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  • Evento para elaboração de PLs Nefro-Hepato-Cardio-Metabólicas - 12/9

    Agenda: 7h45  – Chegada de todos, café interativo e acomodação 8h05   – Abertura: Boas-vindas, objetivos e apresentação de todos/as  ( Vídeo ) 9h00-10h20   – Painel 1 – Por que toda essa preocupação com as condições nefro-hepato-cardio-metabólicas? (moderação: Átila Trapé , USP-RP e Sheila Martins , Rede Brasil AVC) ( Vídeo ) 9h05-9h30  – Qual a prevalência das condições nefro-hepato-cardio-metabólicas não transmissíveis (com ênfase em DRC, MASLD/MASH, infarto, AVC, hipertensão, dislipidemia, diabetes e obesidade) no país? Como se relacionam? ( Ana Carolina Micheletti , UFMG)   9h35-9h50   – Por que as condições nefro-hepato-cardio-metabólicas não transmissíveis provocam tantas mortes prematuras? O que precisa mudar? ( Luiz Bortolotto , InCor-FMUSP)  ( Vídeo ) 9h55-10h20   – P&R 10h25-10h50 – Café Interativo 10h55-11h45   – Painel 2 – Construção de estratégias para melhorar o cenário das condições nefro-hepato-cardio-metabólicas não transmissíveis no país (moderação: Glaucia Duarte , ADJ | SBD | IDF )  11h00-11h15  – Características de um PL: o que pode e o que não pode fazer parte de um PL, e quais componentes aumentam as chances de um PL se tornar uma lei? ( Carla Marione e Juliana Vieira , Assessoria Parlamentar Federal)  ( Vídeo ) 11h20-11h30  – Como planejar e executar uma campanha bem-sucedida na área de saúde? ( Daniela Guedes , ACT Promoção da Saúde)  ( Vídeo ) 11h35-11h45  – P&R 11h45-11h55  – Preencha sua filipeta de interesse, entregue e se posicione para a foto 12h00-13h00 – Almoço 13h05   – Apresentação dos especialistas no auditório, com uma dica geral de estratégia (2 min cada) 13h20   – Divisão dos grupos e início dos trabalhos Grupo 1 – com Carla Marione e Débora Alighieri Grupo 2 – com Pedro Salomão e Maíra Micheletti Grupo 3 – com Juliana Vieira e Elton Prates Grupo 4 – com Daniela Guedes e Vanessa Mello Rodrigues 15h15-15h35 – Café Interativo 15h40   – Finalização dos PLs e Campanha, com pacto para acompanhamento e apoio coletivo aos seus trâmites 16h40  – Definição de quem apresentará o PL ou Campanha e os próximos passos 16h50  – Apresentação dos grupos no auditório Semana Nacional de Promoção de Saúde e Bem-Estar ( Vídeo ) Apresentação dos grupos - Alteração da Lei Federal nº13895/2019 (Diabetes) ( Vídeo ) 17h20 – Encerramento Fotos do Evento para elaboração de PLs Nefro-Hepato-Cardio-Metabólicas 2025 Painelistas e Moderador Ana Carolina Micheletti, MSc, PhD (UFMG) Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. Doutora em Enfermagem na linha de pesquisa Promoção da Saúde, Prevenção e Controle de Agravos pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestrado em Ciências da Saúde área de concentração Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Pesquisadora da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais e bolsista de Pós-doutorado Júnior do CNPq. Atuação como enfermeira nas áreas assistências e de gestão em urgência, emergência, trauma, terapia intensiva e educação permanente. Atuação como docente de cursos de graduação e pós-graduação na área da enfermagem e saúde. Átila Trapé, MSc, PhD (USP) Graduado em Educação Física em duas modalidades: Bacharelado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Licenciatura em Educação Física pelo Centro Universitário Ítalo-Brasileiro. Cursou especialização na UNIFESP-SP. Mestre e Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). Foi docente na Universidade Paulista (UNIP-Ribeirão Preto), no Centro Universitário Moura Lacerda e na Universidad Montrer (México). Está como editor-chefe da Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde (RBAFS) e coordenador do PET-Saúde Ribeirão Preto. Atualmente é docente na Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EEFERP-USP), onde lidera o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Física e Saúde Coletiva e orienta no Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Educação Física. Carla Marione (Assessora Parlamentar) Graduada em Comunicação Institucional/Relações Públicas pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), com especialização em Ciências Políticas, Poder Legislativo e Análise de Políticas Públicas pela Universidade Cândido Mendes. Foi Coordenadora da Assessoria de Comissões Temáticas na Câmara dos Deputados e Coordenadora de Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares (ASPAR) no Poder Executivo. Atualmente é Assessora parlamentar na Câmara dos Deputados. Daniela Guedes  (ACT Promoção da Saúde) Diretora de Campanhas e Mobilização Jornalista formada pela Faculdade da Cidade/RJ, com MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Fellow no Global Tobacco Control Leadership Program/Johns Hopkins University of Public Health. Possui experiência na área de comunicação empresarial e marketing, tendo trabalhado em agências de publicidade, veículos de comunicação e departamentos de comunicação e marketing de empresas públicas e privadas. Em 2020, Daniela recebeu o Prêmio Judy Wilkenfeld de Excelência Internacional em Controle do Tabagismo, dado pela Campaign for Tobacco-Free Kids. Débora Alighieri, MSc (SBD) Graduada em Direito, Mestra em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP, tem DM1, advogada e ativista em saúde. Atua como Conselheira Municipal de Saúde em São Paulo pelo segmento dos usuários, administradora do blog Diabetes e Democracia, e atualmente é a Coordenadora de advocacy da SBD. Elton Sady (ABEn-MG | GT Diabetes FórumCCNTs) Graduado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrando em Enfermagem do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFMG, na linha de Saúde Coletiva. Integra os grupos de pesquisa: Observatório de Doenças e Agravos não Transmissíveis, Rede GBD Brasil e o Global Burden of Disease Collaborative Network. Foi coordenador e fundador do Comitê Estudantil da ABEn-MG e integrou o Comitê Estudantil da ABEn Nacional. Atua em pesquisas com ênfase nas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) utilizando bases nacionais de inquéritos populacionais em saúde. Atualmente é Secretário Geral da Associação Brasileira de Enfermagem. Glaucia Duarte, MD, PhD (ADJ | SBD | IDF) Graduada em Medicina e Especialista em Endocrinologia e Metabolismo pela Universidade Estadual de Campinas, Especialista em Dor pela Universidade de São Paulo (USP), Doutorado pela USP e Pós-Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo. Integrante do Projeto Educando Educadores (ADJ/SBD/IDF-SACA). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Endocrinologia, atuando em tireóide (iodo e tireóide, ultrasonografia de tireóide em crianças e idosos, carcinoma de tireoide), diabetes (promoção em saúde, orientação, prevenção de complicações crônicas) e obesidade (enfoque em reeducação alimentar). Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Membro da Sociedade Latino Americana de Tireóide e do International Council for the Control of Iodine Deficiency Disorders. Foi também Gerente Médica na Procter & Gamble (P&G). Atualmente é Membro departamento pré diabetes e diabetes tipo 2 da SBD. Luiz Bortolotto, MD, PhD (InCor | SBH) Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Doutorado em Cardiologia pela FMUSP, com Estágio de Pós-Doutorado no Hospital Broussais - Paris, sob supervisão do Professor Michel Safar. Atuou no Programa de Tutoria Promovido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Professor Colaborador Médico e Orientador do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Cardiopneumologia, disciplina de Cardiologia pela FMUSP, Participou como Revisor e Membro da Revista Brasileira de Hipertensão e Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Atualmente é Diretor da Unidade Clínica de Hipertensão, InCor-HCFMUSP. Maíra Micheletti (UFMG) Especialista em Ciências Penais pelo programa de Pós-graduação da Escola de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; Direito Privado pelo programa de Pós-graduação da Escola de Direito da Universidade Cândido Mendes; Direito Previdenciário pelo programa de Pós-graduação da Escola de Direito da Universidade de Itaúna. Bacharel em Direito pelo Centro Universitário Newton Paiva. Advogada, com inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados de Minas Gerais. Tem experiência nas áreas de Direito Administrativo, Direito Criminal, Direito do Consumidor, Direito Empresarial e Direito Trabalhista. Atua em pesquisas com foco em direito, CCNTs, imunização, saúde coletiva e direitos das crianças e adolescentes. Atualmente é pesquisadora da UFMG e Juíza Leiga do Tribunal de Justiça do Paraná. Pedro Salomão (Assessor Parlamentar) Bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), com especialização em Direito Constitucional e em Direito Legislativo pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Atuou como assessor parlamentar na Câmara dos Deputados e assessor jurídico em diferentes lideranças partidárias, incluindo Solidariedade e NOVO, além do gabinete do deputado Kim Kataguiri. Atualmente é Assessor Jurídico da Liderança do NOVO na Câmara dos Deputados. Sheila Martins, MD, MSc, PhD (Rede Brasil AVC | WSO) Médica Neurologista pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Doutora em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo. Atuou como Chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, e é ex-Presidente da Sociedade Iberoamericana de Enfermidades Cerebrovasculares. Vasta experiência como Professora da Faculdade de Medicina e da Pós-Graduação em Ciências Médicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e também Coordenadora do Programa de Neurologia Vascular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Atualmente é Presidente da Rede Brasil AVC e World Stroke Organization (WSO). Vanessa Mello Rodrigues, MSc, PhD (GHAI) Nutricionista, Mestre e Doutora em Nutrição (PPGN/UFSC). Especialista em Saúde Pública (PPGSP/UFSC). Membro do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições. Doutorado na Univeristy of Oxford, Reino Unido; Pós-Doutorado Marie Sklodowska-Curie na Bournemouth University, Reino Unido; Pós-Doutorado Newton Fund - Institutional Links no PPGN/UFSC. Tem experiência em pesquisas relacionadas à rotulagem nutricional em produtos embalados, modelos de avaliação de perfil nutricional de alimentos, implantação de rotulagem em restaurantes , fatores associados à cadeia de produção de vegetais e frutas, e estratégias para melhoria da qualidade de vegetais oferecidos em restaurantes institucionais. Recebeu menção honrosa no Prêmio Capes. Atualmente é coordenadora local do Food Policy Program Brazil da Global Health Advocacy Incubator (GHAI). Mark Barone, PhD (FórumCCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor e VP da Federação Internacional de Diabetes (IDF). Atualmente é Coordenador-geral do FórumCCNTs, Membro Honorário da ADJ Diabetes Brasil e Membro do Advisory, Scientific, ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI, NCD-Lab-GCM/WHO e LFAC. Instituições Confirmadas ABEn-MG ACT Promoção da Saúde ADJ Diabetes Brasil APAN Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar Associação Brasileira de Pessoas com Obesidade Atópicos Brasil Câmara dos Deputados Centro de Recuperação e Educação Nutricional (CREN) Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EEFERP-USP) Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Medicina da USP Global Health Advocacy Incubator (GHAI) HCFMUSP Hcor IFPB Instituto Cordial Missão Sal da Terra Movimento Influencers Diabetes Brasil ONG Obesidade Brasil Partido dos Trabalhadores Rede Brasil AVC SBD Secretaria da Saúde de Guarulhos/SP Secretaria de Saúde de Miraíma/CE Sociedade Brasileira de Hipertensão Sociedade Brasileira de Nefrologia UNIFESP Universidade Federal da Bahia Universidade Federal de São Paulo Universidade Federal do Rio de Janeiro Vital Strategies World Stroke Organization Na Imprensa Andrea Levy (Obesidade Brasil) Doralice Ramos (PBO) Elton Sady (ABEn-MG) Glaucia Duarte (ADJ | SBD | IDF) Glenda Cardoso (Influencer) Melyne Rocha (Missão Sal da Terra) Silvia Menanteau (ABRATA) Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) Parceiros

  • Umane abre chamada, até 5/6, para projetos de enfrentamento às CCNTs

    Está aberta a chamada de submissão de projetos em Saúde Pública da Umane , voltada ao apoio de iniciativas que contribuam para o fortalecimento do sistema de saúde no Brasil , com foco estratégico no enfrentamento e redução de riscos das CCNTs no Brasil . As inscrições vão até 05/06/2026 . Imagem: Divulgação A iniciativa busca selecionar projetos alinhados ao SUS e às diretrizes programáticas da Umane , que promovam redução de risco e enfrentamento das condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) , com impacto relevante , sustentabilidade  e potencial de escala . O que a Umane busca apoiar? Projetos alinhados às prioridades estratégicas da Umane Iniciativas que beneficiem direta ou indiretamente o SUS Propostas com impacto relevante, sustentabilidade e potencial de escala Ações que contribuam para o fortalecimento institucional dos territórios e das redes de atenção à saúde Projetos que gerem aprendizados, evidências ou soluções com potencial de replicação e incorporação pelo sistema de saúde Serão valorizadas propostas que contribuam para o fortalecimento institucional dos territórios  e das redes de atenção à saúde , gerando aprendizados, evidências ou soluções  com possibilidade de replicação  e incorporação pelo sistema de saúde . Podem submeter projetos organizações sem fins lucrativos , desde que apresentem capacidade técnica e institucional comprovada  e atuem em parceria ou articulação com instituições do sistema de saúde . Cada organização pode submeter mais de uma proposta , sendo aprovada no máximo uma. As propostas devem prever duração mínima de 12 meses e máxima de 36 meses , permitindo planejamento adequado, implementação consistente e avaliação dos resultados alcançados. O período de submissão  está aberto de 02 de fevereiro a 05 de junho de 2026 , com a realização de dois ciclos de avaliação  ao longo do processo seletivo. Esta chamada representa uma oportunidade relevante para organizações que atuam no campo das CCNTs , interessadas em ampliar impacto, fortalecer redes locais e contribuir para soluções sustentáveis em Saúde Pública . Fonte: Umane

  • Edital GSK 2026: inscrições abertas até 31/4

    Está oficialmente aberto o Edital de Projetos GSK 2026 , uma iniciativa que busca apoiar ações alinhadas às prioridades estratégicas definidas no edital . A chamada representa uma oportunidade relevante para fortalecer iniciativas da sociedade civil no campo das CCNTs/DCNTs , com foco em cuidado centrado nas pessoas  e redução de risco . Inscreva-se até 31/04/2026. Imagem: GSK O edital convida associações que representam pessoas com condições crônicas  a submeterem propostas de projetos  alinhadas às diretrizes estabelecidas. As iniciativas apoiadas poderão contribuir para ampliar o acesso à informação , fortalecer redes de apoio  e promover respostas mais equitativas e sustentáveis . Todas as informações oficiais sobre o edital, incluindo o documento informativo completo  e as instruções detalhadas para submissão , estão disponíveis na página oficial do edital da GSK Brasil . Esse documento reúne os critérios de elegibilidade , os requisitos obrigatórios  e as orientações técnicas  para participação. O prazo final para envio dos projetos é até 30 de abril de 2026 , e não serão aceitas submissões fora desse período . As organizações interessadas são incentivadas a se organizar com antecedência para garantir o cumprimento de todas as exigências previstas. Imagem: Reprodução As propostas devem ser enviadas exclusivamente para o e-mail projetos.pags@gsk.com , conforme indicado no edital. O envio correto, respeitando os formatos, documentos e procedimentos exigidos , é essencial para que a proposta seja considerada válida. Destacamos que toda a documentação necessária para a submissão  — incluindo os itens primordiais para avaliação  — está detalhada no documento informativo disponível na página do edital . Recomendamos fortemente a leitura atenta desse material antes do envio  dos projetos. Acesse o Regulamento e Edital aqui . Fonte: GSK

  • Concurso de Melhores Projetos de CCNTs 2026 - Inscrições até 19/02/2026

    O FórumCCNTs abre as inscrições para o Concurso de Melhores Projetos Intersetoriais e Multistakeholder de CCNTs no Brasil 2026 . Podem participar projetos implementados no território nacional, em andamento ou concluídos há menos de um ano, que atendam aos critérios de elegibilidade definidos no edital (disponível abaixo). O período de inscrições se encerra em 19/02/2026 . Serão selecionados 15 projetos de destaque , que participarão do 18º Encontro do FórumCCNTs , em abril de 2026: 5 projetos serão apresentados oralmente; 10 projetos serão apresentados na modalidade pôster. Os líderes dos 15 projetos selecionados terão seus contatos compartilhados com as instituições participantes do 18° Encontro do FórumCCNTs , estimulando parcerias e cooperação intersetorial. Durante o evento, a Comissão Avaliadora anunciará os três vencedores entre os projetos de apresentação oral, que receberão prêmios de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 7 mil , respectivamente, para ampliar o alcance e o impacto de suas iniciativas. O Concurso reconhece projetos inovadores nas áreas de redução de risco, promoção, diagnóstico e tratamento de Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs) ou de seus fatores de risco. São especialmente valorizadas as ações com resultados compartilháveis, envolvimento ativo das comunidades beneficiárias e foco em populações em situação de vulnerabilidade. Confira o edital completo abaixo: Formulário para inscrição - Até 19 de fevereiro de 2026: Parceiros Corporativos:

  • Participe até 31/3: APHA 2026 abre chamada para submissão de Resumos e inscrições para Avaliadores

    A American Public Health Association (APHA) lançou as chamadas oficiais para o APHA 2026 Annual Meeting & Expo , um dos maiores encontros globais da saúde pública. A iniciativa reúne pesquisadoras(es), profissionais, gestoras(es) e organizações para compartilhar evidências, experiências e caminhos para enfrentar desafios contemporâneos da saúde coletiva. As inscrições vão até 31/03/2026 . Imagem: Divulgação O evento é reconhecido por promover o diálogo entre ciência, políticas públicas e práticas , com foco em equidade, justiça social e respostas sistêmicas aos determinantes da saúde . o tema deste ano é “ Juntos Prosperamos: Saúde ao Longo da Vida ” e a edição de 2026 mantém esse compromisso ao estimular contribuições diversas e interdisciplinares. Chamada para submissão de resumos (Call for Abstracts) O Call for Abstracts do APHA 2026 Annual Meeting & Expo  convida pesquisadoras e pesquisadores, profissionais e coletivos interessados a submeter resumos para apresentações orais e em pôster  no maior encontro anual de saúde pública do mundo, que ocorrerá de 1º a 4 de novembro de 2026, em San Antonio, Texas (EUA) . A chamada está aberta para trabalhos que abordem o tema central do evento — “Together We Thrive: Health Across the Lifespan” (Juntos Nós Prosperamos: Saúde ao Longo da Vida) , incluindo questões atuais e emergentes que impactam a saúde coletiva. O prazo final para submissão de resumos é 31 de março de 2026, às 23h59 (PDT) , sem possibilidade de prorrogação, e as notificações de aceite serão enviadas por e-mail em 2 de junho de 2026 . Podem submeter resumos pesquisadores e profissionais com ou sem associação prévia à APHA , mas, se aceitos , os autores responsáveis devem tornar-se membros da APHA e registrar-se para participar presencialmente da conferência . As submissões devem respeitar as regras de formato — texto de até 250 palavras , trabalho original não pode ter sido apresentado ou publicado antes de 4 de novembro de 2026 , e todas as apresentações serão em formato presencial  durante o encontro. Informações sobre como ser Avaliador ( Call for Reviewers ) Imagem: Reprodução O Call for Reviewers do APHA 2026 Annual Meeting & Expo  convida profissionais e pesquisadoras(es) da saúde pública a participarem como revisores dos resumos submetidos para o encontro internacional , que terá como tema central “Together We Thrive: Health Across the Lifespan” . Ser revisor é uma oportunidade de desenvolvimento profissional  e de contribuir diretamente para a qualidade do conteúdo científico que será apresentado no evento, avaliando trabalhos que abordam temas emergentes e estratégicos em saúde pública. Para se inscrever como revisor, é necessário selecionar seções, fóruns ou tópicos específicos  de interesse dentro da plataforma da APHA e preencher o formulário correspondente com as suas informações de contato. Durante o processo, os revisores também precisam completar o formulário de Declaração de Conflito de Interesses , requisito formal para assegurar a integridade da avaliação científica, e serão atribuídos resumos a serem avaliados por e-mail até 6 de abril de 2026 . A iniciativa oferece uma forma de se envolver mais profundamente com a comunidade global de saúde pública, trocar conhecimento com colegas de diferentes países e áreas  e influenciar diretamente a construção da programação científica do encontro. As informações completas sobre prazos , critérios , modalidades de participação  e valores de inscrição , assim como as orientações para submissão de resumos, estão disponíveis nas páginas oficiais da APHA. Os links diretos para cada chamada podem ser acessados abaixo: Submissão de resumos: https://apha.confex.com/apha/2026/cfp.cgi Inscrição e participação: https://apha.confex.com/apha/2026/cfr.epl Fonte: APHA

  • Edital apoia pesquisas sobre envelhecimento no Brasil; Inscrições vão até 12/2

    Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Edital Acadêmico de Pesquisa Envelhecer com Futuro , iniciativa do Itaú Viver Mais , em parceria com o Portal do Envelhecimento . A chamada apoia pesquisas acadêmicas que contribuam para compreender o envelhecimento no Brasil e fortalecer o debate público e a formulação de políticas com impactos concretos na vida das pessoas. As inscrições vão até 12 /02/2026 . Imagem: Divulgação O edital é voltado a estudos que abordem o envelhecimento a partir de diferentes perspectivas, como segurança financeira , trabalho , desigualdades , sustentabilidade  e outros temas estruturantes para uma sociedade que envelhece de forma diversa e desigual. As pesquisas apoiadas devem contribuir para qualificar práticas, serviços e políticas públicas . Um dos estudos contemplados em edições anteriores, por exemplo, resultou na criação de um guia para aprimorar o atendimento de profissionais do Sistema Único de Assistência Social , considerando a diversidade da velhice e suas necessidades de cuidado. Outro projeto apoiado identificou barreiras tecnológicas que dificultam o acesso de pessoas com mais de 60 anos a direitos e à justiça , o que incentivou a Defensoria Pública do Estado do Pará a criar núcleos de atendimento presencial para enfrentar esses desafios. Desde 2020, o edital já apoiou 39 projetos em todo o país , fortalecendo um campo de estudos ainda em consolidação e ampliando o diálogo entre academia, sociedade civil e gestores públicos. As inscrições estão abertas até 12 de fevereiro . Todas as informações sobre critérios, regulamento e processo de inscrição estão disponíveis no site oficial do edital: https://www.itauvivermais.com.br/pilares/editais/ Fonte: Itaú

  • LIVE - CCNTs/DCNTs: Previsões e Orientações para 2026 - 30/01, às 15h

    Objetivos: Identificar as prioridades relacionadas às CCNTs para 2026 , orientando a rede do FórumCCNTs para ações mais assertivas e com mais potencial de impactar positivamente a saúde da população , em prazo mais curto, com destaque para: CCNTs em população 60+ Agora Tem Especialistas: está implementado e melhorando desfechos de CCNTs? Como exercer influência, a fim de garantir a priorização de CCNTs nos planos de candidatas(os) a presidente, governador(a) e parlamentares? Agenda: 15h00-15h05 – Abertura e Contextualização (moderação: Mark Barone , FórumCCNTs) ( Vídeo ) 15h05-15h10 – Introdução ( Beatriz Battistella Nadas , IMAP-Curitiba)  ( Vídeo ) 15h15-15h20 – Introdução ( Ana Maria Malik , FGV )  ( Vídeo ) 15h25-15h30 – Introdução ( Edgar Moraes , UFMG)  ( Vídeo ) 15h30-16h00 – Debate interativo  ( Vídeo ) 16h05-16h20 – Recomendações finais de cada debatedor para o plano 2026 das instituições que trabalham com CCNTs  ( Vídeo ) Debatedores/as e Moderador Ana Maria Malik , MD, PhD ( FGV ) Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas – SP e doutorado em Medicina (Medicina Preventiva) pela Universidade de São Paulo. Professora titular da Fundação Getúlio Vargas – SP, com ampla trajetória acadêmica e institucional na área da Saúde Coletiva. Atua como parecerista ad hoc das revistas Ciência & Saúde Coletiva, Revista de Economia Política, Revista de Saúde Pública e Saúde em Debate, além de integrar o conselho editorial da Revista Einstein. É membro do conselho da Associação Latina para Análise dos Sistemas de Saúde (ALASS), conselheira da Conferência Luso-Francófona de Saúde (COLUFRAS) e membro do conselho de gestão delegada do Serviço Social da Construção Civil. Possui ampla experiência em Saúde Coletiva, com ênfase em Administração e Gestão em Saúde. Atualmente, é Professora convidada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Beatriz Battistella Nadas, MSc (IMAP-Curitiba) Cirurgiã-dentista formada pela Universidade Federal do Paraná, com mestrado em Gestão em Tecnologia e Inovação em Saúde pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. Especialista em Odontopediatria, Saúde Coletiva, Gestão de Assuntos Públicos e Gestão da Clínica nas Redes de Atenção à Saúde. Servidora pública municipal em Curitiba desde 1986, atuou como Supervisora de Distrito Sanitário, Diretora, Superintendente Executiva e Secretária Municipal da Saúde, participando de todas as etapas de implantação do SUS no município. Possui ampla experiência em saúde pública, políticas públicas, saúde bucal, vigilância sanitária, promoção da saúde e saúde digital. Atualmente é Presidente do Instituto Municipal de Administração Pública (IMAP). Edgar Moraes , MD, PhD ( UFMG ) Médico com mestrado e doutorado em Infectologia e Medicina Tropical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua como docente da UFMG desde 1991, com trajetória consolidada na formação médica e na assistência em geriatria e gerontologia. É especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e foi membro do Comitê Assessor em Saúde do Idoso do Ministério da Saúde entre 2012 e 2017. Possui ampla experiência em políticas públicas, atenção à saúde da pessoa idosa e organização de serviços de geriatria. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Clínica Médica da UFMG, coordenador do Núcleo de Geriatria e Gerontologia, do Serviço de Geriatria e do Programa de Residência Médica em Geriatria do Hospital das Clínicas da UFMG, além de consultor do CONASS na área de Saúde da Pessoa com mais de 60 anos. Mark Barone, PhD (FórumCCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, com especialização em Educação em Diabetes e Comunicação, e fellowship no Public Health Institute. Desenvolve pesquisas e projetos de empoderamento e advocacy em saúde, liderança de (im)pacientes e saúde global. Experiente na articulação de parcerias para implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Vice-Presidente da ADJ Diabetes Brasil e da Federação Internacional de Diabetes, e membro dos Steering Committees do NCD-Lab e do Symposium on Meaningful Engagement of PLWNCDs, GCM/OMS. É fundador e Coordenador-Geral do FórumCCNTs, Membro Honorário da ADJ Diabetes Brasil e integra comitês estratégicos nas instituições: IAPO, BMJ Patients Panel, FIND e LFAC. Parceiros Institucionais

  • Vigitel 2025: diabetes cresce 135% no Brasil em 18 anos; obesidade, hipertensão e outros riscos também avançam

    O número de adultos brasileiros diagnosticados com diabetes aumentou 135% em 18 anos , passando de 5,5% da população em 2006 para 12,9% em 2024 , conforme os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Condições Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2025 , divulgados recentemente pelo Ministério da Saúde . Foto: Freepik O Vigitel , sistema de vigilância implantado em 2006 em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal com objetivo de monitorar anualmente fatores de risco e proteção para condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) , fornece o panorama mais abrangente sobre a saúde adulta no país, incluind o diabetes, hipertensão, obesidade, tabagismo, alimentação e atividade física . Além do diabetes , a   obesidade cresceu 118% no período entre 2006 e 2024 , e o excesso de peso já atinge mais de 60% da população adulta no Brasil . A prevalência de hipertensão arterial , outro fator de risco importante para condições cardiovasculares, também avançou, de 22,6% em 2006 para cerca de 29,7% em 2024 . Esses indicadores reafirmam o crescimento contínuo de condições crônicas no país, que compartilham fatores de risco modificáveis, como sedentarismo, alimentação desequilibrada, consumo de álcool e, historicamente, o tabagismo . O Vigitel 2025 mostra mudanças importantes nos hábitos da população. A prática de atividade física no deslocamento caiu de 17% em 2009 para 11,3% em 2024 , embora a realização de atividades físicas moderadas no tempo livre tenha aumentado para 42,3% da população adulta . O consumo regular de frutas e hortaliças permaneceu estável ao longo dos anos, girando em torno de 31% da população. O Vigitel monitora o tabagismo como fator de risco desde sua implantação . Embora relatórios anteriores apontaram tendência de queda no hábito de fumar ao longo da série histórica, há sinais recentes de estagnação e possível reversão desse cenário , ainda em fase de consolidação nos dados mais recentes. Especialistas associam esse movimento a dois fatores principais: a estagnação da política de preços e impostos sobre produtos de tabaco, sem reajustes por cerca de oito anos, e o aumento da experimentação de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) . O contexto reforça o papel central da política tributária como uma das medidas mais eficazes para o desestímulo ao consumo de tabaco e a redução de risco de condições crônicas associadas. Em resposta aos alarmantes indicadores, o Ministério da Saúde lançou a   estratégia Viva Mais Brasil , com foco na promoção da saúde, redução de risco de condições crônicas e melhoria da qualidade de vida da população. Foto: Ministério da Saúde O programa contará com investimento de R$ 340 milhões , com destaque para a retomada da Academia da Saúde, que receberá R$ 40 milhões ainda em 2026 . A estimativa é expandir a oferta de espaços para práticas de atividade física, com credenciamento de centenas de novas unidades no país. A estratégia inclui também iniciativas voltadas à alimentação saudável, redução de fatores de risco como tabagismo e álcool, promoção da vacinação e fortalecimento da Atenção Primária em Saúde , com  repasses que podem chegar a 30% a mais para municípios que cumprirem indicadores de qualidade definidos pelo Ministério da Saúde. Os dados do Vigitel 2025 reforçam que o Brasil enfrenta um ciclo crescente de condições crônicas e fatores de risco associados a estilos de vida , que exigem ações integradas entre políticas públicas, educação em saúde e participação comunitária. A inclusão de indicadores como sono e qualidade de vida amplia a compreensão dos determinantes sociais da saúde , enquanto o debate sobre tabagismo e tributação evidencia a necessidade de políticas econômicas como instrumentos centrais de promoção da saúde. A continuidade e qualificação de vigilância, aliadas ao fortalecimento de políticas como o Viva Mais Brasil , são apontadas por especialistas e gestores como caminhos essenciais para reverter tendências e reduzir o impacto das condições crônicas no sistema de saúde e na vida dos brasileiros. Fonte: Ministério da Saúde

  • Conexão Sanofi 2026: abertas as inscrições para fortalecer iniciativas de impacto em saúde e bem-estar; Participe até 20/02/2026

    [ATUALIZADO EM 29.01.26] O Conexão Sanofi 2026  está com inscrições abertas para organizações e coletivos que desej am impulsionar iniciativas transformadoras em saúde, inovação e bem-estar em todo o país . A edição é organizada pela Sanofi , como parte de seu compromisso com a promoção de soluções sociais sustentáveis. As propostas podem ser enviadas até 20 de fevereiro de 2026 , prazo essencial para quem busca apoio institucional para ampliar seu impacto. Nesta edição, o programa reforça sua missão de apoiar projetos que ampliem o cuidado voltado às pessoas , promovendo acesso, inclusão, participação social e transformação positiva nos territórios. O edital convida iniciativas que dialogam com desafios contemporâneos da saúde, fortalecendo abordagens que aproximem tecnol ogias, estratégias comunitárias e olhares humanizados. O Conexão Sanofi 2026  também incentiva projetos que aprofundem a colaboração entre setor social, instituições, coletivos e diferentes áreas do conhecimento. A essência do edital está na construção conjunta  e no estímulo a modelos capazes de gerar resultados contínuos, alinhados a práticas mais justas e integradas. Outro ponto central é a valorização da diversidade de contextos e experiências. O edital reconhece que iniciativas locais têm potência própria e aposta na capacidade das organizações de promover mudanças significativas em suas comunidades , fortalecendo vínculos e ampliando oportunidades de cuidado e bem-estar. Eixos temáticos: Conscientização e educação em saúde (awareness) Políticas públicas e Advocacy Apoio à jornada do paciente Além disso, o programa se apresenta como uma via estratégica para ampliar a visibilidade de iniciativas que já estão fazendo a diferença . Ao apoiar projetos que dialogam com temas urgentes da agenda nacional, a Sanofi reafirma seu compromisso com soluções inovadoras que colocam as pessoas no centro das ações . As inscrições seguem abertas até 20/02/2026 , e podem ser realizadas no site oficial do edital. Esta é uma oportunidade para organizações que desejam fortalecer suas iniciativas, consolidar parcerias e ampliar o impacto positivo nos territórios onde atuam. Acesse o edital aqui . Inscreva-se aqui . Fonte: Sanofi

  • Agir cedo em CCNTs: um marco para sistemas de saúde

    O World Economic Forum (WEF)  lançou, em janeiro de 2026 , o white paper Acting Early on Non-Communicable Diseases: A Framework for Health System Transformation , que apresenta um marco estratégico para transformar sistemas de saúde  diante do crescimento das condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) . O documento reúne evidências e análises de oito países  e destaca que agir de forma antecipada, integrada e equitativa  é decisivo para melhorar a qualidade de vida das pessoas , fortalecer a sustentabilidade dos sistemas de saúde  e reduzir desigualdades . Imagem: Reprodução O relatório parte do reconhecimento de que as CCNTs já respondem por cerca de 75% das mortes globais  e exercem pressão crescente sobre sistemas de saúde , mesmo em contextos com cobertura universal. Apesar da ampla evidência sobre intervenções custo-efetivas , o documento aponta que muitos sistemas seguem orientados para respostas tardias, fragmentadas e centradas no cuidado agudo , deixando de capturar os benefícios da redução de risco , do diagnóstico oportuno  e do cuidado integrado ao longo da vida . A publicação propõe um enquadramento analítico baseado em seis domínios interconectados : prevenção e cuidado , governança , financiamento , força de trabalho , medicamentos e tecnologias , e sustentabilidade ambiental . Ao longo do texto, o WEF demonstra que ações isoladas tendem a ter impacto limitado  e que resultados consistentes dependem da articulação entre políticas públicas, organização dos serviços e implementação efetiva baseada em evidências . Um dos principais destaques do relatório é a necessidade de reorganizar os sistemas de saúde  para lidar com fatores de risco comuns  e com a multimorbidade , rompendo abordagens centradas em condições específicas. O documento enfatiza que estratégias integradas de redução de risco, rastreamento, cuidado contínuo e apoio ao autocuidado  podem gerar benefícios em cascata , tanto para as pessoas quanto para os sistemas, além de contribuir para a equidade em saúde . O recurso também chama atenção para desigualdades persistentes , mostrando que populações em maior vulnerabilidade social  enfrentam maior exposição a riscos , menor acesso a cuidados oportunos  e piores desfechos . Nesse sentido, o relatório reforça que políticas universais só produzem resultados equitativos quando são desenhadas de forma explícita para alcançar quem mais precisa , com financiamento sustentável , monitoramento contínuo  e participação social significativa . Voltado a formuladores de políticas, gestores, profissionais de saúde, pesquisadoras(es) e organizações da sociedade civil , o white paper do WEF oferece subsídios relevantes para o fortalecimento da agenda das CCNTs . Ao evidenciar que os principais obstáculos para agir cedo são institucionais e políticos — e não técnicos — , o documento convida à ação coordenada  e ao compromisso de longo prazo  com sistemas de saúde mais justos, resilientes e centrados nas pessoas . Baixe o material completo aqui: Fonte: World Economic Forum

  • O cuidado centrado nas pessoas permanece mais um princípio do que uma prática

    Texto de Carolyn Taylor Acesse o conteúdo original aqui . No meu trabalho em contextos com poucos recursos, assim como na minha própria experiência vivida com o câncer, tenho visto a mesma desconexão em serviços de saúde: os sistemas de saúde falam sobre “ cuidado centrado nas pessoas ”, mas raramente o realizam. Membros da Comissão de Saúde Global da Lancet sobre Cuidados Centrados na Pessoa para Cobertura Universal de Saúde em Bangkok, agosto de 2025, para sua segunda reunião. Foto: UICC Globalmente, as pessoas enfrentam longas esperas, caminhos de cuidado confusos, suporte psicossocial limitado, sobrecarga financeira e confiança frágil nos sistemas. Pessoas que oferecem suporte, que assumem os encargos emocionais e logísticos, muitas vezes são invisíveis nas políticas. Mesmo em contextos bem equipados, pessoas descrevem sentir-se não ouvidas, sem apoio ou reduzidas a um horário de consulta. Essas histórias evidenciam uma realidade que todos nós conhecemos: a excelência técnica sozinha não garante um cuidado humano. À medida que nos aproximamos do World Cancer Day , essas experiências destacam o fato de que o cuidado ainda é, com demasiada frequência, moldado em torno do sistema, e não da pessoa. O cuidado centrado nas pessoas  (CCP) não é uma ideia nova. A Organização Mundial da Saúde o defende há anos. Ainda assim, o CCP continua sendo definido, medido e implementado de maneira inconsistente em diferentes contextos. Sem clareza e responsabilidade, o CCP torna-se um slogan em vez de um sistema. É por isso que a Lancet Global Health Commission on People-Centred Care for Universal Health Coverage (UHC)  foi convocada: para trazer coerência e credibilidade a um conceito amplamente endossado, mas raramente operacionalizado. Por que o CCP importa nas realidades vividas com o câncer O câncer afeta muito mais do que corpos. Ele interrompe vidas, famílias, identidades e futuros. Em contextos com poucos recursos, essas pressões se intensificam. Encontrei famílias que venderam sua casa para pagar o tratamento; pessoas que oferecem suporte que viajam horas todos os dias; jovens que escondem seus diagnósticos por causa do estigma ou do medo de perder seus empregos. O câncer não é apenas uma condição clínica, é uma experiência profundamente pessoal, social, emocional e econômica que se desdobra nas comunidades e nos sistemas de saúde. O cuidado centrado nas pessoas reconhece isso e questiona: As pessoas se sentem respeitadas e ouvidas? Elas são parceiras nas decisões que moldam suas vidas? Os serviços respondem às necessidades culturais, sociais e econômicas? O cuidado reduz — em vez de reforçar — as desigualdades? Quando o CCP é aplicado de forma significativa, ele fortalece a confiança, melhora a adesão, reduz o sofrimento e garante que o cuidado não seja apenas tecnicamente excelente, mas também navegável e viável na vida cotidiana . Essa é a essência da mensagem do World Cancer Day  “United by Unique”: a singularidade de cada pessoa deve moldar a maneira como o cuidado é desenhado e oferecido. Clareza é a base para a ação Uma das descobertas iniciais da Comissão é que o CCP sofre de confusão conceitual. O CCP pode significar aptidões de comunicação em um contexto, desenho de serviços em outro, governança ou engajamento comunitário em um terceiro. Sem um significado compartilhado, a ação compartilhada torna-se impossível. Para enfrentar isso, a Comissão realizou uma análise conceitual inovadora, informada pelo realismo e participativa para: esclarecer o que realmente significa cuidado centrado nas pessoas; distinguir a centricidade nas pessoas (a filosofia) de CCP (a prática); identificar os antecedentes, características e consequências; desenvolver uma estrutura operacional que abranja os níveis de ponto de cuidado, sistema e políticas. Esse trabalho não é prescritivo. Em vez disso, fornece a base conceitual que os sistemas de saúde precisam para desenhar, implementar e medir de forma significativa o CCP. Sem clareza, não há responsabilidade, e sem responsabilidade, o CCP continua sendo uma aspiração em vez de uma realidade. Aprendendo com evidências globais — e lacunas globais A Comissão também está sintetizando evidências de todo o mundo, não para criar novas ferramentas, mas para entender como o CCP tem sido implementado, medido e traduzido em políticas. Isso inclui revisão de: estratégias de implementação; barreiras e facilitadores; abordagens de medição existentes; implicações políticas; exemplos ilustrativos onde o CCP contribuiu para melhorias mensuráveis. Ao longo dessas análises, emerge um tema consistente: o CCP tem sucesso quando os sistemas são intencionalmente projetados com as pessoas no centro. Experiência vivida como evidência, não anedota Uma característica definidora da Comissão é seu compromisso com a integração significativa de pessoas com experiência vivida. Pessoas com experiência vivida (PEV) moldaram a definição emergente de CCP, informaram a estrutura operacional e participam por meio do Forum for Lived Experience and Engagement (LEAF) , um grupo seleto de especialistas em experiência vivida, assim como um fórum aberto que convidará participação mais ampla, compartilhará atualizações e reunirá reflexões não sensíveis de comunidades globais. Suas percepções garantem que o trabalho da Comissão reflita as realidades daquelas pessoas mais afetadas pelas decisões dos sistemas de saúde. Para mim, como alguém que veio para este trabalho através do meu próprio diagnóstico — e através de anos ouvindo pessoas em clínicas e comunidades globalmente — a experiência vivida revela onde os sistemas falham, onde criam dano e onde oferecem esperança. É uma evidência essencial para entender como o CCP deve ser na prática. Um Call-To-Action no World Cancer Day Do trabalho da Comissão até agora, várias mensagens são claras: A clareza possibilita ação . Sem uma definição coerente de CCP, os sistemas de saúde não podem oferecê-lo ou medi-lo. O CCP é parte integrante da cobertura universal de saúde (UHC) . A cobertura exige dignidade, confiança, participação e responsividade. Os sistemas devem ser redesenhados em torno das pessoas . CCP requer mudança estrutural, não gestos superficiais. A experiência vivida fortalece os sistemas . Pessoas afetadas pelo câncer devem ser engajadas de forma significativa na construção do cuidado e das políticas. A medição deve refletir o que importa às pessoas . não apenas utilização, mas experiência, respeito e confiança. À medida que o mundo se prepara para se unir em torno da mensagem “United by Unique”, o trabalho da Comissão destaca uma verdade simples: o cuidado centrado nas pessoas só se torna real quando os sistemas reconhecem a humanidade e a singularidade das pessoas que eles existem para servir. Um esforço compartilhado por um futuro compartilhado O cuidado centrado nas pessoas não é uma única intervenção. É um compromisso com dignidade, confiança, responsividade e parceria. Alcançá-lo requer liderança, responsabilidade e disposição para remodelar sistemas em torno das pessoas que eles existem para servir. A Lancet Commission está oferecendo um elemento essencial dessa transformação: uma base mais clara sobre a qual países, defensorias, comunidades e sistemas de saúde podem construir. À medida que o World Cancer Day se aproxima, minha esperança é que este trabalho ajude a fortalecer uma mudança global rumo a um cuidado que não seja apenas clinicamente eficaz, mas profundamente humano. Quem é Carolyn Taylor? Comissária, Lancet Global Health Commission on People-Centred Care for Universal Health Coverage (UHC); Fundadora, Global Focus on Cancer Carolyn Taylor é fundadora e diretora executiva da Global Focus on Cancer e uma defensora internacionalmente reconhecida do cuidado centrado nas pessoas afetadas pelo câncer. Sobrevivente de câncer de ovário e de endométrio, ela trabalha para promover o acesso equitativo a cuidados de suporte em países de baixa e média renda. Carolyn lidera programas que alcançaram mais de 10 000 pessoas em todo o mundo, incluindo a iniciativa de apoio entre pares Stronger Together, premiada no Vietnã. Ela atua em diversos fóruns globais de saúde, incluindo a Lancet Global Health Commission on People-Centred Care for Universal Health Coverage, a Iniciativa Global da OMS para o Câncer de Mama e o Comitê Diretor do Simpósio da OMS sobre Engajamento Significativo. Fonte: UICC

  • FAPESP: Inscrições até 06/04 para o Prêmio Confap de CT&I

    Estão abertas as inscrições para a Etapa de Seleção da FAPESP ao Prêmio CONFAP de Ciência, Tecnologia e Inovação – Professora Niède Guidon (5ª edição) . A iniciativa reconhece contribuições relevantes para o avanço da ciência, da tecnologia, da inovação e da comunicação científica no Brasil , valorizando trajetórias e trabalhos que fortalecem a produção e a difusão do conhecimento. O prazo final para inscrições é 6 de abril de 2026 . Imagem: Freepik A seleção corresponde à etapa estadual no Estado de São Paulo , conduzida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) , que poderá indicar até seis pessoas  para representar o estado na etapa nacional do prêmio , organizada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) . O prêmio contempla as seguintes categorias e subcategorias : Pesquisador(a) Destaque  (Ciências da Vida, Ciências Exatas e Ciências Humanas); Pesquisador(a) Inovador(a)  (Inovação para o Setor Empresarial e Inovação para o Setor Público); e Profissional de Comunicação , voltada a pessoas com atuação em jornalismo científico  em diferentes mídias. Para as categorias de pesquisador(a) , é exigido título de doutorado obtido há mais de cinco anos  e vínculo institucional ativo com instituição sediada no Estado de São Paulo . Na categoria Profissional de Comunicação , devem se candidatar pessoas com atuação comprovada e produção relevante em divulgação científica . Cada candidatura pode concorrer em apenas uma categoria e subcategoria . O cronograma do edital  prevê inscrições de 20 de janeiro a 6 de abril de 2026 , com indicação das candidaturas pela FAPESP ao CONFAP até 30 de abril de 2026 . Os(as) indicados(as) nacionais serão anunciados(as) em agosto de 2026 , e a cerimônia de premiação ocorrerá em novembro de 2026 . As pessoas premiadas na etapa nacional receberão certificado, troféu e bonificação financeira , de acordo com a colocação em cada categoria: R$ 10.000 para o primeiro lugar, R$ 6.000 para o segundo lugar e R$ 3.000 para o terceiro lugar . O prêmio busca fortalecer a ciência brasileira, incentivar a inovação e valorizar a comunicação científica , aproximando conhecimento, políticas públicas e sociedade. 🔗 Acesse o Edital completo da FAPESP . 📝 Inscreva-se aqui . Fonte: FAPESP

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