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  • Ministério da Saúde responde Ofício do FórumCCNTs sobre Condições Respiratórias Crônicas; texto aponta abertura ao diálogo sobre o tema

    O FórumCCNTs encaminhou um ofício ao Ministério da Saúde , por meio de seu GT Condições Respiratórias Crônicas , em colaboração com a Coalizão Cheios de Fôlego , e aperfeiçoado com o auxílio de especialistas participantes do evento " Asma, DPOC, Rinite e Polipose Nasal: Definição de Compromisso para Melhorar o Cenário no Brasil ",  um conjunto de recomendações para fortalecer as estratégias de redução de risco, diagnóstico e cuidado das condições respiratórias crônicas (CRCs)  mais prevalentes no Brasil — incluindo asma, DPOC, rinite e polipose nasal . O documento destacou a urgência de ampliar o acesso a tratamentos, atualizar protocolos, fortalecer campanhas educativas, reduzir desigualdades regionais e integrar fatores ambientais e sociais às políticas públicas . Em resposta, o Ministério da Saúde enviou manifestações técnicas de diferentes áreas , reconhecendo a importância do tema e detalhando como cada recomendação se encaixa nas estruturas e competências do SUS . No âmbito da Coordenação-Geral de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas , a Nota Técnica nº 12/2025  reconhece a relevância das recomendações do FórumCCNTs, especialmente a necessidade de atualizar os PCDTs de Asma e DPOC  e de elaborar diretrizes específicas para rinite, rinossinusite e polipose nasal . A área esclarece que a atualização de diretrizes segue etapas normativas rígidas, vinculadas à incorporação de tecnologias avaliadas pela Conitec . A nota informa que o PCDT de Asma está em fase final de atualização após consulta pública , e que o PCDT de DPOC já foi aprovado e aguarda publicação . No entanto, destaca que não há, até o momento, solicitação interna para iniciar a elaboração de PCDTs de rinite e polipose nasal . O Despacho do DGITS , datado de 28 de outubro de 2025 , confirma que as análises técnicas sobre o ofício foram concluídas e reforça que parte das recomendações extrapola as competências do departamento , exigindo articulação com outras secretarias. O documento concorda com as manifestações da CGPCDT e sugere o encaminhamento do tema para a Atenção Primária à Saúde (SAPS), Atenção Especializada (SAES) e Assistência Farmacêutica (DAF) , áreas que possuem atribuições decisivas para a implementação de protocolos, linhas de cuidado, acesso a medicamentos e organização da rede de serviços . A Nota Técnica nº 93/2025 , da Assistência Farmacêutica (DAF) , detalha os critérios e processos para ampliação do acesso a medicamentos no SUS . O documento reforça que qualquer inclusão ou alteração depende de avaliação prévia da Conitec — considerando eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário — e posterior incorporação à Rename . A nota também frisa que a padronização de combinações medicamentosas, como as utilizadas para DPOC e asma, segue fluxo normativo e pode ser solicitada por qualquer pessoa ou instituição, mediante submissão formal para análise . O Ofício nº 1982/2025 , que acompanha todas as manifestações técnicas, formaliza a resposta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde ao FórumCCNTs . O documento reconhece a pertinência do tema, encaminha todas as análises realizadas pelas áreas técnicas  e informa que as Secretarias de Atenção Primária e Atenção Especializada também foram acionadas para contribuir , dada a transversalidade das recomendações apresentadas . O ofício reafirma, assim, o compromisso institucional em avaliar integralmente as propostas encaminhadas . Com as manifestações recebidas, o Ministério da Saúde demonstra abertura ao diálogo técnico  e reconhece a importância das CRCs na agenda nacional de saúde . As respostas reforçam que avanços dependem de articulação intersetorial, atualização contínua de diretrizes, ampliação do acesso a tecnologias e fortalecimento da atenção primária . O FórumCCNTs seguirá monitorando os desdobramentos e contribuindo para que o cuidado às condições respiratórias crônicas avance de forma integrada, equitativa e alinhada às necessidades da população . Confira, abaixo, as notas técnicas, despacho e ofício encaminhados pelo Ministério da Saúde: Ministério da Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde Serviço de Gestão Técnica e Administrativa   DESPACHO DGITS/SEGAD/DGITS/SECTICS/MS Brasília, 28 de outubro de 2025.    Ao Gabinete da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde   Assunto:  Recomendações para aprimorar as estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento das condições respiratórias crônicas mais prevalentes no Brasil, com ênfase em asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), rinite e polipose nasal.   Trata o presente do Ofício nº S/N-FórumCCNTs (0051030545), que traz recomendações consideradas fundamentais para aprimorar as estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento das condições respiratórias crônicas mais prevalentes no Brasil, com ênfase em asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), rinite e polipose nasal. O assunto foi encaminhado a este Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde (DGITS) para análise e manifestação, por meio do Despacho COGAD/SECTICS 0051030574. Em atenção ao referido Despacho, os autos foram encaminhados à Coordenação-Geral de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, que se manifestou nos termos da Nota Técnica nº 12/2025-CGPCDT/DGITS/SECTICS/MS (0051369373) e do Despacho CGPCDT 0051373538, com os quais  este DGITS está de acordo. Sendo assim, restituem-se os autos para conhecimento e providências, com sugestão de envio ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF), à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) e à Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) para complementação, uma vez que há recomendações que não são de competência deste Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde. Atenciosamente,   LUCIENE FONTES SCHLUCKEBIER BONAN Diretora DGITS/SECTICS/MS Ministério da Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde Coordenação-Geral de Gestão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas   Nota Técnica nº 12/2025-CGPCDT/DGITS/SECTICS/MS    ASSUNTO Trata-se de Despacho COGAD/SECTICS (0051030574), que encaminha, para análise e manifestação, o Ofício nº S/N-FórumCCNTs (0051030545), que traz recomendações consideradas fundamentais, conforme abordado em ofício. ANÁLISE Inicialmente, é oportuno esclarecer que, conforme a Portaria de Consolidação GM/MS nº 1/2017, as diretrizes clínicas são documentos baseados em evidências científicas, que visam a garantir as melhores práticas para o diagnóstico, tratamento e monitoramento dos pacientes no âmbito do SUS, tais como protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, protocolo de uso e diretrizes brasileiras ou nacionais. O processo de atualização de uma diretriz segue as etapas dispostas nas Diretrizes Metodológicas de Elaboração de Diretrizes Clínicas, conforme anteriormente disposto na Nota Técnica nº 7/2024 (0043688588). Caso, durante a atualização, sejam identificadas questões relacionadas às tecnologias que ainda não estejam incorporadas ao SUS, será necessário aguardar a submissão de todas as propostas e suas respectivas avaliações pela Conitec. Somente após finalizadas todas as avaliações de tecnologias relacionadas à condição de saúde, sejam elas favoráveis ou desfavoráveis à incorporação, o processo de atualização do referido Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) poderá prosseguir. Em situações de incorporação da nova tecnologia ao SUS, as recomendações correspondentes deverão ser incluídas no referido Protocolo. Dessa forma, a depender do número de tecnologias a serem avaliadas em decorrência do desenvolvimento de determinada diretriz clínica, o tempo estimado de atualização pode sofrer dilação. O Fórum CCNTs apresentou as seguintes recomendações no supramencionado Ofício: I - Elaboração de Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Rinite, Rinossinusite e Polipose nasal e atualização periódicas dos PCDTs já existentes como Asma e DPOC.   II - Intensificar ações de promoção e prevenção à saúde em relação ao uso do tabaco, sobretudo do cigarro eletrónico, na população jovem. III - Fortalecer esforços intersetoriais diante da intensificação dos fatores de risco ambientais intensificados pelas mudanças climáticas. IV - Ampliar o acesso aos medicamentos para o tratamentos das CRCs na atenção primária e farmácia popular, incluindo as combinações de corticoide inalatório e broncodilatadores de longa duração, considerando as desigualdades encontradas no país.   V – Investir em capacitação profissional contínua, garantindo que profissionais de saúde da APS dominem protocolos atualizados para diagnóstico precoce, cuidados, tratamento e prevenção. VI – Fortalecer campanhas de educação em saúde, para diferentes faixas etárias e grupos sociais, especialmente para populações jovens e vulneráveis, sobre prevenção e engajamento nos autocuidados. VII – Garantir financiamento adequado e sustentável para linhas de cuidado em CRCs, reduzindo desigualdades regionais. VIII - Fortalecer que a Atenção Primária deve ser a porta de entrada para diagnóstico, manejo e acompanhamento, e que sem financiamento e capacitação adequados não será possível mudar o quadro. IX- Reforçar a necessidade de investimento em pesquisa nacional (ensaios clínicos, avaliação de programas, inquéritos populacionais) para subsidiar políticas públicas. X - Sugerir monitoramento de indicadores como: proporção de diagnósticos precoces; número de internações evitáveis; cobertura de reabilitação pulmonar; acesso a medicamentos essenciais.   XI- Colaborar com outros setores a fim de inserir conteúdos sobre prevenção do tabagismo, impactos da poluição e autocuidado em currículos escolares. XII - Colaborar com outros setores a fim de estimular políticas de redução da pobreza, já que más condições de vida aumentam a vulnerabilidade às CRCs. XIII - Garantir acesso equitativo a medicamentos, exames diagnósticos e programas de reabilitação respiratória, introduzindo e/ou ampliando programas como o Tele-Espirometria e o AbraçAr. XIV - Criar fóruns de discussões permanentes que envolvam saúde, meio ambiente, educação, transporte, habitação e assistência social para formular ações conjuntas. XV - Estimular cooperação entre municípios, estados e União para alinhar estratégias para priorizar famílias vulneráveis e em áreas de risco ambiental (inundações, poluição industrial) e garantir reassentamento digno, em locais com acesso a serviços de saúde, transporte e saneamento. XVI - Estimular cooperação entre municípios, estados e União para a implementação e regulação dos PCDTs e linhas de cuidados a pessoas com CRC já existentes, como o PCDT de DPOC e Asma.  XVII - Estimular a educação comunitária em saúde ambiental com orientação dos moradores sobre práticas simples para melhorar ventilação e reduzir mofo (uso de janelas, evitar acúmulo de umidade, manutenção preventiva) e trabalhar esse conteúdo em escolas, unidades de saúde e campanhas públicas. XVIII - Fortalecer ações de vacinação contra infecções respiratórias, especialmente para a população mais vulnerável: crianças, gestantes, indivíduos com mais de 60 anos de idade, imunocomprometidos e aqueles com condições cardiopulmonares.   Dentre essas recomendações, informa-se que apenas a I  - Elaboração de Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Rinite, Rinossinusite e Polipose nasal e atualização periódicas dos PCDTs já existentes como Asma e DPOC é de competência desta Coordenação-Geral de Gestão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas´. Ressalta-se que a implementação de PCDT, presente na recomendação XVI, é de competências das demais áreas técnicas do Ministério da Saúde, bem como de estados, municípios e do Distrito Federal. O processo administrativo para elaboração ou atualização de um PCDT, conforme §1º-A do art. 15 do Decreto 7.646/2011, somente pode ser solicitado pelas áreas do Ministério da Saúde ou a pedido da própria CONITEC, quando da incorporação, alteração ou exclusão de tecnologias em saúde no SUS.   “§ 1º-A O processo administrativo para constituição ou alteração de protocolo clínico ou de diretriz terapêutica poderá ser instaurado: I - pelas áreas do Ministério da Saúde, para a consecução de ações e programas estratégicos; ou II - a pedido da própria CONITEC, quando da incorporação, alteração ou exclusão de tecnologias em saúde no SUS. § 1º-B Na hipótese do § 1º-A, será elaborada manifestação técnica fundamentada pela área demandante, dirigida à Secretaria-Executiva da CONITEC. ”.   Informa-se que até a presente data não há solicitação de áreas do Ministério da Saúde para a elaboração de diretrizes clínicas acerca da rinite, rinossinusite ou da polipose nasal. Acerca da atualização de PCDT, o Decreto nº 7.508/2011 estipulou que: “ Art. 26. O Ministério da Saúde é o órgão competente para dispor sobre a RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas em âmbito nacional, observadas as diretrizes pactuadas pela CIT. Parágrafo único. O Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações: [...] III - de protocolos clínicos ou de diretrizes terapêuticas, quando da incorporação, alteração ou exclusão de tecnologias em saúde no SUS e da existência de novos estudos e evidências científicas identificados a partir de revisões periódicas da literatura relacionada aos seus objetos.”. Em relação ao PCDT da Asma, informa-se que o documento está atualmente em processo de atualização e esteve disponível para contribuições por meio da Consulta Pública nº 77/2025, no período de 29/09/2025 a 20/10/2025. As contribuições recebidas estão sendo avaliadas para que os ajustes pertinentes e cabíveis sejam feitos. Em seguida, o documento será avaliado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) para recomendação final. Já o PCDT da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica foi atualizado e recebeu recomendação final de aprovação da Conitec à sua 144ª Reunião Ordinária, ocorrida em 05 de setembro de 2025, conforme  pauta pós reunião.  Após a aprovação pela Conitec, o documento foi encaminhado à Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde que, por sua vez, solicitou a manifestação da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES/MS), para posterior publicação no Diário Oficial da União (DOU), em cumprimento aos artigos 20 e 22 do Decreto nº 7.646/2011:  Art. 20. Concluído o processo no âmbito dos Comitês, com a recomendação final, o processo será encaminhado pela Secretaria-Executiva da CONITEC ao Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde para decisão. (...)Art. 22 Quando se tratar de requerimento de constituição ou de alteração de protocolo clínico ou diretriz terapêutica, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos deverá submetê-lo à manifestação do titular da Secretaria responsável pelo programa ou ação, conforme a matéria". CONCLUSÃO Em suma, esta Coordenação entende que atualizar e elaborar protocolos e diretrizes que viabilizem o acesso e cuidado de pessoas nos serviços de saúde é de extrema importância. No entanto, para garantir a publicação de documentos de qualidade baseados nas melhores evidências atuais, é necessário cumprir as etapas acima mencionadas. Por fim, sugere-se o envio dos autos à Secretaria de Atenção Primária à Saúde - SAPS/MS e à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde- SAES/MS para conhecimento e manifestação. Restitui-se ao SEGAD/DGITS, com sugestão de encaminhamento à COGAD/SECTICS para conhecimento e providências.   MARTA DA CUNHA LOBO SOUTO MAIOR Coordenadora-Geral CGPCDT/DGITS/SECTICS/MS Ministério da Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos   Nota Técnica nº 93/2025-DAF/SECTICS/MS    ASSUNTO Solicitação de aprimoramento das estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento das condições respiratórias crônicas mais prevalentes no Brasil, com ênfase em asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), rinite e polipose nasal. ANÁLISE Preliminarmente, informa-se que o Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SECTICS/MS) apresenta competências descritas no art. 34 do Anexo I do Decreto n. º 11.798, de 28 de novembro de 2023 com foco na formulação, implementação e coordenação da gestão das Políticas Nacionais de Assistência Farmacêutica e de Medicamentos e na orientação, promoção e coordenação da organização da assistência farmacêutica, nos diferentes níveis da atenção à saúde, observados os princípios e as diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS. No que se refere à oferta de medicamentos pelo SUS, a estruturação da Assistência Farmacêutica é considerada estratégia fundamental para a ampliação, qualificação e acesso com equidade da população aos medicamentos constantes na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), que constitui a relação dos medicamentos disponibilizados por meio de políticas públicas e indicados para os tratamentos das doenças e agravos que acometem a população brasileira. Salienta-se que a ampliação na oferta de medicamentos no SUS considera a análise prévia pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), a quem cabe avaliar a utilização de novos medicamentos e procedimentos para cada situação clínica e avaliar o resultado de evidências científicas, quanto à eficácia, efetividade e segurança, além de critérios econômicos, como custo-efetividade e impacto orçamentário. Essa avaliação permite a inclusão de medicamentos na Rename, importante instrumento norteador que constitui a relação dos medicamentos disponibilizados por meio de políticas públicas e indicados para os tratamentos de doenças e agravos que acometem a população brasileira. As ações da Conitec estão regulamentadas pela Lei nº 14.313 de 21 de março de 2022 e pelo Decreto n° 11.161, de 4 de agosto de 2022. Assim, a padronização de medicamentos na Assistência Farmacêutica é dependente da avaliação da incorporação no SUS pela Conitec e a consequente construção do Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para cada indicação terapêutica (doença), posterior pactuação com Estados e Municípios e finalmente a padronização e disponibilização no SUS. Por fim, salienta-se que qualquer pessoa ou instituição pode solicitar análise da Conitec a respeito da incorporação, alteração e exclusão de tecnologias no elenco do SUS. CONCLUSÃO Sendo essas as considerações, colocamo-nos à inteira disposição para eventuais esclarecimentos adicionais.   De acordo, MARCO AURÉLIO PEREIRA Diretor Ministério da Saúde Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde Gabinete Coordenação de Gestão Técnica e Administrativa   OFÍCIO Nº 1982/2025/SCTIE/COGAD/SCTIE/GAB/SCTIE/MS Brasília, 14 de novembro de 2025.    Ao Senhor MARK BARONE Fundador e Coordenador Geral Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs) Endereço de e-mail: forumccnts@gmail.com   Assunto: Recomendações para aprimorar as estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento das condições respiratórias crônicas mais prevalentes no Brasil, com ênfase em asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), rinite e polipose nasal. Observação: Em caso de resposta, fazer referência expressa ao processo n.º 25000.177272/2025-94.   Prezado Senhor, Em atenção ao Ofício S/N (0051030545), do dia 10 de outubro de 2025, remetido a esta Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS) em decorrência da pertinência com o assunto, encaminham-se as Notas Técnicas nº 12/2025-CGPCDT/DGITS/SECTICS/MS (0051369373) e nº 93/2025-DAF/SECTICS/MS (0051690111), e o Despacho SEGAD/DGITS (0051379784), elaborados no âmbito de áreas técnicas desta Secretaria, que exaram manifestação sobre o teor do referido Ofício. Ressalta-se que os autos foram enviados às Secretarias de Atenção Especializada à Saúde (SAES/MS) e de Atenção Primária à Saúde (SAPS/MS), para conhecimento e manifestação no que entenderem pertinente. Atenciosamente,   Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde Fonte: Ministério da Saúde

  • Vertentes lança guia sobre Saúde Mental e como a crise climática impacta as novas gerações

    O Vertentes - Ecossistema de Saúde Mental publica seu novo material " Quando o mundo preocupa: Saúde Mental, Clima e Juventudes - o impacto da crise climática nas emoções e no futuro das novas gerações " traz à tona um olhar essencial sobre como o contexto climático e ambiental se entrelaça com o cotidiano dos jovens — suas vivências, expectativas e formas de se relacionar com o mundo . O material propõe reflexões profundas e acessíveis, convidando a juventude e todas as pessoas envolvidas a considerar o clima como parte dos fatores que moldam o bem-estar coletivo . Imagem: Reprodução A cartilha revela que o clima, o ambiente e as transformações ambientais exercem impacto direto no equilíbrio emocional e na convivência social  — influenciando sentimentos, conexões e a forma como lidamos com desafios comuns da vida. Para jovens, o guia oferece espaço de escuta, acolhimento e empoderamento, estimulando a consciência sobre como o clima afeta emoções, educação, território e relações comunitárias . Além disso, o material reforça a importância do diálogo entre gerações e setores , mostrando que o bem-estar é construído coletivamente. Ao trazer ferramentas de reflexão e conhecimento, a cartilha sugere caminhos que incluem desde a compreensão dos próprios sentimentos até ações ambientais, escolares e comunitárias que conectam juventudes, território e cuidado . Esse guia se destaca ao integrar temas que geralmente são tratados separadamente  — juventude, clima e bem-estar. Ao unir essas dimensões, evidencia que o equilíbrio emocional está profundamente ligado à justiça social, ao cuidado com o meio ambiente e ao acesso a condições dignas de vida . Para quem busca informação sensível, atual e de qualidade — jovens, educadores* e agentes de transformação — o material funciona como uma porta de entrada para conversas relevantes e transformadoras . Vale conhecer, baixar e compartilhar. Faça o download do material aqui . Fonte: Vertentes

  • Associação dos Distúrbios do Sono com Diabetes e Obesidade ganha destaque no Congresso Brasileiro de Diabetes 2025

    A relação entre distúrbios do sono , diabetes e obesidade ganhou destaque no Congresso Brasileiro de Diabetes , promovido pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) , com a apresentação do Dr. Mark Barone, pesquisador, fundador e coordenador do FórumCCNTs . A palestra reuniu dados epidemiológicos, evidências clínicas e análises econômicas que reforçam a necessidade de integrar o sono às estratégias de atenção às condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) . Dr. Mark Barone durante o Congresso Brasileiro de Diabetes (SBD). Foto: Arquivo pessoal Na ocasião, foi lançado o material impresso Obesidade e Principais Condições Associadas  (disponível para download aqui ), e disponibilizados os materiais Impacto dos Distúrbios do Sono sobre as CCNTs  (disponível para download aqui ) e o Infográfico sobre Vacinas para Pessoas com CCNTs  (disponível para download aqui ). Entre os pontos apresentados, chamou atenção a estimativa de que cinco países da OCDE perdem, juntos, cerca de US$ 680 bilhões ao ano devido ao sono insuficiente , segundo análise da RAND Europe. O valor ilustra o peso econômico de uma condição frequentemente negligenciada em políticas públicas. Dr. Barone destacou que os distúrbios do sono atingem dimensões globais, com 1.788 bilhão de pessoas afetadas . A prevalência é comparável ou superior à de outras CCNTs de alta incidência, como: Distúrbios do Sono:  1.7 bilhão Hipertensão:  1.4 bilhão Condições de Saúde Mental: 1 bilhão Obesidade : 1 bilhão Diabetes : 830 milhões DRC : 673,7 milhões DCV : 612 milhões A sobreposição entre essas condições é expressiva. Dados científicos apontam que 60% a 90% dos adultos com apneia do sono têm excesso de peso , e que um ganho de 10% de peso aumenta em seis vezes o risco de apneia do sono , além de elevar em 32% sua gravidade. Entre pessoas com diabetes tipo 2, estima-se que até 86% apresentem apneia obstrutiva do sono, enquanto cerca de 90% relatam queixas relacionadas ao sono . Já a curta duração do sono - menos de seis horas por noite - está associada a um aumento de 38% na obesidade . Congresso Brasileiro de Diabetes destacou o espaço de fala e engajamento da pessoa com diabetes. Fotos: Arquivo pessoal Esses números reforçam o caráter bidirecional da relação entre distúrbios do sono e obesidade : o excesso de peso predispõe à apneia, enquanto o sono inadequado interfere no metabolismo e no controle do peso. O tema também tem repercutido na mídia nacional. A nutricionista e defensora da causa da obesidade, Glenda Cardoso , participou recentemente do quadro Bem Estar no programa “É de Casa ”, da TV Globo. Imagem: Reprodução Durante a entrevista, Glenda relatou sua experiência com obesidade e os problemas relacionados ao sono enfrentados antes de seu grande processo de emagrecimento. Segundo ela, as condições se retroalimentam: ao tratar a obesidade, melhora-se o manejo de distúrbios do sono , que por sua vez contribuem para o controle do peso, um ciclo positivo que reforça a importância de abordagens integradas. Em coluna publicada na Veja Saúde,  o Dr. Mark Barone detalhou como o Brasil assumiu a liderança, na ONU, para garantir a inclusão inédita dos distúrbios do sono na nova Declaração Política Global sobre CCNTs. Na matéria, Barone destacou que o sono, historicamente ofuscado por fatores de risco mais conhecidos, finalmente passou a ocupar um lugar central nas discussões internacionais. Ele explicou como pesquisadores brasileiros, em articulação direta com o Ministério da Saúde, trabalharam para inserir o tema no documento que guiará políticas públicas de 195 países pelos próximos anos. A coluna também apresentou evidências sobre o impacto global da apneia obstrutiva do sono e mencionou iniciativas inovadoras implementadas no Brasil, como o modelo de Araguari (MG), reforçando que o país tem despontado como referência em soluções de diagnóstico e cuidado reconhecidas até pela OMS A relevância do sono para a saúde cardiometabólica tem sido reconhecida por instituições internacionais. A American Heart Association (AHA) incluiu a duração e a qualidade do sono em sua plataforma Life’s Essential 8, que recomenda sete a nove horas diárias para adultos. No diabetes tipo 1, entre 30% e 50% das pessoas apresentam distúrbios do sono; já no diabetes tipo 2, além da alta prevalência de apneia obstrutiva do sono (24% a 86%),  são comuns insônia e síndrome das pernas inquietas. Evidências mostram que pessoas com diabetes tipo 2 e síndrome das pernas inquietas  têm maior probabilidade de desenvolver complicações vasculares e depressão. Apesar da robustez das evidências, pesquisadores alertam que os distúrbios do sono permanecem sub-representados em estratégias globais de controle de CCNTs. Artigo publicado no BMJ (Ugliara Barone et al., 2023) defende sua inclusão nas metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3.4 , que visa reduzir em um terço as mortes prematuras por CCNTs até 2030. Protagonismo brasileiro: atuação do FórumCCNTs O Brasil tem avançado de forma pioneira na integração de distúrbios do sono às diretrizes e políticas de saúde. O FórumCCNTs lidera ações desde 2023, articulando especialistas, gestores e legisladores: Maio/2023  - Reunião com especialistas para mapear lacunas em políticas públicas. Junho/2023  - Elaboração de Call-to-Action assinado por 27 organizações, enviado ao Ministério da Saúde. Dezembro/2023  - Ministério reconhece a importância do tema e a necessidade de ações integradas. Outubro/2023  - Lançamento de materiais educativos para profissionais e gestores. Julho/2023  - Recomendações incorporadas ao Plano Nacional de Saúde 2024–2027. Abril/2024  - Inclusão de recomendações sobre distúrbios do sono no PCDT de Diabetes Tipo 2. Agosto/2025  -  Inclusão de recomendações no PCDT de Hipertensão. 2024–2025  - Apoio à criação da Frente Parlamentar Mista de Saúde do Sono. Setembro/2025  - Pela primeira vez, o tema aparece na declaração política da ONU sobre CCNTs . Outubro/2025  - Distúrbios do sono são pauta de Audiência Pública Federal, proposta pelo FórumCCNTs e conduzida por parlamentares comprometidos com o tema. Próximos passos A partir das evidências científicas e da mobilização técnica recente, especialistas destacam a necessidade de: Incluir o sono como prioridade em consultas cardiometabólicas; Ampliar ferramentas de rastreamento e diagnóstico no SUS e no sistema privado; Estruturar uma Política Nacional de Saúde do Sono. A centralidade do sono para a prevenção e o manejo de CCNTs é cada vez mais evidente . O avanço de iniciativas nacionais e internacionais indica um novo momento para o tema, com potencial de transformar políticas, práticas clínicas e resultados em saúde na próxima década.

  • Conitec institui seleções para que OSCs integrem a Comissão: saiba como participar até 27/11

    Desde 2025, com a entrada em vigor da Lei 15.120/2025  — regulamentada pelo Decreto 12.716/2025  — as Organizações da Sociedade Civil (OSCs)  passaram a ter a chance de integrar os comitês da Conitec  por meio de cadeiras rotativas com direito a voto . Essa abertura representa uma oportunidade inédita de participação social  nas decisões sobre incorporação de tecnologias, medicamentos, procedimentos e diretrizes no Sistema Único de Saúde (SUS). As inscrições vão até às 18 horas do dia 27/11/2025 . Imagem: Divulgação Para concorrer, a OSC precisa se inscrever em uma das “seleções vigentes para participação de OSC na reunião da Conitec” , informando representante titular e dois suplentes. As inscrições ocorrem via portal gov.br e, após o prazo, é feito um sorteio entre as organizações inscritas . A OSC sorteada poderá participar da reunião relativa ao tema inscrito — com voz e voto  — desde que comprove regularidade jurídica, fiscal e estatutária, e declare eventuais conflitos de interesse. No momento, há diversas seleções abertas , contemplando avanços importantes para a saúde pública no Brasil — o que torna a participação de uma OSC comprometida com as CCNTs uma oportunidade estratégica . Entre os temas em apreciação, por exemplo, estão a incorporação da vacina recombinante para o Herpes Zoster (Seleção 10/2025) , a revisão de protocolos terapêuticos para Asma (Seleção 23/2025) , e outras avaliações relacionadas a condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) . As inscrições vão até às 18 horas do dia 27/11/2025. Para o FórumCCNTs , assumir uma dessas cadeiras pode significar levar à mesa de decisão a visão integrada das condições crônicas  — como distúrbios do sono, condições cardiometabólicas e respiratórias — garantindo que propostas de incorporação, diretrizes clínicas e políticas públicas reflitam não apenas evidências científicas, mas também as necessidades reais da população . A participação também fortalece a democracia sanitária , pois permite que a sociedade civil organizada esteja diretamente envolvida na definição das tecnologias e tratamentos que chegarão ao SUS — ampliando a transparência , a pluralidade de vozes  e a defesa de equidade no acesso . Se você representa uma OSC e deseja contribuir, vale ficar atento aos prazos, critérios e requisitos  no portal da Conitec — e, especialmente, à seleção que dialoga com a área de atuação da sua organização. Essa pode ser a chance de influenciar diretamente as políticas de saúde  no país. Confira todas as seleções: Seleção 01/2025: Dapagliflozina como terapia adicional para adultos com insuficiência cardíaca, com fração de ejeção ligeiramente reduzida ou preservada (FEVE > 40%), classe funcional NYHA II a IV, em uso de terapia padrão. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 02/2025: Emicizumabe para pacientes com hemofilia A grave ou com atividade de fator VIII inferior a 2%, sem anticorpos inibidores do fator VIII, com até 6 anos no início do tratamento. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 03/2025: Nusinersena para o tratamento da Atrofia Muscular espinhal (AME) 5q tipo 3 em pacientes com capacidade de deambulação. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 04/2025: Onasemnogeno abeparvoveque para o tratamento de Atrofia Muscular Espinhal 5q em pacientes menores de 2 anos de idade com mutações bialélicas no gene de sobrevivência do neurônio motor 1 e diagnóstico clínico de AME do tipo I; ou mutações bialélicas em SMN1 e até 3 cópias do gene de sobrevivência do neurônio motor 2. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 05/2025: Leitor ótico da maturidade da pele neonatal para avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 06/2025: Implante de esfíncter urinário artificial no tratamento da incontinência urinária grave pós-prostatectomia radical. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 07/2025: Vacina adsorvida meningocócica B (recombinante) para a imunização ativa de indivíduos entre 2 meses e 1 ano de vida com esquema proposto de três doses (2+1) da vacina nos 3, 5 e 12 meses de vida para prevenção da degeneração macular relacionada à idade causada pela Neisseria meningitidis sorogrupo B. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 08/2025: Vacina pneumocócica conjugada 20-valente para imunização de pacientes de alto risco a partir de 5 anos de idade contra doença pneumocócica. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 09/2025: Vacina pneumocócica conjugada (VPC13, VPC15, VPC20) para imunização de crianças até cinco anos de idade contra doença pneumocócica. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 10/2025: Vacina recombinante adjuvantada para herpes zóster. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 11/2025: Finerenona para o tratamento de pacientes adultos com doença renal crônica (estágios 3 e 4 com albuminúria) associada ao diabetes tipo 2. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 12/2025: Asciminibe para tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide crônica Ph+ (LMC Ph+), em fase crônica, previamente tratados com dois ou mais inibidores da tirosina quinase. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 13/2025: Ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonogestrel (DIU-LNG) para o tratamento de pacientes com leiomioma de útero. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 14/2025: Rosuvastatina para a redução do risco cardiovascular em indivíduos com alto e muito alto risco cardiovascular. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 15/2025: Ezetimiba para a redução do risco cardiovascular em indivíduos com alto e muito alto risco cardiovascular. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 16/2025: Sofosbuvir/velpatasvir 200 mg/50 mg para o tratamento da Hepatite C crônica em crianças de 3 a 11 anos. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 17/2025: Exclusão do elbasvir 50mg/grazoprevir 100mg  e ledipasvir 90mg/sofosbuvir 400mg para tratamento de Hepatite C. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 18/2025: Exclusão do mesilato de bromocriptina para tratamento de doença de Parkinson e hiperprolactinemia. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 19/2025: Dimeticona 92% para o tratamento de tungíase. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 20/2025: Testes de Elisa para mieloperoxidade (MPO) - ANCA e para proteinase 3 (PR3) - ANCA para o diagnóstico de pacientes com suspeita de vasculite associada aos anticorpos anticitoplasma de neutróficos (ANCA). Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 21/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença de Crohn. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 22/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Diabete Melito tipo 2. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 23/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Asma. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 24/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Insuficiência Pancreática Exócrina. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 25/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Hipoparatireoidismo. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 26/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Leucemia Mieloide Crônica do Adulto. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 27/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Transtorno Bipolar. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleções para participação de OSC na reunião da Conitec (voltadas à participação na apreciação inicial e final de cada tema). Seleção 28/2025: Doxiciclina de 100 mg para profilaxia pós-exposição às infecções sexualmente transmissíveis bacterianas: clamídia e sífilis. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 29/2025: Painel de sequenciamento de nova geração (NGS) para detecção de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com câncer de mama não metastático. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 30/2025: Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 31/2025: Teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana para aspergilose pulmonar invasiva em pacientes imunocomprometidos. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 32/2025: Tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) para o diagnóstico do câncer de mama metastático quando os exames de imagem convencionais apresentarem achados equívocos. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 33/2025: Carbonato de cálcio e ácido acetilsalicílico (AAS) para prevenção da pré-eclâmpsia e eclampsia em gestantes. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 34/2025: Ácido meso-2,3-dimercaptossuccínico (DMSA, succimer) para intoxicação aguda por mercúrio. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 35/2025: Luspatercepte para o tratamento de pacientes adultos com anemia dependente de transfusão associada à beta-talassemia. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 36/2025: Romosozumabe e teriparatida para o tratamento de homens com osteoporose grave. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 37/2025: Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 38/2025: Sistema de implante auditivo de ouvido médio para pacientes com perda auditiva neurossensorial leve a severa que não podem usar aparelhos auditivos por razões médicas. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 39/2025: Protocolo de Uso do Nirsevimabe para a prevenção de infecção do trato respiratório inferior associado ao vírus sincicial respiratório. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 40/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Síndrome Nefrótica Primária em Crianças e Adolescentes. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 41/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Tumor do Estroma Gastrintestinal. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 42/2025: Protocolo de Uso do emicizumabe para tratamento de crianças de 0 a 6 anos com hemofilia A sem inibidores do fator VIII da coagulação sanguínea. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 43/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Hemangioma Infantil. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção 44/2025: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Imunossupressão no transplante hepático em adultos. Início: 25/11/2025 Término: até 18h do dia 27/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Seleção para participação de OSC na reunião da Conitec (voltada apenas para a fase de apreciação final do tema, uma vez que esse já recebeu recomendação inicial antes da publicação do decreto e da portaria que regraram a seleção). Seleção 45/2025: Vacina pneumocócica conjugada 15-valente para imunização de pacientes de alto risco com ao menos 2 meses de idade contra doença pneumocócica. Início: 26/11/2025 Término: até 18h do dia 28/11/2025 Faça aqui sua inscrição. Inscreva-se aqui . Fonte: Portal gov.br

  • FórumCCNTs apoia IAPO no desenvolvimento do Global Patient Charter on Social Participation

    No FórumCCNTs acreditamos que todas as vozes importam — e quando falamos de participação social, isso inclui as pessoas que vivem com condições de saúde, suas comunidades e as organizações que os apoiam. É com muita alegria que anunciamos nosso apoio à iniciativa da IAPO : o Global Patient Charter on Social Participation ( Carta Global das Pessoas com Condições de Saúde sobre Participação Social). Imagem: Divulgação Este documento-marco foi desenvolvido em conjunto por mais de 35 membros da IAPO e um grupo consultivo com mais de 20 especialistas de saúde , incluindo representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS) . Ele propõe padrões concretos para o que significa uma participação social verdadeira , ou seja: quando as pessoas são efetivamente envolvidas, ouvidas e integradas nas decisões que afetam sua saúde e bem-estar. Além do Charter, foi elaborado um Guia de Implementação Inicial , para apoiar as organizações em diferentes regiões, cenários socioeconômicos e realidades culturais na adoção desses padrões. Esse guia está disponível para download no site da IAPO . Para o FórumCCNTs, esse esforço representa uma importante conquista: reafirmamos nosso compromisso de fortalecer a participação ativa das comunidades e indivíduos , de modo que não sejam apenas “beneficiários”, mas protagonistas nas decisões que influenciam sua saúde . Imagem: Divulgação Convidamos você, sua organização ou comunidade a apoiar o Charter  — preenchendo o formulário disponível na IAPO — e a compartilhar conosco as ações que forem implementadas a partir desse guia. Juntos podemos construir espaços mais democráticos, acessíveis e sustentáveis para a saúde e bem-estar de todas as pessoas. Ajude-nos a espalhar essa mensagem para que mais pessoas e organizações deem voz e vez à participação social. O FórumCCNTs apoia a IAPO no desenvolvimento do Global Patient Charter on Social Participation  — e contamos com você para que essa mudança aconteça! Baixe o guia aqui . Fonte: IAPO

  • FórumCCNTs lança infográfico "Vacinas para Pessoas com Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs)"

    O Fórum Intersetorial de CCNTs no Brasil (FórumCCNTs)  acaba de lançar um inédito infográfico sobre vacinas para pessoas com Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs) . O material reúne informações atualizadas e acessíveis sobre as vacinas indicadas para esse público, reforçando a importância da imunização como parte essencial do cuidado contínuo em saúde . Clique na caixa abaixo para fazer o download do Infográfico Vacinas para Pessoas com Condições Crônicas Não Transmissíveis (CCNTs/DCNTs) Pessoas com CCNTs , como diabetes, DPOC, asma grave, doenças hepáticas, renais, autoimunes e câncer , têm maior risco de complicações causadas por infecções evitáveis. Manter o esquema vacinal em dia é fundamental para prevenir agravamentos, internações e garantir mais qualidade de vida. A cartilha detalha as vacinas disponíveis na rede pública (UBS e CRIE) e privada — como Influenza, Covid-19, Pneumocócica, VSR, Herpes Zóster, Hepatites A e B, HPV, Meningocócicas e Hib —, além de indicar onde obtê-las e quais são prioritárias conforme a faixa etária e condição de saúde. Mais do que informar, o material busca estimular gestores, profissionais de saúde e a população  a fortalecer a cultura da prevenção, ampliando o acesso e a inclusão nas campanhas de imunização. O FórumCCNTs , em parceria com diversas organizações e especialistas, tem atuado de forma incansável para promover a equidade na saúde e a ampliação da cobertura vacinal no Brasil . Esse trabalho coletivo só é possível graças ao empenho e parceria de dezenas de organizações, especialistas e instituições que acreditam na força da colaboração. Juntos, estamos transformando o acesso à imunização para pessoas com condições crônicas. Acesse também o material Com vacinas protejo vidas!", para Gestores, Profissionais de Saúde e Pessoas com CCNTs aqui . Vacinar é um gesto de prevenção, solidariedade e cidadania. Informe-se, compartilhe e apoie essa iniciativa!

  • 17º Encontro do FórumCCNTs (Online) - 23/10 e 24/10

    2025, Ano da 4ª Reunião de Alto Nível sobre CCNTs da ONU: com o que precisamos nos comprometer para alcançar o ODS 3.4? Dia 23/10 - Agenda 14h00 – Abertura ( Mark Barone , FórumCCNTs ( Vídeo ) ; Andrea Sambati , Boehringer Ingelheim Brasil ( Vídeo ) ; Caroline Conte , Sanofi   ( Vídeo ) ; Diogo Demarchi , CONASS  ( Vídeo ) ; Hermelinda Pedrosa , IDF   ( Vídeo ) ; Johannes Boch , Novartis Foundation   ( Vídeo ) ; Mônica Andreis , ACT Promoção da Saúde  ( Vídeo ) ; Leonardo Bia , Novo Nordisk   ( Vídeo ) ; Lorice Scalise , Roche   ( Vídeo ) ; Verônica Wottrich , CONASEMS   ( Vídeo ) ; Wilson Junior , Aché  ( Vídeo ) ) 14h40-15h05  – Apresentação Melhores Projetos de CCNTs - FEBRACE 2025 (moderação: Patrícia de Luca , AHF) ( Vídeo ) VOC’SCAN : sistema de detecção de câncer pulmonar por análise de compostos orgânicos voláteis utilizando cromatografia gasosa ( Vídeo ) Nanocare : desenvolvimento de enxaguatório bucal contendo nanopartículas de prata com vistas ao tratamento de mucosite oral em pessoas com câncer  ( Vídeo ) Projeto MeMO : propondo uma alternativa terapêutica para condições neurodegenerativas utilizando ondas binaurais ( Vídeo ) Smart Totem : triagem autônoma para otimização do atendimento no SUS  ( Vídeo ) Estudo da ação da curcumina derivada do açafrão-da-terra (Curcuma longa) para prevenção do câncer de pele em áreas de alta incidência solar  ( Vídeo ) 15h10-17h10  – Painel 1 – O que podemos aprender com o cenário nacional e internacional das CCNTs? (moderação: Dani Mothci , IAPO) ( Vídeo )   15h15-15h30  – Pessoas com CCNTs tiveram espaço efetivo na construção dos compromissos firmados durante a HLM-NCD deste anoAtividade física e determinantes sociais e comerciais estão sendo suficientemente considerados no Brasil e no mundo para se atingir os ODS até 2030, especialmente o ODS 3.4? Quais ações precisamos priorizar? ou foi mais um processo de tokenismo? ( Carolyn Taylor , Global Focus on Cancer) ( Vídeo )   15h30-15h45  – Quais avanços ou retrocessos podemos esperar para as CCNTs pensando na COP30? ( Jessica Beagley , Climate and Health Alliance )  ( Vídeo ) 15h50-16h05  – Atividade física e determinantes sociais e comerciais estão sendo suficientemente considerados no Brasil e no mundo para se atingir os ODS até 2030, especialmente o ODS 3.4? Quais ações precisamos priorizar? ( Mathias Loch , UEL)  ( Vídeo ) 16h05-16h20  – Quais estratégias de Saúde Digital estão transformando efetivamente os cenários da CCNTs no Brasil? Já temos resultados concretos? ( Marianne Pinotti , Ministério da Saúde)  ( Vídeo ) 16h25-16h40  – O que esperar pós 4ª Reunião de Alto Nível da ONU sobre CCNTs? Como os Thematic Issue Briefs da OMS  (lançamento no Brasil) auxiliarão para avanços nesse período até 2023? ( Maia Olsen , OMS)  ( Vídeo )   16h40-17h25  – Perguntas e Respostas ( Vídeo ) Dia 24/10 - Agenda 14h00  – Retorno do 17º Encontro do FórumCCNTs ( Vídeo )   14h05-16h20 – Painel 2 – Quais estratégias já estão melhorando efetivamente ou tem grande potencial para melhorar os desfechos das CCNTs/DCNTs no Brasil? (moderação: Fernando Alves , A.C.Camargo)  ( Vídeo )   14h10-14h25  – Como os programas de acesso gratuito a tecnologias médicas, incluindo o farmácia popular, farmácia nas UBS e farmácia de alto custo, têm contribuído para melhorar o desfecho por CCNTs no país? O que ainda falta nesses programas? ( Felipe Santos , SMS-SP)  ( Vídeo )   14h30-14h45  – Quais CCNTs estão puxando para trás nossos resultados e não nos deixarão alcançar a meta 3.4 da ODS 3? Há o que fazer até 2030? ( Deborah Malta , GBD/UFMG)  ( Vídeo )   14h50-15h05  – Como o modelo assistencial pode revolucionar os cuidados, melhorando resultados em condições crônicas não transmissíveis no país? ( Eugênio Vilaça , CONASS)  ( Vídeo )   15h10-15h25  – Por que 70 anos de idade tem sido uma barreira no Brasil, pensando tanto em prevenção primária quanto secundária de CCNTs e condições de saúde mental? ( Alexandre Kalache , ILC-BR)  ( Vídeo ) 15h25-15h40  – Como escalar para todo o país modelos de sucesso em prevenção e gestão de CCNTs, a fim de melhorar efetivamente o cenário dessas condições, aumentando qualidade de vida e reduzindo mortes prematuras? ( José Cristiano Soster , COSEMS-BA)  ( Vídeo )   15h45-16h20  – Perguntas e Respostas  ( Vídeo )   16h25-17h25  – Reunião dos GTs com Especialistas 17h25-18h10 – Pitchs do GTs Alimentação Saudável ( Vídeo ) Atividade Física ( Vídeo ) CCNTs sem Estigma ( Vídeo ) Condições Respiratórias Crônicas ( Vídeo ) Diabetes ( Vídeo ) Doenças Cardiovasculares ( Vídeo ) Obesidade ( Vídeo ) Saúde Mental e Neurológica ( Vídeo ) Especialistas Ana Elenara Pintos , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília Danilo Campos , Ministério da Saúde Felipe Silva Neves , Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Fernando Alves , A.C.Camargo Glauciene Analha Leister , Minisério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome Jessyka Barbosa , Ministério da Saúde José Cristiano Soster , COSEMS-BA Karla Melo , SBD Maria Edna de Melo , ABESO Maria José Evangelista , CONASS Ronaldo Pineda , ADJ Diabetes Brasil Verônica Wottrich , CONASEMS Painelistas, Especialistas e Moderadores Alexandre Kalache, MD, MSc, PhD ( Centro Internacional de Longevidade Brasil - ILC-BR ) Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestrado em Sciences in Social e Doutorado em Epidemiology na University of London. Foi Diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde. Embaixador Global da HelpAge International, Senior Advisor da New York Academy of Medicine. Atualmente é Presidente do Centro Internacional da Longevidade - Brazil (International Longevity Center), vinculado ao Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento (CEPE), filial do Instituto Vital Brazil (IVB). Ana Elenara Pintos , MSc, PhD (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília) Graduada em Educação Física pela URCAMP, Mestre em Educação Física pela UNB, Doutora em Estudos do Lazer pela UFMG e Especialista em Gestão Estratégica de Políticas Públicas pela UNICAMP. Atuou na Coordenação Geral do Ministério do Esporte, dirigiu o Conselho de Administração do Fundo de Apoio ao Esporte e foi Coordenadora Geral de Políticas de Esporte Lazer e Inclusão Social do Ministério do Esporte. Atualmente é Docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB). Andrea Sambati (Boehringer Ingelheim Brasil) Graduada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos e Especialista em Vendas pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Possui mais de 25 anos de experiência no setor farmacêutico nacional e internacional, ocupando diversos cargos em vendas, marketing, estratégia e negócios; sediadas na América do Sul, Europa e América do Norte. Atualmente é Presidente da Boehringer Ingelheim Brasil. Caroline Conte (Sanofi) Graduada em Farmácia pela Faculdade Oswaldo Cruz, com pós-graduação em Administração, Negócios e Marketing pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e especialização executiva em Ética e Compliance pela University of Miami. Possui anos de experiência no setor farmacêutico. Especialista em planejamento estratégico, ciclo de vida de produtos e acesso ao mercado, com foco em Specialty Care. Atualmente é Diretora de Relações Governamentais e Institucionais na SANOFI Brasil. Carolyn Taylor (Global Focus on Cancer) Fotógrafa e Defensora Global do tratamento do câncer. Fundadora da Global Focus on Cancer (GFC). Desenvolve parcerias e alianças sólidas entre profissionais de saúde, setor público, terceiro setor e setor privado, a fim de produzir iniciativas significativas e duradouras de conscientização e apoio ao câncer. É Especialista em conteúdo na Rede de Defesa do Câncer para o Empoderamento das Mulheres, faz parte do Comitê de Diretrizes do Câncer Ginecológico da American Society if Clinical Oncology (ASCO) e foi autora colaboradora da série "Saúde, Equidade e Câncer Feminino" da Lancet. Atualmente é Diretora Executiva da Global Focus on Cancer (GFC). Dani Mothci, MSc (IAPO) Graduada em Direito pela PUC-RJ e Mestrado em Política Social e Desenvolvimento pela London School of Economics and Political Science. Possui experiência em desenvolvimento comunitário, coprodução, formulação e implementação de políticas e gestão de projetos. Atuou em ONGs e instituições públicas, tanto em nível municipal quanto estadual, no Rio de Janeiro, para atender às prioridades locais de grupos de baixa renda, garantindo a colaboração de organizações dos setores público, privado e terceiro setor. Atualmente é CEO da International Alliance of Patients' Organizations (IAPO). Deborah Carvalho Malta, MD, MSc, PhD (UFMG | GBD Brasil) Graduada em Medicina com residência em Pediatria e Medicina Social pela UFJF, Mestrado em Saúde Pública pela UFMG, Doutorado em Saúde Coletiva pela Unicamp, e Pós-Doutorado na Universidade Nova de Lisboa. Foi Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde. Participa do WHO Strategic and Technical Advisory Group on the Prevention and Control of Noncommunicable Diseases e do PAHO Strategic Advisory Group on Noncommunicable Diseases and Risk Factors. Atualmente é Professora Associada e Pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG, Coordenadora do Grupo de Pesquisa do GBD Brasil e do Observatório de Doenças e Agravos Não Transmissíveis. Diogo Demarchi Silva (CONASS | SES/SC) Graduado em Redes de Computadores pela Faculdade Estácio de Sá, Especializações em Micropolítica do Trabalho e Gestão em Saúde pela Universidade Federal Fluminense, Informática em Saúde pelo Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa, Direito Sanitário pela Fundação Oswaldo Cruz e Saúde Digital pela Universidade Federal de Goiás e Mestrando em saúde coletiva pela Faculdade São Leopoldo Mandic. Atuou como gerente nas áreas de controle, avaliação, auditoria, processamento de dados e planejamento. Atualmente é o Vice-Presidente do CONASS da Região Sul e Secretário de Estado da Saúde de SC. Eugênio Vilaça, MSc, PhD (CONASS) Graduado em Odontologia, Mestrado em Administração e Doutorado em Cirurgia Bucal pela UFMG e Especialização em Planejamento de Sistema de Saúde pelo Fundação Oswaldo Cruz. Atuou como Assessor da SES/MG, Consultor do projeto Qualisus do Banco Mundial e Consultor da SES/ES, Secretário Adjunto da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e consultor na área de Desenvolvimento de Sistemas e Serviços de Saúde da OPAS. Atualmente é Professor Honoris Causa da UNIMONTES e Consultor do CONASS. Felipe Silva Neves, MSc, PhD ( Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome ) Graduado em Nutrição, Mestre em Saúde e Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); Especialista em Informática em Saúde pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP; E especialista em Saúde Pública, com ênfase em Saúde da Família, pelo Centro Universitário Internacional - UNINTER. Foi consultor da CGAN/MS, integrando a equipe técnica de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável. Atualmente é Técnico no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Felipe Tadeu Carvalho Santos, MSc, PhD (Secretaria Municipal de Saúde/SP) Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Alfenas , Mestrado em Saúde Coletiva pela UnB, Doutorado em Saúde Coletiva pela Unicamp, Especialista em Saúde da Família pela Faculdade Santa Marcelina e em Gestão de Redes de Atenção à Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz. Foi Consultor Técnico no Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Atualmente é Professor na Faculdade Santa Marcelina e Coordenador da Área Técnica de Assistência Farmacêutica da SMS/SP. Glauciene Leister, MSc ( Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome ) Graduada em Enfermagem ela Universidade Estadual de Campinas, Mestre em Saúde Coletiva pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. Atuou como enfermeira assistencial em unidade pediátrica no Hospital Universitário da USP. Foi técnica na Coordenação Geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo - CGCTAB. Atualmente é Técnica no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Jessica Beagley, MSc (Global Climate and Health Alliance ) Graduada em Ciências Fisiológicas na Universidade de Oxford e Mestrado em Saúde em Desenvolvimento Urbano no University College London. Possui mais de uma década de experiência em políticas e programas baseados em evidências para saúde pública e determinantes ambientais, tendo trabalhado anteriormente com a The Lancet, a NCD Alliance e a IDF. Contribui com pesquisas e análises para embasar as prioridades da GCHA. Atualmente é Policy Lead na Global Climate and Health Alliance. Jessyka Barbosa, MSc, PhD (Ministério da Saúde) Graduada em Educação Física pela Universidade de Pernambuco, com graduação Sanduíche em Kinesiology. Mestrado e Doutorado em Ciências na Área da Saúde Pública pelo Instituto Aggeu Magalhães/ Fiocruz Pernambuco. Atuou como professora substituta da Universidade Federal de Pernambuco, Professora colaboradora do Instituto Aggeu Magalhães/ Fiocruz Pernambuco. Foi Consultora da Organização Pan Americana de Saúde. Atualmente é Consultora Técnica no Núcleo de Promoção da Atividade Física na DEPPROS/Ministério da Saúde. Johannes Boch, MSc (Novartis Foundation) Graduado em Psicologia pela Universidade de Fribourg e Mestrado em Psicologia pela Universidade de Porto. É responsável por gerenciar áreas e programas estratégicos em DCNTs, DCV e saúde digital, trabalhar com organizações nacionais em programas estratégicos globais de saúde e realizar análises de sistemas de saúde. Atualmente é Diretor de Saúde Populacional na Novartis Foundation. Leonardo Bia, MBA (Novo Nordisk) Graduado em Marketing pela Universidade Paulista, MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas, MBA em Organizational Leadership pela IESE Business School e MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Mais de 20 anos de experiência no setor privado atuando em diversos cargos como Head of Public Plicy & Government Affairs, Head of Access, International Business Leader EMEA LATAM. Atualmente é Vice Presidente da Novo Nordisk. Lorice Scalise , MSc (Roche) Graduada em Farmácia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Mestrado pela Fundação Institudo de Administração. Possui mais de 25 anos no setor privado, atuando nas áreas comercial, de marketing e gerência geral como General Manager Argentina, Contry Manager, International Business Leader. Atualmente é a Presidente da Roche Farma Brasil. Maria Edna de Melo, MD, PhD   (ABESO) Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Doutorado em Medicina pela USP e Especialista em Endocrinologia e Metabologia titulada pela SBEM. Possui vasta experiência na área de Medicina, com ênfase em Endocrinologia, atuando principalmente nos temas: obesidade, síndrome metabólica, genética da obesidade e obesidade infantil. Atualmente é médica pesquisadora colaboradora da USP, médica assistente do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do HCFMUSP e chefe da Liga de Obesidade Infantil da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Marianne Pinotti, MD, MSc, PhD (SEIDIGI - Ministério da Saúde) Graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de São Francisco. Mestrado e Doutorado em Obstetricia e Ginecologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Foi diretora do departamento de mastologia do Hospital Pérola Byington, Secretária da Saúde do Município de Ferraz de Vasconcelos , Secretária Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida do Município de São Paulo - SMPED/PMSP. Atualmente é Consultora na Secretaria de Informação e Saúde Digital - SEIDIGI. Mathias Loch, MSc, PhD (UEL) Graduado em Educação Física, Mestrado em Educação Física pela UFSC e Doutorado em Saúde Coletiva pela UEL. Sócio Fundador da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde. Atuou no Conselho de Ética e foi representante na Câmara Técnica Atenção Básica, Saúde da Família e Comunidade eSaúde Coletiva da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde e foi membro da Comissão de Epidemiologia da ABRASCO. Atualmente é professor do Departamento de Educação Física da UEL. Verônica Wottrich, MSc (CONASEMS) Graduada em Serviço Social pela Fundação Municipal de Educação e Cultura de Santa Fé do Sul, Especialista em Saúde da Família e Auditoria em Sistemas de Saúde e Mestra em Saúde Coletiva pela Universidade Fedcerald e Goiás. Atualmente é 2ª Vice Presidente Regional da Região Centro Oeste do CONASEMS. Wilson Junior, MBA (Aché) Master of Business Administration em Admnistração de Negócios pela Fundação Instituto de Administração . Possui mais de 19 anos de experiência em desenvolvimento de negócios na indústria farmacêutica, em Gestão de Marketing, Negociação, Planejamento de Mercado, Planejamento de Negócios e Vendas. Atualmente é Diretor Executivo da Aché. Na Imprensa Instituto Afya Instituições Confirmadas A.C. Camargo ABESO ABPObesidade ABRAF ABRALE Abrale ABRAz ACT Promoção da Saúde ADJ Diabetes Brasil AME & CDD Anad. Fenad ANS APAN ASBAG - Associação Brasileira de Asma Grave ASBAI - Associação Brasileira de Alergia e Imunologia ASEc+ | Vertentes Associação AÇÃO AVC Associação Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar Associação Doce Vida Associação Rede Unida Atópicos Brasil Avcista Boehringer Ingelheim do Brasil Câmara Municipal de São Paulo CBEXS Centro de Excelência Dom Juvêncio de Britto Centro Internacional de Longevidade Brasil (ILC-BR) Centro Multidisciplinar em Saúde no Esporte-CEMUSE CER III Prefeitura Volta Redonda RJ Conselho Federal de Nutrição Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo Consulado Geral da Dinamarca em São Paulo Consultoria COSEMS COSEMS/BAHIA COSEMS/RN Crfsp Crônicos do Dia a Dia Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde Ebserh EMS Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto - USP Etec Ferrucio Humberto Gazzetta Febraz FEMAMA FGV-EAESP Fiocruz Fleximedical Fundação Novartis Fundação ProAR GBD Brasil GE Vernova Global Focus on Cancer HCGM-USP Huap/Uff IAPO - International Alliance of Patients' Organizations IBTED IFPB IGH. SESAB INCA / Ministério da Saúde Incor - Hospital da Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Insituto Opy de Saúde Instituto Afya Instituto Bem do Estar Instituto Coalizão Saúde Instituto Cordial Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília e Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva - IPIE - UFPR Instituto Nacional de Apoio às Pessoas com EspondiloArtrites Instituto Obesidade Brasil Instituto Vita Alere Médicos Sem Fronteiras Ministério da Saúde Ministério do Esporte Missão Sal da Terra Movimento Divabética e Movimento Influencers Diabetes Brasil Movimento Influencers Diabetes Brasil MyDIGICARE Novartis Novo Nordisk OPAS Organização Mudial de Saúde Pé de Feijão Plan International Brasil Prefeitura de Guarulhos Prefeitura Municipal de Volta Redonda RJ Roche Farmacêutica Sanofi SBD-IDF Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Secretaria de Saúde do Recife Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS SP) Secretaria Municipal de Saúde- Prefeitura de Araguari SENAI SESAB SES-Santa Catarina Sindusfarma SMS Miraíma Soulbeegood UFMG/ABEn-MG Unicef UNIFESP Unigranrio Universidade do Estado de Minas Gerais/Unidade Passos Universidade Estadual de Londrina (UEL) Universidade Federal de Goias Universidade Federal de Mato Grosso Universidade Federal do Rio de Janeiro USCS Parceiros Corporativos

  • Participação Social e Engajamento Significativo são defendidos pelo FórumCCNTs

    A importância da participação social  ganha destaque quando consideramos que comunidades ativas e engajadas trazem mais força  — não apenas para conversar, mas para construir juntas os caminhos de cuidado coletivo . Conforme destacado no estudo publicado pela SAGE Journals , escrito por Mark Barone e Emma Klatman , fomentar espaços de escuta e inclusão  amplia a voz de cada pessoa, valorizando saberes e experiências pessoais  no processo de apoio mútuo. A abordagem reforça que o envolvimento autêntico é mais eficaz do que meramente formal ou simbólico , porque cria uma rede viva de cuidado e presença . Imagem: Freepik Além disso, o texto mostra que o engajamento significativo exige mais do que convidar para uma reunião : ele pede estrutura, intenção e acompanhamento . Isso inclui preparar o ambiente para que todas as vozes sejam ouvidas , garantir que as pessoas possam contribuir com autonomia  e receber retorno visível das suas contribuições . Esse tipo de processo transforma a participação em transformação, porque dá sentido real ao “estar junto” . E isso é altamente alinhado com os valores do FórumCCNTs — unir, fortalecer, crescer juntos . Por fim, o estudo nos lembra que a qualidade da participação importa tanto quanto sua existência . Quanto mais intencionado for o design, o apoio e o reconhecimento das contribuições , mais significativa será a transformação que nasce da comunidade . Em outras palavras: não basta “estar”, é essencial “fazer junto” e “ver o impacto” . Esse princípio inspira nossa atuação e fortalece aquilo que defendemos no FórumCCNTs : espaços em que cada pessoa se sinta acolhida, capaz e valorizada . No vídeo “NCDs and Community Engagement” , o Dr. Mark Barone  conduz uma entrevista inspiradora , ampliando o debate sobre engajamento comunitário nas respostas às condições crônicas não transmissíveis . Ele mostra como comunidades podem se tornar protagonistas da transformação , reforçando a necessidade de espaços onde cada pessoa possa participar com significado . Durante a conversa, são apresentadas diferentes perspectivas sobre o envolvimento de comunidades na construção de políticas e práticas mais inclusivas . O tom é de valorização e reconhecimento , mostrando que o engajamento não é apenas uma estratégia , mas uma postura ética de corresponsabilidade . Essa visão está profundamente alinhada ao propósito do FórumCCNTs , que acredita que a escuta ativa e o diálogo permanente  são bases para soluções mais humanas e sustentáveis . Foto: Reprodução O Dr. Barone conduz a entrevista de forma clara e envolvente , evidenciando que o verdadeiro impacto nasce quando a ciência, a gestão e a vivência cotidiana se encontram . É nesse cruzamento que florescem ideias que transformam realidades , e o vídeo é um convite para que mais pessoas se envolvam nessa construção coletiva . O FórumCCNTs reafirma seu compromisso  com o fortalecimento da participação social e do engajamento significativo . Porque quando reconhecemos o poder da comunidade  e valorizamos cada contribuição , criamos caminhos de cuidado que acolhem, transformam e inspiram o futuro . Fontes: Sage Jorunals e NCD Alliance

  • Papel das Vacinas para Garantir Saúde em 60+ e CCNTs - 7/11, às 14h

    Objetivos Entender o calendário vacinal para pessoas com mais de 60 anos e a importância das vacinas contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e contra a Herpes Zoster . Reconhecer a maior vulnerabilidade a doenças preveníveis por vacinas e, portanto, necessidade da cobertura vacinal adequada para pessoas com mais de 60 anos e aqueles com condições crônicas não transmissíveis (CCNTs / DCNTs) Anunciar o lançamento do Call-to-Action 2025 pelo Aumento da Cobertura Vacinal em Pessoas 60+ e/ou com CCNTs , unindo esforços entre os diferentes setores para garantir o engajamento de líderes, autoridades e toda a população. Agenda: 14h00-14h15 – Abertura e Contextualização ( Mark Barone , FórumCCNTs) ( Vídeo ) Rafael Pegoraro (GSK) ( Vídeo ) Sheila Vasconcellos (#dedoc°)  ( Vídeo ) 14h20-14h25 – Apresentação do Call-to-Action 2025 pelo Aumento da Cobertura Vacinal em Pessoas 60+ e/ou com CCNTs ( Tércia Silva , UFMG)  ( Vídeo ) 14h30-14h35 – Qual a relevância das vacinas contra o VSR e a Herpes Zoster para pessoas 60+ e com CCNTs? ( Nancy Bellei , UNIFESP)  ( Vídeo ) 14h40-14h45 – Quais outras vacinas devem ser priorizadas e em que frequência por pessoas 60+? ( Renato Kfouri , SBP | SBIm )  ( Vídeo ) 14h50-14h55 – Como a experiência do SESI tem sido fundamental para aumentar a cobertura vacinal da população economicamente ativa, incluindo aquelas com CCNTs? ( Emmanuel Lacerda , SESI)  ( Vídeo ) 15h00-15h05 – Quais as últimas atualizações do PNI que beneficiam pessoas 60+ e com CCNTs? O que podemos esperar de novas atualizações? ( Ana Karolina Marinho , FMUSP | Ministério da Saúde | ASBAI)  ( Vídeo ) 15h10-15h15  – Qual o risco da baixa cobertura vacinal em pessoas 60+ e com CCNTs? ( Mônica Levi , SBIm)  ( Vídeo ) 15h20-16h00  – Debate com todos os painelistas – Quais estratégias podemos empregar juntos para ampliar o acesso e a busca pelas vacinas por pessoas 60+, aumentando a cobertura vacinal? (moderação: Mark Barone , FórumCCNTs)  ( Vídeo ) Painelistas e Moderador Ana Karolina Marinho, MD, MSc, PhD (FMUSP | Ministério da Saúde | ASBAI) Graduada em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, com residência em Clínica Médica, Alergia e Imunologia Clínica. Título de Especialista em Alergia e Imunopatologia. Mestre e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Médica do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas da FMUSP. Membro da ASBAI, SBIM, AAAAI e EAACI. Atualmente é professora colaboradora da Disciplina de Imunologia e Alergia da FMUSP, consultora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde e Vice Coordenadora do Departamento Científico de Imunizações da ASBAI. Emmanuel Lacerda, MSc (SESI) Engenheiro mecânico, com Master em Seguridade Social pela Universidad de Alcalá (Espanha) e Mestrado em Competitividade. Executivo com 25 anos de experiência em saúde, inovação e articulação institucional. Atua com políticas públicas voltadas à Saúde Suplementar, Avaliação de Tecnologias em Saúde, financiamento e propriedade intelectual. Implementou plataformas de serviços em saúde e segurança para trabalhadores da indústria e representa o setor empresarial em conselhos estratégicos. Atualmente é Superintendente de Saúde da Indústria do Serviço Social da Indústria (SESI), liderando iniciativas para ampliar o acesso, a qualidade e a sustentabilidade dos serviços de saúde no setor produtivo. Nancy Bellei, MD, MSc, PhD (UNIFESP) Graduada em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Mestrado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Doutorado em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Tem experiência na área de Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: viroses respiratórias, influenza, gripe, doenças respiratórias agudas e metapneumovirus. Consultora ad-hoc Ministério da Saúde-SVS para pandemia de Coronavírus, Influenza. Consultora científica OPAS/Covid-19, Influenza. WHO-Influenza. Atualmente é Consultora Voluntária do Ministério da Saúde, Voluntária da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Professora afiliada da Universidade Federal de São Paulo e Médica da Universidade Federal de São Paulo. Mônica Levi, MD (SBIm) Graduada em Medicina, com residência no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e especialização em Pneumopediatria. Membro da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização do Programa Nacional de Imunizações (CTAI-PNI), do comitê de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) e da Sociedad Latinoamericana de Infectologia Pediatrica (SLIPE). Coautora e coeditora de publicações técnicas sobre imunizações. Atua como palestrante e colaboradora em consensos com sociedades médicas. Atualmente é Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e responsável pelo setor de Medicina do Viajante da clínica CEDIP. Rafael Pegoraro, MSc (GSK) Formado em Ciências Biomédicas pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em Vacinologia pela Universidade de Lyon, na França. Possui experiência na área de imunizações, com ênfase em estratégias de vacinação e ciência aplicada a políticas públicas de saúde. Atualmente atua como Gerente Médico de Vacinas na GSK, colaborando com iniciativas técnicas e científicas voltadas à ampliação da cobertura vacinal e ao fortalecimento do calendário nacional de imunizações. Renato Kfouri, MD (SBP | SBIm) Graduado em medicina, especialista em pediatria e neonatologia no Hospital do Servidor Público Estadual e em infectologia pediátrica na Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vasta experiência como membro do Comitê Técnico Assessor do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, presidente do Departamento de Imunizações da SBP, membro da Diretoria de Cursos e Eventos da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), membro da European Society of Pediatric Infectious Diseases (ESPID) e membro da Sociedad Latinoamericana de Infectologia Pediatrica (SLIPE). Atualmente é o Primeiro Secretário da SBIm. Sheila Vasconcellos (#dedocº voice) Graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Especialização em Comunicação na Universidade Candido Mendes. Foi Conselheira no Conselho Distrital de Saúde da AP 2.1 e no Comitê de Ética em Pesquisa do IEDE e Vice-presidente da Associação dos Diabéticos da Lagoa (ADILA). É membro do BCV - Blue Circle Voices da IDF - Federação Internacional de Diabetes, Honoree do Bakken Invitation da Medtronic Foundation, jornalista e uma das idealizadoras da revista EmDiabetes e jornalista da Revista Momento Diabetes. Atualmente é ativista em Diabetes na comunidade internacional #dedocº . Tércia Silva, PhD (UFMG) Graduada em Enfermagem e Licenciatura em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com mestrado e doutorado em Ciência Animal pela mesma instituição. Professora Adjunta da Escola de Enfermagem da UFMG, no Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Atua nas áreas de imunizações, saúde coletiva, enfermagem pediátrica e assistência integral à saúde da criança. Atualmente é membro da Câmara Técnica Assessora em Imunizações do Estado de Minas Gerais (CTAI-MG), do Grupo de Trabalho em Saúde da Criança do COREN-MG e do grupo de pesquisa Global Burden of Disease Collaborative Network. Mark Barone, PhD (FórumCCNTs) Doutor em Fisiologia Humana pela USP, Especialista em Educação em Diabetes e em Comunicação. Desenvolve pesquisas e projetos de Educação em Saúde, Empoderamento, Liderança de (im)pacientes, Divulgação Científica e Saúde Global. Ampla experiência na facilitação de parcerias para a implementação, sustentabilidade e escala de programas e políticas de saúde. Foi Fellow no PHI e Diretor Técnico do Instituto de Saúde Pública do Brasil, prestando serviço à Medtronic Foundation como Senior Global Technical Advisor e VP da Federação Internacional de Diabetes (IDF). Atualmente é Coordenador-geral do FórumCCNTs, Membro Honorário da ADJ Diabetes Brasil e Membro do Advisory, Scientific, ou Steering Committee de entidades nacionais e internacionais, incluindo IAPO, BMJ Patients Panel, RICPHI, NCD-Lab-GCM/WHO e LFAC . Parceiros Institucionais Parceiro Corporativo

  • PL amplia estratégias de prevenção e tratamento do Diabetes na rede pública de saúde

    Na última segunda-feira (3) foi apresentado pelo Deputado Pinheirinho (PP/MG) , o Projeto de Lei (PL) 5591/2025 , que altera a Lei nº 13.895 , de 30 de outubro de 2019, para reforçar as diretrizes de prevenção e atenção ao diabetes . Débora Alighieri , Assessora parlamentar da Câmara Municipal de São Paulo trabalhou na elaboração deste PL, juntamente a Carla Marione , Assessora parlamentar na Câmara dos Deputados; Melyne Serralha Rocha , Diretora da Rede de Saúde da Missão Sal da Terra; Vinicius Batista Campos , Diretor de Educação Profissional do IFPB; Aline Marcadenti , Pesquisadora do HCor; e Nádia Esteves , Nutricionista, Pesquisadora e Educadora em Diabetes. Grupo reunido em atividade durante evento do FórumCCNTs sobre PLs. Foto: Arquivo pessoal O Projeto de Lei nº 5591/2025 , em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe alterações na Lei nº 13.895/2019 , que instituiu a Política Nacional de Prevenção do Diabetes e de Assistência Integral à Pessoa com Diabetes . A iniciativa surge em resposta à crescente carga de condições crônicas não transmissíveis (CCNTs) no Brasil — grupo no qual o diabetes ocupa posição de destaque. A proposta busca reforçar as diretrizes de prevenção e atenção ao diabetes , aprimorando mecanismos de detecção precoce, tratamento contínuo e conscientização pública, em consonância com o papel do Sistema Único de Saúde (SUS)  de promover atenção integral e equitativa. Entre as principais inovações, o projeto amplia o escopo da política pública ao reconhecer a obesidade como condição de saúde e fator de risco relevante para o diabetes . Essa inclusão representa um avanço conceitual e prático, pois consolida a necessidade de campanhas de conscientização voltadas tanto à prevenção da obesidade  quanto à importância da medição regular dos níveis glicêmicos . A nova redação reforça o vínculo entre prevenção e promoção da saúde, reconhecendo que o enfrentamento das CCNTs exige ações educativas permanentes e integradas, com foco em hábitos saudáveis, alimentação equilibrada e acompanhamento periódico. Evento foi fundamental para a elaboração da PL. Foto: Arquivo pessoal Outro ponto central do PL 5591/2025 é a valorização da captação precoce de pessoas com risco ou sinais de diabetes , mediante identificação de fatores clínicos e encaminhamento imediato para acompanhamento especializado. O texto também prevê a revisão periódica dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas , acompanhando a evolução científica e tecnológica, e o fornecimento adequado de insumos para o tratamento  das pessoas com diabetes. Essas medidas visam não apenas padronizar e modernizar os cuidados oferecidos, mas também garantir acesso equitativo  aos recursos terapêuticos e diagnósticos em todo o território nacional. A proposta reforça ainda a importância da gestão da informação em saúde . O projeto determina o registro obrigatório, no prontuário eletrônico da pessoa , de todos os dados relacionados ao diagnóstico, acompanhamento e tratamento do diabetes, além da inclusão da Classificação Internacional de Doenças (CID)  nos casos de obesidade associada. Tal medida permite aprimorar o monitoramento epidemiológico, subsidiar políticas públicas baseadas em evidências e fortalecer a integração entre os diferentes níveis de atenção à saúde. O texto também estabelece horário protegido para capacitação continuada dos profissionais da rede pública , assegurando atualização em temas como diabetes e obesidade. Projeto de Lei (PL) 5591/2025 para reforçar as diretrizes de prevenção e atenção ao diabetes. Foto: Divulgação Do ponto de vista da saúde pública , a justificativa do projeto destaca dados alarmantes: as CCNTs são responsáveis por cerca de 71% das mortes globais , e no Brasil, por aproximadamente 3 a cada 4 dos óbitos (75% ) , sendo o diabetes uma das principais causas diretas e indiretas. Estima-se que o país já tenha mais de 16,6 milhões de pessoas vivendo com diabetes , podendo chegar a 20 milhões nos próximos anos . Além do impacto humano, o diabetes mal controlado gera altos custos ao SUS  — apenas em 2018, o tratamento de hipertensão, diabetes e obesidade representou R$ 3,45 bilhões , dos quais cerca de 30% se referiam ao diabetes. Nesse sentido, investir em prevenção é também uma estratégia de sustentabilidade econômica e social . Em síntese, o PL 5591/2025  representa um aperfeiçoamento substancial da política nacional sobre o diabetes , reforçando o papel do Estado na prevenção e na atenção integral às CCNTs. Ao integrar campanhas educativas, protocolos atualizados, uso de tecnologias, gestão de dados e capacitação profissional, o projeto aponta para um modelo de cuidado mais eficiente e humanizado. Se devidamente implementada, a medida poderá reduzir complicações graves, internações e custos com tratamentos tardios, fortalecendo o compromisso do Brasil com uma saúde pública moderna, preventiva e centrada nas pessoas . Acesse a proposta completa aqui . Fonte: Câmara dos Deputados

  • FórumCCNTs participa do I Fórum Latino-Americano de Cuidados Adequados a Asma e DPOC para a Atenção Primária à Saúde

    No dia 31 de outubro, o FórumCCNTs participou do I Fórum Latino-americano de cuidados adequados a Asma e DPOC para a atenção primária à saúde. O evento, organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisa Respiratória da APS ( GEPRAPS ), ainda contou com a I Mostra de experiências exitosas no Cuidado Adequado às Condições Respiratórias Crônicas. Angela Honda, Patrícia de Luca e Sônia Martins durante o I Fórum Latino-americano de cuidados adequados a Asma e DPOC para a atenção primária à saúde. Foto: Arquivo pessoal Em sua primeira edição, o evento liderado pela Dra. Sônia Martins (CAPA e GEPRAPS), contou com a participação ativa de muitos outros membros do GT Condições Respiratórias Crônicas do FórumCCNTs . A Sra. Patrícia de Luca , Co-fundadora do FórumCCNTs, contribuiu com os debates e moderou a Mostra de Experiências Exitosas no Cuidado Adequado às Pessoas com Condições Respiratórias Crônicas. Foto: Arquivo pessoal Foram apresentados projetos como a Estratégia Cidade Amiga da Pessoa com Asma , nos municípios de Guarulhos/SP e Joinville/SC; o Projeto Ítaca do Ambulatório Multidisciplinar de Asma Grave de Itapetininga/SP; a Experiência da Abordagem e Acolhimento da Pessoa Tabagista na Atenção Primária à Saúde na UBS Baeta/SBC; e, por fim o Programa Respira Goiás/GO. Cada equipe compartilhou suas ações intra e intersetoriais e multidisciplinares, com ênfase no cuidado integral da pessoa com Asma e DPOC , enfatizando sua importância para atingirmos o  Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ( ODS) 3.4 , sobre saúde e bem-estar. Foto: Arquivo pessoal As condições respiratórias crônicas já são a terceira principal causa de mortes prematuras no mundo  — um alerta que precisa estar no radar de gestores, profissionais de saúde e da população. Apesar de o tratamento medicamentoso e as linhas de cuidado já integrarem o SUS , ainda é essencial fortalecer políticas públicas que garantam educação continuada  e apoio aos profissionais da Atenção Primária. Com matriciamento efetivo e condutas adequadas , é possível ampliar a resolutividade e garantir uma jornada de cuidado mais acolhedora para quem convive com essas condições.

  • PL institui a Política Nacional de Promoção de Saúde e Bem-Estar; projeto proposto pelo FórumCCNTs ainda prevê a criação da Semana Nacional da Promoção da Saúde e do Bem-Estar

    Na última terça-feira (28) o FórumCCNTs teve uma novidade animadora. O Projeto de Lei (PL) 5455/2025 , de autoria do Deputado Federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ) , institui a Política Nacional de Promoção de Saúde e Bem-Estar , e a criação da Semana Nacional da Promoção da Saúde e do Bem-Estar . O desenvolvimento desta PL começou durante o evento para elaboração de PLs Nefro-Hepato-Cardio-Metabólicas , promovido pelo FórumCCNTs , no dia 12 de setembro deste ano. Pedro Salomão , Assessor Jurídico em uma Liderança na Câmara dos Deputados; Maíra Micheletti , pesquisadora da UFMG e Juíza Leiga do Tribunal de Justiça do Paraná estiveram à frente desta construção, e contaram com a colaboração de Mark Barone , Coordenador-geral e Fundador do FórumCCNTs; Ana Carolina Micheletti , Pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG; Átila Trapé , Docente na Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EEFERP-USP); Bianca Blanco , Membro da diretoria da APAN; Mario Cavaca , Presidente do Atópicos Brasil; Maria Paula de Albuquerque, Pediatra e Gerente Geral Clínica do CREN; e Fabíola Leal , Government Relations Coordinator na Vital Strategies . De acordo com o documento, o projeto tem por objetivo instituir a Política Nacional de Promoção de Saúde e Bem-Estar , bem como criar a Semana Nacional da Promoção da Saúde e do Bem-Estar . A promoção da saúde e do bem-estar constitui direito fundamental de todos e dever do Estado , que deve ser garantido por meio de políticas sociais e econômicas voltadas à redução do risco de condições de saúde e outros agravos, bem como ao acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde. A promoção da saúde requer ações intersetoriais , multiprofissionais e sustentáveis, baseadas em evidências científicas, no fortalecimento da atenção à saúde e na valorização da participação social. Grupo esteve reunido durante o Evento para elaboração de PLs Nefro-Hepato-Cardio-Metabólicas 2025. Foto: Arquivo pessoal A proposta busca, portanto, consolidar uma estratégia nacional integrada voltada à promoção de estilos de vida saudáveis , à prevenção de condições de saúde e ao fortalecimento da saúde como eixo estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS) . A iniciativa reforça o papel da atenção à saúde na coordenação do cuidado integral à pessoa e à família, promovendo a articulação com os ambientes escolar, comunitário e laboral. Debate deu início a elaboração da PL da Semana Nacional de Promoção da Saúde e do Bem-Estar . Foto: Arquivo pessoal Além disso, a criação da Semana Nacional de Promoção da Saúde e do Bem-Estar fortalecerá as ações de educação em saúde, mobilização social e conscientização da população, estimulando hábitos de vida saudáveis e a corresponsabilidade individual e coletiva pela saúde. Acesse o documento na íntegra aqui . Fonte: Câmara dos Deputados

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