em parceria com outras organizações lançou uma Nota Técnica sobre os fatores de risco para o câncer. Fonte: https://blog.actbr.org.br/dcnts/combate-ao-cancer-prevencao/3263
- 9º Encontro FórumDCNTs - Save the Date 22/10
"Organizar e Avançar em Prevenção e Cuidados de Qualidades para DCNTs Nunca Foi Tão Urgente!" 7h30 – Entrada na Plataforma - Abertura (Dr. Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) 8h00-8h40 – Mesa de Abertura (Comissão Consultiva do FórumDCNTs) (Vídeo) 8h45-9h15 – Apresentação dos resultados e premiação do Concurso de Melhores Projetos para Enfrentamento às DCNTs 2021 (moderação: Patrícia de Luca, FórumDCNTs e AHF) (Vídeo) Comissão Avaliadora dos Projetos e Instituições Apoiadoras (Instituto Opy, Roche e Sanofi) 9h20-10h40 – Painel Internacional - Prioridades para Retomar Avanços na Redução de Mortes Precoces por DCNTs – ODS 3.4* (moderação: Johannes Boch, Novartis Foundation) (Vídeo) 9h25-9h40 – Qual a recomendação da OPAS/OMS para endereçarmos de maneira multi- e inter-setorial os atuais desafios globais e nacionais de Saúde Mental? (Renato Oliveira e Souza - Unit Chief of Mental Health and Substance Use, PAHO/WHO) (Vídeo) 9h45-10h00 – Preocupações globais da NCD Alliance para o combate às DCNTs, neste momento. Quais as recomendações para que o Brasil retome os avanços em direção ao ODS 3.4? (Cristina Parsons-Perez - Capacity Development Director, NCD Alliance) (Vídeo) 10h05-10h20 – Fatores fundamentais para melhorar a resolutividade da APS no enfrentamento das DCNTs - da teoria global à experiência local (Alcir Santos Neto - Research Assistant, Georgetown University) (Vídeo) 10h20-10h40 – Debate (Vídeo) *algumas apresentações podem acontecer em inglês 10h45-11h05 – Intervalo 11h10-12h30 - Reunião Grupos Temáticos (moderação: Ricardo Lauricella, FórumDCNTs e FlexiMedical) GT Alimentação Saudável (Marília Albiero, ACT; Luisa Haddad, Pé de Feijão - Ana Maria Martins, MS; Angelica Duarte, Plan International; Bruna Lima, FórumDCNTs; Eduardo Nilson, MS; Flavia Michaud, OPY; Luisete Bandeira, OPAS/OMS; Maria Paula de Albuquerque, CREN; Regina Bernal, Fiap; Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk) GT DCV (Patrícia de Luca, AHF; Márcio Galvão, UFBA - Alessandro Chagas, CONASEMS; Eduardo Rainer, Novartis; Eduardo Severian, Sanofi; Elizabeth Bilevicius, Viatris; Karina Dib, PMSP; Livia Faller, Amil; Luiz Bortolotto, SBH; Mariana Silveira, Tellus; Stephanie Petti, ABRAF; Thais de Oliveira, SAPS/MS) GT Diabetes (Bruno Helman, CPD; Ronaldo Pineda-Wieselberg, ADJ - Alessandra Packer, Boehringer; Elton Prates, UFMG; Francineide Pena, UNIFAP; Gabriela Cavicchioli, IBTED; Hermelinda Pedrosa, SBD; Maria Isabel Vergani, Biomm; Marlice Marques, SES-GO; Mônica Silveira, UNICAMP; Rodrigo Scotini, WDF; Tatiana Porto, Sanofi; Vanessa Pontirolli, Novo Nordisk) GT Doenças Respiratórias (Gustavo San Martin, AME/CDD - Douglas da Silva, ResMed; Paulo Fascina, Boehringer; Sandra Marques, GEPRAPS) GT Obesidade (Rita Domingues, Instituto Contemplo; Andrea Levy, Obesidade Brasil - Carla Carvalho, USP; Conrado Carrasco, Novo Nordisk, Dario de Aguiar, SEMSA; Deise Bueno, MS; Gisele Bortolini, SAPS-MS; Guilherme Nafalski, Instituto Cordial; Laura Cury, ACT; Luciana Araújo, COREN; Maria Edna de Melo, SBEM, Marina Gutierrez, JnJ; Thais Junqueira, UMANE) GT Oncologia (Nayara Landim, TJCC - Alfredo Scaff, Fundação do Câncer; Celina Martins, IVOC; Daniela Santos, Roche; Leticia Katz, SES-PE; Melissa de Medeiros, ACBG; Sandra Prazeres, Associação Peter Pan) GT Prevenção de DCNTs (Diogo Alves, OPAS/OMS; Yara Baxter, NF - Catherine Moura, Abrale; Cristiano Soster, SESAB; Dalila Tusset, MS; Dense Mourão, UFSB; Enilda Lara, HCor; Frida Plavnik, SBH; Giulliano Assunção, Novartis; Iseli Reis, FlexiMedical; Katia Audi, ANS; Michele Mello, Roche; Ricardo Heinzelmann, SBMFC) GT Saúde Mental e Neurológica (Catarina Dahl, OPAS/OMS - Alberto Ogata, FGV; Alcir Santos Neto, Georgetown University; Deise Hajpek, Alianza Latina; Isabel Marçal, Instituto Bem do Estar; Karen Scavacini, Instituto Vita Alere; Mairla Protazio, SMS-Aracajú; Marco Antonio Silva, Viatris; Marta Axthelm, ABRATA; Priscila Costacurta, SulAmérica) 12h30-13h20 – Almoço 13h30-15h00 – Painel 2 – Relato dos Grupos Temáticos com Análise de Potencial de Enfrentamento e Parcerias por Stakeholders de Diferentes Setores (Moderação: Mônica Andreis, ACT Promoção da Saúde) (Vídeo) Bloco 1 (Vídeo) GT Diabetes GT Doenças Respiratórias Comentários de Alessandro Chagas (CONASEMS) e Gonzalo Vecina (FSP/USP) Bloco 2 (Vídeo) GT DCV GT Prevenção de DCNTs Comentários de Gisele Bortolini (Ministério da Saúde) e Alessandro Chagas (CONASEMS) Bloco 3 (Vídeo) GT Alimentação Saudável GT Obesidade Comentários de Luisete Moraes (OPAS/OMS) e Gisele Bortolini (Ministério da Saúde) Bloco 4 (Vídeo) GT Saude Mental GT Oncologia Comentários de Gonzalo Vecina (FSP/USP) e Marco Silva (Viatris) Debate (Vídeo) Alessandro Chagas (CONASEMS) Marco Silva (Viatris) Gisele Bortolini (Ministério da Saúde) Gonzalo Vecina (FSP/USP) Luisete Moraes (OPAS/OMS) 14h55-15h10 – Intervalo 15h15-15h30 – Status do Plano Nacional de Enfrentamento das DCNTs 2021-2030 e importância das parcerias com os diferentes setores para atingir as metas (Patrícia Vasconcellos, SVS-MS) (Vídeo) 15h30-15h45 – Status da Implementação do HEARTS no Brasil e Oportunidades para o Contribuições e Parcerias (Izabella Barbosa de Brito, SAPS-MS) (Vídeo) 15h55-16h55 – Painel 3 – Como fortaleceremos a Atenção Primária para a retomada pós-COVID do enfrentamento às ainda mais prevalentes DCNTs no Brasil? (moderação: Ronaldo Wieselberg, FórumDCNTs e ADJ Diabetes Brasil) (Vídeo) Antônio Ribeiro (HC-UFMG) Carmen Zanotto (Deputada Federal) Leandre Dal Ponte (Deputada Federal) Paula Johns (ACT Promoção da Saúde) Samantha França (DASA) 17h00 - Agradecimentos e Encerramento (Mark Barone, FórumDCNTs) (Vídeo) Painelistas e Moderadores: Alcir Santos Neto, MSc (Georgetown University) Mestre em Relações Internacionais com Pós-Graduação em Administração Pública pela Liberty University, concluindo seu mestrado em Saúde Internacional na Georgetown University em Dezembro 2021. Experiência como especialista em saúde de emergência pelo Exército dos EUA e multissetorial nos setores de tecnologia em saúde e saúde pública. Atualmente é assistente de pesquisa no Urban Health Collaborative no Departamento de Saúde Internacional da Georgetown University, Washington DC. Recentemente, ele publicou um livro pela New Degree Press abordando a colaboração multissetorial e interdisciplinar em tecnologia de saúde internacional: “Rebooting Global Health: Changing How We Approach Health Technology.” Alessandro Chagas (CONASEMS) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com ênfase em Análises Clínicas. Experiência em Gestão Pública, Políticas Públicas, Assessoria, Auditoria, Análises Clínicas, com ênfase em Bioquímica, Epidemiologia e Farmácia Hospitalar,. Consultor da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e atualmente é Assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Antônio Ribeiro, MD, PhD (HC/UFMG) Graduado em Medicina, especialização em Clínica Médica e Cardiologia e doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como subcoordenador do Programa de Pós-Graduação em Infectologia e Medicina Tropical, Consultor do Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde de 2004 a 2016. Foi membro do comitê assessor da Câmara de Ciências da Saúde/FAPEMIG. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais e Coordenador da Rede de Telessaúde de Minas Gerais e Coordenador de Pesquisa e Inovação do Hospital das Clínicas da UFMG (HC/UFMG). Carmen Zanotto (Deputada Federal) Graduada em Enfermagem. Experiência exitosa como Diretora de Enfermagem no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, Diretora Administrativa do Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos, Secretária Municipal de Saúde em Lages (SC), Secretária Estadual da Saúde em Florianópolis em 2003 - 2010 e em 2021. Atualmente é Deputada Federal. Cristina Parsons-Perez, MSc, PhD (NCD Alliance) Graduada em Microbiologia pela Universidade Católica Portuguesa, Mestre em Microbiologia pela University of Glasgow e Doutorado em Patologia Molecular pela University College London. Foi membro do Comitê de Genética e Seguro do Departamento de Saúde do Reino Unido, Diretora Sênior de Política e Informações na Breakthrough Breast Cancer, Gerente de Programa da América Latina e Diretora de Defesa do Câncer na American Cancer Society, Diretora Sênior da Catalyst Consulting Group. Atualmente é Diretora de Desenvolvimento de Capacidades na NCD Alliance. Elizabeth Bilevicius, MD, PhD (Viatris) Graduação em medicina pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (2000). Residência médica também na UNICAMP, com 1 ano em clínica médica (2002), 2 anos em neurologia geral (2005) e um ano adicional em neurofisiologia clínica – EEG (2006). Título de especialista em neurologia pela Associação Médica Brasileira, através de concurso organizado pela Academia Brasileira de Neurologia em 2006. Título de doutora em Fisiopatologia Médica obtido em fevereiro de 2011 com a tese "Análise de fatores relacionados à refratariedade medicamentosa em epilepsia de lobo temporal". Mais de 12 anos de experiência na área médica de empresas da área farmacêutica, incluindo quase 5 anos na Pfizer, onde ocupou por 3 anos o cargo de Country Medical Lead da Upjohn. Atualmente é Country Medical Lead da Viatris. Flavia Michaud, MSc (Instituto Opy de saúde) Mestre em Políticas Públicas, especializada em Gestão da Sustentabilidade Instituto de Economia da UFRJ. Possui mais de 17 anos de experiencia com relações internacionais, atuando na ActionAid, The Nature Conservancy, AllOut, Secretaria de Assistência Social do Estado do RJ, UNRWA e UNDOC, Global Health Strategies nos temas de segurança alimentar, nutrição, saúde global, direitos das mulheres, direito LGBTQIA+, tráfico de pessoas, assistência humanitária e cooperação internacional. Atualmente é Presidente do Instituto Opy de Saúde. Gisele Bortolini, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2005), Mestre em Ciências Médicas (2008) pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e especialização em Gestão de Políticas de Alimentação e Nutrição pela Fiocruz (2009) e especialização em Gestão Pública na Saúde pela Universidade de Brasília (2016). Doutorado em Nutrição pela Universidade de Brasília, na Linha de Pesquisa: Nutrição Social. Experiência na área de Saúde Pública e Nutrição atuando principalmente nos temas: Gestão de Políticas Públicas de Saúde e de Alimentação e Nutrição, Atenção Primária, Promoção da Saúde e avaliação das condições de saúde da população brasileira e da efetividade de ações. Atualmente é Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição no Ministério da Saúde. Gonzalo Vecina, MD, MSc (FSP/USP) Graduado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, é Mestre em Administração, Concentração de Saúde, pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EAESP/FGV). Atuou como Secretário Municipal de Saúde de São Paulo, entre 2003 e 2004, Secretário Nacional da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Diretor Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Atualmente é Professor da Faculdade de Saúde Publica de São Paulo. Izabella Barbosa de Brito (SAPS-MS) Graduada pela Universidade Católica de Brasília. Possui especialização em Farmácia Clínica e Hospitalar. Atuou no programa de Saúde da Família e Comunidade da SES-DF, farmácias ambulatoriais básicas do DF, onde desenvolvia ações de assistência farmacêutica, farmácia clínica e educação em saúde. A nível de gestão desenvolveu ações na SES-DF, na Gerência de Saúde Prisional (GESSP) e Ministério da Saúde, na Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e participou da implementação do cuidado farmacêutico em Unidades Básicas de Saúde do DF, como tutora. Atualmente é Assessora Técnica na Coordenação Geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo na SAPS/MS.. Johannes Boch, MSc (Novartis Foundation) Graduado em Psicologia pela Universidade de Fribourg (2009) e Mestrado em Psicologia pela Universidade de Porto (2011). É responsável por gerenciar áreas e programas estratégicos em DCNTs, DCV e saúde digital, trabalhar com organizações nacionais em programas estratégicos globais de saúde e realizar análises de sistemas de saúde. Atualmente é Diretor de Acesso e Saúde Urbana na Novartis Foundation. Leandre Dal Ponte (Deputada Federal) Graduada em Engenharia Civil pela Universidade Positivo. Atuou como Secretária Municipal da Saúde na Prefeitura Municipal de Saudade do Iguaçu (PR), fundou a Casa de Apoio Ideal, que já acolheu mais de 200 mil pacientes do interior para tratamento de saúde. Atualmente é Deputada Federal e Procuradora Adjunta da Câmara dos Deputados, presidente da Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância, e presidente da Comissão Externa do Envelhecimento Saudável da Câmara dos Deputados. Luisete Moraes, MSc (OPAS/OMS) Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pelotas, Mestre em Nutrição Humana e Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília e Especialista em Gestão de Políticas de Alimentação e Nutrição/FIOCRUZ. Experiência de 8 anos em políticas públicas de Segurança Alimentar e Nutricional Alimentação e Nutrição, docência ministrando nutrição humana, metodologia científica e epidemiologia, atuando como Coordenadora Técnica da Coordenação Geral de Educação Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome. Mônica Andreis, MSc (ACT Promoção da Saúde) Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, Brasil. Especialista em Psicologia Hospitalar. Cofundadora e atual Diretora Executiva da ACT Promoção da Saúde, uma organização não-governamental sem fins lucrativos criada para apoiar a implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS. A ACT atua hoje com controle do tabaco, promoção da alimentação adequada e saudável, prevenção das doenças crônicas não transmissíveis e implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Membro da Diretoria da Framework Convention Alliance (FCA) de 2014 a 2016. Membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para Agenda 2030 no Brasil. Patrícia Vasconcelos, MSc (SVS-MS) Graduada em Enfermagem, Sanitarista, Mestre em Epidemiologia pela ENSP-FIOCRUZ. Experiência em investigações de campo pelo Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS-EPISUS, em doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), gestão do SUS e resposta às emergências em saúde pública. Atualmente é Coordenadora Geral de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Paula Johns, MSc (ACT Promoção da Saúde) graduada em Sociologia e mestre em estudos de desenvolvimento internacional pela Universidade de Roskilde, Dinamarca. Atua no terceiro setor desde 1998, coordenando projetos voltados à promoção dos direitos humanos, equidade de gênero, preservação do meio ambiente e saúde pública. Ex-presidente do conselho diretor da Framework Convention Alliance (FCA) e empreendedora social Ashoka. Membro do Conselho do GAPA - Global Alcohol Policy Alliance e da NCD Alliance. Compõe ainda o Comitê gestor da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. Atualmente é Diretora Geral da ACT Promoção da Saúde. Renato Oliveira e Souza, MD, MSc (PAHO/WHO) Graduado em medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Psiquiatra especialista pela Universidade de São Paulo, pós graduado em Psiquiatria Forense pelo King's College London e Mestre em Epidemiologia. Atuou como Oficial de Saúde Mental e Conselheiro de Saúde Mental no Médicos sem Fronteiras (MSF), Especialista Regional em Saúde Mental e Apoio Psicossocial pela International Committee of Red Cross, Consultor na Organização Mundial da Saúde. Atualmente é Coordenador de Unidade de Saúde Mental e Uso de Substâncias na OPAS. Samantha França, MD (DASA) Graduada em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como Consultora Técnica no Ministério da Saúde, Coordenadora Técnica de Saúde, vice presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e Gerente médica Nacional Unidades Ambulatória. Atualmente é a Diretora Médica no Grupo DASA. Instituições Participantes ACT Promoção da Saúde ADJ Diabetes Brasil Alianza Latina Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME) Amil Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF) Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço (ACBG) Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF) Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD) Associação Peter Pan Associação UMANE Biomm Boehringer Ingelheim Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN) Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) Conselho Regional de Enfermagem (COREN) DASA Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) Fiap FlexiMedical Soluções em Saúde Fundação do Câncer Fundação Getúlio Vargas (FGV) Georgetown University Global Burden of Disease (GBD Brasil) Grupo Tellus HCor Instituto Bem do Estar Instituto Brasileiro de Tecnologia e Educação em Diabetes (IBTED) Instituto Cordial Instituto Correndo pelo Diabetes (CPD) Instituto Opy de Saúde Instituto Vencer o Câncer (IVOC) Instituto Vita Alere International Diabetes Federation (IDF) Ministério da Saúde (MS) NCD Alliance Novartis Novartis Foundation Novo Nordisk Organização Mundial da Saúde (OMS) Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) Pé de Feijão Plan International Brasil Roche Sanofi Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) Secretaria de Estado da Saúde da Bahia (SESAB) Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES-SC) Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (DASNT/SVS/MS) Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (PMSP/SMSP) Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) SulAmérica Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) Viatris Vital Strategies Universidade Federal da Bahia (UFBA) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) Universidade de São Paulo (USP) UnitedHealth Group (UHG) World Diabetes Foundation (WDF) Young Leaders in Diabetes - International Diabetes Federation (YLD/IDF) Parceiros Corporativos: Imprensa: Medicina SA











