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- Programa de Premiação UNIVANTS of Healthcare Excellence - inscrições até 15/11/2021
O prêmio UNIVANTS of Healthcare Excellence reconhece as equipes de saúde que colaboram entre disciplinas e transformam o atendimento na saúde e, consequentemente, a vida das pessoas. Requisitos de elegibilidade: Fazer parte de uma equipe integrada que possui atendimento avançado na prática clínica; Ter uma equipe composta por membros de, pelo menos, três disciplinas diferentes incluindo medicina laboratorial; Resultados que demonstram um impacto mensurável para pessoas, pagadores, médicos e sistemas/administrações de saúde, com pelo menos dois indicadores-chave de desempenho quantitativo. Este prêmio está aberto a todas as equipes e profissionais de saúde, independentemente de qualquer afiliação com os parceiros do programa. Isso inclui projetos de pesquisa, palestras e / ou divulgações, afiliações comerciais, processos, consultoria ou instrumentação. As equipes interdisciplinares vencedoras do Prêmio UNIVANTS of Healthcare Excellence terão demonstrado força na unidade e abordagens de vanguarda para resolver problemas de maneiras inovadoras que causem impacto mensurável. O prazo para inscrições é 15 de novembro de 2021. Confira o Guia do candidato para o Programa UNIVANTS of Healthcare Excellence.
- BRCCH busca projetos que estudem inovações em medicina pediátrica - inscrições até 5/11/2021
O Centro de Pesquisa Botnar para Saúde Infantil (BRCCH) conduz pesquisas cientificamente destacadas e inovadoras para melhorar a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes em todo o mundo. O BRCCH acaba de abrir uma oportunidade para inscrições de projetos de pesquisa para sua nova Iniciativa de Investigador Principal (PII). O PII visa conduzir pesquisas interdisciplinares que abordam desafios críticos na saúde e medicina pediátrica global. A chamada busca projetos de pesquisa translacional que forneçam inovações em diagnóstico de saúde pediátrica, tratamento e prevenção de doenças. A chamada também acolhe projetos que visam o avanço na implementação e aceitação de intervenções de saúde pediátrica de mudança radical, particularmente em países de baixa e média renda (LMICs). As propostas de pesquisa devem ser cientificamente excelentes, altamente translacionais e relevantes para a missão do BRCCH de fornecer a melhor ciência aos jovens mais necessitados. O BRCCH convida pesquisadores de suas quatro instituições parceiras: University of Basel, ETH Zurich, University Children’s Hospital Basel e Swiss Tropical and Public Health Institute. Apenas os investigadores principais que possuem uma afiliação primária com essas instituições parceiras do BRCCH são elegíveis para ser investigadores líderes ou coinvestigadores. A Chamada PII apoiará projetos de pesquisa de 4 anos com até 1 milhão de Franco suíço em financiamento por prêmio. Prazo da carta de intenções: sexta-feira, 1º de outubro de 2021 às 12h. Prazo para inscrição completa: sexta-feira, 5 de novembro de 2021 às 12h. Acesse aqui o edital completo.
- COVID-19: Atualização Científica Semanal - Resolve to Save Lives
Semanalmente é elaborado uma Revisão Científica sobre o COVID-19, desenvolvido pela equipe de prevenção de epidemias do Resolve to Save Lives, uma iniciativa da Vital Strategies. Foi desenvolvido uma campanha digital para alertar que se os governos e as comunidades agirem rapidamente, podemos salvar vidas, proteger os profissionais de saúde e reduzir os danos econômicos. O rápido crescimento da pandemia é assustador, mas são pessoas que espalham o vírus e pessoas que podem detê-lo, quando as políticas corretas são implementadas. Essas intervenções são incômodas, mas quanto mais cedo adotarmos as medidas e mais seriamente as implementarmos, mais limitaremos o avanço do vírus. Durante o processo de "reabertura" econômica, talvez tenhamos que “fechar novamente a torneira” das atividades. E isso se repetirá algumas vezes até que tenhamos uma vacina ou tratamento eficaz. O novo coronavírus infelizmente está aqui para ficar. Suspender abruptamente todas as medidas de contenção faria com que os casos aumentassem rápida e significativamente. Não sabemos quanto tempo isso levará, mas à medida em que as populações criem imunidade, os cientistas desenvolvam tratamentos e os governos fortaleçam suas respostas pelos sistemas de saúde, devemos observar uma redução nos casos. Isso exigirá um equilíbrio cuidadoso, "abrindo e fechando a torneira" ao longo do tempo. Confira o vídeo da campanha: Cartilha de combate à COVID-19 Uma nova Cartilha de Combate à COVID-19 que acaba de ser lançada no portal CoronaCidades.org, uma articulação de diversas entidades da sociedade civil que conta com nosso apoio. O objetivo dessa cartilha é dar subsídios técnicos aos municípios brasileiros para ter respostas adaptativas e efetivas em diferentes momentos do enfrentamento à pandemia. Esse é um documento vivo, que será atualizado semanalmente, a medida que novas descobertas e ferramentas forem referendadas pela Organização Mundial da Saúde e outras instituições de saúde nacionais e internacionais. O documento está dividido em capítulos e mostra como gestores de municípios de todo o país podem: Gerenciar uma resposta coordenada ao coronavírus Isolar o vírus para reduzir a transmissão Gerenciar com segurança os casos de COVID-19 Ativar e desativar medidas de distanciamento Manter serviços de saúde essenciais além da COVID-19 Manter serviços sociais essenciais diante da COVID-19 Mais informações e a versão completa da Cartilha estão em: https://bit.ly/2MAz3St Uma nota informativa também foi publicada sobre Comunicação de Risco neste momento de combate ao COVID-19. Acesse a nota aqui. Um documento sobre "Fumo e COVID-19" foi elaborado para sintetizar pontos críticos sobre a relação entre o tabagismo e a manifestação grave da COVID-19 nesse momento em que informações não fundamentadas em evidências têm sido difundidas. Na última Revisão Cientifica Semanal, é discutido as "Onze Falácias Epidemiológicas sobre a COVID-19" com interessantes provocações sobre como encarar essa desafiadora pandemia com um olhar rigoroso para os dados e indicadores. Abaixo, tenha acesso as revisões cientificas semanais. Entre os destaques da última edição estão: Reabertura de escolas para aulas presenciais nos EUA, da educação infantil ao ensino médio, em meio a vacinas e variantes: quais foram os aprendizados e como eles podem nos orientar? Perguntas frequentes sobre miocardite e pericardite: o que são? Com que frequência ocorrem? Com que frequência acometem aqueles que recebem as vacinas contra a COVID-19? E porque as pessoas devem sim tomar as vacinas contra COVID-19. Vacina Novavax teve 89,7% de eficácia contra a COVID-19 sintomática em um ensaio clínico randomizado de Fase 3 controlado. Os dados de eficácia relatados se aproximam da eficácia das vacinas de mRNA da Pfizer e da Moderna e excedem as estimativas de eficácia para vacinas de vetor de adenovírus. Administrada em duas doses, com intervalo de 21 dias, poder ser armazenada em temperatura de refrigerador. Prevenção e atenuação de Covid-19 com as vacinas BNT162b2 e mRNA-1273: em de coorte prospectivo envolvendo quase 4 mil pessoas, a eficácia estimada da vacina de mRNA (Pfizer ou Moderna) foi de 91% após a vacinação completa e 81% após a vacinação parcial com uma dose, estimativas que são consistentes com os resultados dos ensaios clínicos. Análise de banco de dados de abrangência nacional fornece evidências sobre características clínicas e fatores de risco para óbito em crianças e adolescentes hospitalizados com COVID-19 no Brasil. Confira os destaques da quadragésima quarta edição: Uma doença de longa duração: mais perguntas do que respostas sobre os efeitos duradouros da COVID-19 na saúde. Sequelas pós-agudas da infecção por SARS-CoV-2 (PASC): quais são as sequelas reportadas? Quais são as causas? Quantas pessoas apresentam e quem corre mais risco de desenvolver? E, por fim, como endereçar os seus impactos? Perguntas frequentes: a vacina contra a COVID-19 funcionou se você não teve efeitos colaterais? Quem tem maior probabilidade de apresentar efeitos colaterais após receber uma vacina contra a COVID-19? Estudo usa dados secundário de 120.804 pacientes hospitalizados com casos confirmados de COVID-19 em São Paulo para descrever a contribuição independente de uma série de fatores de risco para óbito por COVID-19. Entre os destaques da quadragésima segunda edição estão: Como a vigilância genômica do SARS-CoV-2 nos ajuda a adaptar a resposta dos sistemas de saúde pública à pandemia, tanto para rastreio de contatos como para identificação de novos patógenos; Cientistas monitoram mudanças genéticas do vírus por todo o mundo e o impacto dessas variantes para a eficácia das vacinas disponíveis; Atualmente, nos EUA, cinco mutações preocupam o CDC e outras três entraram no radar do centro por potencial resistência a anticorpos neutralizantes; Países como a Etiópia e o Brasil estão na lanterna do sequenciamento genético para identificação de variantes, com 0,2 e 0,3 sequências por 1000 casos, respectivamente, atrás de Islândia (600/1000), Austrália (475/1000) e África do sul (2/1000). As gestantes devem tomar a vacina contra a COVID-19? Apesar de não haver dados de longo prazo sobre os potenciais efeitos da vacinação em grávidas, apresentamos algumas ferramentas para ajudar as gestantes na tomada de decisão em conjunto com seu médico. Saiba os destaques da quadragésima edição: As últimas evidências científicas sobre a eficácia de tratamentos contra a COVID-19 e em que situações o uso de cada medicamento é recomendado por organismos internacionais; (Um alerta importante para o contexto brasileiro: ainda não há cura para a COVID-19, tampouco há qualquer "tratamento precoce" comprovadamente eficaz) O que revelam os novos dados sobre a vacina da Johnson & Johnson contra a COVID-19, após a autorização de uso emergencial do imunizante nos EUA; Números oficiais surpreendentemente baixos sobre o impacto da pandemia na África podem esconder a verdadeira e grave dimensão de infectados e mortes em países do continente; Estudo brasileiro aponta a relação entre desigualdades sociais, incluindo aspectos econômicos e raciais, e a mortalidade causada pelo SARS-CoV-2 na cidade de São Paulo. Confira os destaques da trigésima nona edição: Atrasar a segunda dose de vacinas contra a COVID-19 para ampliar o número de pessoas imunizadas com pelo menos uma aplicação faz sentido? Evidências mostram que não há respostas claras para essa estratégia; Especialistas avaliam os riscos e benefícios de ampliar a cobertura vacinal com uma única dose como forma de resposta às novas variantes do SARS-CoV-2 e recomendam considerar o contexto local para fortalecer as decisões; Pesquisas mostram que é possível maximizar a eficiência de filtragem de partículas e aerossóis com o uso simultâneo de máscaras cirúrgicas e de tecido, em comparação com uma única peça; Novos estudos indicam que anticorpos de pessoas infectadas por outros tipos de coronavírus não são efetivos para proteção contra a COVID-19. Os destaques da trigésima oitava edição são: Com novas variantes do SARS-CoV-2, autoridades de diversos países têm exigido máscaras médicas para aumentar a proteção da população e especialistas avaliam as diferenças de cada uma; Enquanto isso a OMS e o CDC dos EUA mantém a recomendação de uso de máscaras médicas apenas para profissionais de saúde como forma de priorizar recursos; Evidências mostram que mesmo as máscaras de tecido multicamada podem ser eficazes na filtragem de partículas, desde que as peças sejam bem ajustadas ao rosto; Pesquisadores avaliam impacto da disseminação das novas variantes sobre a eficácia de diferentes vacinas já em uso em vários países e sinalizam alerta; Confira os destaques da trigésima sétima edição: Especialistas discutem a utilidade e limitações de pesquisas em grande escala durante a pandemia de COVID-19, com oportunidades e desafios para levantamentos realizados por telefone e pela internet; No Brasil, levantamento da Vital Strategies sobre os sintomas foi capaz de identificar uma nova onda de casos três semanas antes de poder ser detectada por dados oficiais; Que fatores socio demográficos ajudam a explicar o uso de máscaras como medida preventiva a disseminação do Sars-CoV-2; Estudo na China mostra quais as consequências de longo prazo da COVID-19 em pacientes seis meses depois da alta hospitalar. Os destaques da última edição são: Pesquisadores avaliam os riscos envolvidos em realizar refeições em restaurantes fechados durante a pandemia e alternativas para que o setor siga ativo mesmo com as restrições; Como funciona e qual a confiabilidade do teste “Ellume COVID-19”, que passou a ser disponibilizado no balcão de farmácias nos EUA e que permite a testagem em casa; Projeções buscam estimar o impacto da vacinação para atenuar uma onda crescente de casos de mortes por COVID-19 em 2021 nos EUA; Uma nova avaliação mostra a eficácia da filtragem de diferentes tipos de máscaras, incluindo diferentes formas de fixação no rosto. Os destaques da trigésima primeira edição são: O que sugerem os dados sobre o declínio das taxas de mortalidade entre pessoas infectadas e com quadros graves da COVID-19 em mais de 40 países em todo o mundo; Como portais de informações de governos nacionais têm disponibilizado informações sobre a pandemia e o impacto da transparência e orientações de prevenção para o controle da doença; Novos estudos sugerem que mulheres grávidas infectadas com o SARS-CoV-2 podem estar mais sujeitas a partos prematuros além de riscos aumentados de desenvolver doenças graves; Levantamento em Singapura revela que a probabilidade de transmissão da COVID entre membros de uma mesma família é até 5 vezes maior do que entre contatos sociais ou de trabalho. Os destaques da última semana são: Novas evidências sugerem papel decisivo das chamadas “células T” na imunidade de longo prazo contra a COVID-19, embora novos estudos sejam necessários; Especialistas apontam que os esforços para suprimir a COVID-19, ao gerar redução de casos de gripe sazonal durante a pandemia, podem prejudicar a identificação das cepas predominantes de influenza para novas vacinas; Profissionais de saúde negros, asiáticos ou pertencentes a outras minorias étnicas nos EUA e Reino Unido estão mais sujeitos a contrair o SARS-CoV-2 do que os profissionais brancos; Relaxamento de medidas sociais e de saúde pública em acampamento da Geórgia (EUA) causa surto de contaminação e reforça necessidade de seguir orientações de saúde. Alguns dos destaques da décima oitava edição são: Estudiosos pontuam que dados são inconsistentes, incompletos e inacessíveis nos Estados Unidos e dizem que o país está perdendo oportunidades cruciais para encontrar soluções e frear a COVID-19; Resultados preliminares da vacina “mRNA” sugerem imunização consistente e efeitos colaterais baixos ou moderados nos primeiros 57 dias de estudo; Pesquisadores alertam que mais resultados de testes positivos para a COVID-19 podem não representar, necessariamente, avanço da infecção nos EUA; Levantamento aponta avanço nos índices de uso de máscaras de tecido em estados norte-americanos e sugere eficácia de campanhas públicas de conscientização. Na décima sétima edição, destacamos: Cientistas reúnem cada vez mais evidências que sugerem a transmissão aérea do SARS-CoV-2, além do contágio via gotículas. A OMS reforça recomendações de higiene e distanciamento; Com os crescentes impactos psicológicos de lockdowns em diferentes países, especialistas recomendam uma transição cautelosa, através de “bolhas de interação” para contato entre núcleos familiares ou pessoas próximas; Um estudo com 17 milhões de registros no Reino Unido aponta para o papel das determinantes sociais para mortalidade por COVID-19, para além de comorbidades e idade; Evidências mostram a relação entre o número de mortes provocadas pela pandemia, o tempo de resposta e as medidas adotadas por governos de diferentes continentes. Na décima sexta edição, destacamos: Estudos dos EUA, Espanha e Alemanha sugerem o entendimento de que portadores do HIV não correm mais riscos com a COVID-19, mas um levantamento da África do Sul levanta importantes dúvidas; Com a proximidade do início do ano letivo em universidades no hemisfério norte, gestores acadêmicos buscam soluções para minimizar riscos com a volta às aulas, inclusive para as comunidades próximas; A Associação Médica Norte-americana aponta excesso de mortalidade nos EUA e sugere que contagens oficiais subestimam o impacto da pandemia; Evidências sugerem que o SARS-CoV-2 que hoje circula na maior parte do planeta é diferente da forma que surgiu em Wuhan, na China e aparenta ser mais facilmente transmissível. Na décima quinta edição, destacamos: Novos estudos apontam que a incidência de casos de COVID-19 em crianças e jovens de até 20 anos também é restrita em relação a adultos; Evidências mostram pouca participação de atividades escolares na disseminação do vírus, mas estudiosos recomendam cautela e critérios para retomada; Um levantamento mostra que mulheres grávidas correm mais risco de hospitalização, mas não de morte em decorrência da doença. Na décima terceira edição, destacamos: Pesquisadores buscam compreender qual a relação entre a vacina tríplice viral e uma melhor resposta imune à COVID-19; Estudos apontam melhor resposta à infecção do SARS-CoV-2 de pessoas com sangue tipo “O”, mas não confirmam relação de outros tipos sanguíneos; Novas evidências reforçam que crianças e adolescentes respondem por uma parcela menor na cadeia de transmissão da COVID-19, em oposição aos adultos; Um levantamento no Japão mostra que locais em que as pessoas respiram com maior intensidade, como academias, celebrações e festas com karaokê facilitaram a propagação do vírus. Na décima segunda edição, se destaca: Diversas falácias, como a incidência de casos como indicador de risco comunitário ou tendências de registros para monitorar a propagação da COVID-19, são colocadas em cheque por estudos mais aprofundados; Órgãos de saúde dos EUA registram aumento de casos de transtornos mentais e de depressão, provocados pelo isolamento; Sobreposição da pandemia do coronavírus à epidemia de uso de substâncias como álcool e drogas em diversos país dificultam esforços de controle dos governos; Estudos apontam que uso de máscaras, distanciamento físico e protetores para os olhos são eficazes para reduzir transmissão de vários tipos de coronavírus, inclusive o SARS-CoV-2. Na décima primeira edição, se destaca: Testes promissores com uma nova vacina demonstram resposta imune robusta de pacientes, com baixos índices de efeitos colaterais; Distanciamento social por conta da pandemia traz impactos na transmissão de outras doenças infecciosas, com redução significativa em casos de Influenza em diversos países; Novas evidências fortalecem a compreensão de que a transmissão do novo coronavírus é significativamente mais provável em ambientes fechados e com recirculação do ar; Novos estudos sobre o Redemsivir não comprovam eficácia no tratamento da COVID-19 e revelaram efeitos colaterais graves em pacientes. Na décima edição, se destaca: Novos estudos nos EUA, China e Itália sugerem que pessoas assintomáticas com o novo coronavírus podem ser responsáveis por até 50% da transmissão da doença; A inclusão da perda de olfato e paladar entre sintomas da COVID-19 tem facilitado o diagnóstico de novos casos em diversos países; Uma pesquisa realizada com macacos rhesus indica que o sistema imunológico dos animais responde ao vírus e impede ou enfraquece uma segunda infecção; Análises apontam altas taxas de transmissão da COVID-19 em eventos religiosos e também em aulas de dança. Na nona edição, se destaca: Um estudo estima que a COVID-19 já tenha reduzido em cinco anos a expectativa de vida para população da cidade de Nova Iorque, nos EUA; Novos tipos de exames para detectar o SARS-Cov-2 aprovados nos EUA ainda não oferecem garantias de diagnóstico preciso; Embora países estejam discutindo a criação de Passaportes de Imunidade, estudiosos se juntam à OMS e temem que a medida seja ineficaz e possa aprofundar desigualdades; Um levantamento aponta excesso de mortalidade na cidade de Nova Iorque por causas até então não relacionadas à COVID-19 e que podem ter ligação com a pandemia. Na oitava edição, o documento resume os últimos achados científicos, entre os quais se destacam: Especialistas avaliam ferramentas para monitorar e conter uma nova onda de contágio da COVID-19, enquanto cidades e países planejam a retomada da economia; Médicos relatam cada vez mais casos da Doença de Kawasaki entre crianças infectadas pelo coronavírus e estudiosos investigam incidência na infância; Pesquisas buscam identificar por quê pessoas infectadas continuam a testar positivo mesmo um mês após o contágio – e as implicações para a transmissão do vírus; O impacto da pandemia na vacinação de crianças nos Estados Unidos e os riscos para um aumento de doenças evitáveis e outros surtos. Na sétima edição, você encontrará as últimas descobertas científicas sobre a doença. Alguns destaques: A COVID-19 parece causar coágulos de sangue e até mesmo acidente vascular cerebral entre pacientes com doença grave, incluindo pacientes mais jovens; Pessoas em abrigos para sem-teto e em prisões são especialmente vulneráveis ao novo coronavírus. Evidências mostram por que elas devem ser priorizadas para os testes; Os impactos e os riscos da reabertura do comércio em países e regiões que estão começando a afrouxar as restrições sobre atividades não essenciais; O que dizem os recentes ensaios clínicos de remdesivir - o primeiro medicamento que parece reduzir a duração da doença. Na sexta edição, você poderá encontrar importantes discussões científicas sobre: A importância de termos testes sólidos e estudos confiáveis sobre imunização antes de viabilizar discussões a respeito de certificados de imunidade, bem como a relevância de se priorizar grupos para testagem em um cenário de escassez de recursos; Um estudo realizado na cidade de Vò, na Itália, que descobriu que pessoas infectadas e sem sintomas de COVID-19 ajudaram a disseminar o vírus, mas também mostrou que medidas precoces de bloqueio foram eficazes para controlá-lo; Os usuários de lentes de contato devem sempre lavar as mãos por 20 segundos com água e sabão antes de colocar ou retirar as lentes; Enquanto as cidades buscam reabrir o comércio e os trabalhadores retornam aos seus escritórios, um novo estudo da Coréia do Sul descobriu que reduzir a aglomeração de escritórios pode ser a chave para diminuir a transmissão no local de trabalho; Os sistemas de vigilância de novo coronavírus em tempo real estão ajudando os cientistas a monitorar mutações no vírus, rastrear seus movimentos e melhorar as respostas aos surtos. Na quinta edição, você poderá encontrar importantes discussões científicas sobre: O uso de dados para avaliar a adesão às medidas de saúde pública e sociais pode informar melhor a tomada de decisões; Quais os potenciais impactos sobre o uso da hidroxicloroquina; O que dizem os estudos sobre olhos vermelhos em decorrência da COVID-19; Qual a distância recomendada entre corredores e ciclistas para evitar a transmissão do coronavírus; Qual o risco de contágio da doença para profissionais de saúde em contato direto com pacientes infectados e muitas outras questões. Estas publicações tem como objetivo compilar e sintetizar análises sobre as últimas informações científicas disponíveis sobre COVID-19.
- Obesidade: Soluções Urgentes para esta Grave Epidemia 27/7
Objetivos: Entender os fatores relacionados ao indivíduo, à sociedade e ao ambiente contemporâneo que estão tornando a obesidade a principal doença, causa de outras DCNTs e de óbitos no país. Identificar estratégias efetivas para além da prevenção, visando tratar os mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras afetados. Engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços multissetoriais para implementação de modelos com potencial para reverter a tendência de aumento exponencial da prevalência de obesidade e suas complicações. Agenda: 16h00-16h20 – Abertura e Contextualização Ronaldo Wieselberg, FórumDCNTs/ADJ (Vídeo) Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk (Vídeo) Cristiane Moulin, SBEM | ABESO (Vídeo) Andrea Levy, Obesidade Brasil (Vídeo) 16h25-16h30 – Cenário da obesidade no Brasil e as políticas públicas integradas (Luisete Moraes, OPAS/OMS) (Vídeo) 16h35-16h40 – É possível tratar obesidade e reverter a curva ascendente de casos e intercorrências? (João Salles, Santa Casa - SP | SBD) (Vídeo) 16h45-16h50 – Cirurgia bariátrica seria a solução para todos os casos? (Marco Aurelio, HC/FM/USP) (Vídeo) 16h55-17h00 – Há o que fazer além do indivíduo? Determinantes sociais e comerciais no aumento da prevalência de obesidade (Marília Albiero, ACT) (Vídeo) 17h05-17h10 – Ações do Ministério da Saúde no Combate à Obesidade, da prevenção ao tratamento (Gisele Bortolini, SAPS-MS) (Vídeo) 17h15-17h45 – Debate – Planejamento e ação multisetorial: com quais ações concretas podemos nos comprometer pensando na saúde das pessoas que já vivem com obesidade? (Moderação: Ronaldo Wieselberg, FórumDCNTs | ADJ) (Vídeo) Andrea Levy, Obesidade Brasil Gisele Bortolini, SAPS-MS João Salles, Santa Casa - SP | SBD Luisete Moraes, OPAS/OMS Marco Aurelio, HC/FM/USP Marília Albiero, ACT Simone Tcherniakovsky, Novo Nordisk Painelistas e Moderador: Andrea Levy (Obesidade Brasil) Graduada em psicologia, especialista em obesidade e transtornos alimentares pelo HC-FMUSP. Atuou durante 15 anos em clínicas de cirurgia bariátrica e atualmente atua em consultório particular. Tendo sofrido com a obesidade na infância e adolescência, submeteu-se à cirurgia bariátrica aos 24 anos e desde então mantém menos 60kg e o entusiasmo em ajudar pessoas que passam por histórias parecidas. Autora do livro Cirurgia Bariátrica - Manual de instruções para pacientes e familiares e co-fundadora do Instituto Obesidade Brasil. Gisele Bortolini, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Nutrição pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2005), Mestre em Ciências Médicas (2008) pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e especialização em Gestão de Políticas de Alimentação e Nutrição pela Fiocruz (2009) e especialização em Gestão Pública na Saúde pela Universidade de Brasília (2016). Doutorado em Nutrição pela Universidade de Brasília, na Linha de Pesquisa: Nutrição Social. Experiência na área de Saúde Pública e Nutrição atuando principalmente nos temas: Gestão de Políticas Públicas de Saúde e de Alimentação e Nutrição, Atenção Primária, Promoção da Saúde e avaliação das condições de saúde da população brasileira e da efetividade de ações. Atualmente é Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição no Ministério da Saúde. João Salles, MD, PhD (Santa Casa de Misericórdia SP | SBD) Graduado em Medicina pela Universidade Severino Sombra, especialização em Endocrinologia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP), Doutorado em Medicina (Endocrinologia Clínica) pela Universidade Federal de São Paulo e residência-médica pela Universidade de Taubaté. Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Presidente da Comissão Científica da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Atualmente Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Marco Aurélio, MD, PhD (HC/FM/USP) Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (1985), Mestrado (1995) e Doutorado (2000) em Cirurgia do Aparelho Digestivo e Livre-Docência pela USP. Pós-doutorado como Research Fellow na University of Southern Califórnia (2004). Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo e membro Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD), onde é Presidente da Comissão de Título de Especialista. Linhas de pesquisa relacionadas à obesidade, cirurgia bariátrica e metabólica, com atividade assistencial especialmente voltada à cirurgia laparoscópica e robótica. Atualmente é Professor Associado da Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor da Unidade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Marília Albiero, MSc, MBA (ACT Promoção da Saúde) Graduada em engenheira Químicapela Universidade Federal de Sergipe (UFS) com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), MBA em Comércio Internacional pela FIA e Especialização em Advocacy e Políticas Públicas pela FGV. Possui experiência na área de inovação, inteligência de mercado e estratégia tendo atuado em empresas privadas e como consultora de negócios de impacto social. Atualmente é Coordenadora de inovação e Estratégia na ACT Promoção da Saúde. Luisete Moraes, MSc (OPAS/OMS) Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pelotas, Mestre em Nutrição Humana e Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília e Especialista em Gestão de Políticas de Alimentação e Nutrição/FIOCRUZ. Experiência de 8 anos em políticas públicas de Segurança Alimentar e Nutricional Alimentação e Nutrição, docência ministrando nutrição humana, metodologia científica e epidemiologia, atuando como Coordenadora Técnica da Coordenação Geral de Educação Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome. Ronaldo José Pineda Wieselberg, MD (FórumDCNTs | ADJ Diabetes Brasil) Médico pela Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) e mestrando em Saúde Pública pelo Imperial College London, Coordenador do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes (ADJ Diabetes Brasil), foi Representante Regional do programa de Young Leaders in Diabetes (YLD) da IDF, entre 2017-2019, onde esteve à frente do projeto de rastreio de acesso aos cuidados e medicações na América Latina. Representou a Sociedade Civil na consulta pela ONU sobre DCNTs (Nova Iorque/2018). Dono do canal do Youtube “Arquimago da Insulina”, onde publica informações sobre diabetes de forma acessível. Acredita que através do ensino de tudo a todos, inspirado em nas ideias pansóficas de Comenius, é possível empoderar as pessoas para que se tornem agentes de mudanças efetivas em seus ambientes. Simone Tcherniakovsky, MBA (Novo Nordisk) Graduada em Farmácia-Bioquímica pela USP, com especialização em Marketing pela ESPM e MBA pela Insper, possui longa carreira em empresas farmacêuticas e de saúde. Iniciou suas atividades em marketing de produtos e nos últimos 10 anos vem desenvolvendo grande experiência em políticas de saúde, comunicação, advocacy e acesso ao mercado. Histórico de sucesso no desenvolvimento e implementação de estratégias institucionais, governamentais e de negócios em diferentes áreas terapêuticas, assim como relações com imprensa, projetos de identidade corporativa e responsabilidade social. Foi responsável pelas áreas de comunicação e assuntos institucionais/governamentais em empresas como Baxter, Alexion Pharmaceuticals e desde 2015 na Novo Nordisk Farmacêutica. Parceiros Institucionais: Parceiro Corporativo:
- Obesidade: Soluções Urgentes para esta Grave Epidemia - Cobertura do evento de 27/07/2021
Na última terça-feira (27/7), o FórumDCNTs realizou o evento interativo "Obesidade: Soluções Urgentes para esta Grave Epidemia". O evento teve por objetivo a) entender os fatores relacionados ao indivíduo, à sociedade e ao ambiente contemporâneo que estão tornando a obesidade a principal doença, causa de outras DCNTs e de óbitos no país, b) identificar estratégias efetivas para além da prevenção, visando tratar os mais de 40 milhões de brasileiros e brasileiras afetados e c) engajar os setores público, privado e terceiro setor em esforços multissetoriais para implementação de modelos com potencial para reverter a tendência de aumento exponencial da prevalência de obesidade e suas complicações (confira a agenda completa e a gravação de todos os trechos aqui). Participaram do evento líderes do Instituto Obesidade Brasil, da Santa Casa de São Paulo, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO), da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), do Ministério da Saúde, da ACT Promoção da Saúde, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, da ADJ Diabetes Brasil e da empresa Novo Nordisk. Dr. Ronaldo Wieselberg, membro da Comissão Consultiva do FórumDCNTs, iniciou o evento ressaltando que a obesidade é uma doença crônica não transmissível (DCNT) que merece atenção dos profissionais de saúde pois, muitas vezes, as pessoas têm vergonha de procurar ajuda profissional devido ao estigma atrelado à condição. Apresentou a "pêntade perigosa" ou seja, inatividade física, alimentação inadequada, fatores genéticos, alguns medicamentos e o histórico clínico contribuindo para o aumento dessa condição. Ainda ressaltou o gasto que obesidade gera para a saúde pública, chegando a 6 bilhões de dólares no ano de 2020 no Brasil. Em seguida tivemos a fala da Sra. Simone Tcherniakovsky, representante da Novo Nordisk, destacou que mais de 40 milhões de brasileiros vivem com obesidade e será necessário trabalhar de forma integrada para enfrentar esse desafio. Reforçou, ainda, que a obesidade é uma DCNT grave que precisa ser reconhecida como doença para que seja adequadamente tratada. Ainda na abertura do evento, contamos com a fala da Dra. Cristiane Moulin, diretora da SBEM e da ABESO, pontuando que somente em 2013 a obesidade foi considerada uma DCNT e que as sociedade médicas têm como missão difundir a mensagem de que a obesidade pode ser prevenida e tratada. A Sra. Andrea Levy, co-fundadora do Instituto Obesidade Brasil, relatou como foi sua jornada vivendo com a obesidade desde a infância até a idade adulta, quando fez a cirurgia bariátrica. Para compartilhar sua experiência, escreveu o livro "Cirurgia bariátrica: manual de instruções para pacientes e familiares" de linguagem acessível para que pessoas com obesidade possam ter orientação adequada. Sem dúvida, teria sido uma referência fundamental para ela, caso o livro já tivesse sido escrito por outro especialista, visto que sofreu muito devido à falta de acesso à informação e profissionais de saúde que a orientassem adequadamente mesmo após a cirurgia. Descreveu as severas consequências da desnutrição que sofreu e encerrou sua fala com a frase "quando você entende a sua condição, você se empodera". Logo após, a Sra. Luisete Moraes, coordenadora técnica da coordenação geral de educação alimentar e nutricional da OPAS/OMS, falou sobre o cenário da obesidade no Brasil e as políticas públicas integradas. No Brasil, 61% da população adulta está com sobrepeso ou obesidade, 27% dos adolescentes e 28% das crianças também convivem com obesidade. Houve um aumento de 50% da américa latina do consumo de ultraprocessados na pandemia e uma pesquisa aponta que metade das crianças de 6 a 23 meses já consomem alimentos ultraprocessados no Brasil. Ressaltou que a obesidade é responsável por 4 milhões de mortes ao ano, superando o álcool e o tabagismo. Em seguida o Dr. João Salles, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e professor de endocrinologia na Santa Casa-SP, falou como é possível tratar obesidade e reverter a curva ascendente de casos e intercorrências. Destacou que o medicamento deve entrar logo no início do tratamento da obesidade, juntamente com as mudanças relacionadas a alimentação e atividade física, para potencializar o efeito e dar durabilidade a perda de peso, já que esse é um dos maiores desafios da obesidade. Enfatizou, ainda, que os medicamentos para obesidade estão evoluindo, mas que os já disponíveis precisam urgentemente ficar mais acessíveis e serem disponibilizadas pelo SUS. Dr. Marco Aurélio, Diretor da Unidade de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, apresentou dados sobre a cirurgia bariátrica, enfatizando que sua indicação não é para todos os casos de obesidade, mas que pode sim beneficiar muito aqueles que se enquadram nos critérios. Entre esses critérios estão ter obesidade mórbida, o que, no Brasil, corresponde a 2% dos homens e 4% das mulheres, somando 4,5 milhões de brasileiros. Destacou, com isso que, apesar de o Brasil ser o segundo pais em número de cirurgias bariátricas/metabólicas no mundo, o número desses procedimentos ainda é muito inferior à demanda, especialmente no sistema público. Advogou por serem estabelecidas metas no SUS, para se ter um equilíbrio no número de procedimentos e para prever custos, ao mesmo tempo que investimento principal seja na prevenção da obesidade. A Sra. Marília Albiero, coordenadora de inovação e estratégia na ACT Promoção da Saúde, falou sobre determinantes sociais e comerciais no aumento da prevalência de obesidade, destacando que os brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar e que o Brasil está na 20ª posição em países que dispõem de espaços para a plantação de frutas, legumes e verduras, dificultando o acesso ao alimento saudável. Enfatizando ser necessário trabalhar políticas públicas em mesmo nível de intensidade e prioridade, para que as pessoas tenham acesso a uma alimentação mais saudável. Por fim, a Dra. Gisele Bortolini, coordenadora-geral de alimentação e nutrição no Ministério da Saúde, falou sobre as ações do Ministério no combate à obesidade, da prevenção ao tratamento. Enfatizou que a obesidade já sendo reconhecida como uma doença, com o seu CID, é acompanhada pelas equipes de saúde na Atenção Primária. A inatividade física e o alto consumo de alimentos ultraprocessados são reconhecidos como os principais determinantes da obesidade. Ao mesmo tempo, o Ministério da Saúde reconhece que não é somente uma questão individual, pois o ambiente que o individuo vive contribuem para a prevenção ou agravamento da condição. Relatou existirem mais de 40 mil equipes de atenção primaria à saúde que trabalham com ações voltadas à obesidade. Admitiu que a obesidade ainda é pouco relatada e vista como uma condição de saúde a ser tratada e, por isso, o SUS tem investido em qualificação de seus profissionais. Na ocasião, anunciou que o Ministério da Saúde irá lançar uma nova ação para apoiar os municípios e fomentar cidades mais saudáveis, desde a atenção primária até a cirurgia bariátrica. Incentivando, com isso, prefeitos a olharem para a sua cidade como um lugar que deve apoiar crianças e seus familiares para condições de praticar atividade física e se alimentar de forma saudável. Relatou, ainda, um acordo assinado no Mercosul, no que o Brasil se comprometeu a proteger e preservar a tradição local e cultural da alimentação do país. Para encerrar o evento, os painelistas responderam a perguntas da plateia e enfatizaram a importância da obesidade ser tratada como uma doença crônica que precisa de mais atenção. Foi unânime a orientação de se falar mais sobre obesidade para quebrar preconceitos e estigmas, entender melhor como essa condição funciona, desenvolver terapias mais efetivas, e implementar programas e políticas públicas com urgência. Os desafios que envolvem a obesidade são inúmeros e é necessário trabalhar em conjunto para reverter a tendência do aumento dessa condição no Brasil.
- Edital Projetos de Advocacy para Alimentos Saudáveis - inscrições até 6/8/2021
A Resolve to Save Lives, uma iniciativa da Vital Strategies, abriu inscrições para propostas sobre Advocacy para a Compra Pública de Alimentos Saudáveis. Voltada a organizações e programas que promovem melhores práticas e políticas públicas de compra de alimentos saudáveis, as propostas submetidas devem identificar e implementar atividades de advocacy eficazes e rápidas com os principais formuladores de políticas e influenciadores. As atividades podem incluir campanhas de comunicação, esforços de mobilização da comunidade, alcance da mídia e envolvimento de formuladores de políticas. Os projetos devem abranger um período de tempo de até 5 meses, com custo de até US$ 1.000. Esta oportunidade e as atividades nela conduzidas apoiarão a próxima Campanha de Política de Compra de Alimentos Públicos LINKS para aumentar a conscientização sobre a compra de alimentos saudáveis entre os membros da comunidade LINKS e motivá-los a defender seus legisladores locais e nacionais para se comprometerem a adotar políticas de compra de alimentos saudáveis. As propostas devem ser enviadas em formato PDF até 6 de agosto de 2021 às 18h. Aqui as instruções e regras deste edital, e aqui o formulário para a submissão de propostas. - Acesse também a Oportunidade do Laboratório de inovação sobre produção e consumo de frutas, legumes e verduras, com inscrições até 31/8 aqui.
- OMS avalia inclusão de análogos de longa duração e SGLT2 à Lista de Medicamentos Essenciais
Duas recentes propostas encaminhadas à Organização Mundial da Saúde (OMS) por diferentes grupos, seguidas por consulta a especialistas, foram relacionadas à inclusão de medicamentos para diabetes à Lista de Medicamentos Essenciais (List of Essential Medicines - EML). Uma delas, a inclusão de análogos de insulina de longa duração, e a outra, a inclusão de inibidores de SGLT2. Enquanto a primeira obteve mais manifestações contrárias do que à favor, as manifestações sobre a inclusão do SGLT2 foram todas favoráveis. Na proposta foi sugerida a adição de análogos de insulina de ação prolongada e ultralonga, especificamente as insulinas glargina, detemir e degludeca, à Essential Medicines List (EML) para diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2. Recomendações semelhantes foram feitas em 2017 e 2019, quando o Comitê de Especialistas reconheceu que análogos de insulina de ação prolongada fornecem benefícios sobre a insulina humana, mas rejeitou os pedidos, considerando que as diferenças de preço entre a insulina humana e os análogos de insulina de longa duração eram muito grandes em comparação com a magnitude documentada dos benefícios. Segundo a médica endocrinologista Dra. Karla Melo, "as evidências de superioridade, comparando análogos de ação prolongada e NPH não são robustas para DM2. Para DM1, os estudos são controversos em relação ao impacto sobre a hemoglobina glicada, mas as metanálises mostram menos hipoglicemias graves e noturnas com análogos. As evidências dos análogos rápidos para DM1 são mais robustas. O principal argumento contrário dos experts e pareceristas foi o custo. Aqui no Brasil esse não é o maior problema porque os custos dos análogos de ação rápida e prolongada são próximos aos das insulinas humanas.” Em contrapartida, a inclusão de SGLT2, proposta pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), foi apoiada de forma unânime. O Departamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis da OMS se posicionou reconhecendo "com convincentes os argumentos de resultados clinicamente importantes, incluindo redução da mortalidade". Com isso, recomendou "a adição dos inibidores SGLT2 na Lista atualizada de Medicamentos Essenciais". E adicionou "os custos e perfil de riscos provavelmente não superam os benefícios dos inibidores de SGLT-2." De acordo com o documento submetido pela IDF, "várias revisões demonstram os benefícios cardiovasculares e renais dos inibidores de SGLT2 e, consequentemente, esses agentes são rotineiramente recomendados por diretrizes internacionais". A Dra. Karla Melo concorda que "as evidências são robustas e os resultados sobre insuficiência cardíaca e função renal são bem interessantes. Apesar do custo unitário menor, comparado às insulinas (vetadas pelo custo), mas o volume de pessoas beneficiadas deve ser bem maior e o impacto orçamentário pode ser parecido com o da incorporação dos análogos de insulina". No Brasil, tanto os análogos de ação rápida quanto os de ação lenta (prolongada) já foram incorporados à EML nacional, chamada Rename, dentro do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica. Em relação ao SGLT2, apesar do avanço obtido em 2020, quando a CONITEC avaliou e decidiu por incorporar uma dessas moléculas, a daplagliflozina (relatórios técnico, para a sociedade, manifestações públicas e recomendações do FórumDCNTs). A decisão foi alvo de manifestação do FórumDCNTs, que entende a importância da incorporação da classe SGLT2, e não apenas de uma molécula específica, o que limita a concorrência entre os fabricantes desses medicamentos, favorecendo apenas um deles, e limita as possibilidades de decisão baseadas em potenciais novas evidência científicas que surjam.
- Relatório Luz: Combate às DCNTs (ODS 3.4) está Ameaçado no Brasil
O V Relatório Luz da Sociedade Civil sobre a Agenda 2030 já está disponível para download em português e inglês. A publicação, produzida por 106 especialistas e parceiros/as do GT Agenda 2030, faz uma análise completa de como anda a implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil. Parceiros do FórumDCNTs, ACT Promoção da Saúde e Vital Strategies, estiveram entre as instituições autoras do Relatório Luz 2021. Pela primeira vez, não há nenhuma meta sequer com progresso satisfatório. Das 169 metas analisadas, 92 estão em retrocesso, 21 ameaçadas, 27 estagnadas, 13 têm progresso insuficiente, 15 não possuem dados e uma não se aplica à realidade brasileira, o que nos permite dizer que o Brasil está em retrocesso acelerado e é um dos países que mais se afastam da Agenda 2030. Para ajudar o Brasil a superar suas múltiplas crises, a publicação apresenta 136 recomendações que, se seguidas, podem nos colocar de volta nos trilhos do desenvolvimento sustentável. A Agenda 2030 mostra o caminho para que a gente tenha um país mais inclusivo e justo, que cuida das pessoas e do meio ambiente. Faça o download do relatório aqui.
- Consumo de álcool é a causa exclusiva de 85 mil mortes anualmente nas Américas - OPAS
O consumo de álcool foi o responsável exclusivo por mais de 85.000 mortes anuais durante o período de 2013 a 2015 nas Américas, onde o consumo per capita é 25% superior à média global, segundo estudo realizado pela OPAS. Além disso, a ingestão de bebidas alcoólicas contribui para mais de 300.000 mortes todos os anos. A OPAS reforça a necessidade dos países das Américas limitarem as horas de vendas de álcool, proibirem a publicidade de álcool e aumentarem os impostos sobre o álcool. “Este estudo demonstra que o uso prejudicial de álcool nas Américas é uma grande prioridade de saúde pública”, disse o Dr. Anselm Hennis, Diretor do Departamento de DCNTs da OPAS. Esse uso está associado a mortes evitáveis e a muitos anos de vida vividos com deficiência. São necessárias intervenções, políticas e programas eficazes, viáveis e sustentáveis para reduzir o consumo de álcool. A análise de dados de mortalidade em 30 países das Américas - a maior de seu tipo realizada na região, revela as seguintes conclusões principais: Uma média de 85.032 mortes (1,4% do total) anualmente foram atribuídas exclusivamente ao álcool; A maioria das mortes (64,9%) ocorreu em pessoas com menos de 60 anos; As causas de morte foram principalmente por doenças hepáticas (63,9%) e distúrbios neuropsiquiátricos (27,4%), com a dependência de álcool. O consumo de álcool é um fator que contribui para mais de 300.000 (5,5% do total) mortes anualmente nas Américas. Mais homens do que mulheres morreram por beber, e os homens foram responsáveis por 83,1% das mortes atribuíveis exclusivamente ao consumo de álcool. As maiores disparidades de gênero ocorreram em El Salvador e Belize, enquanto essa diferença foi menor nos EUA e no Canadá. Cerca de 80% das mortes não teriam ocorrido na ausência do consumo de álcool em três dos países mais populosos: Estados Unidos (36,9%), Brasil (24,8%) e México (18,4%). As taxas de mortalidade atribuível ao álcool foram mais altas na Nicarágua (23,2 por 100.000 pessoas) e na Guatemala (19 por 100.000), embora esses países tenham um consumo de álcool per capita relativamente menor. O estudo indica que os países de alta renda têm maior consumo per capita de álcool, enquanto os países de baixa e média renda têm uma taxa mais alta de mortalidade atribuível ao álcool para o mesmo nível de consumo. As taxas de mortalidade mais altas são provavelmente devido ao acesso comparativamente mais limitado a serviços médicos, informações de saúde e boa nutrição, bem como transporte restrito em situações de emergência e outros fatores que podem tornar o beber mais prejudicial. As políticas promovidas pela OPAS são a chave para prevenir mortes, doenças e problemas sociais relacionados ao álcool. Melhorar a qualidade dos dados sobre mortalidade e morbidade do álcool é fundamental para monitorar o impacto do consumo de álcool. Além do aumento dos impostos sobre o álcool e a implementação de restrições abrangentes à publicidade, promoção e patrocínio do álcool, outras medidas simples, mas poderosas, são limitar o horário de vendas de álcool e reduzir a concentração de pontos de venda de álcool em uma comunidade. Segundo a Dra. Maristela Monteiro, Conselheira Sênior da OPAS sobre álcool: “O estudo demonstra que a maior proporção de mortes totalmente atribuíveis ao consumo de álcool ocorre prematuramente entre pessoas entre 50 e 59 anos, e principalmente entre homens. O uso prejudicial de álcool está matando pessoas no auge de suas vidas. Esta é uma perda não apenas para suas famílias, mas também para a economia e a sociedade em geral. ” Adaptado por Lucas Xavier de: Alcohol consumption is the sole cause of 85,000 deaths annually in the Americas, PAHO/WHO study finds
- OMS lança nova lista de dispositivos médicos de prioridade para o gerenciamento de DCV e diabetes
O FórumDCNTs tem expressado preocupação em relação à necessidade de garantir que os diferentes níveis de atenção, especialmente o nível básico, estejam equipados para diagnosticar oportunamente e monitorar as diferentes DCNTs. Sem equipamentos adequados e/ou no local onde as pessoas recebem atenção médica, oportunidades fundamentais para diagnóstico e ajustes terapêuticos são perdidas. Com isso, apesar da capilaridade do sistema de saúde e das atualizações da lista de medicamentos essenciais disponíveis, algumas DCNTs ainda apresentam mais de 50% das pessoas não diagnosticas e os indicadores que não avançam. Entendemos, assim, como muito positiva a publicação da WHO de uma lista de equipamentos médicos prioritários para manejo de diabetes e doenças cardiovasculares nos diferentes níveis de atenção. A nova lista fornece diretrizes clínicas para condições específicas, descreve as intervenções relevantes necessárias (por exemplo, hospitalização, cirurgia cardíaca, terapia intensiva, testes de laboratório e imagens médicas), bem como o equipamento médico necessário, como conjuntos de instrumentos cirúrgicos, equipamento de proteção individual e dispositivos de diagnóstico e tratamento. Inclui mais de 500 dispositivos necessários em todos os níveis do sistema de saúde, desde unidades de atenção primária a hospitais altamente especializados, e dispositivos necessários para emergências de saúde. Paralelamente a essa lista, a OMS desenvolveu o MeDevIS, um sistema de informação de dispositivos médicos e câmara de compensação onde engenheiros biomédicos, formuladores de políticas públicas e gerentes de hospitais podem encontrar informações sobre dispositivos médicos específicos, seu uso e como cuidar deles. O site atualmente lista 1.500 dispositivos e continuará a ser atualizado para outras doenças e condições de saúde. Saiba mais sobre a nova lista da OMS.
- Prêmio Marcos Moraes de pesquisa e inovação para o controle do câncer - inscrições até 18/7/21
O Prêmio Marcos Moraes de pesquisa e inovação para o controle do câncer, da Fundação do Câncer, procura reconhecer o trabalho de pessoas, instituições cientificas, hospitalares ou do terceiro setor que desenvolvem ações de prevenção do câncer, promoção da saúde ou para a melhoria da experiência da pessoa que têm câncer e do cuidado integral em oncologia. O prêmio homenageia o médico Marcos Moraes, cirurgião oncológico de renome nacional e internacional que criou a fundação. A iniciativa é dividida em 3 categorias: Promoção da saúde e prevenção do câncer; Cuidados paliativos; Iniciativas para o controle do câncer Os vencedores serão conhecidos durante o 9º Simpósio Internacional Oncoclínicas, nos dias 29 e 30 de outubro de 2021. Além de certificado de participação e medalha, os primeiros colocados de cada categoria receberão um prêmio no valor de R$ 10 mil. Saiba mais sobre a premiação aqui.
- Webinar: Saúde Mental A Partir da Pandemia
22/09 Objetivos Conhecer o impacto da pandemia sobre os indicadores de Saúde Mental no Brasil. Entender os planos de enfrentamento às condições mentais do Ministério da Saúde e orientações da OPAS para engajamento da sociedade civil e iniciativa privada. Promover ajustes na Gestão da Saúde Mental nos Sistemas de Saúde Público e Suplementar. Agenda 19h00-19h15 – Abertura (Vídeo) e Contextualização (Vídeo) • Antonio Carlos Braga, CVV • José Otávio Corrêa, Abbott • Patrícia de Luca, FórumDCNTs 19h20-19h35 – Panorama Global, Local e Orientações (Catarina Dahl, OPAS) (Vídeo) 19h40-19h55 – Ajustes necessários na Saúde Pública e Suplementar (Fernando Morcelli Duarte) (Vídeo) 20h00-20h15 – Plano Nacional de cuidados com a Saúde Mental (Maria Dilma Alves Teodoro, MS). (Vídeo) 20h20-21h00 – Debate (Moderação: Patrícia de Luca, FórumDCNTs) (Vídeo) • Antonio Carlos Braga, CVV • Fernando Morcelli Duarte • Catarina Dahl, OPAS • Maria Dilma Alves Teodoro, MS Painelistas e Moderadora Antonio Carlos Braga (CVV) Economista, Empresário da área de saúde privada por a 35 anos. Membro do Conselho Diretor do Centro de Valorização da Vida (CVV) – Prevenção do Suicídio, é Diretor do Hospital Psiquiátrico Francisca Julia e da ONG Pró-Saúde Mental que reúne 18 Hospitais Psiquiátricos. Atua no Movimento Conte Comigo, de esclarecimento sobre a Depressão. Catarina Dahl, MSc, PhD (OPAS) Psicóloga, Mestre em Saúde Coletiva (UNICAMP) e Doutora em Saúde Mental (IPUB/UFRJ). Consultora Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas na Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). Fernando Duarte, MD (Santa Casa) Médico psiquiatra formado pela Santa Casa de São Paulo, psicodramatista formado pela Escola Paulista de Psicodrama, especializado em tratamento de transtornos mentais graves e no treinamento de outros médicos José Otávio Corrêa, MBA (Abbott) Bacharel em Administração de Empresas com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, especialização em marketing pela ESPM e em Relações Governamentais pela Universidade de George Washington. Amplo conhecimento em Políticas Públicas, com mais de 25 anos de experiência na Indústria da Saúde. Trabalhou nas empresas Bayer, Schering AG, Sanofi-Aventis e Eurofarma em vendas, marketing, acesso ao mercado (público e privado) e, na Abbott desde 2012, como Diretor de Acesso e Negócios Institucionais no Brasil, e Diretor Global de Negócios Institucionais pela divisão Farmacêutica. Atualmente é responsável pela área de Relações Governamentais e Institucionais (Corporate) da Abbott Brasil, Paraguai e Bolívia. Maria Dilma Alves Teodoro, MD (Ministério da Saúde) Médica psiquiatra, graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Residencia Médica em Psiquiatria no Hospital Juliano Moreira da Secretaria de Estado de Saúde da Bahia/SESAB, Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Psiquiatria. Atualmente docente do curso de graduação em Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde/ESCS/Fepecs e Coordenadora do Departamento de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Patricia Vieira de Luca, MSc (FórumDCNTs) Bacharel, Licenciada e Mestre em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase em Obesidade, Diabetes e Metabolismo, atuando principalmente em Educação e Advocacy em Saúde. Profissional voluntária em diferentes programas da ADJ Diabetes Brasil durante os últimos 10 anos. Foi presidente e atualmente é Diretora Executiva da Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (AHF). Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo












