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- Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Egydio Setúbal - inscrições até 11/6/2021
A Fundação José Luiz Egydio Setúbal trabalha para propagar informações de qualidade para que a sociedade – em especial pais, cuidadores e tomadores de decisão – consigam garantir o desenvolvimento saudável dos jovens. O prêmio surgiu para promover junto aos meios de comunicação e mídias sociais o tema da saúde da criança e do adolescente visando ampliar e qualificar o debate em torno desta questão. A premiação contém 5 categorias. As categorias contemplam profissionais já formados e, dentro de cada uma, há uma subcategoria para estudantes de graduação. A premiação será distribuída em: R$ 8.000,00 (oito mil reais) para os profissionais vencedores; R$ 2.000,00 (dois mil reais) para os estudantes universitários vencedores. As inscrições podem ser feitas até o dia 11 de junho de 2021. Saiba mais sobre a premiação e inscreva-se.
- Pacote técnico de informações da OMS para controle do tabaco
A implementação efetiva e completa da Convenção-Quadro da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Controle do Tabaco (OMS FCTC) requer contribuições essenciais dos pontos focais designados da OMS FCTC. A OMS lançou oficialmente seu kit de informações para pontos focais técnicos da FCTC. Uma 'leitura obrigatória' para pontos focais recém-nomeados, o kit fornece informações vitais sobre a CQCT, o papel que as diferentes partes devem desempenhar em nível nacional e como contribuir da melhor forma para os esforços globais de controle do tabaco. Também inclui informações específicas sobre o controle do tabagismo em locais com poucos recursos e para relatórios sobre o tabaco dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Leia o relatório completo aqui.
- Consulta pública sobre integração de DCNTs com doenças transmissíveis - participe até 10/6/2021
As Declarações Políticas das Nações Unidas sobre as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) de 2011 e 2018 apelaram a uma integração mais estreita das respostas às DCNTs e às doenças transmissíveis, como o HIV / SIDA e a tuberculose (TB). Como parte da resposta da OMS, foram desenvolvidos orientações de implementação sobre "Como integrar as DCNTs aos programas nacionais de HIV / AIDS, TB, saúde sexual e reprodutiva ao sistema de saúde". O público-alvo desta orientação de implementação são os formuladores de políticas, gerentes de programas e provedores de saúde, bem como a OMS e parceiros internacionais que podem defender a transformação em direção ao apoio integrado para a prestação de serviços de DCNTs. Vital para o desenvolvimento deste guia, o Secretariado da OMS está hospedando uma consulta na web sobre o projeto de guia de implementação. A participação da sociedade irá contribuir e ajudar a fortalecer e criticar os resultados propostos. A consulta vai de 10 de maio a 10 de junho de 2021. Participe aqui da consulta.
- OMS define metas globais para reduzir o sódio da alimentação da população
O aumento da produção de alimentos ultraprocessados, a rápida urbanização e a mudança no estilo de vida estão transformando os padrões alimentares. Alimentos ultraprocessados estão aumentando em disponibilidade e se tornando mais acessíveis. Pessoas em todo o mundo estão consumindo alimentos mais densos em energia e ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, açúcares e sal. A NCD HaAn estima que 11 milhões de mortes em todo o mundo estão associadas a uma alimentação pobre em nutrientes e três milhões dessas mortes são atribuíveis à alta ingestão de sódio. A ingestão excessiva de sódio na alimentação aumenta a pressão arterial e, consequentemente, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, a principal causa de mortes por DCNT em todo o mundo. Definir metas globais de sódio é um passo importante para impulsionar o progresso na redução de sódio. Publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) as metas globais definem os níveis de sódio que cada alimento deve ter. São 18 categorias principais de alimentos e subcategorias dentro de cada uma. Exemplos de categorias incluem: lanches salgados, confeitaria, barras energéticas, pratos prontos, alimentos de conveniência e outros. As metas estipuladas pela OMS destinam-se a complementar os esforços nacionais e regionais para definir metas globais de sódio. Espera-se que ajudem os países a definir políticas e atuem como base para um diálogo contínuo entre a OMS e o setor privado. Leia o guia completo. Fonte: https://www.who.int/news/item/05-05-2021-new-who-benchmarks-help-countries-reduce-salt-intake-and-save-lives
- Resolve to Save Lives desenvolve ferramenta para ajudar no gerenciamento da hipertensão
A Resolve to Save Lives, uma iniciativa da Vital Strategies, em parceria com a Universidade de Washington, desenvolveu um mapa mundial interativo e uma calculadora para ajudar os formuladores de políticas, defensores e especialistas em saúde a visualizar o efeito de intervenções de saúde cardiovascular baseadas em evidências de seus países. A nova ferramenta projeta vidas que poderiam ser salvas até o ano de 2040 em países quando as metas de controle da hipertensão e menor consumo de sal forem alcançadas. O mapa mostra as estimativas (entre os países) para alcançar uma taxa de controle da pressão arterial de 50% e uma redução de 4g na ingestão de sal. As informações estão disponíveis para 23 países na Ásia, África e América Latina, incluindo: Argentina, Bangladesh, Barbados, Brasil, Chile, China, Colômbia, Cuba, República Dominicana, Equador, Etiópia, Haiti, Índia, México, Nigéria, Panamá, Peru, Filipinas, Santa Lúcia, Tailândia, Trinidad e Tobago, Turquia e Vietnã. Acesse o mapa e a calculadora.
- Consultoria da FEA Social USP - inscrições até 31/5/2021
A FEA Social USP, entidade estudantil criada e gerida por estudantes de graduação da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEAUSP), abriu inscrições para um edital de consultoria para ONGs e negócios de impacto social. A Consultoria da FEA Social USP busca promover e fomentar o crescimento do setor social, por meio de um trabalho gratuito. O serviço é oferecido para Organizações Não Governamentais (ONGs) e Negócios de Impacto Socioambiental (NIS) e, com ele, espera-se que haja um aumento do impacto gerado por essas organizações na sociedade. Para isso, os membros da área aplicam, nos projetos, os conhecimentos adquiridos na graduação. Assim, é possível amenizar disfunções e otimizar processos de diferentes áreas, sendo as principais: financeiro, administrativa, marketing e de gestão de pessoas. Para participar, as organizações devem: Possuir CNPJ ativo; Ser pessoa jurídica; Ter acesso à internet para realizar os encontros online com a equipe de projeto; Ter pelo menos 2 anos de existência formal; Possuir disponibilidade para pelo menos 1 encontro quinzenal, com duração entre 1h30 e 2h. As inscrições podem ser feitas até 31/5. Leia o edital completo aqui.
- Priorização de Vacinas COVID-19 para Pessoas com DCNTs - 12 Entidades Escrevem ao Ministro
No dia 19 de maio, o FórumDCNTs uniu-se à Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), e outras 10 das principais Sociedades Médicas e de Pessoas com Diabetes do Brasil, solicitando que o ministro da saúde e demais autoridades garantam o cumprimento do plano de priorização da vacinação para pessoas com DCNTs, baseando-se em evidências científicas. Leia a carta abaixo ou acesse-a aqui. São Paulo, 19 de maio de 2021. Ofício nº 04/2021/SBD Aos Ilustríssimo Sr. Dr. Marcelo Queiroga, Ministro da Saúde do Brasil Ilustríssimo Sr. Dr. Arnaldo Correia de Medeiros, Secretário de Vigilância em Saúde, MS Ilustríssimo Sr. Dr. Laurício Monteiro Cruz, Diretor do DEIDT, SVS, MS Ilustríssimo Sr. Dr. Carlos Eduardo de Oliveira Lula, Presidente do CONASS Ilustríssimo Sr. Dr. Wilames Freire Bezerra, Presidente do CONASEMS Ilustríssimo Sr. Dr. Ronaldo Caiado, MD Governador do Estado de Goiás Assunto: Distorções no Plano Nacional de Imunização contra o SARS-COV2 a nível do Estado. Cumprimentando-os, as Sociedades Médico-Científicas, Associações de Pacientes e demais Organizações Não Governamentais signatárias deste documento, abaixo elencadas, que têm como missão defender os interesses dos pacientes portadores das diversas condições clínicas que representam comorbidades cientificamente consideradas de elevado risco para complicações graves ou fatais em casos de COVID-19, vêm trazer a Vs.Ss. um sumário dos dados científicos clínicoepidemiológicos publicados na literatura médica recente. Cumpre ressaltar aqui que o Plano Nacional de Imunização contra o SARS-COV2 do Ministério da Saúde, respaldado por decisões plenárias do Supremo Tribunal Federal nas ADIs 6.587/DF e 6.586/DF e por despacho liminar (03/5/2021) do Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski do STF na RCL 46965 MC/RJ, aprovada unanimemente pelo plenário do STF em 14/5/2012, prevê que a estratificação dos grupos prioritários para vacinação seja definida através de critérios baseados em evidências científicas. Vêm as referidas Sociedades Científicas também, e principalmente, dar ciência e respeitosamente pedir os préstimos de Vs.Ss. a respeito de distorções na aplicação do Plano Nacional de Imunização, em nível Estadual, que têm chegado ao nosso conhecimento. As preocupações de nossas diretorias dizem respeito ao preterimento da vacinação contra o SARS-COV2 nos pacientes portadores das aludidas comorbidades de risco para desfechos sombrios da COVID, em favor de outros subgrupos populacionais, incluindo os de pessoas pertencentes a determinadas categorias profissionais como biólogos, professores, policiais com funções burocráticas, etc., que está ocorrendo em alguns Estados do Brasil sem a devida hierarquização de risco por critérios científicos. Sumarizando, pois, os dados populacionais mais relevantes existentes na literatura científica recente sobre a morbidade e mortalidade das pessoas portadoras de comorbidades, quando diagnosticadas com COVID-19, temos o seguinte cenário: 1. Estudo publicado recentemente (Gregory JM et al. COVID-19 Severity Is Tripled in the Diabetes Community: A Prospective Analysis of the Pandemic's Impact in Type 1 and Type 2 Diabetes. Diabetes Care 2021, 44:526– 532) demonstra que as pessoas com diabetes são mais propensas a complicações graves da COVID-19. Estes indivíduos apresentaram risco de doença grave e hospitalização três a quatro vezes maior quando comparados à população geral. Neste estudo, obesidade, doença cardíaca, renal ou pulmonar, associadamente a níveis de glicemia elevados, foram altamente correlacionados à gravidade da COVID-19 em pessoas com diabetes. 2. Outro estudo populacional, realizado na Escócia (McGurnaghan SJ et al. Scottish Diabetes Research Network Epidemiology Group. Risks of and risk factors for COVID-19 disease in people with diabetes: a cohort study of the total population of Scotland. The Lancet Diabetes & Endocrinology 2020, S2213-8587:30405-8), demostrou que as pessoas com diabetes apresentam risco maior de morbidade e mortalidade quando hospitalizadas por COVID-19. O risco de morte ou necessidade de cuidados críticos foi 1,4 a 2,4 vezes maior para pessoas com diabetes em comparação com a população geral. O maior risco de desfechos piores foi visto em pessoas com complicações do diabetes, nível socioeconômico baixo e em fumantes. 3. Um terceiro estudo populacional, realizado na Inglaterra (Barron E et al. Associations of type 1 and type 2 diabetes with COVID-19-related mortality in England: a whole-population study. Lancet Diabetes & Endocrinol 2020, Oct;8:813-822), demonstrou mortalidade maior entre as pessoas com diabetes. O risco de morte relacionada à COVID-19 foi 2 a 3,5 vezes maior, em comparação com pessoas sem diabetes, com ajustes para idade, sexo, privação social, etnia e região geográfica. 4. Holman e colaboradores (Holman N et al. Risk factors for COVID-19-related mortality in people with type 1 and type 2 diabetes in England: a population-based cohort study. Lancet Diabetes & Endocrinol 2020, Oct;8:823-833) estabeleceram os fatores de risco para mortalidade pela COVID-19 em pessoas com diabetes, em estudo de base populacional, também realizado na Inglaterra. Os principais foram disfunção renal (2 a 8 vezes mais), descontrole glicêmico (2 vezes mais), privação social (1,6 a 1,9 vezes mais), obesidade (1,5 a 2 vezes mais) e cardiopatias (1,8 a 2 vezes mais). Isto posto, as organizações signatárias do presente vêm finalmente salientar que a antecipação da vacinação de grupos populacionais cujo risco de morte ou desfechos graves frente à COVID-19 não tenha evidência científica consolidada poderá causar mais mortes no grupo de pessoas portadoras de comorbidades, as quais efetivamente possuem esta comprovação científica de maior risco, e que terão suas doses proteladas. Pode-se, em última análise, argumentar que a inclusão de categorias profissionais que não encontram igual respaldo científico de maior risco para desfechos graves ou fatais da COVID-19 no mesmo estrato prioritário dos portadores de comorbidades pode aumentar o potencial de mortes nesses pacientes. Sendo assim, as entidades aqui reunidas solicitam respeitosamente a Vs.Ss. que intervenham, em sua alçada, para que a proteção dos direitos à vida e à saúde das pessoas portadoras das comorbidades elencadas e hierarquizadas no Plano Nacional de Imunização contra o SARS-COV2 seja assegurada, propiciando a imunização prioritária desses pacientes em todo o território brasileiro, e garantindo que o início da vacinação de quaisquer outros grupos ou categorias seja implementado somente após a finalização da imunização prioritária do estrato dos indivíduos portadores de condições clínicas de comorbidades cientificamente associadas a maior risco de desfechos graves ou fatais na COVID-19. As diretorias das Sociedades, das Associações, e do Fórum de Doenças Crônicas Não transmissíveis, abaixo assinados, querem aproveitar este ensejo para dirigir a Vs.Ss. os votos de grande apreço, respeito e consideração, assim como para colocar-se à inteira disposição de Vs.Ss. para qualquer desdobramento do assunto em foco. Muito cordialmente, Dr. Domingos A. Malerbi Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD Dra. Cintia Cercato Presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dr. Gilberto Casanova Presidente da Associação de Diabetes Juvenil - ADJ Brasil Dr. Fadlo Fraige Filho Presidente da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes - ANAD Dr. José Beniz Neto Presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia - CBO Dr. Fadlo Fraige Filho Presidente da Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes - FENAD Dr. Mark Barone Fundador e Coordenador Geral do Fórum Intersetorial para Combate às DCNTs no Brasil - FórumDCNTs Dr. José Francisco Kerr Saraiva Diretor de Promoção de Saúde - SBC Dr. César Luiz Boguszewski Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - SBEM Dr. Luiz Aparecido Bortolotto Sociedade Brasileira de Hipertensão - SBH Dr. Osvaldo Merege Vieira Neto Presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN Dr. Mauricio Maia Presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo - SBRV Leia também as manifestações anteriormente feitas pelo FórumDCNTs a esse respeito em: Priorização da Vacina de COVID-19 - Posicionamento do FórumDCNTs (aqui) Bahia inclui pessoas com DCNTs em Grupo Prioritário de Vacinação (aqui) TJCC, FórumDCNTs e 217 entidades enviam carta solicitando ações emergenciais ao governo (aqui) OPAS endossa a Carta de 217 entidades para Ações Emergenciais COVID-19 (aqui) FórumDCNTs se Une à Campanha Hora da Vacina, pela Imunização Contra COVID-19 (aqui)
- OMS lança aplicativo móvel para expandir os serviços de DCNT na atenção primária à saúde
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um aplicativo para celular com o WHO-PEN e elementos dos demais pacotes para facilitar implementação na Atenção Primária. Com isso, permite potencializar as ações para melhorar cuidados com as principais DCNTs nos diferentes países. No aplicativo é possível encontrar desde guias de manejo das principais DCNTs, com parâmetros de diagnóstico e algoritmos de tratamento, até calculadora de risco cardiovascular. O aplicativo está disponível para: ANDROID: https://play.google.com/store/apps/details?id=org.who.WHOPEN IOS: https://play.google.com/store/apps/details?id=org.who.WHOPEN Acesse o material explicativo sobre o aplicativo.
- O impacto da pandemia nas organizações sem fins lucrativos
Quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o COVID-19 como uma pandemia mundial, em março de 2020, o CAF America decidiu registrar o impacto da crise nas organizações sem fins lucrativos em todo o mundo e ajudar os doadores a desenvolver estratégias de doação baseadas em dados. Após um ano pesquisando o impacto nas organizações, o CAF America divulgou seu último relatório, “12 meses depois: o estado das organizações sem fins lucrativos do mundo”. No relatório, líderes corporativos e de organizações sem fins lucrativos, incluindo Citi Foundation Cisco CSR, Medtronic Foundation e General Mills, compartilham sobre como a dinâmica da filantropia mudou e dividem conselhos para sustentar o impulso e impulsionar o progresso. Acesse o relatório completo aqui.
- Novo Programa de Intercâmbio de Conhecimento do Observatório Global de Demência (GDO) da OMS
O Departamento de Saúde Mental e Uso de Substâncias, da Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou a Plataforma de Intercâmbio de Conhecimento do Observatório Global de Demência (GDO KE). A plataforma GDO KE contém recursos essenciais para apoiar a implementação do plano de ação global sobre a resposta da saúde pública à demência 2017-2025 e suas sete áreas de ação. A plataforma GDO KE é acompanhada pelo portal de dados GDO, que reúne e divulga dados dos Estados Membros sobre 35 indicadores-chave de demência para apoiar o planejamento de serviços com base em evidências e o fortalecimento de políticas, bem como de sistemas de saúde e assistência social. A plataforma é continuamente atualizada com novas informações e materiais a respeito da demência. Acesse a plataforma aqui.
- Iniciativa Triple Billion Target da Organização Mundial da Saúde
As metas do "Triplo Bilhão" são uma iniciativa ambiciosa para melhorar a saúde de bilhões de pessoas até 2023. Elas são a base do Décimo Terceiro Programa Geral de Trabalho da Organização Mundial da Saúde (GPW 13), atuando tanto como uma medida quanto como uma estratégia política. Eles são parte integrante da Estrutura de Resultados do GPW 13, uma nova ferramenta projetada para medir e melhorar o impacto da OMS na saúde em nível global. A medição dessas metas está intimamente alinhada com as dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), para reduzir a carga do país na coleta de dados e agilizar os esforços para acelerar o progresso no sentido de atingir as metas principais. O Brasil observou regresso na Cobertura Universal da Saúde, assim como na porcentagem de pessoas recebendo a vacina tríplice bacteriana e com a glicemia dentro do alvo. Projeções do Triplo Bilhão: As projeções são baseadas no compromisso de que o mundo continuará a fazer progressos significativos em todos os indicadores; As projeções atualmente não levam em consideração os impactos potenciais do COVID-19, isso será incorporado em atualizações futuras; São utilizados dados disponíveis mais recentes, que são atualizados regularmente à medida que novos dados são publicados; Métodos estatísticos são usados para estimar valores para indicadores onde os dados estão incompletos e são baseados em tendências históricas; A OMS continuará a trabalhar com os Estados Membros para fortalecer seus dados e sistemas de informação em saúde para preencher lacunas de dados. Confira a plataforma Triplo Bilhão da OMS.
- COVID-19 continua a interromper os serviços essenciais de saúde em 90% dos países
Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que mais de um ano após o início da pandemia do COVID-19, quase todos os países ainda relatam interrupções nos serviços essenciais de saúde, não marcando nenhuma mudança global substancial desde os primeiros resultados do ano passado. Devido ao novo coronavírus, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) foram consideravelmente afetadas. Aproximadamente metade dos países relatou uma ou mais interrupções nos serviços essenciais de DCNTs. O serviço mais interrompido foi o rastreamento do câncer, onde quase metade dos países (49% das respostas de 86 países) relataram como interrompido, e 16 (19%) dos países relataram como interrompido em mais de 50%. Além disso, outros países relataram interrupções em: serviços de gestão de hipertensão, 43 países (45% das respostas); gestão da diabetes, 41 países (42%); atendimento odontológico urgente, 36 países (42%); serviços de tratamento de câncer, 29 países (32%); serviços para emergências cardiovasculares, 18 países (20%); serviços de asma, 26 países (30%). Apresentando descobertas globais de 135 países e territórios, essa pesquisa oferece uma visão crítica sobre a extensão do impacto da pandemia do COVID-19 nos serviços essenciais de saúde. O relatório também explora alguns motivos para essas interrupções e como os países estão se adaptando para manter a prestação de serviços. Leia o relatório.












